Daniel Radcliffe diz ser lisonjeante saber que um gay tem uma ¨queda¨ por ele Resposta

Daniel Radcliffe por muitos anos vem sendo questionado sobre a sua sexualidade. Em uma recente entrevista, ele nega mais uma vez os boatos e mostra para os jovens de sua geração como devem reir quando passam a ser desejados por homens ou quando rumores sobre homossexualidade vêm à tona.

Na entrevista, o jovem ator que é um grande ativista da causa LGBT, brincou e disse que enfrenta rumores sobre ser homossexual desde o início de sua carreira:
– Os jornais diziam que eu tinha uma cara de gay, seja lá o que isso quer dizer, ou uma voz de gay, mas não era verdade. Eu tinha que rir quando as histórias surgiram questionando se eu era gay. Obviamente eu sabia que não era, mas as pessoas eram curiosamente desesperadas para sugerir que eu era. Agora eu tenho uma namorada e eu suponho que, finalmente, todos acreditam em mim. 
E completa:
– Mas quando você conhece um cara gay que tem uma queda por você, é a coisa mais lisonjeante. 
É ou não é para se apaixonar??

Musical ‘Priscilla, Rainha do Deserto’ nasceu no Carnaval do Rio Resposta

(Foto: IG São Paulo)
Autor do livro que deu origem ao espetáculo estava no Brasil em 1989 quando teve a inspiração para escrever a história. 

Um ano após estrear na Broadway, o musical “Priscilla, Rainha do Deserto” chega ao Brasil. Com lançamento marcado para sábado (17), no Teatro Bradesco, em São Paulo, o espetáculo é baseado no filme homônimo de 1994. Nele, a drag queen Mitzi cruza o deserto australiano para fazer um show em uma cidade turística e encontrar seu filho de oito anos pela primeira vez. 
Autor do livro em que o filme foi inspirado, o australiano Stephan Elliott revelou durante a coletiva de imprensa do musical que “Priscilla” nasceu no Brasil. “Eu estava no carnaval do Rio de Janeiro, em 1989, quando vi pela primeira vez uma drag queen. Logo pensei que tínhamos que ter drags no deserto da Austrália. Nesse momento, ‘Priscilla’ nasceu.” 
De acordo com ele, mais do que música, cor ou fantasia, a história trata de tolerância e amor. “Essa história é sobre um homem que tem medo de falar que é gay. Por isso ele usa uma máscara. Diferentemente do que ocorreu no filme, ao produzir a peça percebemos que poderíamos focar melhor a história do pai e de seu filho.” 
O musical conta com 500 figurinos assinados por Tim Chappel, vencedor do Oscar pelas roupas do filme. O cenário tem um dos maiores e mais caros objetos cenográficos do teatro: o ônibus Priscilla, avaliado em US$ 1,5 milhões (R$ 2,7 milhões). 
O custo do espetáculo chega a US$ 7 milhões (R$ 12 milhões) – maior do que ¨Tim Mais – Vale Tudo¨ (R$ 1 milhão) e menor do que ¨A Família Adams¨(R$ 25 milhões). 
Garry McQuinn, responsável pelo ônibus cenográfico, brincou ao afirmar que Priscilla é uma mulher maravilhosa e uma diva exigente. “Ela é muito cara e precisa de muitos homens para mantê-la. E também nunca deixa o palco: se você não a vê é porque ela está escondida em algum lugar.” 
Um dos diferenciais do musical em relação aos demais em cartaz no País, como “A Família Addams”e ¨Um violonista no Telhado¨, é que as canções foram mantidas em inglês. “As músicas são tão conhecidas que não vimos necessidade de fazer versões em português”, disse a diretora residente Tania Nardini. 
“It’s Raining Man”, “Go West” e “I Will Survive” são alguns dos hits dublados pelos atores que interpretam as três drag queens: Mitzi (Luciano Andrey), Bernadette (Ruben Gabira) e Felicia (André Torquato). “Sempre achamos que não seria legal um musical com atores dublando canções gravadas, por isso criamos as divas, três mulheres que cantam ao vivo e dão chance de as drags dublarem”, explicou Dean Bryant, membro da equipe criativa do espetáculo. 
Bryant também aproveitou a entrevista para elogiar o elenco brasileiro, revelando os dois motivos que o fazem ser o seu preferido entre as montagens em outros países. “Temos a sorte de ter os três atores principais na mesma faixa etária dos personagens e o grupo mais disciplinado com quem trabalhei. Eles dão sangue todos os dias e estão sempre disponíveis para dar ideias, trabalhar no texto. Não esperava isso no Brasil.” 
* Com informações do Último Segundo. 

