Revista elege as 15 cidades mais gays dos EUA Resposta

A revista voltada para o público LGBT, ¨The Advocate¨, listou as 15 cidades mais gays da América e, curiosamente, a cidade de Nova York não está no ranking e São Francisco figura na décima primeira posição. Confira a lista:

1- Minneapolis
2- Santa Fé

3- Las Vegas
4- Orlando
5- Pittsburgh
6- Vancouver
7- Atlanta
8- Washington, D.C.
9- Seattle
10- St. Louis
11- São Francisco
12- Cleveland
13- Denver
14- Oakland
15- Miami

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São Francisco terá museu de história LGBT Resposta


Reconhecido internacionalmente como um centro de lésbicas, gays, bissexuais e cultura transgêneros, a cidade de San Francisco, na Califórnia, em breve vai acolher mais uma instituição inovadora: O Museu de História LGBT.

Um projeto do GLBT Historical Society, o novo museu será o primeiro do tipo nos Estados Unidos. A inauguração está marcada para a noite de 13 de janeiro de 2011. 

“O Museu de História LGBT está localizado no coração do Castro, bairro visitado não só pela população local, mas também por dezenas de milhares de turistas a cada ano que vêm em busca da cultura gay “, disse Paul Boneberg, diretor executivo da Sociedade Histórica. “No nosso museu, eles vão descobrir os tesouros de nossos arquivos que refletem histórias fascinantes que abrange quase um século de vida LGBT. Fomos todos para fora para criar um museu tão rico, diverso e surpreendente como a comunidade gay em si. ” 

O espaço inclui duas galerias, uma área de recepção e uma loja do museu. De acordo com Scott Wiener, o novo supervisor do distrito, uma vez representado por Harvey Milk, “A abertura do Museu de História LGBT é um marco para o Castro, para a cidade de San Francisco e para o país como um todo¨.

O curador Amy Sueyoshi acrescenta que os visitantes da exposição “irão testemunhar como as partes mais íntimas de nossa vida podem criar uma mudança do público. Itens preservados
e recolhidos da comunidade LGBT contam uma história vibrante de luta, força e auto-determinação em nosso novo museu.

O Museu Histórico GLBT junta-se ao Museu Schwules, o museu gay fundada há 25 anos, em Berlim, como um dos dois únicos autônomos museus de grande escala dedicado à história de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros.

Escola de Samba Gay de SP tem 60% de público heterossexual Resposta


A maior parte do público da escola de samba gay Arco-Íris, que elegeu neste ano a rainha do Carnaval paulista, é heterossexual, segundo o presidente do grupo, Eduardo Corrêa. O fundador da primeira agremiação homossexual de São Paulo estima que 60% do público que frequenta os eventos da escola é heterossexual.
– Todos podem participar e se envolver com os compromissos da escola, não fazemos restrições.
O primeiro Carnaval de rua promovido pela Arco-Íris aconteceu em 2009, e atraiu, segundo sua diretoria, cerca de 15 mil pessoas para o desfile, no centro de São Paulo. No ano passado, o público cresceu: 20 mil foliões compareceram.


O grupo procura um novo espaço para seus ensaios. Segundo Corrêa, o antigo galpão, que funcionava na Lapa (zona oeste), foi emprestado pela Prefeitura de São Paulo até o primeiro semestre do ano passado, quando começaram as obras para a construção de um Poupatempo.

