Astro do cinema pornô gay anuncia aposentadoria Resposta

Brysen

Brysen decidiu se aposentar e se dedicar exclusivamente ao esporte.

Um dos maiores atores do cinema pornográfico gay anunciou que vai abandonar a carreira para se dedicar unicamente ao trabalho como atleta de wrestling (um tipo de luta marcial), esporte que pratica há 23 anos. Atualmente Brysen, que era da produtora Sean Cody, integra o time da Universidade de Michigan, no EUA.

“Amigos, família, fãs do meu trabalho anterior, estou super animado por ser host no primeiro evento em minha nova cidade, Los Angeles”, escreveu o ex-ator, que vem atuando como host em casas noturnas. “Não posso nem começar a dizer o quão grato estou por todas as pessoas incríveis que conheci até agora que me ajudaram a me sentir em casa”, continuou.

“Eu me afastei da indústria pornográfica para buscar outras oportunidades de emprego, então, se possível, tente manter o tópico da conversa fora do meu trabalho anterior na indústria cinematográfica adulta. Se você quiser me elogiar, isso é uma coisa, mas flertar e ser um merda só vai te colocar no seu lugar”, escreveu. Bissexual, Brysen atuava em cenas como passivo e ativo.

 

 

Jair Bolsonaro processa Marcelo Tas, por ter sido chamado de homofóbico (mas é!) e racista Resposta

Jair e Tas

Jair processa Tas e garante não ser homofóbico, nem racista

O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) está processando o aprensentador e jornalista Marcelo Tas. Pasmém, porque foi chamado de homofóbico e racista. Jair assegura que não é homofóbico.

Tas teria chamado teria atribuído essas acusações em entrevista ao programa ao Blog do Rica Perrone em 22 de julho de 2017. A ação, segundo o blog TelePadi, corre na 31a Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo e requer R$20 mil de Tas por reparação de danos morais. A ação pede que Tas pague R$10 mil a cada vez que Tas acusar Jair de racista ou homofóbico.

“Lamento que ele se junte a outros parlamentares brasileiros, de direita e esquerda, é bom notar, que não suportam a convivência com a crítica ou com quem pensa diferente deles. Temo que, com a aproximação das eleições, surjam tentativas de intimidação e censura à livre expressão. Isto só vai contribuir para tumultuar o debate a atrasar o aperfeiçoamento da frágil democracia brasileira, diz Tas.

E dispara: “É patético. Os políticos estão mais por baixo que cocô de cavalo de bandido, mesmo assim não abrem mão da blindagem do fórum privilegiado. Não aceitam opiniões contrárias. Querem viver numa redoma, rodeados apenas por quem pensa igual a eles. A atitude do Bolsonaro reforça a minha suspeita: apesar de vender a imagem de novidade na corrida presidencial, ele é um político antigo como qualquer outroÆ.

Homofóbica? (relembre os casos lendo a postagem), Joelma anuncia apresentação em boate LGBT. A casa está quase lotada 3

Joelma

Joelma, a cantora homofóbica (?), que já tentou mudar a orientação sexual de um fã (veja vídeo abaixo) e se disse contra o casamento gay, se apresentará em uma boate LGBT em Recife.

A rede social não perdoa:

Joelma Homofobia

No Instagram, os perfis dos fãs-clubes de Joelma que anunciam o show bloquearam os comentários. Apesar das manifestações contrárias, os ingressos para a apresentação estão quase esgotados. Pelo palco da boate, já passaram nomes como Gretchen, Pabllo Vittar, Lia Clark, Karol Conka e Valesca Popozuda, entre outras musas do público LGBT.

Joelma Homofóbica

Para quem não se lembra, Joelma havia declarado, em entrevista ao programa “Roberto Justus +” que acredita na recuperação dos homossexuais, comparando esse processo ao dos drogados: “É como um drogado tentando se recuperar”.

O que esses fãs LGBTs têm na cabeça? Será que a fofa vai tentar converter todos eles? Eu, hein…

Na época, Joelma se defendeu:

Então tá…

Facebook censura vídeo postado por filho de Bolsonaro, a pedido de Alckmin, onde tucano aparece com movimento LGBT Resposta

CHUVA / CAOS EM SP

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), moveu uma ação contra o Facebook para retirar do ar um vídeo postado pelo perfil atribuído ao vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) do Rio de Janeiro. Na ação, Alckmin pede que o vídeo seja excluído da rede social e que o Facebook quebre o sigilo dos dados de quem fez a postagem.

Na última sexta-feira (2), a Justiça Estadual de São Paulo negou, em caráter liminar, os pedidos de Alckmin. Mas, após Alckmin recorrer, o vídeo foi banido.

O vídeo que a Justiça excluiu, a pedido de Alckmin, foi postado em 25 de dezembro de 2017. Nele, Alckmin aparece celebrando a criação do secretariado de diversidade tucana, uma instância dentro do PSDB voltada para a discussão de políticas públicas voltadas para a comunidade LGBT. O vídeo foi editado e mescla momentos em que Alckmin aparece discursando com fotos de manifestações promovidas por integrantes da comunidade LGBT.

Junto ao vídeo, o perfil, claro, critica Alckmin. “Como se não bastasse estar metido na Lava-Jato e tantos outros escândalos de corrupção, mais esta do candidato que querem induzi-lo (sic) a acreditar que é de centro-direita, mas em conluio com a militância que você já conhece. Este que a mídia diz que ganhará as eleições de 2018”.

