Ator Alexandre Nero rebate no Instagram crítica de fã ao casamento gay 3

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Definitivamente, o Instagram é o novo palco do mundo. Após selinhos entre famosos do mesmo sexo, outings e protestos, todos postados na rede social, o aplicativo agora também conta com discussões abertas sobre o casamento gay. Prova disso, foi a resposta do ator Alexandre Nero (que atualmente vive o advogado Stenio em Salve Jorge) à uma “fã”, que, na madrugada de ontem para hoje (4), postou na conta oficial do ator sua opinião sobre “os rumos da homossexualidade X a família”.

A fã já começa seu comentário com “quero ver quando você estiver com teus filhos em um restaurante e tiver 2 gays se beijando…” e completa “Vc vai conseguir aceitar e explicar aos teus filhos o quão normal isso eh?”.

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Âncora do ‘SBT Brasil’ agora afirma que não apoia Feliciano 1

Para jornalista, protestos põemem 'risco' a democracia

Para jornalista, protestos põem
em ‘risco’ a democracia

A jornalista Rachel Sheherazade, uma das âncoras do SBT Brasil, afirmou à Veja SP que não apoia as declarações do pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) acusadas de homofóbicas e racistas.

Ela foi procurada pela revista por causa da repercussão nas redes sociais de seus comentários, feitos no telejornal no dia 20, que minimizaram as afirmações do presidente da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

A Folha de S.Paulo divulgou que jornalistas e artistas do SBT estariam elaborando um abaixo-assinado para dizer que “Sheherazade não nos representa”. A jornalista disse desconhecer essa informação.

Para ela, conforme disse na edição daquele dia do telejornal, Feliciano expressava apenas suas “opiniões pessoais”, como se isso não tivesse nenhuma interferência na condução da comissão.

Nas redes sociais, comentou-se o fato de a jornalista ser evangélica, o que seria a explicação de ela ter poupado o pastor Feliciano.

À Veja SP, ela afirmou que o seu comentário foi no sentido de ressaltar a liberdade de expressão do Feliciano. “Disseram que eu apoiava as ideias dele. Imagina! Tenho amigos gays e de ascendência africana.”

No entendimento da jornalista, os protestos que têm conturbado as sessões da comissão são um “risco” à democracia.

Em sua defesa, afirmou que “nem todo conservadorismo é ruim”, porque “é diferente de ser retrógrado”.

Sheherazade tem em alta conta as suas próprias “opiniões pessoais”, como se fosse uma luminar do jornalismo brasileiro.

“Eu fui contratada para opinar”, disse.

Fonte: Paulopes

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Evangélicos, aliados do PT, impõem no Brasil o conservadorismo, diz Le Figaro 4

Jornal francês afirmou que "democraciabrasileira está infiltradas de evangélicos"

Jornal francês afirmou que “democracia
brasileira está infiltradas de evangélicos”

O jornal francês Le Figaro publicou reportagem de seu correspondente no Brasil informando que os evangélicos aliados do PT, o partido governista, estão impondo a sua visão conservadora ao país.

Com o título “A democracia brasileira está infiltrada de evangélicos”, a reportagem cita no começo, como exemplo, a declaração do pastor e deputado Marco Feliciano segundo a qual “as mulheres querem trabalhar, o que destrói a família e cria uma sociedade de homossexuais”.

Feliciano pertence ao PSC (Partido Social Cristão), que faz parte da base de apoio do governo de Dilma Rousseff. O próprio pastor, na campanha eleitoral, defendeu em cultos a então candidatura da petista.

Le Figaro explicou aos franceses que Feliciano não é um simples deputado, porque se tornou o presidente da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

O jornal também informou que a multipartidária Frente Parlamentar Evangélica montou uma estratégia que tem funcionado: se fazer representar em comissões relacionadas a questões sensíveis à pregação religiosa, como a união entre pessoas do mesmo sexo e a discussão sobre a liberação do aborto.

Explicou ainda que a presença de evangélicos na política brasileira é recente, ocorrendo após o fim da ditadura militar.

