Policia Civil afirma: Lucas Fortuna não foi vítima de homofobia 1

Lucas Fortuna foi vítima de latrocínio, segundo a Polícia Civil.

Lucas Fortuna foi vítima de latrocínio, segundo a Polícia Civil.

O jornalista goiano e ativista dos direitos LGBTs, Lucas Cardoso Fortuna, 28 anos, encontrado morto na praia de Calhetas, no Cabo de Santo Agostinho, Litoral Sul de Pernambuco, foi vítima de latrocínio (roubo seguido de morte). Ele morreu afogado após ter sido espancado por dois homens que tinha conhecido na região. Depois das agressões praticadas numa área de pedras da praia, os suspeitos jogaram o jornalista desacordado no mar. O corpo dele foi encontrado na beira da praia no último dia 18 de novembro. As investigações sobre o caso foram reveladas pela Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira (6), durante coletiva de imprensa na sede da corporação, no centro do Recife.

+ Leia mais notícias sobre o caso, inclusive sobre atos contra a homofobia, em homenagem ao Lucas, clicando aqui.

Segundo a delegada do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Gleide Ângelo, a vítima teria chamado os suspeitos para a pousada onde estava hospedado. “Ele conheceu os homens num bar, na noite do crime, e os chamou para a pousada. Eles preferiram levá-lo para as pedras, uma região deserta da praia. Lá, começaram a se relacionar sexualmente, mas deram uma gravata nele e pediram dinheiro. Depois, passaram e agredi-lo”, contou.

Após atirar o corpo do jornalista ao mar, os suspeitos fugiram levando um celular, uma sandália e R$ 24. Eles ainda voltaram à pousada para tentar outros roubar pertences da vítima. “Na entrada, usaram o cartão do quarto de Lucas. Os dois contaram ao recepcionista que queriam subir ao quarto para buscar bebida, porque eles estavam bebendo ali perto. Desconfiado, o recepcionista não permitiu a entrada deles”, relatou Gleide Ângelo.

Homofobia

A delegada também descartou a possibilidade de crime homofóbico, uma das hipóteses que vinham sendo investigadas pela polícia. “Não temos nenhum indício de que tenha algum viés desse tipo porque os rapazes não são homofóbicos. Eles queriam roubar, roubavam qualquer um, aí roubaram Lucas”, explicou Gleide Ângelo.

A delegada do DHPP acrescentou que os suspeitos confirmaram o crime em depoimento à polícia. “A intenção foi matar para encobrir o roubo. Os ladrões acharam pouco um celular, 24 reais e uma sandália. Eles não estavam drogados, estavam conscientes e achavam que Lucas tinha muito dinheiro guardado no quarto da pousada.”

Ainda segundo a polícia, os suspeitos tinham muitos amigos no Cabo e costumavam frequentar as praias para roubar. No dia do crime, o jornalista tinha ido jantar com outros árbitros em um restaurante da localidade. Voltou mais cedo para a pousada e foi visto saindo do local falando ao telefone para remarcar uma passagem aérea. Lucas Cardoso Fortuna era árbitro de vôleibol e militante de movimentos em defesa dos direitos dos homossexuais. Ele estava em Pernambuco para participar de uma competição.

O laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) mostrou que não havia lesões de faca no cadáver, como chegou a ser divulgado pela polícia. O corpo possuía inúmeras lesões, típicas de agressão e escoriações profundas por causa da queda nas pedras.

Um dos suspeitos foi detido pela polícia em Escada, na Mata Sul do Estado, no dia 21 de novembro, quando tentava roubar uma loja. Ele foi identificado porque usava a mesma camisa que vestia no dia do crime. As câmeras de segurança da pousada filmaram a entrada deles no local. O rapaz foi encaminhado à Cadeia Pública de Escada. “Foi detido por causa do roubo cometido em Escada. Mas mesmo que ele se livre desta acusação, deve permanecer preso pelo latrocínio”, disse o delegado Alfredo Jorge, que também participou das investigações.

O outro suspeito foi pego na noite de quarta-feira (5) na mesma cidade. A polícia não revelou detalhes da prisão. Ele foi conduzido na tarde desta quinta (6) ao Centro de Triagem (Cotel), em Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife.

Festival For Rainbow começa hoje em Fortaleza (CE) Resposta

Festival For Rainbow exibe filmes de 7 a 13 dedezembro

Festival For Rainbow exibe filmes de 7 a 13 de
dezembro

A sexta edição do For Rainbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual, começa nesta sexta-feira (7) em Fortaleza. A mostra de filmes é a única do país com a temática e o universo LGBT, e segue até 13 de dezembro, sempre às 18h, na Casa Amarela Eusélio Oliveira, no Bairro Benfica. As exibições são gratuitas.

