Padre se recusa a dar a comunhão à mulher porque ela é lésbica 3

Uma mulher quer que um padre seja dispensado de suas funções depois de ele ter negado a ela a comunhão no funeral de sua mãe, nos Estados Unidos. O motivo? Ela vive com outra mulher. 

A arquidiocese local pediu desculpas pelas ações do padre Marcel Guarnizo, mas Barbara Johnson, que é lésbica e vive com sua parceira, disse que desculpas não são o suficiente.
Guarnizo realizou uma missa fúnebre para Loetta Johnson no sábado, em uma igreja católica de Washington, nos Estados Unidos. Ele disse aos participantes que somente os membros da igreja que estão em um ¨estado de graça¨ teriam permissão para receber a comunhão. Porém, Johnson disse que quando ela se aproximou, o padre cobriu o cálice da comunhão com a mão, olhou para ela e disse: ¨Eu não posso lhe dar a comunhão porque você vive com uma mulher.¨ O padre disse ainda que esta atitude é um pecado aos olhos da igreja. 
Ensinamentos da Igreja Católica condenam a homossexualidade, e a igreja considera pecado os atos homossexuais. Mas a arquidiocese disse em um comunicado que as questões sobre os direitos que uma pessoa tem para receber a comunhão devem ser explicados em particular e que não isso não deve ser feito em público. 
Johnson disse que ela não quer encarar o incidente como uma questão dos direitos homossexuais, mas quer que o sacerdote pare de fazer o trabalho pastoral pela maneira de como ele lidou com serviço de sua mãe: 
– Estamos pedindo a igreja para tomar essa decisão, de modo que isso não aconteça a mais ninguém. É a coisa certa a fazer.

Primeiro hotel gay de Nova York abre hoje as suas portas Resposta

Fachada do Out NY (theoutnyc.com)
Nova York está pronta para receber o primeiro hotel gay da cidade.

O novo complexo na que fica no coração de Manhattan, próximo a Times Square, Out NYC se apresenta como um “lugar para gays e seus amigos e familiares terem bons momentos para ficar, brincar, comer,relaxar e revitalizar”, segundo o proprietário Ian Reisner.
Reisner disse que prefere não chamar o novo local de um hotel gay, mas sim de um lugar hétero-friendly, com o estilo de vida gay.
Os quartos do hotel vão custar entre $200 e $300 dólares por noite, aproximadamente R$340 a $500 reais, com direito a discoteca, bar, café e restaurante. 
Reisner disse que a atmosfera no “resort urbano” vai fazer com que as pessoas se sintam em um cruzeiro, onde todos possam desfrutar e relaxar: 
– Esperamos que os nossos clientes utilizem as instalações aqui e no resto da cidade. Este é um lugar para recebê-los de volta para relaxamento e diversão.
O hotel abre hoje as suas portas e com a legalização do casamento entre gays em Nova York, com certeza vai ser difícil achar acomodações disponíveis.
Você pode conhecer mais sobre o hotel através do website: http://www.theoutnyc.com

Projeto de deputados evangélicos não propõe cura, mas a possibilidade de tratamento para gays 1

Roberto de Lucena (PV-SP), relator do decreto
 (Reprodução)
Lucena, redator do decreto, se manifestou sobre a abordagem que os meios de comunicação deram sobre a proposta, qualificando-a como preconceituosa. 


O deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP) explicou que o projeto apresentado pelo deputado federal João Campos (PSDB-GO), do qual era relator, não tinha como objetivo a cura de homossexuais, mas o tratamento, uma vez que a Resolução do Conselho Federal de Psicologia estabelece normas em relação à questão da orientação sexual.

Para Lucena a forma como a mídia divulgou o Projeto de Decreto Legislativo 321/2011 foi preconceituoso, pois olharam o projeto de um ângulo específico para acusar os deputados, que são evangélicos, de preconceituosos.

O deputado, que faz parte da bancada evangélica, se refere ao termo “cura gay” como foi divulgado o projeto. Na verdade o objetivo é defender o direito da pessoa de pedir ajudar se ela desejar fazer um tratamento a respeito de sua orientação sexual.

“Nenhum paciente, seja ele homossexual, heterossexual, bissexual, transexual, assexual, ou que tenha qualquer outra orientação sexual, deve ser cerceado do direito psicológico, quando voluntariamente buscá-lo, com o objetivo de mudar a sua orientação”, diz nota enviada pela assessoria de Lucena.

No parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999, fica estabelecido as normas de atuação que os profissionais da área precisam seguir quando o paciente quiser tratar sobre sua orientação sexual que não é mais caracterizada como doença.

Ao propor o decreto legislativo os deputados entendem que antes o tema precisa ser debatido em audiências públicas onde profissionais da saúde, psicólogos, juristas e de pessoas que buscam tratamento psicológico nesta área possam apresentar suas ideias sobre a matéria.

