Pastor e deputado baiano afirma que seca no Nordeste é o avanço da homossexualidade 5

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O deputado e pastor, Sargento Isidório (PSB-BA), afirmou que a seca no Nordeste, considerada a pior dos últimos anos, é consequência do avanço do pecado.

Isidório é responsável pela Fundação Doutor Jesus, um centro de reabilitação voltado para dependentes químicos e localizado em Candeias, região metropolitana de Salvador.

Identificando-se como “ex-homossexual, ex-drogado (sic) e ex-bandido”, o pastor concedeu entrevista ao Bahia Notícias e afirmou que ficou insatisfeito com a nota de repúdio que seu partido emitiu contra o pastor Marco Feliciano (PSC-SP), por conta das declarações homofóbicas e racistas.

A nota, segundo o pastor, seria de responsabilidade dos “veados e veadas lá dentro [da direção do partido]“, e que a presidente estadual do PSB, senadora Lídice da Mata, seria uma das incentivadoras dessa postura: “Ela é de Oxum e eu sou de Jesus. Eu também já fui de Oxum quando era homossexual”, revelou, antes de ressaltar não temer represálias dos colegas de partido: “Se essas desgraças [partidos] prestassem, eram inteiros”.

O pastor afirma que a homossexualidade é uma “afronta” a Deus, e isso o estaria irritado, a ponto de Ele impor castigos à humanidade, como a seca no Nordeste do Brasil, as enchentes no Sudeste, os atentados terroristas em Boston e a ameaça de guerra da Coreia do Norte.

Para ele, líderes mundiais deveriam medir suas declarações a fim de evitar mais catástrofes: “A Bíblia fala que, se nos últimos tempos se multiplicasse a iniquidade, aconteceria esses fenômenos. Foi só Barack Obama começar a falar em casamento gay que o bicho começou a pegar, atentado em Boston, ameaça de Coreia do Norte”, enumerou, segundo o jornal A Tarde.

No entanto, o pastor Sargento Isidório afirma que apesar de seu abandono à homossexualidade, ainda precisa se policiar para evitar a tentação: “O pastor é humano. Claro que eu tenho medo de recaída. Eu não posso ficar junto de um homem muito tempo porque a carne é fraca”, avisou.

Opinião

O PSB deveria expulsar um membro como o pastor,  homofóbico e totalmente ignorante. Ele, no fundo, tem desejo homossexual reprimido, porque não existe ex-gay. Tadinho, deve sofrer muito com isso…

Mãe de Daniela Mercury é contra casamento gay 4

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Pais de Daniela Mercury

A união de Daniela Mercury com uma mulher foi o assunto da semana. Estampou a capa das principais  revistas semanais e de programas nacionais como o Fantástico. O fato foi tomado como um marco histórico e tomou  conotação política devido à atual situação da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM), onde militantes ligados à causa  LGBT, aos negros e à defesa das mulheres pedem a saída de seu presidente, o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP).
Quem  se declarou contra a união gay foi a mãe da cantora Daniela Mercury. Liliane Mercure é Vice-Reitora da Universidade Católica de Salvador (Ucsal) e segundo a imprensa baiana não aprovou o casamento da filha.  Ainda de acordo com o Bahia Notícias “Dona Liliane  teria ficado mais chateada ainda com a exposição que a cantora fez ao revelar seu relacionamento nas redes sociais”.
Com o tempo, dona Liliane se acostuma. É triste ver que a mãe de uma artista como a Daniela Mercury é homofóbica, se é que a notícia é realmente verdadeira.

Filho de Daniela Mercury já manifestou apoio a casais gays em post na web 2

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Gabriel Povoas, filho de Daniela Mercury, já tinha demonstrado apoio a casais gays em um post feito em seu Facebook e falado sobre o preconceito em Salvador, cidade onde mora.

“Que coisa bonita, acabei de ver um casal gay (homens) passando na rua de mãos dadas aqui em Sampa. Que a nossa Salvador acorde em 2013 menos preconceituosa. Já disse Milton ‘Toda forma de amor vale a pena…'”, escreveu no dia 31 de dezembro.

Em entrevista ao portal EGO, a mulher de Gabriel falou sobre a relação do músico com a mãe: “Daniela já está viajando com a Malu há um mês. Agora o Gabriel e a Giovanna foram encontrar com ela para fazer os shows. Os dois são grandes… Posso te dizer que o Gabriel, pelo menos, vive a vida dele, não se mete nas coisas da mãe. Eles têm uma relação legal”.

Daniela usou o Instagram para assumir o relacionamento nesta quarta-feira (3/4). Ela postou imagens românticas suas com a jornalista Malu Verçosa, editora da Rede Bahia, e fez uma verdadeira declaração de amor a ela: “Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração pra cantar”, escreveu Daniela, que aparece muito sorridente nas fotos e mostra que já está até usando aliança.

