Pai e filho são agredidos por grupo depois de serem confundidos com casal gay Resposta

O cúmulo do preconceito fez mais vítimas inocentes em decorrência do ódio de grupos homofóbicos. Um homem de 42 anos e seu filho de 18 anos, que tinham acabado de sair de um show no município de São João da Boa Vista, em São Paulo, foram atacados brutalmente por um grupo de sete jovens por estarem abraçados. Ele chegou a perder parte de sua orelha por causa da agressão.


Segundo ele, que não quis se identificar, o ataque aconteceu no local que acontece a Exposição Agropecuária Industrial e Comercial (EAPIC). Por estar abraçado com o filho, o grupo pensou que os dois fossem namorados por estarem abraçados. Eles questionaram se eles eram gays, mas o homem, que não quis se identificar, tentou explicar que o rapaz era seu filho, e o grupo mesmo depois de iniciar uma discussão, se afastou.

Porém, cinco minutos depois eles voltaram, e começaram em um ato covarde, atacar os dois. O homem disse que levou um soco e desmaiou, e quando acordou as pessoas disseram que ele estava sem a orelha.

O homem e o jovem foram levados para a Santa Casa, atendidos e liberados. O filho teve apenas ferimentos leves.

O delegado do 1º Distrito da Polícia Civil, Fernando Zucarelli, disse que foi aberto um inquérito e agora estão tentando identificar os agressores. Além de agressão, o grupo que atacou pai e filho podem responder por discriminação, mesmo a homofobia não sendo crime.

A organização da EAPIC disse que haviam 150 seguranças e policiais militares no evento, e que vão colaborar com as investigações.

Uma coisa é certa: esses covardes nunca agem sozinhos, porque não se garantem. Precisam atacas em bandos, porque não são homens o suficiente de arrumarem brigas sozinhos. COVARDES!

Absurdo! Jovem é proibido de doar sangue por ¨parecer gay¨, mesmo não sendo Resposta

Aaron Pace
Um homem de Indiana, nos Estados Unidos, disse que um centro de doação de sangue rejeitou ele como doador, porque ele parecia ser gay – ainda que ele não seja. 

Aaron Pace, 22, recentemente visitou o Bio-Sangue Components Inc., em Gary, que paga até 40 dólares para doações de sangue e plasma. Mas ele disse que durante o processo de entrevista, falaram que ele não poderia doar sangue, porque parecia ser gay. 

Embora Pace é ¨assumidamente e visivelmente afeminado¨, segundo a publicação ¨Chicago Sun Times¨, ele diz que é hetero. 

– Não é certo que os mendigos possam doar sangue, mas os homossexuais não podem. E eu não sou homossexual. 

Mesmo que o banco de sangue esteja envolvido em uma prática discriminatória, estaria apenas seguindo a lei, rejeitando Pace se ele fosse gay. Em 1983, em meio ao pânico inicial sobre a AIDS, a Food and Drug Administration proibiu todos os homens que tiveram sexo com outros homens desde 1977 de doarem sangue. 

Naquela época, não existia um exame eficaz que identificasse o vírus HIV. Hoje em dia, todo o sangue doado é testado para HIV e outras doenças infecciosas antes de ser dado aos hospitais. E um estudo recente concluiu que a proibição aos gays custa aos hospitais 219.000 litros de sangue a cada ano. 

E ainda, no ano passado, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos decidiu manter a política – apesar de um comitê da FDA sugerir que seria melhor para desenvolver um sistema de triagem com base no comportamento individual, não características gerais, como a sexualidade. 

Curt Ellis, ex-diretor do Projeto Aliveness da Indiana, um grupo de educaçãodo sobre o HIV, disse que a proibição foi ¨injusta, escandalosa e simplesmente estúpida.¨ Com razão. 

Quanto a Pace, ele ainda está revoltado por ter sido rejeitado: 

– Fui humilhado e envergonhado. Não sou gay, não que isso seja algo de errado, mas não sou! 

Absurdo!

Internautas criam evento ¨Orgia Gay na casa de Bolsonaro¨ e deputado diz que tomará providências 1

(Foto:Reprodução)
Este pode ser considerado o evento do ano! Internautas usuários do Facebook lançaram um evento chamado ¨Orgia Gay na casa do Bolsonaro¨, que está maracdo para acontecer no dia 31 de Julho e já tem mais de oito mil pessoas confirmadas.

No ¨convite¨, pessoas comentam sobre as atitudes homofóbicas do deputado, que não mede esforços para atacar a comunidade LGBT e fez de tudo para impedir que o kit anti-homofobia fosse distribuídos para jovens acima dos 14 anos nas escolas, afim de exterminar a homofobia. Ele também é famoso pelas pérolas que solta em entrevistas e discursos, associando, por exemplo, gays à pedofilos.

No texto do convite, os usuários pedem que toda vez que o deputado Jair Bolsonaro der uma entrevista, falar na Câmara ou tirar alguma foto para o jornal, que as pessoas levantem a bandeira colorida, se beijem e demonstrem amor ao próximo, em uma tentativa de perseguir Bolsonaro.

Em uma entrevista para o site Exame.com, o deputado diz que isso não o intimida:

– Estas pessoas não têm respeito, nem moral, nem ética, elas estão surtando. A internet aceita tudo. Se eu for dar bola para tudo isto, estou perdido. Não vou recuar da minha vida e das minhas posições por causa disso. Se eles acham que vou, estão enganados.

