Nany People diz que já sofreu preconceito dos gays Resposta

Nany People é a química transexual Marcos Paulo de “O Sétimo Guardião” (Foto: Marcos Guimarães)

Nany People começou a despertar os olhares curiosos do público quando ainda trabalhava como drag queen nas casas noturnas de São Paulo e pelo país. Só na capital paulista, ela foi hostess por mais de 20 anos em uma tradicional boate LGBT e ganhou renome nacional depois que foi convidada para se sentar no sofá de Hebe Camargo por causa de uma entrevista dada à Marie Claire de 1998.

Só que sua vida não foi apenas este mar de rosas. Natural de Machado, no interior de Minas Gerais, ela se mudou para a cidade vizinha Serrania, depois Poços de Caldas, onde sofreu com o preconceito desde a época da escola quando sua mãe, dona Yvone, foi chamada para uma reunião a fim de resolver o “problema” do filho que era “muito diferente”.

Minha diretora, dona Elvira, afirmou que eu tinha um problema. Muito sábia, minha mãe retrucou que não era um problema e sim a minha condição. Sempre tive uma aceitação materna e ser trans foi uma solução de vida. Eu quis fazer a cirurgia [de redesignação sexual] aos 26 anos, mas não o fiz a pedido de minha mãe e me assumi mulher aos 37 anos. Ela já me dizia ‘se você acha que vagina é a garantia que vai segurar o homem da sua vida ou seu sonho ideal, saiba que isso não segura ninguém e não garante que alguém seja feliz’. Ela era uma mulher muito a frente de seu tempo”, lembra com carinho de dona Yvone que morreu em 2004.

A atriz também conta que já sofreu com a não aceitação do público gay e foi impedida, por duas vezes, de estrelar seu programa de televisão por preconceito. Segundo ela, a notícia de que não estava mais no casting chegou às vésperas do trabalho começar.

“Sou uma pessoa com um temperamento forte que bate de frente e não leva desaforo para casa. Este é um preconceito velado que não tem como você se defender porque não sabe de onde vem. Na vida pessoal tive preconceito dos próprios gays quando me tornei uma pessoa transexual. Era uma drag queen muito conhecida e foi um Deus nos acuda porque diziam que eu não era mais drag. Acredite se quiser, mas sobrevivi fazendo telegrama animado para heterossexuais”, lamenta.

“Sobreviver a gente vai”

De acordo os dados do Mapa dos Assassinatos de Travestis e Transexuais, da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), em 2017 foram assassinados 179 transexuais e travestis, a maior taxa já registrada nos últimos 10 anos, o que deixa o Brasil em primeiro lugar no ranking deste tipo de crime de ódio.

Nany se mostra preocupada com este número alarmante de pessoas que são mortas quase que diariamente apenas por serem quem são. Ela opina que este seja uma época terrorista e salienta que a homofobia tira mais vida no Brasil do que em guerras pelo mundo.

“A gente vive de teimosa. Só consigo lamentar porque é triste e tenebroso. É uma intolerância e desrespeito que existe pela vida de gays e transexuais no país. Não temos leis que punam e que fazem os autores pagarem por seus atos.”

Uma mulher superfamília, a atriz conta que nunca perdeu o vínculo com seus irmãos e mãe, mesmo quando partiu para a capital paulista na década de 1980.

“Tenho 53 anos, vivo sozinha em São Paulo desde os 20, nunca abandonei a minha família. Ajudei a criar e formar quatro sobrinhos como se fossem meus filhos. Família é a base tudo e sou muito ligada à minha. Já vi mais gays cuidarem de seus clãs do que os héteros”, brada.

Para finalizar, ela ressalta que é de uma geração em que amigos foram criados pelos avós porque os pais sumiram durante o período da ditadura que foi de 1964 a 1985.

“Sobreviver a gente vai, mas o que me dói é a ignorância cega das pessoas em achar que estão defendendo um bem comum. Isso é coisa de quem está pensando apenas no bem dela. A gente não pode servir de comida de piranha. Não vou bater boca com quem não tem lucidez. Não se pode dar luz para quem está na sombra.”

Fonte: Marie Claire

Estudante de Psicologia e primeira drag de sua cidade, jovem luta contra a LGBTfobia nas redes sociais Resposta

As redes sociais tem sido usada como um canal de comunicação direta e extremamente rápida em todo o mundo.

São através delas, que pessoas de todas as idades, credo, condição social, econômica, cultural, dentre outras, estão postando e recebendo informações todos os dias.

Em muitos casos as redes sociais também tem sido utilizada como bandeira de luta para as mais variadas causas, ou seja: do direito à moradia ao empoderamento feminino. Do bullying, aos casos de abuso sexual.

Neste sentindo Luan Corsino, estudante de Psicologia, e morador do município de Água Clara (MS), que nasceu em 17 de maio, Dia Internacional Contra a Homofobia, cansado de sofrer preconceito por conta de sua orientação sexual, postou um texto em sua página no Facebook, onde não só questiona algumas posturas, que na opinião servem de estimulo para a pratica da violência psicológica e física contra os homossexuais. Ele é a primeira drag queen de sua cidade.

Luan Corsino afirma que sua orientação, não o difere negativamente, tão pouco o torna diferente de ninguém.

Que o fato de ser gay não o torna um ‘monstro’.  Afirma, que gostaria de viver sua vida de maneira tranquila, com todas as garantias de direito e ser respeitado de fato como ser humano.

