China: 32 mulheres foram presas por escreverem relatos eróticos em site gay Resposta

A polícia da China prendeu 32 mulheres por causa de escrita erótica em um site gay.

As mulheres, incluindo uma de 17 anos de idade, foram presas em Zhengzhou, capital da província de Henan. Eles teriam sido detidas por espalharem material obsceno.
A polícia disse que o site continha 80 mil contos eróticos e 600.000 membros registados. O dono do site teria dito que suas funcionárias eram mulheres jovens, comc erca de 20 anos e moradoras de cidades como Xangai, Guangzhou e Chongqing.
Em setembro do ano passado, relatórios apontam que 80 homens homossexuais foram detidos pela polícia em lugares próximos a Pequim. Eles eram, aparentemente, liberados depois de serem fotografados, apesar de pessoas alegarem que tiveram suas impressões digitais recolhidas e tiveramq ue fazer exames de sangue. 
A China só descriminalizou a homossexualidade em 1997 e era vista como uma doença mental até 2001.

Canadá inclui gays e lésbicas em guia de cidadania Resposta

Guia da cidadania canadense cita os homossexuais
O Canadá passou a mencionar os gays e lésbicas em um guia oficial de estudo da cidadania, conhecido como ¨Descubra o Canadá¨. 


De acordo com o grupo LGBT, Egale, o novo trecho diz: ¨a diversidade do Canadá inclui cidadãos gays e lésbicas, que gozam da proteção integral e do tratamento igual perante a lei, incluindo o acesso ao casamento civil.¨

Egale criticou o guia por não fazer nenhuma menção aos transexuais, e pediu que o Parlamento aprove a pendência na lei e acrescente ¨identidade de gênero¨ e ¨expressão de gênero¨ como fundamentos proibidos de discriminação no Ato de Direitos Humanos Canadense e acrescentar os ataques contra os transexuais na lista do Código Penal de crimes de ódio.

100 mil ativistas gays protestam contra aplicativo que promete a ¨cura dos homossexuais¨. Apple não toma providência Resposta

Mais de 100.000 pessoas já assinaram uma petição online pedindo para que a empresa Apple remova do iTunes, um aplicativo criado por uma organização cristã anti-gay. 

A organização Exodus International, que segundo o próprio site tem ministérios que ¨prestam apoio às pessoas que querem se recuperar de homossexualidade¨, lançou o aplicativo no dia 15 de fevereiro. 
O aplicativo tem boa classificação de aprovação da App Store da Apple, o que indica que a empresa (Apple) aprova o aplicativo conhecido como ¨cura dos gays¨ como um material que não tem nada de censurável. 
Não dividem da mesma opinião, os ativistas dos direitos gays. 
Em uma petição online (Change.com) criada sem fins lucrativos, os ativistas em defesa aos direitos LGBT’s dizem que discordam que o aplicativo não seja censurável. Segundo eles, a mensagem que a empresa Êxodus é odiosa e intolerante, quando oferecem a cura da homossexualidade através do poder de Jesus Cristo, e usam a desinformação, os estereótipos e as distorções da vida LGBT para recrutar clientes.
O aplicativo é como uma versão portátil do site da Exodus International. Tem um calendário de eventos, notícias, links para sites de mídia social e vídeos. Esses itens, como recursos correspondentes de seu site, refletem em mensagens anti-gays, em particular, a crença que a empresa tem de que alguém possa ser aconselhada para viver longe da homossexualidade. 
A organização disse em um blog, que pretende ampliar seu alcance com o aplicativo. 
Mesmo depois de 100 mil assinaturas na petição online exigindo a remoção do aplicativo e inúmeras queixas e avaliações negativas na própria página de download, a Apple ainda não tomou nenhuma providência em relação ao caso. Não é o qie aconteceu, por exemplo, com uma situação semelhante no ano passado, quando a Apple cancelou um aplicativo anti-gay criado por um grupo cristão, depois de receber uma petição com sete mil assinaturas pedindo a remoção. Na época, a Apple disse em um comunicado que eles removeram o aplicativo porque existia uma violação das orientações do criador
A Apple reagiu de maneira diferente a uma situação semelhante no ano passado. De acordo com a Pink News, a companhia fechou um aplicativo anti-gay criado por um grupo cristão depois de um mero 7.000 pessoas assinaram uma petição pedindo a remoção. 
Na época, a Apple disse em um comunicado que eles tinham removido o aplicativo porque o criador violava algumas orientações, classificando-o como ofensivo contra grandes grupos de pessoas.

Em livro, José Paulo Cavalcanti diz que Fernando Pessoa era gay Resposta

Conforme já informou na semana passada o Blog de Jamildo, o advogado e escritor José Paulo Cavalcanti Filho lança seu livro-biografia do escritor português Fernando Pessoa, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira. Na foto acima, o escritor com sua Lecticia, que vai estar presente ao evento.

A nova biografia revela as dúvidas e a sexualidade do poeta português. Segundo o biógrafo, Pessoa escondia sua homossexualidade e tinha vergonha do próprio corpo. No texto, o autor diz que o poeta tinha vergonha do pinto pequeno, enquanto escritores contemporâneos e próximos afirmavam que ele olhava para rapazes com outros olhos.
O material recolhido ao longo de sete anos de pesquisa faz parte de uma exposição que será aberta no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, quando a obra do advogado pernambucano de 62 anos apresenta o livro à sociedade nacional, especialmente aos escritórios da Academia Brasileira de Letras.
O livro tem 750 páginas e vai custar R$ 80, pela editora Record.
*Com informações do Blog de Jamildo

Absurdo! Uganda deve aprovar lei que permite morte aos homossexuais Resposta

David Kato: morto em Janeiro vítima de homofobia na Uganda
O Parlamento de Uganda vai se reunir esta semana para decidir se aprova a legislação anti-homossexual, muitas vezes referida como o projeto de lei ¨Morte aos Gays¨. 

