Agressores de André Baliera poderão ser multados por homofobia Resposta

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André Cardoso Gomes Baliera, 27, disse que foi agredido após discutir com dois jovens que o chamaram de “veado” em Pinheiros, zona oeste de São Paulo, na segunda-feira (3)

Segundo o relato do universitário André Baliera, ele voltava para casa, em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, quando foi abordado por dois homens (Bruno Portieri e o personal trainer Diego Mosca, veja foto dos dois, clicando aqui) em um carro. À polícia, Baliera disse que foi xingado de “veado” e, ao questionar o motivo da provocação, levou diversos golpes na cabeça. O universitário publicou um vídeo no Youtube desabafando sobre o caso e sobre a sua experiência de ser gay (veja no final da postagem).

Além de serem indiciados por tentativa de homicídio qualificado, por motivo torpe, os suspeitos serão processados pela Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania de São Paulo. De acordo com a pasta, se condenados, cada um dos agressores poderá levar multa que varia de mais de R$ 18 mil a R$ 55 mil.

Segundo a pasta, a multa por homofobia tem como base a lei paulista número 10.948/01, que pune “toda manifestação atentatória ou discriminatória praticada contra cidadão homossexual, bissexual ou transgênero”. A lei abrange todo tipo de ação “violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica” contra o homossexual.

 

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