Luan Corsino disse ao Hojemais que, desde junho do ano passado, trabalha se apresentando como drag queen. O estudante afirmou não se importar com a definição de gênero e tão pouco com que as pessoas pensam sobre ele.

“Eu, acredito que quando somos nós mesmos vamos muito além de sermos, ela ou ele. Eu, sou o Luan, mas também gosto de ser chama de Luanna Goulart, meu nome de drag” comentou.

Corsino se revela grato a seus pais, destacando que os mesmos sempre o apoiaram, o que não é  muito comum no meio homossexual.

“Sou muito grato aos meus pais, que me aceitam como eu sou, não pelo que as pessoas pensam. Neste sentido, me sinto, um privilegiado. Mesmo assim, sou um ativista, e me sensibilizo e me coloco no lugar dos homossexuais que não são aceitos pelos familiares. Não é fácil, ser gay. É, um processo muito doloroso. Mas, sigo e frente com bons pensamentos e de cabeça erguida”, finalizou. 

Após ser expulsa do Vale, Valesca Popozuda tenta se reconciliar com os LGBTs e lança EP Resposta

Valesca Popozuda e Agustin Fernandez

Após ter show cancelado no último dia 23 e ter sido expulsa do Vale, ou seja, “morrido” para os LGBTs, por defender o maquiador Agustin Fernandez, apoiador de Bolsonaro, Valesca Popozuda se diz arrependida.

Segundo o jornalista Leo Dias, para tentar limpar a barra, Valesca está pedindo para seus amigos LGBTs gravarem vídeos de apoio a ela, mas está sendo ignorada.

No Instagram, Popozuda já tentou se redimir e pediu desculpa aos fãs que se ofenderam. “Desculpa. Meu voto nunca foi Bolsonaro. Eu realmente não tenho a menor ideia do que é o sofrimento que vocês passam, da dor diária que vocês enfrentam por conta da condição humana de cada um. Sou humana, também erro, mas tô aqui de peito aberto pra melhorar e aprender cada dia mais. Tô aqui do lado de vocês. A repressão dos machistas também nos persegue porque somos mulheres e na maioria das vezes esses machistas são os homofóbicos e transfóbicos que matam e agridem gays, transexuais“, escreveu.

Ao jornal Extra, um amigo da artista revelou que ela não está bem com a situação. “Ela está muito triste com toda essa situação e preocupada. Com a escassez de shows, ela está acumulando dívidas, pois sustenta a família inteira”.

Lançamento de EP

A funkeira preparo um EP com a temática do Carnaval. O álbum, intitulado Carnavalesca – De Volta Pra Gaiola, vai ser lançado nesta sexta-feira (1) em todas as plataformas digitais.

Em parceria com três blocos de rua do Rio de Janeiro, Valesca deu cara nova para três músicas que foram lançadas recentemente no EP De Volta Pra Gaiola. A ideia era trazer um ritmo carnavalesco diferente para cada uma das canções.

Os blocos que participaram do EP de Valesca são Amigos da Onça, Calcinhas Bélicas e O Rebu Bloco. Além dos hits carnavalesco, o álbum também traz uma música inédita, Vem Facin.

Informações: O Dia, Extra e R7

Estudante sofre ataque homofóbico em São Paulo Resposta

O estudante de jornalismo Luiz Otávio Crisóstomo, de 20 anos, sofreu um ataque homofóbico quando estava dentro de um ônibus na zona oeste de São Paulo, na última quarta-feira (27), a caminho do estágio. 

Ele relatou à Universa que estava sentado no último assento do veículo, conversando com uma amiga, quando foi surpreendido por um soco na cabeça e outro no olho, proferidos por um outro passageiro que aparentava ter cerca de 30 anos.

“Minha amiga notou que ele jogou a mochila na nossa frente e ficou parado. Por um segundo, ela pensou que ele fosse nos assaltar. Eu nem tive tempo de perceber porque, na mesma hora, senti o soco na minha cabeça, que também atingiu o meu nariz”, disse.

Após as agressões, que aconteceram por volta das 12h30, o rapaz teria começado a gritar que “os gays são responsáveis pela Aids” e que Luiz teria transmitido a doença para ele.”Nunca vi este homem na minha vida. Mas, mesmo que tivesse visto, nada justifica essa agressão”, critica o estudante, que preferiu não fazer boletim de ocorrência.

Luiz conta ainda que, quando o ônibus parou no ponto, após cerca de cinco minutos de confusão e nenhuma reação do motorista, algumas pessoas desceram, mas ele não conseguiu, já que o agressor continuava bloqueando a passagem entre seu assento e a porta de descida do ônibus.

O estudante, que é carioca e vive em São Paulo há dois anos, assumiu a orientação sexual por volta dos 14 anos e nunca tinha vivido uma situação semelhante: “Eu lia as notícias sobre homofobia nos jornais e pensava como agiria se um dia acontecesse comigo. Mas na hora fiquei sem reação, não consegui fazer nada”.

Luiz conta que está se recuperando mas, após o ocorrido, não consegue andar na rua com tranquilidade.

“Não me sinto mais seguro. Estou muito mais alerta, especialmente à noite e em semana de Carnaval. Também vou ficar um tempo sem pegar aquela linha [de ônibus] e andando mais de metrô”.

