Alagoas: Movimento LGTB protesta contra a homofobia e a favor da união gay Resposta

Protesto em Alagoas
Milhares de pessoas que trafegam pela Rua do Comércio na tarde desta segunda-feira (31) pararam para observar e expôr sua opinião sobre o protesto realizado pelo Movimento LGBT na capital alagoana. O grupo de homossexuais protesta contra a homofobia e a favor da união civil gay no estado. 

Os curiosos que passavam pelo calçadão olhavam atentamente, aplaudiam e apoiavam a causa, a exemplo da dona de casa Givalda Silva dos Santos que é não tolera o preconceito contra os homossexuais. “Qualquer tipo de preconceito é errado e matar por preconceito não existe. Se a atitude deles é errada não cabe a nós julgamos, e sim, a Deus”, ponderou.
O protesto divulga fotografias de homossexuais brutalmente assassinados, cujos casos ainda não foram solucionados pela Polícia Civil Alagoana. Segundo Dino Alves, do Pró-Vida LGBT, o preconceito ainda é o maior problema dos homossexuais. “Precisamos levar a sério os crimes contra homossexuais. Em Alagoas parece brincadeira matar gay, já que ninguém é severamente punido. Os familiares das vítimas esquecem e os culpados não são punidos”, lamentou Dino Alves, pedindo agilidade nas investigações dos crimes.
“Queremos que as autoridades reconheçam a criminalização da homofobia. Percebemos quando o crime é praticado com gays pelo requinte de crueldade. Não é apenas matar, mas sim humilhar”, colocou Alves, lembrando do caso do gay Jaldilson Junior, assassinado no último sábado no Vergel do Lago. “Jaldilson não foi apenas assassinado. Ele foi amarrarado com fio de ferro elétrico, asfixiado, introduziram objetos no ânus dele e depois deflagraram quatro facadas. Não precisava isso”, afirmou inconformado. “Isso é cruel. Vemos no requinte de crueldade que há ódio”, emendou Dino. 
Ainda de acordo com o representante da categoria, apenas este ano, quatro homossexuais foram brutalmente assassinados em Alagoas, todos com requintes de crueldade. “Precisávamos fechar esse mês triste de janeiro com um protesto. Mas não vamos parar por aqui, queremos que a sociedade entenda que só queremos viver e ser felizes”, disse o homossexual que sonha em consolidar a união estável com o companheiro Bruno Constantino. “Estamos juntos há onze meses, nossas famílias já nos aceitaram, agora será a Justiça”, celebrou. 
Sobre a união entre pessoas do mesmo sexo, o diretor do Pró-Vida LGBT, afirmou que Alagoas já deu um grande passo. “A desembargadora (Elisabeth Carvalho – presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), já aprovou a união civil estável entre pessoas do mesmo sexo. Mas as pessoas ainda não contra. Precisamos mudar a mentalidade das pessoas. Não queremos entrar de branco, vestidos de noiva e noivo na igreja, queremos apenas ter direitos legais”, afirmou sobre a banalização do casamento entre gays.
PLC 122 
Outro objetivo da manifestação é pressionar a aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, de autoria da deputada Marta Suplicy. 
O projeto que torna crime a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero – equiparando esta situação à discriminação de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, sexo e gênero, ficando o autor do crime sujeito a pena, reclusão e multa, foi desarquivado por Suplicy e deve voltar à Câmara para votação, e possível aprovação.
*Com informações do Primeira Edição.

Árabes fogem da homofobia em Nova York Resposta

Nova York é talvez o centro do mundo. A cidade mais moderna do planeta. Lá é possível encontrar todas as tribos. Inclusive para todas as subculturas de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT). Existe grupo de apoio a gays vegetarianos, 62 grupos de religiosos LGBT etc. Lá também rola uma festa para a comunidade LGBT do Oriente Médio, como mostra matéria do “Jornal do Brasil” desta segunda-feira (31/01/11).

A festa tem o nome de “Habibi” (“amado” em árabe). Ela foi criada em 2002 pelo DJ Abraão, um dos fundadores da Sociedade Árabe de Gays e Lésbicas (SAGL).

O grupo cresceu, mas na visão de Abraão, isso não quer dizer que seja um fator positivo, “porque há todas as nacionalidades do Oriente Médio. Os egípcios querem sair com os egípcios, os marroquinos querem sair com os marroquinos. Esse é sempre um problema dos árabes”. Abraão aceitou das entrevista ao JB sem revelar o sobrenome.

O “problema dos árabes” é também brasileiro. Os ursos saem com os ursos, as barbies com as barbies, uma pena, mas quase sempre é assim.

Nos anos 1990, a SAGL se reunia no centro LGBT do West Village. Rolava chazinho e biscoito, um bate-papo, mas a coisa foi ficando chata e surgiu a necessidade de ter uma festa. Afinal, jogação e pegação são necessidades universais de grande parte dos LGBT.