Para o advogado Fábio de Oliveira, que defende Alckmin, o vídeo dele com ativistas tucanos LGBTs ridicularizaria o candidato à Presidência do Brasil.

O Facebook retirou o vídeo, alegando que ele fere os padrões da comunidade. A decisão aconteceu, mesmo depois de a Justiça de São Paulo negar, em caráter provisório, ter liberado o vídeo.

Na tarde da última segunda-feira, Carlos Bolsonaro utilizou sua conta no Twitter para acusar o Facebook de retirar o vídeo do ar. Ele aproveitou a postagem para publicar o vídeo novamente.

Informações: UOL

Após casamento gay, homofobia cresce assustadoramente na França 1

franca

As queixas de atos de homofobia aumentaram 78% em 2013 na França, em relação ao ano anterior, de acordo com um relatório da associação francesa SOS Homofobia. A organização avalia que a alta é uma consequência dos debates sobre a legalização do casamento entre casais homossexuais, aprovada em 2013 pelo Parlamento.

“Nos últimos 20 anos, as denúncias de homofobia recebidas pela nossa associação só aumentaram. Mas esse número literalmente explodiu em 2013”, afirma o documento, que relata 3.500 casos.

Os atos de discriminação incluem insultos recebidos na internet, no ambiente profissional ou na rua (39%), e ameaças ou agressões físicas (6%). A cada dois dias, uma agressão física foi registrada pela associação no território francês, um aumento de 54% em relação a 2012.

A SOS Homofobia percebeu também uma “explosão” do número de agressões verbais realizadas através da internet – eram 656 casos em 2012 e foram 1.723 ocorrências em 2013. O número de queixas de atos homofóbicos feitos no ambiente escolar subiu 25%.

Efeito colateral

“Nós comemoramos a aprovação da lei sobre o casamento para todos e todas, um novo passo em direção à igualdade. Mas essa vitória deixou um gosto amargo”, diz a entidade, segundo a qual “os argumentos” pronunciados pelos opositores ao casamento homoafetivo, durante os debates sobre o assunto, “legitimaram os insultos e as violências homofóbicas”. Na época, centenas de milhares de franceses religiosos e conservadores foram às ruas para protestar contra a aprovação da lei.

A associação destaca que, para muitos homossexuais ou transsexuais, a homofobia faz parte do cotidiano, como receber cartas anônimas ofensivas de vizinhos ou ouvir frases desrespeitosas na rua. “Em duas ocasiões, uma vizinha já me disse que todos os gays deveriam ter aids e que seria melhor para mim se eu gostasse de mulher”, relatou o parisiense Antonin, à ONG.

Opinião

O casamento homoafetivo foi uma grande conquista dos franceses. Resta ao governo fazer programas educativos e punir com rigor os casos homofônicos e transfóbicos.

*Com informações da RFI

Felipão se declara a favor do casamento gay Resposta

Felipão

Técnico da Seleção Brasileira, Felipão foi o primeiro convidado do novo “Fantástico” (Rede Globo) e falou sobre futebol, claro, e sobre assuntos polêmicos, como o casamento gay. No vídeo da página do Fantástico não aparece ele falando sobre o tema, mas tem uma matéria, na qual ele diz o seguinte sobre casamento gay: “Eu acho que cada um escolhe a sua opção. Se é feliz tendo uma outra pessoa do mesmo sexo ao lado, seja feliz”.

Não é opção, Felipão, mas os LGBTs agradecem o apoio de um dos homens mais influentes do Brasil ao casamento gay.

Rio sem homofobia capacita policiais para apoio à comunidade LGBT Resposta

Desde junho de 2013, mais de 3,2 mil policiais do Estado do Rio estão aprendendo a acolher melhor a comunidade LGBT tanto nas delegacias quanto nas ruas. O programa estadual Rio Sem Homofobia vem tentando mudar o perfil de atendimento a este público na Jornada Formativa de Segurança Pública e Cidadania LGBT. No total, até o fim do ano, cerca de 8 mil policiais vão passar pelo curso, que está sendo ministrado em todas as Áreas Integradas de Segurança Pública (AISPs), pelo coordenador do programa, Claudio Nascimento, além da equipe dos quatro Centros de Cidadania LGBT no Rio.

Esta é a segunda edição da jornada, que já foi realizada entre 2009 e 2011, e formou mais de quatro mil policiais. De acordo com Nascimento, a iniciativa pioneira no estado, que visa garantir os direitos dos homossexuais, surgiu da necessidade de melhorar a formação dos servidores públicos.

– Trabalhamos os direitos e a cidadania, as práticas respeitosas e cidadãs de atendimento, além das principais demandas do público – afirmou Nascimento.

São realizados, em média, seis encontros mensais da Jornada, nos batalhões e delegacias de todo o estado. Até dezembro, ainda serão realizados cerca de 70 encontros. Na Academia Estadual de Polícia (Acadepol), serão nove encontros. O aluno da Diogo Sobral Cunha acredita que o curso serve para ampliar e reforçar o conhecimento que os aspirantes a policiais civis já recebem nas aulas de direitos humanos durante seis meses.

– A minha turma tem 48 alunos e isso é unanimidade. Todos acham que essas aulas são muito importantes para garantir os direitos da comunidade LGBT. Nós já aprendemos muito nas aulas de direitos humanos – disse o aluno.

