Pai e filho são agredidos por grupo depois de serem confundidos com casal gay Resposta

O cúmulo do preconceito fez mais vítimas inocentes em decorrência do ódio de grupos homofóbicos. Um homem de 42 anos e seu filho de 18 anos, que tinham acabado de sair de um show no município de São João da Boa Vista, em São Paulo, foram atacados brutalmente por um grupo de sete jovens por estarem abraçados. Ele chegou a perder parte de sua orelha por causa da agressão.


Segundo ele, que não quis se identificar, o ataque aconteceu no local que acontece a Exposição Agropecuária Industrial e Comercial (EAPIC). Por estar abraçado com o filho, o grupo pensou que os dois fossem namorados por estarem abraçados. Eles questionaram se eles eram gays, mas o homem, que não quis se identificar, tentou explicar que o rapaz era seu filho, e o grupo mesmo depois de iniciar uma discussão, se afastou.

Porém, cinco minutos depois eles voltaram, e começaram em um ato covarde, atacar os dois. O homem disse que levou um soco e desmaiou, e quando acordou as pessoas disseram que ele estava sem a orelha.

O homem e o jovem foram levados para a Santa Casa, atendidos e liberados. O filho teve apenas ferimentos leves.

O delegado do 1º Distrito da Polícia Civil, Fernando Zucarelli, disse que foi aberto um inquérito e agora estão tentando identificar os agressores. Além de agressão, o grupo que atacou pai e filho podem responder por discriminação, mesmo a homofobia não sendo crime.

A organização da EAPIC disse que haviam 150 seguranças e policiais militares no evento, e que vão colaborar com as investigações.

Uma coisa é certa: esses covardes nunca agem sozinhos, porque não se garantem. Precisam atacas em bandos, porque não são homens o suficiente de arrumarem brigas sozinhos. COVARDES!

Absurdo! Jovem é proibido de doar sangue por ¨parecer gay¨, mesmo não sendo Resposta

Aaron Pace
Um homem de Indiana, nos Estados Unidos, disse que um centro de doação de sangue rejeitou ele como doador, porque ele parecia ser gay – ainda que ele não seja. 

Aaron Pace, 22, recentemente visitou o Bio-Sangue Components Inc., em Gary, que paga até 40 dólares para doações de sangue e plasma. Mas ele disse que durante o processo de entrevista, falaram que ele não poderia doar sangue, porque parecia ser gay. 

Embora Pace é ¨assumidamente e visivelmente afeminado¨, segundo a publicação ¨Chicago Sun Times¨, ele diz que é hetero. 

– Não é certo que os mendigos possam doar sangue, mas os homossexuais não podem. E eu não sou homossexual. 

Mesmo que o banco de sangue esteja envolvido em uma prática discriminatória, estaria apenas seguindo a lei, rejeitando Pace se ele fosse gay. Em 1983, em meio ao pânico inicial sobre a AIDS, a Food and Drug Administration proibiu todos os homens que tiveram sexo com outros homens desde 1977 de doarem sangue. 

Naquela época, não existia um exame eficaz que identificasse o vírus HIV. Hoje em dia, todo o sangue doado é testado para HIV e outras doenças infecciosas antes de ser dado aos hospitais. E um estudo recente concluiu que a proibição aos gays custa aos hospitais 219.000 litros de sangue a cada ano. 

E ainda, no ano passado, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos decidiu manter a política – apesar de um comitê da FDA sugerir que seria melhor para desenvolver um sistema de triagem com base no comportamento individual, não características gerais, como a sexualidade. 

Curt Ellis, ex-diretor do Projeto Aliveness da Indiana, um grupo de educaçãodo sobre o HIV, disse que a proibição foi ¨injusta, escandalosa e simplesmente estúpida.¨ Com razão. 

Quanto a Pace, ele ainda está revoltado por ter sido rejeitado: 

– Fui humilhado e envergonhado. Não sou gay, não que isso seja algo de errado, mas não sou! 