No primeiro dia, o For Rainbow apresenta o longa cearense “O voo da beleza”, dirigido por Alexandre Câmara Vale. Um show acústico do grupo “Veronica decide Morrer” também está marcado para a noite de abertura do festival.

Além de filmes, a programação do For Rainbow traz apresentações de teatro, dança, música, oficinas e exposição multimídia de artes visuais. Em 2011, o Festival percorreu 150 cidades do Brasil com a mostra itinerante. O encerramento do evento com terá a premiação e entrega do Troféu Arthur Guedes no dia 13 de dezembro, a partir das 20h, também na Casa Amarela.

Confira a programação da 6ª edição do Festival For Rainbow

Sexta-feira – 7 de dezembro
19h – Cerimônia de abertura – Casa Amarela
19h30 – Mostra Competitiva
Longa: O voo da beleza (CE 2012 doc 80 min), direção de Alexandre Fleming
21h – Show acústico como o grupo “Veronica decide Morrer” – Casa Amarela

Sábado – 8 de dezembro
16h – Mostra retrospectiva
Filme: Estamos Juntos (RJ – Brasil\Argentina – 50” – ficção), direção: Toni Venturi
19h30 -Mostra Competitiva – Curtas: Quenda (2010, RJ, documentário, 15 min), direção de Alexandre Bortolini. Boto Lovers (2012, SP, serie, ficção, 8min por episodio), direção de Caroline Fioratti e Rui Pires. A Life together (2010, USA, documentário, 18min, em inglês), direçao de Michel Chen e Paul Dtwiler. Diálogos Lésbicos (Bolívia), direçao de Coca Guerrero.
Mostra competitiva de longa: Olhe para mim de novo (2011, SP, documentário, 77min), direçao de Claudia Priscilla e Kiko Goifman.

Domingo – 9 de dezembro
16h – Mostra retrospectiva – filme: Boneca (Muñeca – Cuestión de Sexo), de 2008 (Santiago/Chile, ficção, 83min), direção de Sebastían Arrau.
18h – Apresentação do grupo CEM Silvia Moura.
19h30 – Mostra Competitiva – Curtas: Além das 7 Cores (2012, SP, documentário, 19min30seg), direção de Camila Biau. Tambores de Safo (2012, Fortaleza, documentário, 13min22seg), documentário de Joao Henrique. Parede Branca do que poderia ser (2011, SP, ficção, 16min50seg), direção de Pedro Paulo Andrade. 5 Razones (Equador, animação), direção de Santiago Rojas.
Mostra Competitiva – longa: Eu vos Declaro (2012, SP, documentário, 40min), direção de Alberto Pereira Jr.

Segunda-feira – 10 de dezembro
14h – Palestra Tônio Carvalho – Sala Casa Amarela
16h – Mostra retrospectiva – filme: Volta da pauliceia desvairada (2012, SP, documentário, 01h33min), direção de Lufe Steffen – Casa Amarela
19h – Peça Bagaceira – cinema Casa Amarela
20h15 – Mostra Competitiva – Curtas: Tchaka em Transe (2012, São Bernando-SP, documentário, 23min), direção de Livia Marques. Home for a Golden Gays (2010, Filipinas, documentário, 15min, inglês), direção de Nola Gracegaardman. Assunto de Familia (2011, SP, ficção, 12min38seg), direção de Caru Alves. Isso é Natural (2011, CE, 1min30seg), direção de Adriano Morais. Preguntas (2012, Bolívia, ficção, 5min), direção de Coca Guerrero.

Terça-feira – 11 de dezembro
16h – Mostra retrospectiva – filme: Como Esquecer (RJ, Ficção, 100min), direção de Malu de Martino
19h30 – Mostra Competitiva – Curtas: Joelma (2011, Salvador, ficção, 20 min), direção de Edson Bastos. Au commencement (2011, Belgica, animação, 06 min, em frances), direção de Laurent Leprince. Homem Completo (2012, SP, ficção, 15min), direção de Rui Calvo. Meninos brincam de Bonecos (2012, Fortaleza, animação, 09min48seg), direção de Yuri Yamamoto e Bruno Gomes. Sob Plumas e Véus (2001, RJ, 03min03seg).
Mostra Competitiva – longa: Lengua Marterna (2010, Argentina, ficção, 78min), direção de Liliana Paolinelli.