Contou que os pastores decidiram ter um papel político a perceberam o grande poder que têm sobre os fiéis, em um momento histórico em que se acelerou a decadência no país da Igreja Católica.

Fonte: Paulopes

Feliciano se sente traído pelo PT, critica presidenta Dilma e volta a atacar LGBTs 1

Nem sempre um alinhamento eleitoral significa apoio incondicional. O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), se diz “insatisfeito” com o tratamento recebido do governo da presidenta Dilma Rousseff (PT). O parlamentar coloca em dúvida um possível apoio dos evangélicos ao projeto de reeleição da petista na eleição de 2014. As informações são do jornal Folha de S. Paulo desta terça-feira (2/4).

O pastor relata ter vestido a camisa de Dilma em 2010, mas agora se sente traído pelo PT, pois vários integrantes do partido pedem a sua saída da CDHM. “O PT pegou um grupo de deputados e veio contra mim”, diz. Sua maior mágoa é com a ministra da Casa Civil, Glesi Hoffman, que não o ajudou a ter audiência com Dilma Rousseff ou com o ministro da Secretaria-Geral, Gilberto Carvalho, para tratar do impasse na comissão de Direitos Humanos.

Neste mês, Feliciano diz esperar o apoio de 24 mil pastores que estarão em Brasília para um congresso da Assembleia de Deus. O deputado aguarda também outras manifestações a seu favor. “(Eles, o movimento LGBT) colocam 20, 50, 200 pessoas na rua. Se é público que eles querem ver, nós temos 50 milhões (de fiéis) no país”. A respeito de sua declaração recente sobre a CDHM ter sido no passado comandada por “Satanás”, explicou não se referir a alguém especificamente, mas a todos que pensam de forma diferente da sua. “Satanás”, no caso, seriam “os adversários” no campo das ideias.

O deputado também se comparou ao novo papa Francisco I, da Igreja Católica. Negou ser racista e homofóbico. Disse que ele e o líder religioso são “perseguidos” pelos simpatizantes da causa LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais). Feliciano ainda disse que e contra a prática do aborto. Quando era jovem, sua mãe chegou a manter uma casa clandestina de abortos. “Na 12ª semana, estamos falando de um bebê com três meses de idade. Já tem sentimentos. Já sente dor. Abortar uma criança de três meses é assassinato”, diz.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos disse que é contra uma lei que combata a homofobia. Para ele, se alguma legislação deste gênero fosse aprovada, seria preciso instalar outra similar para minorias como “caolho” ou “banguelo”. Ele acredita que os próprios gays sabem que são “inconvenientes”. Cita o caso de artistas mulheres se beijando em público para protestar. “Você viu algum artista masculino dar algum beijo na boca de outro artista masculino? Não tem. Por quê? Porque eles sabem que isso vai chocar a população. Porque um beijo feminino talvez choque menos”. Teve, sim, Bruno Gagliasso e Matheus Nachtergaele. Mas o que argumentar com um pastor idiota desses?

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Em vídeo, Feliciano diz que ‘Satanás está infiltrado no governo brasileiro’

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Travestis e Transexuais reivindicam mundo sem preconceito e discriminação Resposta

Representantes das associações LGBT em evento na Casa das Nações Unidas no Brasil Foto: Katherine Judd/PNUD Brasil

Representantes das associações LGBT em evento na Casa das Nações Unidas no Brasil Foto: Katherine Judd/PNUD Brasil

Os 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), compromisso firmado entre 189 líderes mundiais no ano 2000, têm seu prazo final em 31 de dezembro de 2015. Após esta data, os desafios continuam com uma nova agenda de desenvolvimento, que já vem sendo formulada. A base para esta formulação é a Consulta Pública Pós-2015, feita em mais de 50 países  – entre eles o Brasil -, a fim de mapear as demandas prioritárias dos mais variados segmentos da sociedade.

