Estudante de Psicologia e primeira drag de sua cidade, jovem luta contra a LGBTfobia nas redes sociais Resposta

As redes sociais tem sido usada como um canal de comunicação direta e extremamente rápida em todo o mundo.

São através delas, que pessoas de todas as idades, credo, condição social, econômica, cultural, dentre outras, estão postando e recebendo informações todos os dias.

Em muitos casos as redes sociais também tem sido utilizada como bandeira de luta para as mais variadas causas, ou seja: do direito à moradia ao empoderamento feminino. Do bullying, aos casos de abuso sexual.

Neste sentindo Luan Corsino, estudante de Psicologia, e morador do município de Água Clara (MS), que nasceu em 17 de maio, Dia Internacional Contra a Homofobia, cansado de sofrer preconceito por conta de sua orientação sexual, postou um texto em sua página no Facebook, onde não só questiona algumas posturas, que na opinião servem de estimulo para a pratica da violência psicológica e física contra os homossexuais. Ele é a primeira drag queen de sua cidade.

Luan Corsino afirma que sua orientação, não o difere negativamente, tão pouco o torna diferente de ninguém.

Que o fato de ser gay não o torna um ‘monstro’.  Afirma, que gostaria de viver sua vida de maneira tranquila, com todas as garantias de direito e ser respeitado de fato como ser humano.

Luan Corsino disse ao Hojemais que, desde junho do ano passado, trabalha se apresentando como drag queen. O estudante afirmou não se importar com a definição de gênero e tão pouco com que as pessoas pensam sobre ele.

“Eu, acredito que quando somos nós mesmos vamos muito além de sermos, ela ou ele. Eu, sou o Luan, mas também gosto de ser chama de Luanna Goulart, meu nome de drag” comentou.

Corsino se revela grato a seus pais, destacando que os mesmos sempre o apoiaram, o que não é  muito comum no meio homossexual.

“Sou muito grato aos meus pais, que me aceitam como eu sou, não pelo que as pessoas pensam. Neste sentido, me sinto, um privilegiado. Mesmo assim, sou um ativista, e me sensibilizo e me coloco no lugar dos homossexuais que não são aceitos pelos familiares. Não é fácil, ser gay. É, um processo muito doloroso. Mas, sigo e frente com bons pensamentos e de cabeça erguida”, finalizou. 

Após ser expulsa do Vale, Valesca Popozuda tenta se reconciliar com os LGBTs e lança EP Resposta

Valesca Popozuda e Agustin Fernandez

Após ter show cancelado no último dia 23 e ter sido expulsa do Vale, ou seja, “morrido” para os LGBTs, por defender o maquiador Agustin Fernandez, apoiador de Bolsonaro, Valesca Popozuda se diz arrependida.

Segundo o jornalista Leo Dias, para tentar limpar a barra, Valesca está pedindo para seus amigos LGBTs gravarem vídeos de apoio a ela, mas está sendo ignorada.

No Instagram, Popozuda já tentou se redimir e pediu desculpa aos fãs que se ofenderam. “Desculpa. Meu voto nunca foi Bolsonaro. Eu realmente não tenho a menor ideia do que é o sofrimento que vocês passam, da dor diária que vocês enfrentam por conta da condição humana de cada um. Sou humana, também erro, mas tô aqui de peito aberto pra melhorar e aprender cada dia mais. Tô aqui do lado de vocês. A repressão dos machistas também nos persegue porque somos mulheres e na maioria das vezes esses machistas são os homofóbicos e transfóbicos que matam e agridem gays, transexuais“, escreveu.

Ao jornal Extra, um amigo da artista revelou que ela não está bem com a situação. “Ela está muito triste com toda essa situação e preocupada. Com a escassez de shows, ela está acumulando dívidas, pois sustenta a família inteira”.

