Boy George vem ao Brasil Resposta

Boy George, vocalista do Culture Club deve vir ao Brasil no próximo ano para tocar como DJ em um cruzeiro totalmente gay. A viagem a bordo do navio de luxo Vision of The Seas, deve acontecer no final de Março, saindo do porto de Santos até Búzios, no Rio de Janeiro.


A festa Vanity Cruise, organizada pela empresa MOB produções, oferece ainda para seus mais de 2000 tripulantes, parede de escaladas, SPA, piscina interna e externa, hidromassagens e outras atrações.

Polícia diz que versão de suspeito de mortes na Oscar Freire é ‘fantasiosa’ Resposta

O Assassino Lucas Rosseti. (Foto: Reprodução)
Lucas Rosseti alegou ter sido dopado e legítima defesa para matar analista. Jovem foi ouvido por 11 horas em São Paulo, mas não convenceu delegado.’

Após ser ouvido durante 11 horas, Lucas Rosseti, de 21 anos, apontado pela Polícia Civil como o principal e único suspeito de matar o analista de sistemas Eugênio Bozola, de 52 anos, e o modelo Murilo Rezende, de 21, na semana passada em um apartamento na Rua Oscar Freire, nos Jardins, em São Paulo, deu um depoimento que não convenceu a investigação do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

O delegado Mauricio Guimarães Soares, divisionário do DHPP, classificou como ‘fantasiosa’ a versão apresentada por Rosseti de que ele só esfaqueou e matou o analista para se defender e que foi Bozola quem matou o modelo a facadas. “É uma versão fantasiosa, mas é um direito constitucional dele dizer o que ele bem entende”, afirmou o delegado Soares, na madrugada desta quarta-feira (31), na capital paulista. Segundo o policial, o jovem não informou em sua tese qual teria sido o motivo que levou o analista a querer matar ele e Rezende.

Rosseti chegou ao DHPP durante a tarde de terça-feira (30). Ele entrou algemado e acompanhado de seus advogados. Após o depoimento, o suspeito foi levado para a carceragem do 77º Distrito Policial, em Santa Cecília, na região central, onde ficará em cumprimento a decretação da sua prisão temporária de 30 dias determinada pela Justiça.

Legítima defesa

A alegação de legítima defesa relatada por Rosseti já havia sido dita aos jornalistas na segunda-feira (29) em Sertãozinho, onde o suspeito foi preso pela polícia após ter ficado escondido desde o dia do crime. Para o DHPP, que investiga o caso, as vítimas foram mortas pelo suspeito entre a noite de segunda e a madrugada de terça. O motivo do crime teria sido um desentendimento entre eles por causa do tempo de permanência do jovem no apartamento do analista.

Peritos da Polícia Técnico-Científica realizam exames para saber se elas foram dopadas. O resultado dos testes ainda não é conhecido. A perícia trabalha com a hipótese de Rosseti ter dado remédio para Bozola e Rezende dormirem.

Mas ao ser interrogado pelo DHPP, Rosseti também afirmou ter sido dopado. E reforçou que quem o fez dormir foi o analista. “Ele [Rosseti] disse que tomou um suco, esse suco estaria com um remédio, enfim, ‘boa noite cinderela’, né? Como ele tomou pouco suco ele acordou antes da hora e viu o modelo sendo esfaqueado já com o saco plástico na cabeça. E aí o dono do apartamento se voltou contra ele, né? Já que pela tese dele ele seria a segunda vítima. E ele conseguiu não ser agredido e, muito pelo contrário, tomar a faca dele e reverter a agressão”, contou o delegado Soares.

“Os ferimentos que ele tem nas mãos e no braço são ferimentos típicos de quem se defendeu de um ataque de faca. Então a perícia é que vai demonstrar”, justificou o advogado César Augusto Moreira.

Investigação

O DHPP, no entanto, não acreditou na tese sustentada pelo suspeito e defendida por seus advogados. Segundo a investigação, Rossetti deixou Igarapava, no interior do estado, onde morava, para ficar uma semana como hóspede de Bozola em São Paulo. De acordo com a polícia, as vítimas e o assassino tinham ido a uma pizzaria e a uma boate gay no fim de semana antes do crime. Câmeras de segurança gravaram os três, que estavam acompanhados de outras pessoas.

Como o jovem queria permanecer mais tempo, teria discutido com o analista e decidiu matá-lo entre os dias 21 e 22. Para não ser impedido, também resolveu matar o modelo. Após o crime, Rosseti fugiu do prédio com o carro de Bozola. O veículo foi encontrado no último domingo (28) em Sertãozinho. O jovem foi detido no dia seguinte na mesma cidade.

A investigação policial deve concluir que Rosseti vai responder pelo duplo homicídio e por roubo. Além do veículo da vítima, outros objetos foram encontrados com o suspeito. “No local onde ele estava escondido, no interior, encontramos roupas e tênis de marca que ele pegou no apartamento. Também apreendemos o computador que ele subtraiu do apartamento. A princípio, o indiciamento será por latrocínio”, disse Soares.

Segundo o delegado, o jovem pode ser indiciado por latrocínio (roubo seguido de morte). A prisão preventiva dele deverá ser pedida apenas com a conclusão do inquérito. O suspeito não tinha antecedentes criminais.

* Com informações do G1.

Mãe de suspeito de mortes na Oscar Freire pede perdão às famílias das vítimas, mas diz que seu filho agiu em legítima defesa 1


A mãe de Lucas Rosseti, de 21 anos, apontado pela Polícia Civil como o principal e único suspeito de ter matado o analista de sistemas Eugênio Bozola, de 52, e o modelo Murilo Rezende, de 21, na semana passada em um apartamento na Rua Oscar Freire, nos Jardins, em São Paulo, pediu desculpas aos parentes das vítimas em entrevista ao ”G1“ concedida na manhã desta terça-feira (30). Apesar disso, Andréia Zanetti de Mendonça, de 39 anos, que trabalha como motorista no interior do estado, disse que acredita que seu filho agiu em legítima defesa. Ela afirmou ainda que ele jamais agrediu gays.


Veja p vídeo da entrevista clicando aqui.


Rosseti havia fugido da cena do crime com o carro de Bozola, que era proprietário do imóvel onde o jovem esteve hospedado por uma semana. O veículo foi achado no domingo (28) em Sertãozinho, no interior de São Paulo. O rapaz acabou preso no dia seguinte na mesma cidade, que fica perto de Igarapava, município onde nasceu e conheceu o analista. O suspeito foi transferido nesta tarde à capital paulista, por volta das 15h15, onde será interrogado na sede do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). A investigação aguarda exames periciais para saber se as vítimas foram dopadas antes de serem mortas. “Queria aproveitar porque de todas as reportagens que eu vi ninguém mostrou que eu entendo a dor das outras famílias, que eles estão sofrendo também com tudo isso. Pedir perdão, se alguma coisa… se eu puder. Mas que eles entendam, que eu, como mãe, também estou sofrendo tanto quanto eles. Porque o que vai acontecer com meu filho eu não sei, é muito duro”, disse Andréia de Mendonça, que conversou na manhã desta terça-feira (30) com a equipe de reportagem do ”G1“ no escritório do advogado de seu filho, Ademar Gomes, na região central de São Paulo.





A defesa sustenta a tese de que Rosseti matou Bosola para se defender, e que o analista foi quem matou Murilo. Ademar Gomes também afirmou que seu cliente alega ter sido dopado.



A mãe de Rosseti chegou à capital paulista na segunda-feira. Saiu de Igarapava, onde mora, com o filho mais novo e a mãe. O suspeito morava com a avó materna para que ela não ficasse sozinha. O pai é ausente, segundo Andréia, que afirmou que o advogado aceitou que ela pagasse o que pode para ele defender o jovem.Demonstrando abatimento, a mãe respondeu a todas as perguntas feitas pelo ”G1“. Não se esquivou nem quando foi questionada se o seu filho deveria ser responsabilizado pelo que fez.



