Homofobia será tema de enredo de escola de samba em São Paulo Resposta

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O engajado Grêmio Recreativo Cultural e Beneficente Escola de Samba Em Cima da Hora Paulistana, de volta ao Carnaval após dois anos de afastamento, já abordou enredos sobre as cotas universitárias para os menos favorecidos e o preconceito racial, definiu o tema que irá embalar a sua próxima a apresentação: homofobia

Para disputar o título do grupo 4, organizado pela União das Escolas de Samba Paulistanas, Uesp, na Vila Esperança, a “Coruja do Samba”, comandada por Jair Santos levará para a avenida o enredo “Homofobia é Crime…Amai-vos uns aos Outros…como eu vos amei”.

Segundo o presidente da escola sediada no Grajaú, zona sul de São Paulo, objetivo do desfile será abraçar aqueles que se sentem discriminados, agredidos e humilhados, simplesmente por amar diferente das tais convenções sociais e religiosas.

“Novamente traremos um tema polêmico, porém, necessário de ser colocado as claras, pois a nossa agremiação não se intitula defensora da classe GLSBT, mas sim defendemos a vida humana como majoritária em qualquer situação, contra violência de qualquer gênero ou natureza”, afirma Jair.

A pretenção da diretoria da agremiação é mostrar que a homofobia tem que ser criminalizada por leis que inibam, coibam e punam agressores, assassinos e intolerantes.

“A intenção de nossa agremiação não é defender, ou levantar bandeira alguma. Queremos gritar contra a homofobia, com leveza, sem atacar ninguém, mas ao mesmo tempo levantando a discusão de que não são religiosos, políticos ou seja lá quem for que tem a sabedoria máxima para condenar qualquer forma de amar. Repugnamos qualquer tipo de preconceito”, explica.

Embalado pela magia do Carnaval, Jair revela detalhes que estão sendo preparados para o desfile.

“A luta contra a intolerância será retratada na comissao de frente. As alegorias retratarão personalidades brasileiras declaradamente gays e bisexuais. Vamos fazer menção a sábios pensadores e grandes homens da humanidade que tinham uma opção sexual diferente do que se classifica erroneamente, como nornal. Destaco também a citação do primeiro homofóbico da humanidade em uma ala e a presença de personalidades do universo gay paulistano que lutam contra o preconceito. Finalizaremos com a alegre e já tradicional celebração da parada gay enfatizando que estas pessoas, são seres humanos, brasileiros quem pagam impostos na mesma carga tributária que qualquer cidadão brasileiro”, finaliza.

Breve a diretoria da Em cima da hora paulistana divulgará detalhes sobre o processo de criação do samba-enredo e eventos temáticos que irão movimentar a quadra de ensaio nos próximos meses.

*Informações SRZD

Ex-BBB Ariadna fez história como primeira rainha de bateria transexual 1

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Ariadna Arantes passou pela Marquês de Sapucaí quase sem nada na fantasia no posto de rainha de bateria da Unidos da Vila Santa Tereza, escola de samba do Grupo A, na madrugada de sábado (9/2). A ex-‘BBB’ usou apenas a parte de baixo do biquíni e purpurinas para cobrir parcialmente os seios.

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Ariadna disse que estava um pouco nervosa para participar do desfile das escolas de samba pois considerava uma grande responsabilidade ocupar o cargo de rainha da bateria. Além disso, o fato de ela ser a primeira transexual a ocupar o posto também pesou muito!

Usando pedrarias em tons de azul e verde, a modelo representou Iemanjá. A sandália chegada da Itália da marca Loriblu, feita com cristais Swarovski, que compôs a fantasia, foi avaliada em mais de R$ 10 mil. “Foi feita exclusivamente para mim”, contou Ariadna.

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SP: transexual se inspira em Ariadna (ex-BBB) para se tornar rainha de bateria 1

Flayra Fleck

Flayra Fleck

Destaque de chão da primeira escola de samba a desfilar domingo (10/2), pelo grupo de acesso de São Paulo, a bela transexual Flayra Fleck (23) sonha em seguir os passos da ex-BBB Ariadna e, como ela, ser rainha de bateria algum dia. Enquanto o dia não chega, ela capricha no samba e encara uma “maratona” de desfiles na capital paulista – foram quatro participações, no total.

“Eu sonho sim em ser rainha de bateria. Se a Ariadna conseguiu, por que eu não teria chances?”, disse Flayra, que foi destaque de chão do segundo carro alegórico da escola Unidos de Santa Bárbara, grupo que conquistou uma vaga no grupo de acesso do ano passado e abriu os desfiles na noite de hoje, abordando o tema paz, amor e diversidade.

Esse é o quinto ano que Flayra desfila no carnaval de São Paulo que, segundo ela, tem dado cada vez mais espaço aos transexuais e à diversidade. “No carnaval, não sofro nenhum preconceito. As escolas de São Paulo têm valorizado cada vez mais a diversidade e a nossa presença ajuda a quebrar o preconceito”, afirmou.

Experiente na avenida, a transexual disse que, ao contrário de suas colegas do sexo feminino, nunca perdeu o tapa-sexo desfilando, e diz não ter medo dessa saia-justa. “Tenho meu truque para não cair”, disse.

