Jair Bolsonaro processa Marcelo Tas, por ter sido chamado de homofóbico (mas é!) e racista Resposta

Jair e Tas

Jair processa Tas e garante não ser homofóbico, nem racista

O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) está processando o aprensentador e jornalista Marcelo Tas. Pasmém, porque foi chamado de homofóbico e racista. Jair assegura que não é homofóbico.

Tas teria chamado teria atribuído essas acusações em entrevista ao programa ao Blog do Rica Perrone em 22 de julho de 2017. A ação, segundo o blog TelePadi, corre na 31a Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo e requer R$20 mil de Tas por reparação de danos morais. A ação pede que Tas pague R$10 mil a cada vez que Tas acusar Jair de racista ou homofóbico.

“Lamento que ele se junte a outros parlamentares brasileiros, de direita e esquerda, é bom notar, que não suportam a convivência com a crítica ou com quem pensa diferente deles. Temo que, com a aproximação das eleições, surjam tentativas de intimidação e censura à livre expressão. Isto só vai contribuir para tumultuar o debate a atrasar o aperfeiçoamento da frágil democracia brasileira, diz Tas.

E dispara: “É patético. Os políticos estão mais por baixo que cocô de cavalo de bandido, mesmo assim não abrem mão da blindagem do fórum privilegiado. Não aceitam opiniões contrárias. Querem viver numa redoma, rodeados apenas por quem pensa igual a eles. A atitude do Bolsonaro reforça a minha suspeita: apesar de vender a imagem de novidade na corrida presidencial, ele é um político antigo como qualquer outroÆ.

Homofóbica? (relembre os casos lendo a postagem), Joelma anuncia apresentação em boate LGBT. A casa está quase lotada 2

Joelma

Joelma, a cantora homofóbica (?), que já tentou mudar a orientação sexual de um fã (veja vídeo abaixo) e se disse contra o casamento gay, se apresentará em uma boate LGBT em Recife.

A rede social não perdoa:

Joelma Homofobia

No Instagram, os perfis dos fãs-clubes de Joelma que anunciam o show bloquearam os comentários. Apesar das manifestações contrárias, os ingressos para a apresentação estão quase esgotados. Pelo palco da boate, já passaram nomes como Gretchen, Pabllo Vittar, Lia Clark, Karol Conka e Valesca Popozuda, entre outras musas do público LGBT.

Joelma Homofóbica

Para quem não se lembra, Joelma havia declarado, em entrevista ao programa “Roberto Justus +” que acredita na recuperação dos homossexuais, comparando esse processo ao dos drogados: “É como um drogado tentando se recuperar”.

O que esses fãs LGBTs têm na cabeça? Será que a fofa vai tentar converter todos eles? Eu, hein…

Na época, Joelma se defendeu:

Então tá…

Facebook censura vídeo postado por filho de Bolsonaro, a pedido de Alckmin, onde tucano aparece com movimento LGBT Resposta

CHUVA / CAOS EM SP

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), moveu uma ação contra o Facebook para retirar do ar um vídeo postado pelo perfil atribuído ao vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) do Rio de Janeiro. Na ação, Alckmin pede que o vídeo seja excluído da rede social e que o Facebook quebre o sigilo dos dados de quem fez a postagem.

Na última sexta-feira (2), a Justiça Estadual de São Paulo negou, em caráter liminar, os pedidos de Alckmin. Mas, após Alckmin recorrer, o vídeo foi banido.

O vídeo que a Justiça excluiu, a pedido de Alckmin, foi postado em 25 de dezembro de 2017. Nele, Alckmin aparece celebrando a criação do secretariado de diversidade tucana, uma instância dentro do PSDB voltada para a discussão de políticas públicas voltadas para a comunidade LGBT. O vídeo foi editado e mescla momentos em que Alckmin aparece discursando com fotos de manifestações promovidas por integrantes da comunidade LGBT.

Junto ao vídeo, o perfil, claro, critica Alckmin. “Como se não bastasse estar metido na Lava-Jato e tantos outros escândalos de corrupção, mais esta do candidato que querem induzi-lo (sic) a acreditar que é de centro-direita, mas em conluio com a militância que você já conhece. Este que a mídia diz que ganhará as eleições de 2018”.

Para o advogado Fábio de Oliveira, que defende Alckmin, o vídeo dele com ativistas tucanos LGBTs ridicularizaria o candidato à Presidência do Brasil.

O Facebook retirou o vídeo, alegando que ele fere os padrões da comunidade. A decisão aconteceu, mesmo depois de a Justiça de São Paulo negar, em caráter provisório, ter liberado o vídeo.

Na tarde da última segunda-feira, Carlos Bolsonaro utilizou sua conta no Twitter para acusar o Facebook de retirar o vídeo do ar. Ele aproveitou a postagem para publicar o vídeo novamente.

Informações: UOL

ABGLT vai ao STF para criminalizar a homofobia 1


Aproveitando a maré favorável aos LGBTs na Justiça, a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) acaba de levar ao Supremo Tribunal Federal (STF) sua principal demanda: a criminalização da homofobia.
A criação desse crime, em tese, deve ser feita pelo Congresso, que por resistência da bancada religiosa cristã (católicos e evangélicos fundamentalistas) até hoje não conseguiu decidir sobre um projeto que tramita desde 2001. Enquanto isso, a Justiça concedeu o direito à adoção, à união estável.
“Estamos depositando a esperança no Supremo, porque no Congresso está difícil”, argumenta Toni Reis, presidente da ABGLT.
No mês passado, e sem alarde, a entidade apresentou um mandado de injunção, usado para pedir que o tribunal declare a omissão do Legislativo em aprovar uma questão.
Para a ABGLT, ao dizer que o Estado deve punir a “discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais”, a Constituição determina que a discriminação e a violência contra gays sejam criminalizadas.
Esse é o primeiro pedido da ação: que o STF reconheça que o Congresso tem o dever constitucional de aprovar lei nesse sentido, explica Paulo Iotti, advogado da ABGLT.
A associação também pede que o tribunal fixe um prazo razoável para isso e sugere que seja punida como o racismo a discriminação baseada em orientação sexual ou identidade de gênero – o que incluiria a “heterofobia”.
  