Ele também citou que vai tomar providências contra o autor do convite:

– Isto não é uma brincadeira. Brincadeira é chamar alguém de ‘boiola’ tomando um chope. Quando o cara fala que vai até a minha casa, a coisa muda de figura.

E aí, você vai comparecer na festinha?

Escrivã religiosa de Nova York se demite para não realizar casamento entre pessoas do mesmo sexo Resposta

Laura Fotusky: ¨Tive que escolher
entre meu trabalho e meu Deus¨
Uma escrivã do interior de Nova York se demitiu do seu posto ao invés de conceder licenças de casamento para casais do mesmo sexo. Laura Fotusky, secretária da cidade de Barker, disse em entrevista que ¨teve que escolher entre o seu trabalho e seu Deus.¨

Fotusky, uma mulher de 56 anos, é uma republicana que foi eleita duas vezes na cidade que fica a 10 quilôemtros de Binghamton, com uma população de cerca de 2.700 pessoas. 

Ela postou a sua carta de demissão no site do ¨New Yorkers for Constitutional Freedoms¨ , um grupo que se auto define como ¨responsável por influenciar a legislação e legisladores para o Senhor Jesus Cristo.¨

A renúncia de Fotusky será oficializada no dia 21 de julho, três dias antes do casamento gay legal entrar em vigor em Nova York. Ela disse que ainda não tem planos depois que deixar seu escritório, que pagou cerca de 24 mil dólares pelo ano passado: 

– Eu não sei o que vai acontecer a seguir. Eu só sabia que eu precisava obedecer a Deus.

Ela não será a primeira a agir dessa maneira. No mês passado, Barbara MacEwen, secretária municipal de Volney, em Nova York, disse que ela estava determinada a não conceder qualquer licença de casamento gay. 

Em sua carta de demissão, Fotusky citou a Bíblia e disse que ¨A Bíblia ensina claramente que Deus criou o casamento entre homem e mulher como um dom divino que preserva as famílias e culturas. Desde que eu o amo e sigo, não posso colocar minha assinatura em algo que é contra Deus.¨

Saúde contempla 37 projetos de prevenção às DST, aids e hepatites virais Resposta

Na perspectiva do direito à saúde, a medida visa combater a vulnerabilidade da comunidade LGBT a essas doenças em decorrência do estigma e preconceito.

As ações de prevenção das DST, aids e hepatites virais realizadas durante as mobilizações do orgulho gay deste ano no Brasil vão contar com R$ 1,3 milhão. O recurso será repassado a 37 instituições selecionadas por meio de edital público para desenvolver atividades de promoção à saúde de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). O resultado da seleção, divulgado esta semana, tem por objetivo também estimular a realização de teste e diagnósitco precoce para o HIV e hepatites virais. Cada proposta contemplada receberá até R$ 25 mil.

Das propostas aprovadas na chamada, 20 são de cidades do interior do país. As outras 17 saíram para instituições de capitais. Minas Gerais lidera o ranking dos estados com sete instituições aprovadas, seguida da Bahia, com quatro. São Paulo e Maranhão tiveram três ações selecionadas, cada.

Segundo a divisão por macrorregiões, o Nordeste está em primeiro lugar, com 15 projetos. O Sudeste está em segundo lugar, com 13 ações aprovadas. Norte, Sul e Centro-Oeste têm o mesmo quantitativo selecionados, três. Em números percentuais, as regiões Norte, Centro-Oeste e Sul detiveram, cada uma delas 8,11%, Sudeste (35,14%) e Nordeste (40,54%). Os projetos contemplados terão acompanhamento das Coordenações de DST, Aids e Hepatites Virais dos respectivos estados e municípios.

Na perspectiva do direito à saúde, a medida visa combater a vulnerabilidade da comunidade LGBT a essas doenças em decorrência do estigma e preconceito. “Desde o início do enfrentamento do HIV/aids, em nosso país, a carga de discriminação imposta especialmente a gays, travestis e transexuais tornou-se um grande desafio a ser superado para que medidas preventivas e de cuidados pudessem ser adotadas”, observa o diretor-adjunto do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Eduardo Barbosa.

Apoiar iniciativas de promoção à saúde, principalmente nesses grupos, entre os quais a epidemia ainda hoje apresenta grande concentração (de cada 100 mil pessoas, 19,4 têm aids; de cada 100 mil gays, 226,5 têm a doença) é mais um passo para o alcance dessas populações. Na política de enfrentamento das DST, aids e hepatites virais, as parcerias entre as organizações sociais e o governo são fundamentais para a ampliação do acesso e ações efetivas que gerem confiança e adesão da população às ações de prevenção, diagnóstico e tratamento desses agravos.

A garantia dos direitos humanos das pessoas vivendo com aids e dos grupos em situações mais vulneráveis ao HIV – principalmente profissionais do sexo, usuários de drogas, gays e HSH (homens que fazem sexo com homens), travestis e transexuais – sempre estiveram na pauta do governo e cada vez mais fazem parte do conjunto de ações implementados no Sistema Único de Saúde (SUS).

*Com informações do Correio do Estado.