Estado de Minas lança campanha de conscientização do uso de preservativo no Carnaval Resposta

Festa das mais populares do mundo, o Carnaval é também momento em que as pessoas ficam mais vulneráveis às doenças sexualmente transmissíveis, entre elas a AIDS. Para alertar sobre este risco, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG) começou a divulgar em diversos meios de comunicação a campanha de conscientização da doença que estimula o uso de preservativo.

Intitulada Nesse Carnaval, se prepare que eu vou usar! a ação conta com postais, abadás e adesivos, outdoor, mídia digital em vários portais eletrônicos e mídia nas rodoviárias e metrôs, além de uma marchinha de carnaval sobre o tema, que será divulgada em rádios por todo o Estado. Ao todo, neste mês, serão fornecidos 5 milhões de preservativos e distribuídos 1,5 milhão de folders e 1 milhão de adesivos alusivos.
– Na empolgação da comemoração, as pessoas têm o costume de se excederem, principalmente no uso abusivo do álcool, tornando-se bem mais vulneráveis às doenças sexualmente transmissíveis e à AIDS, diz a coordenadora do Programa Estadual de DSTs e AIDS, Fernanda Junqueira.
Informação nas estradas

A SES/MG, em parceria com a Polícia Militar, a Secretaria de Estado de Esportes e Juventude e a Secretaria de Estado de Turismo, também fará blitze nas entradas das cidades com histórico de Carnaval de rua, distribuindo folheteria e preservativos sobre o tema. O material informativo está sendo distribuídos para todas as 28 Superintendências e Gerências Regionais de Saúde que distribuirão para os municípios de sua jurisdição e também para as 50 instituições da Sociedade Civil do Estado, que farão atividades de prevenção nas ruas e em suas instituições.
Dados epidemiológicos

Dos 34 mil casos registra-dos no Estado desde 1983,  22.957 (67,52 %) são casos notificados em homens e 11.042 (32,48 %) casos em mulheres.  A maioria dos casos de AIDS está concentrada na faixa etária de 20 a 34. São 15.115 casos notificados nessa faixa etária, o que significa 44,5 % dos casos. Na faixa etária que vai de 35 a 49 anos são 13.231 casos, outros 39 % dos casos notificados. De < 01 a 09 anos somam 675 casos (2 %) e entre 10 e 19 anos outros 558 casos (1,90 %).  Na população acima de 50 anos são hoje um pouco mais de 4.200 mil casos notificados (12,60%).

Do total de notificações, na transmissão vertical – via perinatal, contabiliza-se 624 casos de AIDS em crianças. De 2010 a janeiro de 2013, a Secretaria de Estado de Saúde possui registro de 50 crianças com AIDS. No que se refere à categoria de exposição, os casos ainda estão concentrados nos heterossexuais, que contabilizam 17.420 casos notificados (51,23 %).

Entre os homossexuais as notificações somam 5.286  (15,55%); e entre os bissexuais são 2.777 casos  (8,17%). Os hemofílicos, os ignorados, os usuários de drogas injetáveis, bem como as pessoas que se submetem a transfusão de sangue e acidentes com material biológico somam 8.517 casos de AIDS (25,05%).

O Programa de AIDS

A rede estadual de atendimento às pessoas que vivem com AIDS é constituída por 54 municípios que recebem incentivo financeiro fundo a fundo do Ministério da Saúde para ações de prevenção e assistência às DSTs e a AIDS.

Além disso, uma rede de laboratórios dá sustentação ao diagnóstico do Vírus da Imunodeficiência Humana – HIV.  Há os Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), os Serviços de Atendimento Especializados (SAE) e as Unidades Dispensadoras de Medicamentos (UDM), que fazem a coleta de sangue, aconselhamento pré e pós-teste, acompanhamento multidisciplinar ao paciente e distribuição de medicamentos: antirretrovirais, para as infecções oportunistas, para o tratamento da Lipoatrofia e Lipodistrofia facial e para as doenças sexualmente transmissíveis – DSTs.

A Coordenação Estadual também credencia e capacita outros serviços que são portas de entrada para o atendimento de vitimas de violência sexual, de acidentes com materiais biológicos /Biossegurança e maternidades por todo o Estado para o atendimento das gestantes HIV positivas, reduzindo assim a transmissão vertical (de mãe para filho).

Prefeitura de João Pessoa (PB) realiza campanha contra o racismo e a homofobia no carnaval Resposta

Homfobia não

A prefeitura de João Pessoa (PB), através da Secretaria da Transparência Pública e da Secretaria Executiva da Ouvidoria Municipal, vai aproveitar o período festivo dos desfiles de blocos do ‘Carnaval 2013 – João Pessoa de Todos os Ritmos’ para conscientizar a população da necessidade de denunciar crimes relacionados à prática da homofobia e do racismo na capital.

Apesar do clima festivo, é comum a ocorrência de casos de discriminação durante o período momesco. A campanha se dará na mídia, nas redes sociais da internet e nos principais blocos, como Virgens de Tambaú e Muriçocas do Miramar.

O instrumento para a coleta de denúncias será a Ouvidoria Municipal, que receberá denúncias pelo endereço eletrônico http://www.joaopessoa.pb.gov.br/secretarias/ouvidoria/registre-sua-demanda/, pelo e-mail ouvidoria@joaopessoa.pb.gov.br ou pelo telefone 3218-6167.