O terceiro pedido solicita que, caso o Congresso ignore a decisão, o próprio Supremo entenda a homofobia como uma forma de racismo, aplicando a lei que já existe. 


Iotti antevê questionamentos nesse ponto devido ao princípio segundo o qual “não há crime sem lei anterior que o defina”, o que demandaria, necessariamente, o aval do Congresso.

O advogado acredita, porém, que o Supremo possa se inspirar em decisão que adaptou artigos da Lei de Greve dos funcionários privados para aplicação à greve de servidores públicos, em 2007.

O último pedido da ação é que, enquanto a homofobia não for criminalizada, o Supremo determine a responsabilidade do Estado no cenário atual e o dever de indenizar as vítimas.

*Com informações de Nádia Guerlenda, da Folha de São Paulo.

Programa ¨Luv MTV¨ vai ter edição bissexual amanhã Resposta

O programa ¨Luv MTV¨, apresentado pela linda Ellen Jabour, continua quebrando tabus e divulgando as diferentes faces da nossa comunidade. O programa, que tem como objetivo formar um casal onde um sortudo ou uma sortuda tem que escolher entre quatro pretendentes, já exibiu edições gays. Mas agora chegou a vez dos bissexuais terem um edição só para eles. 

O programa de amanhã (29/03) vai levar ao palco uma jovem chamada Natália, bissexual e que vai ter que escolher entre dois meninos e duas meninas, com quem ela vai ficar. 
Segundo o diretor do programa, David Feldon, muita coisa apresentada no programa vem da interação com as pessoas que assistem o programa, e que por conta disso, ele percebeu que boa parte do público da atração é bissexual: 
— A gente trabalha bastante com a resposta da molecada no nosso site. Criamos uma rede social onde os candidatos se conhecem e se paqueram, independentemente do programa. Lá, percebemos que tinha um número considerável de pessoas que se dizem bissexuais. Mas os pretendentes da Nat não são todos “bis”. Tem heterossexual e menina gay também. 
Ele adianta que no final, Nat ficou em dúvida entre um menino e uma menina. 
É esperar para ver!

Brasil tem pelo menos 110 pré-candidatos LGBTs Resposta


Não basta ser gay, tem que ter proposta. O lema, citado pelo presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, é o ponto de partida para pelo menos 110 militantes homossexuais que são pré-candidatos a vereador nas eleições deste ano. A associação listou filiados de 19 partidos que pretendem concorrer em mais de 70 municípios de 23 Estados. Em 2008, foram 80 candidatos, com seis vereadores eleitos.

Os pré-candidatos não buscaram apenas legendas de bandeiras libertárias, como o PV. Há filiados a siglas conservadoras como o PR do senador evangélico Magno Malta (ES), que no ano passado ameaçou renunciar se o Congresso aprovasse a lei anti-homofobia, com o argumento de que o projeto de lei estimula “a criação de um terceiro sexo”.

“O senador Magno Malta e eu nos damos muito bem. Ele elogia minha atuação, já me visitou aqui na cidade. Acho que um dia ele vai entender melhor o nosso movimento”, diz a travesti Moa Sélia, que disputará o terceiro mandato de vereadora no município capixaba de Nova Venécia. Moa já foi presidente da Câmara Municipal e preside o PR municipal. “Aos poucos, a gente vai se impondo perante a sociedade e até no meio político” diz ela, eleita pela primeira vez com o slogan “a diferença que faz”.


Segundo Moa, o PR ainda discute a possibilidade de lançá-la candidata à prefeitura. “Vou sempre pregar o reconhecimento dos LGBT, mas minha primeira bandeira é a moralização, o combate à corrupção. Trabalhar a questão LGBT no interior depende de Brasília. Não adianta criar leis municipais se não tiver respaldo no Congresso.”

Eclético. Assim como Moa, o candidato a vereador Sillvyo Luccio Nóbrega, da pequena cidade de Pacatuba, no Ceará, transexual, foi acolhido por uma legenda conservadora, o PSDC, democrata cristão. 

“O partido não tem nada a ver com minha plataforma, mas, no meu município, é aberto, eclético e eu faço parte do diretório municipal”, afirma. Uma das bandeiras do ativista de 48 anos é o acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS) de pessoas do sexo feminino que, como Sillvyo, gostariam de fazer a cirurgia para assumir o sexo masculino. “Essas cirurgias praticamente não acontecem, não existem equipes multidisciplinares”, lamenta. “Ter um amigo gay é bem humorado, ter uma amiga lésbica é ser sem preconceito. Mas ter um amigo transexual masculino, gestor público e candidato a vereador é muito forte. Não importa o número de votos. O importante é que sejamos candidatos e nos tornemos visíveis”, diz Sillvyo.

Presidente da Diversidade Tucana, grupo que reúne militantes e simpatizantes da causa gay no PSDB, o funcionário público Marcos Fernandes disputa uma vaga na Câmara Municipal paulistana. É correligionário do presidente da Frente Parlamentar Evangélica no Congresso, deputado João Campos (GO), que nas últimas semanas liderou a reação à ministra da Secretaria de Política para as Mulheres, Eleonora Menicucci, defensora da descriminalização do aborto e que tem um projeto para legalizar a possibilidade de tratamento para gays, como se a homossexualidade fosse uma doença, e ao ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, católico fervoroso, que defendeu a ofensiva de comunicação do governo na guerra ideológica contra os evangélicos e sua influência na nova classe média.


“Não enfrento problemas no partido e tenho sido muito bem recebido em várias comunidades, inclusive por evangélicos. Não vejo entre os fiéis a mesma resistência da cúpula das igrejas”, diz o pré-candidato tucano.

