#forabolsonaro Saiba como exigir que os deputados abram processo por quebra de decoro contra Bolsonaro Resposta

Vamos agir! A hora é esta! Envie mensagem à Ouvidoria da Câmara dos Deputados, pedindo aos deputados, membros do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, que abram, nas formalidades da legislação em vigor e do Rgimento Interno da Câmara dos Deputados, processo por quebra do decoro parlamentar, garantindo o direito de defesa, para ao final, provada ser verdadeora a denúncia de racismo e homofobia, Cassar o mandato do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ).

Não podemos permitir um racista homofóbico na Câmara dos Deputados! Clique http://bit.ly/ibprrX e envie a sua mensagem!

Preta Gil: Sou negra gay e feliz 1


Durante o lançamento oficial da 15ª Parada do Orgulho LGBT (lésbica, gay, bissexual e transgênero), na noite da última quarta-feira (30/11), a cantora Preta Gil comentou a entrevista racista e homofóbica do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) ao programa “CQC” (Band). Ao responder a pergunta: “Se seu filho se apaixonasse por uma negra, o que o senhor faria?”, o deputado respondeu que não iria discutir “promiscuidade” com ela.





“Passei nos últimos dias por um terror. Fui injustamente agredida por um político que não só me agrediu, mas a todos que são negros, gays ou que são os dois. Eu, no meu caso, sou uma mulher, negra gay e feliz”, afirmou a cantora e apresentadora.

Preta já avisou que vai processar o deputado. As reações da sociedade civil organizada foram imadiatas. Além de muitos protestos nas redes sociais.

O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), encaminhou quatro representações contra Jair Bolsonaro. As ações foram protocoladas pela Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, pela seccional do Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil, pelo Deputado Edson Santos (PT-RJ) e pela Comissão de Direitos Humanos, assinada por um grupo de 19 deputados.

A Comissão de Combate à Intolerância Religiosa fez um ato de repúdio às falas do deputado Jair Bolsonaro. Além dos religiosos, diversas autoridades estiveram presentes.

O presidente da Fundação Palmares, Eloi Ferreira de Araujo disse que a entidade estuda, com o seu departamento jurídico, a adoção de medidas contra o ato de racismo.

Relembre momentos de machismo, homofobia e racismo de Bolsonaro 6

O presidente da Câmara dos Dputados, Marco Maia (PT-RS), encaminhou na última quarta-feira (30/03), quatro representações contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) para serem analisadas pela Corregedoria da Casa. As ações dizem respeito às declarações homofóbicas e racistas do deputado em entrevista ao programa “CQC” (Band).

Jair Bolsonaro disse que seus filhos não namorariam gays, porque foram bem educados e não tiveram pais ausentes e, respondendo a uma pergunta da cantora e apresentadora Preta Gil, afirmou que seus filhos não namorariam uma negra, pois ele é contra essa “promiscuidade”. Após Preta Gil afirmar que irá processá-lo, o deputado, que sabe que racismo é crime no Brasil e homofobia não, disse que entendeu apenas que a pergunta sobre se o filho namorasse um gay. O deputado também disse que torturaria seu filho se o encontrasse fumando maconha.

As ações encaminhadas foram protocoladas pela Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, pela sccional do Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ), pelo deputado Edson Santos (PT-RJ) e pela Comissão de Direitos Humanos, assinada por um grupo de 19 deputados. Nesta quinta-feira, deve ser protocolada mais uma representação, da Procuradoria da Mulher da Câmara dos Deputados.

Com o encaminhamento, caberá ao corregedor, Eduardo Fonte (PP-PE), dar um parecer à Mesa Diretora sobre o tema para que seja decidido se Jair Bolsonaro vai ou não para o Conselho de Ética. O deputado, que disse estar se “lixando” para o movimento gay, mesmo depois de toda a repercussão negativa de suas declarações, terá cinco dias para se defender após ser notificado pela Corregedoria.
Jair Bolsonaro disse, na última quarta-feira (30/03), que não teme ser cassado por racismo. Bolsonaro também disse que não tem medo de ser destituído da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Sim, ele faz parte da comissão!
“Quem manda na minha cadeira é o líder do meu partido. Ele é quem decide, eu não saio de lá. Estou lá para não ser uma comissão só voltada para a demagogia e para defender interesses de quem está à margem da lei, como presidiários. Eu nunca vi defenderem direitos de famílias de vítimas de assassinos”, afirmou Bolsonaro.
A principal voz Câmara contra a discussão sobre direitos dos homossexuais (que faz parte da discussão sobre direitos humanos) tem sido a do deputado Jair Bolsonaro, que está em seu sexto mandato e é capitão do Exército. Representantes da Frente Evangélica e os da Família, em geral, medem as palavras ao tecer críticas aos projetos voltados aos interesses dos LGBT (lésbica, gay, bissexual e transgênero).
Desde o final do ano passado (2010), Jair Bolsonaro aumentou os seus ataques à comunidade LGBT. Tudo porque ele ficou indignado com a iniciativa do Ministério da Educação (MEC), de distribuir material didático, a princípio a 6 mil escolas públicas do ensino médio. O material, chamado pejorativamente por Bolsonaro de “kit gay”. é composto de três vídeos educativos e um guia de orientação aos professores.
O material foi exibido para especialistas e parlamentares em seminário sobre o tema realizado na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados em novembro do ano passado (2010). Em sessão realizada no Plenário, se valendo da imunidade parlamentar e do fato de a homofobia não ser crime, Bolsonaro disse o seguinte que o “kit gay” é um “estímulo ao homossexualismo e um incentivo à promiscuidade”. Ele disse, também, que dá “nojo” discutir o conteúdo do filme. E completou: “Esses gays e lésbicas, querem que nós, a maioria, intubemos, como exemplo de comportamento, a sua promiscuidade”. Antes do episódio do “CQC”, nada foi feito contra ele.
No passado, durante discussão com a então deputada, Maria do Rosário (PT-RS), disse que ela era uma vagabunda, empurrou a deputada e disse que só não estupraria ela, porque ela não merece.
Jair Bolsonaro, que defende a ditadura militar, já defendeu, também, o fuzilamento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Além de milhares de pessoas que protestaram contra o deputado Jair Bolsonaro, vários políticos como Jean Wyllys e Marta Suplicy também manifestaram sua indignação:
“Ele é um hipócrita. Fala em nome da família, mas ele está se lixando – para usar expressão dele – para as famílias de homossexuais. Mães e pais que estão neste momento ferido, ofendidos”, disse Jean.
“Para tudo tem limite! Principalemnte para um representante do povo que deve ter como regra o respeito à Constituição Brasileira e prezar pelo decoro parlamentar”, escreveu, em nota, a senadora Marta Suplicy.
A Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) fez um ato de repúdio às falas do deputado Jair Bolsonaro. Além dos religiosos, estiveram presentes autoridades como a chefe da Polícia Civil, Marta Rocha, o promotor Marcos Kac, o delegado Henrique Pessoa, entre outros.
O interlocutor da comissão, o babalaô Ivanir dos Santos, disse que a atitude de Jair Bolsonaro foi “um ato fascista e que ameaça de novo, a democracia, a liberdade de expressão e a liberdade religiosa”.
A chefe da Polícia Civil, delegada Marta Rocha, disse que, enquanto cidadã, acha que “todas as pessoas devem se posicionar contra qualquer tipo de intolerância”. E lembrou de quando estava à frente da 12ª DP (Copacabana) e ajudou a organizar a Caminhada Contra a Intolerância Religiosa, que reúne milhares de pessoas há três: “Aquele dia foi mais do que um dia festivo, foi a realização do estado democrático de direito. Foi para nos lembrar que todo poder emana do povo e em seu nome será exercido. Esse povo não pode ser entendido sob a ótica da cor, da orientação sexual, da raça, da etnia ou da condição econômica.
O vereador Carlos Bolsonaro, chamou todos os que protestaram contra o seu pai de oportunistas. E completou:
“Enquanto discordar de que crianças de sete anos aprendam lições de homossexualismo for mais grave do que ser ladrão, o Brasil estará perdendo”.