Daniela Mercury e sua mulher, Malu Verçosa

Daniela Mercury e sua mulher, Malu Verçosa

Hotel Sauípe Premium, na Bahia, fará sindicância para apurar denúncia de homofobia Resposta

Vítima acusa funcionário do hotel Sauípe Premium de xingá-lo de "fresco e viadinho"

Vítima acusa funcionário do hotel Sauípe Premium de xingá-lo de “fresco e viadinho”

O Hotel Sauípe Premium, que teve um funcionário denunciado por homofobia no último sábado (23/3), informou ao jornal A Tarde a abertura de sindicância interna para apurar as denúncias de um cliente do resort que diz ter sido vítima de xingamentos como “frouxo e viadinho”, por parte de um recepcionista, nas dependências do empreendimento, localizado no Complexo Hoteleiro da Costa do Sauípe (em Mata de São João, no litoral norte do estado da Bahia).

Em nota, o Sauípe Premium destaca que respeita todas as diversidades e que possui em seu “Código de Conduta e Ética” regras claras a respeito do comportamento de seus funcionários perante os hóspedes. “O complexo reúne em seu histórico eventos destinados a todos os públicos, como o Hell&Heaven, Mês da Terceira Idade, show especial de Dia das Mães, Sauípe Folia, Mês de São João e Dia das Crianças, como exemplos, inseridos na sua programação anual, atendendo a todos os perfis de hóspedes”, relatou o Hotel.

A resposta do Hotel Sauípe Premium, emitida à reportagem no final da tarde de segunda-feira, (25/3) se refere à uma denúncia de um leitor publicada no Portal Tarde, na manhã do mesmo dia. Na matéria, o empresário Rodrigo Presas (35), diz ter sido vítima de homofobia, por um funcionário de prenome Fábio .

Segundo a denúncia, as agressões verbais foram ditas após o cliente, que estava acompanhado do parceiro, ter se queixado da falta de organização do hotel, após problemas com a sua reserva feita previamente via internet.

Grupos protestam pelo país contra deputado federal Marco Feliciano 6

Manifestantes de São Paulo protestam contra a permanência do deputado Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara (Foto: Cris Faga/Estadão Conteúdo)

Manifestantes de São Paulo protestam contra a permanência do deputado Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara (Foto: Cris Faga/Estadão Conteúdo)

Milhares de pessoas saíram às ruas na tarde deste sábado (9) em várias cidades do Brasil para protestar contra a eleição do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.

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Em São Paulo, a concentração foi marcada para as 14h na esquina entre a Avenida Paulista e a Rua da Consolação, na região central de São Paulo. Munidos de cartazes, os manifestantes caminham pela Rua da Consolação, ocupando faixas da rua no sentido centro.

Em Brasília, a manifestação começou na Rodoviária do Plano Piloto, organizada em redes sociais por membros dos movimentos LGBT e da Federação Umbanda e Candomblé de Brasília e Entorno. Os manifestantes chegaram a interditar quatro faixas do Eixo Monumental.

Houve manifestação, também, em Curitiba (PR).

Grupo do Espírito Santo protesta contra decisão dos deputados da Comissão de Direitos Humanos(Foto: Aubrey Effgen/VC no ESTV)

Grupo do Espírito Santo protesta contra decisão dos deputados da Comissão de Direitos Humanos
(Foto: Aubrey Effgen/VC no ESTV)

Já em Vitória (ES), mais de 200 pessoas se reuniram na Praça do Papa para protestar contra a nomeação do novo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

De acordo com o organizador do evento no Espírito Santo, Guilherme Rebelo, a mobilização é nacional e começou pelas redes sociais. “O pastor não é a pessoa mais indicada para reivindicar o direitos humanos, ele é um dos primeiros a fazer discursos homofóbicos e racistas. Queremos sensibilizar a pessoas que desconhecem esse fato”, explicou Rebelo.

O organizador disse ainda que o grupo vai sair em caminhada até a Assembleia Legislativa com cartazes. A ideia é enviar uma nota de repúdio pela nomeação do parlamentar à Comissão de Direitos Humanos do Espírito Santo para que chegue a Câmara dos Deputados em Brasília.

Eleição criticada

A escolha de Feliciano para presidir a comissão gerou protestos de entidades de direitos humanos e de parlamentares. O deputado é alvo de dois processos no Supremo Tribunal Federal: um inqúerito que o acusa de homofobia e uma ação penal na qual é denunciado por estelionato. A defesa do parlamentar nega as duas acusações.