– Já estamos negociando outro local, no largo do Arouche [centro]. Mas, desta vez, o aluguel sairá do nosso bolso.
A Arco-Íris foi fundada em 25 de janeiro de 2008, data do aniversário da cidade. O objetivo, segundo Corrêa, é promover a identidade brasileira sem distinção de classe social, orientação sexual e idade. Ele conta que resolveu fundar a escola porque percebia certo preconceito relação a homossexuais nas escolas de samba tradicionais.
– Eu sempre estive envolvido na produção do Carnaval em várias escolas de samba e percebia que os gays eram bem-vindos na maquiagem, na confecção de roupas, mas não eram na bateria, por exemplo. Comecei a questionar como um evento que é realizado em sua maioria por negros e moradores da periferia, que também sofrem preconceito, poderia ser preconceituoso com a comunidade LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis].
Corrêa diz que a Arco-Íris não sofreu preconceitos.
– Todas as escolas, menos a Gaviões da Fiel, foram nos prestigiar. A Mocidade Alegre é nossa madrinha.
Léo Áquilla é a rainha da bateria da escola neste ano. Celebridades como Celso Kamura e o designer de sapatos Fernando Pires são apoiadores permanentes. Neste ano, o desfile da Arco-Íris deve acontecer uma semana antes dos desfiles oficiais no sambódromo do Anhembi (zona norte). A data e o local ainda não foram confirmados.
Corrêa sonha em ver o grupo desfilando no Anhembi.
– Todas as grandes escolas começaram com Carnaval de rua. Com a gente não vai ser diferente!


*Com informações do R7.

Série holandesa ajuda jovens a assumirem homossexualidade Resposta

Uma série produzida na Holanda ajuda jovens homossexuais a saírem do armário para suas famílias e amigos. O programa chama-se ¨Sair do Armário¨, e mostra jovens no seu dia a dia, até o momento que decidem contar a todos sobre suas preferências.


No programa de estréia, a série contou a vida de Theo, de 20 anos, que reuniu a família em um jantar para contar que ele é homossexual. Em uma carta, ele disse emocionado que gosta de meninos:

– Faz muitos anos que eu luto com isso. E sempre eu soube que era diferente dos garotos da minha idade. E eu nunca pude aceitar isso. Mas agora está na hora de ser sincero comigo e com vocês. Porque só assim eu posso construir uma vida feliz. O que eu quero contar para vocês é que eu gosto de homens.

Após a revelação, a câmera mostra a reação da família, em especial a do pai, que não imaginava que o filho fosse homossexual.

Quem apresenta o programa é Arie Boomsma, que chegou a ganhar um prêmio pela sua contribuição para a aceitação de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais em grupos religiosos. Ele diz que quer fazer programas que tratem do que atualmente está em jogo, e nota que a homossexualidade é um tema importante na sociedade. E completa:

– Acho estranho meus amigos dizerem que até mesmo em Amsterdã eles não tem coragem de andar de mãos dadas. Por isso você precisa fazer programas de televisão que façam com que as pessoas pensem no assunto e também para viabilizar a homossexualidade.

Segundo pesquisas, os homossexuais estão satisfeitos com o programa, mesmo que alguns questionem a decisão de Theo de mostrar na televisão um momento tão ítimo e emotivo. Ele, por outro lado, disse que a TV o ajudou a se expressar.

A Holanda sempre teve um papel pioneiro para a emancipação dos homossexuais. É o primeiro país a aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Isso aconteceu em 1º de abril de 2001, há quase 10 anos. Diversos países seguiram o exemplo holandês.

O editor do Jornal Gay, Henk Krol, acredita que o programa de TV também tem um papel pioneiro. Ele tem certeza de que, com o programa, muitos homossexuais se sentem apoiados para mostrar seus sentimentos e acreditam que haverá mais compreensão para com a situação deles.

Krol espera que o programa também seja retransmitido e adaptado em muitos outros países.

E você, concorda que é importante o gay sair do armário e se assumir para levar uma vida mais feliz?

Confira o episódio de estréia da série:

Conheça o projeto Rio Contra a Homofobia Resposta


A partir de fevereiro, 26 profissionais de diversas áreas estarão atuando nos núcleos de atendimento integrado da rede Rio Contra a Homofobia, que começou a ser implantada em julho de 2010. Conforme noticiado anteriormente, as inscrições para o processo seletivo encerraram às 19 horas de ontem (11/01). Centenas de candidatos para as funções de psicólogo, assessor jurídico, assistente social, auxiliar de serviços gerais e e seguranças se inscreveram.