Fonte: O Fluminense

Projeto de lei anti-homofobia empaca no Rio de Janeiro e preocupa LGBTs Resposta

O presidente do Grupo Arco-Íris, Julio Moreira, e seu companheiro, Clayton Alexandre Cassiano / Agência O Globo

O presidente do Grupo Arco-Íris, Julio Moreira, e seu companheiro, Clayton Alexandre Cassiano / Agência O Globo

 

Um dos primeiros estados do Brasil a estender aos companheiros homossexuais de servidores estaduais os direitos sobre pensão e previdência reservados aos héteros, o Rio de Janeiro está no meio de um impasse que deixa desprotegidas as minorias sexuais. Tramita há sete meses na Assembleia Legislativa, sob forte oposição da bancada religiosa fundamentalista, um projeto de lei estadual para punir estabelecimentos públicos e privados que discriminarem pessoas em função de sua orientação sexual.

Apresentado ano passado pelo então governador Sérgio Cabral, o PL 2054/2013 quer substituir a lei 3.406, de autoria de Carlos Minc, que vigorou de 2000 a 2012 e foi considerada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça numa ação patrocinada por grupos ultraconservadores. A decisão se ateve a um tecnicismo: como a lei previa punições a servidores públicos em caso de manifestações de homofobia, ela deveria ter partido do Executivo.

Os defensores da proposta atualmente em tramitação na Assembleia argumentam que a aprovação de uma lei estadual é fundamental para reforçar o combate à discriminação nos 92 municípios fluminenses. Entre as alegações está o fato de não existir ainda uma legislação de maior abrangência, em âmbito federal, que puna a discriminação contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros. O texto do projeto apresentado na Alerj prevê advertência e multas, que vão de 50 Ufirs (R$ 127) a 50 mil Ufirs (R$ 127 mil), a estabelecimentos que barrarem ou constrangerem em função de orientação sexual, além de cassação de alvará, em caso de reincidência.

Mudança para agradar a evangélicos

Depois de passar pelas comissões e de receber nada menos que 117 emendas ainda no ano passado, o projeto ganhou um defensor de peso: o próprio deputado Minc (PT-RJ), autor da lei original invalidada. Ele critica o pesado lobby religioso no Legislativo estadual e já cogita até fazer concessões, incluindo no texto punições para discriminação religiosa ou étnica.

— Quando a lei original foi derrubada pela Justiça, o argumento era de que, como definia punições também para o funcionário público que discriminasse, a iniciativa tinha que ser do Executivo. Por isso o ex-governador Sérgio Cabral reapresentou o texto. Agora, no entanto, o problema é político. Há muitos deputados evangélicos que não querem a aprovação — critica.

Para Júlio Moreira, presidente do Grupo Arco-Íris, que milita pelos direitos civis de minorias sexuais, a expectativa é grande pela aprovação da proposta. Ele crê que o projeto faz justiça à antiga lei suspensa, uma das primeiras aprovadas no país, de caráter “educativo e de cidadania”.

— A proposta em tramitação agora mostra que é preciso acolher a todos, em qualquer espaço público. Ela não leva em conta um viés econômico, que trata de poder de consumo, mas aborda a questão da cidadania, educando mais do que punindo — pondera o ativista, que diz, no entanto, estar temeroso: — Neste momento de pré-eleição, acho muito difícil que o projeto seja aprovado, uma vez que existe um forte cenário de barganha política. Como é um tema delicado, não deve passar neste momento.

O coordenador do programa estadual Rio Sem Homofobia, Cláudio Nascimento, discorda: ele afirma crer que há chances de o projeto ser aprovado na Casa. Nascimento admite existirem fortes obstáculos em função do alto número de emendas apresentadas, que acabaram atrasando a tramitação. No entanto, o ativista observa que os acréscimos e as modificações e não partiram de um número muito amplo de parlamentares.

— Tudo é possível, mas estou confiante. É fundamental a aprovação da nova lei. Hoje, para se ter ideia, 40% das denúncias que chegam para nós no Rio Sem Homofobia são de discriminação por orientação sexual. Contamos com a sensibilidade da Assembleia. Não estamos inventando nada, a lei existiu por 12 anos — lembra.

‘Eu voto contra’, diz opositora da ideia

Se depender de uma ala considerável da Alerj, no entanto, os obstáculos serão mesmo grandes. A própria vice-presidente da Comissão de Combate à Discriminação e Preconceitos de Raça, Cor, Etnia, Religião e Procedência Nacional, Rosângela Gomes (PRB), defende a derrubada da matéria. Ela chegou a participar, no final do mês passado, de uma reunião na Alerj que discutiu o projeto, a convite do deputado Carlos Minc, presidente da mesma comissão, mas se retirou logo no início do encontro. A parlamentar alega que, apesar de ser contra qualquer tipo de discriminação — “a índios, negros, mulheres ou pessoas pela sua orientação sexual” —, sua formação conservadora não lhe permite apoiar a iniciativa:

— A gente tem que respeitar a posição dos proprietários de estabelecimentos comerciais, que não são obrigados a receber dois homens se beijando. Eu voto contra. Que eu saiba ainda não existe o terceiro sexo. Não tenho nada contra a pessoa, mas a minha visão conservadora é essa.

Quem faz coro é o deputado Flávio Bolsonaro (PP), filho de Jair Bolsonaro, um dos mais conhecidos representantes do ultraconservadorismo na Câmara dos Deputados, em Brasília. Segundo ele, não há diferença entre discriminar um gay ou um hétero num estabelecimento aberto ao público, como um restaurante. Para o deputado estadual, o que os militantes querem é levantar uma bandeira ideológica e política:

— Não é uma bandeira social, é palanque político. Os militantes ficam querendo justificar seus salários bancados pelas ONGs que vivem disso (defender os homossexuais). A pessoa que agride tem que ser responsabilizada independentemente da sexualidade de quem é agredido.

