Pastor tira ‘homofobia’ da pauta na 1ª reunião à frente dos Direitos Humanos 8

Deputado Pastor Marco Feliciano

Deputado Pastor Marco Feliciano

Em sua primeira reunião à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, que ocorrerá na quarta-feira (13/3), o pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) tirou o tema “homofobia” da pauta. Ao mudar a agenda prevista, Feliciano tenta esvaziar os trabalhos da comissão e afastar os manifestantes que protestam contra sua permanência na presidência.

A pauta anunciada na véspera, previa discussão de projetos que preveem plebiscito para decidir sobre a união civil de pessoas do mesmo sexo, que estabelecem penas para discriminação contra heterossexuais e que definem crimes resultantes de discriminação e preconceito de raça, cor, etnia e religião.

“Todos ponderaram que tudo isso, essa confusão, causa desgaste para ele”, afirmou o deputado Leonardo Gadelha (PSC-PB), um dos 11 de 16 deputados que participaram da reunião que manteve Feliciano na presidência da comissão. “Ponderamos se ele tinha condições pessoais de assumir, e ele disse que sim.”

“Meu partido pediu que eu ficasse, então eu fico”, afirmou Feliciano, ao anunciar que fará hoje um pronunciamento durante a sessão da Comissão de Direitos Humanos. O pastor passou o dia de ontem rodeado de seguranças para poder se locomover.

A permanência de Feliciano na comissão foi um dos assuntos da reunião de Colégio de Líderes, nesta terça-feira (12/3). A maioria deles mostrou preocupação com a crise desencadeada com a eleição do pastor. Mas reafirmaram que a vaga pertence ao PSC, fruto de acordo feito entre as lideranças partidárias na partilha das 21 comissões permanentes da Câmara. O PMDB, o PSDB e o PP cederam suas cinco vagas para o PSC na comissão.

“Esperamos que ocorra a revogação dessa eleição”, afirmou o deputado Ivan Valente (SP), líder do PSOL. “Não entendo que deva continuar. Se ele entender que vai continuar, sua bancada é que vai concordar ou não. Não posso interferir”, observou o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).

Integrantes do PT, do PSOL e do PSB decidiram criar uma Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos Humanos e protocolar pedido de mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) contestando a sessão que elegeu Feliciano para presidência da comissão. Esses parlamentares pretendem obter uma liminar cancelando a sessão da eleição e, dessa forma, suspender a escolha de Feliciano. A alegação é que a escolha foi realizada a portas fechadas, o que fere o regimento da Câmara.

  1. eu acho que o pastor marco feliciano deve por direito continua na presidencia da comisao dos direitos humanos ja que nunca ninguem teve coragem de falar contra essa doença que è o homosexualismo que uma vergonha pro nosso brasil hoje sim podemos dizer que alguem de muita coragem e de muito punho se levantou pra acordar a naçao brasileira a lutar contra essa maldita doença que se alastra no brasil inteiro e a maioria das autoridades acham que e normal casar-se homem com homem e mulher com mulher isso e uma vergonha.pastor marco que DEUS ti abençoe e continue ti dando forças para voçe continuar nessa luta.

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