Ex participante do Big Brother Inglês, Rodrigo Lopes, tira a roupa para revista Resposta

O brasileiro Rodrigo Lopes, de 24 anos, foi um dos finalistas do Big Brother Inglês em 2009. Ele ficou muito conhecido na Inglaterra depois do programa, principalmente após se envolver com um outro participante gay no jogo.

Agora ele tira tudo em um ensaio para a revista Gay Times, em uma edição que traz 30 personalidades do Reino Unido sem roupa. Há um tempo atrás Rodrigo esteve no Brasil, foi ao programa de Ana Maria Braga e foi comparado com o big brother Serginho Orgastic, o que eu não concordo!

Outra característica de Rodrigo é que o rapaz é fã da Rainha da Inglaterra, já se encontrou com ela durante o programa e agora tem uma campanha para encontrá-la novamente.

Confira os bastidores do ensaio:

Agências de turismo apontam os 5 melhores pontos turísticos para gays no mundo Resposta

Se você pensa em passar as férias em algum lugar do mundo em que possa ser livre, se jogar, ser feliz e não se preocupar se alguém vai te criticar porque você colocou aquela roupa mais brilhosa, qual lugar você iria? Se você disse São Francisco, Londres ou Nova York, esqueça! 


Líderes de agências de turismo mundiais apontam as cinco cidades mais ¨gay friendly¨ no mundo para todos os gostos e bolsos, longe de um olhar óbvio. Conheça a lista:

1. Buenos Aires, Argentina

A Argentina tornou-se recentemente o último país a legalizar casamentos do mesmo sexo e com uma comunidade muito vibrante de gays e lésbicas, a cena cultural e preços baixos é um dos melhores novos destinos no mundo.

Procure por uma das dezenas de novos hotéis boutique ¨gay-friendly¨ em Palermo Soho, um bairro repleto de lojas, restaurantes e clubes.

2. Curaçao, no Caribe

Nomeado o novo melhor destino turístico gay em 2009 pela agência de viagens TripOut Gay, a ilha caribenha holandesa é vista como uma versão reduzida do país europeu, com sua atitude relaxada, juntamente com praias paradisíacas e sol todo o ano.

3. Cape Town, África do Sul

A segunda maior cidade da África do Sul tem sido chamada de a segunda cidade mais ¨gay-friendly¨ do mundo em uma pesquisa realizada pelo site de viagens Expedia Austrália (Sydney é o número um).

Segundo agências de viagens, Cape Town combina deslumbrantes paisagens naturais com abundância de bares gays, clubes e acomodações para todos os orçamentos. Visite a cidade em fevereiro para as duas semanas de duração do Cape Town Pride.

4. Xangai, China

Recomendado pela revista Out Traveler e vice-campeã da TripOut Gay Award 2009, Shanghai é o lugar para certo para ir, se o que você está procurando é a vida na cidade com um cenário de crescimento gay. Embalado com arranha-céus, lojas, comida de rua e a chance de escapar para alguma das suas, pequenas mas bonitas, praias.

5. Istambul, Turquia

Onde o Oriente encontra o Ocidente, a história de Istambul, comida, arquitetura incrível e as pessoas amigas fazem dela um destino de viagem surpreendente. Adicione uma fantástica vida noturna e uma crescente comunidade gay e você tem o destino gay perfeito!

Agora é fazer as malas e se jogar!


Banheiro exclusivo para gays da Unidos da Tijuca causa polêmica entre militantes Resposta

Um banheiro voltado para o público LGBT, foi criado na escola de samba carioca Unidos da Tijuca e já é motivo de revolta entre alguns militantes gays. O banheiro, que vai ser inaugurado no próximo sábado (08/01) na nova quadra da escola, foi criado com o objetivo de atender os pedidos dos próprios gays que frequentam a escola, que eu como grande conhecedor e frequentados de escolas de samba, posso afirmar que a Unidos da Tijuca é uma das escolas que mais tem gays entre os foliões.

Segundo os componentes, eles estão felizes porque agora terão um banheiro só para eles poderem dar pinta e se maquiarem, sem ter que esbarrarem com heterossexuais que adoram fazer piadas discriminatórias com os homossexuais.

Porém, militantes do movimento LGBT acharam tal atitude um absurdo e homofóbica. Cláudio Nascimento, coordenador do Programa Rio Sem Homofobia, do governo do estado, disse que ¨essa proposta é uma sinalização de preconceito que pode chegar à violação dos direitos humanos. Além de estigmatizar, a criação deste banheiro gay extrapola o bom senso e estimula a homofobia¨.