Opinião

Está na Constituição que todos devem ser tratados da mesma maneira, então é um verdadeiro absurdo um estabelecimento comercial permitir que casais heterossexuais se beijem e troquem carícias e casais homoafetivos não. Isso é discriminação. Como pode a vice-presidente da Comissão de Combate à Discriminação e Preconceitos de Raça, Cor, Etnia, Religião e Procedência Nacional defender uma coisa dessas. Claro que pode, a comissão não trata, pelo menos no nome dela não consta ORIENTAÇÃO SEXUAL e IDENTIDADE DE GÊNERO. Rosângela Gomes é negra, imagina se um estabelecimento impedisse os negros de entrarem lá só por causa da cor de suas peles? Vamos enviar uma mensagem, via Twitter, para a deputada, protestando? O twitter dela é @rosangelasgomes. O email dela é rosangelagomes@alerj.rj.gov.br

Já o Flávio Bolsonaro é um caso perdido, nem adianta mandar mensagem para ele.

Não se trata de opinião conservadora, mas de direitos humanos, é lamentável que algumas pessoas ainda vejam os LGBTs como aberrações.

Então quer dizer que um casal homoafetivo não pode demonstrar carinho em público, pois pode ser expulso de um estabelecimento comercial no Rio de Janeiro? É bom lembrar que a cidade do Rio é um dos destinos mais procurados por LGBTs, a cidade perderá turistas e consequentemente, dinheiro, se o PL 2054/2013 não for aprovado.

Com informações do jornal O Globo

#Clanessa: ‘Vou dar presente no Dia dos Namorados para Vanessa’, revela Clara Resposta

Vanessa e Clara participam do programa Altas Horas deste sábado (Foto: TV Globo/Altas Horas)

Vanessa e Clara participam do programa Altas Horas deste sábado (Foto: TV Globo/Altas Horas)

 

No sábado, 19/04, o casal Clanessa participa do programa Altas Horas e comenta que tipo de relação elas têm. “Eu nunca vivo de rótulos. A gente tem uma amizade colorida”, afirma a campeã do Big Brother Brasil 14.

Clara faz questão de salientar que a relação delas não precisa ter um rótulo e que o importante é que o sentimento existe. Mesmo sem assumir nada, ela revela: “Eu vou dar um presente no Dia dos Namorados para Vanessa”.

Segundo a terceira colocada no reality, ela e Vanessa estão sofrendo muita pressão para assumir o namoro e está dificultando muito as coisas. “Está muita pressão em cima da gente e assim não vai rolar de jeito nenhum”, comenta.

Durante o programa, Clara também explica o fim de seu casamento com o francês Fabien. “A gente está dando um tempo, porque foi muita informação tanto para ele, quanto para mim, mas continuamos amigos”, afirma.

A sister ainda reconhece que o ex-marido passou por maus bocados enquanto ela estava dentro da casa. “Acho que ele aguentou a barra bem forte aqui fora e eu fiquei bem orgulhosa, mas preciso focar na minha carreira e ele também tem que cuidar dos seus negócios”, ressalta.

O Altas Horas com Cauã Reymond também terá as participações de Clara, Vanessa, Fernando & Sorocaba, João Neto & Frederico e Cesar Menotti & Fabiano. O programa vai ao ar no sábado, logo após o Zorra Total.

Violência aumentou após fim da lei contra homofobia no Rio Resposta

De acordo com o deputado Carlos Minc, um novo projeto de lei com o mesmo teor da lei 3.406 foi apresentado pelo governador Sérgio Cabral, porém, a discussão está parada na Alerj. O deputado diz que o projeto já recebeu mais de cem emendas de pessoas contrárias à causa LGBT

De acordo com o deputado Carlos Minc, um novo projeto de lei com o mesmo teor da lei 3.406 foi apresentado pelo governador Sérgio Cabral, porém, a discussão está parada na Alerj. O deputado diz que o projeto já recebeu mais de cem emendas de pessoas contrárias à causa LGBT

A derrubada da lei estadual 3.406-2000, que define penalidades a estabelecimentos que discriminem pessoas por causa da orientação sexual, pode estar relacionada ao aumento da violência sofrida por lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis e transgêneros. O tema foi discutido em audiência pública na última quinta-feira (20/03), promovida pela Comissão de Combate às Discriminações e aos Preconceitos de Raça, Cor, Etnia, Religião e Procedência Nacional da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

De acordo com o presidente da comissão, deputado Carlos Minc, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) revogou a lei em outubro de 2012 por vício de iniciativa, depois de ela “funcionar muito bem” por 12 anos.

— A lei [definia] discriminação [e estabelecia] que agentes públicos que se omitissem [sobre o assunto] seriam punidos. Houve recurso por vício de iniciativa, porque deputado não pode legislar sobre funcionário público. O Tribunal de Justiça acatou a representação, mas não anulou só o artigo que falava de funcionário público. Aproveitaram um pouco de desinformação, e também conservadorismo da nossa justiça, e passaram o cerol em toda a lei.

O superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Claudio Nascimento, que também coordena o Programa Rio sem Homofobia, lembra que no ano passado houve 20 casos de assassinatos de pessoas vítimas de preconceito sexual no estado, e neste ano já houve sete.