Para o secretário da Transparência Pública, Éder Dantas, o poder público deve aproveitar o momento carnavalesco para propagar o respeito à diversidade humana. “O racismo e a homofobia são inaceitáveis. O governo municipal reconhece a importância da diversidade étnico-racial e sexual e quer envolver o conjunto da sociedade para a prática do respeito ao outro”, disse Éder Dantas.

Já ouvidor-geral do Município, Antônio Jácome, disse que o órgão é “o canal apropriado que permite à população participar da gestão, recepcionando denúncias, reclamações, sugestões e elogios não só referente à qualidade dos serviços públicos oferecidos pela prefeitura bem como no combate ao preconceito e a discriminação no âmbito da administração municipal”.

Vale lembrar que o número nacional de denúncias contra os direitos humanos é o Disque 100.

Carnaval: Abertas inscrições do concurso Rainha Gay 2013 da Favela do Samba no Maranhão Resposta

Rainha Gay

A direção da Favela do Samba, escola campeã do Carnaval 2012, no Maranhão, anunciou nesta quarta-feira (26) que estão abertas as inscrições para o concurso Rainha Gay Favela 2013. Os interessados podem se inscrever até o dia 10 de janeiro, na sede social da escola, no bairro do Sacavém, em São Luis, capital maranhense .

O concurso Rainha Gay Favela ocorrerá no dia 12 de janeiro, sábado, a partir das 21 horas, na sede da Favela do Samba.  O prêmio para o vencedor do concurso será um salário mínimo, o troféu Lira de Ouro e um lugar de destaque da rainha no projeto da Favela do Samba.

Outro concurso anunciado pela direção da Favela do Samba é o que vai escolher a Destaque Saraminda para o projeto carnavalesco 2013. O concurso, denominado de Rainha Saraminda, admite apenas candidatas do sexo feminino, mulatas ou negras.  O concurso Rainha Saraminda ocorrerá nos dias 13 (eliminatória) e 20 (final) de janeiro.

Unaids diz que conservadorismo atrapalha combate à aids no Brasil Resposta

Pedro Chequer

No mesmo dia em que o Ministério da Saúde, depois de seis meses, reconheceu que errou ao censurar um vídeo de prevenção contra a aids de seu site, por conter cena gay, o governo brasileiro foi duramente criticado pelo conservadorismo ao tratar do assunto. Segundo o coordenador do Programa Conjunto das Nações Unidas Para HIV/aids (Unaids) no Brasil, o país corre risco de retrocesso nessa área devido ao conservadorismo religioso. Leia na reportagem de Ericka Sá*, do DW Brasil:

A América Latina é a região com maior índice de acesso à terapia antirretroviral, atingindo cerca de 70% da população, afirmou nesta quarta-feira (18/07) o coordenador do Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV/Aids) no Brasil, Pedro Chequer, durante apresentação de um novo relatório sobre os avanços no combate à doença, em Brasília.


O melhor acesso à terapia antirretroviral ajudou a reduzir o número anual de mortes relacionadas à aids na América Latina de 63 mil para 57 mil em dez anos.

Parte deste cenário positivo se deve ao Brasil. “Já nos anos 1990, contrariando a opinião de instituições como o Banco Mundial e também da Europa e dos Estados Unidos, o país adotou uma política de Estado e, apesar de adversidades financeiras, mantém essa posição”, comentou Chequer. Ele disse que a meta de zerar, em três anos, as infecções em crianças pode ser alcançada.

O relatório também destaca a autossuficiência brasileira no financiamento do programa de combate ao HIV, o vírus causador da aids. Segundo o Ministério da Saúde, o país produz hoje 10 dos 20 medicamentos distribuídos no tratamento e o país conseguiu uma economia de 95 milhões de dólares entre 2007 e 2011. Segundo Chequer, essa queda está relacionada com a diminuição de preços de medicamentos não produzidos no país. Mas ele adverte: “Há a necessidade de se utilizar mais as flexibilidades do acordo de Doha e fazer com que os países possam produzir genéricos localmente, independentemente da existência de patentes”.

Conservadorismo religioso

Chequer lembrou que o Brasil é referência em campanhas de conscientização, mas ressaltou que o país corre o risco de um retrocesso nessa área devido ao conservadorismo religioso. “Na medida em que procura atender demandas de alguns segmentos sociais, o Brasil corre risco de retrocesso. Mas confiamos na equipe técnica do Ministério da Saúde e no entendimento que o país tem sobre os direitos humanos. Entendemos isso como uma situação passageira.”

Ele estava se referindo a um recente episódio em que um vídeo da campanha de prevenção à Aids voltado para jovens gays, lançado este ano pelo governo brasileiro em parceria com a ONU, deixou de ser exibido na televisão aberta, ficando restrito a ambientes fechados, como boates. A medida sofreu críticas de movimentos de defesa dos direitos dos homossexuais.

O coordenador brasileiro da Unaids também criticou a suspensão da distribuição nas escolas da rede pública de kits com material educativo para conscientizar crianças e jovens a respeito da diversidade de opções sexuais. Em resposta, o representante do Ministério da Saúde, Dirceu Greco, garantiu que “a política brasileira continua caminhando no sentido do respeito aos direitos humanos”, mas ressaltou que o país é composto de três poderes, fazendo referência às atribuições distintas do Legislativo, Executivo e Judiciário.

