Sidney Magal: ‘Já fui muito cantado por homens’ Resposta


Sidney Magal prestigiou a pré-estreia do musical “Priscilla, Rainha do Deserto” no teatro Bradesco, em São Paulo, e falou da importância do espetáculo. “Priscila é o emblema maior de toda essa loucura, descontração. Acho que o preconceito é uma coisa já ultrapassada. O mundo está livre, aberto para que as pessoas sejam felizes!”, disse.
Magal contou que nunca teve nenhum tipo de intolerância com drag queens e nem com homossexuais. “Nunca foi problema para mim, já fui muito cantado por homens, trabalhei na noite por muitos anos, com vários travestis, prostitutas, artistas em geral. Isso não me fez ter medo de nada, porque somos todos iguais, somos todos seres humanos maravilhosos”, comentou.

Mulher pode ter que dividir pensão com gay Resposta


O Supremo Tribunal Federal dará a palavra final em processo que gay exige dividir a pensão  recebida pela mulher que tinha relação estável com o namorado dele. A mulher só soube do relacionamento extraconjugal quando o companheiro dela morreu e o namorado gay apresentou na Justiça pedido de pensão por morte.


A ação foi negada pela Justiça do Sergipe, estado onde ocorreu o triângulo amoroso. TJ-SE havia decidido pela impossibilidade de reconhecimento da relação homoafetiva diante da existência de declaração judicial de união estável entre o morto e uma mulher em período concomitante. Segundo a decisão colegiada da corte sergipana, “o ordenamento jurídico pátrio não admite a coexistência de duas entidades familiares”, situação considerada pelos juízes estaduais sergipanos como análoga à bigamia.


Ao receber o recurso do namoradogay, o Supremo reconheceu “a existência de repercussão geral na questão constitucional alusiva à possibilidade de reconhecimento jurídico de uniões estáveis concomitantes (sendo uma delas de natureza homoafetiva e outra, de natureza heteroafetiva), com o consequente rateio de pensão por morte”.


O relator do caso, o ministro Ayres Britto sublinhou a importância do caso sob o ponto de vista econômico e social. Com essa posição ele venceu os votos contrários dos ministro Marco Aurélio Mello e Cezar Peluso.

*Reportagem: O Dia