Insensato Coração: Homofóbico vira ativista na reta final da novela Resposta

Cassio Gabus Mendes (Foto: Reprodução)
Na reta final de Insensato Coração, muitas novidades aparecem sobre o desfecho de alguns personagens. Com uma enorme abordagem do mundo gay na novela, um dos personagens que mais causa desconforto em algumas pessoas é Kléber, vivido po Cassio Gabus Mendes. 

Na trama, o jornalista é um homofóbico assumido e já foi motivo de vários momentos tensos de homofobia criados por ele. Acontece que essa imagem deve mudar logo. 

Depois que um jovem ser brutalmente assassinado por um grupo de pitiboys, ele vai começar a investigar as causas do crime. Ele vai se envolver bastante com as investigações, usando o mesmo blog que tinha para denunciar as armações do banqueiro Cortez, vivido por Herson Capri, e depois que descobrir que os motivos da morte se deram justamente porque o jovem era gay, Kléber vai passar a ser um ativista e lutar pelos direitos dos homossexuais. 

Achei uma boa idéia. 

O que você achou do desfecho de Kléber?

Estudos apontam que remédios podem prevenir a infecção pelo HIV 1

Alguns remédios podem reduzir o risco de infecção do HIV para as pessoas cujo parceiro já está vivendo com o vírus. Isso de acordo com os resultados iniciais de uma nova pesquisa no Reino Unido, apesar de todos os detalhes ainda não terem sido publicados.


Cerca de 80.000 pessoas no Reino Unido estão vivendo com o HIV. Historicamente, os homens gays têm sido o grupo mais afetado, porém, mais de metade das novas infecções de HIV agora acontecem no sexo heterossexual.

O preservativo ajuda a deter a passagem do vírus HIV de pessoa para pessoa durante o sexo, mas apesar de preservativos funcionarem bem, eles não são 100 por cento eficazes. Os pesquisadores também têm olhando se medicamentos anti-retrovirais – os medicamentos usados ​​para tratar a infecção pelo HIV – podem impedir que alguém se contagie.

Um estudo de 2010 descobriu que as drogas anti-retrovirais reduzem o risco de infecção pelo HIV para homens gays em cerca de 44 por cento. Que compara com uma queda de 80 por cento no risco com preservativos.

Um novo estudo analisou 4.758 casais heterossexuais no Quênia e em Uganda, onde um dos parceiros já estava vivendo com HIV. Alguns dos parceiros não infectados receberam um comprimido diário contendo fármacos anti-retrovirais, para ver se isso os protegia contra a infecção.

Os novos estudos apontam que as pessoas que tomam medicamentos anti-retrovirais tiveram um menor risco de se infectar com HIV.

Os casais foram divididos em três grupos. Em um grupo, a pessoa HIV-negativo em cada casal foi tratada com o medicamento anti-retroviral tenofovir. No segundo grupo, a pessoa HIV-negativo foi tratada com uma combinação de tenofovir e um medicamento similar, chamado emtricitabina. As pessoas do terceiro grupo receberam comprimidos placebo, inativos.

Todos os casais no estudo receberam preservativos grátis, conselhos sobre sexo seguro, e testes e tratamento para infecções sexualmente transmissíveis.

Os resultados completos do estudo ainda não foram publicados, mas de acordo com um comunicado de imprensa, o tratamento reduz o risco de infecção por HIV em cerca de 60 ou 70 por cento.

Houveram 18 casos de infecção pelo HIV entre casais onde o parceiro HIV-negativo estava tomando um medicamento anti-retroviral (que funciona em cerca de 1,1 em cada 100 pessoas infectadas). Houveram também 13 novos casos de HIV no grupo sendo tratados com dois medicamentos (cerca de 0,8 em cada 100 pessoas). Surgiram 47 novos casos de HIV entre as pessoas que receberam comprimidos inativos, placebo (cerca de 3 em cada 100 pessoas). 


Os pesquisadores disseram que sérios efeitos colaterais não eram mais comuns com medicamentos anti-retrovirais do que com o placebo. No entanto, sabe-se que as drogas utilizadas no estudo podem causar efeitos colaterais, como problemas de estômago, lesões no fígado, colesterol alto, e a repartição dos ossos.

O estudo foi finalizado antes do tempo previsto. Não estava originalmente programado para que os resultados fossem liberados até final de 2012 ou início de 2013.

Em uma medida incomum, os resultados do estudo foram divulgados para a mídia, antes de ser apresentado em uma conferência científica ou publicados em um jornal. Isso significa que não se pode olhar em detalhe o estudo e ver se ele foi feito de uma maneira que faz com que seja confiável.

Jason Warriner, Diretor Clínico do Terrence Higgins Trust, disse que precisam ainda mais pesquisas e estudos mais amplos antes de sabermos ao certo se esses medicamentos anti-retrovirais são uma forma segura e eficaz de prevenir a infecção pelo HIV.

Revista voltada para público gay é lançada em Fortaleza Resposta

Durante o lançamento da revista, no próximo dia 15, haverá o I Painel sobre “Direitos Humanos na Comunicação” com a palestra do sociólogo Cristian Paiva

Será lançada no próximo dia 15, às 19 horas, no Centro Dragão do Mar, a revista Nuance. Trata-se da primeira publicação de Fortaleza voltada para o público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, travestis e Transexuais). O lema da publicação é “Uma sutil diferença”.

