Revista afirma: Will Smith é gay e tem um caso com Trey Songs 1

Revista afirma: eles são um casa

Três revistas estadunidenses afirmam: o casamento de Will Smith e Jada Pinkett Smith era de fachada. Depois dos diversos rumores, já desmentidos, dizendo que a união teria chegado ao fim, agora é a vez de questionar a sexualidade do pai de Willow e Jaden Smith.
 Veja as manchetes da revistas ”Star“, ”In Touch“ e ”The National Enquirer“: 
Manchete de três revistas tiram Will Smith do armário

A última, vai ainda mais longe e diz que Will não só é gay e que seu casamento é pura fachada, como diz que o ator tem um caso com o rapper Trey Songz. E Jade também já teria um outro affair, ninguém menos que Marc Anthony, ex-maridode Jennifer Lopez. 

Will dá uma escapadinha com Trey e é flagrado

São três revistas. Jogaram pesado, não?

Freddie Mercury namorou motorista em visita ao Brasil Resposta

Ele foi eleito o 18º melhor cantor de todos os tempos pela revista “Rolling Stone” e, injustamente, ficou em 2º lugar na votação do site “New Musical Express”. Mas o importante mesmo é que há 65 anos nascia um gênio: Freddie Mercury. Aliás, o cantor esteve no Brasil e aprontou coisas dignas de um astro.

O livro ”Rock in Rio – A história do maior festival de música do mundo“, de Luiz Felipe Carneiro, traz revelações inéditas sobre a passagem de Freddie Mercury pelo Brasil, em 1985. O líder do Queen teria chegado à Cidade do Rock de helicóptero e dado chiqulique ao encontrar outros artistas pelos corredores, segundo um trecho reproduzido pela coluna de Ancelmo Gois, do jornal “O Globo”.

“Quem são”?, teria perguntado a Amim Khader, contratado para acompanhá-lo, ao se deparar com Erasmo Carlos, Ney Matogrosso e Elba Ramalho no corredore dos camarins, por onde ia passar. “São artistas do mesmo nível do seu”, teria dito Amim. “Não são não, tanto que me conhecem e eu não os conheço”, teria protestado Mercury.

Aubda segundo o livro, o cantor foi a vários pontos gays do Rio, como a Galeria Alaska, e namorou o motorista que lhe servia. Ao affair, pediu que o levasse ao melhor restaurante italiano da cidade e acabou no La Mole.

Ele foi eleito o 18º melhor cantor de todos os tempos pela revista “Rolling Stone” e, injustamente, ficou em 2º lugar na votação do site “New Musical Express”. Mas o importante mesmo é que há 65 anos nascia um gênio: Freddie Mercury.

Love of my Life ainda é, para quem assistiu ao primeiro Rock in Rio, o hino oficial do festival. E Freddie Mercury provavelmente será, por muito tempo, o rei dos festivais de música internacional no Brasil. O performático líder do Queen completaria 65 anos nesta segunda-feira, 5 de setembro. Portanto, não se espante se um fã mais empolgado entoar alguma das canções da banda inglesa – e não se surpreenda, também, se você se emocionar ao longo do dia com as homenagens.



Para alguns milhões de pessoas a lembrança de Freddie começou cedo, com uma simpática homenagem do buscador Google. O site, que brinca com sua própria marca, abriu a segunda-feira com uma espécie de brasão que sugere um clique em um botão de ‘play’. Começa, então, uma animação ao som de Don’t stop me now, um dos clássicos do Queen.

Difícil é não assistir a toda a homenagem, e invariavelmente cair em uma página com resultados de busca sobre o cantor. 

Freddie Mercury nasceu em 1946, em Stone Town. Farrokh Bulsara – seu nome de batismo – chegou a ser casado com uma mulher, antes de descobrir-se e assumir-se homossexual. Morreu em decorrência de complicações da AIDS, em 1991, aos 45 anos.


À frente do Queen, foi responsável por discos memoráveis, famosos tanto por suas canções de imediata aceitação popular como pela ousadia e virtuosismo dos músicos, que desprezavam os sintetizadores numa época em que os recursos eletrônicos seduziam os astros da música pop. O resultado dessa postura eram apresentações memoráveis feitas apenas com bateria, baixo, guitarra, piano e a voz incomparável de seu cantor – como a que se viu em janeiro de 1985, no Rio de Jeneiro.



Por ter sido vítima da Aids em um período em que o combate a ela ainda engatinhava, Freddie Mercury é hoje também um sinônimo de luta contra a doença. Nesta segunda-freira, no Brasil, será lançada a campanha Freddie For A Day (Freddie por um Dia), que tem como parceira a Sociedade Viva Cazuza. A iniciativa, nascida em Londres no ano passado, destina recursos para a conscientização sobre o combate à Aids.