Chequer lembrou ainda que o Brasil é o país onde há mais crimes homofóbicos no mundo, seguido de México e Estados Unidos. “Esperamos que a sociedade civil se mobilize e o Congresso aprove a lei que criminaliza a homofobia. É uma lacuna importante e esperamos que aconteça ainda em 2012”, disse o coordenador do Unaids no Brasil, referindo-se ao projeto que está atualmente em tramitação no legislativo brasileiro.

Comprimido controverso

Apesar de a Unaids ter elogiado a recente decisão do governo norte americano de aprovar o uso de terapia antirretroviral para prevenir a transmissão do HIV, o representante do programa no Brasil disse que é uma notícia que deve ser recebida com ressalvas.

“Há outras pesquisas que têm tanta ou maior relevância do que esta, como aquelas que estudam o uso de retrovirais para reduzir o risco de transmissão entre parceiros sexuais”, disse Chequer. “Seria ético destinar milhões de comprimidos a pessoa que não estão infectadas em detrimento de 8 milhões que necessitam de tratamento e ainda não têm acesso?”, questionou. Ele lembrou que ainda não é possível produzir a quantidade de medicamento necessária para tratar todos os infectados.

Greco disse que não existe pílula mágica e alertou para outro aspecto negativo do uso amplo do novo medicamento: o risco de os usuários do comprimido se sentirem tão seguros com a promessa de proteção e suspender outros métodos de prevenção, como a camisinha.

Num gesto que arrancou risos dos repórteres durante a coletiva em Brasília, Greco tirou dos bolsos dezenas de preservativos. O gesto teve como objetivo, segundo Greco, chamar a atenção para o risco e para dizer, também, que não basta ter o preservativo do bolso, mas é preciso ter a consciência de que o preservativo é hoje a maneira mais eficiente de evita Aids.

*Revisão: Alexandre Schossler

¨Se ele dá ou se ele come, isso não me interessa saber¨, diz Cristina Mortágua sobre a declaração de Edmundo. 1

Cristina Mortágua (Foto: Reprodução)
De acordo com a coluna de Leo Dias no jornal carioca O Dia, Cristina Mortágua, ex-mulher do jogador Edmundo, teria comentado sobre as declarações que ele deu no carnaval carioca, de que já fez sexo com outros homens: 

¨Nada mais me surpreende nessa vida. Muito menos isso. Se ele dá ou se ele come, isso nem me interessa saber¨, disse. 
O casal tem um filho gay, Alexandre Mortágua, e quando o jovem ligou para a mãe para saber da história, Cristina foi categórica: 
– Ah, meu filho, por favor, não me comprometa. 
A coluna cita ainda uma entrevista que a modelo Núbia Ólliver deu para a revista Sexy, onde confidenciou que já fez sexo à três com Edmundo e Eri Johnson, e que ela tem tara por bunda masculina. Segundo Núbia, ela já ¨comeu¨ 90% dos homens que passaram pela sua mão.. 
É babado!!!

Ex-jogador de futebol, Edmundo ¨Animal¨ afirma já ter feito sexo com homens Resposta

Edmundo ¨Animal¨ (Foto: Reprodução)
De acordo com a coluna ¨Retratos da Vida¨ do jornal carioca Extra, o ex-jogador de futebol, Edmundo, conhecido também como ¨Animal¨, teria confessado que já fez sexo com outros homens várias vezes.

A ¨confissão¨ aconteceu dentro do banheiro do camarote de uma cervejaria, no Sambódromo do Rio de Janeiro. Dentro do banheiro, Edmundo conversava com um amigo e falava da sua fama de pegador:
– Estou apaixonado, cara. Agora sou um homem sério.
A conversa teria sido interrompida quando o ator Alexandre Nero entrou no banheiro e Edmundo soltou uma gracinha:
– Está pegando ¨viado¨ na novela!
Alexandre Nero, que interpreta o motorista Baltazar na novela Fina Estampa, respondeu:
– Eu como na naovela, e você que come na vida real?
Foi quando Edmundo não se fez de rogado e soltou:
– Como mesmo. Já comi muito ¨viado¨ por aí…
Então, tá…

¨Rasgador¨ do carnaval de SP não posou nú para a G Magazine. Resposta

Tiago Faria (Foto: Reprodução)
Tiago Faria, o rapaz preso acusado de invadir a mesa dos jurados e rasgado parte das folhas com as notas das escolas de samba, já teria posado como veio ao mundo para a revista G Magazine.

A informação é do jornal Extra, do Rio de Janeiro, e ao que tudo indica, tem muito fundamento. A publicação é de 2009, e durante uma entrevista, Tiago teria dito que é um rapaz romântico, mas com um jeito safado.

Diferente das fotos da revista, Tiago fez vergonha na apuração dos desfiles das escolas de samba de São Paulo, quando iniciou uma grande confusão que terminou em vandalismo e com um carro alegórico pegando fogo.

Ficou curioso? Você pode conferir algumas fotos do bonitão que acabou com o carnaval de SP do jeito que veio ao mundo clicando aqui.