Absurdo!

Internautas criam evento ¨Orgia Gay na casa de Bolsonaro¨ e deputado diz que tomará providências 1

(Foto:Reprodução)
Este pode ser considerado o evento do ano! Internautas usuários do Facebook lançaram um evento chamado ¨Orgia Gay na casa do Bolsonaro¨, que está maracdo para acontecer no dia 31 de Julho e já tem mais de oito mil pessoas confirmadas.

No ¨convite¨, pessoas comentam sobre as atitudes homofóbicas do deputado, que não mede esforços para atacar a comunidade LGBT e fez de tudo para impedir que o kit anti-homofobia fosse distribuídos para jovens acima dos 14 anos nas escolas, afim de exterminar a homofobia. Ele também é famoso pelas pérolas que solta em entrevistas e discursos, associando, por exemplo, gays à pedofilos.

No texto do convite, os usuários pedem que toda vez que o deputado Jair Bolsonaro der uma entrevista, falar na Câmara ou tirar alguma foto para o jornal, que as pessoas levantem a bandeira colorida, se beijem e demonstrem amor ao próximo, em uma tentativa de perseguir Bolsonaro.

Em uma entrevista para o site Exame.com, o deputado diz que isso não o intimida:

– Estas pessoas não têm respeito, nem moral, nem ética, elas estão surtando. A internet aceita tudo. Se eu for dar bola para tudo isto, estou perdido. Não vou recuar da minha vida e das minhas posições por causa disso. Se eles acham que vou, estão enganados.

Ele também citou que vai tomar providências contra o autor do convite:

– Isto não é uma brincadeira. Brincadeira é chamar alguém de ‘boiola’ tomando um chope. Quando o cara fala que vai até a minha casa, a coisa muda de figura.

E aí, você vai comparecer na festinha?

Escrivã religiosa de Nova York se demite para não realizar casamento entre pessoas do mesmo sexo Resposta

Laura Fotusky: ¨Tive que escolher
entre meu trabalho e meu Deus¨
Uma escrivã do interior de Nova York se demitiu do seu posto ao invés de conceder licenças de casamento para casais do mesmo sexo. Laura Fotusky, secretária da cidade de Barker, disse em entrevista que ¨teve que escolher entre o seu trabalho e seu Deus.¨

Fotusky, uma mulher de 56 anos, é uma republicana que foi eleita duas vezes na cidade que fica a 10 quilôemtros de Binghamton, com uma população de cerca de 2.700 pessoas. 

Ela postou a sua carta de demissão no site do ¨New Yorkers for Constitutional Freedoms¨ , um grupo que se auto define como ¨responsável por influenciar a legislação e legisladores para o Senhor Jesus Cristo.¨

A renúncia de Fotusky será oficializada no dia 21 de julho, três dias antes do casamento gay legal entrar em vigor em Nova York. Ela disse que ainda não tem planos depois que deixar seu escritório, que pagou cerca de 24 mil dólares pelo ano passado: 

– Eu não sei o que vai acontecer a seguir. Eu só sabia que eu precisava obedecer a Deus.

Ela não será a primeira a agir dessa maneira. No mês passado, Barbara MacEwen, secretária municipal de Volney, em Nova York, disse que ela estava determinada a não conceder qualquer licença de casamento gay. 

Em sua carta de demissão, Fotusky citou a Bíblia e disse que ¨A Bíblia ensina claramente que Deus criou o casamento entre homem e mulher como um dom divino que preserva as famílias e culturas. Desde que eu o amo e sigo, não posso colocar minha assinatura em algo que é contra Deus.¨

Saúde contempla 37 projetos de prevenção às DST, aids e hepatites virais Resposta

Na perspectiva do direito à saúde, a medida visa combater a vulnerabilidade da comunidade LGBT a essas doenças em decorrência do estigma e preconceito.