Apesar da dor, o que deixou Luiz ainda mais espantado foi a reação das pessoas ao redor — ou melhor, a falta de reação. 

“O ônibus estava cheio e as pessoas não fizeram absolutamente, continuaram com seus fones de ouvido, agindo com a maior naturalidade. Um menino mais à frente tentou filmar, mas foi intimidado pelo homem que me deu os socos e guardou o aparelho. Ele foi o único que pareceu se espantar com aquilo”, conta.

O estudante lembra que, no fim da confusão, que acabou quando o homem desceu do ônibus dois pontos depois, próximo ao Hospital das Clínicas, um passageiro sentado a seu lado perguntou se ele realmente não tinha feito nada ao agressor. “Como se a culpa fosse minha”, desabafa.

Veja vídeo do ataque e leia o desabafo do Luiz clicando aqui: https://bit.ly/2T4p3pW

Fonte: Universa

Deputados pedem impeachment de ministros que votaram a favor da criminalização da homofobia 1

Deputados com pedido de impeachment de ministros. (Foto: Reprodução / Twitter)

Parece piada de mau gosto, mas não é. Deputados entregaram nesta ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), pedido de impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que votaram a favor da criminalização da homofobia.

O pedido pede a destituição de Celso de Mello, Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Alexandre de Moraes.

Encabeçado por Bia Kicis (PSL-DF), o texto afirma que os ministros atuaram “em desacordo com a separação dos Poderes, na medida em que legislam no lugar dos parlamentares eleitos diretamente pelo povo para o exercício dessa função”.

O pedido diz que a decisão não tem a ver com o mérito da questão julgada. “Relevante ressaltar que, com a presente denúncia, não se pretende discutir o mérito da aludida decisão judicial, mas a conduta dos julgadores”, afirma.

O documento é assinado por parlamentares de bancadas conservadoras, como Marco Feliciano (Pode-SP), Alexandre Frota (PSL-SP) e Marcio Labre (PSL-RJ).

Estão em julgamento dois processos que pedem que o STF reconheça a omissão do Congresso ao deixar de criminalizar a homofobia. Os autores são a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais (ABGLT) e o PPS, que acionaram o tribunal em 2012 e 2013.

Para que o tribunal atinja maioria são necessários seis votos. Até o momento, quatro ministros votaram por enquadrar a homofobia e a transfobia na lei que define os crimes de racismo até que o Congresso aprove uma legislação específica para punir quem discriminar, ofender ou agredir homossexuais e transexuais por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero.

*Com informações do site CNI

CBF quer enquadrar clubes por homofobia das torcidas Resposta

A Confederação Brasileira de Futebol quer recomendar aos clubes que convençam seus torcedores a não mais xingar adversários usando termos como “veado” e “bicha”.

No momento em que o STF caminha para equiparar a homofobia ao racismo — com punições mais duras para discursos violentos ou atos discriminatórios —, a entidade também procura “desenvolver medidas que possam efetivamente coibir tais práticas”.

As informações são do site O Antagonista.

Jean Wyllys ataca Moro e diz que homofobia elegeu Bolsonaro Resposta

Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

O deputado autoexilado, Jean Wyllys, foi recebido com chuva de pétalas de flores e protesto ao chegar à Casa do Alentejo, em Lisboa, local do último compromisso de uma agenda de dois dias em Portugal. Convidado para palestras pelo país, o político conversou com a Sputnik Brasil.

O autoexílio de Jean Wyllys, anunciado publicamente há um mês, já estava programado mesmo antes de Jair Bolsonaro ser eleito presidente do Brasil. Alvo de ameaças, o ex-deputado vive em Berlim, na Alemanha, atualmente. A opção pela Europa se deu, segundo Wyllys, por três “motivos práticos”. “Quando saí do país estava com passagens compradas para o meu recesso na Europa. Como as ameaças se intensificaram, aproveitei as férias para deixar o país. O segundo motivo foi que [os países] na América Latina têm uma proximidade muito maior com o Brasil, geográfica, e portanto a atuação de sicários e pessoas que poderiam fazer algum dano a minha vida seria muito mais fácil. Também quero dar continuidade aos meus estudos e havia um doutorado em Berlim que me interessava”.

O ex-deputado considera que as investigações sobre as ameaças que sofreu seguem vítimas de uma “homofobia institucional”. “Sérgio Moro assumiu faz pouco tempo. A negligência em relação às ameaças existia antes de ele ser ministro da Justiça. As instituições não investigam denúncias contra quem não goza de estima social. Discursos de figuras políticas como o atual presidente do Brasil, de autoridades religiosas como o pastor Silas Malafaia, justificam a violência contra essas pessoas e fazem com que as autoridades não façam nada. Então o descaso da Polícia Federal tem a ver mais com isso e menos com o Moro”.

Sobre o ministro, Jean Wyllys questiona. “O Moro não tem muita isenção em relação a mim. Sou oposição ao governo do qual ele faz parte. Aliás, eu acho estranhíssimo que ele, que conduziu Lula à prisão sem provas, tenha aceitado o convite para ser ministro da Justiça vindo de um candidato que se beneficiou da prisão de Lula. Acho que se ele fosse um homem com algum brio deveria sentir vergonha disso e não ter aceitado esse convite. Mas enfim, brio, honestidade intelectual e competência faltam muito a esse atual governo no Brasil”.

