Mãe de Whitney Houston desaprovaria se ela fosse lésbica Resposta

Cissy e Whitney Houston

Cissy e Whitney Houston

Cissy Houston, mãe de Whitney Houston, falou sobre a suposta homossexualidade da filha em entrevista a Oprah Winfrey na segunda-feira, 28. Primeiramente, a entrevistadora leu um trecho da biografia que Cissy lançou – chamada “Remembering Whitney” (Relembrando Whitney) – no qual cita os rumores de que a filha teria um caso com a amiga e assistente Robyn Crawford:

“Eu sabia que não queria Robyn perto da minha filha e disse (à Whitney) isso. Não havia muito que eu pudesse fazer. (Whitney) gostava de Robyn. Ela tinha passado da idade em que eu poderia proibi-la de ver alguém. As crianças têm uma cabeça própria quando envelhecem. Elas querem experimentar todos os tipos de coisas. E eu não sei se foi mais que isso.”

Então, Oprah questionou se Cissy se incomodaria se Whitney tivesse sido lésbica. “Com certeza”, respondeu a mãe da artista. Ela confirma que não teria gostado e que não teria tolerado o fato.

Durante anos Whitney enfrentou boatos de que teria um relacionamento com Robyn e o próprio ex-marido, o cantor Bobby Brown, diz em sua biografia que os dois se casaram por motivos diferentes. Ele teria se casado por amor, mas Whitney para “limpar a sua imagem” (ele não deixa claro se foi para afastar as suspeitas de homossexualidade).

Texto: Parou Tudo

Lea T. diz que cirurgia não trouxe felicidade e que nunca será ‘100% mulher’ 1

Lea T.

Uma entrevista corajosa com a modelo internacional Lea T., transexual brasileira, foi exibida no Fantástico (Rede Globo) último domingo (27). Sem medo de polêmica, Lea diz que não aconselha ninguém a fazer a cirurgia de redesignação sexual (cirurgia de mudança de sexo), que não é mais feliz do que era antes da cirurgia e que não se sente 100% mulher. Leia a entrevista concedida à jornalista Renata Ceribelli, abaixo, na íntegra:

Dois anos atrás, a modelo internacional Lea T., filha do jogador de futebol Toninho Cerezo, falou ao Fantástico sobre a dor de ser uma transexual, ou seja, de ter nascido em um corpo de homem, mas se sentir uma mulher.

Ceribelli: existe um lado bom em ser transexual?
Lea: “Não. Eu não vejo um lado bom em ser transexual. Sou penalizada em tudo”, disse ela na época.

Depois dessa entrevista, Lea T. fez a cirurgia de troca de sexo. Será que ela está feliz? A modelo falou com exclusividade para o Fantástico

Ceribelli: A Lea T. fez a cirurgia de troca de sexo em março de 2012, mas só agora, quase um ano depois, ela se sente à vontade para falar sobre o assunto. Por quê?

Lea: Porque a cirurgia é uma cirurgia complicada, não é uma cirurgia simples. É uma coisa muito íntima. Estou meio sensível, estou meio voada em algumas coisas, tentando entender algumas coisas. Mas eu acho que agora eu to começando a conseguir falar a respeito dessa cirurgia, a respeito dessa pequena e grande mudança que eu fiz.

Ceribelli: A cirurgia ocorreu tudo bem?

Lea: Hoje já ta tudo certinho. Mas é uma cirurgia demorada. Não é cirurgia que você acorda. Não é um peito. È muito diferente de tudo isso. Você não consegue andar, você tem que ficar deitada numa cama. É muito complicado.

Ceribelli: Quanto tempo você ficou no hospital?

Lea: Eu fiquei no hospital um mês e meio.

Ceribelli: Em algum momento você falou: ah, eu não devia ter feito isso?

Lea: Eu fiquei um mês, sentindo dor, pensando nisso. Eu não aconselho essa cirurgia pra ninguém.

Não é só por causa  da dor física de sua recuperação que ela parece um pouco “arrependida” do que fez. Depois de conseguir com a cirurgia, o corpo feminino que tanto desejava, Lea percebe que emocionalmente, nem tudo mudou.

Lea: Eu achava que a minha felicidade era embasada na cirurgia. Mas, não foi. Não é isso.

Ceribelli: Você não ficou mais feliz depois da cirurgia?

Lea: Eu fiquei mais à vontade. É diferente. A felicidade não é não é um pênis, uma vagina que traz felicidade a ninguém.

Ceribelli: Me lembro da nossa entrevista, bem antes de você fazer a cirurgia, você dizia que não se sentia uma mulher completa sendo uma mulher no corpo de homem. Depois da cirurgia, hoje você já diz: eu sou uma mulher completa?

Lea : Não, não!

Ceribelli: Você hoje é 100% mulher?

Lea: Não. Eu nunca vou ser cem por 100% mulher.

