Processo Renato Seabra (modelo que matou e castrou namorado) terá “longos” recursos 2

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Você que acompanha o blog já deve ter lido postagem sobre o caso chocante do belo modelo que matou e castrou o namorado, um importante jornalista português, em Nova York (EUA). Leia mais, clicando aqui. Na semana passada ele foi condenado. Mas o processo não para por aí.

Quando o juiz Daniel Fitzgerald proferir a sentença do caso Renato Seabra, no próximo dia 21, os advogados de Defesa irão interpor recurso de imediato para o primeiro departamento do Supremo Tribunal do estado de Nova York.

O jovem de Cantanhede foi considerado, na passada sexta-feira, culpado da morte de Carlos Castro, a 7 de janeiro de 2011.

Renato Seabra

Caso a deliberação do júri seja reconfirmada nessa nova instância, Sinins revela que o processo “poderá prosseguir” no “Court Of Appeals (Tribunal de Recursos) do estado de Nova York.

“Será um processo longo”, antecipa o advogado de defesa.

Silêncio sobre estado de saúde de Renato

O Expresso perguntou ainda sobre o estado de saúde de Renato Seabra, que aguarda a leitura da sentença na prisão de Rikers Island, mas não obteve qualquer comentário.

O site também quis saber se a defesa estaria a reavaliar a sua estratégia – o Expresso sabe que a família de Renato Seabra esteve à beira de dispensar os serviços da dupla de advogados nas vésperas do julgamento -, mas Sinins não respondeu.

O silêncio manteve-se quando o jornal quis saber se estaria a ser equacionado um pedido de deportação do jovem de Cantanhede, para eventual cumprimento da pena em Portugal, caso esta seja igual ou inferior a 25 anos de prisão.

Deportação será “muito difícil”

Sobre uma eventual deportação, Daniel Richman, professor de direito criminal da Universidade de Columbia, em Nova Iorque, esclareceu, na quinta-feira passada, que será “muito difícil”.

“Ele (Renato Seabra) está a ser julgado pela justiça estadual, cujo sistema está menos preparado para lidar com casos de cidadãos estrangeiros e eventuais deportações. Em tribunal federal seria diferente, mas um caso criminal está fora da sua alçada. Na América, os estados têm sistemas judiciais independentes. É como se fossem países distintos”.

O luso-descendente Paul Silva, advogado de defesa com vasta experiência em casos semelhantes ao de Renato Seabra, concorda com Richman: “Se os criminosos nos EUA soubessem que poderiam ser deportados, principalmente para países com penas bastante mais brandas, como é o caso de Portugal, isso faria disparar a criminalidade”.

Psicólogo reafirma ao Expresso: “Renato Seabra é psicótico”

Entrevistada pelo Expresso, a testemunha chave da Defesa, o psicólogo Jeffrey Singer, reafirmou a tese de que “Renato Seabra é um indivíduo psicótico” e que na altura do crime “não conseguia distinguir o certo do errado”.

Singer recordou a conversa em inglês que teve com Renato Seabra, onde lhe diagnosticou a doença mental. “Fiquei surpreendido com o inglês dele e acho que o advogado estava à vontade com a capacidade do Renato em explicar-se e em entender as perguntas”.

Pouco depois da morte de Carlos Castro, a 7 de Janeiro de 2011, o jovem português confessou em português o crime a três agentes da polícia de Nova York. Um deles, Michael de Almeida, serviu de tradutor.

“É natural que naquela altura ele precisasse de alguém pois ainda estava em fase psicótica”, esclareceu o psicólogo.