Lucena deixa claro que o decreto não tem como objetivo curar gay, pois não se trata de uma doença, mas sua proposta tem como prioridade proporcionar aos psicólogos garantias e condições para atenderem as pessoas que os procuram por estar insatisfeitas e desejam, voluntariamente, mudar de opção sexual.

*Com informações do site Gospel Prime.
Como se isso mudasse alguma coisa no absurdo que é esse decreto. Os profissionais da área da psicologia devem estar preparados para atender os pacientes que buscam a ajuda profissional, mas jamais, devem interferir na opinião dos seus pacientes e jamais devem fazer com que eles se sintam errados da forma que eles são.
O papel do psicólogo é fazer com que o paciente se aceite do jeito que é, e que ele ache a melhor maneira possível de viver bem consigo mesmo.
O absurdo desse país é tão grande, que estes deputados da bancada evangélica querem ter a audácia de mudar uma regra mundial da psicologia. As pessoas parecem não estar prestando atenção no rumo que o país está seguindo. A presidenta Dilma já está se vendendo cada vez mais para a bancada evangélica, colocando bispos da Igreja Universal em cargos importantes do governo.
Isso não seria um problema se estes membros não governassem o país de acordo com os códigos bíblicos. Mas eles usam de seus poderes públicos para governarem o país conforme suas crenças religiosas. O quão ridículo é isso? É como se gays ocupassem cargos políticos e criassem leis obrigando todo mundo a sair na rua vestidos de drag queens. 
COMUNIDADE LGBT, ACORDEM PARA O QUE ESTÁ ACONTECENDO NESSE GOVERNO DA PRESIDENTA DILMA. 

Professor é demitido de escola católica depois de anunciar casamento com seu parceiro de 20 anos Resposta

Al Fischer. 
Um professor de música de uma escola católica de Missouri, nos Estados Unidos, foi recentemente demitido da instituição depois que oficiais da igreja souberam que ele planejava se casar com seu parceiro de 20 anos em Nova York, um dos estados americanos  em que o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legal. 

O professor Al Fischer confirmou que ele foi demitido no dia 17 de fevereiro depois de quatro anos trabalhando na escola. Ele não quis comentar sobre sua demissão, mas falou sobre uma carta enviada aos pais de seus alunos logo após a decisão da escola. 
Na carta, Fischer diz aos pais que tem uma notícia alegre e outra notícia triste. A boa é sobre os planos de se casar com seu parceiro de longa data em Nova York, e a ruim é que ele não seria mais o professor de música da instituição. 
O parceiro de Fischer, Charlie Robin, diretor executivo de uma universidade de teatro, disse que o relacionamento do casal não era nenhum segredo na escola e que Fischer só foi demitido depois que um representante da Arquidiocese ouviu ele falando aos colegas de trabalho sobre seus planos de casamento. 
Em um comunicado enviado à imprensa, representantes da Arquidiocese justificaram a decisão da demissão da escola, reiterando que o comportamento do professor é contra aos valores cristãos adotados pela instituição. 
¨Com pleno respeito a este indivíduo, a união do mesmo sexo se opõe ao ensino católico romano, porque não pode realizar o potencial pleno de uma relação conjugal a qual é destinada a expressar. Como uma violação da declaração de testemunha cristã de que todos os educadores católicos da Arquidiocese de St. Louis são obrigados a manter, nós dispensamos este professor de suas funções.¨, dizia o comunicado. 
Por ser protegida por lei, a igreja não pode ser processada, pois de acordo com a legislação, instiuições religiosas não podem ser processadas por decisões de emprego em relação àqueles que a igreja contrata para ¨pregar suas crenças, ensinar sua fé e cumprir sua missão.¨

Pará inicia campanha pelo uso do nome social de travestis e transexuais nas escolas Resposta


Travestis e transexuais receberão apoio do governo do estado do Pará na sensibilização da comunidade escolar quanto ao uso do nome social. O pacto pela cidadania de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) foi estabelecido na II Conferência Estadual LGBT e já resulta em medidas de enfrentamento à discriminação homofóbica. A temática foi pauta na reunião, ocorrida às 9h30, desta quarta-feira (29), entre representantes da sociedade civil e das Secretarias de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), e de educação (Seduc).
A campanha de utilização do nome social de travestis e transexuais – que visa à promoção do respeito a comunidade LGBT -, pretende executar ações de sensibilização nas escolas de todo o estado. Primeiramente, o grupo comprometeu-se em efetuar um levantamento de dados, para verificar a quantidade de escolas e de alunos que necessitam ermegencialmente de tal mobilização. Posteriormente, os órgãos pretendem promover palestras educativas, reuniões com professores, e viabilizar a divulgação de canais de denúncia nos ambientes escolares.
  
