O pior preconceito é o que vem de dentro de casa Resposta

Anteontem (madrugada de sábado para domingo) passei parte da madrugada conversando com um amigo do Facebook que tem a identidade de gênero feminina, mas não pode assumi-la devido ao preconceito que sofre dentro da própria família – ele contou que é gay para o pai, mas mesmo assim é mal interpretado e, por ter cabelos longos, sofre discriminação na rua também, pois mora em uma cidade muito pequena. Fiquei pensando como deve ser difícil ter a alma aprisionada dentro de um corpo que não pertence a você, mesmo você tendo nascido com ele.

Por depender financeiramente da família, esse amigo não pode fazer nada, tem que viver feito homem, mesmo se sentindo mulher.

O pior preconceito não é o que vem das ruas, mas o que existe dentro da própria família.

Como eu gostaria que a discriminação fosse vencida através do diálogo, mas isso é utópico demais. Um dia o nosso planeta estará mais evoluído e chegaremos lá.

Eu, dono de uma página com mais de 40 mil seguidores (Entre Nós), que luta pela inclusão social dos LGBTs, fui dormir com uma sensação de impotência diante do problema do meu amigo, melhor dizendo, da minha amiga. Se nos colocássemos no lugar do outro, certamente seríamos mais respeitosos ou tolerantes, pelo menos.

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