Na volta ao Morumbi, Richarlyson ouve vaias e gritos homofóbicos Resposta

Richarlyson ouviu provocações homofóbicas

Uma parte do público são-paulino presente ao Morumbi na última quarta-feira (07/09) recebeu com muitas vaias o volante Richarlyson, hoje jogador do Atlético-MG e que defendeu o São Paulo na sequência do tricampeonato brasileiro. Ao receber cartão amarelo por volta dos 30min da etapa inicial, o camisa 20 ouviu gritos homofóbicos, sobretudo de facções organizadas e do setor de arquibancadas inferiores.

Richarlyson, teria reagido com indiferença às provocações, segundo o portal “Terra”, retornou pela primeira vez ao Morumbi, onde defendeu as cores do São Paulo por quase cinco temporadas. Liberado com o encerramento do contrato, ele deixou o clube no fim de 2010 e assinou com o Atlético-MG.

Em dia de festa para Rogério Ceni, que completou mil jogos pelo São Paulo, Richarlyson fez elogios ao ex-companheiro de equipe na saída do gramado. “Ele é um pai, um homem maravilhoso e só tenho a desejar é mais recordes”, elogiou o volante.

O jogador Richarlyson tem, constantemente, a sua orientação sexual questionada. Em 2009, a apresentadora Silvia Poppovic tirou o moço do armário, mas era alarme falso.


Ney Matogrosso afirma que não quer chocar ninguém com novo CD e chama as pessoas de caretas Resposta

O cantor Ney Matogrosso concedeu uma entrevista ao jornalista Cadão Volpato, do “Metrópolis” (TV Cultura), que está dando o que falar. Isso porque, em determinado momento da entrevista, ele diz que não sabe se vai gravar a canção “Cinema Íris”, do compositor Luís Capucho, que fala explicitamente em masturbação masculina. Ney afirma que as pessoas estão muito caretas e que não quer chocar ninguém.


Ney disse que começou o trabalho de pesquisa do seu novo CD, procurando os compositores considerados malditos, embora eme não goste desse termo:

“Eu acho esse rótulo muito escroto. Comecei por aí, com Jardes Macalé, Itamar Assumpção, tem o Luís Capucho”.

Sobre o compositor , Ney diz que ele “tem uma temática muito explícita, que talvez seja o grande problema. As pessoas ficam paradas, assim… A música dele que eu tenho é uma música que eu adoro. Ela se chama “Cinema Íris”. Eu tenho feito uns testes. Eu pego uma pessoa doida e mostro. Ela me diz: ‘Nossa, mas você vai ter coragem de cantar isso?’ Aí eu chamo uma pessoa bem careta e ela diz: ‘Ah! nem achei tão pesado assim.’ Então não dá para você ter uma parâmetro”.

O cantor disse que não sabe se vai gravar a canção:

“Dentro do meu conceito ela é muito excitante. Mas eu fico pensado… tem uma frase, que é uma frase que não pode tirar da música, que é ‘Enquanto homens masturbam-se na neblina do cinema’… E eu não queria que fosse um disco proibido, eu não queria assustar ninguém, mas as pessoas estão muito caretas. Com a aids houve um retrocesso enorme.”




“Desde o início do ano, em praticamente todas as suas entrevistas, Ney dizia que estava gravando um disco com os malditos da música e me incluiu nessa turma” – conta Capucho ao jornal ”O Globo”.

Para o autor, o Ney está apenas criando um clima em torno do lançamento:

“Tenho certeza de que ele vai gravar porque ele sempre foi ousado. Quando surgiu nos Secos & Molhados, foi de uma ousadia enorme. E de lá para cá, continuou assim. Até lançou um disco estampando sua foto nu na capa. E apesar de se dizer tímido, o trabalho dele não é.”

“Cinema Íris” será o título do próximo CD, ainda em produção, do capixaba Luís Capucho, de 49 anos, morador de Niterói, e considerado o mais maldito entre os malditos da canção brasileira. Capucho tem um CD lançado (“Lua singela”) e composições gravadas por Daúde, Cássia Eller, Marcos Sacramento, entre outros. No final dos anos 60, Capucho lançou o livro “Cinema Orly”, vencedor do Prêmio Arco-Íris de Direitos Humanos em 2005.

– É um livro bem procurado por estudantes de Letras que fazem monografias sobre questões dos gays. Como é um livro muito querido, acabei querendo fazer uma dobradinha na música, e assim nasceu “Cinema Íris”, que é no mesmo viés. Eu sempre digo que “Cinema Íris” é a irmã musical do livro “Cinema Orly” – explica.

Maldito? Quando lançou a música “Mamãe me adora”, na década de 90, Capucho foi batizado de “o Jean Genet da canção popular” por um jornal paulista. (“Eu também sou feliz com homens/como os que amou mamãe/homens que são cheios de tensão/como diabos/homens que são como aparição/como Nossa Senhora”).