Pastor da igreja Assembleia de Deus, Feliciano causou revolta em 2011 por causa de mensagens publicadas no twitter. “Sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids, fome… Etc.”, escreveu na época. Ele também publicou que “a podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio, ao crime e à rejeição.”

Para Rafael Moreira, diretor da Federação, que organizou o protesto em Brasília, Feliciano não pode presidir comissão que atende direitos de minorias.

“Você quer uma pessoa dessas para atender o meu interesse ou dos LGBT? Se ele permanecer na presidência da comissão, a gente vai provar que a comissão é do povo, não dele. Como a gente dá um voto de confiança a um cara que ataca negros, gays e ligados às religiões de matrizes africanas?”, disse Moreira.

A publicitária Malu Rodrigues vê incoerência na eleição do pastor.

“É uma incoerência absurda ele ser eleito para presidir essa comissão. Ele é claramente racista e homofóbico. Não tem nada a ver com ele ser evangélico ou pastor, mas com ele mesmo”, disse.

Participando pela primeira vez de uma manifestação, a advogada Fabiane soube por meio de redes sociais da manifestação. Ela afirmou estar descontente com o cenário político brasileiro, mas disse ver a escolha de Feliciano para o cargo como “a gota d’água”.

“Eu me senti ultrajada. Não me sinto representada por uma presidência que fala de direitos humanos olhando só para uma parte. Que não representa as minorias, que na verdade são a maioria no país.”

Em Fortaleza, houve protesto de um grupo com cartazes e faixas. O ato de repúdio à nomeação do deputado teve concentração, às 14 horas, no aterro da Praia de Iracema e seguiu até o Jardim Japonês, no Meireles.

Grupo protesta contra Marco Feliciano em Fortaleza(Foto: Pedro Marques/Arquivo Pessoal)

Grupo protesta contra Marco Feliciano em Fortaleza
(Foto: Pedro Marques/Arquivo Pessoal)

De acordo com um dos organizadores do evento, Michell Barros, cerca de 400 pessoas estiveram presentes no protesto. O estudante de teatro criou o evento nas redes sociais. “Eu vi o exemplo do pessoal de São Paulo e resolvi criar a página e convidar a pessoas em Fortaleza”. Na página do ato, 2.865 pessoas haviam confirmado presença.

Um grupo de baianos também protestou na tarde deste domingo (10/3), contra a eleição do deputado Pastor Marco Feliciano para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.

A ação aconteceu em um dos principais pontos turísticos de Salvador, o Farol da Barra. De acordo com informações dos organizadores, cerca de 600 pessoas gritaram palavras de ordem e levantam cartazes com dizeres como “Fora Feliciano”, “Feliciano, respeite os seres humanos”, “Mais liberdade, Menos Feliciano”, “Nós somos agora a sua maldição” e outros.

O encontro foi organizado através de redes sociais e por volta das 17h25, o grupo seguiu sentido Ondina e deve parar nas proximidades da estátua do Cristo. Ao chegar no local, por volta das 18h, o grupo vestiu a estátua com a bandeira gay.  O Grupo Gay da Bahia estava presente no local.

O ator Lelo Filho da Companhia Baiana de Patifaria, esteve no protesto e disse que não quer o deputado representando a Comissão. “O meu pensamento é o mesmo das muitas pessoas que estão no protesto. Independente da religião, ele [o deputado] é a pessoa mais equivocada para assumir a Comissão de Direitos Humanos. O discurso dele sobre negros, África e gay vai na contramão de todas as lutas de classe no país. Esse protesto é completamente legítimo, e isso mostra o quanto a população está insatisfeita com essa escolha”.

Baianos realizam protesto contra o deputado federal Marco Feliciano (Foto: Carol Morena / Arquivo Pessoal)

Baianos realizam protesto contra o deputado federal Marco Feliciano (Foto: Carol Morena / Arquivo Pessoal)

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Eleito prefeito de Salvador, ACM Neto promete combater discriminação Resposta


Antônio Carlos Magalhães Neto foi eleito neste domingo (28), o novo prefeito de Salvador. 

Na área da saúde, ACM Neto prometeu a construção do Multicentro de Salvador, unidade para promoção da saúde e de exames especializados; ampliar de 17% para 50% a cobertura do Programa Saúde da Família (PSF); e criar centrais de marcação de consultas e exames em cada Distrito Sanitário.
Constam ainda no seu plano de governo, a construção de um hospital geral no bairro de Pau da Lima, a entrega domiciliar de medicamentos para idosos e doentes crônicos, a expansão da Rede de Atenção em Saúde Mental e a criação do Prontuário Eletrônico Ambulatorial.
Como ações sociais, ele prevê a ampliação da capacidade e a melhoria da qualidade do acolhimento de moradores em situação de rua e o investimento em políticas afirmativas de inclusão social e de combate à discriminação. Para as mulheres, um programa de assistência às gestantes e a criação de um centro de advocacia para atender mulheres vítimas de violência doméstica.

