Roberta Close parece despeitada e amargurada Resposta

A ex-modelo Roberta Close deve ser respeitada, afinal é a primeira trasexual a ter notoriedade no Brasil. O país acompanhou a sua trajetória com muito carinho, mas o tempo passou , ela continua linda, mas o seu humor parece de uma senhora rabugenta. No início do ano, ela se recusou a falar sobre Ariadna, a transexual mais famosa do Brasil e ex-participante do Big Brother Brasil. Agora, Close – talvez com medo dos holofotes estarem voltados para Ariadna, deixou um baile de carnaval, após encontro com Ariadna.
A saia-justa aconteceu durante o Baile de Gala da cerveja Devassa, no Cais do Porto, Rio de Janeiro. Muita gente famosa circulo por lá. Modelos, atores, socialites e fashionistas. Roberta se incomodou com a presença de Ariadna apenas.
Assim que Ariadna entrou no espaço reservado aos convidados, Roberta pegou sua bolsa e saiu. Ela ainda tentou negociar com alguns produtores sua permanência em outras áreas da festa, explicando que não queria mais curtir a noite no camarote. Ela teria alegado que o espaço estava pequeno demais para o número de pessoas presentes.
Na chegada, Roberta Close fez a linha diva e não falou com a imprensa, só fez caras e bocas. Já Ariadna, atraiu a atenção de todos, ao entrar usando um vestido de renda francesa, avaliado em R$7 mil, confeccionado especialmente para a ocasião. Ariadna esbanjou simpatia.
Não satisfeita com o papelão, Roberta Close ainda resolveu fazer críticas ao comportamento da Ariadna dentro do BBB:
“A garota do BBB foi tirada do programa não por ser transexual, mas por causa do estilo dela. O brasileiro está acostumado com Rogéria e Roberta Close, ou seja, existe algo mais belo e sofisticado”. Roberta ainda disse que no momento não está fazendo nada, pois não recebe convite.
Ariadna, ao ser questionada sobre as críticas da Roberta, disse o seguinte:
“Gente, eu não acho nada da Close. Deixa ela falar o que ela quer. Não se esqueçam de que temos que respeitar os mais velhos”.
Roberta Close perdeu a grande oportunidade de continuar calada. Se é pra falar bobagem, melhor se calar. Com bem disse Lea T, diferente do que Rogéria já disse em outras entrevistas, não é fácil ser transgênero.
Se já existe tanto preconceito, por que não se unir? Se Roberta estivesse bem com ela própria, estaria feliz em ver o sucesso de outra transexual. É mais visibilidade. E outra, Roberta deveria lutar pela diversidade. No mundo LGBT, sempre teve espaço para o escracho. O que não é o caso de Ariadna.
Sempre vi Roberta Close Com bons olhos, por isso estranho tais declarações que parecem de uma mulher despeitada e amargurada.

Edmundo: "Gay ou não, vou amar meu filho" Resposta

O ex-jogador Edmundo foi assistir aos desfiles das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro e, claro, foi abordado por jornalistas a respeito de seu relacionamento com Alexandre Mortágua, filho dele com a ex-modelo Cristina Mortágua. Edmundo disse que, independente da orientação sexual, ama seu filho de maneira incondicional:
“Gay ou não, ele é meu filho e vou amá-lo incondicionalmente”.
O ex-jogador, que nos áureos tempos tinha o singelo apelido de “Animal”, por conta de sua agressividade dentro e fora de campo, disse que assumiria a guarda do filho:
“Meu filho ficou oito anos morando no Japão. Sempre que ele voltava ao Brasil não conseguia abertura para me aproximar, a mãe dele inventava viagens. Por diversas vezes tentei pegá-lo para criar, mas não consegui realizar essa vontade”.
Edmundo disse que, para não conviver com Cristina Mortágua, se afastou do filho. Desde que Cristina foi presa, acusada de agressão a uma delegada – a ex-modelo foi até a delegacia após o filho ter feito uma denúncia de agressão contra ela -, o jogador contou que tem falado, mais com o jovem: “Nós nos falamos mais vezes que naturalmente”.
Edmundo diz que sente falta de não ter convivido mais com Alexandre: “O que me deixa triste é não ter convivido com Alexandre como convivi com os outros (filhos)”. Ainda está em tempo!
Bacana a declaração do Edmundo. Tomara que ele e Alexandre se entendam.