Passagem por Portugal

A visita de Jean Wyllys a Portugal veio depois do convite feito pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, uma das mais prestigiadas do país, para que o ex-deputado palestrasse em duas conferências abertas ao público.

Durante o primeiro evento, com foco em fake news, nesta terça-feira (26), em Coimbra, Jean Wyllys quase foi atingido por ovos jogados por manifestantes contrários à presença do ex-deputado. Do lado de fora da universidade, houve confusão entre apoiadores e opositores do político que se reuniram durante um ato convocado pelo Partido Nacional Renovador (PNR), da extrema direita de Portugal.

Já nesta quarta-feira (27), em Lisboa, o político participou de uma reunião com deputados no Parlamento português. Durante o encontro, Jean Wyllys classificou a manifestação em Coimbra como resultado da influência de radicais brasileiros em Portugal.

“A extrema direita aqui é patética, caricata, inexpressiva, mas está a serviço da extrema direita brasileira. Estive em outros países e nada aconteceu, só aconteceu aqui porque, infelizmente, entre as levas de brasileiros que vieram para cá há muitos fascistas. Tomem cuidado, deputados, com a possibilidade de essas pessoas intoxicarem o lado social em Portugal”.

Depois do encontro no Parlamento, Jean Wyllys seguiu para o último compromisso, o debate “Por que se exilar do Brasil hoje?”. O cenário do lado de fora do local do evento repetiu os ânimos de Coimbra, mas com mais reforço policial e de segurança privada para evitar conflitos entre apoiadores e opositores do ex-deputado.

A promessa de Jean é de que o autoexílio não será uma barreira para o ativismo político. “Eu sou um intelectual, eu penso, eu reflito sobre os fenômenos que nos afetam, eu sou escritor, minha arma é a palavra. Então essa vai ser a minha maneira de atuar internacionalmente. Eu não tenho mais mandato, e é possível, mesmo sem mandato, fazer essa política mais ampla, ser uma voz de denúncia e de defesa da democracia não só no Brasil, mas no mundo”.

Ao Público, o ex-deputado do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) falou do seu percurso na política brasileira e de como o “ódio destilado por Jair Bolsonaro e os seus apoiantes o obrigou a viver num cárcere privado”. Para o ex-deputado, a homofobia elegeu Jair Bolsonar.

“O que deu a vitória a Bolsonaro foi a homofobia. Ele não apresentou um programa de governo ao país, não participou em nenhum debate, estava há 30 anos no Parlamento e não aprovou um projeto de lei. Esse sujeito venceu as eleições porque passou a proferir publicamente, através dos novos meios de comunicação, preconceitos e a culpar determinados grupos por um sentimento de medo que tomava o povo brasileiro, diante da crise econômica que vivíamos”, disse.

Youtuber gay faz sucesso mostrando como cuida de sua filha aos 19 anos Resposta

Você já ouviu falar no canal do YouTube, Eu pãe Rotina de um Pai cuidando a sua Baby Ysis? É de um pai coruja chamado Charles Lima, empresário e cabeleireiro, que, aos 19, é pai adotivo da pequena Ysis, de 2 meses. No canal, Charles compartilha suas experiências.

Ao site Razões Para acreditar, Charles relatou um pouco de sua experiência: “Tenho que cuidar da casa, do salão, lavar roupa, fazer faxina. Mas é uma experiência que estou amando! Mudou muita coisa na minha vida. Agora vivo intensamente para a Ysis”.

Charles também tem uma conta no Instagram: @_paiaos19, onde conta um pouco mais de sua vida ao lado da linda Ysis.

Fellipe Bastos, jogador do Vasco, é punido por canto homofóbico Resposta

Fellipe Bastos e funcionário. Foto: Reprodução Internet

Ocorreu nesta terça-feira (26), o julgamento de três jogadores de Vasco e Fluminense na 2ª Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ) a respeito dos ocorridos no clássico do último dia 17, pela final da Taça Guanabara. O jogador que sofreu pena mais dura foi o volante do Vasco Fellipe Bastos, que pegou três jogos de suspensão por entoar cantos homofóbicos para os torcedores do Fluminense ao lado um membro da comissão técnica.

Bastos foi enquadrado nos artigos 243-G (ato discriminatório) e 258 (conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) e poderia pegar até 16 partidas de gancho.

A exclusão do Fluminense da competição foi descartada no mesmo julgamento. Como os casos foram julgados em primeira instancia, todos podem entrar com recurso contra as decisões.

Fellipe Bastos pediu desculpas em um vídeo, dizendo que não tem nada contra “classe nenhuma”. O jogador também disse que a família dele está sendo ameaçada em função do ocorrido.



Hugh Jackman nega mais uma vez ser homossexual, mas se diz feliz em ser um ícone gay Resposta

Hugh Jackman feliz na Nova Zelândia

Hugh Jackman confirmou mais uma vez que não é homossexual, enquanto falava para um grupo de neozelandeses, mas celebrou seu status como um ícone gay.

O astro dos visitou uma universidade do sul de Auckland, na Nova Zelândia, na manhã de quarta-feira, onde ele cantou com um coral e anunciou sua próxima turnê.

Durante uma conferência da imprensa na universidade, Jackman foi questionado sobre seu status como um ícone gay.

“Foi um privilégio absoluto interpretar Peter Allen … não sei se ele estava fora do armário, mas todos sabiam que ele era gay”, disse ele.