Jean Wyllys: Bolsonaro só é corajoso para ofender 1

O deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ) comentou as declarações racistas e homofóbicas ditas pelo seu colega, o também deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). “Agora Bosonaro está tão amedrontado. Ele que sempre foi tão corajoso para ofender os homossexuais, para debochar das vítimas da ditadura militar”. Para Jean, há uma tentativa do Bolsonaro, de substituir o racismo pela homofobia, porque ofensa aos LGBT (lésbica, gay, bissexual e transgênero) ainda não é considerada um crime no Brasil.
Em entrevista ao programa “CQC”, o deputado Jair Bolsonaro disse que os filhos dele não correm o risco de namorar uma negra e nem de ser gay porque foram muito bem educados.
Um grupo de 20 deputados está levando adiante cinco medidas que pretendem tomar em relação a Bolsonaro: ingressar com uma representação junto ao Ministério Público Federal, recorrer ao Conselho de Promoção da Igualdade Racial, recorrer também ao Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana e, por fim, pedir ao Partido Progressista (PP) que o destitua da cadeira a qual ele tem direito na Comissão de Direitos Humanos da Câmara.
A cantora Preta Gil, ofendida por Bolsonaro durante a entrevista ao “CQC”, disse que vai processar o deputado por racismo.
A OAB-RJ ingressou nesta quarta-feira (30/03) com uma representação na Câmara dos Deputados contra Bolsonar.
Apesar de tudo isso, Bolsonaro voltou a atacar os gays hoje, em entrevista durante o velório do ex-vice-presidente José de Alencar. Ele disse que está se lixando para os grupos gays.
Jean Wyllys disse que “é preciso desmascarar a estratégia de Bolsonaro: ele está tentando se safar de um crime de racismo que ele cometeu. Por que é que ele está assumindo com todas as letras ser homofóbico e injuriando os homossexuais de maneira grotesca, violenta e odiosa? Porque ele sabe que no Brasil homofobia não é crime. Então, ele se assume homofóbico e pede descolpa pelo crime de racismo, porque ele sabe que homofobia não é crime. Ele não teve coragem de assumir a sua própria posição, reiterando as declarações que deu ao CQC. E mais, o argumento de que ele não entendeu a pergunta da cantora Preta Gil é acreditar que as pessoas são muito ingênuas ou burras. Até foneticamente não há nenhum tipo de proximidade entre mulher negra e filho gay.

Família Bolsonaro: um péssimo exemplo ao Brasil Resposta

Como se não bastassem as declarações racistas e homofóbicas do pai, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), agora os filhos dele – na tentativa patética de defendê-lo – também demonstram ódio e intolerância. É uma espécie de vírus passada de pai para filho. São eles o deputado estadual, Flavio Bolsonaro (PP-RJ) e o vereador Carlos Bolsonaro (PP-RJ).

Desde segunda-feira o nome de Jair Bolsonaro está nos Trending Topics (TTs) do Twitter. Os TTs, são os assuntos mais comentados da rede. Os comentários são em repúdio às declarações de Bolsonaro, que disse no “CQC” que os seus filhos não correm o risco de namorar uma negra ou virar gays porque foram “bem educados”. A pergunta a respeito do namoro com uma negra, foi feita pela cantora Preta Gil, que já avisou: processará Jair.

O vereador Carlos Bolsonaro chama de “oportunistas” todas as pessoas que estão protestando no Twitter, no Orkut e no Facebook contra o seu pai. No Twitter, ele escreveu: “Papai mandou, eu obedeço com muito orgulho. Se os filhos respeitassem os pai nos dias de hoje, certamente teríamos um pais melhor”. E completou: “Enquanto discordar de que crianças de 7 anos aprendam lições de homossexualismo for mais grave do que ser ladrão, o Brasil estará perdendo”.