XI Parada Gay da Bahia anima baianos e turistas com festa na capital Resposta

Milhares de baianos e turistas lotaram a praça do Campo Grande, em Salvador, neste domingo (9) para participar da XI Parada do Orgulho Gay da 
Bahia e Semana da Diversidade Cultural LGBT. O primeiro trio a sair foi o Trio Oficial que contou com a participação da madrinha do evento em 2012, a senadora Marta Suplicy. De acordo com informações do Grupo Gay da Bahia. a sexóloga e senadora foi “convidada por desempenhar um papel histórico de atuação importante pela causa LGBT”.

Mesmo contanto com a presença de diversos trios elétricos, a Parada Gay “teve como objetivo ampliar a discussão sobre causas levantadas pelo público LGBT, como a punição a crimes homofóbicos e principalmente o respeito”.
“O preconceito sempre existiu, tanto no Brasil como em outras partes do mundo, mas temos que saber que somos todos seres humanos, por isso, temos que respeitar a sexualidade dos outros”, disse Adailson de Jesus, que participou do evento.
A festa teve início às 10h na Praça do Campo Grande, mas o cortejo de trios só saiu às 16h e percorreu o Campo Grande passando pelas Mercês, Castro Alves, Carlos Gomes e Aflitos.

Participaram também do desfile o trio Amulet, Trio Diadorim Uneb, Trio do Fique Sabendo, Trio Originale, Boate Tropical, Trio Dion com shows de transformismo internacional, Trio Sukito. O destaque deste ano foi a participação do trio Rosa Chok Blue que apresenta a Dj Cella Toledo, residente na casa Sonique (São Paulo).

*Com informações do G1




Mulher de gêmeo morto por homofobia na Bahia pede justiça Resposta


– Quando imagino minha vida daqui para frente, penso em tristeza. Será muito triste criar meu filho sozinha, sem ele (Leonardo). O sonho dele era ter um filho, mas fizeram isso e ele não pôde nem conhecer – lamenta N. G., de 15 anos, grávida de três meses de José Leonardo da Silva, 22. Leonardo morreu após ser agredido por um grupo que confundiu ele o irmão gêmeo, José Leandro da Silva, com um casal gay, na saída de uma festa, no domingo, na cidade de Camaçari, na Grande Salvador, na Bahia.
Muito abalada, a jovem tenta entender o porquê das agressões.
– Não tem explicação mesmo. Se eles fossem (homossexuais), não precisava ninguém fazer isso. Violência gratuita.
Explicar os motivos que levam alguém a agredir o outro por causa de sua orientação sexual é função de um psicólogo, mas que a certeza da impunidade ajuda, isso ajuda, caso contrário, não veríamos tantos casos de homofobia no Brasil!
Ela cobra das autoridades punição para todos os envolvidos na morte do marido.
– Oito pessoas participaram das agressões e apenas três foram presas. Espero que os outros sejam identificados e punidos. Eles tiraram a vida de um inocente, homem honesto e trabalhador. Têm de pagar pelo que fizeram – ressaltou.
A viúva lembra que Leonardo estava tão feliz com a gravidez que já havia até escolhido os nomes para a criança: Alejandro, se menino, e Rose para menina.
Maria Lucineide Neto, mãe da garota, pretende ajudar a filha a criar a criança.
– A vida dela está destruída. Como ela vai cuidar dessa criança sozinha? Só Deus. Vou ter que correr atrás de psicólogo para ela, mas não vai se recuperar nunca.
Segundo ela, a família de Leonardo está revoltada com os boatos de que o jovem foi assassinato porque era comparsa de um bandido conhecido como Felipe, morto recentemente. Revolta maior, diz Maria, é da mãe da vítima, que sempre orientou os gêmeos a serem trabalhadores e respeitar as pessoas.
– Desde pequenos, foram criados trabalhando. Vendiam ‘geladinho’ aos 10 anos de idade – conta.
A Bahia registrou 15 mortes por homofobia esse ano. Em 2011, o estado teve, pelo sexto ano consecutivo, o maior número de mortes (28) por homofobia do Brasil, à frente de Pernambuco (25) e São Paulo (24). Os dados são do levantamento anual feito pelo Grupo Gay da Bahia. No Brasil, foram 266 homicídios em 2011. Este ano, já são 104 mortes contabilizadas em todo o país.
– Casos como esse em Camaçari revelam que a homofobia pode causar danos a qualquer pessoa. É mais sério do que se pensa – afirma o professor da Universidade Federal da Bahia (Ufba) e membro do Conselho Nacional LGBT Leandro Colling.
Homossexual assumido, o produtor Benin Ortiz, 24 anos, foi vítima de homofobia aos 14 anos, dentro da escola, quando um garoto, que já o perseguia, deu um chute na barriga dele. Benin, que morou em Londres e Tel Aviv, fica “espantado” com a forma como tratam a questão no Brasil.
– A população é ignorante. Não entende que existem várias formas de amar – aponta. Benin.
Ativistas e pessoas que sabem os males da homofobia torcem pela aprovação do projeto de lei que criminaliza a prática. Mas a votação do projeto no Senado foi adiada para 2013, por divergências provocadas, na maioria, pela bancada evangélica.

