Torcida santista hostiliza Ganso com manifestação homofóbica Resposta

Manifestação homofóbica da torcida santista

Manifestação homofóbica da torcida santista

A torcida santista criou um clima hostil para Paulo Henrique Ganso na Vila Belmiro. Os torcedores chegaram ao local com gritos, xingando o jogador, e ofensas em faixas. Uma delas, armada na sede de uma torcida organizada do clube ao lado da Vila exibia a figura de um cisne ao lado de uma nota de R$ 100.

A faixa foi interpretada como homofóbica pela Polícia Militar que impediu o acesso ao estádio. A torcida santista prometeu picotar a faixa com a tentativa de a transformar em um mosaico para entrar na Vila e exibir a manifestação.

A PM trabalha com alto risco de problemas com o torcedor santista por conta da volta de Ganso ao estádio. Por conta disso, o policiamento foi reforçado, e oficiais foram designados para conversar com o camisa 8 do São Paulo pouco antes do jogo na tentativa de pedir para que o mesmo não provoque o torcedor.

“Reforçaremos a parte onde fica a Torcida Jovem (principal organizada santista) para evitar que joguem objetos e fiquem próximos do jogador, mas teremos uma conversa com ele antes do jogo. Vamos concientizá-lo que não pode incitar a violência, esperamos que entenda”, afirmou o capitão responsável pelo policiamento, Alexandre Antonelli.

Em meio ao clima hostil no estádio, chamava a atenção o vendedor ambulante Dirceu. Ele trajava uma camisa do Santos com a figura de Paulo Henrique Ganso na frente ao lado de Neymar e Pelé.

“Não tenho medo. A torcida do Santos tem que entender que esse é um ídolo nosso, e temos que saber respeitar”, disse o vendedor de camisas e faixas do Santos. “Ninguém reclamou, mas as vendas não estão boas. Talvez seja por isso”, complementou Dirceu.

Ganso trocou o Santos pelo rival São Paulo por cerca de R$ 24 milhões em setembro do ano passado. Esse é o primeiro duelo que o jogador faz contra o ex-clube.

Às vésperas de voltar à TV, Rogéria diz que vive em um país sem preconceito 1

RogeriaPrestes a entrar em Lado a Lado (Rede Globo), Rogéria está radiante. Atriz, a loira, de 69 anos, dará vida à diva do teatro Alzira Celeste – mãe da personagem de Maria Padilha, Diva Celeste – na novela das 18h, como não poderia deixar de ser.

O humor sutil e irônico de Rogéria entra em cena no capítulo 136 (que vai ao ar no dia 12 de fevereiro) e ela ainda não sabe nem quando começa a gravar nem quanto tempo vai durar na trama de João Ximenes Braga e Cláudia Lage. Sentada em seu apartamento no Leme, bairro da zona sul carioca, a artista deixou o primeiro texto de lado para falar com o Purepeople contando que, apesar de ainda não saber detalhes sobre a personagem, está feliz de voltar à TV. Sem medo de polêmica, Rogéria, que se apresenta como a travesti da família brasileira, diz que o Brasil não é um país preconceituoso:

“Sempre faço shows, mas televisão é televisão. Estou feliz da vida porque meu país querido não tem preconceito. Vou fazer 70 anos. Tudo isso é um presentaço”, comemora. O aniversário, em maio, segundo ela, será intimista. Coisas da maturidade. Hoje, ela preza pelos poucos e bons. “Queriam fechar o Leme, mas cansei. Foram muitos aniversários, muitas festas”, recorda.

No bairro que escolheu, Rogéria optou por viver só. A atriz só viveu o casamento uma vez, aos 19 anos, com seu único grande amor. “Não conto o nome porque pode dar processo, sabe como são essas coisas. Mas para mim, só teve um… Só teve um porque a junção de sexo com amor, só consegui com ele. Os outros foram amantes”.