– As pessoas sempre falam da minha explicitude. “Cinema Íris” é uma música ambientada num cenário erótico que mistura homossexuais e hetorossexuais. É para um ambiente mix – brinca o autor, formado em Letras e professor aposentado pela Universidade Federal Fluminense.

Apaixonado pela mãe, que morreu no carnaval de 2009, Capucho é um sobrevivente. Menino pobre, filho bastardo de um fazendeiro dono das terras onde a mãe trabalhava, ele enfrentou as sequelas de um espancamento e a Aids, que contraiu em 1996.

A possibilidade de ter sua música gravada por Ney Matogrosso é um estímulo. “Lua singela”, seu primeiro CD, não teve o reconhecimento que ele desejava. Hoje, os amigos torcem para que “Cinema Íris”, em análise na Biscoito Fino e na Dubas, tenha outro destino. Capucho está ansioso, mas seu coração se aquieta quando ele lembra dos conselhos da mãe Luiza: “Não fique preocupado com isso, filho, o que tem que ser, tem força. O que tem que ser é”.


Cinema Íris
 (Luís Capucho)


A moça que faz streap-tease no Cinema Íris

Sabe deixar o tempo pra trás

Ela avança o corpo nu

E o tempo escoa na beira do rio

Seus movimentos voltam-se suspensos no som

Enquanto homens masturbam-se na neblina do cinema

Ela dança sem importância

No seu olhar nascem estrelas

Nos seus cabelos luz do sol

Homens sentados assistem, velhos mancos

Com uma das pernas decepadas

Homens muito gordos, com barrigas enormes

Homens maravilhosamente magros e altos

Muitos masculinos

Muitos femininos
Jovens com carisma, com charme

Com pernas muito gostosas abertas

Aqueles tinham caras de veados

Homens com caras cabeludos

Homens com caras de bigode

Homens com caras travestidos

Homens com caras de hospício

Homens com caras de mal

A moça que faz streap-tease no Cinema Íris

Streap-tease no cinema
Cinema Íris.

Série de TV mostra coelhinha da Playboy casada com gay Resposta

Alice (Leah Renee)

A nova série “The Playboy Club” pretende mostrar o universo das famosas coelhinhas idealizadas pelo bilionário da mídia Hugh Hefner. Mas não só isso. Diversas situações contemporâneas à época mostrada – os anos 1960 – ganharam relevância na trama.

Uma delas, mostrada no episódio piloto, é o da coelhinha Alice (Leah Renee), uma lésbica que tem um casamento de fachada com um gay, Sean (Sean Maher). No apartamento dos dois se formará uma das primeiras entidades reais em prol dos direitos LGBT, a Mattachine Society.

Chad Hodge, criador da série e abertamente gay, afirmou à revista “Out” que aproveitará a oportunidade para explorar as mudanças políticas e sociais da época. “The Playboy Club” estreia em 19 de setembro no horário nobre da NBC, uma das três maiores emissoras abertas dos Estados Unidos.

Veja o vídeo:



“Basicamente, é ‘Mad Men’ com seios”, disse Joel McHale. O ator e comediante estava brincando recentemente ao se referir sobre a estreia do seriado dramático “The Playboy Club”.
Mas McHale poderia estar se referindo a grande parte da temporada de outono na televisão norte-americana, com os roteiristas revisitando os animados anos 60 (e mesmo os anos 70) em busca dos sucessos do século 21.

Pode chamar de nostalgia, uma chance de exibir sexo ou o feitiço lançado pelo drama premiado “Mad Men”, mas shows de época e refilmagens de seriados clássicos estão voltando a ser moda na televisão.
“Pan-Am” na ABC se passa no início da década de 60, em uma época em que viajar de avião era glamuroso; “The Playboy Club” na NBC mostra as coelhinhas na Chicago dos anos 1960; “Charlie’s Angels” (“As Panteras”, no Brasil) volta à ABC em uma refilmagem moderna dos anos 1970; e se o que você quer é uma Londres pós-guerra, a pedida é o thriller “The Hour”, que se passa nos anos 1950, com estreia na BBC America.

Roteiristas e produtores negam que estejam no ramo das cópias, apesar da admiração geral em Hollywood pelo estiloso “Mad Men” na AMC. Mas o sucesso de crítica do drama publicitário dos anos 1960 – apesar de sua pequena audiência de menos de quatro milhões de espectadores – inspirou outros a escavar um período repleto de mudanças sociais.

“Havia uma quantidade enorme de excepcionalismo e esperança e desejo americanos, e sonhos de que estávamos indo para a lua. E apesar disso o caldeirão estava fervendo”, disse Thomas Schlamme, um dos criadores de “Pan-Am.”