“Infelizmente. É a lei, né? É a lei. Só espero o melhor. Eu como mãe peço a Deus que aconteça o melhor. Que tenha uma explicação para tudo isso. Que realmente tenha sido uma legítima defesa. Até o meu sonho era que um milagre acontecesse e ele não tivesse participado de nada disso. Mas respondendo a sua pergunta, se ele fez, a Justiça tem de ser feita e ele tem que responder”, afirmou Andréia. “Eu tenho que entender, é a lei. Se ele cometeu um crime tem que pagar por ele.”


A motorista contou que acredita na versão de que Rosseti só matou Bozola para se defender de um suposto ataque. “Eu imagino, né? Por ele estar com as mãos machucadas, e por conhecer a índole do meu filho, não sei de maneira alguma o que aconteceu, infelizmente não tenho ideia, mas eu acredito que tenha sido legítima defesa. Ou vai ser a minha vida ou da pessoa”, disse Andréia.



A motorista disse que não vê o filho desde o dia do crime. Até então, afirmou que só havia telefonado para ele antes dos assassinatos, no dia 21, para dar os parabéns por seu aniversário, e depois, quando ele foi preso. “Falei por telefone. Ele só disse para eu ficar tranquila, que estava tudo bem. Eu disse que amava ele, que eu estava aqui esperando quando ele chegasse. ‘Não preocupa mãe, eu to bem, eu to bem’, ele disse”, lembrou Andréia.

A mãe disse que sabia que o filho estava em São Paulo porque ele falou por telefone que ia passear numa cidade que nunca havia ido antes. “Tanto que ele ligou quando conheceu o campo do [estádio de futebol do] Morumbi. Ele é são-paulino e assistiu ao jogo do Palmeiras e São Paulo no domingo e ligou para o meu filho.”

Questionada se perguntou com quem ele plenajeva passear, respondeu: “Perguntei, lógico, como mãe. Com quem você vai, você nunca esteve em São Paulo? ‘Não, mãe! Não se preocupa, não se preocupa que eu estou com amigos, eu estou bem. Estou indo passear”.

Sobre onde o filho ia ficar, disse que não obteve resposta. “Não comentou porque ele era uma pessoa reservada, nesse ponto, sim. Ele era um filho, ele era tranquilo. Só que ele não gostava que, assim: ‘Onde você vai, que horas você volta, com quem você foi?’. Os amigos dele que eu conhecia era dali da cidade. Não conhecia ninguém diferente. Ele só falou que vinha para São Paulo passear.”

Segundo ela, ao ser indagado quando pretendia voltar ao interior, ele disse que iria embora no dia 22 ou 23. “Ele disse que estava tudo bem. Na segunda-feira eu liguei e dei os parabéns. Perguntei quando ele viria embora. ‘Eu estou indo embora amanhã ou depois, fica tranquilo que eu estou indo embora’.”

“Se a gente soubesse que aconteceria uma coisa dessas jamais permitiria meu filho pôr os pés nessa cidade”, lamentou Andréia, que informou que seu filho trabalhou no ano passado como assistente administrativo, mas trancou a faculdade de direito neste ano porque ficou desempregado e não tinha mais dinheiro para pagar o curso.

“O sonho dele era se formar em direito. E ele falava sempre que queria ser ou delegado ou juiz”, contou a mãe, que prefere lembrar do filho enaltecendo as qualidades dele. “Estudioso, amoroso, atencioso, nunca fez mal a ninguém Fez parte do grupo de jovens da igreja católica de Igarapava. Tinha programa na rádio AM, visitava abrigo dos velhos e idosos, abraçado com os idosos.”

“Meu filho sempre foi uma pessoa normal, tranquila. Uma criança normal. Sempre quando criança, amoroso. E cresceu e nunca me deu nenhum tipo de problema. Estudante, tinha amigos. Como ele estava desempregado, ele promovia bailes na cidade para poder se manter. Nunca teve problema com droga, nunca teve passagem pela polícia. Não vou dizer que era perfeito porque perfeito ninguém é. Igual eu falei: brigou com alguém algum dia? Quem é que não fez isso, de criança? Nunca vi alguma coisa que dissesse: Meu filho tem um distúrbio, vou precisar levar ele num psiquiatra, né? Já que está acontecendo tudo isso. Infelizmente a única coisa que aconteceu na vida do meu filho foi isso agora que a gente não consegue entender. Mas o comportamento dele sempre foi o comportamento de uma pessoa normal.”

Questionada se considera que falhou em algum momento na educação de Rosseti, Andréia respondeu que não. “Eu procurei dar a melhor a educação possível. A gente sempre foi pobre. Quando ele tinha um mês de nascido, trabalhei como frentista durante 15 anos. Nunca faltou nada a meu filho. Ele estudou em escola particular até a oitava série. Eu sempre dei o melhor possível. Agora a gente dar amor e carinho, poder dar o melhor possível para o filho da gente, acho que isso não é mimar. Meu filho nunca foi mimado, nunca”, disse.“Mas a gente sempre querer o melhor para o filho não é errar. Eu não posso me culpar porque até então meu filho nunca tinha feito nada de errado. Tanto que ele estava aqui. Quando a polícia chegou à minha casa eu estava sendo vendo novela, não tinha visto uma entrevista, não tinha ouvido nada, eu estava totalmente tranquila. Então, se eu imaginasse que ele estava fazendo alguma coisa errada, eu jamais iria estar tranquila do jeito que tava na hora. Foi um susto muito grande que eu levei.”



Andréia também negou a informação da investigação policial de que Rosseti já havia sido proibido de se aproximar de uma ex-namorada porque a agrediu. “Agressão de maneira alguma. Eles namoraram durante um tempo, ia a minha casa, ela ia a minha casa. Namoro foi rompido, mas passou. Um dia chegou um oficial de Justiça na porta da minha casa e falou que o pai da menina pediu para meu filho se afastar dela porque teria ameaçado ela, mas meu filho negou isso”, disse Andréia.

Ela não soube falar sobre os comentários postados na internet. “Olha, eu não posso falar para o senhor que não. Eu só posso falar para o senhor o seguinte. O meu filho tem amigo homossexual. Que desde a idade de 10, 11 anos, são amigos. E o menino frequentou minha casa. Quando aconteceu do menino falar que era homosseuxaul, ele falou: ‘É mãe, da nossa turmo o único que é homossexual é ele’. Mas continua sendo nosso amigo, mas não mexe com nós não, você para lá e nós para cá”, disse ela, que afirma desconhecer qualquer agressão que Rosseti tenha feito a homossexuais.

“É muito difícil. Coração de mãe sempre acredita no melhor. No melhor. Enquanto eu não ouvir o que o meu filho tem a dizer, eu não posso falar. O que levou meu filho a fazer uma coisa dessa, se é que ele fez. Meu coração de mãe só tem esperança que isso tudo é um pesadelo e que vai acabar. Porque se alguém chegasse e dissesse, ‘Andréia, o seu filho Lucas vai cometer um crime,’ eu diria ‘não. O meu filho não!”, disse. “A única coisa que eu quero é abraçar meu filho e dizer que amo ele. E queria que nada disso tivesse acontecido. Que ele tem mãe e família e a gente vai estar ao lado dele para o resto da vida.”



O advogado Ademar Gomes, que defende Rosseti, afirmou que seu cliente alegou legítima defesa. “Falei com o Lucas, que estava preso em Sertãozinho. O delegado, gentilmente, deixou que eu falasse com Lucas. Eu perguntei: ‘Você cometeu esse crime?’ Ele disse: ‘De fato, doutor, eu não matei Murilo. Eu matei Eugênio, Murilo eu não matei’. Como você não matou? Você está sendo acusado de duplo homicídio. Ele falou: ‘Não, não fui eu que matei Murilo. Eu matei Eugênio’. Mas como é que foi que aconteceu o fato? Ele falou assim: ‘Eu sou do interior, eu conheci Eugênio, ele me convidou para vir para São Paulo para conhecer São Paulo. Meu sonho era conhecer São Paulo. Então eu vim para São Paulo conhecer e passar uns dias em São Paulo.”