Já foram realizadas consultas gerais nas cinco macrorregiões do país, e ainda estão acontecendo consultas específicas para agregar as reivindicações de jovens, indígenas, pessoas com deficiência, centrais sindicais, entre outros setores. Também foram aplicados 3.500 questionários on-line, cujos resultados serão agregados ao documento final da Consulta. A síntese deste trabalho, que será apresentada à Secretaria-Geral da Presidência da República e demais parceiros, integrará um relatório a ser entregue às lideranças mundias na próxima Assembleia Geral da ONU.

Dentro das atividades da Consulta Pública Pós-2015, o PNUD organizou em março uma audiência com representantes de associações brasileiras de travestis e transexuais. Os travestis e transexuais, que sempre foram estigmatizadas no Brasil e vítimas constantes de vários tipos de violência e intolerância, são rotineiramente excluídos do exercício de seus direitos fundamentais. Em 1993, com a criação da primeira organização trans no país (ONG ASTRAL) e a realização do I Encontro Nacional de Travestis e Transexuais na Luta contra a Aids (ENTLAIDS), o movimento social começou a se organizar para levar suas demandas ao poder público.

Durante a Consulta, realizada na Casa da ONU em Brasília, estiveram presentes representantes da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA), da Rede de Pessoas Trans (REDTRANS), Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Travestis e Transexuais (ABGLT) e da Associação Nacional de Homens Trans. Como prioridade para a agenda pós-2015 foi selecionada a eliminação de todas as formas de preconceito e discriminação. No Brasil, travestis e transexuais são assassinados com requintes de crueldade todos os dias, sem registro oficial. Eles também são excluídas do acesso à educação, trabalho e previdência social em razão da discriminação.

Na audiência, foram levantadas as prioridades de desenvolvimento para esta população, especialmente:

  • A eliminação de todas as formas de preconceito e discriminação;
  • Acesso à educação  e estrutura para  permanência das travestis e transexuais nas escolas; e
  • Acesso ao trabalho.

A principal questão refere-se à identidade de gênero, presente em todas as prioridades citadas. Este conceito diz respeito à  vivência interna e individual do gênero tal como cada pessoa o sente, a qual pode corresponder ou não com o sexo atribuído após o nascimento, incluindo a vivência pessoal do corpo. O exercício do direito à identidade de gênero envolve o uso do nome social em documentos oficiais,  a modificação da aparência ou da função corporal através de meios farmacológicos, cirúrgicos ou de outra índole, desde que isso seja livremente escolhido, e outras expressões de gênero, inclusive vestimenta, modo de falar e maneirismos.

A questão do não reconhecimento da identidade de gênero dessa população leva a uma série de violências institucionais,  que limitam suas oportunidades. Por exemplo, durante sua vida escolar, os travestis sofrem com o preconceito dos colegas e a falta de preparo dos professores, o que provoca sua evasão escolar precoce. “Para nós, (a educação) não é uma realidade. O ir à escola é muito complicado”, diz Cris Stefanny, Presidenta da ANTRA. O tema educação foi a segunda prioridade apontada pelas participantes. Sem estudo, essa população sofre restrições no mercado de trabalho . Entretanto, mesmo quando possuem estudo, travestis e transexuais são  vítimas de preconceito por não poder exercer sua identidade social. Para Leonardo Tenório, Presidente da Associação Nacional de Homens Trans, “ter escolaridade não é suficiente porque depois (travestis e transexuais) não têm acesso ao trabalho. Homens trans se assumem mais tarde, estudam mais e, quando chegam ao mercado de trabalho, ninguém quer dar emprego”.

Houve avanços na área da saúde, com a aprovação da  Portaria 1.707 do SUS, que traz orientações sobre o processo transexualizador pelos serviços públicos de saúde, além das agendas afirmativas dos Planos de Enfrentamento à Epidemia de Aids. Entretanto, o estigma causa a invisibilidade dessas populações nas outras áreas de politicas públicas. “Na prática, eu acabo não existindo”, diz Liza Minelly, Presidenta da REDTRANS.

Por outro lado, “na hora da ‘limpeza social’, para ‘limpar’a cidade e deixá-la bonita para a Copa, as travestis são reconhecidas”, destaca Fernanda Benvenutti, presidente-fundadora da Associação dos Travestis da Paraíba (ASTRAPA) e Secretária de Relações Institucionais da ABGLT.