Christina Ricci, que faz o papel de uma das jovens aeromoças do programa, concordou. “Há aquela sensação de entusiasmo e liberdade que acompanha a sensação de viajar e de que tudo é novo.”

Informações da “Reuters” e “Parou Tudo”




Confira o primeiro comercial lésbico dos EUA 1

Imagem do primeiro comercial lésbico exibido em uma TV estadunidense

A marca de lubrificantes K-Y Brand lançou esta semana o primeiro anúncio manifestamente lésbico da história da televisão dos Estados Unidos. O spot publicitário mostra um casal de lésbicas (Alex e Emma) falando sobre a sua relação.

Sentadas na cama, o casal de lésbicas Alex e Ema falam para a câmara sobre a sua relação. Para Alex, é na comunicação que reside o segredo do seu sucesso. Para Ema, o gel lubrificante, também dá uma ajuda preciosa. A cena é interrompida por imagens de fogo de artifício e, quando voltamos ao quarto, as mulheres estão deitadas na cama.

É assim que a norte-americana K-Y Brand promove o seu gel lubrificante, K-Y Intense, naquele que já é considerado o primeiro anúncio lésbico da história da publicidade estadunidense.

Esta empresa, que sempre apoiou os direitos dos homossexuais, colocou a campanha no ar segunda-feira passada (05/09).

”Desde 2008 que tínhamos casais homossexuais nos nossos anúncios impressos, mas desta vez decidimos recorrer a uma casal de lésbicas para dar mais visibilidade a este produto“, explicou um porta-voz da K-Y Brand ao ”ExameExpresso“.

O novo produto, que promete tornar o “grande momento ainda maior”, foi concebido especificamente para mulheres.


Confira o vídeo:

Será que teremos, no Brasil, um comercial assim, no horário nobre? É bom lembrar que, por aqui, a Globo cortou uma simples cena que mostrava os pés de um homem na cama de outro, em “Fina Estampa”.

Movimento estudantil participa da 10ª Parada Gay da Bahia Resposta


O movimento estudantil baiano está mobilizado contra a homofobia. No próximo domingo (11/9) a UNE (União Nacional dos Estudantes), UEB (União dos Estudantes da Bahia), ABES (Associação Baiana Estudantil Secundarista) e UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas) participam da 10º edição da Parada Gay da Bahia, que acontece a partir das 15h, no Centro de Salvador. Com o tema “Ser gay não é estranho. Estranha é a homofobia”, o evento deve reunir milhares de pessoas para exigir respeito aos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgênero.


O presidente da UEB, Luciano Marques, afirma ainda que considera absurda as críticas que alguns setores da sociedade fazem ao caráter festivo das paradas do orgulho gay, que teria perdido o seu caráter de protesto para virar apenas uma festa . “O povo brasileiro é um povo irreverente por essência e costuma levar seus protestos para as ruas sempre com um sorriso no rosto, isto não desmerece a luta. Afinal, um espaço de luta não precisa ser sisudo. A festa que é a parada gay não tira o caráter reivindicatório do evento”, ressaltou o presidente da UEB, em declaração dada ao portal “Vermelho”.
Organizada pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), com apoio dos governos estadual e municipal, a 10º Parada Gay da Bahia terá uma vasta programação musical com atrações se apresentando nos trios e em um palco fixo no Campo Grande. A concentração começa ás 11h e primeiro trio deve deixar a praça por volta das 15h, em direção à Praça Castro Alves.
Segundo o GGB, o tema deste ano, “Ser gay não é estranho. Estranha é a homofobia”, chama atenção para o aumento da homofobia na sociedade expressada pelos crimes praticados contra LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) em todo o Brasil. Um relatório do GGB sobre o assunto indica que no ano passado foram documentados 260 assassinatos de LGBT no Brasil. A Bahia, pelo segundo ano consecutivo, lidera essa lista com 29 homicídios, seguida de Alagoas, com 24 mortes, Rio de Janeiro e São Paulo com 23 cada. 

Muito bacana essa parceria na Bahia. O ideal seria que todos os movimentos sociais estivessem unidos. Lamentavelmente a gente vê discórdia entre grupos que lutam pelos direitos dos LGBT. Isso impede a formação de um grande movimento e o avanço de algumas questões.

Globo censura cena gay em "Fina Estampa" Resposta


A TV Globo continua censurando a sua teledramaturgia. Agora foi em “Fina Estampa”. A direção cortou uma parte da cena em que dois homens apareciam na cama, debaixo dos lençóis. A informação é da colunista do jornal “O Globo”, Patrícia Kogut.



A cena em questão é o flagra que a sobrinha de Crô (Marcelo Serrado) dá no tio ao pegá-lo com outro homem em sua cama. Ao ar foi apenas a personagem de Milena Toscano flagrando o tio, a cama é mostrada rapidamente e mal se vê que Crô está acompanhado.