O deputado estadual Flavio Bolsonaro disse que houve uma confusão, na resposta do pai: “entendem, ele não tem aquela opinião sobre negros, a resposta foi para pergunta ‘se um filho seu tivesse um relacionamento gay'”. Flavio mente, todos viram a resposta que Jair deu à Preta sobre namoro com uma negra.

A OAB-RJ ingressou nesta quarta-feira com uma representação na Câmara dos Deputados contra o deputado Jair Bolsonaro por quebra de decoro parlamentar. Que voltou a atacar os gays: “Soldado que vai a guerra e tem medo de morrer é um covarde. O que eu falei, ou me equivoquei ou houve equívoco na edição. a minha resposta não bate com a pergunta. Tô me lixando pra esse pessoal aí”, afirmou Bolsonaro, com relação ao processo.

“Cada um faz o que quiser com o seu corpinho cabeludo. Não tenho nada contra isso. É problema deles. O que eles têm para me oferecer não me interessa. Agora, não quero que o grupo gay crie com o MEC (Ministério da Educação) currículo de escola para o primeiro grau” – disse Bolsonaro, referindo-se a uma audiência pública na Câmara dos Deputados, no ano passado, onde o MEC teria discutido com o movimento gay aspectos do currículo escolar.

O que causa espanto é que Jair, Flavio e Carlos parecem tratar os gays como animais ou pessoas que não merecem respeito algum. Aliás, até com animais devemos ter respeito, correto? Para Jair, gay deveria apanhar (ele já disse isso) na infância. Para eles, ser gay é pior do que ser bandido. O problema é que ambos são políticos, democraticamente eleitos, ou seja, tem gente que apoia essas declarações. Apoia, aplaude e elege gente que é incapaz de obedecer à Constituição e tratar todos de maneira igual. Mais grave: gente sem nenhuma noção de respeito pelos seres humanos diferentes dele.

Foi assim como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Bolsonaro queria fuzilar! É assim como os gays. Assim também – tomadas as devidas proporções – foi com o regime nazista. Para os nazistas, os judeus, por exemplo, não eram pessoas em toda a sua plenitude. Durante a escravidão, aqui no Brasil, só para citar um exemplo, os negros também não.

Estamos em 2011 e a realidade é que existem pessoas que pensam exatamente isso dos LGBT (lésbicas, gays, bissexuasi e transexuais). Pensam que eles não merecem consideração, respeito, nada. A realidade é que tem gente que considera que os gays é que “espalham” a Aids pelo mundo. Muita gente, desde a infância do filho, educa da seguinte maneira: não faça isso, é coisa de veado!

Ainda bem que o outro lado existe. Existem pais, como o ex-jogador de futebol (esporte extremamente machista e racista), Toninho Cerezo, que escreve uma carta emocionante à uma revista dizendo, com todas as letras, que ama a sua filha transexual: Lea T. Lea T., diga-se de passagem, uma top model internacional.


Muita coisa está mudando no Brasil, os avanços dos direitos dos LGBT, durante o governo Lula, foram grandes, mas também a homofobia vem crescendo, como uma espécie de repressão dos conservadores. Dos que não querem ver a diversidade do mundo. Dos que só enxergam beleza naquilo que é seu espelho.

Por isso, além de direitos como união homoafetiva, casamento civil entre pessoas do mesmo sexo e da aprovação do PLC 122/06, que criminaliza a homofobia, é necessário que o Brasil invista na educação. Educar, para respeitar as diferenças. Para que filhos de pais intolerantes, que pregam o ódio e a violência, não obedeçam cegamente, sem discernimento e nenhum senso crítico os pais, como vereador Carlos Bolsonaro faz. Para que os filhos, respeitem os pais e, também, o resto do mundo, inclusive os LGBT. É importante que o governo invista na formação de bons profissionais na polícia também, para que casos como o do professor Guilherme Rodrigues, agredido na Avenida Paulista e desencorajado por uma policial a prestar queixa – ele só registrou porque é ativista dos direitos LGBT, ou seja, consciente – não se repitam.

Enquanto isso não acontece, precisamos estar atentos. As redes sociais têm se mostrado importantes veículos de protesto contra certos absurdos. “Por ter gente demente / Tem gente que é previnida”, canta Ney Matogrosso, na bela canção “Coisas da Vida, de Alzira Espindola e Itamar Assumpção. Estejamos prevenidos, mas com coragem.

Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT quer tornar homofobia crime e levar debate à sociedade Resposta

Na última terça-feira (29/03), a Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT (lésbica, gay, bissexual e transgênero) foi relançada na Câmara dos Deputados. O evento reuniu militantes e parlamentares ligados à causa e trouxe ao Brasil parlamentares estrangeiros que conseguiram aprovar o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. O deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) coordenou o evento e frisou as prioridades do grupo, que já reúne 175 parlamentares. A frente defente a aprovação do PLC 122/06 (Projeto de Lei da Câmara), da ex-deputada Iara Bernardi considera crime o preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero.

O texto foi aprovado na Câmara em 2006, mas até hoje não foi analisado pelos senadores.
Além disso, a união e o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a mudança de nome social feita por transexuais e travestis são prioridades do movimento LGBT e da frente.
A senadora Marta Suplicy (PT-SP), lembrou que quando era deputada, nos anos 1990, foi à Argentina e o conservadorismo era maior que no Brasil, mas os vizinhos conseguiram fazer avançar o debate que a frente agora se propões a recomeçar.
O presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, Toni Reis, ao falar sobre a união entre pessoas do mesmo sexo, citou o Supremo Tribunal Federal (STF). Ele esteve com o ministro Carlos Ayres Britto, relator de um processo que avalia conceder esse direito a parceiros homossexuais.
O vereador espanhol de Madri, Pedro Zerolo, que também é assessor do presidente da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, disse que na Espanha as coisas não foram fáceis; o segredo, segundo ele, é distanciar o debate do tema religioso.
Toni Reis e Jean Wyllys ressaltaram que não querem briga com os evangélicos, e que as reivindicações são para um reconhecimento do Estado brasileiro, que é laico.
*Com informações da Agência Câmara