*Com informações da Agência da Tarde

Gêmeos confundidos com casal gay sofrem agressão homofóbica e um morre na Bahia 5



Triste notícia que o blog tem que dar na semana em que será comemorado o Dia da Consciência Gay.
Um jovem morreu e seu irmão gêmeo ficou gravemente ferido na madrugada deste domingo (24) após sofrerem um atentado na cidade de Camaçari, Região Metropolitana de Salvador (BA).
Segundo informações da Central de Polícia e do posto policial do Hospital Geral de Camaçari (HGC), José Leonardo da Silva e José Leandro da Silva, ambos de 22 anos, estavam na festa de São João da cidade quando foram abordados por um grupo de homens, ainda não identificados, por volta das 4h30.
As vítimas foram espancadas e segundo informações da polícia o motivo da agressão foi a suspeita dos irmãos serem um casal gay. Eles foram socorridos por uma viatura da Polícia Militar (PM) para o HGC, mas Leonardo não resistiu aos ferimentos e morreu durante o atendimento na unidade hospitalar.

Leandro continua internado. Seu estado de saúde é desconhecido. Ainda segundo o posto policial, os acusados foram presos e se encontram na carceragem da 18ª Delegacia Territorial (DT/Camaçari), que investiga o caso.


Bahia: Polícia suspeita de envolvimento de ambulantes em agressão contra gays Resposta


O casal gay que foi agredidopor seis homens em Salvador (BA) foi ouvido nesta terça-feira (13/03) pelo delegado Guilherme Faria, titular da 11ª Delegacia, onde o caso foi registrado. De acordo com Faria, um inquérito foi instaurado para apurar a agressão, que ocorreu no sábado (10/03), na estação de ônibus do bairro de Pirajá, na capital baiana.

 



Segundo o delegado Guilherme Faria, a polícia investiga a possibilidade de dois dos seis suspeitos do crime trabalharem como ambulantes na estação de ônibus. O delegado informou que, após identificados, os suspeitos da agressão vão responder por lesão corporal, roubo e injúria. O roubo, de acordo com Faria, deve-se ao relato das vítimas de que uma pochete foi levada pelos homens que participaram da agressão.

Agressão


O casal relatou ao G1 que foi agredido na Estação Pirajá, na noite de sábado (10). O local, normalmente, é bastante movimentado no horário em que a agressão ocorreu, mesmo nos finais de semana. Uma das vítimas sofreu dois cortes na cabeça. O rapaz foi socorrido por uma equipe do Samu e encaminhado para um posto de emergência no bairro de Pau da Lima, onde recebeu cerca de dez pontos.

Segundo relato das vítimas, que preferem não ser identificadas, eles retornavam de uma festa no bairro do Rio Vermelho e ao descer do ônibus na Estação Pirajá, um dos rapazes encostou a cabeça no ombro do namorado. Nesse momento, os seis suspeitos apareceram carregando pedaços de madeira e facas.

Após a agressão, uma patrulha da Polícia Militar esteve no local e acionou uma equipe do Samu, já que, segundo as vítimas, os policiais informaram que não poderiam conduzi-los para uma unidade hospitalar.

Após passar por três delegacias de Salvador, nos bairros de Cajazeiras, São Caetano e Pau da Lima, o casal conseguiu registrar um boletim de ocorrência (BO), na segunda-feira (12), na 11ª Delegacia, localizada no bairro de Tancredo Neves.

Inédito: Secretaria de Justiça da Bahia empossa ativista travesti nesta quinta (15) 1

Paulete Furacão (Foto: Genilson Coutinho/Dois Terços)
Paulete Furacão é militante do movimento LGBT e será a primeira a assumir cargo no órgão.