A cena original escrita por Aguinaldo Silva previa que Vanessa veria o calcanhar do affair de Crô e uma tatuagem de escorpião tatuada no local. A tatuagem seria uma pista para identificar o namorado misterioso que, ao que tudo indica, é um dos saradões que aparecem jogando vôlei na praia. No texto de Aguinaldo também fica indicado que todos da turma do vôlei usam tornozeleira.



É isso, lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais que insistem em ver novela, devem se contentar em serem retratados de maneira caricata e superficial.

Com informações da “Capa”

5º Grito LGBT atrai turistas para São Bernardo do Campo Resposta

Manifestantes no 5º GritoFoto: Paulo de Souza/ ABCDIGIPRESS/AE
A quarta-feira foi de festa e muita música eletrônica para os participantes da 5ª edição do Grito LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) de São Bernardo, realizado ontem, no Paço Municipal. O tema deste ano foi Queremos amor e respeito! Chega de violência e preconceito!”
Cerca de 2.000 pessoas, Segundo do “Diário Grande ABC” participaram do evento, que teve uma convidada especial: a cantora Maria Cristina. Drag queens e dançarinos deram mais glamour ao evento.
A festa teve apoio da prefeitura, que distribuiu preservativos e material educativo que alerta sobre a prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis. O evento teve apoio, também ddo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, Ação Brotar Cidadania e Diversidade Sexual e da Viva Diversidade.
Os participantes cobraram do governo federal políticas públicas e campanhas para atingir a sociedade.

Pastora famosa por pregar a conversão de gays, assume ser lésbica Resposta

A missionária evangélica Lanna Holder ficou conhecida mundialmente por testemunhar que havia sido curada da homossexualidade. Deu palestras e promoveu o que seria a cura da homossexualidade em igrejas dos quatro cantos do mundo. Mas,  pasmem, Lanna voltou atrás. Agora Lanna é lésbica novamente! Que coisa!

Lanna se apaixonou pela cantora gospel  Rosania Rocha, de renome nos Estados Unidos e se uniu à ela. Ela abriu em São Paulo a Comunidade Cidade de Refúgio, primeira denominação religiosa dirigida por um casal de lésbicas no Brasil. Hoje a missionária assume que nunca deixou de sentir atração sexual por mulheres e critica a postura das igrejas que, segundo ela, pregam uma libertação que não existe. Ela deu entrevista à revista “Junior”, confira alguns trechos:

“Quanto me converti, fui ensinada que a homossexualidade era uma maldição, então expunha para os fiéis da maneira que eu havia aprendido. Milhares de pessoas me procuravam para saber como eu havia deixado de ser lésbica e no fundo sabia que continuava gostando de mulheres. Eu professava aquela mentira na esperança de que um dia ela pudesse se tornar verdade na minha vida.”

“As igrejas evangélicas estão cheias de homossexuais tentando se curar em vão e por isso estão ficando doentes. O sucesso que eu fiz no passado se deve justamente ao grande número de gays evangélicos que se identificavam e se apoiavam no meu testemunho. Durante os cultos eles me procuravam deseseperados para dizer que estavam sofrendo e sendo discriminadas dentro da própria igreja e que precisavam de uma transformação.”

“Eu olho para a minha história, para todas as coisas que eu dizia e lamento pelas pessoas que até se suicidaram, pessoas que geraram em seus corações uma expectativa de mudarem sua sexualidade e não conseguiram. Gente que achava que Deus me amava mais do que elas porque eu dizia que tinha sido liberta e não era verdade. Eu criei feridas no coração das pessoas e alimentei falsas expectativas. Tanta gente que, por minha causa, lutou dentro das igrejas para deixar de ser gay e não obteve exito. Peço perdão à todas essas pessoas. A igreja precisa acordar para esse erro que está comprometendo a vida de tanta gente.”

“O que Deus pôde transformar na minha vida ele transformou, a única coisa que continuou igual foi a minha sexualidade, que é algo intrínseco em mim e não pode ser mudado. Isso não é uma escolha, mas sim uma orientação. Quem ecolheria sofrer e ter um bando de crente hipócrita lançando na cara da gente que somos uma maldição? Ninguém no mundo escolhe sofrer.”

“Eu tenho 49 anos e a maior parte da minha vida, assim como a de tantos evangélicos, foi jogada fora. Fiquei dentro de um armário porque se eu assumisse quem realmente era não poderia pregar, ser missionária, e muito menos considerada crente. Tive que omitir e esconder a minha sexualidade, proferindo que havia sendo curada, para conseguir continuar exercendo o meu ministério. Isso não vale a pena, cansei disso.”

