Dilma diz que governo não vai fazer propaganda de ¨opção sexual¨ Resposta

Durante uma cerimônia em que assinou termos de compromisso para a construção de 138 cheches, a presidenta Dilma Rousseff comentou sobre o veto que deu ao kit anti-homofobia nas escolas. Segundo ela, ¨não vai ser permitido para nenhum órgão do governo fazer propaganda de opções sexuais¨. 

Primeiro que quando ela diz ¨propaganda¨, o que vem à minha cabeça automaticamente é que serão exibidos filmes e distribuídos panfletos com mensagens do tipo: ¨Seja você também homossexual, é legal e está na moda¨. E outra coisa que precisa ser explicado para a presidenta, é que não existe a questão da OPÇÃO SEXUAL. Acho que falta a ela umas aulas de como se referir a temas como esse, para não fazer feio. Ninguém escolhe ser gay, e não venham com esse papo de que isso existe, porque não entra na minha cabeça. O termo correto é ORIENTAÇÃO SEXUAL, senhora presidenta.
Dilma também disse que o governo não pode interferir na vida privada das pessoas, mas sim, fazer uma educação de que é necessário respeitar a diferença. Eu acho que o mais importante é o governo ter um projeto de combate à homofobia. Não é questão de influenciar a vida privada das pessoas, porque essa existe dentro de casa. A escola não é um lugar privado, é um lugar público, onde existe quase uma sociedade em que pessoas convivem juntas dentro de uma hierarquia.
O papel de projetos como o kit anti-homofobia é coinscientizar as pessoas de que homofobia, mesmo que não tenha lei para isso, é um crime. E que cometer algo contra qualquer pessoa por ela ter uma orientação sexual diferente, não é propagar a homossexualidade. O papel desse projeto é impedir que os jovens, que na maioria das vezes não recebem a educação correta dentro de casa, de cometerem o famoso bullying e de atacar os gays na escola. Algo que seria de extrema importância para os professores e funcionários das instituições, que muitas vezes, também não sabem como lidar com as diferenças.
O que muitos viam como algo promissor o fato de termos uma PRESIDENTA, como Dilma mesmo gosta de enfatizar, que poderia lutar mais pelas diferenças, agora fica a dúvida: será mesmo? No momento em que se troca o amor e o respeito pela corrupção, é hora de repensarmos o nosso conceito de moral.

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