— Temos uma situação concreta de discriminação e preconceito. Tem um sistema ideológico muito estruturado que vem conseguindo gerar esses níveis de violência. Estamos disputando esse debate na sociedade, mas a gente sabe que com o aumento do fundamentalismo religioso e político, o conservadorismo da sociedade, a ideia de limpeza moral, tudo isso contribui [para a violência homofóbica].

O presidente do Grupo Arco Íris, que organiza a Parada Gay do Rio de Janeiro, Júlio Moreira, lembra que a luta contra a homofobia também foi derrotada no Congresso Nacional.

— Estamos num cenário político muito delicado, pela experiência que nós tivemos com o PLC 122 [Projeto de Lei da Câmara que criminaliza a homofobia], projeto que recebeu tantas emendas [que], no final, não passou. Então a gente precisa refletir sobre o que a gente quer. A gente precisa mostrar que a gente tem força.

Para o estilista Carlos Tufvesson, responsável pela Coordenadoria Especial de Diversidade Sexual da prefeitura, as casas legislativas têm sido omissas com relação à homofobia e outras intolerâncias.

— Nós nunca matamos tanto negros, homossexuais, mulheres, nunca tivemos tantos crimes de intolerância religiosa. Estamos nos tornando um país intolerante. O dado de aumento de 47% dos crimes de ódio foi publicado em junho e desde então nenhuma política pública foi adotada. A gente está vivendo um verdadeiro holocausto de cidadania no nosso país. Tudo que a gente constituiu e lutou está sendo destruído.

O vereador de Niterói Leonardo Jordano disse que não é possível dizer que a ausência de lei específica cause diretamente o aumento da violência homofóbica, mas há uma relação de causa e efeito entre os dois tópicos.

— O descumprimento de leis é feito seletivamente, há diversas leis sendo descumpridas e só a [que ataca problemas ligados ao movimento] LGBT foi revogada. O movimento LBGT está sob ataque, a lei estava pacífica, consolidada. Tivemos conquistas importantes nas décadas de 1990 e de 2000, mas agora a gente vive um momento em que se busca andar para trás, os caras estão indo para a agressão. As denúncias são desmoralizadas, o debate é desqualificado, para manter no gueto a comunidade LGBT. É uma população que não pode amar em público e os outros vêm falar que [uma lei] seria criação de privilégios.

De acordo com Minc, um novo projeto de lei com o mesmo teor da lei 3.406 foi apresentado pelo governador Sérgio Cabral, porém, a discussão está parada na Alerj. O deputado diz que o projeto já recebeu mais de cem emendas de pessoas contrárias à causa LGBT.

Fonte: Agência Brasil

Opinião

É bom lembrar que o pré-candidato ao governo do estado do Rio de Janeiro, senador Lindbergh Farias (PT), votou contra o PLC 122. Outro pré-candidato, deputado federal Anthony Garotinho (PR), faz parte da bancada fundamentalista do Congresso Nacional. O pré-candidato que tem o apoio do governador Sérgio Cabral é o seu vice, Luiz Fernando Pezão.

Informe Urgente PNE – Mobilização – audiência pública na Câmara dia 25/02, às 14h Resposta

PNE

 

Pessoas LGBT e Aliadas,

Na próxima terça-feira (25), haverá uma audiência pública na Câmara dos Deputados para debater o Plano Nacional de Educação (PNE).

http://www.camara.gov.br/internet/ordemdodia/integras/1230710.htm

http://www.camara.leg.br/internet/ordemdodia/ordemDetalheReuniaoCom.asp?codReuniao=35227

Já tem 20 entidades inscritas para falar na audiência. As entidades precisam falar de forma objetiva o que querem, segundo informou a deputada Fátima Bezerra.

Há muitos problemas com a proposta do PNE do Senado (vejam os anexos). A ideia é rejeitarmos as propostas do Senado no que tange a conteúdos.

O primeiro talvez seja a modificação proposta para o inciso III do Artigo 2º. Querem retirar as especificações de formas de discriminação, deixando genérico.

Também o machismo, não querem flexão de gênero (ex. o/a professor/a) – querem tudo no masculino.

Proposta da Câmara Proposta do Senado, feita pelos fundamentalistas
III – superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual;
III – superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação;

V – formação para o trabalho e para a cidadania;
V – formação para o trabalho e para a cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos em que se fundamenta a sociedade;

Abaixo e em anexo está a comparação da versão da Câmara com a versão do Senado.

Observações:

Marcações em amarelo foram consideradas mudanças de mérito em relação ao texto da CD.

Marcações em vermelho foram consideradas inovações em relação ao texto da CD.

Marcações em azul foram consideradas alterações de redação.

Em vários dispositivos o texto da CD também está marcado com cores para facilitar a visualização/compreensão das alterações realizadas.

Síntese das modificações no PNE conforme relatório do Dep. Vanhoni:

http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-temporarias/especiais/54a-legislatura/pl-8035-10-plano-nacional-de-educacao/documentos/outros-documentos/sintese-das-alteracoes-do-sf-19-02-14-atualizado

Quadro comparativo entre as versões do Senado e da CD:

http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-temporarias/especiais/54a-legislatura/pl-8035-10-plano-nacional-de-educacao/arquivos-destaque/quadro-comparativo-substitutivos-da-camara-e-do-senado-consultores

Dia 12/03/2014, o deputado Vanhoni apresentará o relatório final do PNE.