Eliminado do BBB, Yuri diz que posaria nu por um milhão e meio de reais Resposta

Yuri no BBB (Reprodução)
Eliminado na útlima terça-feira (13/03) do Big Brother Brasil 12, o lutador Yuri disse em entrevista que aceitaria proposta para posar nu, desde que lhe paguem um milhão e meio de reais, o memso valor pago ao vencedor do programa. Porém, quando estava dentro da casa, ele já havia dito que toparia posar nu por R$500 mil . 

A verdade é que se ele aceitar, não será nem perto desse valor, pois as revistas masculinas não costumam pagar muito alto para seus modelos. Ainda mais que um vídeo em que Yuri aparece se masturbando caiu na internet e todos puderam conferir o ¨material¨de graça. 

Perguntado sobre a procedência do vídeo, Yuri se limitou a dizer que se o material está na internet, que então fique lá, sem querer dar muitos detalhes. 
Yuri ainda garante que Laisa não é travesti, de acordo com rumores que foram levantados na casa do Big Brother espanhol, onde Laisa faz um espécie de intercâmbio, e disse também que não se lembra de ter feito sexo com a sister dentro do Big Brother Brasil. Aham. 

Quando perguntado sobre João Carvalho, o participante mineiro que é homossexual que o derrotou no paredão, Yuri disse que ele é apenas um ¨amigo, tranquilo e que ele cuidou de mim e não tirou casquinha (risos).¨ 

O lutador falou dos planos de se mudar para o Rio de Janeiro e se disse apaixonado por Laisa, e que vai esperar a sister para que possam conversar.

Homem muda de sexo e se diz lésbica. Filha se diz orgulhosa de ter um ¨pai mulher¨ Resposta

Jane Fae, à esquerda, com a filha Natasha. (Foto: David Sillitoe)
Natasha Ozimek tinha 16 anos quando foi surpreendida pelo seu pai com a notícia de que ele iria mudar de sexo. Ela disse que não recebeu bem a novidade logo de início, e que ela chorou muito e se viu em um estado de choque. Hoje, aos 18 anos, ela lembra que isso é a última coisa que que uma filha espera um pai fazer, pôr fim a única figura masculina da sua vida. 

Com o passar do tempo, as pessoas da sua cidade, no estado americano de Illinois, também receberam a notícia. Ela ficou três semanas sem ir à escola. Quando realmente decidiu enfrentar a situação, ela disse que passou um grande sufoco: 
– Algumas pessoas na escola faziam piadas, até que eu saí com eles um pouco e disse que não era uma decisão minha, e sim, do meu pai, e que eles não me julgassem por isso. Um menino que eu gostava muito parou de falar comigo por cerca de duas semanas, mas as ao mesmo tempo, as pessoas estavam dizendo que eu e meu pai éramos muito corajosos. No entanto, eu pensava o quanto meu pai era realmente corjoso e eu acabei colocando isso na minha mente. Não havia nada que eu pudesse fazer sobre isso, mesmo não querendo que isso acontecesse. 
Foi uma transição difícil na vida de Tash, mas com o tempo ela superou o choque. Disse que nunca foi contra o pai, e embora ainda se espante em alguns momentos, ela diz que é a garota que tem um ¨pai mulher¨. 
Segundo ela, seu pai que agora é conhecido como Jane Fae, está muito mais feliz com a nova vida: 
– Eu sempre amei meu pai incondicionalmente, mas eu gosto mais dele agora. Ele é muito mais confiante e mais agradável para estar ao redor, então eu desfruto muito mais de sua companhia. Antes da mudança, ele não estava interessado na vida ou no que estava fazendo, porque ele estava, obviamente, no corpo errado. Ele era como uma toupeira, todo encurvado, silencioso e sombrio, ia para o escritório e voltava para o jantar e não falava nada. Nós costumávamos nadar juntos quando eu era criança, mas por outro lado ele sempre vivia trabalhando e não tinha nenhum amigo. Agora ele sorri muito, ele vai para aulas de zumba e yoga e tem muitas amigas. 
Agora legalmente reconhecida como uma condição médica, dismorfia de gênero (também conhecida como disforia) é um profundo desconforto com o sexo com que a pessoa nasceu. Segundo médicos, a condição pode levar à depressão grave, que por sua vez pode fazer com que algumas pessoas cometam suicídio. 
Em julho passado, Jane realizou a cirurgia para a retirada de seus órgãos masculinos e iniciou uma terapia hormonal com estrogênio para feminilizar seu corpo. 
Mas engana-se quem pensa que Jane agora é atraída por homens: 
– Não, agora eu sou lésbica. Eu fui diagnosticada em 2009 com disforia de gênero que havia sido reprimida. Embora estivesse sempre sexualmente atraído por mulheres, nunca fui particularmente feliz com tudo que envolvesse a penetração. Houve um pouco de cross-dressing na minha adolescência, mas era mais em torno de querer mudar a minha forma. Eu sempre odiei qualquer coisa que indicasse que eu fosse uma travesti. Eu tive uma séria preocupação em contar para Tash, nunca ia ser uma hora certa, porque a cada mês que passava eu era atormentada diariamente com a questão de que eu estava ficando mais velha e tudo ia ficando mais difícil, por isso tive que soltar. Mas eu estou orgulhosa da maneira com que Tash se adaptou e se ajustou – mesmo quando ela me deu um cartão de Dia dos Pais. 
Jane e sua ex-esposa Miranda, mãe da Tash, se separaram quando ela tinha dois anos de idade. Por sete anos viveram próximos um do outro, compartilhando a guarda das crianças entre eles, mas quando Tash fez nove anos seu pai se mudou para um lugar a mais de 100 quilômetros de distância de Lincolnshire, com sua nova mulher, Andrea. Tash passou a viver com eles.