Após agredir casal gay, casal heterossexual é preso em Florianópolis Resposta

Um casal gay foi agredido com golpes de facão e chineladas por um homem e uma mulher na Lagoa da Conceição, bairro de Florianópolis (SC). A reportagem do “Diário Catarinense” não dá o nome de ninguém. As agressões ocorreu na manhã de segunda-feira (07/03) e resultaram na prisão dos agressores.
As vítimas contaram à polícia que a vioência ocorreu por volta das 11h45min, depois que eles saíram de uma festa no bairro do Leste da Ilha de Santa Catarina. Aos gritos de “vocês são contra Deus” e “morte aos veados”, os suspeitos, um casal heterossexual.
Os agressores foram contidos por seguranças de um estabelecimento até a chegada de Polícia Militar. Depois foram encaminhados à 10ª DP e detidos pelo crime de homofobia.

Ministra afirma que aplicar Lei Maria da Penha para proteger gays não é adequado Resposta

A ministra da Secretaria de Política para as Mulheres, Iriny Lopes, criticou juízes que aplicam a Lei Maria da Penha para proteger homens. No dia 25/02, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) aplicou a Lei Maria da Penha para relação homossexual masculina. Ela foi relatora da lei na Câmara dos Deputados.
“A lei é clara, trata de gênero. Não importa se é casada, namorada, irmã, filha. E não sou contra a aplicação para homens, mas nesses casos tem a legislação comum. A Lei Maria da Penha é para ser aplicada para proteger mulheres agredidas. Os homens são amparados pela legislação comum, o próprio Código Penal dá proteção a esses homens. Não ´´adequada a utilização para homens. O homem quando é agredido é por outra motivação que não o fato de ser homem. A mulher é agredida pelo fato de ela ser mulher”, afirmou Iriny em entrevista à repórter Mariana Oliveira, do portal G1.
Alto lá, ministra! Em primeiro lugar, baseado em quê a senhora diz que a mulher é agredida por ser mulher e o homem não é agredido por ser homem? E se for o caso – a repórter não perguntou – de uma mulher ser agredida por outra mulher? Um casal de lésbicas, por exemplo? E os casos em que há agressão entre um casal gay?
Desde a criação da Lei Maria da Penha, há cinco anos, diversos juízes já aplicaram medidas protetivas para homens. A proteção dos homens, não é consensual no Judiciário. A Lei Maria da Penha ainda é alvo de discussões, como, por exemplo, se o texto é constitucional por diferenciar homens de mulheres, se o processo deve terminar caso a mulher desista da queixa ou se a lei deve ser aplicada em relações casuais.
Para tentar reduzir parte dessas controvérsias, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu durante sua gestão que o Supremo Tribunal Federal (STF) declares a constitucionalidade da Lei Maria da Penha. O caso está com o ministro Marco Aurélio Mello e não tem previsão para julgamento.
Eu concordo que haja uma lei para proteger as mulheres de agressões. Nós sabemos que duas mulheres são vítimas de violência doméstica a cada cinco minutos no Brasil. Acontece que não temos dados a respeito da violência contra lésbicas, gays e transgêneros em território nacional. Então, defender que uma lei exclua uma parcela da população é contraditório e pode, inclusive, estimular a violência.

Carnaval de Salvador registra 80 casos de racismo, violência contra a mulher e homofobia Resposta

O carnaval de Salvador (BA) registrou 80 casos de racismo, violência contra a mulher e homofobia em seus circuitos entre quinta-feira e domingo. A informação foi divulgada pelo Observatório da Discriminação Racial, da Violência contra a Mulher e LGBT (lésbica, gay, bissexual e transgênero).
Desde o início da folia, a equipe da Secretaria Municipal da Reparação (Semur) em parceria com o Ministério Público (MP) do Estado da Bahia, Defensoria Pública e Delegacia Especial de Defesa à Mulher atende nas unidades instaladas nos circuitos da festa (Ladeira de São Bento, Estação da Lapa, Campo Grande e Ondina) com o propósito de registrar reclamações das vítimas de discriminação de raça, gênero e orientação sexual.
Destre os casos denunciados, constam agressões verbais e físicas sofridas por homosexuais, além de registros de recusa em contratações por conta da orientação sexual. Ao todos, foram três casos registrados até o fim da manhã de domingo. Os casos foram encaminhados à Defensoria e ao MP.
Além disso, oito agressões contra mulheres foram registrados – em cinco dos casos, as vítimas tiveram de procurar atendimento médico.
Sete vítimas de racismo registraram as agressões.