A revista, que terá circulação nacional, promete abordar como políticas públicas, prevenção, saúde, cultura, educação, trabalho e emprego e direitos humanos.

Durante o lançamento da revista, haverá o I Painel sobre “Direitos Humanos na Comunicação” com a palestra do sociólogo Cristian Paiva, Diretor do Núcleo de Pesquisa sobre Sexualidade, Gênero e Subjetividade (NUSS) da UFC.

A mesa de discussão será composta por Denise Falcão, presidenta da Comissão de Assuntos e Estudos sobre a Diversidade Sexual e Combate à Homofobia (OAB/CE); Eudes Xavier, deputado federal e membro da Frente Parlamentar Mista pela Comunidade LGBTT; Andrea Rossati, da Coordenadoria Estadual de Políticas Públicas para LGBTT, entre outros convidados.

*Com informações de O Povo Online.

Califórnia aprova lei que inclui as realizações dos gays nos livros didáticos Resposta

A Califórnia se tornou o primeiro estado dos EUA a exigir que os livros didáticos das escolas públicas incluam as realizações de americanos gays, lésbicas e transgêneros depois que o governador Jerry Brown assinou o mandato em lei.

Segundo Brown, em uma declaração por escrito, ¨a história deve ser honesta¨.

A medida ganhou aprovação final da legislatura estadual no início deste mês, quando passou em uma votação de 49 votos a favor contra 25, com os democratas a favor e republicanos contra.

Segundo o governador da Califórnia, este projeto ¨revisa as leis existentes que proíbem a discriminação na educação e assegura que as importantes contribuições dos americanos de todas as origens e estilos de vida sejam incluídas nos livros de história dos americanos:

– Essa lei representa um passo importante para o nosso estado.

A lei também exige que as escolas públicas ensinem sobre as contribuições das Ilhas do Pacífico e os deficientes. A Califórnia já determina que as escolas incluam as conquistas históricas por nativos americanos, afro-americanos, mexicanos, descendentes asiáticos e europeus.

O presidente do grupo conservador do estado ¨Save California¨, Randy Thomasson, disse que Brown tinha “pisado nos direitos da maioria de pais e mães da Califórnia que não querem que seus filhos passem por uma lavagem cerebral sexual. Segundo ele, ¨a única maneira que os pais têm de deixar seus filhos fora dessa doutrina imoral é deixando eles fora de todo o sistema escolar público.

Ainda pode levar alguns anos antes que os estudantes da Califórnia comecem a ler sobre as realizações dos gay em seus livros didáticos. O Departamento do Estado da Educação disse que, devido a problemas de orçamento do Estado, novos livros provavelmente não serão adotados até 2015.

O projeto de lei foi apoiado por organizações dos direitos dos homossexuais, incluindo os grupos Equality California e a Rede de Aliança Gay-Hétero. Grupos de professores também disseram que o projeto iria ajudar os alunos a se prepararem para uma sociedade diversificada e em constante evolução.

¨Não há espaço para qualquer tipo de discriminação em nossas salas de aula, nossas comunidades ou no nosso estado¨, disse Dean Vogel, presidente da Associação dos Professores da Califórnia.

Argentina contabiliza quase 3 mil casamentos no primeiro ano da lei que autoriza a união entre os gays Resposta

Gays se casam na Argentina
Foi um grande ano para os casamentos entre pessoas do mesmo sexo na Argentina. Como o país se tornou o primeiro na América Latina a legalizar casamento entre homossexuais, um total de 2.697 casais de gays e lésbicas já se casaram.

Esses dados são de acordo com a Federação Argentina de lésbica, gay, bissexuais e transgêneros, e afirma que 60 por cento dos casamentos eram entre os homens, e a maioria deles de Buenos Aires.

Mas nem todos os gays dizem que foi fácil desde que o Congresso argentino aprovou a lei em 15 de julho de 2010. Eles dizem que ainda têm dificuldades em persuadir as autoridades civis para registrar seus filhos com ambos os nomes.

Ney Matogrosso chama Hebe de preconceituosa 9

Hebe Camargo perdeu a linha e foi, além de grosseira, extremamente infeliz e preconceituosa ao entrevistar o cantor Ney Matogrosso. Foi um momento triste e lamentável, protagonizado por uma apresentadora que eu admiro. É com muita tristeza que escrevo este post, mas vamos lá…