Atualização (22/02/2012 às 18h): Este não é o verdadeiro Tiago Faria. Os dois foram confundidos e o Tiago Faria que saiu na G Magazine, é outra pessoa. Confira o vídeo do Tiago Faria da revista se explicando em um vídeo e esclarecendo a confusão:

Casos de racismo, sexismo e homofobia chegam a 331 durante o Carnaval de Salvador Resposta

Segundo relatório parcial do Observatório da Discriminação Racial, foram registrados 205 casos de racismo, 110 de sexismo (violência contra a mulher) e 16 de homofobia. No total, foram 331 casos de agressões contra as minorias, um aumento significativo em relação ao ano passado, quando foram contabilizadas 237 ocorrências.

Fonte: Bahia Notícias

Foliões lotam Ipanema para brincar ao som da tradicional banda Resposta

Fantasiado de “Bandida”, o estudante morador
da Alemanha promete voltar em 2013
(Foto: Renata Soares/G1)

Milhares de foliões voltaram às ruas de Ipanema, na Zona Sul do Rio, na tarde desta terça-feira (21), para dançar ao som de tradicionais marchinas e sambas-enredos. Com fantasias caprichadas – e muitas delas ousadas – os foliões lotaram as ruas do bairro e brincaram sob forte calor. Veio gente de bairros distantes e a banda reuniu também muitos turistas.
A irreverência  é a marca do bloco, que atrai gays e travestis, que não poupam criatividade na hora de se fantasiar.  A banda já tinhadesfilado no sábado (18), atraindo mais de 80 mil pesoas. 
Estudante de engenharia vira “Bandida”


Com muitas bijuterias, uma bolsa de oncinha e uma roupa que e puro colorido, o estudante de engenharia Álvaro Veloso, de 27 anos, fez a alegria dos foliões na banda fantasiado da personagem Valeria Vasques, mais conhecida como “Bandida”, personagens do programa “Zorra Total”.

Morador da alemanha há três anos, Álvaro contou que a ideia da fantasia surgiu quando ele viu comentários em um site de relacionamentos sobre os personagens.

“Assim que vi os posts dos personagens, eu me identifiquei e quis fazer a Valéria, mas infelizmente ficou faltando a Janete, que faz dupla com a minha personagem. Quem sabe no carnaval que vem eu arrumo”, disse ele, que acrescentou, que volta para Alemanha em março, mas estará de volta para o carnaval do Brasil em 2013.

“Carnaval igual do Brasil não há. A Cidade Maravilhosa será sempre meu point”, concluiu.

Banda de Ipanema faz desfile homenageando personalidades Resposta

Irreverência nas fantasias no desfile da Banda de Ipanema (Foto: Janaína Carvalho)


No Rio de Janeiro, a Banda de Ipanema arrastou cerca de 85 mil pessoas pelas ruas de Ipanema, neste sábado (18) de carnaval, segundo estimativa da Riotur. A irreverência tomou conta do desfile do bloco, que é famoso por atrair lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Um dos grandes destaques do bloco ficou por conta da Mulher da Mala, que há 48 anos desfila na Banda de Ipanema e esse ano brilhou e foi muito aplaudida com a fantasia Do Lixo ao Luxo, representando a reciclagem. “Há 30 anos abordo o tema da reciclagem, mesmo na época em que o assunto não tinha tanto destaque na mídia. O desfile da Banda de Ipanema é um marco no carnaval e sempre nos divertimos muito”, afirmou a Mulher da Mala, que esse ano está concorrendo ao título de fantasia mais original promovido pela Riotur.



Turistas de diversos cantos do país e do mundo também marcaram presença no bloco. “Chegamos ontem ao Rio e estamos adorando a festa. É uma pena que não conseguimos ingresso para assistir aos desfiles das escolas de samba. Mas, mesmo assim, está ótimo. Amanhã vamos curtir no bloco que canta músicas dos Beatles”, contou a gaúcha Carina Grundmann, que veio de Porto Alegre com outros amigos e está passando o carnaval no Rio pela primeira vez. A turma, que também está adorando a festa, vai voltar para o sul somente na quinta-feira. “Até lá, vamos curtir muito”, afirmou Gustavo Camejo.




A travesti Baby de Campinas há 15 anos vem ao Rio curtir o carnaval e é presença certa no bloco. “A Banda de Ipanema não em preconceito. Aqui a diversidade é o que conta”, diz Baby, que também marca presença em todos os bailes do Scala e não tem modéstia ao se definir. “Já sou uma musa desse carnaval”, garante a paulista. Em seu 48º ano de desfile, a banda este carnaval homenageou cinco personalidades: os compositores J. Cascata, Herivelto Martins, Luiz Gonzaga e os escritores Jorge Amado e Nelson Rodrigues. O tradicional bloco de Ipanema, bairro da Zona Sul do Rio, começou seu desfile pouco antes das 18h, com uma multidão alegre e com fantasias caprichadas. Apesar da quantidade de gente cantando e dançando antigas marcinhas e tradicionais sambas-enredos, o clima era de tranquilidade.