Sobre sua identidade de gênero, Rogéria diz: “Sou homem. Para homem, nada pega mal, meu amor. Sou um artista. A arte é independente do sexo”, afirma.

O interesse na mudança de sexo nunca existiu. Nesse ponto, prefere continuar sendo “ele” e se abster do efeito que denomina “buraco negro” advindo da cirurgia. “Rogéria é uma artista, não sou trans. Respeito elas, mas para mim, ser uma boa artista sempre foi suficiente”, afirma.

Por isso, o nome na identidade prevalece no masculino. “Deus me livre de mudar!! Sou Astolfo Barroso Pinto – Pinto que ainda tenho”, dispara.

Justiça condena a 60 anos de prisão réu em mortes na Oscar Freire em SP Resposta

Imagem

Andre Marques / Futura Press
Lucas Rosseti quando foi preso por policiais de Sertãozinho (SP) em agosto de 2011

Acusado de matar e roubar o analista de sistemas Eugênio Bozola (52) e o modelo Murilo Rezende (21), em um apartamento na rua Oscar Freire, nos Jardins, na zona sul de São Paulo, Lucas Cintra Zanetti Rossetti , de 23, foi condenado a 60 anos de prisão e ao pagamento de 720 dias multa. O crime ocorreu dia 23 agosto de 2011 e a sentença foi dada na sexta-feira (1/2).

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Inicialmente, ele seria julgado por homicídio, mas se concluiu de que seu objetivo maior era roubar. Segundo a juíza Isaura Cristina Barreira, da 30.ª Vara Criminal, Rossetti “queria o carro (de Bozola, um Honda Civic), matou as vítimas por isso e para assegurar que ficaria com ele sem a intervenção das vítimas”.

Quando cometeu o crime, Rossetti era hóspede de Bozola há uma semana. Ele chegara a manter relações com Bozola devido a vantagens que o analista lhe oferecia, como o uso do carro. “O réu agiu friamente, pois apesar de tanto sangue e horror no apartamento, ainda teve a coragem e escrever com sangue e café nas paredes”. Na sentença, a juíza interpreta a inscrição na parede como indicação de um crime homofóbico, no qual foi usada “violência desmedida”.

Pela investigação, Rossetti dopou Bozola e Rezende antes de matá-los a facadas. “Vendo que ambos estavam mortos, procurou fugir e apagar os vestígios de sua estadia ali, a fim de não ser tido como autor intencional das mortes”, diz a juíza na sentença.

Rossetti já está preso e, de acordo com a juíza, não poderá recorrer da condenação em liberdade.

*Informações: O Estado de S.Paulo

Entrevista com Silas Malafaia não teve razão de ser 20

Silas Malafaia e Marília Gabriela

Silas Malafaia e Marília Gabriela

A entrevista com do pastor Silas Malafaia ao programa De Frente com Gabi (SBT), na noite deste domingo, movimentou as redes sociais. O líder religioso, que nas chamadas de divulgação do programa afirmava que amava “os homossexuais e os bandidos”, foi alvo de críticas de internautas, celebridades e até político. Único parlamentar com orientação gay assumida, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), acusou o dirigente da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo de “semeador de ódio” e  ser um “falso profeta”.

“Levantai-vos mulheres e homens das ciências! Não se calem ante a estupidez fundamentalista e o cinismo dos exploradores comercias da fé! Juntem-se a nós no enfrentamento dessa estupidez: ela ameaça a própria ciência!”, bradou o parlamentar em seu perfil no Facebook.

O deputado baiano também questionou a “importância” da fala do religioso em programas de televisão. Para ele, se Silas não tivesse acesso a estes canais de comunicação, merecia ser ignorado. “Gostaria de poder ignorar o mentiroso contumaz e falso profeta… Mas não posso: preciso saber quais as mentiras para poder desmascara-las. Se esse vendilhão do templo homofóbico e semeador de ódio não tivesse horário na tevê aberta nem falasse à grande mídia, poderia ignorá-lo. Muita gente com preconceitos arraigados e presa a dogmas religiosos vira terra fértil para as mentiras e o ódio que o vendilhão semeia…”, completou.