Polícia apura denúncia de homofobia no único shopping de Piracicaba, SP Resposta

Felipe Bicudo e Bruno Campos acusam o shopping
de atitudes homofóbicas (Foto: Lana Torres / G1)
A Polícia Civil de Piracicaba, no interior de São Paulo, investiga denúncia de discriminação e homofobia contra o único shopping center da cidade. Um grupo de gays registrou boletim de ocorrência porque, segundo eles, foram barrados na entrada do local e receberem de um funcionário a alegação de que o centro de compras faz uma “triagem” para selecionar o público.

O autônomo Felipe Junior Bicudo da Costa, de 23 anos, e o estudante Bruno José Campos, de 22, procuraram a polícia na sexta-feira (2) para relatar o ocorrido no dia 24 de fevereiro. “Nós fomos barrados ainda no estacionamento. O segurança disse que cumpria ordens e então procuramos a administração”, relata Costa.

E este não é o único relato. O professor universitário Rodrigo Moda conta que na última semana tentou entrar no shopping com o namorado, mas também foi barrado na entrada. “Quando eu cheguei já havia um tumulto porque eles estavam barrando outras pessoas. Então, eu disse que queria entrar para jantar com meu namorado e ele disse que eu não podia”, conta.

‘Turma do rolê


Segundo Campos, que pertence a uma organização não governamental (ONG) dos direitos dos gays, lésbicas e simpatizantes, a “triagem” vem ocorrendo há pelo menos um ano e os principais alvos são os jovens que se reúnem todas as sextas em frente ao shopping e se autodenominam “turma do rolê”.
Campos afirma ter uma gravação na qual um funcionário da administração do shopping diz que não pode liberar a entrada de todos aqueles jovens porque muitos deles estariam, para o funcionário, envolvidos na venda de drogas e atos de vandalismo.

Teoria derrubada pela major da Polícia Militar, Adriana Sgrigneiro, que garante que não há registros de ocorrências de caráter criminoso com o grupo que se reúne ali. “É uma criançada, molecada só. Pela falta de opções culturais da cidade, eles se reúnem ali. Mas a maioria é de bairros periféricos e depende de ônibus, então, não fica até muito tarde”, disse.

Caso de Polícia

O professor doutor da Faculdade de Direito da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep), Everaldo Tadeu Gonzales, explica que, se confirmada, a atitude fere a constituição, caracteriza crime de racismo e é passível de multa para o estabelecimento.

“Pelo artigo quinto da Constituição federal, todos são iguais perante a lei. Não podemos discriminar ninguém. E um estabelecimento que proíbe a entrada de qualquer tipo de pessoa, inclusive homossexuais, está cometendo crime e poderá responder perante a polícia”, explica.