Pela primeira vez uma travesti tomará posse de um cargo na Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos da Bahia (SJCDH). A ativista do movimento LGBTT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Paulete Furacão, deverá ser uma das promotoras dos direitos da comunidade gay do estado. Ela foi escolhida pela atuação à frente da Associação Laleska de Caprid, no bairro do Nordeste de Amaralina.
“Até hoje nunca houve uma oportunidade para uma travesti dentro de um órgão do governo na Bahia, principalmente para um cargo com tamanha importância. Uma das minhas primeiras missões é a criação de um campo de trabalho para trans e travestis, criando dessa maneira novas oportunidades de inclusão das minhas amigas e companheiras de lutas”, explicou Paulete. 
A Secretaria foi criada oficialmente em 1966. Atualmente, o órgão é chefiado pelo secretário Almiro Sena Soares Filho.
*Com informações do site Dois Terços.

BA: Rapaz acredita ser vítima de homofobia Resposta


Um homem de 21 anos foi vítima de uma agressão brutal em uma estação de ônibus numa das ruas mais movimentadas de Salvador neste sábado (10).
Ele acredita que possa ter sido vítima de homofobia, já que o grupo com cerca de seis pessoas gritava termos considerados ofensivos contra homossexuais.
A vítima estava de mãos dadas com o namorado, que conseguiu escapar dos agressores.  O jovem ferido teve seus pertences roubados e foi atingido em várias partes do corpo e tem um ferimento grave na cabeça.
O rapaz esteve agora há pouco em uma delegacia da cidade, mas foi informado de que a impressora estava quebrada e que o sistema de ocorrências tinha caído e que por isso a queixa só poderia ser prestada amanhã.
O jovem questiona a postura de três policiais militares que estavam perto do fato: segundo ele, não houve busca aos criminosos e foi preciso esperar pelo socorro do Samu por quase uma hora.
A assessoria da PM foi avisada do caso e deve se posicionar sobre o assunto. 
Fonte: Band

Casos de racismo, sexismo e homofobia chegam a 331 durante o Carnaval de Salvador Resposta

Segundo relatório parcial do Observatório da Discriminação Racial, foram registrados 205 casos de racismo, 110 de sexismo (violência contra a mulher) e 16 de homofobia. No total, foram 331 casos de agressões contra as minorias, um aumento significativo em relação ao ano passado, quando foram contabilizadas 237 ocorrências.

Fonte: Bahia Notícias

Com figurino jeans, baiano leva R$ 4 mil no Concurso de Fantasia Gay Resposta

Edy Cyber, morador de Feira de Santana, é o vencedor do Concurso de Fantasia Gay da Bahia, realizado na noite de segunda-feira (20), na Praça Municipal de Salvador. Ele levou para casa um prêmio de R$ 4mil. Em sua 15ª edição, o evento organizado pelo Grupo Gay da Bahia, acontece na segunda-feira de carnaval. Vinte e cinco candidatos disputaram o prêmio este ano. Edy Cyber fez uma homenagem ao criado do jeans, Oscar Levi Strauss  (Foto: Divulgação/GGB)

Cortejo Afro protesta contra a homofobia e o racismo no carnaval de Salvador Resposta

Rostos cobertos de integrantes da cmossião de frente do Cortejo Afro revelam a invisibilidade das minorias sociais (Foto: Edgar de Souza/Divulgação

O Cortejo Afro entrou no circuito Campo Grande, em Salvador, para protestar contra a homofobia e o racismo. O detalhe surpresa do desfile ficou por conta do figurino de uma das alas, que deixou o rosto dos componentes coberto, simbolizando o preconceito e a dor de não conseguir se expressar, sentida diretamente pelas classes sociais menos favorecidas.


Foi com este conceito que Alberto Pita, presidente do Cortejo Afro, colocou o bloco na avenida na noite desta sexta-feira (17) e entrou pela madrugada deste sábado (18). Cerca de três mil pessoas, sendo 200 percussionistas (60 deles vindos da França e da Grécia). “Especialmente nesta ala nós preparamos uma surpresa, que retratou a questão da invisibilidade dos blocos afros, revelando a dificuldade que as minorias têm em se mostrar”, disse ele.

Pita afirmou ainda que o tema do desfile deste ano, “Outras palavras”, vai focar das questões políticas e educativas que envolvem as dificuldades das minorias sociais. “Qual a cor da invisibilidade? Isso será tratado por nós nas fantasias das alas. Vamos falar da negação do outro, da dor do preconceito, do racismo e da homofobia”. A comissão de frente do Cortejo desfilou com os rostos cobertos, caracterizando esta temática.

*Com informações do G1

Blocos afros falam sobre preconceito e religiosidade no carnaval da Bahia Resposta

Os grupos afros da Bahia começaram a desfilar no carnaval de Salvador na noite desta quinta-feira (16), primeira noite da folia momesca. Os blocos vão apresentar temas como homofobia, racismo, religiosidade e educação para crianças com enfoque nas matrizes africanas.