Lei de Identidade de Gênero

Na sequência da reunião sobre a agenda pós-2015, ocorreu um debate sobre a Lei de Identidade de Gênero, em um intercâmbio de conhecimentos entre Brasil e Argentina. O avanço dos direitos da população de travestis e transexuais depende da organização e participação política, acredita Marcela Romero, Coordenadora da Rede Latino-americana de Travestis e Transexuais. Para ela, este é o primeiro passo para demandar a  aprovação de leis específicas pelo Legislativo e a atuação efetiva do Estado na estruturação das politicas públicas.

A América Latina tem observado avanços recentes nesse tema. Em maio de 2012, o Congresso Argentino aprovou a Lei n° 26743, que trata da Identidade de Gênero e atenção integral à saúde das pessoas trans. Para a Deputada Maria Rachid, que liderou a iniciativa, a sociedade argentina mostrou um apoio à lei que surpreendeu inclusive os movimentos sociais. Por ser um país regido pela igreja católica, esperava-se muita rejeição à proposta, entretanto, não foi o que as consultas públicas demonstraram. Segundo a Deputada, ficou evidente que “as pessoas não concordam com tudo que os dirigentes da igreja determinam, elas têm relações antes do casamento, elas usam preservativo para evitar doenças” e, por isso, viram que a lei era um importante passo para cessar o ciclo de violência contra travestis e transexuais e garantir o pleno exercício dos direitos humanos.

Inspirado pela iniciativa no país vizinho, um Projeto de Lei de Identidade de Gênero foi apresentado ao Congresso em fevereiro de 2013. “As pessoas devem poder definir sua própria identidade, dizer quem elas são”, afirmou a Deputada Érika Kokay, autora do projeto de lei juntamente com o Deputado Jean Wyllys.

Para o movimento social de travestis e transexuais a proposta é de extrema relevância e pode ajudar a erradicar a transfobia – aversão à presença de travestis e transexuais. “É a aversão à existência, que não é permitida nem tolerada”, destaca Marcelo Caetano, da Associação de Homens Trans.

Após criticar gays, Joelma Mendes tenta se defender no twitter: ‘Modificaram o que falei’ Resposta

Joelma Mendes provoca revolta ao criticar gays emrevista

Joelma Mendes provoca revolta ao criticar gays em
revista

A cantora Joelma Mendes, vulgo Joelma, da banda Calypso, usou o twitter para tentar se defender das críticas que recebeu após declarar na revista Época que é contra o casamento gay. A cantora ainda comparou gays a dependentes químicos e disse que já viu gays voltarem a ser héteros.

“Grande parte dos integrantes de fã clubes da Calypso são gays, e eles não vão deixar de curtir a banda por causa dessas mentiras. Modificaram tudo o que eu falei. Fim do assunto”, escreveu a cantora na noite deste domingo.

Em entrevista à revista, Joelma disse que não gostaria de ter um filho gay. “Tenho muitos fãs gays, mas a Bíblia diz que o casamento gay não é correto e sou contra. Lutaria até a morte para fazer sua conversão (se tivesse um filho homossexual). Já vi muitos se regenerarem. Conheço muitas mães que sofrem por terem filhos gays. É como um drogado tentando se recuperar”.

Nana Gouvêa se revolta com declarações de Joelma Mendes sobre gays Resposta

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E as declarações homofóbicas de Joelma Mendes continuam a repercutir. Desta vez, a entrevista que a cantora deu à revista Época, na qual ela disse ser contra o casamento gay e que se tivesse um filho homossexual “lutaria até a morte para fazer sua conversão” e que  gays são como drogados – “É como um drogado tentando se recuperar” -, irritou Nana Gouvêa. Mais cedo, no twitter, ela despejou sua ira contra a cantora: “Só dois comentários: Joelma: Vai se F^%%$#^$&%!!!! Você, suas ideias, sua música… tudo péssimo”.