O presidente do bloco desde 1999 é Cláudio Pinheiro, irmão do fundador Albino Pinheiro,  que faleceu naquele ano. Desde então à frente do bloco, Cláudio diz que é muito difícil escolher apenas cinco personalidades para homenagear. “São tantas pessoas nas artes e na música que merecem homenagens”, disse ele. Espero apenas que as pessoas se divirtam e que seja uma festa linda”, disse Cláudio Pinheiro, ressaltando que há 10 anos o bloco escolhe um grupo de personalidades que, de alguma forma, contribuíram para fortalecer a cultura do país. Ainda na concentração, o presidente da Banda de Ipanema entregou placas a Alexandre Martins, neto de Herivelton, e Daniel Gonzaga, neto de Luiz Gonzaga, que receberam a homenagem em nome dos avôs.

Cortejo Afro protesta contra a homofobia e o racismo no carnaval de Salvador Resposta

Rostos cobertos de integrantes da cmossião de frente do Cortejo Afro revelam a invisibilidade das minorias sociais (Foto: Edgar de Souza/Divulgação

O Cortejo Afro entrou no circuito Campo Grande, em Salvador, para protestar contra a homofobia e o racismo. O detalhe surpresa do desfile ficou por conta do figurino de uma das alas, que deixou o rosto dos componentes coberto, simbolizando o preconceito e a dor de não conseguir se expressar, sentida diretamente pelas classes sociais menos favorecidas.


Foi com este conceito que Alberto Pita, presidente do Cortejo Afro, colocou o bloco na avenida na noite desta sexta-feira (17) e entrou pela madrugada deste sábado (18). Cerca de três mil pessoas, sendo 200 percussionistas (60 deles vindos da França e da Grécia). “Especialmente nesta ala nós preparamos uma surpresa, que retratou a questão da invisibilidade dos blocos afros, revelando a dificuldade que as minorias têm em se mostrar”, disse ele.

Pita afirmou ainda que o tema do desfile deste ano, “Outras palavras”, vai focar das questões políticas e educativas que envolvem as dificuldades das minorias sociais. “Qual a cor da invisibilidade? Isso será tratado por nós nas fantasias das alas. Vamos falar da negação do outro, da dor do preconceito, do racismo e da homofobia”. A comissão de frente do Cortejo desfilou com os rostos cobertos, caracterizando esta temática.

*Com informações do G1

No DF, grupo protesta contra veto a propaganda que exibia casal gay Resposta

Manifestantes ligados à causa LGBT protestaram em frente ao Ministério da Saúde na tarde desta quarta-feira (15) contra a suspensão de uma propaganda de prevenção à aids que exibia um casal de homossexuais. O vídeo foi retirado da página do ministério na internet no último dia 3. De acordo com o ministério, a campanha não era para veiculação na web e na TV aberta.

Segundo o presidente do grupo Estruturação, Michel Platini, organizador do protesto, nada explica a retirada das propagandas. “Não se discute prevenção com uma consciência preconceituosa. […] É inaceitável que, sabendo que a incidência da doença entre gays é alta, o governo tire do ar uma propaganda que contribuiria para diminuir os casos.”

Platini afirma que, além de ser uma questão de saúde pública, a suspensão da campanha também está relacionada aos gastos públicos. “Técnicos do ministério fizeram esse material, houve recurso público investido para fazer essa campanha. Esse é um serviço para a comunidade.”

Vídeo retirado (veja, clicando aqui)

O Ministério da Saúde determinou no início do mês (3) que o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais retirasse da internet um vídeo com cenas de um casal de homens trocando carinhos.

O vídeo, que faz parte de uma campanha para o uso de preservativos no carnaval, ficou um dia no site do departamento, conforme a assessoria de imprensa.

Em 30 segundos, o vídeo mostra um casal gay abraçado quando ambos percebem que estão sem preservativo. Uma fada aparece com uma camisinha e entrega ao casal. O slogan da campanha é: “Na empolgação pode rolar de tudo. Só não rola sem camisinha”.

De acordo com a assessoria do Ministério da Saúde, o vídeo era para ser exibido em locais fechados e específicos para o público gay, como festas e boates.

*Com informações do G1

Conselho critica ministério por campanha de aids no carnaval Resposta

O Conselho Nacional de Saúde criticou o Ministério da Saúde sobre a veiculação da campanha de prevenção à aids no carnaval. A polêmica teve início após o ministério retirar de sua página na internet vídeo com um casal gay trocando carícias em uma boate, quando uma fada aparece trazendo o preservativo. O filme foi apresentado no lançamento da campanha de prevenção no dia 2 deste mês, no Rio de Janeiro.
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, participou ontem (15) de reunião do conselho sobre o assunto. Segundo o conselheiro José Marcos de Oliveira, os esclarecimentos do ministério não foram suficientes. De acordo com Oliveira, o conselho recomendou que o governo federal explique ao público o motivo da mudança.
“Não é só em boates gays e guetos que estão os jovens gays, mas em toda a sociedade. O conselho não se sente em sua totalidade respondido [com as explicações]”, disse Oliveira, representante do Movimento Nacional de Luta Contra a Aids no conselho.
De acordo com o ministério, o filmete será veiculado somente em locais frequentados por jovens gays, público-alvo da campanha, e não em TV aberta, por isso foi removido da página. Ontem (14) entrou no ar o vídeo para a rede de televisão em que dois jovens – um homem e uma mulher – apresentam dados da incidência da doença.
As organizações ligadas ao movimento gay e de combate à aids criticaram a pasta por não transmitir o filme com o casal gay na TV aberta.
Para o conselho de saúde, Barbosa disse que a controvérsia surgiu por causa de uma falha de comunicação do ministério e que a estratégia sempre foi veicular material diferenciado para cada público, o gay e a população em geral, destacando que “o conteúdo precisa ser adaptado ao meio”.
O conselho recomendou que a pasta apresente os gastos com a produção dos vídeos diferenciados. O conselho quer ainda que o ministério discuta previamente o tema das futuras campanhas com o colegiado e a sociedade civil.
Dados do ministério mostram que o número de casos de aids entre gays de 15 a 24 anos cresceu 10%. Em 2010, para cada 16 homossexuais com a doença, existiam dez heterossexuais. Em 1998, a relação era 12 para dez respectivamente.
*Informações do JCNET.