“No dia dos fatos, Eugênio havia preparado um suco para ele, se não me engano suco de laranja, se não me engano. Nesse suco ele percebeu que tinha alguma coisa. Assim que ingeriu o suco, ele teve uma sonolência, ele ficou grogue. E caiu no sono. E acordou depois de um tempo, que ele não sabe quanto, quando ouviu um barulho. E ele viu que Murilo estava morto. Aí houve realmente uma discussão entre ele e o Eugênio, aonde ele acabou realmente em legítima defesa vitimando o Eugênio, segundo ele.”



A defesa agora espera que ele seja ouvido oficialmente na presença de seus advogados. “Ele vai responder o processo na Justiça e faremos de tudo para que a Justiça seja feita.”


“Que isso sirva de exemplo para os jovens nossos que não acreditem em ilusão, contos de fadas, de promessas, ‘venha para São Paulo, você vai ficar rico, você vai conhecer São Paulo’. Não existe almoço de graça, algum interesse tem por trás. Não vou dizer que ele foi induzido por alguém, mas tudo leva a crer que rapaz simples do interior, ingênuo, acreditou no ‘canto da sereia’ e levou a essa tragédia.


Indagado porque Rosseti fugiu, já que a defesa alega que ele é vítima, Gomes respondeu: “Cada pessoa tem uma reação quando comete um delito. Um jovem, rapaz despreparado, rapaz do interior. Ele ficou apavorado, deve ter sido isso, né? E resolveu procurar abrigo na sua terra.”

Suspeito de matar dois na Oscar Freire será transferido para São Paulo nesta segunda Resposta


Suspeito de matar dois homens em um apartamento da rua Oscar Freire na última terça-feira (23), Lucas Cintra Rossetti, detido nesta segunda-feira (29) em Sertãozinho, no interior de SP, deve chegar ao DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa), na cidade de São Paulo, na noite de hoje.


O delegado Mauro Gomes Dias, do DHPP, vai viajar à cidade do interior paulista para buscar o suspeito. Ele deve prestar depoimento à polícia de São Paulo ainda hoje, quando chegar à cidade. Lucas foi preso na casa de duas mulheres no bairro Vila Áurea por volta das 12h30 após uma denúncia anônima. Ainda não se sabe que relação ele tinha com as mulheres, mas elas serão investigadas por esconder o suspeito. O carro do analista de sistemas Eugenio Bozola, de 52 anos, morto junto com o modelo Murilo Rezende na terça, já havia sido encontrado no mesmo bairro na madrugada de domingo (28). O Honda Civic da vítima foi usado pelo suspeito para fugir após o crime, segundo a polícia. Ele passou por duas praças de pedágio em uma rodovia que liga a capital paulista ao interior.



No sábado (27), o irmão do suspeito, Alex Rosseti, contou que seu irmão dormiu na casa da família na madrugada de quarta-feira (24), também em Sertãozinho.


– Ele estava com as mãos machucadas e minha mãe fez um curativo nele. Ele contou para gente que um cachorro tinha mordido as mãos dele. A Polícia Civil diz que uma briga entre o proprietário do apartamento na rua Oscar Freire e o principal suspeito do crime motivou o duplo homicídio. De acordo com Dias, as imagens do circuito interno de TV de uma pizzaria foram decisivas para identificar Lucas Cintra Rosseti, de 21 anos, como o principal suspeito de ter assassinado a facadas o analista de sistemas e o modelo Murilo Rezende, também de 21 anos. O suspeito aparece nas imagens, gravadas no último domingo (21) na pizzaria, utilizando um tênis preto que foi encontrado sujo de sangue no local do crime. De acordo com o delegado, Lucas, que já havia tido um relacionamento amoroso com Eugenio, brigou com ele por não poder mais ficar hospedado no apartamento.

André Fischer chama analista assassinado na Oscar Freire de asno, mané e carente 5



Li, estarrecido, o texto do jornalista André Fischer, sobre o analista de sistema Eugênio Bozola, de 52 anos, assassinado na última terça-feira (23/08) na Oscar Freira, endereço nobre de São Paulo. Um texto equivocado, repleto de preconceito contra gays com mais de 50 anos. André chama Eugênio de asno, mané e carente. Abaixo, o texto na íntegra (clique aqui e leia no blog dele), com comentários do blogueiro em vermelho:

“Conhecia Eugenio Bozola de vista da academia. Ele malhava na Competition da Oscar Freire. Nunca conversei com ele, tenho pouco a dizer sobre a não ser pelo que se comenta agora entre os aparelhos.”

Apesar de malhar na mesa academia que o analista de sistema Eugênio Bozola malhava e no mesmo horário, André nunca conversou com ele. André diz que tem “pouco a dizer”. Na verdade, ele não tem nada a dizer. Tudo que ele dirá é baseado em fofoca ou, como ele prefere escrever, no “que se comenta agora entre os aparelhos”.

“Ele ficava à noite mais batendo papo que malhando. Aos 52 anos, solteiro, gay de classe média alta, era carente, aliás como a maioria dos caras com esse perfil.”

Se ele malhava ou não, é uma informação totalmente desnecessária, já que não acrescenta em nada. E como dizer que Eugenio era carente, se André mesmo escreveu que não conversou sequer uma vez com ele? E como dizer que a maioria dos solteiros gays, com mais de 50 anos e de classe media alta são carentes?

“Ao que tudo indica Murilo nunca teve nada com ele. Eles teriam se conhecido no Rio com um grupo de amigos e como o modelo estava se mudando para São Paulo, Eugenio o teria convidado a dividir seu apartamento para chegar melhor na cidade.
 Devia querer a companhia de um moço bonito. Infelizmente Murilo estava no lugar errado na hora errada.”

Murilo, que André conhecia, tanto que já havia sido capa da revista “Junior”, do André, “estava no local errado e na hora errada”. E o Eugenio, André? Eugenio estava no local certo, na hora certa? E o assassino?

“Eugênio, como muitos homens de meia idade, gostava de caras mais novos. E cometeu a asneira de colocar dentro de casa um psicopata homossexual-homofóbico, que dizia em seu twitter que estava “infiltrado” no meio gay.”

Existem muitos homens gays de meia idade que gostam de caras mais novos. Ok. Existem muitos homens heterossexuais de meia idade que gostam de mulheres mais novas, também, assim como existem mulheres de meia idade que gostam de homens mais novos. E nem por isso a gente vê, o tempo todo, homens gays ou heterossexuais e mulheres de meia idade sendo assassinados, André. E outra, dizer que o Eugenio “cometeu a asneira de colocar um psicopara homosexual-homofóbico que dizia em seu twitter que estava ‘infiltrado’ no meio gay”, é afirmar que o suspeito é culpado. Isso não é tarefa sua, André. Além disso, todos estamos sujeitos a tal tragédia. Pesquisas apontam que o número de psicopatas é bem maior do que imaginamos. Tudo bem, podemos até questioner o fato de pessoas – independente da orientação sexual – levarem desconhecidos para a casa, logo no primeiro encontro. Mas nesse caso a gente não pode afirmar que o Eugênio e o assassim não se conheciam, até porque ainda não sabemos quem é o assassin e, mesmo que seja o Lucas Rossetti, a gente ainda não sabe se ele conhecia ou não o Eugênio. E mais: Eugênio não estava sozinho. Ele estava com o modelo Murilo Rezende. Não sabemos, de fato, o que aconteceu. Então precisamos esperar a apuração dos fatos. E mesmo que o Eugênio tenha sido descuidado, chamá-lo de asno é, no mínimo, deselegante.

“Homens gays mais velhos solteiros, classe média e que gostam de garotos são presas fáceis para oportunistas. Pior ainda para os que têm fantasias de pegar ‘héteros’.”