Deverá ser votado no plenário da Câmara na segunda quinzena de março ou na primeira quinzena de abril, mesmo que haja pedido de vistas.

Vamos nos mobilizar para que tenhamos um Plano Nacional de Educação que contemple as necessidades todos e todas.

Toni Reis

Secretário de Educação da ABGLT

Titular do Fórum Nacional de Educação

Titular do Fórum Municipal de Educação de Curitiba

Suplente do Fórum Estadual de Educação do Paraná.

Mães pela igualdade protestam no Rio contra assassinatos por homofobia Resposta

A manifestação na Cinelândia, no Rio, pediu a criminalização da homofobia e os manifestantes denunciam que os assassinatos de homossexuais são sempre extremamente violentos e agressivos (Crédito: Agência Brasil)

A manifestação na Cinelândia, no Rio, pediu a criminalização da homofobia e os manifestantes denunciam que os assassinatos de homossexuais são sempre extremamente violentos e agressivos (Crédito: Agência Brasil)

O grupo Mães pela Igualdade  reuniu-se, no dia 31 de janeiro, na escadaria da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, na Cinelândia, centro da cidade, para protestar contra os assassinatos de 39 pessoas por crime de homofobia somente em janeiro.  Com cartazes e uma enorme bandeira com as cores do arco-íris, os manifestantes exigiram a criminalização do ódio contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros (LGBTs). Uma das integrantes do grupo, composto por mães de pessoas LGBTs, Georgina Martins, explicou que este foi o primeiro ato que elas organizaram desde a criação do movimento, em 2011.
“É um absurdo que, em menos de um mês, 39 assassinatos de pessoas LGBTs. Queremos que o crime de homofobia seja tipificado como crime e sairemos para a rua com mais frequência”, disse ela, ao informar que a prefeitura vai disponibilizar um espaço para servir de sede para atendimento para pais e mães que têm dificuldade para aceitar a condição sexual dos filhos ou que precisam de apoio. O filho de Georgina, Camilo Martins, explicou que os assassinatos são sempre extremamente violentos e agressivos. “A gente fica muito mexido com isso, pois a pessoa não leva um tiro, ela é enforcada, apedrejada, morta a facadas, então realmente é muito ódio, muita frieza, que não dá para entender”, disse.

O blogueiro Sérgio Viula e ativista da causa LGBT  contou sobre casos em que as vítimas tiveram o pênis cortado e objetos penetrados nos orifícios tanto de homens quanto de mulheres. “Alguns foram violentados antes, estrangulados, são coisas bem chocantes”, narrou.

Dados coletados por integrantes do Grupo Gay da Bahia (GGB) apontam que  o Brasil concentrava 44% de todas os casos de homofobia letal no mundo em 2013. “Os números superam os de países que tem leis que perseguem homossexuais, como Uganda, Nigéria e Rússia”, ressaltou Viula.

Para o casal Fernanda de Moura e Gisleide Gonçalves que passava pela manifestação e decidiu permanecer com o grupo, a maioria das práticas de preconceito não mata, mas são extremamente danosas. “Não é só a questão do assassinato, é o dia a dia. Os olhares, as piadas, a mídia. Claro que o pior é quando acaba com assassinato, mas não é só isso que sofremos cotidianamente”, declarou Gisleide, que é diretora de escola. “Precisamos de investimento em educação, como formação de professores onde abram o debate sobre a questão da sexualidade dentro da escola, tem que começar na base”.

Para Kelly de Mendonça Bandeira, que é mãe de um rapaz homossexual de 23 anos, é preciso conscientizar também as famílias contra o preconceito. “Como mãe que já foi preconceituosa, estou aqui justamente dizendo que o amor transforma, de verdade. Quando meu filho me contou eu não aceitei, mas o amor me transformou”, disse.

O advogado Sérgio Roque passava pela Cinelândia e parou para ler os cartazes. “Acho importante, pois é uma forma de denunciar o que está acontecendo e cobrar políticas públicas sociais que possam agregar, incluir e conscientizar e pressionar a Justiça a receber esses casos e punir com rigor”, disse.

Fonte: Agência Brasil

SUS começa a fazer registro de violência contra LGBTs este mês Resposta

SUS

O Sistema Único de Saúde (SUS), vai começar a registrar casos de violência contra a população LGBT em prontuários de atendimento a partir deste mês. A iniciativa tem como objetivo ampliar a notificação de casos de homofobia e transfobia no país a fim de futuramente subsidiar políticas públicas de prevenção e combate à violência sofrida por gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros. As informações são do Ministério da Saúde.

Essa foi uma iniciativa da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual/CEDS-RIO através do decreto 35816 assinado pelo prefeito Eduardo Paes no dia 28 de junho de 2012. Através de ofício entregue em mãos, foi solicitado ao ministro da saúde Alexandre Padilha que essa norma fosse federal e que no relatório SINAN constasse o item homofobia ( o que também está sendo feito, pois quando a solicitação foi feita, o decreto era na categoria outros).

Para a realização do registro, todas as fichas de atendimento das unidades de saúde vão ganhar um campo especial para a notificação de ocorrências, que deverão ser preenchidas com o nome social (caso houver), a identidade de gênero e a orientação sexual do paciente.

O registro de casos de violência contra LGBTs pelo SUS tem início seis meses após a divulgação de um relatório sobre violência homofóbica feito pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. De acordo com o documento, no período de um ano, as denúncias de agressões e crimes motivados por homofobia aumentaram 166% no país, subindo de 1.159 casos em 2011 para 3.084 em 2012.