Marcos disputou uma vaga de vereador em 2008, mas reconhece que fez uma campanha “totalmente segmentada” para o meio LGBT. Agora, ampliou o público e as propostas. “Este ano vamos tratar o tema da diversidade, da geração de emprego e renda, educação, capacitação, saúde, cultura. Tenho uma preocupação, por exemplo, com os adolescentes mais afeminados, que sofrem mais bullying”, diz o tucano, que adotou o slogan “São Paulo mais diferente e menos desigual”.


‘Em geral’. A geração de emprego também é um dos temas centrais da campanha da travesti Sharlene Rosa (PT), de 34 anos, que disputa uma vaga de vereadora em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. “Sou do movimento LGBT e também combato o preconceito em geral, contra o idoso, o deficiente. No caso do emprego, quero dar atenção à população que está na prostituição mas gostaria de seguir outro caminho”, diz Sharlene. Ela cobra da presidente Dilma Rousseff um aceno aos homossexuais.

“Entendo que o PT sofre pressão da bancada evangélica, mas acredito que a Dilma vai tomar o rumo certo e olhar para a população LGB”, diz Sharlene. E sonha: “Quem sabe, nas próximas eleições, não posso entrar na cota feminina do partido?”

Segundo Toni Reis, o momento atual é de incentivo às candidaturas LGBT, mas o movimento continuará a apoiar os “aliados”, que serão incluídos em uma lista mais ampla. Em 2008, fizeram parte da lista de aliados, entre outros, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT), o ex-prefeito de Salvador Antonio Imbassahy (PSDB), além de Fernando Gabeira (PV), Jandira Feghali (PC do B), Solange Amaral (PSD) e Alessandro Molon (PT). “Não é nossa intenção afrontar os valores evangélicos e não queremos candidatos corporativistas. Não basta ser LGBT para a gente votar. A pessoa deve ter um histórico de luta e também propostas. Orientação sexual não é pauta política.”


É uma pena que no Brasil existam tantos partidos e que nenhum possua uma identidade. Assim fica difícil boicotar tal partido, por ser contra a causa gay e incentivar o voto em outro, por exemplo. Isso facilitaria bastante na hora de escolher algum(a) candidata ou candidato com projetos para os LGBT de verdade. Parece uma zona. Perde o eleitor que, confuso, acha que está tudo uma bagunça e vota em qualquer um.

Conselho Nacional LGBT reúne-se em Maceió, hoje Resposta


O Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT), realiza sua 7ª Reunião Ordinária terça-feira (28), em Maceió (AL), às 8h30. Na ocasião, o Ouvidor Nacional dos Direitos Humanos, Bruno Renato Teixeira, e outros integrantes da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) acompanharão de perto o grande número de denúncias de violações de Direitos Humanos à população LGBT na região.

Segundo o secretário-executivo do Conselho, Igo Martini, a reunião no local é uma solicitação do Grupo de Pais e Mães pela Igualdade. “Pretendemos que essa reunião dê visibilidade para a agenda dos Direitos Humanos da população LGBT, demonstrando que a SDH/PR está preocupada com o grande número de violação de Direitos Humanos na região Nordeste”, explica. 

Durante a reunião, será lançado o Plano Municipal de Políticas e Promoção da Cidadania LGBT, com o apoio da prefeitura de Maceió e do Governo do estado de Alagoas. O plano tem como objetivos garantir a execução de políticas públicas voltadas à população LGBT, com foco no enfrentamento à discriminação por identidade sexual e de gênero, promoção da cidadania e redução das desigualdades sociais.

O Conselho integra a estrutura da SDH/PR e é composto por trinta membros, sendo quinze governamentais e quinze da sociedade civil. 

7ª Reunião do Conselho Nacional LGBT 
Data: 28 e 29 de fevereiro de 2012 
Horário: 08h30 às 18h00
Local: Radisson Hotel, na Av. Dr. Antonio Gouveia, 925, Maceió – Alagoas.

Rumores de que Whitney Houston era lésbica ganha força após sua morte Resposta

Whitney Houston em foto junto com Robyn Crawford, à direita. (Reprodução)
Rumores de que a cantora Whitney Houston era lésbica começaram a ganhar força depois que o jornal britânico Daily Mail publicou uma matéria afirmando que a cantora não aceitava sua orientação sexual e por isso se escondia atrás de drogas e álcool. 

Os rumores de que Whitney mantia uma relação secreta com sua ex-assistente existem há pelo menos 30 anos, e segundo alguns amigos pessoais da cantora, seu casamento com Bobby Brown não passou de uma ¨cortina de fumaça¨. 
É o que afirma Peter Tatchell, ativista gay e amigo de Whitney: 
– É importante dizer a verdade sobre esse aspecto da vida de Whitney. Ela era mais feliz no seu auge na década de 1980, quando ela estava com sua companheira. Elas eram tão apaixonadas e felizes juntas. Talvez sua incapacidade de aceitar e expressar o seu amor pelo mesmo sexo contribuíram para o seu abuso de drogas e seu declínio. Ela foi pressionada para se casar com Bobby Brown. Foi um desastre. Sua vida começou a ir ladeira abaixo logo em seguida. 
A secretária que possívelmente era o amor de Whitney Houston é apontada pelo nome de Robyn Crawford. Segundo informações, o casal se conheceu quando a cantora tinha apenas 16 anos, quando Robyn desistiu de entrar para a faculdade e ir trabalhar para a cantora. 
Independente da história ser verídica ou não, momentos depois da morte de Whitney Houston, Robyn escreveu um tributo ao Dia dos Namorados em homenagem à cantora, que dizia:
¨Eu o conheci Whitney quando eu tinha 16 anos e soube imediatamente que ela era especial. Whitney era modelo, tinha uma cor de pele com um tom meio pêssego e não se parecia com ninguém que eu conhecia em Nova Jersey. Eu não posso acreditar que eu nunca mais vou abraçá-la ou ouvi-la rir de novo.¨ 
Segundo a publicação, até o ex-marido da cantora, Bobby Brown, já teria dado a entender que seu casamento com Whitney era para tentar esconder o desejo da cantora por outras mulheres. Em sua biografia, Bobby escreveu que ¨a intenção de Whitney no casamento era limpar sua imagem, casando e tendo filhos, já que ser bissexual não caia bem para a sua imagem¨. A irmã de Bobby disse que já tinha flagrado Whitney com uma mulher por várias vezes. 
Lésbica, heterossexual ou bissexual, Whitney fez história na música mundial e virou ícone entre o público LGBT. A cantora foi encontrada morta na banheira de um hotel no último sábado (11/02), um dia antes da cerimônia do Grammy.

