Pesquisa revela que Android é marca favorita do público LGBT Resposta

De acordo com um relatório da empresa YouGov, o sistema operacional Android é a marca favorita entre o público LGBT.

A companhia entrevistou 5 mil consumidores por dia durante 12 semanas – um total de 400 mil pessoas – e constatou que, entre os que se identificaram como gay, lésbica ou transgênero (cerca de 5,25% de todos os questionados), a plataforma para aparelhos móveis do Google se mostrou como a marca preferida desse público.

O mais curioso é que no mesmo estudo, realizado em 2011, o Android sequer contava na lista, quando o YouTube ocupava a primeira posição do ranking. Na lista atual, o iPhone aparece em segundo lugar, seguido do iPad, em terceiro, e da Disneylândia, em quarto. A Samsung figura a sétima posição.





Aplicativo homofóbico para Android gera indignação Resposta

Aplicativo homofóbico está à venda na Android Market


Um aplicativo para celulares que rodam o sistema operacional Android, da Google, na França é acusado de homofobia. “Mon fils est-il gay?” (Meu Filho é Gay?) se propõe a ajudar mães e pais de adolescentes a “encontrar a verdade”. Por meio de perguntas como “Ele gosta de futebol?”, “Ele lê revistas e jornais esportivos?”, “Ele gosta de cantoras divas?” ou “Ele passa muito tempo penteando os cabelos?”, o aplicativo vem sendo atacado por associações de defesa de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

– Se o resultado é gay, apresenta-se como uma catástrofe. Se não é, é um alívio – criticou Louis-Georgs Tin, do Comitê Idaho (International Day Against Homophobia), citado pela Agence France Press. – Trata-se de um instrumento idiota e odioso, com perguntas caricaturais destinado a atacar os homossexuais.

“Ele gosta de se vestir bem?”, “Ele tem uma melhor amiga?” e “Ele já brigou na rua?” são outras das perguntas entre as 20 incluídas pelos desenvolvedores, que não foram localizados para comentar as acusações de homofobia e incitação ao ódio. Quando o aplicativo sobre localização de judeus foi atacado, também na França, a Apple logo o baniu da sua loja virtual. A Google ainda não se pronunciou sobre o caso, e não se sabe se a gigante americana pretende bloquear a venda do aplicativo.

Outro caso:

Em março deste ano, a Apple foi acusada de homofobia, ao aprovar um aplicativo, da empresa Exodus, que prometia a cura dos homossexuais. Pressionada, ela retirou o aplicativo.