Informações: Ricardo Lourenço, correspondente nos EUA do Expresso

  1. ‎1. Evite levar desconhecidos ou garotos de programa para casa. Prefira fazer programas em hotéis, motéis ou saunas. Lugares desertos, praia a noite, estradas são locais perigosíssimos;
    2. Investigue a vida da pessoa com quem pretende sair. Prefira pessoas conhecidas ou indicadas por amigos e só saia com alguém se tiver certeza que é de confiança;
    3. Nunca beba líquidos oferecidos pelo parceiro desconhecido. A bebida (ou chiclete) pode conter soníferos, o perigoso “Boa Noite, Cinderela”. Em um bar ou boate, preste atenção em seu copo e se precisar ir ao banheiro ou se ausentar, leve o copo consigo, ou, invente uma desculpa e peça outra bebida;
    4. Se levar alguém para casa, não o esconda do porteiro, ou de vizinhos. Eles podem ajudá-lo na hora do perigo. É sempre bom ter uma boa relação com esse pessoal. Na hora do perigo, eles podem ser solidários;
    5. Se for possível, demonstre para seu parceiro eventual que é gay assumido. Isso evita chantagem ou tentativa de extorsão;
    6. Não se sinta inferior. Não se mostre indefeso, evite demonstrar passividade, medo, submissão. Não cultive o tipo machão, ou pelo menos não mostre que o valoriza tanto; se ele lhe ameaçar, grite, faça escândalo, ou em último caso, saia correndo e peça socorro aos vizinhos;
    7. Evite fazer programa com mais de um michê. Antes da transa, acerte todos os detalhes: preço, duração, preferências eróticas (se ele aceita, por exemplo, ser passivo): isto evita brigas e discussões;
    8. Não humilhe o parceiro. Não exiba jóias, riqueza ou símbolos de superioridade que despertem cobiça. O garoto de programa quase sempre é de classe inferior à sua;
    9. Se o encontro for na sua casa, tranque a porta e esconda a chave. Não deixe armas, facas e objetos perigosos à vista; não se esqueça que você é dono da casa e deve dominar a situação; diga ao visitante que não faça ruídos pois ao lado mora um policial;
    10. Se for agredido, procure a polícia, peça exame de corpo delito e denuncie o caso aos grupos de ativistas homossexuais. Lembre-se que as Delegacias de Polícia são públicas. Se foi mal tratado pelo oficial, chame o Delegado Titular, se ele não estiver chame o plantonista. Se mesmo assim, for mal atendido, entre com uma ação contra a delegacia. Não tenha medo: é legal ser homossexual! Cuidado e não seja a próxima vítima!1. Evite levar desconhecidos ou garotos de programa para casa. Prefira fazer programas em hotéis, motéis ou saunas. Lugares desertos, praia a noite, estradas são locais perigosíssimos;
    2. Investigue a vida da pessoa com quem pretende sair. Prefira pessoas conhecidas ou indicadas por amigos e só saia com alguém se tiver certeza que é de confiança;
    3. Nunca beba líquidos oferecidos pelo parceiro desconhecido. A bebida (ou chiclete) pode conter soníferos, o perigoso “Boa Noite, Cinderela”. Em um bar ou boate, preste atenção em seu copo e se precisar ir ao banheiro ou se ausentar, leve o copo consigo, ou, invente uma desculpa e peça outra bebida;
    4. Se levar alguém para casa, não o esconda do porteiro, ou de vizinhos. Eles podem ajudá-lo na hora do perigo. É sempre bom ter uma boa relação com esse pessoal. Na hora do perigo, eles podem ser solidários;
    5. Se for possível, demonstre para seu parceiro eventual que é gay assumido. Isso evita chantagem ou tentativa de extorsão;
    6. Não se sinta inferior. Não se mostre indefeso, evite demonstrar passividade, medo, submissão. Não cultive o tipo machão, ou pelo menos não mostre que o valoriza tanto; se ele lhe ameaçar, grite, faça escândalo, ou em último caso, saia correndo e peça socorro aos vizinhos;
    7. Evite fazer programa com mais de um michê. Antes da transa, acerte todos os detalhes: preço, duração, preferências eróticas (se ele aceita, por exemplo, ser passivo): isto evita brigas e discussões;
    8. Não humilhe o parceiro. Não exiba jóias, riqueza ou símbolos de superioridade que despertem cobiça. O garoto de programa quase sempre é de classe inferior à sua;
    9. Se o encontro for na sua casa, tranque a porta e esconda a chave. Não deixe armas, facas e objetos perigosos à vista; não se esqueça que você é dono da casa e deve dominar a situação; diga ao visitante que não faça ruídos pois ao lado mora um policial;
    10. Se for agredido, procure a polícia, peça exame de corpo delito e denuncie o caso aos grupos de ativistas homossexuais. Lembre-se que as Delegacias de Polícia são públicas. Se foi mal tratado pelo oficial, chame o Delegado Titular, se ele não estiver chame o plantonista. Se mesmo assim, for mal atendido, entre com uma ação contra a delegacia. Não tenha medo: é legal ser homossexual! Cuidado e não seja a próxima vítima!

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