A primeira grosseria aconteceu com a apresentadora MariMoon, Hebe estranhou o cabelo rosa dela e disse que nunca viu em uma mulher, só em uma novela, referindo-se ao poodle rosa da novela “Morde & Assopra” (Rede Globo). Depois, ela convidou o cantor Ney Matrogrosso, dizendo que o “ama” etc., para participar de uma rodada de perguntas, que sempre acontece em seu programa. As entrevistadoras eram, além da própria Hebe, a jornalista Mônica Bergamo, a jornalista Patrícia Maldonato e MariMoon (que foi chamada por Hebe de MariNoon diversas vezes).
Em determinado momento, começaram as perguntas sobre a sexualidade do cantor.
Mônica Bergamo foi a primeira a perguntar:
“Você disse que foi na aeronáutica que você viu pela primeira vez dois homens se beijando. Eu queria saber como é que foi isso? O que você sentiu? Como você reagiu? Por que você era be novo, né…”
Ney respondeu: “Eu tinha 17 anos.” e foi interrompido por Hebe:
“Você ficou chocado?”
“Não. Eu desde cedo prestava muita atenção nos meninos, nos rapazes e eu temia aquilo.”, respondeu Ney.
“O que você temia?”, pergunto Mônica.
“Eu temia transar com os rapazes”, respondeu Ney.
Hebe: “Mas você tinha só 17 anos!”
Ney: “Não, não, antes. Com 17 anos eu estava no alojamento, era fora, tinham dois andares, uma mureta e eu vi dois remadores másculos: um sentado na beirada do muro e o outro em pé, eles abraçados e eu vi, Hebe, que tudo o que eu ouvia falar a respeito disso, não era. Não era necessariamente. Porque eu vi lá em Mato Grosso, tinha um cara da cidade, que era a bicha louca da cidade, que passava, uma Geni praticamente. E eu vi que não era necessário isso. Eram pessoas normais e eram másculos e estavam abraçados e se beijando”
Hebe: “Eles pareciam machos”.
Ney: “Eles eram machos Hebe”.
Hebe: “Mas como era machos e estavam se beijando?”
Ney: “Mas Hebe, isso não passa por aí, isso é um preconceito”.
Hebe: “Ué, mas eu não sou preconceituosa…”
Ney: “Mas é.”
Hebe: “É que geralmente, quem é macho, beija mulher.”
Ney: “Se beija homem e mulher, você não sabe disso?”
MariMoon: “É verdade Hebe.”
Hebe: “É mesmo?”
MariMoon: “É.”
Patrícia Maldonato: “O mundo está diferente.”
MariMoon: “Aliás é muito interessante pensar nisso, porque você encontrou várias gerações de homossexualismo e hoje a gente vive uma época, pelo menos na frente da porta da MTV (emissora em que MariMoon trabalha) tem um monte de menino gay e um monte de menina lésbica e é muito normal a galera ficar se pegando na porta, é uma coisa que, na época imagina…”
Hebe: “Sim querida, sim, mas é uma coisa que naquela época homem beijando homem sendo macho, é uma coisa que eu não…”
Ney: “Mas Hebe… Bom, então eu vou te dar um depoimento meu!”
Hebe: “Vamos lá!”
Ney: “Eu sou homem, eu me considero homem, namorei muitas mulheres e daí, não sou menos homem por isso, qual é o problema?”
Hebe: Estou em estado de choque.
Ney: “Não perca seu tempo ficando em estado de choque.”
Hebe: “Você ainda beija mulher?
Ney: “Quer que eu te beije! Não significa nada Hebe, isso é uma convenção. Não significa nada.”
Ney ainda defendeu a legalização das drogas. Hebe, ao final da entrevista, disse que estava, finalmente, conhecendo Ney Matogrosso.

Patrícia Maldonato resolveu voltar ao assunto da homossexualidade, com a seguinte pérola:
“Do jeito que a Hebe ficou falando ‘mas como dois homens se beijando’, você viveu muitos anos do homossexualismo…”
Ney: “Que anos do homossexualismo, não entendo isso.”
Patrícia: “Durante anos você viu muita coisa acontecendo, até que hoje a gente pode, graças a Deus, ver dois homens se beijando”.
Ney: “Mais ou menos…”
Patrícia” Não, não, a gente vê! Pelo menos em São Paulo (ela esqueceu dos ataques homofóbicos da Paulista) a gente vê. E eu acho isso ótimo porque cada um tem o direito de amar quem quiser. Mas você acha que algumas pessoas entraram nessa só pra fazer uma graça, para experimentar uma coisa?”
Ney: “Não acho que ninguém entra nisso pra fazer graça. Nos anos 70 eu acho que as pessoas entravam para experimentar, porque era tudo permitido, porque, paradoxalmente à ditadura, houve um momento de extrema liberação humana. Mas ninguém faz isso se não gostar. E ninguém vira isso. Agora vocês se chocam quando eu falo de homens másculos, eu acho lindo duas mulheres femininas se beijando”
Hebe: “Eu não tô chocada. Mas beijar na boca não. Quando ela é feminina, ela não beija na boca. Mulher com mulher, mulher que é mulher mesmo não beijam na boca.”
Ney: “Estou falando de mulheres que transam com mulheres e não precisam virar um trator por isso.”
“Hebe: “Eu não tô acertando nada hoje”.
Ney: “Você tá por fora Hebe”.
Hebe: “Não tô por fora! Mas eu sou mulher e não beijaria na boca da Patrícia.”
Ney: “Sim Hebe, mas você. Mas a mulher que gosta de outras mulheres não necessariamente tem que virar um macho, um homem, para beijar outras mulheres.”
Ney ainda disse que não curte guetos: “Deus me livre ir a um cruzeiro gay. Porque Deus me livre de ir a um lugar onde só tem um tipo de gente, eu gosto de ir a lugares onde tem de tudo. Eu gosto da mistura”.
“Eu acho que a grande revolução que está por ser feita é a coexistência pacífica entre todas as pessoas, independente de preferência sexual, de cor, e credo, essa é a grande revolução que está por ser feita, que não foi feita ainda e não sei se viverei pra ver”, disse Ney. Perfeito!
Ele disse também que não quer ser estandarte gay. “Seria muito conveniente para o sistema. Ele é um estandarte gay e já estaria rotulado. Não me interessa isso.”, disse Ney.