“Fiz intensas sessões de regressão e cura interior, me entreguei para todas essas propostas, mas obviamente nada fez com que eu deixasse de ser lésbica.”

“Hoje não tenho nenhuma proximidade com os evangélicos e eles não aceitam minha atual condição. Todas as igrejas que no passado me convidavam para pregar não se comunicam mais comigo. Qualquer tipo de aliança foi quebrada porque eles consideram a homossexualidade possessão, maldição hereditária e algumas até mesmo doença. Eles não concordam com a visão que passei a seguir e são completamente opostos ao que estou pregando atualmente. A minha família tem a mesma postura, precisei me desligar deles para viver esse novo ministério.”

Latino quer ser parceiro gay de Ricky Martin Resposta

Lembram quando o jornalista Ancelmo Gois, do “Globo” noticiou que um cantor mulherengo foi visto dando amassos em um fortão no carnaval carioca, no início deste ano? Pois bem, essa foi a última vez que eu ouvi falar do cantor Latino. É que muita gente achou que ele tivesse sido o protagonista da tal cena. Agora Latino, em entrevista à revista “Playboy”, revelou que quer ser parceiro do cantor Ricky Martin.


Leia também: Brasileiro que dormiu com Ricky Martin em hotel de luxo do Rio de Janeiro, mostra fotos do encontro


Calma gente, todos sabem que Ricky namora um boy magia e todos sabem que Latino é mulherengo, digo, um macho pegador de belas brasileiras. Mas é verdade, o cantor brasileiro quer ser parceiro do astro porto-riquenho, Só que parceiro musical. Assim como Claudia Leitte, Latino pensa em ter carreira internacional e o Ricky, que adora o Brasil, pode ser uma alavanca poderosa para isso. E o cantor brasileiro, ousado, disse que quer gravar com Ricky uma música gay!

“Queria fazer uma música falando sobre homossexuais e cantar com o Ricky Martin. Seria uma história sobre dois gays, mas com uma irreverência nunca antes vista”, disse Latino.

Genial, não? Não antes na história da música, dois cantores formaram um casal gay tão irreverente. Já pensaram? O blog dá força e acha que Ricky e Latino formariam, no mínimo, um belo casal gay!

Petistas manifestam apoio à criminalização da homofobia em congresso Resposta

O projeto de Lei que criminaliza a homofobia no Brasil ganhou apoio no 4º Congresso Extraordinário do PT, realizado em Brasília durante o fim de semana. Os delegados presentes aprovaram uma moção de apoio ao PLC 122/06, já aprovado pela Câmara dos Deputados e em tramitação no Senado.

O projeto, que tem como relatora a senadora Marta Suplicy (PT-SP), na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), define penas de prisão para diversas situações consideradas discriminatórias. Ele tramita no Congresso Nacional há dez anos e não há consenso sobre ele. Os defensores afirmam que sua aprovação ajudará a reduzir a violência e a discriminação contra homossexuais. Os que se opõem argumentam que ele restringirá as liberdades de expressão e de culto.
O texto havia sido arquivado com o fim da última legislatura em janeiro de 2011, mas foi desarquivado, após ter ganho diversas assinaturas necessárias para que a matéria voltasse a tramitar no Senado.
O projeto em exame na CDH é um substitutivo aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). O texto também terá que passar pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) antes de ir ao Plenário. Caso aprovado pelo Senado, a proposta volta à Câmara, por ter sido modificada.
O novo texto tem o PLC 122 como base e está sendo relatado em conjunto com o senador Marcelo Crivela (PRB-RJ) e a Associação LGBT. A minuta foi entregue à Frente Parlamentar LGBT e a outras entidades ligadas ao movimento, que contribuíram com 62 sugestões de emendas.

Na teoria, tudo muito lindo, mas na prática, o governo da presidenta Dilma Rousseff continua se mostrando conservador, como no lamentável episódio da suspensão do Kit Escola sem homofobia. Na prática, tanto governo, quanto oposição são, em grande parte, contra o PLC 122. Caso contrário, já teria sido aprovado, já que o argumento que fere a liberdade de expressão é inconsistente. 

Não existe liberdade de expressão para discriminar negros e judeus, por exemplo. Não faz sentido que igrejas – algumas, pois temos, por exemplo, além de diversas igrejas cristãs inclusivas, o movimento Diversidade Católica, então não dá para generalizar – continuem discriminando e disseminando o ódio impunimente. Até quando lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais terão que suportar aberrações como a entrevista com Silas Malafaia na revista “Piauí”? Já passa da hora de nos conscientizarmos, para votarmos melhor nas próximas eleições!