A primeira edição da Habibi aconteceu em um restaurante italiano no sul de Manhattan. Hoje a festa é itinerante, percorre clubes LGBT e heterossexuais. além de bares de narguilé em toda a Manhattan. A festa só não acontece no mês sagrado do Ramadã.

A festa foi ganhando forç a medida que as reuniões presenciais do grupo foram enfraquecendo, já que todos se encontravam online. Hoje ela chega a atrair 300 pessoas. Árabes de todas as classes sociais.

Muitos árabes encontram na festa uma forma segura de se divertir, linge do preconceito que sofrem por parte de alguns estadunidenses, devido aos ataques de 11 de Stembro.

LGBT muçulmanos enfrentam dificuldades para conciliar religião e sexualidade. Na maior mesqueta da cidade e uma das mais progressistas, o Centro Cultural Islâmico de Nova York, o imam Ali Shamsi adotou a política do “não pergunte que eu não respondo”, comum em Igrejas Católicas brasileiras.

“A homossexualidade, o adultério e a fornicação são pecados muito graves, mas você não precisa falar sobre isso – diz Ali. Fica entre você e o Criador. Gays e lésbicas são aceitos, desde que não falem nada.

Britney Spears é madrinha de casamento gay nos EUA Resposta

Britney Spears como dama de honra em casamento gay nos EUA
A cantora pop americana Britney Spears foi subiu mais uma vez ao altar. Mas desta vez, não é ela quem está casando. Ela foi dama de honra do casamento de um amigo gay em Miami.

Brent Miller, que é assistente e amigo pessoal de Britney, casou com o ator Frank Lionetti, e a cantora estava lá por eles! A cantora estava acompanhada do noivo dela, Jason Trawick, e os dois aproveitaram os poucos dias da viagem para aproveitarem em clima romântico.
O casamento aconteceu no Monastério Espanhol de Miami e Britney fez todas as obrigações de uma dama de honra.

Presidente homofóbico do Irã ataca mais uma vez os homossexuais Resposta

Ahmadinejad: ataque contra os gays
O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, continua a atacar os homossexuais, segundo a agência de notícia da República Islâmica. 

“Perguntaram-me [na Universidade de Columbia em 2007] porque eu reprimo os homossexuais no Irã?”, Disse Ahmadinejad em Yazd última quinta-feira. “Eu respondi que não temos tantos homossexuais no Irã porque acreditamos que este ato é contra o espírito humano e da humanidade.” 
Durante seu discurso na Universidade de Columbia, o líder iraniano disse: “No Irã não temos homossexuais como em seu país.” 
A cidade de Teerã baniu todas as atividades envolvendo pessoas do mesmo sexo, com punição de pena de morte para as relações do mesmo sexo masculino,e 100 chibatadas para mulheres que mantém relações lésbicas. Após serem advertidas 3 vezes, lésbicas são executadas. 
Leia também: 
Seis iranianos foram enforcados na semana passada, quatro destes foram executados por supostos crimes sexuais. especialistas iranianos dizem que tais crimes podem incluir a homossexualidade e o adultério. 
Enquanto em Teerã também se aplica a pena de morte por adultério, o governo tem intensificado sua estratégia violenta anti-gay nos últimos seis anos. Em 2005, dois adolescentes supostamente gays foram enforcados publicamente. 
Muitos na comunidade LGBT fugiram para a Turquia em 2010 por causa da perseguição.

EUA: Illinois se torna hoje o décimo segundo estado americano a reconhecer a união civil entre casais homossexuais Resposta

Pat Quinn, governador de Illinois
O governador de Illinois, Pat Quinn vai assinar durante uma cerimônia na tarde desta segunda-feira (31/01), o que vai ser um marco na legislação de direitos de uniões civis, dando aos casais gays de Illinois muitos dos direitos legais concedidos aos casais heterossexuais. O acontecimento histórico será realizado perante uma multidão de pessoas no Centro Cultural de Chicago.

“Nosso maior problema agora é a resposta das pessoas que querem estar lá para testemunhar a cerimônia. Eles consideram que isto é parte da história do estado”, disse o Representante do Estado, Greg Harris.
Com a assinatura de Quinn, Illinois se torna o décimo segundo estado ou distrito dos EUA que vai reconhecer juridicamente as relações entre pessoas do mesmo sexo, seja através de uniões civis ou casamento.
A deputada estadual Deborah Mell disse que a atitude é ¨ótima para o estado e para o avanço de uma verdadeira igualdade. Ela foi responsável por fazer um apelo emocional para que seus colegas políticos a favor do projeto de lei. A Assembleia Geral aprovou a legislação no início de dezembro de 2010.
A nova lei entra em vigor a partir do dia 1º de junho de 2011, no entanto, ainda há trabalho a ser feito antes da primeira união civil ser reconhecida. A Secretaria Estadual de Saúde Pública está trabalhando nos documentos que serão necessários para as pessoas interessadas em uniões civis.
A lei não reconhece casamentos homossexuais, mas vai proporcionar os mesmos direitos do cônjuge para parceiros do mesmo sexo, quando se trata de substituição de tomada de decisão para tratamento médico, adoções, acidentes e seguros de saúde.
O evento de hoje vai contar com a presença prefeito de Chicago, Richard M. Daley, o Presidente do Senado de Illinois John Cullerton, o Presidente da Câmara, Mike Madigan, entre outros políticos.
O defensor e co-fundador dos direitos gays de Illinois, Rick Garcia, comemora:
– Estou muito feliz que o governado está assinando esta lei. Este projeto nos coloca um passo mais perto da plena igualdade.