A delegada do caso, Eliana Rodrigues Carmona, do 4º Distrito Policial de Piracicaba, registrou o caso como injúria e informou que fará uma investigação para identificar o autor, ou seja, quem é o funcionário que barrou o grupo na entrada do shopping.

“O crime de injúria depende da intenção das vítimas em representarem criminalmente. Identificado o autor, se for interesse deles, será feito um termo circunstanciado e o caso será enviado para o tribunal de pequenas causas”, informou.

Gonzales explica, entretanto, que além do funcionário, o shopping também pode ser responsabilizado caso fique constatada a prática. “Ele pode ser condenado a pagar indenização por danos morais”, explica.
Outro lado


Nenhum diretor do Shopping Piracicaba quis dar entrevista, mas a assessoria de imprensa do centro divulgou nota na qual nega que haja a citada “triagem” e garante que não há restrição de acesso em nenhuma das entradas, em nenhum dia da semana. A administração informa, ainda, que vai “averiguar com rigor os procedimentos e seguranças envolvidos” e que o shopping “repudia toda e qualquer ação preconceituosa, seja de raça, credo, opção sexual ou classe social”. O diretor do shopping deveria saber que o termo opção sexual não existe, já que ninguém opta por ser gay.

*Com informações do G1

Grupo gospel pode ser processado por falar contra gays e aborto durante show 2

Grupo gospel homofóbico

Contratados pela escola de ensino médio em Dunkerton, no Estado de Iowa, o grupo gospel Junkyard Prophet deveria dar aos alunos uma breve palestra sobre bullying e a necessidade de os estudantes fazerem as escolhas certas na vida.

Porém, o líder da banda, Bradlee Dean, decidiu fazer uma longa explanação sobre casamento gay, aborto e a necessidade dos jovens casarem virgens.

O diretor da escola, Jim Stanton, disse que o grupo fez um ótimo show, com uma mensagem “muito forte antiviolência, antidrogas e antiálcool”, mas depois acabou indo “longe demais”.

O baterista Bradlee Dean, que também é pastor, começou dizendo que as meninas deveriam ser submissas aos seus maridos e precisavam casar virgens, caso contrário seus vestidos de noiva estariam enlameados.

Também falou com os meninos presentes sobre a homossexualidade. A banda disse aos alunos que os homens gays morrem, em média, aos 42 anos de idade, por terem “um estilo de vida destrutivo” que “literalmente os mata”. Também criticou artistas como Elton John e Lady Gaga, dizendo que eles promovem “valores corrompidos”.

O grupo exibiu ainda um vídeo contra o aborto e mostrou imagens de fetos abortados. “Você sabia que, até 1973, qualquer pessoa que assassinasse uma criança no ventre poderia ser processada criminalmente?…  Aqui está outro exemplo de infanticídio. Este é o resultado de alguém que matou seu bebê fazendo um aborto”, disse Dean, apontando para as imagens projetadas no telão
Alguns dos alunos presentes alegam terem se sentido ofendidos durante a apresentação e muitos não concordaram com a mensagem. Muitos pais estão pressionando o diretor para que processe o grupo por conta de suas declarações “homofóbicas” e “preconceituosas”.

O diretor afirmou em nota que “(Junkyard Prophet) demonstrou uma intolerância que não está de acordo com as crenças da Escola Dunkerton. Nós vamos promover a tolerância mútua. Vamos continuar  celebrando a diversidade em nosso corpo discente”.

O Junkyard Prophet disse que apenas levou sua mensagem e que já alcançaram mais de 500.000 jovens americanos com seu ministério, visitaram mais de 300 escolas em 22 estados americanos e venderam mais de 40.000 discos ao longo de sua carreira.


Padre que se recusa a dar comunhão a lésbica é afastado por `intimidação` Resposta