Procuradora instaura inquérito contra Silas Malafaia por homofobia 1

Cartaz com conteúdo homofóbico,
espalhado pelo estado do Rio de Janeiro, pelo pastor Malafaia,
pichado por ativistas gays
Quando pensamos em religião, pensamos em respeito, tolerância, amor, correto? Pelo menos assim deveria ser. Entretanto, sabemos que muitas pessoas usam a religião para pregar o ódio, a intolerância e até mesmo justificam inúmeros atos de violência em nome de um suposto deus. Pois bem, no início de fevereiro, a procuradora da República, Ana Carolina Araújo Roman, instaurou um inquérito contra o pastor Silas Malafaia, uma das maiores lideranças da Assembleia de Deus, por homofobia. Homofobia, aliás, em uma audiência pública na Câmara dos Deputados, na qual se discutiu o chamado Estatuto das Família.
O encontro realizado em maio de 2010, foi marcado para discutir mudanças no Direito de Família. Malafaia fez um discurso contrário à união homoafetiva. Na sessão, o pastor chegou a dizer que se fosse concordar com a união civil entre homossexuais, deveria concordar também com a liberação da zoofilia e da necrofilia.
Veja o que disse o pastor:
Fico particularmente feliz, ao noticiar que um inquérito foi instaurado contra este senhor, sobretudo quando lembro que o Rio de Janeiro foi emporcalhado por cartazes atacando os homossexuais, durante a campanha eleitoral. Campanha em que o pastor Malafaia apoiou o candidato derrotado José Serra.
É bom lembrar que a Câmara dos Deputados já foi palco de outros discursos homofóbicos. Por exemplo, em dezembro de 2010, o deputado Jair Bolsonaro usou a tribuna da Câmara dos Deputados para agredir os homossexuais. Mas ele tem imunidade parlamentar, então, de lá, pode dizer o que quiser. Se bem que, depois da eleição do deputado Jean Wyllys, dificilmente qualquer ataque contra os LGBT (lésbica, gay, bissexual e transexual) ficará sem resposta.

Nova biografia de Mahatma Gandhi revela que ele era bissexual Resposta

Capa do livro

Uma nova biografia sobre o líder indiano Mahatma Gandhi revela que ele era bissexual e abandonou a sua esposa, Kasturba Gandhi, para viver com um fisioculturista alemão. O livro Great Soul” (448 páginas), escrito pelo jornalista Joseph Lelyveld, será lançado ainda este mês (março).
Gandhi, à esquerda e Hermann, à direita
O líder indiano é famoso por sua suposta abstenção sexual. Os relatos atribuidos a ele no livro, apontem que ele teria se apaixonado profundamente por um homem chamado Hermann Kallenbach e que o romance foi tema de uma reportagem no jornal “Daily Mail”.
Hermann nasceu na Alemanha, mas migrou para a África do Sul, onde se tornou arquiteto. Durante estada no país africano, o alemão se aproximou de Gandhi e se tornou um de seus discípulos mais próximos.
Segundo o livro, Gandhi e Hermann viveram sob o mesmo teto durante dois anos, na casa do alemão na África do Sul. A publicação ainda detalha a fundo o relacionamento dos dois.
O líder indiano se casou com apenas 14 anos, teve quatro filhos antes da separação, em 1908. Após isso, ele teria procurado Hermann, motivo do divórcio.
Em trexos do livro, o jornalista Joseph diz que o retrato do alemão ficava sobre a mesa de Gandhi, no quarto e que ele havia prometido ao seu companheiro jamais olhar para uma mulher com intenções “impuras”.
Gandhi e Hermann teriam se separado em 1914, quando o indiano voltou para a Índia. O alemão não pode entrar no país, por causa da Primeira Guerra Mundial e manteve contato apenas por carta com o seu amado. Gandhi morreu em 1948, assassinado.

Mais um homossexual é agredido na Avenida Paulista Resposta

Ferimentos na boca do Guilherme
(Foto: Marcelo Mora/G1)

Mais um caso de agressão homofóbica ocorre na Avenida Paulista, antes ícone financeiro do Brasil, agora sinônimo de violência e intolerância. O professor de inglês, estudante de Letras, ativista de um grupo de defesa dos direitos LGBT (lésbica, gay, bissexual e transgênero) e militante político Guilherme Rodrigues, 23 anos, alega ter sido agredido por quatro homens em um posto que fica na esquina da Rua Augusta com a Rua Peixoto Gomide, na última quarta-feira (23/03). Ele estava com um colega da faculdade quando o crime ocorreu.


“Eu percebi que um grupo de skinheads ia atacar um casal gay. Eu parei no posto pra ver o que ia fazer. Eles me identificaram como gay e partiram pra cima de mim. Então o objetivo era eu, me bater porque sou gay”, afirma Guilherme. Nas imagens registradas pelas câmeras de segurança do posto, Guilherme é cercado por quatro jovens e empurrado. Frentistas e um taxista tentam impedir a briga. As imagens não mostram, mas Guilherme afirma ter sido agredido. “Bateram, me deram, conseguiram me dar um soco na boca”, garante ele.

A Polícia Militar (PM) chegou ao local. Segundo Guilherme, mesmo assim, os quatro rapazes continuaram o ameaçando. Guilherme disse que relatou a uma PM o ocorrido e manifestou a sua intenção de fazer um boletim de ocorrência (BO). “Ela tentou me dissuadir de fazer o boletim. Ela disse que depois que fôssemos liberados, eu e os quatro que me agrediram, seria cada um por si”, contou o professor.
No 4º DP, na Consoloação, região central de São Paulo, a mesma policial, de acordo com Guilherme, afirmou aos funcionários do plantão que os quatro agressores também iriam registrar um BO. “Ela disse que eu dei em cima deles e que eles também teriam direito de fazer um boletim. Só mudaram de ideia quando um funcionário do posto testemunhou a meu favor”, disse. Os quatro rapazes foram indiciados por injúria, ameaça e lesão corporal.