A seleção está sendo feita pela Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Os novos profissionais vão reforçar as equipes que já dão atendimento no Centro Metropolitano de Referência e Promoção da Cidadania de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros (LGBT).

Pineiro na América Latina, o núcleo manteem um serviço telefônico, o Disque Cidadania LGBT (0800-023-4567) que, em seis meses de funcionamento, registrou mais de 2.000 atendimentos. Além de denúncias, o serviço serve para orientar qualquer LGBT que tenha alguma dúvida sobre como agir em alguns casos e o que fazer para evitar agressões homofóbicas, além de informações jurídicas sobre união homossexual, pensões, patrimônio conjunto, herança etc.

O superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da SASDH, Claudio Nascimento, pretende expandir a rede para todo o estado que, além do Centro de Referência na capital, já conta com um polo de atendimento em Nova Friburgo, Região Serrada do Estado do Rio. Em março será inaugurado um núcleo em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ainda no primeiro semestre deste ano (2011), a meta é instalar o Centro nos bairros de Madureira, Campo Grande e Copacabana, a capital.

Até o fim do ano, a meta é instalar Centros, também em Nova Iguaço, na Baixada Fluminense e em São Gonçalo, Região Metropolitana, além de Cabo Frio, na Região dos Lagos e Macaé, no Norte Fluminense.

Juntos há 25 anos, Tom Ford e Richard Buckley estampam capa de revista Resposta

Richard Buckley e Tom Ford

O estilista Tom Ford estampou a capa da revista ¨Out Magazine¨, beijando seu marido com quem está junto há 25 anos. Em matéria da revista, ele conta como conheceu o companheiro, em 1986: 

– Decidi no trajeto do elevador que ia casar com ele. Ele era tão bonito, tão ligado… tivemos muita intimidade. E ele realmente correspondeu.

Ele também contou sobre como a AIDS ofuscou seu relacionamento: “Uma das primeiras pessoas a serem diagnosticadas com o que era então chamado de câncer gay, em 81, foi um amigo meu. Ele mudou minha cabeça, e passei a me cuidar. Ele provavelmente salvou minha vida, mas prejudicou a minha maneira de pensar sobre sexo para sempre. Via sexo associado com a morte. Se eu fizesse uma lista, diria que a metade dos nossos amigos à partir do início dos anos 80 já não estão conosco”, fala. 

Ford também condenou a forma com que algumas pessoas vêem as relações homossexuais, como menos comprometidos do que os heterossexuais:

– Muitas vezes meus amigos se surpreendem quando conto que estamos juntos há tempo. Elas dizem que não pensavam que gays ficassem casados tanto tempo. O engraçado é que muitos dos meus amigos héteros se casaram e se divorciaram diversas vezes no tempo em que eu e Richard estamos juntos. Há preconceito em pensar que a relação homossexual é baseada no sexo e não no amor.

SP: polícia já tem suspeitos de ataque contra lésbicas no McDonald’s Resposta

A Polícia Civil de Taboão da Serra, na Região Metropolitana de São Paulo (SP) já tem três suspeitos de terem participado de um ataque a quatro mulheres lésbicas no último domingo (9/12), dentro da lanchonete McDonald’s, no Centro da cidade. Segundo o delegado Gilson Campinas, os agressores são possivelmente do Morumbi.


O ataque, com indícios de homofobia, aconteceu, segundo testemunhas, por volta de 0h10. Dois homens e uma mulher teriam agredido as quatro mulheres, aparentemente sem motivo. Elas estavam acompanhadas de um amigo, que não sofreu nenhuma agressão. Uma das mulheres quebrou o dedo e chegou a desmaiar durante a agressão.

O caso não foi registrado como homofobia, mas existem indícios. Enquanto eram surradas, os agressores gritavam “sapatão” para as vítimas.