Com informações do portal Vermelho

Parada gay homenageia comandante de batalhão da PM em Madureira Resposta

Multidão toma a Avenida Ministro Edgar Romero, em Madureira, que virou uma boate na tarde de domingo | Foto: João Laet / Agência O Dia

A Parada Gay de Madureira (RJ) surpreendeu domingo (04/09) ao escolher um policial militar para homenagear. A honraria, que é novidade nos 11 anos do evento, foi concedida ao comandante do 9º BPM (Rocha Miranda), o tenente-coronel Cláudio dos Santos. O motivo é o apoio que ele sempre dá aos eventos LGBT do bairro.
A homenagem foi feita pela organizadora do evento, Loren Alexander, em cima do trio elétrico: “O comandante age de igual para igual sempre”. Santos foi efusivamente aplaudido pela multidão que tomou as ruas de Madureira. Fardado, o militar destacou em seu agradecimento que seu papel é garantir a segurança, independente do evento: “Os frequentadores da Parada podem contar com a Polícia Militar. Qualquer problema que tiverem em relação à segurança, não hesitem em chamar um de nós”. Santos recebeu a homenagem no único dos 10 trios elétricos em que não havia drag queens, dançarinos, jogo de luz e bolas coloridas.
O tema da festa era por um Rio de Janeiro sem preconceito. E preconceito era o que não se via. Para Adriana Barbosa, 25 anos, a Parada é fundamental para mostrar o apoio dos heterossexuais à causa: “Venho com a minha família todo o ano para lutar contra a homofobia”.
Em maio, o governador Sérgio Cabral avisou que militares homossexuais do estado poderiam desfilar fardados na Parada Gay, o que não se viu em Madureira. Dia 9 de outubro, o mesmo evento acontece na orla de Copacabana.

Reportagem: “O Dia”

Brasileiro que dormiu com Ricky Martin em hotel de luxo do Rio de Janeiro, mostra fotos do encontro Resposta

Ricky e André no quarto do Copacabana Palace

O cantor porto-riquenho Ricky Martin veio ao Brasil para uma turnê de shows. Foi a primeira passagem dele pelo país desde que assumiu a homossexualidade em março do ano passado. A Record entrevisto um fã especial: André Santos diz ter passado uma semana com Ricky em um hotel de luxo no Rio de Janeiro (RJ) em 1997 e tem o sonho de revê-lo.

André disse que Ricky Martin gosta de ver desenho animado. Imagina os dois na cama vendo desenho. Fofos, não?

André olha com saudade suas fotos com o cantor

Não foi dessa vez que André conseguiu rever o cantor, tadinho…

André e Ricky no carnaval do Rio de Janeiro

Você pode ver a entrevista clicando aqui.

André e Ricky na varanda do quarto do cantor, no Copacabana Palace

Revista afirma: Will Smith é gay e tem um caso com Trey Songs 1

Revista afirma: eles são um casa

Três revistas estadunidenses afirmam: o casamento de Will Smith e Jada Pinkett Smith era de fachada. Depois dos diversos rumores, já desmentidos, dizendo que a união teria chegado ao fim, agora é a vez de questionar a sexualidade do pai de Willow e Jaden Smith.
 Veja as manchetes da revistas ”Star“, ”In Touch“ e ”The National Enquirer“: 
Manchete de três revistas tiram Will Smith do armário

A última, vai ainda mais longe e diz que Will não só é gay e que seu casamento é pura fachada, como diz que o ator tem um caso com o rapper Trey Songz. E Jade também já teria um outro affair, ninguém menos que Marc Anthony, ex-maridode Jennifer Lopez. 

Will dá uma escapadinha com Trey e é flagrado

São três revistas. Jogaram pesado, não?

Freddie Mercury namorou motorista em visita ao Brasil Resposta

Ele foi eleito o 18º melhor cantor de todos os tempos pela revista “Rolling Stone” e, injustamente, ficou em 2º lugar na votação do site “New Musical Express”. Mas o importante mesmo é que há 65 anos nascia um gênio: Freddie Mercury. Aliás, o cantor esteve no Brasil e aprontou coisas dignas de um astro.

O livro ”Rock in Rio – A história do maior festival de música do mundo“, de Luiz Felipe Carneiro, traz revelações inéditas sobre a passagem de Freddie Mercury pelo Brasil, em 1985. O líder do Queen teria chegado à Cidade do Rock de helicóptero e dado chiqulique ao encontrar outros artistas pelos corredores, segundo um trecho reproduzido pela coluna de Ancelmo Gois, do jornal “O Globo”.

“Quem são”?, teria perguntado a Amim Khader, contratado para acompanhá-lo, ao se deparar com Erasmo Carlos, Ney Matogrosso e Elba Ramalho no corredore dos camarins, por onde ia passar. “São artistas do mesmo nível do seu”, teria dito Amim. “Não são não, tanto que me conhecem e eu não os conheço”, teria protestado Mercury.