Quarta-feira – 12 de dezembro
14h – Oficina Silvia Moura.
16h – Mostra retrospectiva – Brinco de Estrela (2008, ficção, 19min, RJ), direção de Marcela Bertoletti. Depois de tudo (2008, ficção, 12 min, RJ), direção de Rafael Saar. E agora luke? (2010, Animação, 04min. RJ), direção de Alan Nóbrega. Ensaio de Cinema (2009, 15min. RJ), direção de Allan Ribeiro. Eu não quero voltar sozinho (2010, Ficção 17min. SP), direção de Daniel Ribeiro. Felizes para sempre (2009, documentário, 07min. SP), direção de Ricky Mastro. Glossário (2008, 02min. CE) direção de Fabinho Vieira. Homofobia, Lesbofobia e Transfobia (2008, documenrtário, 09min. DF), direção de Felipe Fernandes. Sem purpurina “Realidade na baixada santista” (2009, ficção, 15min. SP), direção de Fernanda Balbino, Lara Finochio, Lívia Carvalho e Xenda Amici. On my own (2008, 04min. CE), direção: Yuri Yamamoto
19h30 – Mostra Competitiva – Curtas: Donaléo (2012, Fortaleza, documentário, 15min), direçao de Rodrigo Paulino. Maça (2012, SP, ficção, 10min), direção de Pedro Paulo de Andrade. Na sua companhia (2011, SP, ficção, 22min), direção de Marcelo Caetano. Desvelo (2012, Bahia, 15min10seg), direção de Clarissa Rebouças.
Mostra competitiva de longa: Katia (2012, Piauí, 74min), direção Karla Holanda.

Quinta-feira – 13 de dezembro
16h- Lançamento do Livro “Fortaleza de todos os amores: um arco-íris de poemas”. – Promoção: Coordenadoria da Diversidade Sexual da Secretaria de Direitos Humanos.
17h – Lançamento do CD “Fortaleza de todos os amores: musicalidades do arco-íris”- Promoção: Coordenadoria da Diversidade Sexual da Secretaria de Direitos Humanos.
19h30 – Premiação e Cerimônia de Encerramento

Serviço:
For Rainbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual
Dias: 7 a 13 de dezembro
Local: Casa Amarela Eusélio Oliveira (Av. Da Universidade, 2591. Benfica)

Após Justiça autorizar dois casamentos gays em Manaus (AM), cantor homofóbico protesta: ‘boiolagem escancarada’ 2

Cileno Conceição: declarações homofóbicas e pedidos de desculpas

Cileno Conceição: declarações homofóbicas e pedidos de desculpas

Um comentário publicado na quinta-feira (6) no perfil do Facebook do cantor amazonense Cileno Conceição causou revolta entre os defensores dos direitos dos LGBTs. Na postagem, Cileno classifica a autorização de dois casamentos civis homoafetivos no Amazonas como “uma boiolagem escancarada”.

Na publicação, excluída da rede social, após a repercussão negativa, Cileno dizia: “A manchete que bombou essa semana… ‘Juiz autoriza casamento HOMOAFETIVO’. pra (sic) mim isso não passa de uma BOIOLAGEM ESCANCARADA… e aqueles que me acharem homofóbico ou preconceituoso, eu mando um F… e recomendo o livreo (sic) do meu amigo DÓRI CARVALHO ‘MEU OVO ESQUERDO’“.

Em nota de repúdio, a Associação Orquídeas GLBT afirmou que o comentário de Cileno foi preconceituoso. “Repudiamos tais afirmações, tendo em vista que o mesmo é um artista prestigiado no cenário local e que tal atitude somente serve para aumentar a discriminação e destruir todo um grande trabalho que vem sendo realizado no Brasil contra a homofobia e a intolerância contra GLBTs”, diz.

A coordenadora do Fórum GLBT no Amazonas, Sebastiana Silva, informou que a associação deverá entrar com representação contra o cantor na Comissão de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil no Amazonas (OAB-AM) pedindo que o cantor se retrate publicamente sobre a declaração.

“É inadimissível um cantor como o Cileno, tão conhecido no cenário local, publicar declarações tão homofóbicas. Acima de tudo, é um desrespeito à diversidade social humana. Trabalhamos a questão do respeito à cidadania da sociedade GLBT no Amazonas e não podemos aceitar isso”, destacou.

A Comissão de Diversidade Sexual da OAB-AM informou que ainda não foi notificada sobre o caso, mas deverá apurar a situação.

Cileno nega preconceito

Em entrevista ao G1, o cantor Cileno alegou que houve uma distorção da postagem e que a frase foi mal interpretada. “Quando falei da ‘boiolagem escancarada’ não foi para o casamento, mas para a denominação ‘homoafetivo’. Casamento gay já existe há muito tempo, mas nada oficial, então acho desnecessário criar esses rótulos. Algumas pessoas distorceram meu comentário, talvez de maneira proposital para tentar aparecer às minhas custas”, disse.