Articulado pela Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), junto à Secretaria de Estado de Educação (Seduc), o projeto conta com o apoio do Grupo de Resistência de Travestis e Transexuais da Amazônia (Gretta) e do Conselho Estadual de Diversidade Sexual (Ceds). Para a representante da Diretoria de Educação para a Diversidade, Inclusão e Cidadania (Dedic/Seduc), Fátima Teixeira, materiais informativos contribuem para o enfrentamento à discriminação. “A divulgação com cartazes e as palestras, já representam um grande passo para a sensibilização”, pontua.
“A escola tem que estar preparada para acolher a pessoa e tratá-la com respeito. O nome social deve constar na lista de chama para evitar constrangimentos”, explicou a representante do Gretta, Symmy Larrat. Em contrapartida, o integrante da Coordenadoria de Educação para a Promoção da Igualdade Social, Tony Vilhena, explicou que a Seduc já possui um sistema virtual em que a identidade de gênero é respeitada. “Quando a pessoa faz a matrícula, por exemplo, ela já possui a opção de informar o nome social”, ressalta.
 A população LGBT do estado do Pará já é beneficiada pelo decreto n°1.675, de 21 de maio de 2009. O documento considera que o nome civil não deve se tornar motivo de constrangimentos e/ou provocar situações vexatórias. O referido decreto respeita a identidade sexual e assegura ainda que, na administração pública estadual direta e indireta, o atendimento de travestis e transexuais deve respeitar o nome social.

ONGs denunciam Governo Federal a organizações internacionais por vetar filme de prevenção ao HIV para gays Resposta

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha e presidenta Dilma Rousseff

O Fórum de ONG/Aids do Estado de São Paulo – associação que reúne 122 organizações não governamentais de combate às DST/aids – está denunciando o governo brasileiro a organismos internacionais pela não veiculação do filme voltado aos homossexuais durante a campanha de prevenção ao HIV no Carnaval 2012.

O filme que chegou a ser publicado no site do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, e tirado do ar horas depois, mostra um casal de jovens gays se acariciando.
Ativistas dizem que houve censura por parte do Governo Federal ao não exibir o filme na TV, mas o Ministério da Saúde afirma que o vídeo foi produzido apenas para eventos específicos.
Publicado no Youtube, o filme voltado aos gays já foi assistido mais de 62 mil vezes, enquanto a campanha oficial para a TV que destaca dados nacionais da doença não passou de 200 exibições até o momento.
A carta em espanhol produzida pelas ONGs paulistas já foi enviada ao Fórum Mercosul de ONG/Aids, rede que reúne organizações da Argentina, Bolívia, Paraguai, Chile, Venezuela, Peru, Uruguai, além do Brasil; para a LACASO (Coalizão Latino-Americana de Organizações e Serviços de Aids); e para o Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids (Unaids).
Segundo Rodrigo Pinheiro, Presidente do Fórum de ONG/Aids de São Paulo, o grupo prepara também versões da carta em inglês e em francês.
A carta pede às organizações parcerias para enviarem documentos de repúdio à Presidenta Dilma Rousseff; e ao Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Fonte: Agência de Notícias Aids

Eduardo Lopes, suplente de Crivella, é articulador da Universal Resposta

No Senado sai Marcelo Crivella (PRB-RJ) e entra outro bispo da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), Eduardo Lopes, ou seja, o jeito homofóbico de fazer política será mantido.

Do púlpito para o palanque. Vice-presidente do PRB no Rio de Janeiro, Eduardo Lopes comanda a área política da Igreja Universal do Reino de Deus no estado. É pelas mãos do primeiro-suplente do senador Marcelo Crivella que passam a escolha de candidatos da Universal no Rio e a estratégia política empregada em anos eleitorais. Lopes também opina na relação de candidatos em outros estados.

Bispo da Universal, Eduardo Lopes tem reduto político na capital, embora seu rebanho eleitoral tenha representantes em todos os municípios fluminenses onde a igreja possui filiais. Seu nome também é bem aceito em outras denominações evangélicas pentecostais. Lopes sucedeu na função de coordenador político da Universal no Rio ao todo-poderoso Vitor Paulo (PRB-RJ), eleito deputado federal em 2010, e que hoje coordena a política da Universal em nível nacional.
O novo senador faz parte do grupo político de Crivella – que chegou a sofrer restrições à sua candidatura à reeleição em 2010 por parte de líderes da Universal, que sugeriam o senador como puxador de legenda para a Câmara. Crivella teve o apoio de Lopes à reeleição.
Participação em programas de TV e visitas a templos