As ações de prevenção das DST, aids e hepatites virais realizadas durante as mobilizações do orgulho gay deste ano no Brasil vão contar com R$ 1,3 milhão. O recurso será repassado a 37 instituições selecionadas por meio de edital público para desenvolver atividades de promoção à saúde de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). O resultado da seleção, divulgado esta semana, tem por objetivo também estimular a realização de teste e diagnósitco precoce para o HIV e hepatites virais. Cada proposta contemplada receberá até R$ 25 mil.

Das propostas aprovadas na chamada, 20 são de cidades do interior do país. As outras 17 saíram para instituições de capitais. Minas Gerais lidera o ranking dos estados com sete instituições aprovadas, seguida da Bahia, com quatro. São Paulo e Maranhão tiveram três ações selecionadas, cada.

Segundo a divisão por macrorregiões, o Nordeste está em primeiro lugar, com 15 projetos. O Sudeste está em segundo lugar, com 13 ações aprovadas. Norte, Sul e Centro-Oeste têm o mesmo quantitativo selecionados, três. Em números percentuais, as regiões Norte, Centro-Oeste e Sul detiveram, cada uma delas 8,11%, Sudeste (35,14%) e Nordeste (40,54%). Os projetos contemplados terão acompanhamento das Coordenações de DST, Aids e Hepatites Virais dos respectivos estados e municípios.

Na perspectiva do direito à saúde, a medida visa combater a vulnerabilidade da comunidade LGBT a essas doenças em decorrência do estigma e preconceito. “Desde o início do enfrentamento do HIV/aids, em nosso país, a carga de discriminação imposta especialmente a gays, travestis e transexuais tornou-se um grande desafio a ser superado para que medidas preventivas e de cuidados pudessem ser adotadas”, observa o diretor-adjunto do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Eduardo Barbosa.

Apoiar iniciativas de promoção à saúde, principalmente nesses grupos, entre os quais a epidemia ainda hoje apresenta grande concentração (de cada 100 mil pessoas, 19,4 têm aids; de cada 100 mil gays, 226,5 têm a doença) é mais um passo para o alcance dessas populações. Na política de enfrentamento das DST, aids e hepatites virais, as parcerias entre as organizações sociais e o governo são fundamentais para a ampliação do acesso e ações efetivas que gerem confiança e adesão da população às ações de prevenção, diagnóstico e tratamento desses agravos.

A garantia dos direitos humanos das pessoas vivendo com aids e dos grupos em situações mais vulneráveis ao HIV – principalmente profissionais do sexo, usuários de drogas, gays e HSH (homens que fazem sexo com homens), travestis e transexuais – sempre estiveram na pauta do governo e cada vez mais fazem parte do conjunto de ações implementados no Sistema Único de Saúde (SUS).

*Com informações do Correio do Estado.

Insensato Coração: Homofóbico vira ativista na reta final da novela Resposta

Cassio Gabus Mendes (Foto: Reprodução)
Na reta final de Insensato Coração, muitas novidades aparecem sobre o desfecho de alguns personagens. Com uma enorme abordagem do mundo gay na novela, um dos personagens que mais causa desconforto em algumas pessoas é Kléber, vivido po Cassio Gabus Mendes. 

Na trama, o jornalista é um homofóbico assumido e já foi motivo de vários momentos tensos de homofobia criados por ele. Acontece que essa imagem deve mudar logo. 

Depois que um jovem ser brutalmente assassinado por um grupo de pitiboys, ele vai começar a investigar as causas do crime. Ele vai se envolver bastante com as investigações, usando o mesmo blog que tinha para denunciar as armações do banqueiro Cortez, vivido por Herson Capri, e depois que descobrir que os motivos da morte se deram justamente porque o jovem era gay, Kléber vai passar a ser um ativista e lutar pelos direitos dos homossexuais. 

Achei uma boa idéia. 

O que você achou do desfecho de Kléber?