Aubda segundo o livro, o cantor foi a vários pontos gays do Rio, como a Galeria Alaska, e namorou o motorista que lhe servia. Ao affair, pediu que o levasse ao melhor restaurante italiano da cidade e acabou no La Mole.

Ele foi eleito o 18º melhor cantor de todos os tempos pela revista “Rolling Stone” e, injustamente, ficou em 2º lugar na votação do site “New Musical Express”. Mas o importante mesmo é que há 65 anos nascia um gênio: Freddie Mercury.

Love of my Life ainda é, para quem assistiu ao primeiro Rock in Rio, o hino oficial do festival. E Freddie Mercury provavelmente será, por muito tempo, o rei dos festivais de música internacional no Brasil. O performático líder do Queen completaria 65 anos nesta segunda-feira, 5 de setembro. Portanto, não se espante se um fã mais empolgado entoar alguma das canções da banda inglesa – e não se surpreenda, também, se você se emocionar ao longo do dia com as homenagens.



Para alguns milhões de pessoas a lembrança de Freddie começou cedo, com uma simpática homenagem do buscador Google. O site, que brinca com sua própria marca, abriu a segunda-feira com uma espécie de brasão que sugere um clique em um botão de ‘play’. Começa, então, uma animação ao som de Don’t stop me now, um dos clássicos do Queen.

Difícil é não assistir a toda a homenagem, e invariavelmente cair em uma página com resultados de busca sobre o cantor. 

Freddie Mercury nasceu em 1946, em Stone Town. Farrokh Bulsara – seu nome de batismo – chegou a ser casado com uma mulher, antes de descobrir-se e assumir-se homossexual. Morreu em decorrência de complicações da AIDS, em 1991, aos 45 anos.


À frente do Queen, foi responsável por discos memoráveis, famosos tanto por suas canções de imediata aceitação popular como pela ousadia e virtuosismo dos músicos, que desprezavam os sintetizadores numa época em que os recursos eletrônicos seduziam os astros da música pop. O resultado dessa postura eram apresentações memoráveis feitas apenas com bateria, baixo, guitarra, piano e a voz incomparável de seu cantor – como a que se viu em janeiro de 1985, no Rio de Jeneiro.



Por ter sido vítima da Aids em um período em que o combate a ela ainda engatinhava, Freddie Mercury é hoje também um sinônimo de luta contra a doença. Nesta segunda-freira, no Brasil, será lançada a campanha Freddie For A Day (Freddie por um Dia), que tem como parceira a Sociedade Viva Cazuza. A iniciativa, nascida em Londres no ano passado, destina recursos para a conscientização sobre o combate à Aids.

Chiquinho Scarpa afirma que pode virar gay 1


Em entrevista à revista ”Quem“ desta semana, Chiquinho Scarpa diz que é heterossexual, mas que não descarta a possibilidade de transar com homens. Ousado o conde, não?

Chiquinho Scarpa declarou que encontrou o grande amor da sua vida. “Tive o privilégio e a sorte de encontrá-la. Quero me casar. Nosso amor é surreal”, disse à publicação. Ele já se casou duas vezes e agora namora Marlene Tuffi, de 46 anos.

O playboy também comentou sobre coisas que ainda não fez na vida, mas acredita que são ótimas. “Primeiro, pular de paraquedas, segundo, nunca experimentei nenhum tipo de droga e a terceira é que não tive uma relação homossexual. Mas deve ser sensacional, porque nunca vi um veado virar homem. Não vou dizer que não as farei, mas ainda não fiz”, comentou.

Mais uma vez, Chiquinho precisou provar a sua masculinidade. Os boatos de que ele é gay, sim, continuam rolando. Que coisa!

Policiais homossexuais formam rede para lutar contra a homofobia Resposta

Breno: agente penitenciário gay


Membros da rede


Maicon: policial rodoviário federal gay

Profissionais que atuam na área de segurança pública e que assumiram publicamente a orientação sexual, resolveram se unir para lutar contra a homofobia. Para isso, criaram a Rede Nacional de Operadores de Segurança Pública LGBT (Renosp-LGBT), que hoje conta com 50 integrantes.

