Presidente do UFC diz que lutadores gays deveriam sair do armário Resposta



O chefão do UFC, a maior organização de MMA do mundo, Dana White, que já foi acusado de homofobia, convocou os lutadores gays a sairem do armário. Sem se importar com as possíveis repercussões, o cartola usou como exemplo o brasileiro Rodrigo Minotauro, que afirmou em recente entrevista a uma publicação nacional que não treinaria com homossexuais.

– Se houvesse um lutador gay no UFC, eu gostaria que ele assumisse. Eu não me importo se há um lutador gay no UFC. Há, e provavelmente, mais de um. Estamos em 2012, dá um tempo. Mas é claro que existem caras como Nogueira, que vêm do Brasil e tem esse lado macho, latino. As pessoas vão dizer coisas sobre isso.

Dana se disse arrependido de declarações homofóbicas dadas no passado:

 – Se vocês olharem o que eu falei nos últimos dez anos, com certeza encontrarão erros, coisas estúpidas. E isso me incomoda. Entretanto, dizer que sou homofóbico é a coisa mais distante da verdade que há.

O canal Fox foi pressionado por entidades de direitos humanos para não exibir UFC em horário nobre por ser um esporte que tem como dirigente um pretenso homofóbico e machista, White. Funcionou.

Deputado Pastor Marco Feliciano, do PSC, protocola projeto de plebiscito sobre o casamento gay Resposta


O deputado federal fundamentalista Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), parlamentar da Frente Evangelíca, quer saber se os brasileiros são favoráveis ao casamento civil gay. Para isso, ele protocolou na manhã desta quinta-feira (27/10) um pedido de plebiscito com a assinatura de 186 deputados.
“São necessárias 171 assinaturas válidas, mas para garantir coletei 15 a mais”, explica. O deputado diz que a coleta de assinaturas começou em maio deste ano quando o Supremo Tribunal Federal reconheceu a união estável entre um casal homossexual.
O Projeto de Decreto Legislativo 495/11 vai agora ser destinado para uma comissão, ainda não designada, para análise. “Caso aprovado, em outubro do ano que vem quando os brasileiros irão às urnas, votarão também se concordam ou não com o reconhecimento legal da união estável.”

Através da sua conta no twitter ele prometeu pedir plebiscito para que o povo decida se o casamento homossexual é constitucional ou não. Segundo ele, “todo assunto que envolve orientação sexual parece constranger os legisladores. Não podemos protelar mais, ou votamos essas leis ou o STF o faz, eles ‘STJ e STF’ não foram eleitos pelo povo”. A briga no parlamento é pela auto-suficiência do STF e do STJ que passam a legislar como protetores da lei.

O deputado, critica o STF, pela decisão sobre a união estável, e o Superior Tribunal de Justiça pela recente decisão em favor do casamento civil de duas mulheres. Para ele, o judiciário está passando por cima do legislativo e da Constituição Federal.”Família é um homem, uma mulher e o nascimento de um filho.”

Ainda em seu twitter, Feliciano se manifestou contra o PLC 122 e disse que “dos 3.500 casos de crimes praticados contra gays, 95% foram crimes passionais” e concluiu dizendo que “sábado passado em Anapolis-GO, apedrejaram a igreja onde eu pregava. Palavras como crente tem conotação pejorativa”.

Minutos após esta declaração, ele desabafou, dizendo que “a mídia não tem interesse” sobre o seu trabalho na câmara. Por isso, planeja investir em sua imagem política através de discursos mais contundente em suas opiniões para que a mídia cristã tenha conteúdo, que inclue temas polêmicos, como este.


Aos 63 anos, Marco Nanini sai do armário Resposta


Marco Nanini, considerado por muitos o maior ator da atualidade, fala pela primeira vez sobre sua homossexualidade à revista ‘Bravo’, que está nas bancas. Ele revela que leva uma vida tranquila, mas não solitária. “Moro em uma casa, com três cachorros. Às vezes, pintam umas namoradas, uns namorados. Namoradas, não. Namorados. Mas, se não pintam, sem problemas. Já vivi o que necessitava viver nessa seara”, revela o ator de 63 anos. Na entrevista, Nanini diz também que seu envolvimento com os personagens vai além da dramaturgia.“Fiz um personagem no teatro que fumava. No fim da temporada, já me considerava fumante”.

Com informações da revista Bravo e do jornal O Dia