Vocalista do grupo pop americano ¨New Kids On The Block¨ assume que é gay Resposta

Jonathan Knight

Jonathan Knight, vocalista do grupo pop americano ¨New Kids On The Block¨, anunciou, o que segundo ele não seria novidade para ninguém, que ele é gay.

Na semana passada, o cantor deu risadas por ter sido chamado de gay pela estrela dos anos 90, Tiffany, em uma entrevista para o canal a cabo americano ¨BRAVO¨. Depois, ela pediu desculpas pela gafe, dizendo no Twitter que “Nunca quis machucar Jon “.


Em um post voltado para todos os fãs que manifestaram a sua preocupação, Knight, de 42 anos, abordou a questão da sua sexualidade:

– Eu nunca me assumi para ninguém além de mim mesmo! Fiz isso há quase 20 anos atrás. Eu nunca soube que eu teria que fazer tudo de novo publicamente apenas porque eu me reuni com NKOTB! Eu tenho vivido minha vida abertamente e nunca ocultei o fato de que eu sou gay! 

E continua:

– Eu amo viver minha vida sendo aberto e honesto, mas neste momento eu não vou mais optar por discutir a minha vida privada! Meus companheiros de banda não discutem a vida privada deles e eu não sinto que só porque eu sou gay, eu teria que discutir a minha!

Em 2011, o grupo New Kids On The Block vai sair em uma turnê com o também grupo pop Backstreet Boys.

Ativistas criam campanha contra ¨estupro corretivo¨ na África do Sul Resposta

Milicent Gaika: espancada e estuprada para ser ¨curada¨ da homossexualidade
Foi lançada uma campanha com o intuito de acabar com a onda de estupros denominada ¨correção lésbica¨, na África do Sul.


A campanha foi lançada depois de Milicent Gaika, de 30 anos, ter afirmado que foi vítima de um estupro e espancada por cinco horas para que fosse ¨curada¨ do seu lesbianismo. O processo contra seu agressor foi adiado para fevereiro. 

Infelizmente, o caso de Gaika não é raro no país. Alarmante, o estupro corretivo ‘é um crime recorrente na África do Sul. Só em Cape Town, tem sido relatado mais de um estupro corretivo por dia, mas ninguém jamais foi condenado pelo crime. 

O estupro corretivo refere-se a noção de que as lésbicas podem, e devem, ser estupradas
para que se tornem heterossexuais e não é classificado como um crime de ódio na Africa do Sul. 

Geralmente, as maiores vítimas do estupro corretivo são as mulheres negras e pobres, no entanto, em 2008, uma ex jogadora da seleção feminina de futebol, Eudy Simelane, foi estuprada e morta. 


Agora, um grupo de ativistas está tentando acabar com o problema. O grupo fez um apelo ao Ministro da Justiça e conseguiu um enorme apoio com 140 mil assinaturas, que foi adicionado à petição. 

Por conta da reação de milhares de pessoas, o ministro se viu obrigado a fazer um pronunciamento nacional na televisão.

Ele afirmou que o estupro corretivo é uma coisa que deixa a todos muito preocupados e que ele está preparado para manter contato com a Comissão de Reforma das Leis da África do Sul, a fim de olhar mais para esta questão muito mais, porém nenhuma atitude foi tomada até o momento. 

A campanha ganhou o apoio de todo o mundo e a cantora americana Kelly Osbourne publicou esta semana, um link para a campanha em sua página no Twitter.