Motorista pede que casal gay vá para banco de trás em ônibus por estarem de mãos dadas Resposta

O cantor Ari Gold em detalhe à direita.
Um casal gay dos Estados Unidos foi orientado para que sentassem no banco de trás do ônibus porque estavam de mãos dadas. O cantor Ari Gold disse que ele e seu namorado se recusaram de mudar de lugar e então o motorista teve que chamar a polícia. 

Tudo isso por que, segundo Gold, o casal estava ouvindo as músicas de Whitney Houston no iPod, e por serem canções românticas, eles deram as mãos. O motorista então pediu para que eles saíssem do banco da frente e fossem para a parte de trpas do ônibus, o que eles recusaram. 

Quando a polícia chegou, eles se defenderam e disseram que falaram com o motorista que não havia nada de ilegal na forma como os dois estavam sentados. Mesmo assim, os policiais pediram que os dois fossem para o banco de atrás apenas para evitar maiores problemas. 

O casal se recusou mais uma vez e decidiram registrar uma ocorrência policial, mas os oficiais saíram do ônibus e foram embora e não deu tempo de eles pegaram a identificação dos policiais. Em nota, a empresa de ônibus se desculpou com o casal e disse que a atitude do motorista não condiz com as práticas da empresa, e que tomarão uma atitude assim que o caso for totalmente esclarecido, afim de que tal atitude não aconteça novamente.

Chris Brown se defende das acusações de homofóbico Resposta

Preocupado em limpar seu nome dos recentes problemas voltados à ataques ao público gay, o cantor Chris Brown acusou uma revista de ter inventado uma história em que ele supostamente teria usado uma série de insultos aos homossexuais. 

De acordo com a publicação em questão, o cantor de 22 anos teria se irritado durante um jogo de basquete e repreendeu um dos jogadores com uma enxurrada de insultos homofóbicos, gritando coisas do tipo ¨viado e coisas piores¨, de acordo com uma testemunha. 

Porém, os representantes de Chris Brown negam veemente essas afirmações e dizem ter provas de que o artigo da revista é completamente falso. Segundo os assessores, ¨o incidente descrito não ocorreu. Nem a revista entrou em contato com os representantes de Chris para solicitar comentários ou umaconfirmação. Chris estava filmando um vídeo com AceHood em 29 de junho e nunca deixou o set¨. 

Chris Brown usou o twitter para se defender, pedindo que os fãs não escutassem a imprensa, e escreveu: 

– Acreditar em tudo o que a mídia diz só nos faz uma sociedade de estúpidos. Agora eu entendo, a mídia não ganha dinheiro o suficiente inventando histórias de outras celebridades e por isso querem continuar me f…

Nova York: Casais gays vão se casar no palco da Broadway Resposta

Alguns dos primeiros casamentos gays de Nova York vão ser, literalmente, um evento teatral. 

O teatro da Broadway, onde o musical ¨Hair¨ está sendo realizado, vai ser o palco onde alguns casais do mesmo sexo vão se casar, um dia após o casamento gay se tornar legal no Estado. 

Rory O’Malley, estrela do musical ¨The Book of Mormon¨ e co-fundador do grupo de direitos gays ¨Broadway Impact¨, disse que vários casais gays da Broadway vão se casar no palco logo após a apresentação de ¨Hair¨ daquela noite:

– Não é apenas um verão de amor, é um verão de igualdade. 

Outras celebridades do teatro participarão da cerimônia, como Joel Grey de ¨Anything Goes¨, o elenco de ¨Hair¨ e o ator Will Swenson do musical ¨Priscila a Rainha do Deserto¨. Oskar Eustis, diretor artístico do Teatro Público, disse que as pessoas de teatro sempre tendem a calar a voz sobre todas as pessoas, mas completa:

– Não há absolutamente outro assunto que o teatro tenha mais experiência: sabemos que a igualdade de gays e heterossexuais não é simplesmente uma opinião política, é um fato existencial. Provamos a cada dia de nossas vidas trabalhando. 

Jordan Roth, presidente dos Teatros Jujamcyn, que é proprietária e opera o St. James, disse que estava orgulhoso de poder hospedar alguns dos primeiros casamentos do mesmo sexo no estado de Nova York. Ele disse que havia uma conexão natural entre o teatro e o casamento: 

– O teatro é o lugar onde nos reunimos para celebrar e afirmar que somos como o povo. É o lugar onde estamos na frente da nossa comunidade em um palco e nós falamos nossas verdades. Isso é que é o teatro e é isso que um casamento é . 

Nova York será o sexto e maior estado americano a ter o casamento gay legal quando a lei entra em vigor depois da meia-noite no do dia 24 de julho, um domingo.

Mulheres conseguem converter união em casamento Resposta

A justiça paulista inovou mais uma vez e converteu a união estável entre duas mulheres em casamento civil. A decisão foi de um juiz de São Bernardo do Campo (SP). As mulheres optaram por usar os nomes de solteira e o regime de comunhão parcial de bens. 


Essa é a segunda decisão do tipo no estado e a primeira envolvendo relacionamento homoafetivo entre duas pessoas do sexo feminino. No fim de junho, ocorreu o primeiro casamento gay do país entre dois homens, em Jacareí, no interior do estado.