Cileno reafirmou não ter preconceito contra homossexuais. “Não tenho nada contra, inclusive tenho vários amigos que são. Nenhum deles pode dizer que já distratei ou agredi alguém por ser gay. Acho que cada um deve ser feliz como quiser ser. Tenho o maior respeito por todos e acredito que a opção sexual de cada um não me interessa. Interessa apenas a minha. Nunca disse que sou a favor, mas nunca disse também que sou contra”, ressaltou.

Ainda segundo ele, a publicação foi apagada automaticamente pelo Facebook. “Hoje abri e um amigo sugeriu que eu apagasse o post, mas eu disse que não ia apagar porque sei muito bem como falei e não acho que estava errado. Para a minha surpresa, o próprio Facebook excluiu”, explicou.

Lamentável

É lamentável e de uma irresponsabilidade que um artista não meça as suas palavras, sobretudo quando se é conhecido e está na estrada há 31 anos. Mesmo sem essa intenção, ele pode estar propagando o ódio. O Brasil é um país extremamente homofóbico e não precisa de pessoas públicas com esse tipo de atitude.

Eu fico me perguntando: por que se incomodar com o casamento civil igualitário. Em que o direito ao casamento de dois parceiros do mesmo sexo interfere na vida dele? Seria muito mais inteligente que ele buscasse uma causa bacana para protestar, o que não falta são opções, neste mundo ainda tão complicado. Ou então, vá procurar um psicanalista e resolver questões mal resolvidas, querido. É uma boiolagem escancarada, porque não há motivo para ser velada. Boilas, casados e constituindo uma família, igualzinha a sua, a do seu vizinho e a qualquer outra família heterossexual que vive de maneira “escancarada”. O Brasil está mudando, Cileno e se você não aceita isso, mude-se para o Irã ou para Uganda.

Justiça autoriza dois casamentos civis igualitários em Manaus (AM) Resposta

Juiz Dídimo Santana foi responsável pelas decisões(Foto: Mario Oliveira/TJAM - DIvulgação)

Juiz Dídimo Santana foi responsável pelas decisões
(Foto: Mario Oliveira/TJAM – DIvulgação)

Dois casais homoafetivos ganharam na Justiça o direito de transformarem a união estável homoafetiva em casamento civil. As decisões foram tomadas nesta semana pelo juiz da Vara de Registros Públicos e Precatórias da Comarca de Manaus, Dídimo Santana Barros Filho e vai permitir aos cônjuges os mesmos direitos e deveres relativos ao casamento que um casal heterossexual teria.

A determinação judicial beneficiou duas mulheres que mantém união estável desde 2009 e outros dois homens, os quais estão juntos há 12 anos. Segundo o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), os dois processos de conversão foram iniciados em 25 de setembro deste ano e cumpriram todos os trâmites exigidos pela lei. O Ministério Público opinou favoravelmente ao pedido.

O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a união estável e a extensão de seus efeitos a casais homoafetivos; já a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou, pela primeira vez no Brasil, o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Conforme trecho do parecer do MP, “ainda que esta decisão (do STJ) não tenha efeito vinculante para todo o país, trata-se de jurisprudência importante para análise de casos semelhantes”.

“Tem muita gente em situação semelhante e fica constrangida. As pessoas não sabem que já é possível formalizar união estável, na esteira de decisão do STF, ou avançar para o casamento, como decidiu o STJ”, declarou o juiz Dídimo Santana Barros Filho, afirmando que o fato não é inédito na história da Justiça do Amazonas, porém, assegurou que é uma situação incomum.

Agressores de André Baliera poderão ser multados por homofobia Resposta

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André Cardoso Gomes Baliera, 27, disse que foi agredido após discutir com dois jovens que o chamaram de “veado” em Pinheiros, zona oeste de São Paulo, na segunda-feira (3)

Segundo o relato do universitário André Baliera, ele voltava para casa, em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, quando foi abordado por dois homens (Bruno Portieri e o personal trainer Diego Mosca, veja foto dos dois, clicando aqui) em um carro. À polícia, Baliera disse que foi xingado de “veado” e, ao questionar o motivo da provocação, levou diversos golpes na cabeça. O universitário publicou um vídeo no Youtube desabafando sobre o caso e sobre a sua experiência de ser gay (veja no final da postagem).

Além de serem indiciados por tentativa de homicídio qualificado, por motivo torpe, os suspeitos serão processados pela Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania de São Paulo. De acordo com a pasta, se condenados, cada um dos agressores poderá levar multa que varia de mais de R$ 18 mil a R$ 55 mil.

Segundo a pasta, a multa por homofobia tem como base a lei paulista número 10.948/01, que pune “toda manifestação atentatória ou discriminatória praticada contra cidadão homossexual, bissexual ou transgênero”. A lei abrange todo tipo de ação “violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica” contra o homossexual.