Um dos clientes que estava na lanchonete na hora da agressão anotou a placa do veículo, um Renault Clio, que o trio usou para fugir, Testemunhas do crime disseram que um dos homens era negro, gordo e media cerca de 1,80 metros. O outro homem seria negro, magro e alto.

A gerente do Mc Donald’s, que presenciou tudo, afirmou que as vítimas estavam se comprotando normalmente. Em nota, o Mc Donal’s disse que “repudia qualquer atitude dessa naturesa e colaborou com as autoridades na disponibilização de detalhes sobre o fato”.

A artesão Patrícia Odinéia Garcia, uma das vítimas da agressão, disse ao portal “G1” que nunca tinha passado por nada parecido. “A gente não estava nem se tocando, eu sou muito discreta. Quando via notícias de gays agredidos, achava que era porque eles estavam se abraçando, mas não é assim não. Eu não fazia nenhuma demonstração de carinho. Só estava rindo e brincando”, detalha.

É bom lembrar que demonstração de carinho não pode servir de pretexto para crimes de qualquer natureza e que o estado de São Paulo possui leis que impedem qualquer atitude homofóbica por parte de estabelecimentos, comerciantes etc.

A Organização Não Governamental (ONG) Diversitas, de Taborão da Serra, vai fazer um protesto amanhã (13/01), às 19h, em frente ao local das agressões. Em nota, a Ong pede “um posicionamento das autoridades locais e o apoio e solidariedade de todo o povo taboanense”.

O presidente da Diversitas, Wanderley Bressan, em entrevista ao portal “O Taboaense”, disse que “a homofobia tem feito milhares de vítimas fatais todos os anos e deixado marcas de violência na memória de minhares de outras pessoas.” Leia a nota na íntegra, clicando aqui.

Em setembro do ano passado, a ONG promoveu a primeira Parada do Orgulho de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros (LGBT) da cidade.

*As informações do post anterior não estavam atualizadas, por isso as deste post estão diferentes em alguns pontos

Big Brother Brasil estreia com declarações polêmicas Resposta


A estreia da décima primeira do Big Brother Brasil foi a de maior audiência de todas as estreias das edições anteriores, e foi marcada com afirmações polêmicas.

Primeiro, foi perguntado se existe alguma mulher gay no programa, e Paula respondeu que ela é trissexual: pega homens, mulheres e gays.

A transexual Ariadna, não contou sobre sua sexualidade e disse que é hetero e pega homem. Mais tarde em uma brincadeira do jogo da verdade, pergunta se ficaria com uma mulher, Ariadna respondeu que nem bêbada isso seria possível, que ela gosta mesmo é da pegada do homem.
E isso foi só o primeiro dia do BBB. A gente aqui fica de olho.

Governo Federal já recebe denúncias de homofobia pelo Disque 100 Resposta

Desde o começo do ano, conforme o blog informou, o Disque 100, um serviço do governo federal, antes restrito à denúncias envolvendo abuso de crianças e adolescentes e pedofilia, recebe denúncias de agressões homofóbias e transfóbicas, além de denúncias relacionadas a portadores de deficiência e idosos.

O Disque 100 é um serviço gratuito e funciona 24 horas por dia!

Homem acusa seguranças de shopping de homofobia no interior de São Paulo Resposta

Um homem acusa seguranças do Shopping Santa Úrsula, em Ribeirão Preto (SP) de tê-lo espancado, no dia 28 de dezembro do ano passado.

A vítima, um auxiliar de enfermagem, homossexual, de 37 anos, não quis se identificar e disse que foi abordado por quatro seguranças. Segundo ela, a agressão pode ter sido motivada por homofobia.

A violência teria ocorrido por volta das 11h, quando o auxiliar tentava apartar uma briga entre um colega e funcionários dentro de uma loja. De acordo com ele, os seguranças chegaram e o levaram para o elevador de carga, onde ele teria sido espancado

A ocorrência foi registrada no 1º Distrito Policial (DP) da cidade. Em nota, a assessoria do shopping disse que irá apurar o caso.