As duas mulheres que viviam juntas há sete anos recorreram à Justiça após a decisão do Supremo Tribunal Federal, que afastou a aplicação do artigo do Código Civil que admitia a união estável apenas entre pessoas de sexos diferentes. Apesar do posicionamento do Supremo, o Ministério Público paulista se manifestou contra o pedido.

O juiz que oficializou o novo casal disse que uma das consequências da união estável entre pessoas de sexos distintos é exatamente a possibilidade de conversão em casamento. “Anoto que a própria Constituição Federal determina que a lei deverá facilitar a conversão da união estável em casamento”, afirmou. 

*Com informações do site Consultor Jurídico.

¨Nova lei¨ contra a homofobia deve ser votada em Outubro. Resposta

Senadora Marta Suplicy: Depois de enterrar o PL 122, apresenta agora novo
texto que  permite críticas passivas aos homossexuais (Foto: Reprodução)
Foi entregue na última terça-feira, pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), um novo projeto de lei que trata da criminalização da homofobia no Brasil. O texto foi entregue oara os integrantes da Frente Parlamentar Mista LGBT com o intuito de substituir o antigo PL 122, do qual Marta é a relatora e foi enterrado em uma reunião com a bancada evangélica. 

A assessoria da senadora diz que o novo projeto foi elaborado depois de um trabalho em conjunto com os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO), Marcelo Crivella (PRB-RJ) e com o presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ALGBT), Toni Reis. 

O antigo projeto vinha causando desconforto nos setores religiosos do país, já que líderes religiosos temiam sofrer processos caso fossem contrários às práticas homossexuais. 

De acordo com Marta Suplicy, depois que este novo projeto criado junto com a bancada religiosa , a aprovação da legislação que torna a homofobia crime, ficará mais fácil. Acontece que o novo projeto permite que pessoas critiquem os homossexuais, desde que seja de uma ¨forma pacífica¨, não acarretando assim, em prisão para os que criticam a homossexualidade ou o homossexual. 

O foco principal do novo projeto é caracterizar ¨crimes que correspondem a condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero bem como pune, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação”, como por exemplo, “induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero”. 

A proposta agora vai ser discutida pelos deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Manuela D’Ávila (PCdoB-RS), além de representantes do movimento LGBT. Tudo indica que o novo projeto deve ser votado em Outubro. Marta Suplicy diz que ¨paciência e determinação levarão a uma boa negociação.¨ 

A nova lei contra a homofobia será batizada de Lei Alexandre Pivo, em homenagem ao jovem que foi sequestrado, torturado e assassinado por um grupo de skinheads no ano passado no município de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, pelo fato de ser homossexual. 

Basicamente as penas tratadas no novo texto referem-se à discriminação no trabalho e nas relações de consumo, além da indução à violência, punindo, por exemplo, o empregador que deixar de contratar um funcionário somente por causa da orientação sexual.

Militantes pretendem vaiar Dilma por veto ao kit anti-homofobia Resposta

O veto do governo federal ao kit anti-homofobia, que seria distribuído nas escolas do País, levou o movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) a se mobilizar para vaiar a presidente Dilma Rousseff nas mais de 200 paradas gays que serão realizadas no Brasil nos próximos meses. Alguns militantes conhecidos, como o antropólogo Luiz Mott, disseram, nesta segunda-feira em Salvador, que pretendem vaiar Dilma até em eventos públicos de que ela participe na capital baiana.

Após a presidente ter sido vaiada na parada de Campinas (SP), no dia 3 de julho, Mott afirmou ter feito uma consulta nas principais listas gays da internet, “vencendo a proposta a favor de vaiar Dilma nas próximas paradas LGBT”. A presidente foi igualmente criticada em faixas e banners na arada de São Paulo, considerada a maior do mundo. Ela foi representada num enorme boneco com os dizeres “Dilma trocou o Kit Anti-homofobia por Palocci!” – uma alusão à pressão feita pela bancada evangélica no Congresso, que ameaçou aprovar a convocação do ex-ministro Antonio Palocci para uma CPI caso o kit fosse distribuído.

Mott avalia que o movimento LGBT, predominantemente dominado por militantes filiados ao PT, “encontra-se bastante dividido na avaliação do governo Lula/Dilma”. O presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), o paranaense Toni Reis, é contra a vaia. Ele chegou a declarar que “Lula é o Papai Noel dos gays” e, mesmo depois do veto ao kit anti-homofobia, continua chamando Dilma de “querida”. Por outro lado, Mott, decano do movimento LGBT brasileiro, declarou que Lula “é o vampiro dos gays” e Dilma “tem as mãos sujas de sangue”.

Para justificar sua desaprovação, Mott aponta para o crescimento de 113% no número de assassinatos de homossexuais no Brasil nos últimos cinco anos, segundo o relatório anual dos chamados crimes homofóbicos, elaborado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB). Ele avalia que esse crescimento se dá, em parte, por suposto “descaso governamental” em relação às políticas que combatem a homofobia. Conforme o relatório do GGB, em 2010 foram assassinados 260 gays e travestis em todo o País.

*Com informações do Terra.