Apesar de não dizer que o Eugênio tinha tal fantasia, André, que nunca falou com ele, deixa isso subentendido, já que o texto é sobre o Eugênio.

“Conheço vários que se expõem a esse risco e são constantes vítimas de boa-noite-cinderelas, pequenos furtos, agressões. Na melhor das hipóteses perdem apenas o dinheiro com presentes. E se machucam emocionalmente quando se iludem com possibilidades de amor.

“Falar de homofobia no caso do crime da Oscar Freire é um engano, ainda que sem dúvida haja uma boa parcela de homofobia internalizada neste caso.”

Falar que não foi homofobia, também é um engano. Não sabemos o que aconteceu de fato e nem quem é o assassino, apesar dos indícios.

“Colocar dentro de casa um garoto desconhecido, um possível psicopata, é abrir as portas para o inimigo. Trata-se de mais um triste caso de violência urbana. Heterossexuais fazem a mesma coisa, mas é mais difícil que mulheres sejam violentas.”

É mais difícil que as mulheres sejam violentas? Talvez, mas e as mulheres que levam garotos jovens para dentro de casa? Ninguém deve levar desconhecidos para dentro de casa.

“‘Pode acontecer com qualquer um’, me repetem aqui. Mas com qualquer um que for mané o suficiente para se expor a esse tipo de situação.”

Chamar uma pessoa que foi brutalmente assassinada de “mané” é de péssimo gosto. Agora, vamos supor que o Eugênio levasse rapazes para o seu apartamentos. Neste caso, o Murilo que foi morar na casa do Eugênio, sabendo, provavelmente, do estilo de vida dele, era mané também? Ah!, o Murilo o André conhecia…

Garçom que mutilou e arrancou fígado de cabelereiro diz que era assediado por ele 1

Um crime bárbaro chocou a pequena cidade de Alfenas, no Sul de Minas Gerais na última quinta-feira (25/08). Um garçom matou, esquartejou, amassou o crânio e arrancou o fígado de um cabelereiro. Motivo? Ele era gay e, segundo o assassino, o assediava.

O garçom Fernando Alves, 20 anos, disse que os dois se encontravam com frequência para fazer uso de drogas.

Gilvan nasceu em Recife e trabalhava em um salão da cidade.

O corpo do cabelereiro foi encontrado depois que uma vizinha que passava em frente à casa da vítmia viu o sangue escorrendo da garagem e acionou a Polícia Militar. Ao chegar no local, os policiais viram o corpo de Gilvan, que era conhecido como Willians, caído no chão, com o crânio amassado e a ponta do nariz cortada.

Após o levantamento das caracterísicas do crime, o garçom Fernando Alves, de 20 anosm foi localizado e detido ainda na manhã do dia 25, menos de meia hora apoós a polícia ser acionada, portando duas facas em uma kitnet próxima ao Hospital Universitário Alzira Vellano. Ao ser preso, o assassino confessou o crime.

Durante coletiva na Delegacia de Alfenas, Fernando revelou que além de retaliar o corpo, retirou o fígado da vítima e assou em uma sanduicheira eletérica para comer. “Estava sem sal, a carne era ruim, então dei para o cachorro”, revelou sem esboçar arrependimento.

Sanduicheira elétrica usada para assar fígado da vítima

Após a coletiva, foi realizada a reconstituição do crime onde o assassino revelou os detalhes de como ocorreu.

Manifestantes protestam contra homofobia
No local, representantes dos direitos humanos fizeram manifestação contra a homofobia. O caso que ocorreu em Campos Gerais, este ano, quando a travesti Paulinha foi assassinada com 31 facadas, foi lembrado. O assassino dela está solto.

Fernando Mostra, sorrindo, como matou Gilvan

Segundo o delegado Leonardo Bueno Procópio, encarregado pelo caso, a vítima acolhia o assassino em sua casa para usar drogas. Neste dia Fernando foi despejado e procurou abrigo na casa de Gilvan, ele chegou a levar alguns de seus pertences e o seu cachorro.

O delegado revelou que primeiro a vítima tentou ter relações com sexuais com o assassino que se recusou. Em seguida eles foram comer em uma lanchonete. Fernando voltou na frente e esperou Gilvan com a faca na cintura. Quando Gilvan chegou em sua residência, houve uma segunda tentativa de assédio. Netes momento, dois conehcidos do assassino foram até a porta da residência em uma motocicleta que ficou estacionada pouco abaixo da garagem.

Ricardo, que pilotava a motocicleta, disse ter ido até o local atendendo um chamado de Fernando e afirma ter descido do veículo se dirigindo até o portão onde viu o início da discussão e a primeira facada,deferida no peito da vítima, que ocorreu na garagem da casa. Assustado, o rapaz subiu na moto e foi embora. Fábio Silva teria ficado na garupa da moto e disse não ter visto o crime. Ao esfaquear Gilvan, Ferdando acabou se ferindo mão esquerda.

Na seqüência do crime, a vítima tentou subir as escadas para pedir socorro aos moradores do andar de cima, mas foi esfaqueado pelas costas e depois atirado ao chão onde levou um chute na cabeça e veio a falecer.

Fernando arrastou o corpo para dentro e se encarregou de limpar o sangue da garagem. Das 3h30min até o amanhecer Fernando revela que ficou retalhando o corpo de Gilvan. A ponta do nariz foi cortada, a boca desfigurada, inúmeros cortes pelo braços. Durante a reconstituição, Fernando disse que arrancou o pênis e o colocou na boca da própria vítima, os testículos foram atirados ao cachorro. “Ele queria me chupar, ele que chupe ele mesmo”, disse Fernando sem esboçar qualquer arrependimento. Ele também abriu a barriga da vítima e arrancou as entranhas com as próprias mãos, chegando a assar o fígado e tentou comer, contudo acabou jogando para o cachorro. Fernando chegou a jogar um líquido inflamavel no corpo, no entanto desistiu de atear fogo.

Fernando ainda revela ter tingido a vítima com tinta para cabelos e descarregado um extintor de fogo dentro do corpo. Ao amanhecer o assassino foi até a padaria ao lado da residencia e comproupão e cigarros na conto da vítma. Ele então voltou para dentro da casa fez café e tomou tranquilamente diante do corpo mutilado. Antes de sair da cena do crime o assassino ainda pisou na cabeça da vítima o que resultou no esmagamento do crânio.

Segundo amigos de Fernando, que é natural de Alfenas, ele era de boa família, ganhava um bom salário como garçom e após o envolvimento com o crack sua vida desmoronou. Fernando aguardará o julgamento em regime fechado e segundo o delegado Leonardo Bueno, responderá por homicídio triplamente qualificado.



Com informações do ”G1“, ”R7“, ”Paraiba.com.br“, ”EPTV“

Confundidos com homossexuais, rapazes são agredidos na Avenida Paulista Resposta

Arquiteto foi agredido e postou foto no Facebook

O arquiteto Bruno Chiarioni Thomé, de 33 anos, afirmou na noite deste domingo (28) ter sido agredido por um grupo de seis rapazes na Rua Augusta, nas proximidades do Metrô Consolação, na região da Avenida Paulista, por volta das 4h30 de sábado (27). Ele estava acompanhado de um amigo, que também foi agredido. Segundo o arquiteto, os dois foram confundidos com homossexuais.

”Primeiro, eles jogaram um copo de cerveja, que passou por mim e eu não vi. Depois jogaram uma pedra dessas que pavimentam a calçada que acertou a minha cabeça“, contou o arquiteto ao portal ”G1“, por telefone.


De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), seguranças do Metrô foram chamados e apuraram que os dois rapazes foram agredidos por um grupo de pessoas desconhecidas. Neste grupo, estava um designer de 19 anos. De acordo com a SSP, o designer afirma que passava pelo local quando se envolveu na briga. Ele afirma também ter sido agredido pelo arquiteto. No boletim de ocorrência, o caso foi registrado como uma briga envolvendo três rapazes. Não está especificado quem é vítima ou autor das agressões. No B.O não há menção à homofobia.

