Mister RJ repudia onda homofóbica e se diverte com cantadas gays Resposta

Na foto, Guilherme Bravin, o mister Rio de Janeiro, desfila para a Blue Man no Fashion Rio. Ele agora é top model e está de mudança para a Itália

Na foto, Guilherme Bravin, o mister Rio de Janeiro, desfila para a Blue Man no Fashion Rio. Ele agora é top model e está de mudança para a Itália

O atual Mister Rio de Janeiro, Guilherme Bravin (23), fez sua estreia no Fashion Rio, desfilando para as grifes Blue Man e Reserva. Com 1,87 m de altura e olhos verdes, o rapaz se prepara para virar modelo internacional: vai morar em Milão.

Guilherme falou ao Tudo Miss sobre a nova fase, sobre o concurso Mister Brasil e até sobre a vida particular. Ele está solteiro e dá uma pista dos tipos de mulher que aprecia:

— Acho as top models super elegantes e as misses, bem atraentes.

Perguntado se recebe cantadas de gays, ele responde:

— Bastante! HAHAHA! Nada contra, mas eu prefiro só as das mulheres [risos]. Mas é muito engraçado, fico feliz, sinal que eu dou pro gasto, né? [risos]

Na entrevista abaixo, Guilherme mostra ser um carioca alto-astral e bem-humorado. Mas ele fala sério quando o assunto é a onda homofóbica capitaneada por Marco Feliciano na Câmara dos Deputados:

— Acho [a homofobia] uma total falta de respeito com o ser humano, com o próximo, com a pessoa que vive no mesmo mundo em que ele vive. Cada um tem o direito de fazer o que bem entende. E deve ser assim sempre. O Brasil precisa aprender a conviver com as diferenças, não apenas sexuais, mas sociais também.

Mandou bem, Guilherme! Veja parte da entrevista:

Tudo Miss – Você deve receber cantadas tanto de mulheres como de homens. Como reage, nos dois casos?

Guilherme – Bastante! HAHAHA! Nada contra, mas eu prefiro só as das mulheres [risos]. Mas é muito engraçado, fico feliz, sinal que eu dou pro gasto, né? [risos]

Tudo Miss – Você trabalha no mundo da moda, onde os gays sempre tiveram muito destaque. Qual é a sua opinião sobre essa onda de homofobia no Congresso, representada pelo Marco Feliciano e pelo Jair Bolsonaro?

Guilherme – Acho uma total falta de respeito com o ser humano, com o próximo, com a pessoa que vive no mesmo mundo em que ele vive. Cada um tem o direito de fazer o que bem entende. E deve ser assim sempre. O Brasil precisa aprender a conviver com as diferenças, não apenas sexuais, mas sociais também.

Fonte: Tudo Miss

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