Lady Gaga recebe título de ¨Cidadã Honorária¨ em Sidney pelo apoio à comunidade LGBT Resposta

Lady Gaga chegando no aeroporto de Sidney
 no último domingo.
A cantora Lady Gaga foi homenageada pela presidente da Câmara de Sidney, Clover Moore, que a chamou de ¨Força Poderosa¨ para os gay depois que ela pediu para legalizar o casamento gay na Austrália. 

Moore disse que Gaga tem sido uma força poderosa para a comunidade gay e lésbica de Sidney, e homenageou a cantora com a honra de ¨Cidadã Honorária¨, dada as pessoas que ¨abraçam os ideais e o espírito da cidade¨. 

Gaga vai realizar um show amanhã na prefeitura para cerca de mil pessoas. Ela apareceu em um talk show na última segunda e disse para que as pessoas pressionem a primeira ministra Julia Gillard a apoiar o casamento gay. Ela se recusa a isso ¨por ir contra às suas crenças tradicionais.¨ 

Recentemente, uma pesquisa realizada em Sidney mostrou que 72% dos entrevistados são a favor do casamento gay.

Jornal britânico ¨The Guardian¨ mostra os motivos de o Rio se tornar a possível capital mundial do turismo gay Resposta

O diário britânico ¨The Guardian¨ fez uma reportagem apontando os avanços da comunidade LGBT no Rio de Janeiro, devido principalmente ao apoio que o governo do estado vem dando para acabar com a intolerância. 

O texto do correspondente Tom Phillips começa descrevendo a semana de moda do Rio (Fashion Rio), e cita a modelo brasileira transexual Lea T., que desfilou de biquini pela primeira vez no desfile primavera-verão e participou da celebração de abertura da Semana da Diversidade do Rio de Janeiro. Lea simplesmente chegou ao microfone e disse em um bom e delicado tom ¨ Meu nome é Lea e eu sou uma transexual¨, momento seguido por muitos aplausos que vinham de uma platéia formada por artistas, atletas, imprensa e celebridades de todos os níveis. 

O artigo cita as iniciativas tomadas pelo governo e prefeitura do Rio, como cursos de formação profissional para travestis, projetos de anti-bullying voltados para estudantes e uma nova legislação que proíbe a discriminação em casas noturnas. O prefeito Eduardo Paes disse que ¨o Rio é uma cidade sem preconceito que aceita todos de coração aberto¨. Em fevereiro deste ano, Paes criou uma secretaria que trata da diversidade e que é dirigida pelo estilista Carlos Tufvesson. 

Carlos, segundo o artigo, diz que o Rio não é apenas o destino mais sexy da Terra, mas também ¨um lugar onde a tolerância é natural. De acordo com o texto, essa atitude tomada pelo governo do Rio é algo que movimenta, principalmente, o turismo. No ano passado, 25% dos turistas que visitavam a cidade eram gays, o que motivou algumas empresas turísticas a colocarem fotos de homens musculosos nos seus folhetos convidando os turistas a ¨viverem a sensação do Rio¨. 

Para Tufvesson, qualquer pessoa que queira ganhar dinheiro na cidade basta abrir um negócio voltado para os gays: 

– Há uma grande demanda para este mercado ainda. O Rio agora faz parte do calendário gay.

Phillips cita em seu artigo que em 2007, Buenos Aires foi responsável pelo primeiro hotel de luxo gay da América Latina, mas Carlos Tufvesson explica que os cariocas não precisam de lugares voltados para os gays, já que as pessoas podem se beijar em qualquer lugar, é lei, e caso contrário, ¨vamos lá fechá-los(os estabelecimentos que discriminam homossexuais). Nossas leis municipais são fortes.¨ 

Ainda nomes como o de Silas Malafaia e o fato ocorrido com Myrian Rios, ambos opositores da democracia e do respeito, são citados no artigo, que lembra o caso lastimável do pastor evangélico que espalhou pela cidade no ano passado cerca de 600 outdoors com a frase ¨Em defesa da família e da preservação da raça humana: Deus fez homens e mulheres.¨ 

O governo sem dúvida nenhuma está fazendo a sua parte, cabe agora a população abraçar a idéia e ver qye todos nós temos e merecemos os direitos iguais, o respeito. Na minha visão, ainda está longe de o Rio ser a capital gay do mundo, até porque a cidade não se resume à zona sul. Ainda existem crimes de homofobia, gente que desrespeita os gays e tudo o que nós já sabemos. Mas o governo deu os primeiros passos para educar as pessoas, agora só falta essas pessoas seguirem esses passos.

Travestis do Rio de Janeiro vão poder usar nome social em documentos Resposta

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.
(Foto:Reprodução)
O governador Sérgio Cabral decretou que travestis e transexuais vão poder usar o nome social nos procedimentos da Administração Direta e Indireta no Estado do Rio. O decreto foi publicado no Diário Oficial. 

Com isso, todos os registros de informação e cadastros, assim como documentos importantes como formulários e requerimentos terão que, obrigatoriamente, possuir um campo onde os travestis e transexuais possam explicar o nome social. A Secretaria da Casa Civil tem até 120 dias para se adequar ao novo modelo. 

O Rio de Janeiro está, sem dúvidas, se tornando um exemplo de cidadania a ser seguido por outros estados. Pelo menos, por parte do governo, que vem lutando para garantir os mesmos direitos aos gays e heterossexuais.