Lançamento de EP

A funkeira preparo um EP com a temática do Carnaval. O álbum, intitulado Carnavalesca – De Volta Pra Gaiola, vai ser lançado nesta sexta-feira (1) em todas as plataformas digitais.

Em parceria com três blocos de rua do Rio de Janeiro, Valesca deu cara nova para três músicas que foram lançadas recentemente no EP De Volta Pra Gaiola. A ideia era trazer um ritmo carnavalesco diferente para cada uma das canções.

Os blocos que participaram do EP de Valesca são Amigos da Onça, Calcinhas Bélicas e O Rebu Bloco. Além dos hits carnavalesco, o álbum também traz uma música inédita, Vem Facin.

Informações: O Dia, Extra e R7

Estudante sofre ataque homofóbico em São Paulo Resposta

O estudante de jornalismo Luiz Otávio Crisóstomo, de 20 anos, sofreu um ataque homofóbico quando estava dentro de um ônibus na zona oeste de São Paulo, na última quarta-feira (27), a caminho do estágio. 

Ele relatou à Universa que estava sentado no último assento do veículo, conversando com uma amiga, quando foi surpreendido por um soco na cabeça e outro no olho, proferidos por um outro passageiro que aparentava ter cerca de 30 anos.

“Minha amiga notou que ele jogou a mochila na nossa frente e ficou parado. Por um segundo, ela pensou que ele fosse nos assaltar. Eu nem tive tempo de perceber porque, na mesma hora, senti o soco na minha cabeça, que também atingiu o meu nariz”, disse.

Após as agressões, que aconteceram por volta das 12h30, o rapaz teria começado a gritar que “os gays são responsáveis pela Aids” e que Luiz teria transmitido a doença para ele.”Nunca vi este homem na minha vida. Mas, mesmo que tivesse visto, nada justifica essa agressão”, critica o estudante, que preferiu não fazer boletim de ocorrência.

Luiz conta ainda que, quando o ônibus parou no ponto, após cerca de cinco minutos de confusão e nenhuma reação do motorista, algumas pessoas desceram, mas ele não conseguiu, já que o agressor continuava bloqueando a passagem entre seu assento e a porta de descida do ônibus.

O estudante, que é carioca e vive em São Paulo há dois anos, assumiu a orientação sexual por volta dos 14 anos e nunca tinha vivido uma situação semelhante: “Eu lia as notícias sobre homofobia nos jornais e pensava como agiria se um dia acontecesse comigo. Mas na hora fiquei sem reação, não consegui fazer nada”.

Luiz conta que está se recuperando mas, após o ocorrido, não consegue andar na rua com tranquilidade.

“Não me sinto mais seguro. Estou muito mais alerta, especialmente à noite e em semana de Carnaval. Também vou ficar um tempo sem pegar aquela linha [de ônibus] e andando mais de metrô”.

Apesar da dor, o que deixou Luiz ainda mais espantado foi a reação das pessoas ao redor — ou melhor, a falta de reação. 

“O ônibus estava cheio e as pessoas não fizeram absolutamente, continuaram com seus fones de ouvido, agindo com a maior naturalidade. Um menino mais à frente tentou filmar, mas foi intimidado pelo homem que me deu os socos e guardou o aparelho. Ele foi o único que pareceu se espantar com aquilo”, conta.

O estudante lembra que, no fim da confusão, que acabou quando o homem desceu do ônibus dois pontos depois, próximo ao Hospital das Clínicas, um passageiro sentado a seu lado perguntou se ele realmente não tinha feito nada ao agressor. “Como se a culpa fosse minha”, desabafa.

Veja vídeo do ataque e leia o desabafo do Luiz clicando aqui: https://bit.ly/2T4p3pW

Fonte: Universa

Deputados pedem impeachment de ministros que votaram a favor da criminalização da homofobia 1

Deputados com pedido de impeachment de ministros. (Foto: Reprodução / Twitter)

Parece piada de mau gosto, mas não é. Deputados entregaram nesta ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), pedido de impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que votaram a favor da criminalização da homofobia.