Governo divulga filme de prevenção no Carnaval para a TV: ‘Pior campanha já feita, sem criatividade e útil para missas’, avaliam ativistas Resposta


“Este vídeoé um improviso, e só comprova que houve censura à campanha original”, disse oespecialista em Saúde Pública e Presidente do Grupo Pela Vidda (Valorização,Integração e Dignidade do Doente de Aids), de São Paulo, Mário Scheffer.

Desde asemana passada, representantes da sociedade civil organizada vêm acusando oMinistério da Saúde de ter vetado um filme preparado para ser transmitido naTV, mas que por mostrar um casal gay se acariciando (assistano final da página) teria sido desaprovado pela Presidência da Repúblicapara evitar atritos com parlamentares evangélicos, assim como ocorreu no anopassado em relação ao kit anti-homofobia.

SegundoMário, o novo vídeo, além de ser burocrático e mostrar apenas dados do boletimepidemiológico, foi feito a toque de caixa. “Não tem apelo e é semcriatividade. Certamente é a pior campanha de Carnaval já feita em toda ahistoria do Programa de Aids brasileiro”, criticou. “Essa discriminação impostaaos gays, dentro do próprio governo, é co-responsável pelo crescimento daepidemia nessa população”, acrescentou.

Dados doBoletim Epidemiológico de Aids no Brasil mostram que, nos últimos 12 anos, aporcentagem de jovens de 15 a 24 anos com a doença caiu 20,1%, enquanto entreos gays da mesma idade houve aumento de 10,1%. Em 2010, para cada 16homossexuais dessa faixa etária vivendo com aids, havia 10 heterossexuais. Essarelação, em 1998, era de 12 para 10.

Para CazuBarros, ativista no Rio de Janeiro e coordenador do Programa Saúde do Jovem naFederação de Bandeirantes do Brasil, o novo filme nada tem a ver com os jovens.“Desta vez o governo não vestiu a camisa. Ao ver o vídeo pensei estar numamissa religiosa num domingo, ouvindo discurso de pastor ou padres sobre aids. Paraeste fim, o vídeo seria uma ótima ferramenta”, comentou.

Cazuacredita que a substituição do vídeo evidencia um retrocesso e falta decompromisso político do Governo Federal com a população LGBT (Lésbicas, Gays,Bissexuais e Transexuais). “As políticas públicas do governo para o publicoLGBT virou moeda de troca fácil e barata nas rodadas de acordos políticos,enquanto neste e nos Carnavais anteriores nossos políticos sambam sobre asconquistas feitas pelos seus acordos preconceituosos e falsos moralistas, emilhares de jovens e cidadãos brasileiros morrem com aids”, criticou.

Beto Volpe,do Grupo Hipupiara de São Vicente-SP, acredita que o crescente poder do lobbyreligioso é uma ameaça ao Estado laico e às liberdades individuais. “Esse temadeve ser tratado com destaque em todos os eventos sobre aids sob pena desupressão de políticas específicas para aqueles que não são do ‘povo de Deus’.O governo deveria ser processado por homofobia e os bispos de plantão deveriamse ater mais a amar ao próximo do que odiar aquilo que lhes parece distante”,afirmou.

OPresidente do Grupo Gay da Bahia, Marcelo Cerqueira, conta que descobriu que ofilme seria vetado durante recente visita a Brasília e tentou reverter asituação. “Cheguei em Salvador cansado e fui correndo escrever um comunicado emnosso site elogiando o Departamento de Aids por criar campanhas focadas napopulação heterossexual, homossexual e transexual. O filme para gays que foivetado não é inadequado para a TV. Mostra uma situação real onde as coisas defato acontecem. Agora este novo filme com jovens só ali falando dados e semnenhum ambiente de contexto é ridículo. Não terá efeito nenhum”, disse.

Marcelotambém critica o Governo Federal em relação aos programas voltados à população.“Nossos direitos estão regredindo na gestão da Presidenta Dilma Rousseff. Ahomofobia e as infecções de HIV entre os homossexuais estão aumentando e ogoverno continua censurando projetos que viriam para nos ajudar. O Ministérioda Saúde deveria pagar por toda essa omissão em relação aos gays”, criticou.

Diferentesversões do Ministério

Em seu siteprincipal, o Ministério da Saúde exibe o filme que será veiculado na TV aberta,cujas cenas mostram um casal destacando os dados da epidemia de aids no País,em especial entre os jovens gays, e alertando sobre a importância da prevenção.