Padre homofóbico
O Padre que se recusou a prestar comunhão a uma lésbica, durante missa do funeral de sua mãe, foi afastado de seu ministério, segundo uma carta escrita dia (9/03), pelo Monsenhor Knestout, Vigário Geral e Moderador da Cúria da Diocese de Washington, D.C.
“A punição do padre Marcel Guarnizo foi resultado do seu comportamento de intimidação com paroquianos, o que é incompatível com seu ministério”, diz a carta que foi publicada na sexta-feira.
Durante todas as missas na igreja de São João Neumann, em Washington, no domingo (11), a diocese confirmou a remoção do padre Guarnizo e explicou à congregação, sobre o conteúdo da carta, de acordo com o Washington Post.
Segundo o padre Thomas LHood, da Igreja de São João Neumann, o afastamento de Guarnizo não tem nenhuma relação com sua recusa de prestar comunhão à lésbica, mas sim a outras ações tomadas por ele, publicou o Washington Post.
“Nós sabemos que houve uma discórdia dentro da igreja sobre como a comunhão deveria ser distribuída. Eu creio que essa discórdia se originou de emoções fluídas por amor. Amor e Cristo são presenças na Eucaristia”, disse LHood.
Depois de ter lido a carta, LHood explicou que isso poderia ser um assunto pessoal. “O padre Guarnizo terá oportunidade de se defender,” acrescentou ele.
Barbara Johnson, uma mulher de 51 anos, teria dito que, quando ela se aproximou do padre Guarnizo para receber comunhão no dia do funeral de sua mãe, o padre cobriu o pão e disse que não daria a ela o sacramento porque ela vivia com outra mulher, o que é considerado pecado aos olhos da igreja.
O ato parece ter sido justificado na carta que contém um pedido de desculpas feito pela diocese à Barbara.
“Nós cremos que para receber a comunhão as pessoas devem estar em estado de graça, o que significa que eles não tenham nenhum pecado sério em suas consciências, o que causa uma quebra no relacionamento com Deus,” conta a carta de Wuerl.
Entretanto, Barbara exige que ninguém passe por experiências desse tipo, que segundo ela, foram traumatizantes.
“Nós esperamos que a decisão do Bispo Knestout garanta que ninguém mais passe por experiências traumatizantes como essa que minha família passou,” diz a mulher que foi negada a comunhão, Barbara Johnson, em comunicado.
Padre Guarnizo nasceu em Washington, e é fundador da organização chamada Ajuda à Igreja na Rússia, onde foi se tornou padre em 1998, da Diocese de Moscou.

Materiais didáticos ‘não vão resolver’ homofobia, diz ministro da Educação Resposta

Como já era esperado, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, se posicionou contra o kit anti-homofobia. Ele disse que a elaboração de materiais didáticos sobre o combate à homofobia “não vai resolver” o problema. Mercadante falou sobre a questão da diversidade nas escolas ao se dirigir ao deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) durante reunião na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.

Leia também: Dilma suspende kit anti-homofobia do MEC, após pressão da bancada religiosa da Câmara

Segundo o ministro, o mais importante é que se possa estabelecer um diálogo de respeito à diversidade. “As crianças vão para casa humilhadas devido à homofobia. Nós precisamos fazer uma pesquisa sobre como construir um diálogo de respeito à diversidade”, afirmou o ministro. “Lançar um material didático não vai resolver”, disse Mercadante.

Em maio de 2011, após ser chantageada por parlamentares da Frente da Família (conjunto de deputados e senadores evangélicos fundamentalistas), a presidenta Dilma Rousseff suspendeu o kit anti-homofobia, que havia sido elaborado quando o ministro da Educação era o hoje mudo (quando o assunto é homofobia) Fernando Haddad. Dilma, na época, assumiu que sequer assistiu aos os vídeos que faziam parte do kit.

O kit era compost pro três vídeos e por apostilas que seriam voltadas aos professores. Era parte do programa Escola sem Homofobia, do Governo Federal. O objetivo era das subsídios para que os professores abordassem temas relacionados à homossexualidade com alundos do ensino médio.

O kit foi elaborates após realidação de seminários com profissionais de educação, gestores e representantes da sociedade civil. O material era composto de um caderno que trabalhava o tema da homofobia em sala de aula e no ambiente escolar, buscando uma reflexão, compreensão e confronto. A ideia era distribuir em 6 mil escolas públicas.

É triste ver que um governo do PT, partido que historicamente sempre esteve ao lado das chamadas minorias, se mostre reacionário e conservador. Enquanto isso, estudantes gays continuam sendo alvo de gozação de alunos e professores, apanhando e, quando não suportam mais, cometendo suicídio. 

Se o governo federal acha que o kit anti-homofobia não resolve a questão (alguém disse que resolveria?, mas que ajudaria, ajudaria), ele deveria, ao menos, elaborar campanhas publicitárias em nível nacional a respeito do tema. Não se trata de uma reivindicação dos movimentos LGBT, mas de um clamor da sociedade, que não aguenta mais tanta violência e tanto ódio.