Uma luminária utilizada nas agressões foi apreendida pela polícia. A assessoria de imprensa da SSP, no entanto, não soube informar a quem pertencia o objeto.

”Quando fui perguntar o que tinha acontecido, a resposta já foi agressiva e homofóbica: ’O que você está fazendo aqui, viadinho?‘, perguntou um deles“, disse o arquiteto.

Segundo Chiarioni Thomé, os supostos agressores estavam organizados em três duplas, sendo que uma delas segurava uma luminária, de cerca de um metro, que foi utilizada na agressão. “Deram socos, chutes e nos atacaram com a luminária”, contou.

O arquiteto afirmou que ele e o amigo, que voltavam de uma boate, revidaram.

”Eu tomei a luminária deles e corri atrás deles. Quando os seguranças do Metrô chegaram, eu estava com a luminária na mão“, disse.

Chiarioni Thomé foi levado para o Hospital das Clínicas e não esteve na 1ª Seccional onde o boletim de ocorrência por agressão corporal foi registrado. Ele disse que deve procurar a polícia na manhã de segunda-feira (29) e vai fazer a representação para que os envolvidos respondam criminalmente pela agressão.

”Parece que virou modinha agredir. Eles não esperavam que fôssemos reagir“, declarou.

Polícia encontra carro de analista assassinado na Oscar Freire Resposta

Um retrato-falado ajudou a polícia a identificar Lucas Cintra Zanetti Rossetti, suspeito do crime

A Polícia Civil de Sertãozinho, no interior de São Paulo, encontrou, na madrugada deste domingo, o carro do analista de sistemas Eugênio Bozola, 52 anos, assassinado em seu apartamento na rua Oscar Freire, zona oeste da capital paulista, juntamente com o modelo Murilo Rezende da Silva, 21 anos. O crime ocorreu na última terça-feira.



Leia também: Twitter de suspeito de matar dois homens na Oscar Freire contémmensagens homofóbicas



De acordo com o plantão policial da Delegacia Seccional de Sertãozinho, o veículo, um Honda Civic, placa EBK 8356, passava por perícia por volta das 11h40.

O jovem Lucas Cintra Zanetti Rosseti, 21 anos, apontado pela polícia como autor do duplo homicídio, continua foragido. Ele utilizou o carro de Eugênio na fuga. Durante a semana, a polícia afirmou que o veículo havia sido rastreado, por meio do serviço de pagamento eletrônico de pedágio.

Em entrevista coletiva na quinta-feira, o delegado responsável pelo caso, Maurício Guimarães Soares, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil, afirmou que o último registro de passagem do veículo por uma praça de pedágio foi no dia 23 de agosto, em São Simão, região de Ribeirão Preto.

Com informações da ”EpTV“, ”Terra“ e ”G1“

Condutor de riquixá é acusado de estuprar lésbica em Londres Resposta



Um condutor de riquixá está sendo acusado de estuprar uma passageira lésbica que voltava para casa após passar a noite em uma boate no centro de Londres.

No tribunal, a mulher – uma médica de quase trinta anos – chorou e disse que não se lembrava dos detalhes daquela noite.



Basicamente, eu não me lembro. E fico feliz em não me lembrar agora”, ela disse.

O motorista Murat Durmus, de 23 anos, foi preso algumas semanas após o incidente e seu DNA foi compatível com amostras encontradas na vítima, mas ele nega a acusação e diz que o sexo foi consensual.

Rum e licor

A médica diz que havia terminado um plantão noturno no setor de Emergência de um hospital no dia 5 de fevereiro deste ano. Ela foi então para a boate gay, no centro de Londres com um amigo e depois para um bar, onde ela bebeu oito doses duplas de rum e uma de licor.

Eles procuraram um táxi, mas não encontraram.

“As coisas ficaram um pouco confusas”, ela disse.

“Eu só me lembro de estar em um riquixá e que nós estávamos rindo porque ele estava indo muito rápido.”

“Eu honestamente não me lembro como tudo começou. Ele veio por trás.”

“Minha memória seguinte foi quando eu toquei a campainha e entrei no quarto da amiga com quem divido o apartamento. Eu estava histérica e chorando. Por causa da minha orientação (sexual) fiquei furiosa. Eu fiquei com raiva”, contou a médica.

Câmeras de segurança

Segundo a acusação, há imagens de câmeras de segurança que mostram o acusado levando a médica de volta ao riquixá, supostamente depois de ela ter ido a um caixa eletrônico.

“Em seguida, ela se lembra de ser estuprada por ele. Isso aconteceu, ela acha, no riquixá. Ela estava chorando e dizendo ‘não’, e ele colocou a mão sobre sua boca para que ela não gritasse”, disse a promotora Lisa Matthews.

Matthews disse ainda que o episódio colocou a sua cliente em uma situação desagradável, já que, até então, sua família não sabia que ela era homossexual.

Reportagem: BBC Brasil

Organização da Parada Gay da Bahia divulga vídeo contra a homofobia Resposta


Os organizadores da 10ª Parada Gay da Bahia divulgou um vídeo contra a homofobia e também, para convidar a população para participar do evento, que acontece no dia 11 de setembro. O vídeo é excelente, confira:

Confesso que achei que o ator estivesse falando sobre o filho gay. E você, não pensou o mesmo? É impressionante como estamos condicionados a pensar na orientação homossexual como um comportamento digno de vergonha. Claro, o vídeo é utópico, tendo em vista a cultura que ainda prevalece no mundo. Mas fiquei pensando, após assisti-lo: chegará o dia em que vamos encarar o diferente como natural?


Não me refiro só a uma orientação sexual diferente, nem a uma identidade de gênero. Ainda temos a necessidade de classificar o próximo: a mulher que se veste de maneira sensual é vagabunda, o gay efeminado é “veado” (quantos homossexuais não pensam assim?), etc.


“Ainda agimos – mesmo lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, que são marginalizados por uma parcela da sociedade – reproduzindo o mesmo comportamento preconceituoso e excludente, que tanto criticamos nos outros. O vídeo me fez pensar sobre esse tipo de comportamento Ainda é muito difícil mudar comportamentos históricos, mas acreditamos que a informação correta e a educação libertadora têm poder de transformar homofóbicos em aliados”, disse o antropólogo Luiz Mott, fundados do Grupo Gay da Bahia, que organiza a parada, ao jornal “A Tarde”.


Sábias palavras de um dos pioneiros na luta pelos direitos LGBT. Até mais otimista que as minhas. Sim, nós podemos, com informação e educação. Por isso, a mídia é fundamental, para esclarecer as pessoas. E mostrar exemplos positivos é importante, também. A homofobia existe, mas hoje somos muito mais respeitados.


Evento” 10ª Parada do Orgulho Gay da Bahia
Local: Salvador, Campo Grande, Centro
Horário: concentração a partir das 11h.