Jackman disse que “ama” o fato de a comunidade LGBT, mulheres e minorias estarem ganhando maior representatividade.

“Eu sou a favor de tudo em todos os aspectos e tenho orgulho de fazer parte de qualquer solução para [discriminação deles] através de narrativas.”

Anteriormente, Jackman expressou frustração com os rumores sobre sua sexualidade que o seguiram ao longo de sua carreira.

“Se eu fosse, assumiria”, disse ele à entrevistadora australiana da 60 Minutes, Tara Brown, em 2013.

 “Para mim, não é a coisa mais interessante sobre uma pessoa, de qualquer forma … Eu fico frustrado por Deb, porque vejo Deb dizendo: ‘Ah, isso é loucura'”.

Ele foi acompanhado naquela entrevista por sua esposa, Deborra-Lee Furness.

“É errado, é uma mentira, então é ofensivo”, disse ela.

“Se ele fosse gay, tudo bem, ele diria que é gay. Ficou tão fora de sintonia … é estúpido, é irritante, porque não é verdade”, completou.

Pastor da “cura gay” é denunciado e presta depoimento ao Ministério Público do Mato Grosso do Sul Resposta

Denilson deixando a 67ª Promotoria de Direitos Humanos de Campo Grande, no Bairro Chácara Cachoeira ao lado do advogado Marcos Jesus Assis. (Foto: Danielle Valentim)

O pastor Denilson Cordeiro da Fonseca, que oferece curso de “Cura Gay” no Mato Grosso do Sul, prestou depoimento ao promotor Eduardo Franco Cândia na tarde desta terça-feira (26). Na ocasião, ele explicou os procedimentos da Escola de Cura, na chácara da Comunidade Cristã Aliançados, em Campo Grande.

Um denunciante procurou o Ministério Público para informar sobre a ação do pastor, que estaria “usando de discriminação aos LGBT pregando a “cura gay”, mediante pagamento em valores, contrariando o disposto pela OMS que retirou a homossexualidade da lista internacional de doenças, bem como no Código de Ética da Psicologia que proíbe esses profissionais de induzir convicções de orientação sexual nos pacientes.

Com depoimento de cerca de meia hora, Denilson deixou a 67ª Promotoria de Direitos Humanos de Campo Grande, no Bairro Chácara Cachoeira ao lado do advogado Marcos Jesus Assis. Nenhum dos dois quis se posicionar sobre o teor da audiência.

A assessoria de imprensa do promotor informou que, como defesa, Denilson apresentou à promotoria os folders de divulgação do curso negando se tratar de “cura gay” e que dentre os casos atendidos pela Escola de Cura há situações envolvendo vícios em bebidas e drogas, problemas financeiros e de relacionamento.

Ainda na oitiva, o pastor pontuou que a Escola de Cura tem apenas um convênio com a Igreja Comunidade Cristã Aliançados e que na própria Igreja há fiéis homossexuais.

As informações sobre o retiro que promete cura já foi assunto de matéria do Lado B. Durante a apuração sobre a chamada Escola de Cura, uma funcionária reforçou a promessa de cura dos pecados, dos atrasos na vida e até do que a igreja considera “imoralidade sexual”, leia-se “cura gay”.

*Com informações do Campo Grande News

Empresário agride menino de 12 anos e é denunciado por homofobia no Paraná Resposta

Imagens do sistema de monitoramento de um posto de combustíveis no centro de Ponta Grossa registraram o que pode ser mais um caso de homofobia na cidade. Um adolescente de 12 anos foi agredido e ofendido e, supostamente, o motivo seria a cor do cabelo do menino. O fato aconteceu no último dia 17 e foi comunicado ao portal aRede nesta terça-feira (26). A Polícia Militar registrou boletim de ocorrência, mas o homem não chegou a ser preso.

Luiz Henrique da Silva Divardim, advogado da família do adolescente, conta que os pais do garoto estavam jantando num local próximo e o menino andava de bicicleta com os amigos. “Eles pararam no posto para comer um salgadinho e um refrigerante quando este homem chegou, desceu da caminhonete e foi direto até o menino”, relata. A caminhonete foi estacionada fora da vaga, como é possível verificar na imagem.

O vídeo mostra o homem puxando o cabelo e dando tapas no rosto do adolescente. “A todo momento, ele fazia comentários homofóbicos e falava do cabelo dele, que está pintado de loiro”, comenta Divardim. Assustado, o garoto entra na loja de conveniência, mas o empresário continua indo atrás do menino. Neste momento, uma frentista percebe que há algo de errado, intervém na briga e expulsa o homem do estabelecimento.

“Vamos entrar com ação cível e criminal contra ele por conta do trauma causado num garoto de 12 anos”, explica o advogado. A defesa do empresário ainda não foi encontrada para comentar a situação e dar sua versão dos fatos. 

Veja o vídeo clicando aqui: https://bit.ly/2EeH4rB

Fonte: ARede

Professor da USP defende ditadura e ataca esquerdistas e casais gays durante aula Resposta

Eduardo Lobo Botelho Gualazzi



Cinco anos depois de defender o golpe militar de 1964 dentro da sala de aula na Universidade de São Paulo (USP), o professor associado de Direito Eduardo Lobo Botelho Gualazzi distribuiu, na noite de segunda-feira (25), aos estudantes da disciplina “Direito administrativo interdisciplinar”, um texto no qual reitera a defesa da ditadura e tece ofensas de classe e contra casais de pessoas do mesmo sexo, adeptos de religiões afro-brasileiras e movimentos de esquerda.