Segundo o relatório, jovens entre 15 e 29 anos figuram entre os mais vulneráveis à violência e representam 61% das vítimas em casos registrados de discriminação. A principal queixa, que aparece em 83% das ocorrências, é a de violência psicológica, uma vez que são alvos de humilhações, hostilizações e ameaças, calúnia, injúria e difamação.

Para a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, a alta incidência de casos registrados reflete maior reconhecimento social em relação a tal tipo de discriminação, o que consequentemente induz à denúncia.

A iniciativa faz parte da disseminação de um projeto piloto integrado ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), que registra casos de violência contra crianças, adolescentes, mulheres e idosos desde agosto de 2013, nos estados de Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul.

*Com informações do Mix Brasil

Joey Barton é indicado a ‘Oscar Gay’ na Inglaterra por sua campanha contra a homofobia no futebol Resposta

Joey Barton

Joey Barton

Joey Barton, o meia do Queens Park Rangers, foi indicado para o ‘Oscar Gay’ distribuído anualmente pela revista Out in the City, voltada para o público LGBT. O motivo da indicação é a forte participação de Barton em campanhas para erradicar o preconceito no futebol.

Barton apareceu entre os finalistas na categoria ‘Straight Ally of the Year‘ (Aliado Hétero do Ano). O vencedor será conhecido em uma grande festa de gala no dia 25 de abril, em um hotel em Londres.

“O trabalho de Joey Barton para acabar com a homofobia no futebol é memorável, então não é nenhuma surpresa que ele esteja entre os indicados. Espero que outros jogadores sigam o seu exemplo,” disse a organizadora do evento, Linda Riley.

No ano passado, Joey Barton esteve a frente de uma campanha ao lado da rede de apostas Paddy Power para levantar atenção para a causa.

“Os burocratas são responsáveis por não tomarem uma atitude mais enérgica para acabar com o problema. Vivemos uma democracia bastante liberal e é incrível que nós ainda precisemos ter esse tipo de conversa em pleno 2013. O jogador de futebol moderno tem a mente bem aberta, eu acho. A sexualidade das pessoas é um problema cada vez menor. Espero que um grnade número de jogadores nos apoiem,” declarou Barton ao jornal Metro em setembro.

*Com informações da Goal

Feliz 2014 Resposta

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O blog deseja a todas e todos os leitores um 2014 repleto de amor, paz, saúde, sexo com camisinha, Luz e respeito aos direitos humanos.

Que nos lembremos dos Felicianos, Maltas e Dilmas na hora de votarmos.

O blog deseja, também, um ano menos transfóbico e homofóbico, sem agressões e assassinatos. Viva a diversidade, viva a liberdade de ser quem é. Viva o sonho de um mundo mais justo para todos.

Feliz 2014 e obrigado por acompanhar o blog. Que possamos estar juntos no Ano-Novo!

Luto, mas a luta continua Resposta

Luto

Hoje o PLC 122/06 seria votado na Comissão de Direitos Humanos do Senado, no entanto, ontem, o requerimento de apensamento do PLC, proposto pelo senador Eduardo Lopes (PRB-RJ), foi aceito por 29 votos a favor e 12 contra. Na prática, isto significa o fim do projeto.

Morreu ontem (17/12) no Senado o PLC 122/06, que criminalizaria a homofobia. Venceram os fanáticos religiosos, venceu a ignorância. Perdeu o Brasil, que deveria ser laico e proteger todos os seus cidadãos. Mas não morreu o meu sonho por um Brasil justo e igual para todas e todos. Eu acredito que isso seja possível. A luta continua e dias melhores virão.

É importante deixar claro que o Governo Federal pouco se movimentou para que o PLC 122/06 fosse aprovado, pelo contrário, ele se curva as vontades e caprichos da bancada fundamentalista do Congresso Nacional.

Importante informação do Coordenador Nacional LGBT da Secretaria de Direitos Humanos da Presidencia da República e Presidente do Conselho Nacional LGBT, Gustavo Bernardes, postado no Facebook hoje:

“Queridas/os Companheiras/os de Luta.

“Ao contrário do noticiado pela imprensa, TODAS as expressões como “orientação sexual”, “identidade de gênero” e “gênero”, foram RETIRADAS do rol de crimes e qualificadoras que perpassam o código penal. O relator, senador Pedro Taques, acolheu as 10 emendas do senador Magno Malta e uma do senador Vital do Rêgo, nos termos seguintes:

“‘No art. 75, e ainda em vários outros dispositivos do Substitutivo preliminar, excluímos as referências a ‘gênero’, ‘identidade de gênero’, ‘identidade sexual’, ‘opção sexual’ ou ‘orientação sexual’. Aqui seguimos os fundamentos de emendas oferecidas pelo Senador MAGNO MALTA (Emendas nºs 755, 756, 757, 758, 760, 761, 762, 763 e 764) e VITAL DO RÊGO (Emenda n. 809). Tais expressões não encontram definição consensual na doutrina nem constam de nossa tradição legislativa. Conforme argumenta o Senador em suas emendas, há vasta literatura que denuncia o uso de tais conceitos mais como uma “ideologia de gênero” do que propriamente como uma “política de gênero”. O 296 conceito de gênero foi inicialmente introduzido no ambiente político pela Conferência de Pequim de 1995, que o adotou como sinônimo de sexo. Depois tal conceito passou a significar também auto-percepção que cada ser humano tem de sua própria sexualidade, o que pode não coincidir com a sexualidade biológica. Essa perspectiva conceitual já deixaria os dispositivos penais muito abertos. É necessário maior amadurecimento dessa discussão antes que tais conceitos possam ser incorporados à legislação. A supressão foi feita, portanto, nos seguintes dispositivos: art. 75, III, n; art. 121, I; art. 129, §7º, III; art.143, §1º; art. 249, III; art. 478; art. 479; art. 480; art. 481, I, c; e art. 486.’”