Por unanimidade, Câmara dos Deputados livra Bolsonaro de processo por homofobia e racismo Resposta

Em silêncio, a Mesa Diretora da Câmara (clique aqui e veja os deputados que fazem parte) livrou o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) de responder a processo por quebra de decoro parlamentar. A decisão foi tomada na última semana do primeiro semestre legislativo, e evitou-se dar qualquer publicidade a ela. Por unanimidade, a Mesa resolveu absolver o deputado da acusação de abusar das prerrogativas de parlamentar ao disseminar preconceito e estimular violência com declarações contra negros e homossexuais.
A reunião da Mesa ocorreu em 12 de julho, uma terça-feira. Na oportunidade, o corregedor da Câmara, Eduardo da Fonte (PP-PE) apresentou seu parecer sobre o caso. Motivado por oito representações protocoladas na presidência da Casa, o pepista ouviu o parlamentar, requereu perícia em provas e deu seu parecer: para ele Bolsonaro, seu colega de partido, deveria ser absolvido.
O curioso é que a Mesa da Câmara apenas comunicou a Bolsonaro e publicou o despacho no Diário da Câmara sem dar nenhuma publicidade à decisão final para um caso que gerou grande polêmica no primeiro semestre. Por vergonha não é. Deve ser por medo de críticas.
A decisão da Mesa só veio à tona em 10 de agosto. Pelo Twitter, a deputada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS), avisou seus seguidores: “Notícia importante para todos aqueles que enviam emails para Comissão: a Mesa da Câmara, por decisão unânime, absolveu Bolsonaro”. A informação dada pelo Twitter por Manuela, porém, não chegou aos corredores da Câmara. A avaliação é que, como o Conselho de Ética já tinha absolvido Bolsonaro na representação do Psol, a tendência era que agora acontecesse o mesmo.
Comentário racista

No quadro “O povo quer saber”, do programa CQC, da TV Bandeirantes, a cantora Preta Gil perguntou a Bolsonaro como ele reagiria se seu filho se apaixonasse por uma mulher negra. “Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco porque meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambiente como lamentavelmente é o teu”, respondeu Bolsonaro.
À primeira vista, tratava-se de um comentário racista, o que configura crime. Em sua defesa, Bolsonaro disse não ter entendido a pergunta de Preta, julgando que ela falava sobre homossexualismo. O preconceito contra homossexuais não é crime.
Na decisão publicada, os integrantes da Mesa afirmaram que, “por mais que sejam contrários”, a manifestação de Bolsonaro está protegida pela liberdade de opinião parlamentar, prevista na Constituição Federal. Para eles, o fato de ele ter sido identificado durante o programa como deputado é o bastante para ligá-lo ao mandato. E, portanto, colocar a resposta dele a Preta Gil no manto da proteção constitucional. Na visão dos deputados, não importa se ele foi racista, sendo ele deputado, a imunidade parlamentar permite. Talvez os deputados tenham pensado: se algum dia eu quiser fazer algum comentário racista, tenho que ter esse direito. Sou deputado! É… faz sentido…
Tapa na mão
Segundo as regras, somente partidos políticos podem fazer representação por quebra de decoro diretamente ao Conselho de Ética. Foi o que aconteceu com a representação do Psol, que foi julgada no primeiro semestre e arquivada pelo conselho. As demais representações, de pessoas e entidades da sociedade civil, precisavam primeiro receber a análise da Mesa Diretora. Se a Mesa acolhesse as representações, elas iriam ao Conselho de Ética.
A análise ocorreu após a Presidência receber as representações de, entre outros, os deputados Edson Santos (PT-RJ), ex-ministro de Igualdade Racial do governo Lula, e Luiz Alberto (PT-BA), a procuradora feminina da Câmara, Elcione Barbalho (PMDB-PA), e a seccional do Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ). A Comissão de Direitos Humanos da Casa também apresentou uma reclamação.
No fim da decisão, a Mesa Diretora faz uma recomendação a Bolsonaro: pediu que ele, no futuro, tome mais cuidado ao fazer declarações públicas, em especial para programas no estilo do CQC. ”A Mesa exorta o deputado Bolsonaro para prestar mais atenção ao fazer esse tipo de declaração“, pedem os deputados. E finalizam com uma ameaça, que perto da possibilidade de cassação parece um tapa na mão. Dizem que não aceitarão mais exageros por parte do parlamentar. É o cúmulo do cinismo.
A declaração de Bolsonaro ao CQC não foi a primeira polêmica em que o pepista se envolveu. Em maio deste ano, ele e a senadora Marinor Brito (Psol-PA) trocaram insultos enquanto a senadora Marta Suplicy (PT-SP) dava entrevista a jornalistas, explicando o motivo de ter retirado de pauta o projeto de lei que torna crime a discriminação de homossexuais. Os dois trocaram acusações e quase se agrediram, interrompendo a entrevista da petista.
Também não foi a primeira vez que a Mesa absolveu Bolsonaro por conta de suas declarações. Em outubro de 2009, foram arquivadas de uma só vez oito representações contra o pepista, acusado de dar declarações “violentas de ódio e desrespeito” em pronunciamentos na Casa, entre 2004 e 2005. O deputado foi denunciado por, entre outras coisas, chamar o presidente Lula de “homossexual” e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, de “especialista em assalto e furto”.
Relembre outros momentos de machismo e homofobia de Bolsonaro: clique aqui.
Com informações do “Congresso em Foco” e do “Vermelho”

Ellen DeGeneres de volta à TV brasileira Resposta

O canal por assinatura “GNT” já definiu o programa que vai ocupar o lugar de Opra Winfrey – “The Ellen DeGeneres Show” será o substituto oficial da atração.


Aqui no Brasil, o programa já foi transmitido pela Warner e, sem nenhuma explicação aos assinantes, retirado do ar.


O talk show tem o nome da apresentadora, lésbica assumida, e será veiculado em horário nobre: de 2ª a 6ª, às 20h. O programa é um dos mais assistidos nos Estados Unidos da América (EUA) e já recebeu grandes nomes de personalidades de diversas áreas, como Barack Obama e Lady Gaga. Está no ar desde 2003 e tem em média 3 milhões de telespectadores diariamente.
A apresentadora Ellen é casada com a atriz Portia DeGeneres. Elle é uma das mais atuantes defensoras dos direitos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros).

Casal de lésbicas é separado e pode ser decapitado e queimado na Indonésia Resposta

Sharia autoriza penas como aplicação de chibatadas (Foto: Arquivo BBC)


A polícia islâmica da província de Aceh, na Indonésia, obrigou um casal de lésbicas a anular seu casamento e assinar um acordo de separação.


As mulheres estavam casadas havia vários meses, porque uma delas fingiu ser homem no dia do casamento, ludibriando o clérigo islâmico que celebrou a cerimônia.


O casal foi denunciado por vizinhos que questionaram a legitimidade da união e contataram a polícia.


Depois de serem forçadas a se divorciar, as mulheres voltaram para suas famílias e permanecem sob a vigilância das autoridades encarregadas de fazer valer a lei da sharia, ou lei islâmica, no país.


O chefe da polícia religiosa local defendeu que, como punição, as duas mulheres sejam decapitadas e tenham seus corpos queimados, de acordo – segundo ele – com os princípios do islamismo.

Entretanto, a província de Aceh, a única no país que acata os preceitos da lei da sharia, não tem legislação definindo como tratar o tema da homossexualidade.

Em 2009, o Legislativo provincial aprovou a aplicação de chibatadas para homossexuais e a pena de morte por apedrejamento para adúlteros, mas o Executivo se recusou a assinar a lei.

A homossexualidade é legalmente permitida na Indonésia, embora não seja vista com bons olhos.



Ativistas de direitos humanos dizem que as leis de Aceh violam a Constituição indonésia e incentivam o patrulhamento social e a intolerância.



Com informações da BBC Brasil

Caminhada lésbica pretende reunir neste domingo mil pessoas na praia de Copacabana Resposta



Agosto é o mês da visibilidade lésbica e para celebrar esta data com estilo, sem perder o tom de reivindicações, o Fórum de Lésbicas e Mulheres Bissexuais do Estado do Rio de Janeiro realiza a 3ª Caminhada da Visibilidade Lésbica e Mulheres Bissexuais.


O evento, que conta com o apoio da Superintendência de Direitos Individuais Coletivos e Difusos da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, terá concentração às 13h no Posto 6 da praia de Copacabana. O Governo do Estado do Rio de Janeiro viabilizou anúncios em grandes revistas semanais do país e jornais.


A passeata contará também com um trio elétrico e a presença das cantoras Nana Kozak, que fará a abertura do evento com muito samba de raiz; Juliana Farina e Elza Ribeiro que encerrarão a caminhada por volta das 17h com clássicos da MPB.


Durante a manifestação serão distribuídas cerca de 3.000 “sainhas” (lençol de látex) como ação de prevenção as DST/aids.