Em 2014, sua aula chegou a ser interrompida por um coletivo de estudantes que protestou contra a defesa do golpe de 64. Na época, José Rogério Cruz e Tucci, então diretor da Faculdade de Direito da USP, afirmou que nem alunos nem professor seriam advertidos. “Faltou sensatez dos dois lados. Tudo ali foi liberdade de expressão”, disse ele.

O atual diretor da Faculdade de Direito, professor Floriano de Azevedo Marques Neto, está de férias e não havia se pronunciado até o fim da tarde desta terça.

Em seu perfil no Facebook, o Centro Acadêmico de Direito da USP XI de Agosto publicou uma nota de repúdio às declarações do professor.

“Eduardo Gualazzi, ao reafirmar suas declarações referentes à ditadura civil-militar, ignora completamente que o golpe de 1964 representou uma mancha na história da democracia brasileira, tendo sido também um marco da repressão ideológica e consequente perseguição, tortura e morte de diversos brasileiros opositores ao regime”, afirmou o centro acadêmico, que também cobrou um posicionamento público da Faculdade de Direito, uma retratação do professor e “que sejam tomadas medidas mais severas em relação ao comportamento reiterado do docente”.

Fachada da Faculdade de Direito da USP – Silvia Zamboni/Folhapress

Disciplina optativa eletiva

Segundo o texto de Gualazzi, a disciplina “Direito administrativo interdisciplinar” foi criada por ele mesmo em 2014. O sistema da USP que administra as matrículas online dos estudantes diz que a disciplina tem duas edições, no primeiro e no segundo semestre, e é uma optativa eletiva, ou seja, nenhum estudante de direito é obrigado a cursá-la para se formar, mas ela é uma das opções que os estudantes devem escolher, de acordo com a disponibilidade na grade horária, para cumprir um número mínimo obrigatório de créditos eletivos para poderem colar grau.

Neste semestre, foram oferecidas 60 vagas, e 59 estudantes de direito estavam inscritos na disciplina, que é oferecida às segundas-feiras à noite, com carga horária total de 30 horas.

A bibliografia prevista inclui principalmente obras do próprio professor, incluindo as 38 páginas de seu discurso de colação de grau como bacharel em música, título que ele obteve em 2004.

Postagem do Centro Acadêmico XI de Agosto, da faculdade de Direito da USP, contra aula do professor Eduardo Gualazzi, que defendeu a ditadura militar e criticou esquerdistas e LGBTs Foto: Reprodução

‘Aula inaugural’

O texto distribuído pelo professor aos estudantes diz se tratar do conteúdo da “aula inaugural” do curso neste ano. Em um total de 12 páginas, Gualazzi determina que os estudantes façam “consulta contínua” ao blog mantido por ele na internet.

Além de citar publicações específicas feitas por ele no blog, o professor diz que considerou “necessário, conveniente e oportuno” retomar o conteúdo da aula que ele deu em 31 de março de 2014, batizada por ele de “Contiência a 1964”.

“Mais uma vez, afirmo, reafirmo e reitero o interior teor de minha aula Continência a 64, de 31 de março de 2014”, escreveu ele. No texto, ele afirmou, entre outros, que “uma peste rubra que assola o país”.

“(…) em 31 de março de 1964 eclodiu, no Brasil, uma Contra-Revolução, apoiada pela maioria do Povo Brasileiro: foi então desarticulada e destruída a Revolução Vermelha”, escreveu ele, dizendo que o golpe de 1964, que ele chama de “revolução”, “consistiu na preservação da consolidação histórica do perfil brasileiro, assentado em nosso País desde 1500”.

Trecho de aula inaugural do professor de Direito Eduardo Gualazzi faz crítica à união de casais homossexuais Foto: Reprodução

Ofensas a minorias

Nas dez páginas seguintes da aula entregue por escrito aos alunos, às quais o G1 teve acesso, Gualazzi explica seu “perfil de personalidade” listando 12 características: aristocratismo, burguesismo, capitalismo, direitismo, euro-brasilidade, família, individualismo, liberalismo, música erudita, pan-americanismo, propriedade privada, tradição judaico-cristã.

O professor então se aprofunda em cada uma dessas características que atribuiu a si mesmo e, em algumas delas, profere ofensas contra minorias ao justificar suas posições pessoais.

Quando explica a euro-brasilidade, Gualazzi diz que exalta a raiz europeia na qual, segundo ele, a “brasilidade atual da nação brasileira remanesce fincada”, por ser essa raiz “jamais contestada por sincretismos, seletismos, influxos afro-orientais ou defluências aborígenes”.

Ele ainda cita leituras que respaldam sua posição a respeito do casamento de pessoas do mesmo sexo, e conclui que “não é família, mas apenas aberração, qualquer agrupamento (…) de tarados ou taradas, sobrecarregados com o estigma de comportamento objetivo/subjetivo de perfil desviante, discrepante daquele padrão ideal de ‘família conjugal’, constituído pela união de um homem com uma mulher”.

Gualazzi continua e tece ofensas a casal interraciais: “Se alguém tiver alguma dúvida, pode consultar a espécie humana!… União homem/mulher da mesma etnia!…”, escreveu o professor da USP.