Guilherme ques que o caso seja investigado pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil, onde esteve na tarde desta sexta-feira (25/03). O objetivo é tratar a agressão que sofreu como um caso de delito de intolerância contra homossexuais. Além disso, um ato foi programado para às 14h da próxima segunda-feira (28/03) em frente ao 4º DP para entregar o laudo do Instituto Médico Legal (IML) do exame de corpo de delito ao qual se submeteu.

“Há um mês participei de um protesto contra a violência que os homossexuais vêm sofrendo na região. E agora eu fui vítima desta mesma violência. Moro ali perto e agora tive de sair de minha casa e ir morar com um amigo. E eu que fui o agredido”, desabafou Guilherme.

Um dos suspeitos pelas agressões, um jovem de 18 anos, também foi à delegacia, acompanhado do pai, prestar depoimento. A polícia ainda aguarda que outros três jovens que teriam participado do ataque se apresentem para prestar depoimento.

Igreja ganha direito de fazer campanha contra gays Resposta

Um juiz da Alta Corte da Irlanda do Norte revogou uma decisão do ógão regulador de publicidade (ASA na sigla em inglês) que tinha proibido um anúncio de uma igreja por considerá-lo homofóbico.

O anúncio de uma página, publicado pela primeira vez em agosto de 2008 pouco antes da Parada do Orgulho LGBT (lésbica, gay, bissexual e transgênero) da Belfast, trazia a manchete “A palavra de Deus contra a Sodomia” e fazia uma convocação para uma manifestação pacífica contra a prática.

Na época, após receber várias reclaamções, a ASA decidiu que o anúncio da página inteira não poderia mais ser veiculado daquela forma. Mas a igreja presbitariana Sundown Free, que bancou o anúncio, entrou com uma ação contra a decisão.


O juiz da Alta Corte considerou que a decisão da ASA interfere no direito de expressão da igreja, que estaria coberta por um artigo da Convenção Europeia de Direitos Humanos que assegura a expressão de posições que choquem ou causem ofensas.

O juiz também observou que o anúncio não continha qualquer exortação à violência e deixava claro que qualquer ato de antagonismo contra homossexuais era inaceitável e injustificável.

A igreja argumentou que a ASA interpretou mal a citação do anúncio, tirada do Livro de Levítico e que classifica atos homossexuais como abominação.

De acordo com a igreja, a descrição se aplica a prática de sodomia especificamente, e não a indivíduos específicos.

O reverendo David McIlveen, da igreja Sundown Free, considerou a decisão “histórica”.

*Com informações da BBC Brasil

México e Islândia disputam ser sede da Copa do Mundo Gay 2012 Resposta

A Copa do Mundo Gay 2012, aprovada pela Associação Internacional Gay e Lésbica de Futebol (IGLFA, sigla em inglês), poderá ser disputada no México ou na Islândia. A decisão acontecerá em abril deste ano, em Nova York. A competição está programada para ser realizada durante o período de 18 a 26 de maio.
Em campanha para receber o evento, na última quarta-feira (23/03), a equipe mexicana de futebol Tri Gay, reafirmou a intenção de organizar a competição na Cidade do México. Segundo o capitão da equipe, Andoni Bello, dada à agência “Efe”, um comitê da Associação visitou a cidade durante a última semana, onde se reuniu com autoridades locais para analisar a segurança na capital.

Andoni Bello, no centro

“Temos muitas chances, há uma concorrência muito forte com a Islândia, mas confiamos em nossa capacidade de organização”, comentou Andoni. E você, torce pro algum dos países?

Se os gays querem se ver, precisam ir ao cinema Resposta

Domingo passado (20/03), li, estarrecido, uma crítica a respeito da novela “Ti-ti-ti”, que terminou em 19/03. O texto, escrito por uma famosa colunista de um dos maiores jornais do país, dizia que a discussão a respeito do beijo entre dois gays ou duas lésbicas, “além de surrada, parece uma guerra perdida”. Depois, a colunista ainda dizia que esse debate “surpreendentemente, também perdeu um pouco sua importância”, a partir do momento em que um casal de homossexuais foi tratado “como nunca antes um folhetim tinha feito”, segundo palavras da jornalsita. A julgar pelos comentários dos leitores dela e, também, pelo comunicado recente enviado pela Rede Globo à imprensa a respeito do tema, não é verdade. Isso, sem contar as palavras do autor Gilberto Braga que, antes de estrear a sua, “Insensato Coraçã” (Globo), prometia um núcleo gay, mas após o início da novela, foi taxativo: “Não vai ter beijo gay”, disse Gilberto, um gay assumido. Até um jornalista do “Guardian”, da Inglaterra, entrou na discussão a respeito do “beijo proibido, que o Brasil espera ver”.
Só sei que depois de ler a tal crítica, me deu vontade de deixar de lado as novelas, até que elas passem a retratar o mundo em que eu vivo de forma real. “Insensato Coração” é um exemplo negativo de como a homossexualidade vem sendo tratada: sob o viés, única e exclusivamente, da violência. No caso, a homofobia. É um ponto positivo? Claro! Mas gay também ama, sofre, sente e, claro, beija na boca! Até transa!
Parece, enfim, que estamos todos os LGBT (lésbica, gay, bissexual e transgêneros) fadados a sermos retratados de maneira caricata ou pouco natural na teledramaturgia da TV brasileira. Por que insisto no assunto? Porque a novela é um poderoso veículo de comunicação, talvez o único capaz de, realmente, atingir todas as classes sociais e gerar uma discussão nacional sobre algum tema. Exemplos não faltam. Acontece que a teledramaturgia brasileira, de pelo menos uns dez anos pra cá, tem se mostrado conservadora. Na caretice atual, não há espaço para discussões mais ousadas a respeito de nada.
O cinema ainda me parece o lugar ideal para os LGBT se verem. Seja em filmes mais sérios ou em comédias leves, estamos lá. E somos retratados como seres humanos, com toda a complexidade de um heterossexual. Afinal, o que muda é a orientação sexual. No mais, somos todos iguais.
Correspondi ao meu desejo de apagar todos os capítulos que havia gravado – até para comentar aqui no blog – de “Insensato Coração”. Não vou mais assistir Isso aconteceu depois de eu ter ido ao cinema, no fim de semana passada.
O meu reencontro com o cinema – fiquei afastado das salas de cinema por um bom tempo, por questões pessoais – foi para assistir ao filme “O primeiro que disse”, com um amigo. O filme italiano conta a história de Tommaso que, após voltar de viagem, decide contar à família que é homossexual. Só que, para espanto de todos os familiares, em uma cena típica de família italiana (e, por que não dizer, de famílias brasileiras também), com todos os parentes à mesa, quem conta que é homossexual é Antonio, irmão de Tommaso.