O pedido pede a destituição de Celso de Mello, Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Alexandre de Moraes.

Encabeçado por Bia Kicis (PSL-DF), o texto afirma que os ministros atuaram “em desacordo com a separação dos Poderes, na medida em que legislam no lugar dos parlamentares eleitos diretamente pelo povo para o exercício dessa função”.

O pedido diz que a decisão não tem a ver com o mérito da questão julgada. “Relevante ressaltar que, com a presente denúncia, não se pretende discutir o mérito da aludida decisão judicial, mas a conduta dos julgadores”, afirma.

O documento é assinado por parlamentares de bancadas conservadoras, como Marco Feliciano (Pode-SP), Alexandre Frota (PSL-SP) e Marcio Labre (PSL-RJ).

Estão em julgamento dois processos que pedem que o STF reconheça a omissão do Congresso ao deixar de criminalizar a homofobia. Os autores são a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais (ABGLT) e o PPS, que acionaram o tribunal em 2012 e 2013.

Para que o tribunal atinja maioria são necessários seis votos. Até o momento, quatro ministros votaram por enquadrar a homofobia e a transfobia na lei que define os crimes de racismo até que o Congresso aprove uma legislação específica para punir quem discriminar, ofender ou agredir homossexuais e transexuais por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero.

*Com informações do site CNI

CBF quer enquadrar clubes por homofobia das torcidas Resposta

A Confederação Brasileira de Futebol quer recomendar aos clubes que convençam seus torcedores a não mais xingar adversários usando termos como “veado” e “bicha”.

No momento em que o STF caminha para equiparar a homofobia ao racismo — com punições mais duras para discursos violentos ou atos discriminatórios —, a entidade também procura “desenvolver medidas que possam efetivamente coibir tais práticas”.

As informações são do site O Antagonista.

Jean Wyllys ataca Moro e diz que homofobia elegeu Bolsonaro Resposta

Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

O deputado autoexilado, Jean Wyllys, foi recebido com chuva de pétalas de flores e protesto ao chegar à Casa do Alentejo, em Lisboa, local do último compromisso de uma agenda de dois dias em Portugal. Convidado para palestras pelo país, o político conversou com a Sputnik Brasil.

O autoexílio de Jean Wyllys, anunciado publicamente há um mês, já estava programado mesmo antes de Jair Bolsonaro ser eleito presidente do Brasil. Alvo de ameaças, o ex-deputado vive em Berlim, na Alemanha, atualmente. A opção pela Europa se deu, segundo Wyllys, por três “motivos práticos”. “Quando saí do país estava com passagens compradas para o meu recesso na Europa. Como as ameaças se intensificaram, aproveitei as férias para deixar o país. O segundo motivo foi que [os países] na América Latina têm uma proximidade muito maior com o Brasil, geográfica, e portanto a atuação de sicários e pessoas que poderiam fazer algum dano a minha vida seria muito mais fácil. Também quero dar continuidade aos meus estudos e havia um doutorado em Berlim que me interessava”.

O ex-deputado considera que as investigações sobre as ameaças que sofreu seguem vítimas de uma “homofobia institucional”. “Sérgio Moro assumiu faz pouco tempo. A negligência em relação às ameaças existia antes de ele ser ministro da Justiça. As instituições não investigam denúncias contra quem não goza de estima social. Discursos de figuras políticas como o atual presidente do Brasil, de autoridades religiosas como o pastor Silas Malafaia, justificam a violência contra essas pessoas e fazem com que as autoridades não façam nada. Então o descaso da Polícia Federal tem a ver mais com isso e menos com o Moro”.