Relatório Rio sem Homofobia mostra raio-x do preconceito Resposta

Eleito em 2009 melhor destino gay do mundo pelo site TripOutTravel e pelo canal americano Logo, da MTV, o Rio tem estatísticas que em nada combinam com a imagem descolada e liberal que ganhou o mundo: estudo inédito feito entre julho de 2009 e novembro de 2010 contabiliza 48 registros por mês de crime presumidamente motivado por homofobia no estado todo.
Ao todo, são 776 registros. A capital lidera, com 485 casos (62,5%), e justo a Zona Sul, onde estão concentradas boates voltadas ao público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) e onde é promovida anualmente a Parada LGBT de Copa, o topo do ranking.
O levantamento, feito pelo Programa Rio Sem Homofobia, mostrou que a delegacia recordista de boletins de agressão contra LGBT é a 14ª DP (Leblon). Lá estão concentrados 7% dos casos da cidade do Rio. A delegacia da Penha teve menos de um terço desse número e a de Bonsucesso, por exemplo, também não chegou à metade.
A 35ª DP (Campo Grande) e as Delegacias de Atendimento à Mulher estão na segunda posição, com 6,8% dos registros cada, seguidas pela 9ª DP (Catete), que engloba o bairro da Glória — onde há conhecido calçadão de prostituição — com 6,4% das ocorrências.
“A Zona Sul é onde há mais lugares com diversão para o público gay. O que preocupa é que, se há grande procura nas delegacias de lá, a vítima pode estar se sentindo inibida de fazer o registro no seu bairro de origem”, disse o superintendente estadual de Direitos Individuais, Coletivos e Difuso, Claudio Nascimento.
O mapa da homofobia no estado aponta que, dos 92 municípios, 42% tiveram alguma ocorrência de violência contra homossexuais notificada. Depois da capital, a Baixada Fluminense, com 15,1% dos casos, é onde há maior número de registros. Nessa região, Comendador Soares está no alto da lista, com 21,3% das situações levantadas.
“Esses dados mostram que a homofobia está presente em todo o estado. Esses números poderiam ser ainda maiores, se não fosse o medo. Queremos transformar um ciclo vicioso de impunidade num círculo virtuoso de cidadania”, explicou Nascimento.
Segundo o estudo, homens entre 30 e 39 anos são os que mais sofrem preconceito. Entre as lésbicas, as estudantes, donas de casas e comerciantes são os principais alvos. A maioria das ocorrências ocorre por injúria, ameaça e furto.
Alvo e autor de agressões são, na maioria, homens 
Os homens não são só as principais vítimas de homofobia, eles também são os principais agressores. O estudo mostra que pelo menos 50,6% dos autores de delito são do sexo masculino — só 16% são mulheres e 33,4% não tiveram sexo identificado — e a maioria tem entre 30 e 39 anos.
A travesti Rafaela Muniz, 25 anos, reconhece, nas estatísticas, o retrato de seus algozes no dia a dia. No final do ano passado, ela foi barrada na porta de uma casa noturna na Lapa. Primeiro, informaram a ela que não poderia entrar por causa da roupa curta. Ao voltar de calça jeans e camiseta, dois seguranças informaram que o lugar não aceitava travestis.
“Passei por um constrangimento horrível. As pessoas olhando e os funcionários falando que não poderia entrar por causa da minha orientação sexual. Me senti pior que um animal”.
Estudantes e cabeleireiros são principais vítimas
Foi justamente na recordista de registros de homofobia, a Zona Sul do Rio, que o estudante Douglas Igor Marques, de 19 anos, viveu momentos de terror, em novembro. Com um grupo de amigos homossexuais no Arpoador, em Ipanema, ele foi baleado por um militar do Exército e quase morreu.
O que Douglas não sabia é que estudante são algumas das principais vítimas deste tipo de crime. Pelo menos 13,5% dos agredidos têm a mesma ocupação do jovem agredido do Arpoador, segundo a pesquisa do Rio Sem Homofobia. Os cabeleireiros, com 6,5%, aparecem em segundo lugar como vítimas que mais procuram as delegacias para registrar boletim. Em seguida, vêm os aposentados, com 6%, funcionários públicos, com 4%, e militares, com 3,5%. 
“Assumi minha homossexualidade aos 12 anos e nunca pensei que o preconceito levaria uma pessoa a atirar na outra. Achei que iria morrer. Enquanto a lei que criminaliza a homofobia não for aprovada, nós, homossexuais, nunca teremos paz”, diz o jovem, que foi atingido ao sair da passeata do Orgulho Gay.
Jovem morto estava com gays
Nesta quinta-feira, a assistente administrativa Angélica Vidal Ivo, 40 anos, vai à terceira audiência do que ela chama de “causa da sua vida”. No processo, estão os últimos passos do filho, o estudante Alexandre Ivo Rajão, 14, morto, em São Gonçalo, por ser considerado homossexual.
A luta da mãe é para provar que o filho foi uma vítima porque estava com gays. “Estive com o investigador no Instituto Médico Legal (IML) e ele não me disse que se tratava de um crime de ódio. A Justiça, na minha condição social, não existe. Só acontece para quem pode bancar um advogado”, diz Angélica Vidal Ivo.
Apesar das dificuldades enfrentadas, o caso de Alexandre é uma exceção. Dos 776 registros de homofobia, apenas 8,5% estão em andamento. A maioria, 33%, encontra-se no Juizado Especial Criminal, por ser considerada crime de menor potencial ofensivo.
*Com informações de O Dia.

Ti-ti-ti: Thales vai se declarar para Julinho: ¨Estou apaixonado¨ Resposta

Armando Babaioff e André Arteche. (Foto: Reprodução)
Depois de muito cercar Julinho (André Arteche), Thales (Armando Babaioff) finalmente tomará coragem e vai se declarar para o cabeleireiro em “Ti-ti-ti”. E fará isso depois de ser incentivado por Solange (Rosana Garcia), a moça com quem sua avó, Dona Soledad (Berta Loran), queria que ele se casasse.