Ativistas pedem intervenção internacional contra homofobia no Sul do estado do Rio de Janeiro Resposta



Crimes motivados por homofobia se transformaram num pesadelo no Sul Fluminense, região do estado do Rio de Janeiro onde mais ocorre esse tipo de violência. Em menos de um ano, seis assassinatos foram relacionados à orientação sexual das vítimas em Barra Mansa, Volta Redonda, Barra do Piraí e Resende. Três suspeitos foram presos. O assunto será denunciado à Anistia Internacional (AI) e ao Conselho de Direitos Humanos das Organizações das Nações Unidas (ONU) pelo Fórum Regional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) do Sul do estado.

“A situação exige intervenção internacional. A homofobia por aqui virou epidemia”, alerta o presidente do fórum, Rogério Santos. Um dos casos que causaram comoção foi a morte do atendente Marcelo Antônio Lino, 38, em Volta Redonda, em 7 de outubro. Preso uma semana após estrangular Marcelo com a corrente de seu cachorro, o pedreiro Albert Kroll Kardec de Souza, 22, declarou a jornalistas: “Matei porque não gosto de gays”.

A polícia descobriu que Kardec é suspeito de matar outros dois homossexuais em Minas Gerais. O delegado Antônio Furtado, da 93ª DP (Volta Redonda), o definiu como um ‘possível serial killer de gays’. “Não entendemos o motivo de tanto ódio. Ele (Kardec) nem conhecia o meu irmão, que era pacífico, ia sempre à missa e nunca se envolveu com brigas ou drogas”, desabafa Débora Lino,35.

Na madrugada do dia 7 de outubro, conforme vídeos obtidos pela 93ª DP, Marcelo deixou uma boate no Centro da cidade sozinho. No caminho para casa, foi acompanhado por Kardec, que passeava com um cão. No bairro Colina, o pedreiro arrastou o atendente para um matagal e o enforcou com a corrente do animal. Na reconstituição do crime, Kardec deixou policiais e jornalistas perplexos. Ao ser perguntado por que tinha escolhido aquele local, respondeu sorrindo: “É tranquilo. Dava para matar mais uns 50”.

Ataques semelhantes a de skinheads

Os ataques a homossexuais no Sul do estado são semelhantes aos praticados pelos skinheads paulistas (avessos a gays). “A diferença é que aqui os agressores não raspam a cabeça e não agem em bandos”, diz o delegado Antônio Furtado.

Há dois meses, a equipe dele comandou também a prisão de um mecânico suspeito de matar o comerciante Rodrigo Paiva, 26 anos, em 18 de novembro. O suposto mandante é outro mecânico, que alegou em depoimento, antes de ser considerado foragido, que era assediado por Paiva.

Preso em setembro, em Barra Mansa, o pedreiro Fernando de Brito, 35 anos, causou surpresa ao revelar o que o motivou a assassinar a pauladas o travesti Jonatas Ferreira, 23, em maio: “Deteste gay. Saí com ele com o objetivo de matá-lo”.

Em Barra do Piraí, por ter se declarado gay, H., 27, (família pediu sigilo) foi morto em novembro e jogado em lixeira. Em Resende, mortes de dois homossexuais correm em segredo de Justiça.

Medo limita queixas na DP

Para o delegado adjunto da 90ª DP (Barra Mansa), Michel Floroschk, a violência contra homossexuais na região é grave. Mas, segundo ele, de cada 10 registros feitos por gays nas delegacias da região, só dois relacionam a agressão à homofobia.

“O princípio da dignidade da pessoa humana é assegurada pela Constituição, mas o medo de denunciar companheiros violentos ou outros tipos de agressores ainda impera”, adverte Floroschk, que levou o pedreiro Fernando de Brito à prisão.

Ameaçado de morte, o auxiliar de escritório Y., de 24 anos, registrou queixa na 93ª DP (Volta Redonda) duas vezes. “Eu tinha saído de um bar e um jovem quebrou o meu nariz com um soco”, lembra ele. O agressor já foi identificado pela polícia.

*Com informações do jornal O Dia

Casal gay é destaque em outdoor do plano familiar da Unimed Blumenal 1


A foto acima foi compartilhada por milhares de pessoas como sendo da Unimed do Rio Grande do Sul, mas na realidade é da Unimed de Blumenal, no estado de Santa Catarina. É a propaganda do plano de saúde. O que dispertou o interesse foi a veiculação na região de um outdoor expondo um casal gay abraçado e com a seguinte frase: “De um jeito ou de outro, todo mundo precisa. Plano Familiar Unimed para todo o tipo de família.”

Segundo o superintendente da Unimed Blumenal, Dr. Jauro Soares, as primeiras peças da campanha iniciaram a veiculação no dia 15 de junho e é composta de material para a mídia impressa (jornais e revistas), mídia eletrônica (TV e rádio), mídia digital (internet) e exterior (outdoor, busdoor e front-light).

O presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, manifestou apoio à campanha: “Quando confirmado, fiquei extremamente feliz e contemplado pela publicidade. Senti-me cidadão, disse o especialista em sexualidade humana, Toni Reis que recebeu uma foto do outdoor pelo e-mail.

O presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT), Reinaldo Damião, disse que não se trata de uma iniciativa pioneira, uma vez que outras campanhas publicitárias já abordaram a questão da homossexualidade. Segundo ele, o fato novo nessa campanha é que o outdoor retrata pessoas do mesmo sexo, fazendo uma menção explicita ao fato de serem um casal. Até então esse tipo de visibilidade era dirigida para o público gay e em meios de comunicação GLBT: “Embora não seja pioneira, vale ressaltar a coragem da empresa Unimed em assumir publicamente seu desejo de atender também a comunidade homossexual”. Toni Reis destacou que “a mídia brasileira é hetero-normativa e a propaganda sempre mostra um casal de homem com mulher, e não homem com homem, ou mulher com mulher”.


A idéia para a campanha surgiu a partir das últimas pesquisas do IBGE que indicaram diversas mudanças no perfil dos casais, sendo uma delas, o reconhecimento dos parceiros homoafetivos. De acordo com Soares, “a intenção do marketing foi fazer uma campanha ampla, para todo tipo (novo) de família, incluindo homossexuais. A abordagem da campanha foi amplamente aprovada pela classe médica dirigente da cooperativa”. 


O representante da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/Aids (RNP+) do Estado de São Paulo, Lucas Soler, disse que “quebrar o preconceito é muito complicado e não será um outdoor apenas que fará isso, mas sim, uma ação conjunta de toda a sociedade que, unida neste sentido, poderá iniciar um processo de crescimento e orientação para todas as gerações a fim de possibilitar uma maior orientação sobre a diversidade existente”. 

Para o superintendente do plano de saúde, Jauro Soares, a campanha “provoca reflexões em relação aos modelos e conceitos de família nos dias atuais e remete a discussão de preconceitos contra os homossexuais em nossa sociedade”. Ele acredita também que a campanha joga luz sobre o debate atual da união civil entre homossexuais e seus reflexos em nosso país. 

Apesar de a união civil de homossexuais ainda não ser reconhecida pela legislação brasileira, a Unimed tem aceito sem restrições a inclusão em plano de saúde familiares de casais homoafetivos. Segundo o superintendente da Unimed Blumenau, é solicitado um documento (declaração de convivência) feito em cartório e que serve como comprovante para aceitar o companheira/companheiro como dependente. “Legalmente tem-se como base a decisão confirmada pela 6ª turma do TRF da 4ª Região, no dia 27 de julho deste ano. Por unanimidade a sentença obriga ao INSS a considerar os companheiros homoafetivos, como dependentes preferenciais dos segurados de Regime Geral da Previdência Social. Esta sentença ratifica decisão original de primeira instância proferida em final de 2001. A decisão é válida para todo território nacional”, esclareceu Soares.

*Com informações do Ministério da Saúde

Entidades de defesa dos direitos LGBT apoiam participação da vereadora Moa em seminário Resposta

Moa Sélia

O Fórum Estadual de Defesa dos Direitos e Cidadania de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais do Espírito Santo, além de outras entidades de defesa de direitos humanos e da comunidade LGBT, assinaram nota pública apoiando a vereadora Moa Sélia (PR), de Nova Venécia, no noroeste do Estado, denunciada pelo Ministério Público do Estado (MPES) por suposto uso de diária ao participar do VII Seminário Nacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) do Congresso Nacional, ocorrido em maio de 2010.
As entidades entendem que a participação da vereadora, que é transexual, no evento foi de extrema importância, já que é através desta atividade, que tem caráter oficial, que os membrros do Poder Legislativo podem aprender e ser solidários com os direitos e garantias da cidadania LGBT. As entidades que assinaram a nota também dizem não entender o motivo pelo qual o MPES questiona a participação da única representante de legislativo municipal capixaba presente na sessão, que foi organizada pelas Comissões de Legislação Participativa, Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados e a Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT do Congresso Nacional.
Para as entidades que assinaram a nota, conhecer, reconhecer e defender direitos e cidadania LGBT também fazem parte das atividade dos parlamentares e vereadores. As entidades lembram ainda que o Estado é considerado um dos mais homofobicos do País. Os defensores dos direitos e da cidadania LGBT completam dizendo que a participação da vereadora no seminário demonstra compromisso dela com esta parcela da sociedade.
Por fim, as entidades solicitam que o MPES reveja a atitude, já que esperam do órgão o reconhecimento da diversidade sexual. Para elas, a população LGBT precisa ser vista como cidadã, inclusive com o direito de ser representada por seus legisladores.
Assinam a nota, além do Fórum Estadual LGBT, a Associação Gay do Espírito Santo (Ages); Associação Linharense de Apoio a Homossexualidade (Alah); Associação dos/as Transgêneros do Espírito Santo (Astraes); Centro de Defesa dos Direitos Humanos Dom Tomás Balduíno; Conselho Estadual de Direitos Humanos (CEDH); Coletivo Estadual de Diversidade Sexual do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado (Sindiupes); Fórum Municipal em Defesa dos Direitos e Cidadania LGBT de Cariacica; Fórum Municipal em Defesa dos Direitos e Cidadania LGBT de Serra; Grupo Orgulho, Liberdade e Dignidade de Colatina (Gold) e o Portal da Diversidade LGBTdo Estado.