De Nova York, onde mora, a modelo conversou com o portal EGO sobre o assunto: “Me pergunto como pode uma pessoa de ‘mundo do entretenimento’ ser preconceituosa especialmente contra gays? Estamos cercados deles o tempo todo! Fazem de tudo por nós! Nos embelezam, paparicam, criam nossos visuais, são excelentes amigos, nos fazem rir como ninguém, sabem ser fiéis como cães! Sofri inúmeros tipos de preconceito a minha vida toda e sei o quanto dói ser julgada injustamente.  Ela (Joelma) própria faz um tipo de música que sofre preconceito, no caso a respeito da qualidade musical. Será mesmo que ela não sabe a dor que causa uma pessoa do patamar da mídia ao qual ela alcançou ao longo da carreira dela incentivar qualquer tipo de preconceito?”

Nana disse ainda que seus melhores amigos são gays. “Eu adoro todos os meus amigos gays, sinto uma falta tremenda de cada um deles. Se hoje tenho o marido maravilhosos que tenho, devo isso ao Amim Khader (promoter), pois foi graças a minha amizade com ele que conheci meu marido, creio que por destino, mas ainda assim sou grata por cada momento e alegria que passei e passo ao lado dos meus amigos gays. Eles são alegria, luz, criatividade, amizade! Dizer que são pessoas doentes ou mais é um gravo erro! Opção sexual não define caráter! Quantos héteros temos nas cadeias ou cometendo crimes e barbaridades por todo o mundo? Sexo feito com amor, independentemente de raça, cor, credo, religião, por pessoas adultas em pleno consentimento de ambas as partes e sem infligir outros é um direito que todos temos e deve ser respeitado. O que importa pra mim e que optemos pelo amor! Independentemente do que as pessoas têm no meio das suas pernas. Onde há amor e respeito, creio eu que Deus estará lá.Na minha forma de crer, Deus entende e aceita o amor, nada mais. O resto é passageiro, temporário.”

Número de casamentos gays quase triplica em SP no mês de março Resposta

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O número de casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo quase triplicou na cidade de São Paulo no primeiro mês após o início da norma que regulamenta a união gay em todo o estado. Segundo a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP), desde o dia 1º de março, quando a nova lei entrou em vigor, 41 casamentos gays foram registrados na capital paulista.

Nos primeiros dois meses de 2013, os cartórios paulistas haviam realizado 22 casamentos homoafetivos – uma média de apenas 11 por mês. Ainda de acordo com Arpen-SP, o cartório de Santa Cecília é o que mais oficializa uniões do tipo.

Antes de a norma começar a valer, alguns processos de casamento gay em São Paulo precisavam ser submetidos ao juiz corregedor do cartório. Caso aprovada, a união era realizada. Muitos casais precisaram recorrer à segunda instância do Tribunal de Justiça (TJ). Agora, a concordância do magistrado não é mais necessária, assim como ocorre num casamento entre homem e mulher.

A pessoa que, sem motivo aparente, não conseguir registrar o pedido de casamento em qualquer um dos 832 cartórios espalhados pelo estado pode fazer uma denúncia à Corregedoria Geral da Justiça.

Fonte: G1

Filho de Daniela Mercury já manifestou apoio a casais gays em post na web 2

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Gabriel Povoas, filho de Daniela Mercury, já tinha demonstrado apoio a casais gays em um post feito em seu Facebook e falado sobre o preconceito em Salvador, cidade onde mora.

“Que coisa bonita, acabei de ver um casal gay (homens) passando na rua de mãos dadas aqui em Sampa. Que a nossa Salvador acorde em 2013 menos preconceituosa. Já disse Milton ‘Toda forma de amor vale a pena…'”, escreveu no dia 31 de dezembro.

Em entrevista ao portal EGO, a mulher de Gabriel falou sobre a relação do músico com a mãe: “Daniela já está viajando com a Malu há um mês. Agora o Gabriel e a Giovanna foram encontrar com ela para fazer os shows. Os dois são grandes… Posso te dizer que o Gabriel, pelo menos, vive a vida dele, não se mete nas coisas da mãe. Eles têm uma relação legal”.