Thales e Solange vão se encontrar em Saquarema. Ele viajará para o balneário depois de um encontro mal-sucedido com Julinho. Thales irá até o salão e convidará o cabeleireiro para almoçar.
– Eu sei bem o que você quer comigo, Thales. E não vai rolar – dirá Julinho.
Triste, ele decidirá viajar para espairecer. Em Saquarema, encontrará Solange, que estará diferente, numa fase meio hippie. Numa conversa franca, ela perguntará o rapaz sobre sua sexualidade.
– Fiquei sabendo que nunca ninguém te viu com uma mulher. Você está apaixonaod por uma cara?
Thales não vai admitir para Solange que é gay, mas incentivado pela conversa que teve com a moça em Saquarema, resolverá se declarar para Julinho. E assim que encontrar o cabeleireiro, abrirá seu coração:
– Estou apaixonado por você.
A cena está prevista para ir ao ar na segunda semana de fevereiro.
*Com informações do blog de Patrícia Kogut.

Baterista do Kings of Leon se desculpa por homofobia com "Glee" Resposta



Nathan Folowill, baterista do Kings of Leon, pediu desculpas, através de sua conta no Twitter, pelos comentários homofeobicos que postou na última quarta-feira (26/01), a respeito do criado do seriado “Glee”, Ryan Murphy.

Nathan teria mandado que Ryan fosse a um terapeuta, a uma manicure ou comprar um sutiã novo, mas depois apagou os próprios comentários no Twitter.

A confusão começou porque em entrevista ao “The Hollywood Reproter”, o criados do musical falou que a banda Kings of Leon se negou a liberar uma música para eles. “Eles que se danem, são um bando de idiotas egocêntricos. Eles não se tocaram que aparecer em ‘Glee’ poderia cativar uma criança de sete anos e sua música poderia incentivá-la a começar no canto ou tocar um instrumento”, disparou Murphy.

A banda respondeu à revista que não sabia do que o seriado se tratava: “Na época do pedido nem tínhamos conhecimento do programa. Não era para ser um tapa na cara dos produtores. Não sabemos de onde vem tanta raiva”.

Lady Gaga plagiou a nova canção ¨Born This Way¨ ? Resposta

Recentemente, Britney Spears foi acusada de copiar um trecho de uma música da dupla country The Bellamy Brothers, ¨Hold It Against Me¨. Agora, mais um suposto plágio pode estar para ser descoberto. Lady Gaga, que recentemente divulgou na internet a letra de sua nova canção, ¨Born This Way¨, também parece que plagiou uma outra música. 


Diferente de Britney, não é apenas uma única frase que se repete na canção de Gaga. Mesmo ela ter declarado que escreveu a canção, os versos “No matter gay, straight or bi / lesbian, transgendered life…” e “I’m beautiful in my own way / ‘Cause God makes no mistakes / I’m the right track, baby / I was born this way¨, parecem ter ¨inspiração¨ em uma canção semelhante que se chama ¨I Was Born This Way¨, lançada em 1975, tida como a primeira música assumidamente gay.

¨I Was Born This Way¨ foi regravada e lançada por Carl Bean e se tornou um hit nas discotecas. Ao longo dos anos a música apareceu novamente no álbum dos Pet Shop Boys e foi destaque no filme independente, ¨Not Another Gay Teen Movie¨. 

Parece que nem a letra e nem o conceito da nova música de Gaga é tão original assim. 

Confira os trechos da letra de “I Was Born This Way” e confira aqui a letra da nova canção de Lady Gaga e tire as suas próprias conclusões:

I’m happy, I’m carefree and I’m gay
I was born this way
You call me strange ’cause you don’t understand
God’s role for me in life’s overall plan
I’ve learned to hold my head up high
Not in scorn nor disgrace
Doin’ my thing individually
Entwined with this human race
Now I won’t judge you – don’t you judge me
We’re all the way nature meant us to be

Ouça a música ¨I Was Born This Way¨, cantada por Carl Bean:

França proíbe o casamento entre homossexuais Resposta

A proibição de casamentos entre pessoas do mesmo sexo foi confirmada peloTribunal Constitucional francês, que considerou que a medida estava dentro da constituição do país.

Ativistas dos direitos homossexuais esperavam que a França fosse unir-se com outros países europeus e legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, e uma pesquisa de opinião indicou que a maioria dos franceses são a favor do casamento homossexual.

Embora muitos países europeus reconhecem as uniões civis, apenas a Espanha, Holanda, Bélgica, Portugal, Suécia, Noruega e Islândia reconhecem o casamento do mesmo sexo.

O Conselho Constitucional examinou o caso por causa de um casal de lésbicas.


México ganha cerveja para gays Resposta

Empresários da cidade de Guadalajara, no centro-sul do México, lançaram as primeiras cervejas dedicadas à comunidade gay do país.