Alberto Pita, presidente do Cortejo Afro, disse que o bloco saiu com três mil pessoas, 200 percussionistas, sendo 60 deles vindos da França, Grécia e Inglaterra. “Essa já é uma tradição de 10 anos.”, disse ele. O desfile do Cortejo aconteceu nesta sexta-feira (17), no Campo Grande.

Pita afirmou ainda que o tema do desfile deste ano, “Outras palavras”, focou nas questões políticas e educativas que envolvem as dificuldades das minorias sociais. “Qual a cor da invisibilidade? Isso foi tratado por nós nas fantasias das alas. Falamos da negação do outro, da dor do preconceito, do racismo e da homofobia.”

O bloco Bankoma escolheu o tema “Tembwa Ye Ndenge”, que significa “O Tempo e a Criança” para desfilar nesta quinta-feira, no Circuito Campo Grande. O objetivo temático foi preservar a cultura infantil. 

“Buscamos o tempo do ensinamento para incluir a criança no aprendizado coletivo dentro da matriz africana. É através disso que ela se projeta no futuro”, disse Eliana Santos, coordenadora pedagógica do bloco.

Ela falou também sobre a presença da cultura afro nos demais blocos que não são tipicamente afros. “É importante convergir o trabalho da matriz africana, que precisa ser vista e entendida. Procuramos nosso espaço e o reconhecimento desse trabalho cultural”, disse Eliana.

Atualmente o bloco desenvolve atividades educacionais no Terreiro São Jorge Filho da Goméia. De origem Banto, ‘Bankoma’ significa ‘reunião de pessoas’.

O bloco afro baiano Ilê Aiyê vai se apresentar no Campo Grande, neste sábado (18/02), com o tema “Negros do Sul – Lá Também Tem”, que reatrata a importância no negro na formação cultural dos estados do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

*Com informações do G1

Coroada como rainha de baile gay na Bahia, Monique Evans fala mal do carnaval do Rio de Janeiro Resposta


A 2ª edição do Baile Gala Summer Gay 2012, festa pré-carnavalesca de Salvador (BA), idealizada pelo estilista Fábio Sande, que esse ano divide a direção do baile com o cabeleireiro e maquiador Afonso Henrique, terá como atração, a ex-modelo, atriz e apresentadora Monique Evans, que será a rainha do baile. No ano passado, em 2011, quem levou a coroação foi a cantora Carla Visi. 
Confete, serpentina, brilho e glamour darão o tom da festa. Para essa edição, as festividades giram em cima do clima ‘Retrô’ da folia de Momo, relembrando os velhos carnavais, a decoração faz uma viagem ao túnel do tempo, trazendo a energia dos antigos carnavais, resgatando a efervescência de uma festa bastante alegre, embalada por uma banda de fanfarra, o grupo de samba ‘Os Mulatos’, e sequencias eletrônicas apresentadas pelos dj´s Cris e Ricardo Freitas, garante o agito da noite que só termina com o nascer do sol.
Dois dias antes do carnaval, o Baile Gala Summer Gay acontece dia 14 de fevereiro, a partir das 22h, na casa.

“Canaval no Rio ficou chato”
Por anos Monique Evans ficou na porta da casa de eventos Scala, no Rio de Janeiro, cobrindo o tradicional Baile de Gala Gay no Carnaval carioca, mas nos tempos a ex-modelo se afastou da festividade, pois, segundo ela, o evento não tinha mais graça e estava ficando chato.
Em entrevista ao site O Fuxico,  Monique revelou que há cerca de dois anos solicitou ao seu então diretor na RedeTV!, onde atuava como repórter do TV Fama, que a tirasse do evento. Monique já estava cansada de ficar na porta da casa noturna entrevistando sempre as mesmas pessoas.
“O baile começou a ficar chato. Há anos era aquela mesma coisa, lá dentro era legal, mas lá fora era sempre tudo igual. Com o passar dos anos era mais turistas que iam, os gays mesmo não participavam mais. Ai, eu pedi para o meu diretor que eu não queria mais fazer, e nunca mais fiz”, contou Monique.
Segundo a artista, até as piadas acabaram sendo as mesmas. E para mudar a cada ano ela buscou alternativas e brincadeiras para deixar a porta do evento mais animada e com conteúdo para suas matérias.
“Não era mais a mesma coisa, nunca mais vai ser a mesma coisa. E até levei touro mecânico, pole dance, para os gays irem e ser mais engraçado”, relembrou.