São delegados, policiais civis e militares, bombeiros, guardas e agentes prisionais que passaram a não mais esconder a orientação dos colegas de trabalho e a lutar contra o preconceito a lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais no meio em que atuam.
Um dos integrantes, o agente penitenciário Breno Agnes Queiroz, de 26 anos, conta que o grupo foi formado durante um evento no Rio de Janeiro, em novembro de 2010, que reuniu operadores de segurança pública do país para discutir formas de lidar com a população LGBT. “O seminário era para fazer algo para a segurança pública da população, mas aproveitamos que alguns de nós éramos homossexuais para nos reunirmos e defendermos nossos interesses”, afirma Breno, que tem o apoio dos colegas do presídio em que trabalha em Campinas, no interior de São Paulo. “Sempre tem gente achando que vamos nos aproveitar da situação, por ser homossexual, na hora da revista de algum detento. Eles acham que tem que ser macho para colocar autoridade. Mas nossa presidente é uma mulher e sabe liderar. Há muita homofobia no meio policial”, diz. O agente declara que “há uma homofobia institucional velada ou latente, que pode se manifestar de várias formas”. Para ele, o preconceito, porém, não é da corporação: mas sim, “das pessoas” que convivem com os policiais assumidamente gays ou lésbicas. “Eu tive que trabalhar muito a conscientização dos meus colegas. Tive que mostrar que não sou nada diferente, que não há motivos de me impedir de fazer um tipo ou outro de serviço. Sabemos separar a orientação sexual do trabalho”, afirma.


Casado há 13 anos com um guarda de trânsito de Porto Alegre, o policial rodoviário federal Maicon Nachtigall, de 33 anos, reclama que tem que lutar diariamente contra o que chama de “preconceito institucional”. Ele acredita que é discriminado por ser homossexual. “Sou um dos policiais que mais se destaca no relacionamento com a comunidade e em trabalhos sociais na minha região e nunca consegui uma promoção por merecimento. O fato de ser gay me impede de competir e vencer com os outros da mesma forma”, afirma.

Breno e Maicon concordam sobre a falta de uma política pública nacional sobre o tema, afirmando que tiveram que brigar individualmente para garantir o respeito nas corporações principalmente para integrantes da Polícia Militar, onde o militarismo impede que assumam suas orientações sexuais sem ter medo de repreensão de superiores ou de homofobia.

“Ainda não há uma política interestadual. O que fazemos são trabalhos isolados, em cada estado, em cada polícia. Conheço muitos gays na Polícia Federal, na Polícia Civil e na Polícia Militar aqui no estado que não assumem, por medo. Ser gay ainda é um desafio nessas corporações”, afirma Maicon, que atua em Pelotas, no Rio Grande do Sul.

Duas lésbicas também integram a rede, uma PM de São Paulo e uma policial civil do Mato Grosso do Sul, que preferem não se identificar porque, apesar de não sofrerem discriminação dos colegas, temem que a corporação não entenda a forma como estejam expondo sua orientação sexual.
Órgãos oficiais


A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo informou que “não há nenhum preconceito com relação a funcionários LGBT e nem presos” e que a pasta integra um comitê interestadual de defesa da diversidade sexual da qual fazem parte servidores da secretaria e que tem por objetivo definir diretrizes de combate à homofobia. A assessoria de imprensa da PRF informou o fator sexual da pessoa não tem nenhuma influência e que “não há diferenciação nem preconceito dentro da PRF por questões de opção sexual”. Segundo a PRF, todo servidor público tem um código de ética a cumprir, independentemente de outros fatores. Em nota, a Polícia Militar de São Paulo diz que “é uma Instituição legalista e comprometida com a dignidade da pessoa humana” e que “não há discriminação quanto à origem de seus integrantes quanto à raça, cor, religião, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero”. A corporação diz que a postura do policial, quando em serviço, é a mesma exigida para qualquer pessoa que integre a PM. Já a assessoria de imprensa da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul afirmou em nota “não possuir qualquer dispositivo para impedir ou dificultar o acesso de pessoas LGBT à seus quadros”. Segundo a Polícia Civil do MS, “a filosofia institucional é de que a opção sexual é de caráter personalíssimo e só se torna impedimento se motivar crime ou irregularidade administrativa prevista em lei”.


A assessoria de imprensa do Ministério da Justiça informou, em nota, que a Renosp-LGBT foi criada em 2010 no I Seminário Nacional de Segurança Pública para LGBT: Pela Defesa da Dignidade Humana, promovido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça. Depois do seminário, a Renosp-LGBT foi convidada para participar das discussões do Grupo de Trabalho de Combate à Homofobia. Trata-se de uma instância dentro do Ministério da Justiça, que reúne representantes de diversas áreas com o objetivo de fomentar políticas públicas de combate e prevenção à homofobia em todo o Brasil. Ainda no âmbito dos direitos LGBT, o Ministério da Justiça elaborou, em 2010, a Cartilha de Atuação Policial na Proteção dos Direitos Humanos de Pessoas em Situação de Vulnerabilidade. De iniciativa da Secretaria Nacional de Segurança Pública do próprio ministério, o objetivo da publicação é aprimorar as políticas públicas de proteção e promoção dos direitos humanos e a redemocratização dos organismos policiais. Até o fim do ano passado, foram capacitados cerca de 170 mil policiais em vários temas dos direitos humanos, entre eles os direitos LGBT.