Ceribelli: Você continua com o seu lado masculino?

Lea: Eu continuo, eu tenho minha parte masculina. Eu calço 42. Eu tenho uma mão enorme, eu tenho o ombro largo. Eu tenho umas coisas masculinas no corpo.

Ceribelli: Mas você não via antes da cirurgia. Por que você falava: não, eu sou uma mulher num corpo de homem?

Lea: Eu queria reprimir, eu reprimia muito. Quando, do momento que eu fiz a minha cirurgia e que eu fiquei um mês deitada na cama, eu entendi que isso tudo é uma bobeira.

Ceribelli: e quando você se olhou no espelho e não era o mesmo corpo?

Lea: Era o mesmo corpo. Mudou só um detalhe.

Ceribelli: Lea, você é mais mulher ou mais homem?

Lea: Eu sou eu. Eu diria que eu sou eu.

Lea sabe que, mesmo depois de operada, o preconceito ainda não vai parar. Mas se sente preparada pra isso.

Lea: Vai ter sempre a pessoa que vai te jogar na cara que você é homem. Ou que vê você andando na rua e fala que você é um homem. E depois que você sofre de uma cirurgia dessas, se você não tiver pronta, se você não tiver…é como uma facada no coração.

Ceribelli: E os homens hoje? Eles já te vêem como uma mulher?

Lea: Depende. Depende do momento.  Pra o que eles querem. Em relação a uma relação sexual, ai você é uma mulher.  Mas em relação a ter uma historia com você, ai você é uma transexual. Você é um homem.

Ceribelli: Mas dá pra mentir?

Lea: No meu caso absolutamente não. Todo mundo sabe, mas para uma transexual. Eu conheço algumas que são casadas há anos e o marido nunca soube.

Ceribelli- O medo que muitas transexuais têm é de perder o prazer na relação sexual depois da cirurgia. Este era um medo seu?

Lea: Eu estava tão focada em fazer esta cirurgia que eu nem pensava nisso.

Ceribelli: Afetou o prazer sexual?

Lea: Não. É a coisa que eu fiquei mais impressionada. É a coisa que mais me chocou. Realmente eu não acreditava.

Com senso de humor, Lea conta que ainda está aprendendo alguns “detalhes” da rotina de vida de uma mulher. Ir a um banheiro público por exemplo.

Lea: Eu tinha medo de não conseguir segurar com a perna pra não encostar no vaso.Todas conseguem e eu vou conseguir. Eu vou agachar. Não deu outra. Eu cai. Sujou o vestido todo. Eu ficava impressionada que vocês conseguem fazer xixi agachada com salto.

Novos desejos também estão surgindo na vida de Lea.

Ceribelli: Você quer ser mãe?

Lea: Eu gostaria. Eu acho que é uma das coisas que eu posso te dizer que eu notei em mim, que é feminino. Muito feminino. Que é esta coisa da maternidade. Dessa coisa de querer ser mãe. Talvez muito mais que ter um príncipe encantado. Acho muito mais importante.

Ceribelli- Se você fosse adotar hoje você adotaria um homem ou uma mulher?

Lea: Indiferente.

Toninho Cerezo apóia escolha de Lea T e dá conselhos à filha

“A Lea é minha terceira filha, né. Estou contente. Vejo as coisas com naturalidade. No momento, quando explodiu tudo foi um alvoroço. Porque, queiram ou não, a Lea levantou uma bandeira. Levantou uma bandeira e, você sabe, o Cerezo é um jogador, vive num ambiente de machões”, comenta Cerezo.

Ele conta como reagiu quando soube que a filha faria a operação de mudança de sexo: “Quando eu fiquei sabendo e me falaram, eu acho até que a própria família ficou surpresa com a minha reação, porque, além de tudo, é minha filha e eu quero mais é que todos possam ser felizes, porque eu sou um cara muito feliz”.

No final da entrevista, Toninho Cerezo deu um conselho para Lea.

“É mocinha, só tenha cuidado você é uma mulher inteligente. Você é uma modelo, imagina, você é uma modelo que desfila em Paris. Olha a sua importância e a sua importância para várias, várias e várias mulheres e pessoas que se sentem acuadas, que se sentem com vontade de explodir ou procurar essa felicidade que você está procurando e não têm coragem. Você que vive as dificuldades de fazer uma cirurgia como você fez, de lutar nesse mundo cheio de preconceitos. E saber que, realmente, você vai encontrar muita gente que vai pisar no seu pé, vai pisar no seu calo, mas você pode passar por cima. Com uma, duas, três palavras de doçura você vai superar tudo”.

Veja o vídeo da entrevista, clicando aqui.