Inaugurado em BH núcleo para atendimento a vítimas de homofobia Resposta

NAC/LGBT. Imagem: Alexandre Santos/TV Globo


O primeiro Núcleo de Atendimento e Cidadania à População de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (NAC/LGBT) de Minas Gerais foi inaugurado ontem pela Polícia Civil. A partir da criação da unidade, a população LGBT poderá contar com uma proteção formal da PC, principalmente em casos envolvendo crimes de homofobia.
O NAC/LGBT funcionará na sede da Divisão Especializada de Crimes contra a Mulher, Idoso e Portador de Deficiência, localizada na Rua Paracatu, 822, no bairro Barro, em Belo Horizonte. O núcleo fará o primeiro atendimento, lavrando a ocorrência e encaminhando o procedimento a uma das unidades da Polícia Civil, que fará a investigação
A titular da Divisão, delegada Margaret de Freitas Assis Rocha, afirma que por meio do núcleo será possível fazer o acompanhamento da ocorrência policial, desde a avaliação preliminar do fato; registro da motivação do crime; registro e a requisição de exames necessários, além do encaminhamento do caso à unidade policial da área para apuração e consolidação de resultados. Ela ressaltou a importância do núcleo para incentivar o respeito “sem qualquer distinção em relação à identidade de gênero e orientação sexual” e para coibir atos de violência.


Relembre caso de homofobia em Minas Gerais:


Um jovem de 18 anos foi agredido, na noite de sete de setembro, por dois homens na Praça da Liberdade, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Segundo a Polícia Militar (PM), os suspeitos, um adolescente de 17 anos e um homem de 23, confessaram ter atacado o rapaz por ele ser homossexual.



Ainda de acordo com a PM, o jovem disse que estava sentado em um banco da praça, quando os dois passaram e o ofenderam verbalmente. Em seguida, eles teriam voltado e o agredido fisicamente com um soco-inglês e um canivete. Ele foi socorrido, segundo a polícia, com um corte no ombro.


A polícia informou que o adolescente suspeito de envolvimento na agressão foi apreendido e o homem de 23 anos foi preso por lesão corporal. A vítima foi encaminhada para um hospital privado.

Bissexuais reclamam que são discriminados por héteros e gays Resposta




Em tempos de discussão sobre orgulho gay e orgulho hétero, 3% da população brasileira diz sofrer preconceito de ambos os lados.
São os bissexuais – mais de 5 milhões no país, segundo pesquisa Datafolha de 2009. Na próxima sexta, dia 23, eles vão comemorar o Dia do Orgulho Bissexual.
Um deles é Fábio*, 17. “Sinto atração pela beleza dos dois”, diz. “As mulheres são mais meigas e suaves, já os homens têm pegada forte, são mais rústicos.”
Como ele, a estudante de ciências sociais Maraiza Adami, 23, também é bi. Ela reclama: “Os héteros acham que ser bi é transitório ou promíscuo. Já os gays, principalmente dentro do movimento LGBT, acham quase uma agressão você ficar com alguém do sexo oposto.”
Especialistas em sexualidade tentam entender as razões do duplo preconceito. O psiquiatra Alexandre Saadeh, especialista em identidade sexual do Hospital das Clínicas, lembra que é muito comum que a bissexualidade seja vista como uma fase anterior à confirmação da homossexualidade.
Esse mito incomoda tanto Ilana Falci, 21, de Belo Horizonte, que ela quer editar um vídeo com vários bissexuais dando o seu depoimento. “O bi não é uma pessoa em dúvida”, diz ela. “Não precisa decidir se gosta mais de homens ou de mulheres.”
O projeto de Ilana se chama “Sou Visível”. É possível encontrar mais informação sobre ele em bisides.com.
Esse site foi criado por outra bissexual, a estudante de secretariado executivo Daniela Furtado, 24. Um dos seus objetivos é utilizar a página para discutir como lutar contra o que ela chama de “bifobia”.
Os participantes do site reclamam que, apesar da sigla LGBT incluir os bissexuais, gays e lésbicas “negam lugar” a eles no movimento. “Eles se sentem no direito de nos olhar com desconfiança”, diz um dos textos. “Então eu pergunto: o que gays e lésbicas propõem que nós façamos quando o sexo de quem amamos é diferente do nosso?”
Daniela já namorou tanto meninas quanto meninos. Atualmente, está há três anos com Danilo Milhiorança, 25, que é heterossexual.
“Ela foi muito honesta comigo e sempre me fez sentir seguro, então está tudo certo”, diz o rapaz.
Entre os bissexuais famosos, estão os cantores David Bowie e Lady Gaga, o vocalista do Green Day, Billie Joe Armstrong, e as atrizes Megan Fox e Angelina Jolie.
ALGO CURIOSO
Nem todo mundo, porém, é tão convicto da sua bissexualidade quanto esses famosos. E não há nada de errado nisso, diz Maria Helena Vilela, educadora sexual e diretora do instituto Kaplan, que faz estudos sobre sexualidade.
Na adolescência, afirma, é comum a confusão entre admiração e tesão. Muitos jovens, então, acabam tendo experiências com o mesmo sexo, com amigos, por exemplo.
Mas isso não necessariamente os faz homo ou bissexuais, já que a identidade só é completamente estabelecida na fase adulta.
“Os adolescentes têm hormônios saindo pelos ouvidos e maior disponibilidade para o sexo, então é mais complicado separar a curiosidade”, explica Saadeh.
Lúcia*, 18, por exemplo, só transou com garotos, mas, desde o começo do ano, tem experimentado ficar com algumas amigas. “Nunca tinha cruzado minha mente a ideia de ficar com meninas, mas rolou um dia e eu gostei, então estou vendo o que realmente quero”, diz.

*Com informações do “Jornal Floripa”

2º Conferencia LGBT: intolerância não deve ter lugar no Brasil, diz ministra Resposta



Em alguns momentos importantes do debate sobre direitos humanos, como quando a presidenta Dilma Rousseff, sem conhecer o seu conteúdo, vetou o kit “Escola sem Homofobia”, ela se calou. Quebrou o silêncio. Ao participar, na útlima terça-feira (09/08) do lançamento da II Conferencia Nacional LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais), a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Maria do Rosário, afirmou que ao convocar a 2º conferencia para debater políticas públicas para o segmento LGBT, o governo sinaliza a busca por uma sociedade livre de preconceitos e discriminações. A conferência será em dezembro.

