Bancada evangélica quer delimitar homofobia Resposta

Bancada evangélica na Câmara dos Deputados

Preocupado com abalos na base durante a tramitação da Reforma da Previdência, o Planalto avisou a bancada evangélica: não será obstáculo à reação ao julgamento do STF que deve criminalizar a homofobia. Os evangélicos ensaiam apresentar projeto especificando o que seria passível de punição. Há consenso de que agressões, físicas ou verbais, não serão toleradas. Mas querem preservar a liberdade religiosa de se negarem a realizar uniões homoafetivas ou para poderem continuar pregando que relação entre pessoas do mesmo sexo é pecado.

A ideia de representantes da bancada é aguardar o resultado no STF para “modular” o que vier do Judiciário. O julgamento foi suspenso com quatro votos favoráveis a enquadrar a homofobia como uma forma de racismo.

Um representante da bancada evangélica e um líder religioso receberam sinalização do Palácio do Planalto de que o governo apoiará a iniciativa.

Para o núcleo mais próximo de Jair Bolsonaro não é bom provocar abalos sísmicos na relação com os evangélicos no momento em que o governo busca apoio para alterar a Previdência.

Fonte: Coluna do Estadão

Casal gay nega dinheiro a flanelinhas e tem carro arranhado com xingamento homofóbico Resposta

Ataque

Um casal homossexual se negou a pagar uma “taxa” cobrada por flanelinhas em Brasília e teve o carro arranhado com a palavra “viado”. O ataque homofóbico aconteceu em um estacionamento do Parque da Cidade.

Segundo o influenciador digital, Daniel Abem, dono do carro, os flanelinhas pediram R$ 5 para vigiar o carro. No entanto, nem ele, nem o seu marido, Felipe Abem, tinham dinheiro trocado.

“Não pagamos pois estávamos apenas com cartão e notas de 100 reais… Irritado, eles começaram a nos xingar”, disse Daniel, em sua conta no Instagram.

Depois de contar a história na internet, várias pessoas relataram ao casal terem passado por episódios semelhantes na cidade: situações que vão desde palavras riscadas em veículos até arrombamentos e outras depredações.

“Não podemos deixar que isso vire cultura na cidade, gente! Tenho recebido inúmeras mensagens de pessoas que passaram pela mesma coisa, extorsão, coação e constrangimento é o que temos hoje em diversos estacionamentos públicos da cidade. A orientação da polícia é que a gente não alimente esses bandidos e que a gente não pague!”, escreveu Daniel.