Ao assumir o cargo, Lopes deverá se licenciar das funções de bispo e será afastado da chamada “área espiritual da igreja” – uma das regras da Universal. O novo senador tem costume de visitar templos pelo Estado do Rio e participar de cultos. Com frequência, é citado em reportagens e coberturas de eventos religiosos em sites evangélicos ligados à Universal. Também chegou a fazer parte de programas de TV da igreja veiculados no horário da madrugada.
De estilo calmo, é considerado na Universal como um bom articulador político, mais maleável que Vitor Paulo, que comanda as estratégias eleitorais nacionais com mão de ferro. Este será o segundo mandato de Lopes. Em 2006, o primeiro-suplente de Crivella assumiu a vaga de deputado federal deixada por Alexandre Cardoso (PSB-RJ), convidado para ser secretário de Ciência e Tecnologia do Estado do Rio. Lopes, que era o primeiro-suplente de Cardoso, disputou a eleição pelo PSB. Na época, a Igreja Universal tinha como estratégia política distribuir seus candidatos por vários partidos. Hoje, a Igreja concentra seus indicados no PRB.

Nesta quarta-feira, Lopes afirmou que, ao assumir a cadeira no Senado, dará continuidade ao trabalho deixado por Crivella, com ênfase na defesa dos interesses do Rio em relação à partilha dos royalties do petróleo e aos novos critérios para o Fundo de Participação dos Estados (FPE). Claro que não podemos esperar nada no que se refere a avanços a respeito das discussões dos direitos dos LGBT, com um bispo da Iurd como senador.

Com informações de O Globo

Dilma nomeia Marcelo Crivella, bispo-senador homofóbico, ministro da Pesca Resposta


A presidenta Dilma Rousseff nomeou o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) novo ministro da Pesca. Crivella faz parte da bancada fundamentalista do Congresso Nacional, que atende pelo nome de Frente da Família, e é um dos maiores opositores dos que defendem os direitos de lésbicas, gays, bissexuais e trangêneros (LGBT).




Marcelo Crivella fez carreira política embalada pela força da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) criada pelo to, o bispo Edir Macedo. Apesar do esforço para se mostrar um senador do Estado do Rio de Janeiro, e não da Igreja Universal, Crivella não esconde as convicções religiosas. Se diz criacionista e acredita que a explicação bíblica sobre a origem da humanidade é mais lógica do que a evolução. Nas eleições de 2008, enfrentou a ira dos movimentos LGBT ao declarar em entrevista que divergia da união homoafetiva por achar que a homossexualidade era o “caminho da amargura”.

Apesar dos problemas já enfrentados com o movimento gay, ele continua firme no propósito de combater a união homoafetiva. Para isso, levanta a voz até mesmo contra o Supremo Tribunal Federal (STF). Em 24 de outubro do ano passado, por exemplo, subiu à tribuna para contestar o Supremo e dizer que os juízes não têm poder para legislar. Em sua defesa do casamento hetero, chegou a dizer que à mulher cabia o papel da renúncia.

“A família é o homem, a mulher e seus filhos. É aí que nós temos uma força extraordinária: a mulher, pela sua renúncia, pelo seu idealismo; o homem, pela força e pela sua coragem, rompendo os males com o peito, conquistando o sustento do seu lar. Isso é uma família. Isso faz com que a nossa humanidade se perpetue. Isso gera filhos. Isso é um casamento”, discursou ele.

Crivella também é um ferenho opositor da criminalização da homofobia. Ele alega liberdade de expressão. Na prática, o senador quer que a sua igreja continue a vender a ideia mentirosa de cura gay, inclusive com exorcismos.

A aproximação do governo com os evangélicos é estratégica para a candidatura do ex-ministro da Educação Fernando Haddad à Prefeitura de São Paulo. Haddad enfrentou forte oposição de parlamentares religiosos ao tentar implementar nas escolas o chamado “kit anti-homofobia”, material didático voltado ao combate ao preconceito contra homossexuais. O kit foi suspenso pela presidenta Dilma Rousseff, após chantagem da bancada fundamentalista. Dilma foi pressionada pela bancada evangélica e católica, que juntam mais de 90 deputados, na época eles ameaçaram contribuir para que o então ministro da Casa Civil, Antônio Palocci, esclarecesse a evolução patrimonial dos últimos 4 anos. 

Lamentável a nomeação da presidenta Dilma Rousseff, não pelo fato de Marcelo Crivella ser evangélico, mas porque ele é fundamentalista, ou seja, mistura religião com Estado. Na visão do futuro ministro, os LGBTs são seres demoníacos. Tanto é verdade, que ele quer nos tirar direitos adiquiridos no Supremo Tribunal Federal, como a união homoafetiva. Para pessoas como Crivella, nós não devemos ser tratados da mesma maneira que os heterossexuais, como manda a Constiuição, nós não somos dignos disso.

Mais uma vez, Dilma se alia ao que há de pior na política, mostrando que sabe muito bem jogar sujo, para se manter no poder.


Com informações do G1 e O Globo