Dia da visibilidade trans: Governo do Rio de Janeiro lança materiais informativos sobre direitos de travestis e transexuais Resposta

Para celebrar o Dia Nacional de Visibilidade Trans, em 29 de janeiro, o Programa Rio sem Homofobia, executado pela Superintendência de Direitos Individuais Coletivos e Difusos da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro, lançará nesta sexta-feira (28/01) materiais informativos sobre os direitos civis de travestis e transexuais.


Os informativos vão circular pela web, bares e locais de convivência deste público e também por delegacias, postos de saúde, escolas e outros órgãos.

“O programa Rio sem Homofobia é um conjunto de políticas públicas para combater a homofobia e promover a cidadania LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). Neste dia queremos esclarecer que travestis e transexuais também são cidadãs e possuem seus direitos, como todos nós!”, enfatiza o superintendente e coordenador do programa Rio sem Homofobia, Cláudio Nascimento. 

Entre março e dezembro de 2010 foram 92 protocolos de atendimento a travestis e transexuais, sendo que aproximadamente 60% (ou 55 protocolos de atendimento) dizem respeito à violência. Os demais estão relacionados, principalmente, com a retificação de registro civil (mudança de nome) e busca por outros direitos.

*Com informações da Agência de Notícias da AIDS

Banca de jornal censura capa de revista estampada por Elton John e seu marido Resposta

Um fato extraordinário e homofóbico causou um reboliço em uma cidade de Arcansas, nos Estados Unidos. Uma banca de jornal colocou uma outra capa sobre a capa original da revista americana US Weekly, que trazia o cantor Elton John, com o marido e o filho recém nascido, gerado por uma barriga de aluguel.

Na ¨nova capa¨, que cobria a original, lia-se: ¨Escudo para a família. Para proteger os consumidores jovens da Harps (nome da loja)¨.


Um usuário do twitter tirou a foto da revista censurada e postou na web. Irônicamente, em Abril do ano passado, uma lei que proibía casais de homossexuais que viviam juntos mas que não eram casados oficialmente de adotarem crianças, foi derrubada. Confira a foto da revista censurada:

EUA: Obama menciona gays e lésbicas durante discurso Resposta

O presidente Barack Obama fez uma referência a homossexuais durante o seu discurso de 25 de janeiro sobre o Estado da União.

“As nossas tropas vêm de todos os cantos deste país”, disse o presidente. “Eles são negros, brancos, hispânicos, asiáticos, nativos americanos. Eles são cristãos e hindus, judeus e muçulmanos. E, sim, sabemos que alguns deles são gays. A partir deste ano, nenhum americano será proibido de servir o país que ama por causa de quem ama. E com essa mudança, eu apelo a todas as nossas universidades a abrir as suas portas para os nossos recrutadores militares. É tempo de deixar para trás as batalhas divisivas do passado. É hora de andar para a frente como uma nação. “
O presidente da Human Rights Campaign Joe Solmonese disse: “O anúncio de hoje é uma boa notícia para todos os americanos prontos para fecharem o livro sobre a discriminação… Hoje foi o culminar de uma promessa mantida por este presidente.”
Solmonese acrescentou, no entanto, que Obama também precisa se comprometer a “acabar com a tributação injusta de benefícios de saúde de parceiros, proibir a discriminação no trabalho com base na orientação sexual e identidade de gênero, e a garantir que todos os casais tenham acesso aos mesmos benefícios e proteções federais para suas famílias. “
Diretor da GetEQUAL, Robin McGehee, expressou desapontamento com o discurso:
“Hoje, o presidente Barack Obama perdeu uma oportunidade de apresentar uma agenda e uma estratégia para um progresso continuado no sentido da igualdade LGBT – remover o fardo de sermos cidadãos de segunda classe e reconhecendo as nossas famílias”, disse ela. “Infelizmente a verdade é que o herói nacional Daniel Hernandez sentou-se com a Primeira Dama para testemunhar este discurso histórico, mas não teve o luxo de ficar sentado em pé de igualdade – e isto deveria envergonhar os nossos representantes eleitos. É hora para o presidente colocar o poder da Casa Branca a apoiar a aprovação da legislação que daria o direito a igualdade federal total para os LGBT norte-americanos. “
“Nós nos recusamos a aceitar as desculpas políticas que ‘agora não é o momento” para questões “difíceis” como a igualdade ou que estas questões são demasiado “complicadas” ou “polêmicas” para assumir neste momento”, disse McGehee. “A igualdade nunca é conveniente. A justiça nunca é fácil. Cada dia que esperamos até que a discriminação seja ‘mais fácil’ de combater, outra pessoa LGBT morre devido à desigualdade. Cada dia que esperamos, um outro casal é separado na fronteira pelas políticas de imigração americanas. Cada dia que esperamos, outro dos nossos vizinhos transexuais é deixado sem um ordenado no âmbito das políticas de emprego discriminatório. “
A Diretora Executiva da National Gay and Lesbian Task Force, Rea Carey disse que “se o presidente está verdadeiramente empenhado sobre a criação de empregos e impulsionar a América do bem-estar econômico, ele tem de disponibilizar liderança e ação para ajudar a aprovar as proteções de emprego para lésbicas, gays, bissexuais e pessoas transgêneras e acabar com a injusta proibição federal do casamento.”
“A verdade é que o estado da União para os LGBT continua a ser, em grande parte, de desigualdade, como a situação de poder ser demitido ou negado emprego em muitas partes do país por nenhuma razão que não o preconceito, e coloca a desigualdade do casamento das nossas famílias para um status de segunda classe “, disse ela.
O National Center for Transgender Equality emitiu um comunicado assinalando que a revogação em breve do Don’t Ask, Don’t Tell, a proibição de gays e lésbicas servirem abertamente nas forças militares “ainda não permite que as pessoas transexuais possam servir abertamente ou de entrar no Exército.”

¨Amor e Sexo¨ volta em fevereiro à Globo com mais ousadia Resposta

Fernanda Lima (Foto: Reprodução)

A nova temporada de “Amor e sexo” não será como aquela que passou. O programa, que estreia dia 1º de fevereiro, logo depois do “BBB 11” em dia de paredão, volta mais ousado. Em coletiva realizada nesta terça-feira, no Jardim Botânico, o diretor Ricardo Waddington disse que, depois da experiência da primeira temporada, será possível agora avançar mais: “A frontreira do que podíamos ou não falar estava além do que imaginávamos. O público esperava mais da gente. Estamos mais relaxados e com mais liberdade para abordar todos os temas”.

Uma das novidades do programa será um game show gay, só com a participação de homossexuais (só homens). No comando, o ator Maurício Branco, gay assumido. Outro quadro que estreia é o “Jogo de cama”, no qual um convidado famoso terá sua capacidade de sedução julgada e testada. O “Strip quiz”, sucesso na primeira temporada, está de volta. O programa vai mostrar também reportagens em Nova York e em Paris, mostrando diferenças e semelhanças com o Brasil quando o assunto é amor e sexo.

Fernanda Lima comanda mais uma vez o programa. Desta vez, sem o apoio da sexóloga Carmita Abdo, que agora só dá consultoria por trás das câmeras. “Não temos pretensão de ensinar nada. Vamos ter uma conversa aberta com a plateia. Estava ansiosa para gravar o programa de novo. Gostei muito da primeira experiência”. Leo Jaime continua à frente da banda do “Amor e sexo” e na direção musical da atração: “A gente devia trepar mais em nome da paz mundial”, diz o cantor, dentro do espírito do programa, que é de falar desses temas sempre com muito humor.


*Com informações do Extra Online