No entanto,até esta segunda-feira, 13 de fevereiro, a página da Campanha de Carnaval 2012no site do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do próprio Ministério,informava que “os filmes a serem transmitidos pela TV e internet apresentamsituações em que os públicos-alvo da campanha – homens gays jovens e um casalheterossexual – encontram-se prestes a ter relações sexuais sem camisinha. Emambos os filmes, surgem personagens fantasiosos – uma fadinha, no caso do filmedo casal gay, e um siri, no do casal heterossexual – com uma camisinha.”

O ProgramaConjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids (Unaids) também coloca adisposição em sua página os quatro filmes da Campanha de Carnaval do Ministérioda Saúde. Na lista consta o vídeo voltado aos gays. Acesse aqui.

Por meio daAssessoria de Imprensa, o Ministério da Saúde nega qualquer tipo de veto àcampanha e confirma que o vídeo com os dados da epidemia será o único a serveiculado na TV, enquanto os filmes com cenas de um casal heterossexual ehomossexual serão transmitidos em locais específicos para públicos segmentados.

Carnaval de Pernambuco ganha observatório de combate à discriminação Resposta

Pela primeira vez, o carnaval de Pernambuco, um dos mais famosos do país, vai contar com os serviços do observatório de combate à discriminação racial, homofobia, intolerância religiosa e outras formas de violência. Durante as festas, a unidade vai funcionar temporariamente de 17 a 24 de fevereiro, na avenida Sigismundo Gonçalves, 651, Carmo, Olinda. As denúncias ao órgão poderão ser feitas através do fone 2423. 2735.


Com o tema o Estado da alegria, o núcleo tem a missão de promover ações de equidade de direitos no período, sendo coordenado pelo Cepir. A iniciativa conta com o apoio de diversas entidades governamentais como a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SDSDH) e da Polícia Militar.

No local a população poderá contar com serviços como Defensoria Pública, Delegacia da Mulher, Conselhos Tutelar e da Criança e do adolescente e entre outros. O observatório pernambucano segue modelo pioneiro criado na Bahia e pretende coletar as reivindicações da população que servirão de base para a construção das políticas públicas de igualdade racial.

Arlindo Cruz e Luana Carvalho compõem samba contra a homofobia Resposta


Carlos Tufvesson organiza hoje, no Rio de Janeiro, uma roda de samba para a gravação do clipe do samba Rio Carnaval Sem Preconceito. Composto por Luana Carvalho e Arlindo Cruz, a música é para a campanha de combate a homofobia da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual da cidade do Rio de Janeiro, comandada por Tufvesson. Além dos autores, personalidades do mundo do samba como Luiza Brunet e Dudu Nobre já confirmaram presença para dar seu apoio à causa.

Informação: Bruno Astuto, da Época

Coroada como rainha de baile gay na Bahia, Monique Evans fala mal do carnaval do Rio de Janeiro Resposta


A 2ª edição do Baile Gala Summer Gay 2012, festa pré-carnavalesca de Salvador (BA), idealizada pelo estilista Fábio Sande, que esse ano divide a direção do baile com o cabeleireiro e maquiador Afonso Henrique, terá como atração, a ex-modelo, atriz e apresentadora Monique Evans, que será a rainha do baile. No ano passado, em 2011, quem levou a coroação foi a cantora Carla Visi. 
Confete, serpentina, brilho e glamour darão o tom da festa. Para essa edição, as festividades giram em cima do clima ‘Retrô’ da folia de Momo, relembrando os velhos carnavais, a decoração faz uma viagem ao túnel do tempo, trazendo a energia dos antigos carnavais, resgatando a efervescência de uma festa bastante alegre, embalada por uma banda de fanfarra, o grupo de samba ‘Os Mulatos’, e sequencias eletrônicas apresentadas pelos dj´s Cris e Ricardo Freitas, garante o agito da noite que só termina com o nascer do sol.
Dois dias antes do carnaval, o Baile Gala Summer Gay acontece dia 14 de fevereiro, a partir das 22h, na casa.

“Canaval no Rio ficou chato”
Por anos Monique Evans ficou na porta da casa de eventos Scala, no Rio de Janeiro, cobrindo o tradicional Baile de Gala Gay no Carnaval carioca, mas nos tempos a ex-modelo se afastou da festividade, pois, segundo ela, o evento não tinha mais graça e estava ficando chato.
Em entrevista ao site O Fuxico,  Monique revelou que há cerca de dois anos solicitou ao seu então diretor na RedeTV!, onde atuava como repórter do TV Fama, que a tirasse do evento. Monique já estava cansada de ficar na porta da casa noturna entrevistando sempre as mesmas pessoas.
“O baile começou a ficar chato. Há anos era aquela mesma coisa, lá dentro era legal, mas lá fora era sempre tudo igual. Com o passar dos anos era mais turistas que iam, os gays mesmo não participavam mais. Ai, eu pedi para o meu diretor que eu não queria mais fazer, e nunca mais fiz”, contou Monique.
Segundo a artista, até as piadas acabaram sendo as mesmas. E para mudar a cada ano ela buscou alternativas e brincadeiras para deixar a porta do evento mais animada e com conteúdo para suas matérias.
“Não era mais a mesma coisa, nunca mais vai ser a mesma coisa. E até levei touro mecânico, pole dance, para os gays irem e ser mais engraçado”, relembrou.