Portal R7 debocha de casal de lésbicas 2

Reprodução/DailyMail

Reprodução/DailyMail

Continua de pé o prêmio de R$ 132 milhões para qualquer homem que conseguir seduzir — e casar! — com a filha lésbica do bilionário chinês de Hong Kong, Cecil Chao, de 76 anos. Mesmo com o “concurso” esdrúxulo, sua filha, a empresária Gigi Chao, casou-se no civil, na França, com a namorada Sean Eav. As informações são do portal R7, que não critica o comportamento do pai. Aliás, o portal do bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, debocha da situação, dizendo que o milionário espera um homem para domar a filha lésbica e mostra a foto de Gigi com a esposa e dois cachorros, dizendo que Cecil pode chamar os animais de netos. Péssimo, não? Leia, clicando aqui.

‘Já transei com mulher, mas não me sinto lésbica’, diz ex-BBB Bianca Jahara Resposta

Bianca Jahara posa para o Paparazzo. Ensaio foi ao ar neste sábado, 26 (Foto: Marcos Serra Lima/Paparazzo)

Bianca Jahara posa para o Paparazzo. Ensaio foi ao ar neste sábado, 26 (Foto: Marcos Serra Lima/Paparazzo)

A ex-BBB e apresentadora do Sexy Hot, Bianca Jahara posou para as lentes do Paparazzo em um ensaio  ousado, no Rio de Janeiro, cujo tema ela mesma batizou como “Tô louca na balada e só volto de manhã” – as fotos foram feitas madrugada adentro nos arredores da Vila Mimosa, área de prostituição da cidade, e em ruas do Centro e da Zona Portuária. Durante um bate-papo com o repórter Léo Martinez, do site Ego, ela contou algumas de suas  aventuras sexuais e esclareceu dúvidas em relação a sua sexualidade.

“Já transei com mulher e não me sinto lésbica. Nunca me apaixonei por nenhuma mulher. Acho lindo, esteticamente falando, e isso me atrai. Tenho, sim, um desejo lá dentro de ser lésbica, mas não de me apaixonar. Sou meio exibicionista e na balada acho legal ficar com uma mulher do meu lado, fica bonito. Nunca dei abertura para nenhuma se apaixonar por mim. Muitas vezes acontece de a gente dormir lésbica e acordar hetero”, disse.

Então fica combinado assim, entenderam?

Banda alagoana Los Borrachos Enamorados é acusada de homofobia 2

Banda Los Borrachos Enamorados (Foto: Divulgação Facebook)

Banda Los Borrachos Enamorados (Foto: Divulgação Facebook)

Após agir com atitudes que desagradaram o público, a banda alagoana Los Borrachos Enamorados deu declaração nas redes sociais, justificando-se. As especulações são de que banda teria tido comportamento homofóbico durante uma apresentação em um bloco do Folia de Rua de Arapiraca (AL).

O produtor da banda, Beto Brito, contou que na verdade, integrantes do grupo pediram vaias para as pessoas que estivessem brigando dentro do bloco e que a apresentação foi paralisada durante esse tempo para evitar violência.

De acordo com o produtor, em nenhum momento houve referência a sexualidade ou a homossexualidade dos que ali estavam presentes.

Ainda segundo a nota, Beto Brito informa que a banda é contra a qualquer tipo de violência e que adere a luta contra a homofobia no Estado. Ele relembra que a banda sempre foi recebida com carinho e respeito pelo publico LGBT.

Em contato com a Consultoria Técnica da Parada do Orgulho LGBT de Maceió, a banda Los Borrachos Enamorados informou que se fará participação gratuita em um evento da entidade para pedir o fim da homofobia.

Confira a nota da banda na íntegra:

BANDA LOS BORRACHOS ADERE A LUTA CONTRA HOMOFOBIA EM ALAGOAS!

Após os fatos especulados nas redes sociais sobre uma suposta situação de comportamento homofóbico de integrantes da Banda Los Borrachos Enamorados o produtor Beto Brito, em nome da banda, esclareceu por telefone que o fato ocorrido em Arapiraca foi um pedido de “VAIAS PARA PESSOAS QUE ESTIVESSEM BRIGA…NDO NO BLOCO!” e que no momento do ocorrido parou o show para evitar violência e agressões entre os participantes. De acordo com o produtor e testemunhas em nenhum momento houve referência a sexualidade ou a homossexualidade dos que ali estavam presentes.

A banda aproveita o momento para informar a sociedade alagoana que é contra a qualquer tipo de violência e que adere a luta contra a homofobia no Estado, relembra que sempre foi recebida com carinho e respeito pelo publico LGBT na Boate Havana Dance e no Ponto G em Recife, em contato com a Consultoria Técnica da Parada do Orgulho LGBT de Maceió informou que se fará participação como atração gratuita pedindo o fim da HOMOFOBIA!

Eu fico muito feliz com a postura da banda e acredito que este tipo de diálogo é de grande importância para o enfrentamento a violência e a homofobia! E particularmente entendo que se algum GAY ou outro LGBT estavam praticando violência merecerá vaias sempre, pois a nossa luta é contra a violência