A entrevista também repercutiu entre os famosos. A ex-funkeira Perlla, que se converteu ao evangelismo e agora ministra cultos, se emocionou com as palavras do pastor. “A Marília Gabriela está quase chorando já. Pastor Silas Malafaia só na palavra. Meu Deus. Demais! Me espelho muito”, escreveu Perlla no Twitter. Logo depois, a cantora recebeu uma resposta de Adriane Galisteu. “Você odeia homossexuais igual ao Malafaia, Perlla?”, perguntou a apresentadora.

Receitas milionárias

O líder religioso não fugiu de qualquer pergunta da jornalista Marília Gabriela. Entre as polêmicas da entrevista foi a reportagem da Revista Forbes que o coloco como um pastor mais rico do Brasil, com um patrimônio de US$ 150 milhões. Mas, o pastor rebateu, com veemência, os homossexuais. “Eu não acredito que dois homens e duas mulheres tenham a capacidade de criar um ser humano” e “Se tiver pastor homossexual, ele perde o cargo”, disse.

Sem razão de ser

É lamentável que uma jornalista conceituada como a Marília Gabriela desça tão baixo em busca de audiência. Entrevistar o Silas Malafaia? Que vergonha. Fico indignado em saber que uma emissora como o SBT deu voz a um homem que prega e estimula o ódio contra um grupo social (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) que ainda sofre preconceito de uma parcela considerável da sociedade. Mas foi o SBT colocou o Guilherme de Pádua no Programa do Ratinho, não foi? Está explicado: alguém na emissora tem uma paixão arrebatadora por psicopatas. É o SBT, também, que no Programa Raul Gil coloca crianças pregando nas tardes de sábado em troca de dinheiro que vai para os bolsos dos seus pais e depois, naturalmente, para o bolso do pastor das inúmeras igrejas que surgem por aí.

O que mais me deixa admirado é que a Marília Gabriela deve saber o que é homofobia, pois ela já teve a sua orientação sexual questionada inúmeras vezes e o seu filho também. Mas o que importa é faturar.

E não me venha falar em liberdade de expressão, uma pessoa que prega o ódio não deve ter liberdade para se expressar em rede nacional. Por questões ética eu jamais daria voz a um cara como o Silas Malafaia. Aliás, o que motivou a entrevista? Claro que quiseram causar bochicho nas redes sociais, ainda mais depois de divulgarem foto dos dois, pastor e jornalista, com a frase “eu amo os homossexuais e os bandidos”.

Pensei muito antes de escrever o que escrevi, porque admiro a trajetória da jornalista Marília Gabriela. Vai ver ela sofreu alguma pressão da direção da emissora. Mas não pude deixar de registrar o meu protesto. Lamentável.

*Com informações do Diário de Pernambuco

Jogador da NFL fará trabalho voluntário após declarações homofóbicas Resposta

Chris Culliver dá declarações antes do Super Bowl; jogador entrou em controvérsiaFoto: Getty Images

Chris Culliver dá declarações antes do Super Bowl; jogador entrou em controvérsia
Foto: Getty Images

Cornerback ( jogador de secundária ou também defensive back field do futebol americano) do San Francisco 49ers, o americano Chris Culliver terá de fazer trabalho voluntário e frequentar aulas de reeducação depois do Super Bowl (jogo do campeonato da National Football League (NFL) americana que decide o campeão da temporada do ano anterior) que opôs a equipe e o Baltimore Ravens pelo título da NFL neste domingo, em Nova Orleans. O jogador em questão se envolveu em uma controvérsia por declarações homofóbicas.