A “Salamandra” e a “Purple Hand” (mão púrpura, em tradução literal), da fabricante Minerva, são totalmente orgânicas, produzidas com malte e mel. Por enquanto, só 500 caixas foram fabricadas e já estão esgotadas. Os fabricantes afirmam que a procura é grande até em outros países, como Argentina, Equador, Chile, Colômbia, Japão e Estados Unidos.
As cervejas Salamandra e Purple Hand são totalmente orgânicas. A Minerva pretende, no entanto, primeiro atender o mercado doméstico.
O diretor criativo da empresa, Dario Rodriguez Wyler, afirmou que a empresa foi criticada “por não incluir heterossexuais no público-alvo”.
“Os produtos são totalmente direcionados à comunidade gay e lésbica. Nunca tivemos a intenção de que os chamados “bugas”, como são chamados os heterossexuais, bebessem o produto.”
A Minerva calcula que o mercado homossexual da Cidade do México, Riviera Maya (região mexicana da costa do Mar do Caribe) e de Puerto Vallarta (cidade na costa do Pacífico) movimente cerca de US$ 8 bilhões. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
*Com informações do Estadão

Alunos transexuais e travestis podem escolher nome que vão usar na USP Resposta

Decreto visa diminuir preconceito e prevê adoção de nome social em órgãos públicos.

A USP (Universidade de São Paulo) aprovou uma regra que permite que alunos transexuais e travestis possam escolher o nome que querem usar nos registros da instituição.
Na prática, isso vai permitir que eles adotem nomes femininos ao invés dos masculinos, com o qual não se identificam, ou vice-versa (no caso de transexual nascido no sexo feminino).
A mudança cumpre um decreto do Estado de São Paulo, assinado em 17 de março de 2010 pelo ex-governador José Serra.
A legislação, de número 55.588/10, diz que todos os órgãos de administração estadual direta ou indireta devem tratar os funcionários “trans” (travestis e transexuais) pelo nome social, ou seja, o nome pelo qual ele se identifica.
Inicialmente, o registro vai valer para os diplomas fornecidos pela USP. No futuro, a ideia é que o uso do nome social seja permitido também em sala de aula, nas listas de chamada e no vestibular.
Toni Reis, presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), afirma que medidas como essa ajudam a diminuir o número de faltas e o abandono escolar dessa parcela da população.
– Um dos grandes problemas nas escolas é o desrespeito com a identidade do aluno, mais até do que o desrespeito à opção sexual. Normalmente os gays são vítimas de piada e chacota no ambiente escolar. Os “trans” [sofrem] mais ainda, e vários acabam abandonando os estudos. A maioria acaba vendo na prostituição a única alternativa de trabalho.
A nova regra segue o exemplo de colégios, hospitais, secretarias e outros órgãos do governo paulista. Normas similares, de uso do nome social por transexuais e travestis (os chamados “trans”), já valem para escolas de 14 Estados – Pará, Goiás, Paraná, Alagoas, Piauí, Santa Catarina e Pernambuco, entre outros. Maranhão foi o último a aderir. 
Os “trans” que trabalham em órgãos federais também têm o direito garantido de usar o nome social – uma portaria do Ministério do Planejamento regulamentou a decisão.
Ódio contra gays
Em 2010, a USP (considerada a melhor do Brasil por rankings internacionais) viveu polêmicas ligadas a homofobia e ódio contra gays. Um jornal produzido por estudantes continha piadas que incitavam outros universitários a jogar fezes em homossexuais.
Em outubro, um casal gay foi agredido durante uma festa organizada por alunos da USP. Henrique Peres, uma das vítimas, foi alvo de socos e chutes vindos de três agressores.
*Com informações de O Rio Branco

Lady Gaga divulga letra de ¨Born This Way¨ Resposta

A cantora Lady Gaga, de 24 anos, divulgou no twitter a letra de sua nova canção, entitulada ¨Born This Way¨ (Eu nasci assim), que será dedicada ao público gay. Segundo o cantor Elton John, a nova música vai ter a capacidade de ultrapassar ¨I Will Survive¨ e virá o hino gay da década.