Sobre o ministro, Jean Wyllys questiona. “O Moro não tem muita isenção em relação a mim. Sou oposição ao governo do qual ele faz parte. Aliás, eu acho estranhíssimo que ele, que conduziu Lula à prisão sem provas, tenha aceitado o convite para ser ministro da Justiça vindo de um candidato que se beneficiou da prisão de Lula. Acho que se ele fosse um homem com algum brio deveria sentir vergonha disso e não ter aceitado esse convite. Mas enfim, brio, honestidade intelectual e competência faltam muito a esse atual governo no Brasil”.

Passagem por Portugal

A visita de Jean Wyllys a Portugal veio depois do convite feito pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, uma das mais prestigiadas do país, para que o ex-deputado palestrasse em duas conferências abertas ao público.

Durante o primeiro evento, com foco em fake news, nesta terça-feira (26), em Coimbra, Jean Wyllys quase foi atingido por ovos jogados por manifestantes contrários à presença do ex-deputado. Do lado de fora da universidade, houve confusão entre apoiadores e opositores do político que se reuniram durante um ato convocado pelo Partido Nacional Renovador (PNR), da extrema direita de Portugal.

Já nesta quarta-feira (27), em Lisboa, o político participou de uma reunião com deputados no Parlamento português. Durante o encontro, Jean Wyllys classificou a manifestação em Coimbra como resultado da influência de radicais brasileiros em Portugal.

“A extrema direita aqui é patética, caricata, inexpressiva, mas está a serviço da extrema direita brasileira. Estive em outros países e nada aconteceu, só aconteceu aqui porque, infelizmente, entre as levas de brasileiros que vieram para cá há muitos fascistas. Tomem cuidado, deputados, com a possibilidade de essas pessoas intoxicarem o lado social em Portugal”.

Depois do encontro no Parlamento, Jean Wyllys seguiu para o último compromisso, o debate “Por que se exilar do Brasil hoje?”. O cenário do lado de fora do local do evento repetiu os ânimos de Coimbra, mas com mais reforço policial e de segurança privada para evitar conflitos entre apoiadores e opositores do ex-deputado.

A promessa de Jean é de que o autoexílio não será uma barreira para o ativismo político. “Eu sou um intelectual, eu penso, eu reflito sobre os fenômenos que nos afetam, eu sou escritor, minha arma é a palavra. Então essa vai ser a minha maneira de atuar internacionalmente. Eu não tenho mais mandato, e é possível, mesmo sem mandato, fazer essa política mais ampla, ser uma voz de denúncia e de defesa da democracia não só no Brasil, mas no mundo”.

Ao Público, o ex-deputado do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) falou do seu percurso na política brasileira e de como o “ódio destilado por Jair Bolsonaro e os seus apoiantes o obrigou a viver num cárcere privado”. Para o ex-deputado, a homofobia elegeu Jair Bolsonar.

“O que deu a vitória a Bolsonaro foi a homofobia. Ele não apresentou um programa de governo ao país, não participou em nenhum debate, estava há 30 anos no Parlamento e não aprovou um projeto de lei. Esse sujeito venceu as eleições porque passou a proferir publicamente, através dos novos meios de comunicação, preconceitos e a culpar determinados grupos por um sentimento de medo que tomava o povo brasileiro, diante da crise econômica que vivíamos”, disse.

Youtuber gay faz sucesso mostrando como cuida de sua filha aos 19 anos Resposta

Você já ouviu falar no canal do YouTube, Eu pãe Rotina de um Pai cuidando a sua Baby Ysis? É de um pai coruja chamado Charles Lima, empresário e cabeleireiro, que, aos 19, é pai adotivo da pequena Ysis, de 2 meses. No canal, Charles compartilha suas experiências.

Ao site Razões Para acreditar, Charles relatou um pouco de sua experiência: “Tenho que cuidar da casa, do salão, lavar roupa, fazer faxina. Mas é uma experiência que estou amando! Mudou muita coisa na minha vida. Agora vivo intensamente para a Ysis”.

Charles também tem uma conta no Instagram: @_paiaos19, onde conta um pouco mais de sua vida ao lado da linda Ysis.