A coordenação da caminhada espera a presença de 1.000 pessoas na orla de Copacabana. “Esperamos com esta passeata aumentar a visibilidade e o respeito com a mulher que ama outra mulher. Precisamos combater o preconceito para garantir os direitos das lésbicas e mulheres bissexuais”, explicou a coordenadora do projeto Laços & Acasos e representante do Fórum de Lésbicas e Mulheres Bissexuais do Estado do Rio de Janeiro, Marcelle Esteves.


*Com informações da Agência de Notícia Aids

Brasil contabiliza 144 mortes por homofobia em 2011 Resposta


Somente neste ano, 12 pessoas foram assassinadas na Paraíba em crimes cometidos por motivação homofóbica, segundo dados do Grupo Gay da Bahia (GGB). A entidade já contabilizou 144 mortes em todo Brasil este ano.

Em 2010, foram 260 homicídios no país, sendo 11 deles na Paraíba. 43% dos crimes cometidos no ano passado aconteceram somente no Nordeste.

O levantamento coloca a Paraíba em segundo lugar no ranking de assassinatos ligados à homofobia cometidos este ano na região Nordeste, perdendo apenas para Pernambuco, com 15 mortes.

No ranking preliminar deste ano do Grupo Gay da Bahia o Estado de Pernambuco aparece em primeiro lugar com 15 mortes motivadas por homofobia. A Paraíba aparece em segundo (12 mortes) e a Bahia, em terceiro (11). Em seguida estão os Estados de Alagoas (9), Ceará (6), Maranhão e Rio Grande do Norte (4), Sergipe (3) e Piauí com duas mortes. Se levado em conta todo o país, o estado de São Paulo é o que tem o maior número de mortes por homofobia, com 17 neste ano.

Comparando os dados de 2010 com os que já foram contabilizados nos oito meses deste ano, é possível observar um aumento de 64,83% nos homicídios com motivação homofóbica na Paraíba. Caso os crimes se mantenham neste ritmo, no fim do ano o Estado terá uma saldo de 18 mortes.

No Brasil ainda não existe um levantamento oficial sobre os crime desta natureza. As entidades e movimentos interessados neste estudo colhem os dados que são divulgados na imprensa e repassam para o Grupo Gay da Bahia que se encarrega de realizar todos os anos o Relatório de Assassinato de Homossexuais.

*Com informações do “Correio do Brasil”

Mãe de suspeito de assassinato na Oscar Freire pede que ele se entregue 2



A DHPP (Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa) de São Paulo ouviu na noite desta sexta-feira (26/08), em Sertãozinho, o depoimento de familiares do suspeito de ter matado o analista de sistemas Eugênio Bozola, 52, e o modelo Murilo Rezende da Silva, 21, na rua Oscar Freire, em São Paulo. Lucas Cintra Zanetti Rosseti, 21, continua foragido.




A polícia suspeita que ele esteja escondido na região de Ribeirão Preto, onde moram seus pais. Um dia após o crime, o irmão de Lucas, Alex Rosseti, 20, publicou em seu perfil do twitter que a mãe dele fazia um curativo em Lucas. A polícia suspeita que o ferimento tenha ocorrido no dia do crime.


A prima do suspeito afirma que ele é agressivo. “Não podia mexer com ele, que ficava bem nervoso. Esses dias, ele brigou com o meu irmão”, afirma Jéssica Rosseti.

Lucas Rosseti é suspeito de ter matado a facadas o analista de sistema Eugênio Bozola, de 52 anos, e o modelo Murilo Rezende, de 21 anos, na última terça-feira (23), em um apartamento na Rua Oscar Freire, no Jardins, em São Paulo. Desde então, ele está sendo procurado em Sertãozinho por policiais da capital e de cidades da região. Delegados e investigadores da Polícia passaram esta sexta-feira (26) em diligências.

As buscas tiveram início depois de a polícia ter sido informada de que Rosseti havia fugido com o carro de uma das vítimas. A passagem do Honda Civic foi registrada em várias praças de pedágio, o que levou as investigações a Sertãozinho.

Segundo o irmão do suspeito Alex Rosseti, o jovem apareceu na cidade sem avisar. “Ele falou que estava chegando de São Paulo e que havia comprado um carro. Aí, vimos nos noticiários o ocorrido e minha mãe acabou ligando tudo. Ele foi embora e não conseguimos mais contato”.

A madrasta dele, Solange Fernandes, chegou a fazer um curativo em Rosseti, que esteve em sua casa no dia do crime. “Ele chegou com todos os dedos cortados e eu perguntei o que tinha acontecido. Ele só me respondeu que tinha sido atacado por um cachorro”.

De acordo com a polícia, as investigações mostram que Rosseti era hóspede no apartamento onde moravam as vítimas. No inquérito, fotos apontam os três em uma pizzaria, momentos antes do crime. A polícia também rastreou mensagens postadas pelo suspeito há um mês em uma rede de relacionamento, onde várias mensagens violentas e homofóbicas foram postadas.

Andreia Rosseti, mãe do suspeito, quer que ele se entregue:

“Eu quero que ele se entregue, para não acontecer nada de sério, de mais greve, para gente ouvir a versão dele. Porque eu tenho certeza absoluta, se ele fez alguma coisa, pelo o que eu conheço do meu filho, foi pra se defender”.

Com informações do “EPTV” e do “ToSabendo”

Ricky Martin simula orgia e esbanja sensualidade em seu primeiro show no Brasil Resposta

O cantor saiu do hotel, para o Credicard Hall, com seguranças e o namorado Gonzales (o mais alto, na foto da esquerda).



Uma multidão assistiu ao primeiro show de Ricky no Brasil. O espetáculo
espetáculo, que faz parte da turnê “Musica + Alma + Sexo” é recheado de coreografias sensuais e começou às 22h20 (20 minutos após o horário marcado). A música que abriu o show foi “Será, Será“.


O porto-riquenho trocou de roupa 8 vezes e exibiu sua barriga tanque em uma das trocas com uma camisa preta aberta. Entre as canções do repertório, Ricky não deixou nenhum sucesso de fora e empolgou com “Maria”, “Living la vida loca”, “She bangs” e “La Copa de La Vida”.


Ao fim do show, o cantor agradeceu a todos pela noite. “Muito obrigado Brasil e São paulo. Foi uma noite maravilhosa. Juro que dá próxima vez meu português será melhor”, brincou. Após uma hora e vinte minutos de show, Ricky saiu do palco mas voltou para o bis e fechou o show com “The best Thing About Me is You” e novamente “Maria”.




Ricky ainda pegou uma bandeira que era metade do Brasil e metade de Porto Rico de uma pessoa da plateia. “Vocês e eu somos iguais, a mesma coisa”, finalizou. O cantor ainda tem mais dois show no País: neste sábado (27) se apresenta no Rio de Janeiro, no Citibank Hall, e em Porto Alegre (30), no Ginásio Gigantinho.



Mesmo com as inúmeras referências à sua sexualidade durante a noite, Ricky decidiu ir além. Na performance deI Am, ele e seus dançarinos simularam uma orgia, na qual tudo era permitido. O número faz o espetáculo ganhar pontos no aspecto artístico, devido à sincronicidade da equipe e à beleza dos movimentos propostos. Mas também faz perder pontos ao passar a mensagem de pemissividade. Os homossexuais, que sofrem o estigma social da promiscuidade e lutam pelo respeito geral em seus manifestos, acabam logo associados à liberalidade sexual, que não condiz com a maioria dos que integram este grupo.

Após o número, Ricky investiu em hits mais tropicais e conduziu seu show ao fim com músicas que empolgaram os fãs e mantiveram a energia em alta até o último minuto. “Eu vou levar seu coração para minha casa, foi uma noite inesquecível. Juro que da próxima vez o meu português vai estar melhor”, disse o cantor, que se despediu de São Paulo às 23h48 com um largo sorriso no rosto e envolto em uma bandeira brasileira.