Culliver se tornará um voluntário do Trevor Project, organização sem fins lucrativos que trabalha com esforços na prevenção de suicídio entre jovens gays, lésbicas, bissexuais travestis e transexuais.

Segundo informou à agência AP o representante de relações públicas de Culliver, Theodore Palmer, o atleta “é muito apaixonado pela juventude e pelo conforto das pessoas” e “está empolgado para aprender” com o projeto.

A decisão foi tomada porque na última terça-feira (29/1), questionado pelo comediante Arte Lange se havia jogadores gays no elenco dos 49ers, o cornerback negou e disse que, se houvesse algum , deveria sair da equipe.

Bastante criticado pelas declarações, Culliver pediu desculpas, por meio de um comunicado divulgado pelos 49ers. “Esses sentimentos discriminatórios não estão realmente no meu coração”, disse ele.

Prefeitura de João Pessoa (PB) realiza campanha contra o racismo e a homofobia no carnaval Resposta

Homfobia não

A prefeitura de João Pessoa (PB), através da Secretaria da Transparência Pública e da Secretaria Executiva da Ouvidoria Municipal, vai aproveitar o período festivo dos desfiles de blocos do ‘Carnaval 2013 – João Pessoa de Todos os Ritmos’ para conscientizar a população da necessidade de denunciar crimes relacionados à prática da homofobia e do racismo na capital.

Apesar do clima festivo, é comum a ocorrência de casos de discriminação durante o período momesco. A campanha se dará na mídia, nas redes sociais da internet e nos principais blocos, como Virgens de Tambaú e Muriçocas do Miramar.

O instrumento para a coleta de denúncias será a Ouvidoria Municipal, que receberá denúncias pelo endereço eletrônico http://www.joaopessoa.pb.gov.br/secretarias/ouvidoria/registre-sua-demanda/, pelo e-mail ouvidoria@joaopessoa.pb.gov.br ou pelo telefone 3218-6167.

Para o secretário da Transparência Pública, Éder Dantas, o poder público deve aproveitar o momento carnavalesco para propagar o respeito à diversidade humana. “O racismo e a homofobia são inaceitáveis. O governo municipal reconhece a importância da diversidade étnico-racial e sexual e quer envolver o conjunto da sociedade para a prática do respeito ao outro”, disse Éder Dantas.

Já ouvidor-geral do Município, Antônio Jácome, disse que o órgão é “o canal apropriado que permite à população participar da gestão, recepcionando denúncias, reclamações, sugestões e elogios não só referente à qualidade dos serviços públicos oferecidos pela prefeitura bem como no combate ao preconceito e a discriminação no âmbito da administração municipal”.

Vale lembrar que o número nacional de denúncias contra os direitos humanos é o Disque 100.

“Eu estava lá para comunicar sobre homofobia, arte, cultura”, diz Aslan, eliminado do BBB 13 Resposta

Aslan

Aslan

O eliminado semana do Big Brother Brasil 13 (Rede Globo), Aslan Cabral, único homossexual assumido do programa, participou neste domingo (3/2) do programa Domingão do Faustão (Rede Globo). Ele saiu do reality com 79% dos votos na última terça-feira (29/1).

Aslan disse que não sentiu homofobia dentro da casa mais vigiada do Brasil. A verdade é que o pernambucano desagradou muita gente, inclusive uma parcela considerável de gays, fãs da Lady Gaga. Não que todos os fãs da diva sejam gays, mas uma boa parcela é.

Protesto de fãs da Lady Gaga

Protesto de fãs da Lady Gaga

Ao apresentador Fausto Silva, Aslan explicou o seu papel dentro da casa. Confira: “Eu não estava na casa para ganhar o prêmio, eu estava lá para comunicar o Brasil sobre homofobia, arte, cultura”, disse ele. Seu objetivo no programa era incrementar suas relações interpessoais, como afirmou ainda dentro da casa do BBB13.

Será mesmo que o moço não visava o prêmio milionário?