BA registra 6 mortes ligadas à homofobia em 2012, diz entidade Resposta

A associação GGB (Grupo Gay da Bahia) divulgou nota afirmando que seis homossexuais já foram assassinados na Bahia neste ano em crimes relacionados à homofobia.
De acordo com a entidade, o Estado é, há seis anos consecutivos, campeão de crimes homofóbicos.
Das seis mortes registradas em 2012, quatro foram em Salvador e as outras duas, no interior baiano. Na capital, foram assassinados duas lésbicas, um travesti e um gay. Os dois crimes mais recentes ocorreram na última quinta-feira (19), no interior. 

No município de Barreiras (848 km de Salvador), um gay de 37 anos foi apedrejado, assassinado e teve seu corpo jogado em um rio.
E em Itororó (sul da Bahia, a 550 km da capital), um gay de 19 anos foi morto a tiros na porta de sua casa.
Na nota, o GGB afirma que a impunidade é um incentivo ao aumento da violência contra os homossexuais.
“A comunidade homossexual, que representa 10% de nossa população, está em pânico e não suporta mais o clima de insegurança”, diz, na nota, o antropólogo Luiz Mott, fundador do grupo.
A entidade pede “ações radicais de controle da homofobia” e ameaça denunciar o governo baiano à OEA (Organização dos Estados Americanos) caso não haja iniciativas para melhorar o quadro.

Informações: Gazetaweb

Paraíba: estado mais homofóbico do Brasil e nenhuma prisão Resposta



A Paraíba é o estado brasileiro onde a polícia mais registrou crimes homofóbicos em 2011 e o Nordeste é a região brasileira onde a homofobia é mais frequente. A informação é do vice-presidente da Instituição Movimento do Espírito Lilás – Mel, Renan Palmeira, acrescentando de janeiro até outubro deste ano, 18 homo-sexuais foram assassinados e em nenhum dos casos o agressor foi preso e os crimes continuam impunes.
Renan informou que o levantamento foi feito pela Associação GLBT do Brasil, que também apontou outros três estados nordestinos como os lideres em ocorrências de crimes homofóbicos no País.
Segundo a pesquisa, “no mesmo período Pernambuco também registrou 18 casos de homofobia, mas como a população da Paraíba é bem inferior a do nosso vizinhos, nós acabamos ficando com o primeiro lugar”, comentou.
O vice-presidente do Mel informou que em terceiro lugar ficou o estado da Bahia com 16 casos em depois Alagoas com 15, o que dá ao Nordeste a condição de região mais violenta no que diz respeito a homofobia e o estudo mostrou que 46 por cento dos crimes acontecem na região.
Renam Palmeira disse que isso pode ser conseqüência de uma cultura machista e cheia de preconceitos, um fato que foi confirmado por uma pesquisa feita pelo IBGE para traçar o mapa da homofobia no País este ano.
Ele advertiu que falta no País uma política de combate a homofobia e sim iniciativas que ele também considera importante, mas que não resolve e nem acaba com o problema. No caso da Paraíba, lembrou que existe a delegacia de Crimes Homofóbicos e o Centro de Referência GLBT, mas o estado é o líder nacional em ocorrências.
“Em nosso estado acontecem crimes este ano em João Pessoa, em Bananeiras, Sousa, campina Grande, Queimadas, Cabedelo, satã Rita e Patos. Nós tivemos o caso de Daniel Oliveira o Ninete assassinado a facadas e do professor Valdery em Campina Grande. O caso do Gordo Marx morto na Praia do Jacaré e outros casos”, salientou.
Ele acrescentou que os casos acontecem por causa da impunidade e da falta de leis que assegurem a cidadania GLBT. Renan informou que no dia seis de novembro vai acontecer em João Pessoa a 10ª Parada GLBT pela “Livre diversidade sexual”, que vai se realizar na praia do Cabo Branco.
Renan Palmeira contou que na próxima sexta-feira, o Mel vai realizar uma panfletagem no Centro da cidade e adiantou que eles encaminharam um documento ao deputado federal pela Bahia, o professor Jean Willians, que esta articulando uma sessão especial para discutir o problema na Câmara dos deputados, em Brasília.
Ele disse que a intenção é levar para a sessão especial o Secretário de Segurança Pública, Claudio Lima e a Secretaria da Diversidade Humana, Iraê Lucena. A data ainda vai ser definida.

Esta é a segunda pesquisa sobre homofobia este ano. Em agosto, o Grupo Gay da Bahia, disse que a Bahia é o estado brasileiro mais homofóbico (leia aqui). Em setembro, um estudo apontou o estado de São Paulo como o campeão de queixas contra homofobia (leia aqui). Como não existe estatística oficial no Brasil sobre crimes homofóbicos, fica difícil de ter um retrato fiel da homofobia, algo esencial para um comabte eficaz. 

Com informações do Paraiba.com.br