Informações da “Quem” “R7” e “Terra”

"Vai ser uma loucura", diz Ricky Martin, sobre shows que fará, a partir de hoje no Brasil Resposta

Cantor deixa hotel em São Paulo




Ao assumir sua homossexualidade, em março do ano passado, o cantor porto-riquenho Ricky Martin deu uma guinada em sua carreira. Com 20 anos de estrada solo – 28, desde que começou na boy band latina Menudo – e mais de 60 milhões de discos vendidos, Enrique José Martín agora pode ser ele mesmo. Aos 39 anos, solta-se das amarras do preconceito e, enfim, vive ‘la vida loca’, como ele tanto cantou pelo mundo afora.

O cantor vem ao Brasil para três apresentações – hoje, em São Paulo, amanhã, no Rio de Janeiro e, na terça, em Porto Alegre –, completamente diferente daquele que passou por aqui, há seis anos, na turnê do disco Life, lançado em 2005. Desde então, não havia produzido nenhum material inédito. Em janeiro deste ano, chegou às lojas seu novo CD, Musica + Amor +Sexo.

Em sua conta no site de microblogs Twitter, o cantor deixou sua saudação para o público brasileiro. “Amanhã (anteontem) viajo para o Brasil. País maravilhoso! Os shows vão ser uma loucura!”, escreveu, na terça-feira passada. Ele chegou na manhã de ontem em São Paulo e, no fim da tarde, já estava animadíssimo com os shows. “Começou bagunça! Cheguei em São Paulo! (risos). Brasil, amanhã (hoje) é o show aqui” e, depois, em inglês, completou: “Já cheguei no Brasil! Vai ser incrível!”

Mesmo distante da música, Ricky Martin continuava, porém, estampando algumas manchetes latinas e mundiais, com suas boas ações sociais. Sua busca por uma mãe de aluguel para que ele pudesse, hoje, ter os seus dois filhos, Matteo e Valentino, de 3 anos, também chamou a atenção. Só voltou para as capas com o anúncio de sua homossexualidade e de uma autobiografia que seria reveladora, de nome Eu (Ed. Planeta, R$ 27,90). Hoje se sabe que ele é casado com o também porto-riquenho Carlos Gonzalez e passou a defender o direito ao casamento de pessoas de mesmo sexo.

Ainda assim, tudo isso o afastou dos estúdios e dos palcos. É onde se tornou o sex symbol para uma geração de adolescentes no fim dos anos 1990, com canções sensuais e polêmicas como Maria. Ao som de batidas fortes de pop, misturando os calientes ritmos latinos com o R&B, entre reboladas e requebradas, sempre usando calças de couro apertadas, ele deixou de ser um ídolo teen latino para explodir nos EUA, com o hit Livin’ la Vida Loca. O álbum, de nome Ricky Martin, vendeu 22 milhões de cópias pelo mundo e, ainda, trazia Be Careful (Cuidado Con Mi Corazón), num dueto entre ele e Madonna.

O hiato que durava seis anos chegou ao fim com Musica + Alma + Sexo. Seu nono trabalho de estúdio, mesmo depois de tanto tempo e de todas as polêmicas, atingiu o terceiro lugar da Billboard e liderou as paradas latinas.

É, porém, um disco irregular, como se o cantor ainda não soubesse o que realmente deseja. Quer ser pop? Quer voltar a ser um astro latino? Quer ser um símbolo gay? Quer manter a sua pose de galã latin lover? Nada é respondido.

Em videoclipes e shows, ele mantinha seu cabelo impecável, usava roupas coladas ao corpo e não economizava nos movimentos sensuais e sorrisos de lado para ganhar gritinhos agudos das fãs. Agora, ele parece desconfortável nessa posição. No vídeo oficial de Frío, que foi acessado mais de 10 milhões de vezes no canal oficial do cantor no Youtube – um fato comemorado pelo cantor no seu Twitter –, há uma moça loira que, em outros tempos, se contorceria por ele nos primeiros versos.

Sua voz também está escondida, sempre maquiada por teclados ou backing vocals. Só na balada Basta Ya, ele se solta. É possível captar, em vários momentos, a expressão da dúvida de Ricky Martin sobre qual caminho musical seguir depois de assumir sua homossexualidade. “Não se imponha limites / Faça o que tiver vontade / Siga seu destino / Fora dos trilhos”, canta ele, na primeira faixa, Mas.

Nas músicas românticas, ele é genérico, não declara seu amor para ele ou para ela. A coragem de se abrir em público sumiu em seu novo trabalho. Para sorte das fãs, os clássicos deverão estar presentes e, naqueles momentos, Ricky Martin voltará a ser o latin lover.





Pouco depois de gravar um clipe com Claudia Leitte, Ricky Martin foi entrevistado por Xuxa e Hebe. O encontro entre o cantor e as apresentadoras loiras aconteceu nesta quinta-feira (25).


A assessoria de imprensa da Rede Globo informou que ainda não previsão de quando a matéria vai ao ar.

Lady Gaga é a celebridade mais poderosa do mundo Resposta


Lady Gaga foi eleita pela revista “Forbes” como a celebridade mais poderosa do mundo e a 11ª no ranking geral. Segundo a publicação, a cantora faturou cerca de US$ 90 milhões, o que equivale a R$ 145 milhões, nos últimos 12 meses.



No ano passado, a estrela ocupou a quinta posição na lista encabeçada pela apresentadora Oprah Winfrey.



Outros famosos também aparecem na lista, como a brasileira Gisele Bündchen, que ocupa a 60ª colocação na listagem geral.



1. Lady Gaga

2. Oprah Winfrey

3. Justin Bieber

4. U2

5. Elton John

6. Tiger Woods

7. Taylor Swift
8. Bon Jovi

9. Simon Cowell

10. LeBron James

11. Angelina Jolie

12. Katy Perry

13. Johnny Depp

14.Kobe Bryant

15.Leonardo Dicaprio

16. Black Eyed Peas

17. Donald Trump

18. Dr. Phil Mcgraw

19. Tyler Perry

20. Paul McCartney

21.Jennifer Aniston

22. Steven Spielberg

23. Rush Limbaugh

24. Ryan Seacrest

25. Roger Federer

26. Howard Stern

27. James Cameron

28. Charlie Sheen

29. Beyonce Knowles

30. Glenn Beck

31. Ellen DeGeneres

32. Usher

33. David Letterman

34. Muse

35. David Beckham

36. Phil Mickelson

37. James Patterson

38. Jay-Z

39. Jerry Bruckheimer

40. Jerry Seinfeld

41. Adam Sandler

42. Bethenny Frankel

43. Cristiano Ronaldo

44. Sandra Bullock

45. Brad Pitt

46. Rafael Nadal

47. Christopher Nolan

48. Brad Paisley

49. Alex Rodriguez

50. Jennifer Lopez

51. Toby Keith

52. Sean Diddy Combs

53. Robert Pattinson

54. Dick Wolf

55. Tom Brady

56. Jay Leno

57. Dwyane Wade

58. Tom Hanks

59. Dwight Howard

60. Gisele Bündchen

61. Tim Mcgraw

62. Lionel Messi

63. Kristen Stewart

64. Reese Witherspoon

65. Will Smith

66. Robert Downey Jr.

67. Mark Burnett

68. Ben Stiller

69. Derek Jeter

70. Julia Roberts

71. Eminem

72. Peyton Manning

73. Sarah Jessica Parker

74. Mark Wahlberg

75. Natalie Portman

76. Kanye West

77. Chuck Lorre

78. Danielle Steel

79. Stephen King

80. Maria Sharapova

81. Cameron Diaz

82. Eva Longoria

83. Heidi Klum

84. Serena Williams

85. Lil Wayne

86. Venus Williams

87. Steve Carell

88. Jeff Dunham

89. Katherine Heigl

90. Stephenie Meyer

91. Larry The Cable Guy

92. Tina Fey

93. Courteney Cox

94. Kate Moss

95. Ray Romano

96. Danica Patrick

97. Hugh Laurie

98. Mark Harmon

99. Teri Hatcher

100. Mariska Hargitay