No novo texto, o professor associado da USP voltou a tecer críticas à esquerda. Segundo ele, os “corpos sociais que hoje são definidos como direita” foram os responsáveis, “desde a Pré-História”, pelo ápice de desenvolvimento das sociedades. “Verificamos também que tal fastígio [auge] sempre foi, de algum modo, alvo interno ou externo de minorias anti-sociais de enegúmenos, hoje conhecidos como esquerda”.

Declaração de voto

Ainda no documento de sua primeira aula na disciplina, Gualazzi também sugeriu que os estudantes lessem a obra do líder católico Plínio Correa de Oliveira e de Olavo de Carvalho, sem citar produções específicas dos dois.

Por fim, ele ainda registrou na carta aos alunos a lista de candidatos em que votou nos dois turnos das eleições de 2018. Segundo o próprio professor, ele deu seu voto a Jair Bolsonaro nos dois turnos. Foi com trechos do discurso de posse do atual presidente que o professor encerrou as 12 páginas de sua “aula inaugural”.

Confusão em palestra de Jean Wyllys em Portugal. Veja o vídeo Resposta

Jean Wyllys em Coimbra

O autoexilado ex-deputado e ativista dos direitos LGBTs, Jean Wyllys, foi alvo de protestos e tentativa de agressão em Coimbra, Portugal.

Jean participava numa conferência na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, enquanto no exterior manifestavam-se movimentos de esquerda e do Partido Nacional Renovador (PNR).

Do lado da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, manifestantes entoavam canções de protesto contra o fascismo e envergavam cartazes contra a extrema-direita.

Do outro lado da estrada,pessoas participavam no protesto promovido pelo PNR . 

Na manifestação de solidariedade a Jean Wyllys, encontravam-se tarjas, onde se podia ler “Não abrimos mão de quem somos”, “Trazemos um mundo novo nos nossos corações”, “Fascismo nunca mais”, bem como “Marielle Presente” (referência à ativista e política brasileira Marielle Franco, assassinada em 2018, no Brasil) e “#Lula Livre”. 

Na manifestação contra a vinda do ativista brasileiro, via-se uma bandeira de Portugal e outra do PNR, bem como um cartaz onde se lia “Com a direita nacional, a esquerda não faz farinha” e outro onde estava escrito “Chega de marxismo cultural”. E ainda “Vocês não são portugueses” e “Portugal não é um albergue para criminosos”.

Jean já falava há cerca de trinta minutos, quando um homem levantou e tentou atacá-lo. Ele jogou ovos em direção ao ex-parlamentar, mas um segurança conseguiu ser mais rápido e, com a mão impediu, que o ovo atingisse o seu rosto.

Justamente no momento da ovada, Jean Wyllys estava falando sobre a naturalidade com que palavras homofóbicas ainda são recebidos pela sociedade — incluindo insultos feitos contra ele pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PSL).

Antes de começar sua fala, o ex-deputado também ofereceu um “ramo de cravo com cheiro de alecrim” a pessoas que protestaram contra sua presença em Portugal, em uma referência à revolução que derrubou o regime salazarista

Jean quase leva ovada em evento

Musa trans do carnaval carioca se posiciona contra a criminalização da homofobia Resposta

Priscila Reis, musa transexual da Acadêmicos do Sossego, escola de samba da série A do carnaval carioca, acredita que embora seja importante a militância pela igualdade e por direitos, toda a discussão em torno da criminalização da homofobia pode gerar mais apatia e criar uma segmentação na sociedade.

“Me preocupo muito com essa tentativa de criar leis direcionadas ao público LGBT. Estão criando diferenças e especialidades, e isso pode aumentar a rejeição e o preconceito. Leis contra preconceito já existem, o que acredito é que é necessário mais a conscientização do que a criação de novas leis. Enfatizar muito a diferença, segmentar a sociedade em gays, transexuais e héteros cria ainda diferença e isso é perigoso demais”, disse Priscilla.

A musa virá a frente de um carro alegórico da escola da Acadêmicos do Sossego, que justamente exalta a diversidade, a liberdade religiosa, e protesta contra a intolerância e o preconceito.

“Eu acredito que os grupos LGBTs podem estar sendo influenciados por partidos políticos, e o verdadeiro ideal e propósito da causa está sendo esquecido. O que tem que valer é a premissa de que todos nós, independente de ‘opção’ sexual, cor ou etnia, sejamos iguais perante à Lei. É preciso entender que interesses estão por trás de tanto discurso de ódio e das leis. Todos temos de ser iguais, e não segmentados. Luto pela igualdade, justiça social, e não por um tipo de apartheid LGBT”, afirma, se esquecendo de que opção sexual não existe e, sim, orientação sexual.

Bolsonaro e bolsominions concordam.


Pabllo Vittar lança clipe de ‘Buzina’ Resposta

Foi lançado hoje o clipe oficial de “Buzina”, música do álbum “Não Para Não”, de Pablo Vittar.

A faixa é a primeira do disco “Não Para Não” lançado em outubro de 2018. “Disk Me”, “Problema Seu” e “Seu Crime” são músicas que já foram trabalhadas deste projeto.

O clipe é dirigido por Os Primos (João Monteiro e Fernando Moraes).

O clipe recebeu muitos elogios nas redes sociais.