Um escândalo acontece, com muito dramalhão e algumas risada em meio a um fato triste e, infelizmente, muito comum ainda: Vincenzo, o pai de Tommaso e Antonio, resolve expulsar o segundo de casa. Tommaso se acovarda e não sai do armário.
O filme trata – em meio a muitos clichês, é verdade – de questões profundas que envolvem o relacionamento entre um homossexual e a sua família. O diretor Ferzan Ozpetek, aliás, dedica o filme ao pai.
Em determinado momento do filme, os amigos de Tommaso – todos gays e bem pintosos – chegam da capital. A família parece não querer enxergar que são gays e nem que, com tantos amigos gays e outros indícios mostrados no filme, o Tommaso também é gay. Só quem parece compreender tudo – inclusive o Antonio – são a avó, que tem todo um passado que fez com que ela fosse mais tolerante e uma tia louca da família. A avó acaba se matando no final do filme. Ali, podemos ver a dor de alguns gays que, sem saber como lidar com a família, se perdem e, em muitos casos, se matam.
Já em espírito, a avó visita Tommaso, e em um diálogo comovente, diz nas entrelinhas que, é possível ser feliz, se assumir e ser bem resolvido de forma menos dramática do que foi com o seu irmão Antonio.
Aliás, vem do diálogo entre os irmãos, quando Antonio já havia se assumido, uma frase impactante que, talvez justifique todo o filme. Antonio, gay assumido, diz ao irmão Tommaso, gay enrustido: “Em nossa família começaram a roubar nossa dignidade”. E é justamente isso o que acontece em muitas famílias. O amor que sufoca e quer impor, moldar, reprimir, faz com que muitos percam as suas “dignidades”, os LGBT então…
Outro tema relevante é a respeito da dificuldade de se publicar um livro com conteúdo homoerótico na Itália (só lá?). Tommaso tem o seu livro recusado pela editora. Mas ele, sem desanimar, diz que continuará escrevendo.
O filme também aborda, superficialmente, o amor de uma heterosexual, Alba (Nicole Grimaudo), por um gay: Tommaso.
Apesar de eu ter escrito algumas vezes a palavra “dramático”, todos os temas são tratados de maneira leve, com muita comédia. Os clichês são justificáveis, para que o filme abranja vários tipos de público. Não tem nenhuma cena forte, que possa causar espanto. Aliás, se não me engano, o filme tem apenas uma cena de beijo gay. Vi casais de heterossexuais assistindo.
Saí da sessão feliz, com a certeza de que vi uma história sobre gays completa e não uma história conservadora, e moralista. Pude refletir sobre a minha vida, sobre o universo LGBT e conversar sobre isso com o meu amigo. Por enquanto, isso só é possível mesmo no cinema, em alguns casos em teatro e também na literatura. Na TV fechada é possível, com menos intensidade, alvo algumas exceções. Por isso, o melhor saída, por enquanto, é vermos menos TV aberta.

Ricky Martin oferece prêmio ao ¨companheiro¨ Carlos. Conheça o rapaz: Resposta

Ricky Martin e o namorado Carlos Gonzalez. (Foto: Reprodução)
Mesmo com todos os boatos envolvendo Ricky Martin e Carlos Gonzalez Abella, o cantor nunca afirmou oficialmente que os dois eram namorados. Bom, isso até agora.

Em uma premiação da Aliança Gay e Lésbica Contra a Difamação (GLAAD), o cantor recebeu um prêmio por ter se assumido gay no ano passado e agradeceu assim:

– Só queria ser livre, e hoje posso dizer que sou. Devo agradecer aos meus pais, aos meus amigos, minha família, meus fãs e meu companheiro, Carlos.


Veja os dois juntos na premiação:

Autor investe em personagens gays em ¨Amor e Revolução¨, novela do SBT Resposta

Luciana Vendramini vive advogada lésbica
em ¨Amor e Revolução¨(Foto: Reprodução)
Marcela, a advogada lésbica vivida por Luciana Vendramini, não será a única personagem gay de “Amor e Revolução”. Chico (Carlos Thiré) é um diretor de teatro bissexual que ao longo da novela se apaixona pelo hippie João (Paulo Leal). “O Chico não assume que também gosta de rapazes, mas quando bebe começa a querer beijar os colegas”, diz o autor.

No núcleo dos estudantes que se envolvem na guerrilha, os personagens lembram a música “Flor da Idade”, sucesso de Chico Buarque na época: Marta (Dani Moreno), uma assaltante a bancos, ama Bete (Natália Vidal), que ama Luís (Élcio Monteze), que ama Marta, fechando a ciranda.
Mas o personagem mais controverso será Fritz (Ernando Tiago), um “carrasco nazista” que só consegue sentir desejo por mulheres em situações violentas. Santiago promete uma grande virada quando o torturador se apaixonar por Chico. O diretor de teatro vai para a cadeia e tornar-se alvo de suas torturas.
“Os gays fazem parte do nosso convívio, toda família tem. E o público GLS gosta de se ver retratado nas tramas”, diz Santiago. Mas as histórias não seriam um pouco pesadas para o público do SBT, acostumado a histórias mais adocicadas? “Até agora, tive ampla liberdade para escrever. Nossa classificação indicativa é de 14 anos, e não fizemos nenhuma cena que possa ser considerada ofensiva. Mas é a resposta da audiência que vai condicionar o desfecho de cada personagem”, explicou o autor.
*Com informações de 24 Horas News.