Daniela usou o Instagram para assumir o relacionamento nesta quarta-feira (3/4). Ela postou imagens românticas suas com a jornalista Malu Verçosa, editora da Rede Bahia, e fez uma verdadeira declaração de amor a ela: “Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração pra cantar”, escreveu Daniela, que aparece muito sorridente nas fotos e mostra que já está até usando aliança.

Daniela Mercury e sua mulher, Malu Verçosa

Daniela Mercury e sua mulher, Malu Verçosa

Casal é impedido de doar sangue por ser gay em São José do Rio Preto Resposta

Casal João Gabriel Araújo e Diego Branco reclama de discriminação (Foto: Reprodução / TV Tem)

Casal João Gabriel Araújo e Diego Branco reclama de discriminação (Foto: Reprodução / TV Tem)

Um casal gay, inconformado por não conseguir doar sangue, denunciou e questionou a Anvisa e os critérios de doação nesta semana em São José do Rio Preto (SP). Eles alegam terem sido vítimas de discriminação sexual porque foram impedidos de doar sangue no Hemocentro da cidade. As autoridades dizem que cumpriram a lei, mais dois afirmam que foram vítimas de preconceito.

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A Resolução – RDC nº. 153, de 14.06.2004 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que regulamenta os procedimentos de hemoterapia no Brasil, considera que homens que tiveram relações sexuais com outros homens (HSH) nos últimos 12 meses que antecedem a triagem clínica devem ser considerados inaptos temporariamente para doação de sangue.

Mas segundo a Portaria MS nº 1.353, de 13.06.2011 DOU 1 de 14.06.2011, a orientação sexual (heterossexualidade, bissexualidade, homossexualidade) não deve ser usada como critério para seleção de doadores de sangue, por não constituir risco em si própria.

Por causa dos riscos, os Hemocentros de todo o país seguem regras estabelecidas pelo Ministério da Saúde. Antes da doação, a pessoa passa por uma triagem rigorosa. Se estiver gripada, com dengue, com infecção ou se tiver feito uma tatuagem recentemente, por exemplo, não pode fazer a doação por um período determinado.

No ano passado, o operador de caixa João Gabriel Araújo procurou o Hemocentro  para doar, mas durante a triagem foi impedido. “Fizeram um monte de questionamentos e perguntaram se eu tinha namorado. Eu disse que tinha, aí falaram que não poderia doar por ter menos de um ano de relacionamento estável. Falaram que a partir de um ano poderia vir doar normalmente”, afirma o operador de caixa.

Depois de um ano de relacionamento estável, o rapaz voltou ao Hemocentro com o parceiro. Os dois saíram de lá sem conseguir fazer a doação. “A gente falou que tinha mais de um ano de uma relação estável. Aí eles negaram e falaram que além da relação estável, tinha de ficar um ano sem relação sexual com o parceiro do mesmo sexo”, afirma João Gabriel.

Inconformados, os dois procuraram a imprensa. Segundo ambos, o fato de serem gays poderia ter influenciado a negativa da doação. Os jovens foram chamados nesta quarta-feira (3) pela direção do Hemocentro para esclarecimentos. “Homossexuais masculinos, que tenham tido relação sexual nos últimos 12 meses, tem de permanecer 12 meses sem doar sangue, isso é a norma atual do Ministério da Saúde”, diz a hemoterapeuta Roberta Fachini.

Pessoas heterossexuais que tenham relações com desconhecidos também não podem doar sangue durante um ano. “Não existe discriminação alguma, não é esse o sentimento. Tanto que homossexual masculino pode doar sangue, depende das condições do relacionamento. Isso tem de ser individualizado”, afirma a hemoterapeuta.

As explicações não convenceram o casal. “Perguntamos se homossexual não pode doar sangue. Eles disseram que simplesmente não. E os que doam e omitem a opção sexual, o que é feito com o sangue? Ele é usado, não é?”, diz Araújo.