Paula, do BBB 19, diz que teve experiência gay na adolescência Resposta

Paula, ao conversar com Danrley, Hariany e Gabriela no confinamento do BBB 2019, revelou que quando tinha 15 anos de idade passou por uma experiência lésbica. De acordo com mineira, uma prima a qual ela não tinha muita convivência foi a responsável por despertar nela o desejo de se relacionar com outras garotas.

“Todo mundo falava que era linda. Conheci ela no aniversário da minha avó. Eu tava com meu namoradinho Tonhão, ele era inocente de tudo. Me mostraram quem era a menina, achei ela maravilhosa, a cara da Carolina Dieckmann. Eu fiquei olhando e curiosa, eu queria beijar ela”, contou.

“O Tonhão foi ajudar a preparar as coisas para minha avó. Aí não teve jeito, chegou ela. Eu vendo aquela mulher maravilhosa e falei para o irmão dela que eu queria. Eu tinha 14 anos, não… eu tinha 15 anos. Ele falou alguma coisa com ela e eu não respondi nada. Eu fui dar uns perdidos no Tonhão, fui andando lá para fora. Ela chegou em mim, eu tremia”, continuou a loira.

“Gente do céu, a mulher com cigarro na boca e bebendo cerveja. Era um máximo, ela tinha uns 23 anos e já chegou me beijando. Eu peguei no cabelo e pensei: ‘Que delicado’. Não sabia mais o que estava fazendo. Na outra semana ela voltou para Lagoa Santa e a gente foi para uma boate, mas o Tonhão veio também. O irmão dela me falava que ela tava me esperando no banheiro. Eu ia e pá… pegava ela. Tonhão percebeu e achou ruim eu ficar com um mulher. Mas trair com mulher não é traição, só é com homem”, disse.

Ao fim do relato, a bacharel em direito revelou que chegou a dizer para sua mãe que era homossexual. “Aí eu cheguei em casa e falei para a minha mãe: ‘Eu sou gay’. Eu achei que tava apaixonada, aquela mulher era maravilhosa, mas depois eu fui colocando a minha cabeça no lugar e acertando as coisas”, concluiu.

Diferente do que alguns órgão de imprensa estão veiculando, Paula não assumiu ser lésbica e nem disse estar em dúvida a respeito de sua orientação sexual. Ela apenas relatou uma experiência muito comum entre adolescentes.

França celebrou mais de 40 mil casamentos gays em quatro anos Resposta

Vincent Autin e Bruno Boileau foram o primeiro casal do mesmo sexo a casar na França (Foto: BORIS HORVAT/AFP/Getty Images)

Só em 2017 (os dados são de 2013 a 2017) foram realizados 7.244 casamentos entre pessoas homossexuais na França, realça o documento divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística francês, sublinhando que o número é 1,8% superior ao registado em 2016.

No total, desde que a lei sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi aprovada, em meados de 2013, realizaram-se 40 mil registos.

O Instituto Nacional de Estatística de França especifica que 21 mil foram casamentos entre homens e 19 mil entre mulheres.

Bancada evangélica quer delimitar homofobia Resposta

Bancada evangélica na Câmara dos Deputados

Preocupado com abalos na base durante a tramitação da Reforma da Previdência, o Planalto avisou a bancada evangélica: não será obstáculo à reação ao julgamento do STF que deve criminalizar a homofobia. Os evangélicos ensaiam apresentar projeto especificando o que seria passível de punição. Há consenso de que agressões, físicas ou verbais, não serão toleradas. Mas querem preservar a liberdade religiosa de se negarem a realizar uniões homoafetivas ou para poderem continuar pregando que relação entre pessoas do mesmo sexo é pecado.

A ideia de representantes da bancada é aguardar o resultado no STF para “modular” o que vier do Judiciário. O julgamento foi suspenso com quatro votos favoráveis a enquadrar a homofobia como uma forma de racismo.

Um representante da bancada evangélica e um líder religioso receberam sinalização do Palácio do Planalto de que o governo apoiará a iniciativa.

Para o núcleo mais próximo de Jair Bolsonaro não é bom provocar abalos sísmicos na relação com os evangélicos no momento em que o governo busca apoio para alterar a Previdência.

Fonte: Coluna do Estadão

Casal gay nega dinheiro a flanelinhas e tem carro arranhado com xingamento homofóbico Resposta

Ataque

Um casal homossexual se negou a pagar uma “taxa” cobrada por flanelinhas em Brasília e teve o carro arranhado com a palavra “viado”. O ataque homofóbico aconteceu em um estacionamento do Parque da Cidade.

Segundo o influenciador digital, Daniel Abem, dono do carro, os flanelinhas pediram R$ 5 para vigiar o carro. No entanto, nem ele, nem o seu marido, Felipe Abem, tinham dinheiro trocado.

“Não pagamos pois estávamos apenas com cartão e notas de 100 reais… Irritado, eles começaram a nos xingar”, disse Daniel, em sua conta no Instagram.

Depois de contar a história na internet, várias pessoas relataram ao casal terem passado por episódios semelhantes na cidade: situações que vão desde palavras riscadas em veículos até arrombamentos e outras depredações.

“Não podemos deixar que isso vire cultura na cidade, gente! Tenho recebido inúmeras mensagens de pessoas que passaram pela mesma coisa, extorsão, coação e constrangimento é o que temos hoje em diversos estacionamentos públicos da cidade. A orientação da polícia é que a gente não alimente esses bandidos e que a gente não pague!”, escreveu Daniel.