Igreja que prega o ódio planeja protesto em funeral de Liz Taylor Resposta

Grupo de ódio promete protesto em funeral da atriz

Impressionante! Ontem (23/03) falei sobre o filme ¨Fall From Grace¨, que fala sobre a estúpida igreja do Kansas, Westboro Baptist Church, que prega o ódio contra os gays nos Estados Unidos e agora vem mais uma notícia sobre este grupo do ódio.
Assim como ameaçou fazer no funeral de Heath Ledger e Natasha Richardson, a igreja, que tem o costume de atacar os funerais de soldados mortos dos EUA e tem uma guerra travada contra os gays, agora está planejando um protesto no funeral da atriz Elizabeth Taylor.
Margie Phelps, filha do líder idiota da igreja, Fred Phelps, deu a seguinte declaração no twitter:
– Sem ¨descanse em paz¨ para Elizabeth Taylor, que passou a vida em adultério e permitindo o orgulho dos ¨viados¨. Hoje eles vão xingar ela no inferno.
O presidente da organização GLAAD, que luta pelos direitos dos homossexuais, Jarrett Barrios, disse que ¨Fred Phelps e seus seguidores anti-gays estão simplesmente tentando explorar a assim chamada ¨fé¨ para espalhar mensagens de ódio no momento em que os americanos estão sofrendo a perda de uma extraordinária mulher, atriz e defensora¨, e completa:
– Surpreendentemente, as comunidades religiosas estão começando a abraçar lésbicas, gays bissexuais e transgêneros e enviar mensagens que promovem a igualdade para todos. A (organização)GLAAD está pedindo aos meios de comunicação para compartilhar o legado de Elizabeth Taylor com histórias de esperança e aceitação, e destacar o trabalho de sua vida para criar um mundo no qual todos são respeitados e valorizados por quem eles são.
Taylor, que morreu ontem (23/03) de manhã com 79 anos depois, foi uma incansável defensora dos gays e reponsável por campanhas contra a AIDS, e é reverenciada pela comunidade gay por seu apoio e filantropia.
Espero que as autoridades americanas tomem uma providência contra esse grupo, que tem o respaldo do governo para fazerem estes protestos ridículos, utilizando a liberdade de expressão para atacar as pessoas de bem.

Carlos Tufvesson recebe prêmio de jornal e pede o fim da homofobia Resposta

O estilista Carlos Tufvesson recebeu o prêmio “Faz Diferença”, do jornal “O Globo”, na categoria Ela/Moda na noite desta quarta-feira (23/03). O coordenador da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual, órgão da prefeitura do Rio de Janeiro, pediu o fim da homofobia:
– Hoje, milhares de brasileiros ainda vivem à margem dos direitos civis. Se hoje estou aqui é por causa da minha família que sempre me apoiou, por causa da minha mãe. Sou filho de militar e a coisa é complicada.

Crítica: Fall From Grace (documentário) Resposta

Fall From Grace, um documentário criado e dirigido por K. Ryan Jones, é um daqueles filmes que quando acabamos de ver, damos um grande suspiro. É um suspiro pesado, triste, impressionado. O documentário conta a história da família Phelps e da igreja fundada pelo líder Fred Phelps, a Westboro Baptist Church. 


Claro, é um documentário que mostra a guerra entre os fanáticos religiosos e os homossexuais. O documentário mostra a visão que a igreja de Kansas tem sobre os homossexuais, mas vai além, detalhando o pensamento deles em relação aos Estados Unidos em relação a alguns fatos marcantes do país. 

Se engana quem pensa que assistir a esse documentário não vale a pena, por se tratar de algo que acontece nos EUA. Mas é importante para que todos no mundo possam assistir, principalmente os gays, para verem como é o mundo em que vivemos. 

A igreja liderada pela família Phelps, é tida como um grupo de ódio, que usa o nome de Deus para propagar a ignorância através dos ¨ensinamentos bíblicos¨. Esse grupo é o mesmo responsável pela campanha ¨God Hates America¨ (Deus odeia a América), que se extende, inacreditávelmente, a outras campanhas do tipo ¨God Hates Fags¨ (Deus odeia viado), ¨Thank God For The AIDS¨ (Obrigado Deus pela AIDS) e ¨Pray For More Dead Soldiers¨ (Rezo para mais soldados mortos). 

Esse é o tipo de ensinamento que os membros desta igreja aplica para os filhos deles. É interessante ver o momento em que o diretor conversa com as crianças sobre essas campanhas, e pergunta qual destas é a preferida deles. As crianças, na maioria meninos, preferem às que ofendem os homossexuais. Quando perguntados o que estas frases significam, as crianças não sabem explicar, porque elas não sabem o que significa tudo aquilo. Um menino, em especial, chegou a demonstrar uma vontade de matar os ¨fags¨(termo pejorativo que significa algo como ¨viado¨), mas que ele sabe que não pode fazer isso, que Deus tem que matar. 

É triste. O documentário apresenta citações de pastores que atribuem o ataque de 11 de setembro, à ira de Deus contra os homossexuais. É algo absurdo que alguns acreditam que não existe! Mostra a forma como este grupo de ódio protesta em enterros de soldados americanos, desrespeitando a família dessas pessoas, e o líder vagabundo dizendo que ao invés de 200 mil soldados mortos, ele espera que sejam 200 milhões. 

Este documentário serve para abrir os olhos de toda a comunidade LGBT, e, principalmente, dos que vivem alheios ao preconceito extremo que existe no mundo, e mostra que cada vez mais precisamos lutar e lutar sempre, que a guerra não está vencida e não podemos nos acomodar! 