Cláudio abriu um manifesto com críticas à iniciativa da escola de samba Unidos da Tijuca, mas não deve saber que esta não é a única escola que possui o banheiro gay. A Unidos de Vila Isabel e a Grande Rio já fazem isso há algum tempo.

Concordo com ele quando diz que os banheiros devem ser apenas de homens e mulheres e que homossexuais possam frequentar normalmente, mas o que eles também não devem saber é que em uma quadra de escola de samba dá gente de todos os tipos, inclusive marginais, criminosos e também homofóbicos. E gay de escola de samba gosta de ser alegre, gritar, pintar a cara, e muitas vezes sofrem com preconceitos por conta de sua alegria. E sem falar nos travestis que passam por constrangimentos quando vão a banheiros masculinos ou femininos.

Os militantes também disseram que ¨se as pessoas começarem a achar normal construir espaços exclusivos para homossexuais, isso vai abrir precedentes para outras formas de discriminação, que podem ser perigosas¨. Sugiro, então, que fechem todas as boates e bares gays do país, e que casais homossexuais passem a frequentar boates heterossexuais, aí sim, vão ver o que é preconceito.

Acho muito louvável o trabalho que alguns militantes fazem, mas às vezes esquecem que nossa política é errada e a homofobia existe. Isso é um pedido dos próprios gays frequentadores das escolas de samba. Bruno Tenório, diretor de comunicação da Unidos da Tijuca, disse que este é um pedido dos gays da escola, e que não existe homofobia, e sim, proteção.

Cabo da Polícia Militar de São Paulo diz ter sido expulso da corporação por ser homossexual Resposta

O polícial militar Cláudio Rogenio Rodrigues disse ter sido expulso pela Polícia Militar do curso de formação da Academia Barro Branco por ele ser homossexual. A PM negou o preconceito mas não conseguiu apresentar alegações cabíveis à Justiça, sobre o motivo do afastamento.

Segundo Cláudio, depois que ele foi expulso, a PM o obrigou a voltar a ser cabo, mesmo depois de ele ter passado em uma das provas mais difíceis e concorridas do país. Em nota, a assessoria da PM diz que a corporação agiu com rigor, e que o policial omitiu algumas informações no processo de seleção.

O policial militar já trabalhava como cabo da PM desde 2002 e, em fevereiro de 2009, entrou para a Academia Barro Branco, na zona norte de São Paulo, após ser aprovado no vestibular da USP. Em abril daquele ano, ele conta ter sido chamado ao setor de investigação da academia para responder a perguntas que fariam parte do processo previsto no edital da corporação. Segundo ele, todas as perguntas seriam para saber se ele era realmente gay:

– Todas as perguntas queriam chegar à minha opção sexual. Primeiro, me acusaram, dizendo que alguém me flagrou fardado fazendo sexo com um homem. Depois, me perguntaram por que eu era amigo de pessoas do teatro e por que tinha 28 anos e ainda não era casado. Na ocasião, neguei que fosse homossexual.

Depois de ter entrado com uma ação na 7ª Vara da Fazenda Pública contra a decisão da PM, Rodrigues foi readmitido na corporação e retomou o curso. Mas a PM apresentou uma defesa, dizendo que ele omitiu informações de que teria se envolvido em uma ocorrência militar: ¨Uma vez, eu estava à paisana, esperando o trem na estação da Luz. Havia um homem dormindo com as pernas abertas e ocupando parte do banco, Empurrei a perna dele algumas vezes. Ele acordou, me chamou de viado e me acusou de estar passando a mão nele. Descobri então que ele era da Polícia Militar e trabalhava na Corregedoria¨, disse.

Os dois foram então até uma delegacia, mas não foi registrado nenhum boletim de ocorrência, pois o titular de plantão ¨entendeu qua a briga era molecagem¨. Por isso Cláudio disse que nunca tinha se envolvido em nenhuma ocorrência militar.

– Eles usaram só o depoimento do policial militar, que alegou que eu passei a mão nele, para pedir novamente a minha expulsão. Não apresentaram o depoimento das testemunhas. Condicionaram as provas para que eu fosse expulso. Não houve ocorrência policial, porque nem boletim foi registrado.

Em fevereiro do ano passado o policial foi expulso pela segunda vez. Depois de entrar com uma nova ação na Justiça, dois dos três desembargadores da 2ª Câmara do Direito Público votaram a favor do afastamento, com base nas informações da PM. Rodrigues entrou com novo recurso e aguarda o julgamento que ainda não tem prazo. 

Mesmo sabendo que não existe nenhuma norma que afirme que gays não possam ser membros da academia de polícia, Cláudio tem a certeza de que foi expulso da PM por ser homossexual.

* Com informações do R7.