“A intolerância não deve ter lugar no Brasil. Queremos ser um governo completo para os direitos humanos para termos um Brasil inteiro contra a homofobia. Este é um compromisso da presidenta Dilma, que afirmou que o Brasil é parte da afirmação mundial contra a homofobia. Não vamos recuar uma vírgula se quer”, afirmou Rosário.

A ministra ressaltou a importância do reconhecimento da união civil entre homossexuais e disse que o ano de 2011 foi um divisor de águas para a comunidade LGTB. “Assim como não aceitamos a discriminação e o preconceito por etnia, classe social, gênero ou racial, também não podemos tolerar o preconceito por orientação sexual. Estamos tão determinados a vencer a homofobia quanto para erradicar a miséria e a pobreza extrema”, afirmou Rosário.

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) foi importante, sim, mas a ministra, como representante do Poder Legislativo, sabe que só isso não basta. É preciso mais. O que falta? Veja:

1) A aprovação imediata de uma lei que criminalize a homofobia. A base aliada do governo federal é ampla. O governo federal, se quiser, pode ajudar a aprovar;


2) Investimento de recursos em todos os Ministérios para que as 600 propostas da 1ª Conferência Nacional LGBT saiam do papel;


3) Órgãos do Governo Federal implantar imediatamente as 166 ações do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos LGBT;


4) Registro oficial nos Boletins de Ocorrência e Laudos dos IML sobre a violência e discriminação contra a população LGBT. Para ter políticas de combate a este fenômeno, há de ter estatísticas oficiais;



5) Cumprimento o Decreto 109-A, de 17 de janeiro de 1890, que estabelece a Laicidade do Estado, e o respeito a todas as religiões, qualquer seja sua denominação, e o respeito aos ateus e às ateias.



6) Campanha Nacional do Governo Federal contra a Homofobia;



7) Campanha contra o bullying e contra toda e qualquer forma de discriminação

Para o Secretário Executivo da SDH, Ramáis de Castro Silveira, o principal desafio da 2º conferência será o monitoramento da implementação do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT.



Para o Secretário Executivo da SDH, Ramáis de Castro Silveira, apesar dos avanços registrados nos últimos anos para esta comunidade, ainda há um longo caminho a ser percorrido pelo livre direito à orientação sexual no País. “No mundo inteiro os governos aprendem que é preciso atuar transversalmente ao lado da população. Neste sentido, a conferência tem um papel fundamental na formulação de mecanismos capazes de combater a violação do direito LGBT pela livre orientação sexual”, destacou.


A ausência do Congresso Nacional no debate dos direitos LGBT foi criticada por Irina Bacci, integrante do Conselho Nacional LGBT. De acordo com a ativista, está mais do que na hora da comunidade LGBT exigir que o parlamento os represente. “Nesse momento de crescimento da onda conservadora, fascista, com uma série de crimes homofóbicos, não dá para deixar de citar que há, sim, responsabilidade do Parlamento, que tem sido covarde e tímido com os direitos humanos”, reclamou.

A II Conferência Nacional LGBT acontecerá em Brasília, no período de 15 a 18 de dezembro, tendo como tema “Por um país livre da pobreza e da discriminação: Promovendo a cidadania de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais – LGBT”.

EUA: Estudo aponta aumento de infectados pelo HIV entre jovens negros Resposta

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA anunciou no início deste mês um aumento preocupante de novas infecções pelo HIV entre jovens gays e homens que fazem sexo com homens. Novos casos de HIV aumentaram quase 50% entre os jovens negros gays dos Estados Unidos, se tornando o maior aumento entre qualquer grupo. 

A pesquisa aponta que, em geral, o número anual de novas infecções por HIV nos EUA foi relativamente estável, em cerca de 50 mil novas infecções a cada ano entre 2006 e 2009. 

De acordo com a instituição responsável pelo estudo, jovens gays ou homens que praticam sexo com pessoas do mesmo sexo têm idade entre 13 e 29 anos, e representaram 44% dos novos casos de HIV entre homens em 2009. Estima-se que 2.100 jovens negros gays americanos contraíram o HIV entre 2006 e 2009, um aumento de 48%. 

Um dos diretores da instituição atribui o aumento de infectados dentro da classe negra à homofobia e ao racismo como facilitadores destes jovens marginalizados a contraírem o vírus. Além da falta de acesso aos cuidados com a saúde, teste de HIV, entre outros fatores. 

As novas estimativas dos EUA foram publicadas hoje na revista científica PLoS ONE. As estimativas de incidência são baseadas em medições diretas de novas infecções por HIV com um teste de laboratório que pode distinguir infecções recentes e de longa data. 

O diretor da instituição, Thomas Frieden, disse que as infecções por HIV podem ser evitadas: 

– Ao fazer o teste, reduzindo o comportamentos de risco, e começar o tratamento, as pessoas podem se proteger e (proteger) seus parceiros. Mais de 30 anos de epidemia HIV, cerca de 50.000 pessoas neste país ainda são infectadas a cada ano. Não só os homens que têm sexo com homens continuam a ser responsáveis ​​para a maioria das novas infecções, mas jovens gays e bissexuais são o único grupo em que as infecções estão aumentando, e esse aumento é particularmente preocupante entre os negros americanos. 

Os hispânicos representam cerca de 16 por cento da população total dos EUA, mas foram responsáveis ​​por 20 por cento das novas infecções por HIV em 2009. A taxa de infecção pelo HIV entre os hispânicos em 2009 foi quase três vezes mais elevada do que a dos brancos. A taxa de infecção pelo HIV entre os homens hispânicos em 2009 foi de duas vezes e meia maior do que os homens brancos, e a taxa entre mulheres hispânicas foi mais de quatro vezes maior do que mulheres brancas. Não houve variação estatisticamente significativa na incidência de HIV 2006-2009 entre os homens hispânicos ou mulheres hispânicas.