A nova música será lançada oficialmente no dia 13 de fevereiro, e o próximo álbum de Gaga, que terá o mesmo nome da canção, está previsto para ser lançado no dia 23 de maio.
Gaga disse no twitter que a música estava em seu coração por um ano, e que estava animada em compartilhar a letra com seus seguidores. Então, little monsters, confiram a letra de ¨Born This Way¨:
Born This Way 
Intro:
It doesn’t matter if you love him, or capital H-I-M
Just put your paws up
’cause you were Born This Way, Baby
Verse:
My mama told me when i was young
We are all born superstars
She rolled my hair and put my lipstick on
in the glass of her boudoir
There’s nothing wrong with loving who you are
she said, cause he made you perfect, babe
So hold your head up girl and you’ll go far
listen to me when I say
Chorus:
I’m beautiful in my way
’cause god makes no mistakes
I’m on the right track baby
I was born this way
Don’t hide yourself in regret
Just love yourself and you’re set
I’m on the right track baby
I was born this way
Post-Chorus:
ooo there ain’t no other way
baby I was born this way
baby I was born this way
ooo there ain’t no other way
baby I was born
I’m on the right track baby
I was born this way
Don’t be a drag – just be a queen
Don’t be a drag – just be a queen
Don’t be a drag – just be a queen
Don’t be!
Verse:
Give yourself prudence
and love your friends
Subway kid, rejoice your truth
In the religion of the insecure
I must be myself, respect my youth
A different lover is not a sin
Believe capital H-I-M (hey hey hey)
I love my life I love this record and
Mi Amore Vole Fe Yah (love needs faith)
Repeat chorus + Post-chorus
Bridge:
Don’t be a drag, just be a queen
Whether you’re broke or evergreen
You’re black, white, beige, chola descent
You’re lebanese, you’re orient
Whether life’s disabilities
Left you outcast, bullied, or teased
Rejoice and love yourself today
‘Cause baby you were born this way
No matter gay, straight, or bi,
Lesbian, transgendered life
I’m on the right track baby
I was born to survive
No matter black, white or beige
Chola or orient made
I’m on the right track baby
I was born to be brave
Repeat Chorus
Outro/Refrain:
I was born this way hey!
I was born this way hey!
I’m on the right track baby
I was born this way hey!
I was born this way hey!
I was born this way hey!
I’m on the right track baby
I was born this way hey!

Oprah Winfrey dedica programa de 25 anos às causas gays Resposta

A apresentadora Oprah Winfrey
“Nossa intenção é – e sempre foi – ajudar as pessoas a verem as coisas de forma diferente, dando voz àqueles que não poderiam ser ouvidos.” Com essas palavras, a apresentadora americana Oprah Winfrey começou seu show na terça-feira (25/01), sobre os “25 Anos de Assuntos Gay no Oprah Show.”

Entre outros convidados, o show contou com a presença do mergulhador olímpico, Greg Louganis, que assumiu para o mundo ser um gay que vive com HIV, no programa da Oprah em 1995. O programa de terça também uniu Louganis com outro homem gay chamado Michael, que tinha 12 anos no momento em que o mergulhador saiu do armário. Michael disse para Oprah e Greg que a aparição de Louganis em 1995 no programa, lhe deu a coragem de viver a sua própria vida abertamente como um homem gay. Quase 16 anos depois, Michael agora com 28 anos vive feliz, casado e mora no Havaí.

Durante o episódio de terça-feira, Oprah contou que o ¨The Oprah Winfrey Show¨ – agora em sua temporada final – produziu mais de 120 shows inovadores dedicados a contar as histórias de gays e lésbicas. Entre eles, um episódio de 1997 em que Ellen DeGeneres disse ao mundo que ela era lésbica. Esse show particular, Oprah recordou, foi o primeiro de sete a ser homenageado com um prêmio GLAAD Media( Aliança Gay e Lésbica Contra a Difamação).
Em 2010, após a cantora country Chely Wright se assumir lésbica em no programa, Oprah Winfrey recebeu uma mensagem sincera de uma telespectadora chamada Kim, uma mãe na Carolina do Norte:
“Quando a minha filha de 21 anos de idade veio e me disse que ela lésbica, eu fiquei
completamente em estado de choque “, disse Kim. “Liguei a tv e vi Oprah e Chely Wright,
contando sua história sobre como se assumir. Foi o ponto de partida para eu ter sido capaz de aceitar a minha filha como ela é. ”
Mesmo sabendo que seu programa, sem dúvida, contribuiu para fomentar a compreensão e a aceitação de gays e lésbicas, desde que foi ao ar nacionalmento nos Estados Unidos, em 1986, Oprah também reconheceu durante o programa de terça, que “ainda temos um longo caminho a percorrer.” Ela concluiu com as seguintes palavras:
– Nos últimos 25 anos, temos visto alguns progressos. Cinco estados mais o Distrito de Columbia agora permitem casamentos do mesmo sexo … o Congresso acaba de revogar a lei militar “Não Pergunte, Não Conte” … mas ainda temos um longo caminho a percorrer. Esperamos que o dia de hoje ajude a abrir ainda mais as portas.

Tricampeão de Fórmula 1 é acusado de homofobia na Áustria Resposta

O tricampeão mundial de Fórmula 1 Niki Lauda está sendo acusado de homofobia por grupos de defesa dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) da Áustria.

Durante o programa de TV “Dancing Stars, da emissora estatal ORF, ele disse que não gostaria de ter de explicar para os seus filhos o motivo de haver dois homens dançando salsa juntos em horário nobre. “Há boas tradições em nossa cultura, uma das quais é que homens dancem com mulheres. Em breve, chegaremos ao estágio em que deveremos todos pedir desculpas por sermos heterossexuais”.

Lauda, apesar das declarações preconceituosas, disse que não é homofóbico, mas não se sente bem ap ver homens dançando na televisão. “N˜ao sou contra, desde que eles façam isso em casa e não na televisão, com crianças assistindo”.