A homossexualidade é ilegal na Uganda, e nos termos da legislação proposta, os gays poderão ser punidos com prisão perpétua ou a pena de morte para certos comportamento homossexuais. 
O projeto de lei também pode levar à pena de prisão de até três anos de qualquer um, incluindo as pessoas heterossexuais, que não denunciarem dentro de 24 horas a identidade de alguém que eles saibam que é lésbica, gay, bissexual ou transgênero, ou que defende os direitos humanos dos homossexuais. 
O projeto não avançou nos Assuntos Jurídicos e Comissão Parlamentar desde sua introdução em Outubro de 2009 e causou indignação internacional. Com o Parlamento já na sua sessão, o patrocinador David Bahati está trabalhando para transformar, finalmente, o projeto em lei ainda esta semana. 
Segundo o presidente da Comissão, Stephen Tashobya, a entidade vai realizar reuniões públicas sobre as disposições da lei e poderá aprovar a lei antes de maio. 
Em janeiro, o ativista gay de Uganda, David Kato, foi assassinado em sua casa perto de Kampala. Antes de seu assassinato, Kato lutava contra este projeto. Os ativistas dos direitos humanos dizem que a Uganda, com uma população de 31 milhões, tem cerca de 500 mil gays e lésbicas, e que a comunidade LGBT continua a viver com muito medo. 
Uganda é um dos mais de 35 países africanos que condenam a homossexualidade. Esta notícia é uma daquelas que me fazem chorar por saber que existe tanto ódio nas pessoas em relação aos homossexuais. Isso é um absurdo e as autoridades internacionais precisam fazer alguma coisa para impedir este crime. Muito triste hoje com essa notícia. 

Deputado evangélico confronta acusações de Jean Wyllys sobre a abertura da contabilidade das igrejas que recebem dízimo 1

Deputado Marco Feliciano (Foto: Reprodução)
O palco está armado. Por um lado, fanáticos religiosos tentam de tudo para impedir que os homossexuais tenham os mesmos direitos que os heterossexuais na sociedade. Em atos descarados de preconceito, estes políticos que usam o nome de Deus para governar um país, como se toda a população acreditasse em um Deus, lutam para impedir os avanços já conquistados pelos homossexuais. Do outro a bancada dos simpatizantes às causas gays, que acreditam que as leis são para todos, que não é correto usar de opiniões pessoais para governar um país e que os gays merecem os mesmos direitos e o mesmo respeito na sociedade que os heterossexuais.

Com base nesta trama, o deputado Marco Feliciano, respondeu às afirmações de Jean Wyllys (mesmo sem citar nomes), sobre as indagações a respeito da imunidade fiscal das igrejas evangélicas que recebem dízimos. Conforme alguns políticos religiosos estão tentando derrubar a portaria do Ministério da Fazenda que permite a partir deste ano casais homossexuais de união estável de fazerem a declaração conjunta do imposto de renda, alegando que a permissão é uma excessão e que faz dos homossexuais pessoas especiais, o que é ilegal na Constituição, Jean Wyllys promete usar do mesmo argumento e questionar o motivo das igrejas não prestarem contas à sociedade, coisa que todos os partidos políticos fazem.
O deputado Marco Feliciano falou em sessão na Câmara Federal sobre essa questão das igrejas e convidou Jean Wyllys para um debate de idéias. Confira o discurso: 
É com grande satisfação que uso desta tribuna, neste momento, para manifestar minha preocupação com atitudes e posições de colegas que dizem representantes de minorias e tentam inverter valores, visando instalar uma ditadura de minorias nesta Casa, em contraponto com a grande maioria de deputados representantes de grupos de pessoas que prezam pelos bons costumes, não se reduzindo a apenas Deputados da Frente Evangélica.
Quando o assunto passa para questionamento da prestação de contas das igrejas, o nobre deputado envereda pelo campo do confronto, demonstrando vontade de atuar em todas as direções, falta de abstração intelectual para apresentar motivos mais substanciais para justificar sua lide e aconselho o nobre colega a verificar na internet, a prestação de contas de todas as igrejas, pois possuem um corpo de administração, com tesouraria e relatório de prestação de contas. Muitas com trabalho social tão relevantes, tirando drogados das ruas e amparado órfãos e idosos, muitas vezes as despesas superando em muito, as receitas.
Sabemos que a mídia sempre dá destaque para posições polêmicas. Entendemos e respeitamos, mas não estamos aqui para municiar debates midiáticos e sim, para bem representar os milhões e milhões de brasileiros que professam uma fé calcada no que Ensina o Livro Sagrado – Uma família é constituída por pai, mãe e filhos – base para qualquer sociedade se desenvolver no trabalho, na educação e ser feliz. Esse é o objetivo de quem foi constituído pelo povo para representá-lo nesta Casa de Leis.
Graças à Deus, esta Casa é um parlamento democrático e convido o nobre colega para um debate de idéias, sem preconceitos e para que possamos como gente civilizada e hoje, na posição de legisladores, podermos encontrar um caminho para o bem comum, com respeito à posição individual de cada um, desde que não intencionemos fazer com que, por causa da impressão que se quer dar, de fragilidade de determinados grupos, venhamos a renunciar a valores inegociáveis de nosso caráter e formação.