Por outro lado, o filme mostra uma entrevista com dois filhos da família Phelps, que decidiram sair de casa por não concordarem com os ensinamentos do pai. Mostra a opinião de outro pastor, que se diz indignado com a forma odiosa que Fred Phelps dissemina a palavra de Deus, e aplica uma interessante explicação a respeito das passagens bíblicas em referência ao homossexualismo. 

Independente de acreditar ou não em Deus ou na Bíblia, o documentário mostra bem o ódio e o retrocesso de alguns setores da comunidade americana e que serve de exemplo para o mundo inteiro. O filme (em inglês) pode ser visto completo no YouTube

Assista ao trailer:

Conselho dos Direitos Humanos condena homofobia e afirma que LGBT’s tëm os mesmos direitos que todos. Hillary Clinton se destaca. Resposta

Hillary Clinton: Destaque na comunidade LGBT mundial
O Conselho dos Direitos Humanos, representado por 85 países de todas as regiões do mundo, condenou veementemente a violência contra pessoas LGBT e afirmou ontem, durante a reunião anual em Genebra, que os direitos humanos se aplicam a toda população de gays e lésbicas. O Conselho reiterou a condenação da violência perpetrada contra as pessoas LGBT na mesma semana em que o Parlamento de Uganda está debatendo o projeto de lei que prevê a condenação mortal para os gays do país.

Liderados pelos Estados Unidos, Colômbia e Eslovénia, o forte apoio do Conselho de afirmar os direitos humanos das pessoas LGBT cresceu em 30 países (desde a votação em 2006), com o apoio crescente da Ásia, América Latina e Europa Oriental, incluindo a Federação Russa e os seis países da ex-Iugoslávia, onde a violência flagrante foi cometido contra gays em Sarajevo e Belgrado.
Na noite passada, a secretária de Estado Hillary Clinton emitiu uma declaração de apoio:
– Hoje, 85 países de todas as regiões do mundo se uniram em um momento histórico para afirmar claramente que os direitos humanos valem para todos, não importa quem são ou quem eles amam.
Clinton reiterou a afirmação que ela deu no mês do orgulho gay do ano passado, de que ¨os direitos dos homossexuais são direitos humanos e os direitos humanos são os direitos dos homossexuais¨, e completou: 
– Continuaremos a promover os direitos humanos ao redor do mundo para todas as pessoas que são marginalizadas e discriminadas por causa da orientação sexual ou identidade de gênero. E não vamos descansar até que cada homem, mulher e criança seja capaz de viver seu potencial livre de perseguição ou discriminação de qualquer espécie. 
Ótimas palavras!
Enquanto Clinton intensificou claramente sua retórica e as iniciativas políticas a favor das mulheres e meninas durante as últimas semanas em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, ela se tornou uma campeã mundial pelos direitos LGBT como Secretária de Estado, tornando os passaportes dos EUA mais fáceis de se obter por transexuais, tomando medidas para proporcionar maiores benefícios aos funcionários do departamento estadual LGBT e suas famílias e através da formalização de relatórios de direitos humanos sobre a situação das pessoas LGBT no relatório do Departamento de Estado em matéria de direitos humanos anuais em todos os países do mundo. 
Que isso sirva de exemplo e apoio para os países que perseguem os homossexuais, em especial a Uganda, que neste momento debate o projeto de lei que visa matar os homossexuais do país e prender heterossexuais que conheçam homossexuais e não denunciam.

Apple retira aplicativo que prometia a ¨cura¨ dos homossexuais Resposta

A empresa Apple retirou da loja digital iTunes e do iPhone, o aplicativo que prometia a cura dos homossexuais. Depois de uma petição online que conseguiu cerca de 150 mil assinaturas, o aplicativo criado pela organização Exodus International foi, finalmente, retirado. 

O aplicativo prometia a ¨cura¨ dos homossexuais, e causou um problema mundial com as afirmações anti-homossexuais. Mesmo tendo sido lançado desde od ia 15 de fevereiro, apenas na última semana a polêmica veio à público. 
A empresa Exodus International se auto denomina como ¨o maior ministério do mundo para os que lutam contra a atração não desejada pelo mesmo sexo¨ e tem atraído uma grande atenção de ativistas pelos direitos dos gays e do público em geral depois que esse aplicativo autorizado pela Apple, denominado como ¨algo criado para incentivar, educar e equipar o corpo de Cristo, para abordar a questão da homossexualidade com graça e verdade¨, foi classificado como um conteúdo censurável. 
Um porta-voz da Apple confirmou a remoção do aplicativo Exodus International, por motivo de ¨violação das diretrizes criadores por ser ofensivo para grandes grupos de pessoas¨. 
Já era hora.

Em entrevista para o Google, Lady Gaga critica a censura na Malásia. Confira na íntegra: Resposta

Lady Gaga criticou as estações de rádio da Malásia depois que proibiram o seu single ¨Born This Way¨.


O single, que apresenta letras como ¨’não importa gay, hetero ou bi, lésbicas, vida trangênera, eu estou no caminho certo, baby¨, foi editado em estações de rádio da Malásia.

Em uma entrevista para o Google, a cantora disse que os donos das rádio da Malásia estavam promovendo a homossexualidade. Ela disse: 

– Obviamente não concordo com isso, caso contrário eu não teria colocado ssas palavras na música. Todos os jovens da Malásia que querem que essas palavras sejam tocadas no rádio, tem que fazer com que suas vozes sejam ouvidas . Vocês deve fazer tudo o que vocês podem, se quiserem se libertar dessa sociedade. 


Leia também: Música de Lady Gaga a favor dos gays é censurada na Malásia
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Lady Gaga também disse que recebeu vários pedidos de emissoras de tv, pedindo que ela editasse algumas partes do seu videoclipe, o que a cantora sempre mandou dizer que não iria fazer.

Enquanto isso, Lady Gaga se tornou a primeiro cantora da história a atingir mais de 20 milhões de vendas de singles digitais. 

Confira a entrevista para o Google na íntegra (em inglês) :