Hipocrisia pura, melhor seria que ele se declarasse contra de vez. “Não sou contra, desde que façam isso em casa” é o mesmo que dizer: sumam, vocês são nojentos, repugnantes, a sociedade não merece esse comportamento! E olha que o ex-piloto se referiu apenas a uma dança! Imagina o que ele não pensa sobre beijo.

O presidente do grupo de direitos LGBT de Viena, Christian Hogi se disse “chocado” e “surpreso que o senhor Lauda tenha preconceito contra os homossexuais para fazer um ataque justificado”.

É uma pena que um esportista admirado como lauda dê esse tipo de declaração irresponsável, esquecendo-se de que é uma figura pública e formadora de opinião. Que ele se sinta incomodado, tudo bem, mas não deveria externar isso em um programa de TV.

Agora a pergunta que não quer calar: por que o incômodo? Se ele visse uma dança como algo normal, independente se com dois homens, duas mulheres ou um homem e uma mulher, certamente, não teria que explicar nada ao seu filho.

Homofobia extrema: Ativista gay é espancado até a morte na Uganda Resposta

David Kato, supostamente vítima de homofobia
Um famoso ativista dos direitos gays de Uganda, cuja imagem foi publicado por um jornal anti-gay ao lado da expressão “Enforque-Nos”, foi espancado até a morte. Policiais disseram nesta quinta-feira, que o crime não teve nada a ver com a orientação sexual, e que um “assaltante” já tinha sido preso. 


O assassinato de David Kato, um oficial de defesa para o grupo de direitos dos homossexuais, Minorias Sexuais de Uganda, aconteceu depois de um ano de ameaças intensificadas contra gays no país. Kato foi encontrado em sua casa na quarta feira (26/01) com ferimentos graves na cabeça causados por um ataque com um martelo, na capital de Uganda, Kampala. Ele morreu no caminho para o hospital. 

Em Washington, a secretária de Estado Hillary Clinton pediu para as autoridades de Uganda uma “rápida e completa investigação e julgamento dos responsáveis por este ato hediondo. ” 

Membros dos direitos humanos pediram uma investigação urgente, dizendo que o trabalho de Kato como um grande ativista dos direitos gays havia feito com que ele recebesse ameaças contra sua segurança pessoal. A homossexualidade é ilegal na Uganda, e os homens e mulheres gays enfrentam o assédio regular. 

Um jornal ugandense chamado “Rolling Stone” publicou no ano passado uma lista de homens apontados como os principais homossecuais do país, incluindo Kato, cuja foto foi publicada em primeira página, juntamente com o seu nome e uma manchete que dizia: “Enforquem-nos”.

Kato e dois outros ativistas dos direitos dos homossexuais processaram o jornal Rolling Stone, acusando a publicação de ter violado os seus direitos constitucionais à privacidade, e ganharam o caso no início deste mês. Um juiz emitiu uma liminar proibindo a publicação das identidades e dados pessoais dos homossexuais.

Uma tragédia absurda e fruto de uma ignorância sem tamanho! Crueldade! Intolerância! Desrespeto! São pessoas desse tipo que homossexuais são obrigados a enfrentarem no dia-a-dia. Nos resta esperar que a justiça seja feita e que o mundo se torne um lugar melhor um dia!

Banca de jornal volta atrás e retira ¨proteção¨ da capa de revista com Elton John e família Resposta

Um supermercado de Arkansas, nos Estados Unidos, reverteu sua decisão de esconder uma capa de revista mostrando Elton John e seu parceiro do mesmo sexo, David Furnish, juntos com seu filho.


Na ¨proteção colocada por cima da capa real da revista, a frase ¨Escudo da Família. Para proteger os consumidores jovens da Harps (nome da loja). 

¨A rede de supermercados com sede em Arkansas permite que os gerentes, nas suas 65 lojas decidirem quando os clientes fazem alguma queixa, e às vezes, a medida é necessária, mas geralmente é para fotos que são “sexualmente provocante ou muito reveladoras,” disse Kim Eskew, presidente da empresa, que completa:

– Quando começamos a receber reclamações em nosso escritório corporativo, revisamos a revista em questão, retiramos o escudo e estamos vendendo a revista em todos os locais hoje sem qualquer cobertura. Nossa verdadeira intenção não é ofender ninguém nas nossas lojas e esse incidente aconteceu em apenas uma das nossas 65 agências, que, quando chegou ao nosso conhecimento, nós revertemos a situação.

A chefe de departamento da revista Us Weekly, que também escreveu a reportagem da capa em questão, disse que a edição com Elton John e sua família na capa vendeu muito. Segundo ela, muitas pessoas foram atraídas para ver a revista e têm sentido a emoção do casal da capa junto com seu filho, gerado por uma barriga de aluguel. 

Ela afirma também que não tem conhecimento de uma resposta negativa dos leitores da revista, muito pelo contrário, todos os comentários que tem recebido são positivos.