Lésbicas e Bissexuais de SP protestam na Av.Paulista Resposta

Lésbicas e Bissexuais na Av. Paulista (Foto: Luis Cleber/AE)
Aconteceu hoje em São Paulo a 9ª Caminhada de Lésbicas e Bissexuais de São Paulo. Centenas de participanets tomaram conta da Avenida Paulista, que também será o palco da Parada Gay que acontece amanhã na cidade. 

A idéia da caminhada é um protesto contra o preconceito. 

Também acontece hoje o Gay Day, no Playcenter.

Mato Grosso do Sul desenvolve projeto de ações de combate à homofobia no ambiente prisional Resposta

O governo do estado do Mato Grosso do Sul (MS) está desenvolvendo um projeto contra a homofobia no ambiente penal. O projeto conta com ações da Secretaria Estadual de Trabalho e Assistência Social (Setas) e a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciaário (Agepen).

O objetivo é elaborar um diagnóstico sobre a violência homofóbica vivenciada pelos detentos LGBT (lésbica, gays, bissexual e transgênero), em diversos campos (familiar, social e institucional), para que possam ser definidas as intervenções necessária para a melhoria das relações humanas dentro dos estabelecimentos penais.

O projeto é coordenado pelo Centro de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia da Setas e conta com o apoio do curso de Psicologia da Universidade Federal do MS (UFMS). Na Agepen, existe uma parceria entre a Diretoria de Assistência Penitenciária e a Diretoria de Oreprações, além dos diretoras dos presídios.

Conforme o coordenador do Centro de Referência, Leonardo Ferreira Bastos, responsável pelo projeto, dentro das deliberações do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e dos Direitos Humanos de LGBT, no eixo temático de Justiça e Segurança Pública é previsto que Estado e União criem estratégias de enfrentamento da homofobia nas penitenciárias.

Leonardo ressalta que MS é o terceiro estado a realizar esse tipo de trabalho em estabelecimentos penais. Segundo ele, os estados de Minas Gerais e Pernambuco já desenvolvem ações junto à população LGBT em presídios.

Relatório aponta preconceito dos gays e héteros contra os bissexuais 1

Um novo relatório divulgado pela Comissão de Direitos Humanos de São Francisco, nos Estados Unidos, ressalta a demonização dos bissexuais por parte de lésbicas e gays, assim como a comunidade heterossexual.


Com pessoas que se referem aos bissexuais como algo que não existe, a outras que os classificam de ¨vagabundos¨, o ¨B¨ é praticamente invisível na sigla LGBT, de acordo com o relatório. 

Os bissexuais vivenciam altos níveis de rejeição, sendo discriminados, demonizados, ou até mesmo se tornam invisíveis tanto no mundo heterossexual como na comunidades de lésbicas e gays. Muitas vezes, essa orientação sexual é marcada como inválida, imoral, ou irrelevante.

Mesmo com anos de ativismo e com a maior população dentro da comunidade LGBT, as necessidades dos bissexuais ainda são inimagináveis ​​e sua existência ainda é questionada. E isto pode trazer sérias conseqüências sobre a saúde dos bissexuais, bem-estar econômico e financiamento de organizações e programas para os bissexuais, aponta o estudo.


Enquanto a bissexualidade tem sido muitas vezes considerada apenas uma ¨fase¨ que depois aponta para uma orientação estável gay ou lésbica, é também uma orientação sexual estável em si mesmo. 

Chamando os bissexuais de “maioria invisível”, o relatório cita estudos que revelam bissexuais assumidos que compõem a maior população única dentro da comunidade LGBT nos Estados Unidos. Em cada estudo, existem mais mulheres bissexuais do que lésbicas, e menos homens identificados como bissexuais do que homossexuais. 

Muitas hipóteses estão no problema da invisibilidade dos bissexuais, o relatório conclui: ¨pressupostos sobre a orientação sexual de uma pessoa com base no sexo do parceiro dele/dela; A confiança das pessoas bissexuais, assim como a honestidade e compromisso com o movimento LGBT.

Eu acredito que existam bissexuais sim, até porque o sexo é bom em todos os sentidos. Não só o sexo, mas o afeto e o amor. Acho que assim como existem aqueles que sentem atração por um sexo, existem outros que sentem atração por dois sexos. E, convenhamos, esses saem na vantagem!

Ex-modelo revela ter tido caso lésbico com a cantora Rihanna Resposta

Rihanna em cena do videoclipe Te Amo
Alguém já ouviu falar que a cantora de R&B Rihanna é homossexual? Pois bem, uma ex-modelo dos Estados Unidos conhecida (?) como Natasha Burton escreveu um livro entitulado “Low Down Dirty Shame” , algo como ¨Vergonha baixa e suja¨, em tradução livre, em que revela em detalhes sua relação amorosa com Rihanna.

Algumas fontes americanas dizem que a publicação é bem confiável, e que os detalhes do livro parecem ser bem reais.

Durante seu trabalho ¨Rated R¨, álbum de 2009, uma das músicas lançadas por Rihanna, chamada ¨Te Amo¨, trazia um videoclipe em que a cantora simula um relacionamento com uma mulher. Seria um indício de sua bissexualidade?

Confira o vídeo de Rihanna, ¨Te Amo¨:

Big Brother Brasil estreia com declarações polêmicas Resposta


A estreia da décima primeira do Big Brother Brasil foi a de maior audiência de todas as estreias das edições anteriores, e foi marcada com afirmações polêmicas.

Primeiro, foi perguntado se existe alguma mulher gay no programa, e Paula respondeu que ela é trissexual: pega homens, mulheres e gays.

A transexual Ariadna, não contou sobre sua sexualidade e disse que é hetero e pega homem. Mais tarde em uma brincadeira do jogo da verdade, pergunta se ficaria com uma mulher, Ariadna respondeu que nem bêbada isso seria possível, que ela gosta mesmo é da pegada do homem.
E isso foi só o primeiro dia do BBB. A gente aqui fica de olho.