A mesa diretora do Senado não liberou os votos mas o pastor Silas Malafaia liberou. Vejam como votaram os senadores:

Voto

Lista oficial de votação divulgada agora pela mesa diretora do Senado:

Lista Oficial

Falta de acordo no Senado trava avanço de lei que criminaliza homofobia Resposta

Manifestante levanta cartaz a favor dos direitos dos homossexuais em Comissão de Direitos Humanos do Senado José Cruz/Agência Senado

Manifestante levanta cartaz a favor dos direitos dos homossexuais em Comissão de Direitos Humanos do Senado José Cruz/Agência Senado

O projeto de lei que torna crime a discriminação ou o preconceito pela orientação sexual e identidade de gênero foi retirado da pauta da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado nesta quarta-feira (20). O substitutivo, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) não agradou as lideranças evangélicas.  “Um dos argumentos que ouvi aqui hoje foi de que uma celebração religiosa pode ser realizada em um ginásio de esporte, que não é um templo. Nesse caso, como é que fica? Eles querem que fique mais clara essa questão – explicou, ao reafirmar sua disposição ao diálogo”, disse.

Paim disse já ter realizado diversas conversas para a elaboração do substitutivo, tanto com entidades religiosas como com grupos do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros). Para agradar os evangélicos, ele já alterou, por exemplo, o artigo que torna crime “impedir ou restringir a manifestação de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público”, incluindo ressalva para que seja “resguardado o respeito devido aos espaços religiosos”.

A tentativa de votar o texto na Comissão hoje foi marcada por manifestações de deputados da bancada evangélica e de representantes de igrejas, medida que não foi suficiente para o entendimento.

A senadora Ana Rita (PT-ES), presidente da Comissão, disse que buscará promover o entendimento, para que o projeto seja aprovado ainda este ano. Já senador Magno Malta (PR-ES), membro da bancada evangélica, afirma que o texto atual “não contempla ninguém” com interesse na questão. “Acompanhamos o esforço do senador Paim. Realmente, não é matéria fácil. Nem vou entrar no mérito, mas não podemos deixar um legado infame para as gerações futuras. Queremos um texto que trate de tolerância e não de intolerância”, disse.

Já Gustavo Bernardes, representante do Conselho Nacional LGBT, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, considera que o substitutivo é fruto de entendimento, onde cada setor cedeu um pouco, e deve ser votado, para que o país possa ter uma legislação de proteção às minorias. “Apesar de, em 2012, terem sido registrados 310 assassinatos motivados por homofobia no Brasil, ainda há setores que se negam a reconhecer que exista violência contra a população LGBT”, frisou.

Fonte: Último Segundo, com Agência Senado

Que país é esse? (parafraseando Legião Urbana) Resposta

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Que país é esse onde uma COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS tomou para si como única finalidade buscar retirar/cercear direitos das minorias? Que país é esse onde se pretende submeter um direito inalienável do ser humano, que é o direito ao amor e a constituição de um núcleo familiar pautado neste amor, a um plebiscito? Matéria já devidamente julgada e aprovada, por unanimidade pelo STF  (Supremo Tribunal Federal) e pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça)! Direito adquirido! Já imaginaram qual teria sido o resultado de um plebiscito em 1888, para decidir sobre a Abolição da Escravidão? Como se submete a um plebiscito um direito de uma minoria, oprimida pela maioria? E o irônico é que quem propõe isso é exatamente a instância pensada para defendê-la! E, finalmente, que país é este em que, com muita justiça, a presidente da República se empenha pessoalmente para libertar uma brasileira oprimida no exterior mas não se manifesta, nem uma única palavra, em favor de uma minoria oprimida dentro do seu próprio país? A Comissão de Direitos Humanos do Senado retira da pauta, mediante pressão dos fundamentalistas da Câmara, a votação do PLC 122/06 exatamente no dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra… E a consciência dos senadores, como fica?

Fonte: diversidade100fronteiras

Movimento LGBT faz protesto contra a homofobia e Feliciano em Maricá (RJ) Resposta

O feriado de Proclamação da República amanheceu no Centro de Maricá (RJ) com um protesto do Movimento LGBT  contra a homofobia e, aproveitando a vinda do presidente da comissão de Direitos Humanos da Câmara, o Deputado e Pastor Marco Feliciano à cidade, o grupo também proclamou que o mesmo não os representam.

Cartazes foram colocados em forma de protesto contra a homofobia. (Foto: João Henrique | Maricá Info)

Cartazes foram colocados em forma de protesto contra a homofobia.
(Foto: João Henrique | Maricá Info)

Marco Feliciano, que é pastor evangélico e deputado federal, tem causado muita revolta acerca de suas colocações sobre a homossexualidade e já foi acusado de ser homofóbico e racista em suas pregações e postagens em sua conta na rede social Twitter.

Ele estará em Maricá justamente nesta sexta-feira (15) em uma igreja evangélica no bairro Parque Nanci, onde haverá um culto com a presença de pastores da cidade e cantores gospel.