Igreja da Escócia maior congregação evangélica do país permite sacerdotes gays Resposta

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A “Church of Scotland” Igreja com orientação Presbiteriana que representa a religião escocesa mais importante com meio milhão de membros, votou a ordenação de pastores homossexuais. Com quase unanimidade dos votos as igrejas filiadas poderão aceitar ou não sacerdotes gays.

A Igreja da Escócia se posicionou através de um relatório preparado por uma comissão teológica durante dois anos de trabalho que “a única autorizada expressão de atividade sexual deveria ser dentro do matrimônio entre um homem e uma mulher”, mas, devido a divisão da Igreja por causa do tema, deixou a assembleia geral a decisão final sobre a ordenação ou não dos pastores gay.

E segundo informações do jornal The Guardian, apesar de todo o esforço da frente conservadora da Igreja para manter somente sacerdotes heterossexuais, a permissão foi aprovada nesta segunda-feira (20) na assembleia geral dos dirigentes da Igreja da Escócia, em Edimburgo, após os dirigentes votantes ter ouvido um discurso da Rev Elizabeth Spence, uma ministra lésbica de Ibrox, em Glasgow. Com a decisão, cada unidade regional terá o poder de aceitar ou não sacerdotes gays.

A Igreja da Escócia foi declinando para ordenação gay desde a nomeação de Rennie(foto): em 2011, quando a Assembléia Geral votou a permissão para que os ministros homossexuais pudessem ser ordenados e pudessem permanecer neste posto, desde que eles tivessem parceiros civis abertamente declarados ou sob a condição de celibatários.

Manifestantes contrários a possibilidade de gays serem ministros fizeram protestos no prédio que recebeu a assembleia geral, em Edimburgo.

“De uma forma ou de outra, esta foi uma votação maciça pela paz e para unir a igreja”, observou John Chalmers, dirigente da Igreja da Escócia. Os debates sobre aceitação de sacerdotes homossexuais começaram em 2009, quando um ministro abertamente gay foi escolhido para liderar a paróquia na cidade de Aberdeen.

Na assembleia desta segunda, os dirigentes da igreja também votaram uma moção que pretendia restringir o sacerdócio apenas para gays que fossem celibatários ou os que tivessem uma relação oficializada por uma parceria civil, como foi aprovada em 2011. A proposta foi rejeitada por 340 votos a 282.

A nominação de sacerdotes gays não deve ser imediata. A decisão ainda precisar passar por processos burocráticos que podem adiar sua implementação para 2015.

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