O infectologista Renato Ferneda de Souza explica que os critérios são estabelecidos para garantir mais segurança aos pacientes que vão receber o sangue. “Com a entrevista feita e os exames criados o risco é muito baixo, até por isso temos poucos casos de infecções por doenças notificadas”, afirma Souza.

Em nota, o Hemocentro de Rio Preto reafirmou em nota que segue as normas do Ministério da Saúde, mas que incentiva a doação feita por homens e mulheres de qualquer opção sexual. O Ministério de Saúde, também através de nota, falou sobre os procedimentos da triagem.

Leia na íntegra:

“A Portaria 1.353 do Ministério da Saúde, publicada em junho de 2011, estabelece que os serviços de hemoterapia devem acolher aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), evitando o preconceito e a discriminação. A portaria deixa claro que a orientação sexual (heterossexualidade, bissexualidade, homossexualidade) não deve ser usada como critério para seleção de doadores de sangue.

Para assegurar a qualidade do sangue coletado, a portaria define os critérios para situações de risco acrescido à saúde do doador que oferecem risco à pessoa que receberá o sangue. Por isso, a portaria torna inapto para doação de sangue, por 12 meses, o candidato que tenha se exposto a algumas situações.

Alguns exemplos dessas situações são pessoas que tenham feito sexo em troca de dinheiro ou de drogas ou com seus respectivos parceiros sexuais; que tenha feito sexo com um ou mais parceiros ocasionais ou desconhecidos ou com seus respectivos parceiros sexuais; e homens que tiveram relações sexuais com outros homens e/ou com as parceiras sexuais destes.

O Ministério da Saúde reforça que essas medidas visam a qualidade do sangue coletado. Isso porque o sangue não é comercializado, o sangue não é fabricado, o sangue é sempre retirado de uma pessoa para ser infundido numa outra pessoa que está numa situação bastante vulnerável, de bastante necessidade.”

Feliciano é ‘tapa na cara dos direitos humanos’, diz Marta Suplicy 1

A ministra da Cultura, Marta Suplicy, afirmou nesta quarta-feira que o fato de o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) é “um tapa na cara dos direitos humanos”.

– A eleição de uma pessoa que não tem histórico na militância pelos direitos humanos e ainda com posições homofóbicas e controversas é um tapa na cara dos direitos humanos – disse a ministra ao sair de uma audiência pública na Comissão de Cultura.

Durante a audiência com a ministra, a presidente da Comissão de Cultura, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), permitiu a entrada de manifestantes do movimento LGBT, que não puderam acompanhar a reunião dos Direitos Humanos.

Ao longo da tarde, houve confronto entre manifestante que defendem a permanência do deputado Pastor Feliciano CDHM e aqueles que exigem sua saída. A maioria deste último grupo é constituída por representantes do movimento LGBT.

Fonte: O Globo

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Paraná regulamenta casamento civil entre homossexuais Resposta

O Paraná é o mais novo estado a regulamentar o casamento civil entre homossexuais. A partir desta semana, casais gays já podem procurar diretamente os cartórios paranaenses para converter a união estável em casamento civil.

Ainda há muitos estados em que os cartórios somente registram a união civil homoafetiva se houver decisão judicial. Alagoas foi o pioneiro a regulamentar o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo no país. Ainda no fim do ano passado, Bahia e São Paulo também tomaram a mesma providência.

A ordem para que todos os cartórios de Registros Civis do Paraná atendam aos pedidos de casamento civil homoafetivo foi publicada na terça-feira desta semana no “Diário da Justiça” do estado. Uma instrução normativa com todos os procedimentos a serem tomados para o registro do casamento civil gay foi encaminhada aos cartórios.

O corregedor da Justiça do Paraná, desembargador Eugênio Achille Grandinetti, expôs entre os argumentos para a edição da instrução a necessidade de “adoção de procedimento uniforme em todo o estado”. O pedido de casamento civil somente deverá ser submetido à apreciação do juiz quando houver impugnação do Ministério Público ou de terceiros.

A habilitação de casal homoafetivo para celebrar casamento civil foi autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça em 2011. Meses antes, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo.

Fonte: O Globo