Chris Brown volta a ser acusado de homofobia e é preso por agressão Resposta

Cantor já havia se envolvido em polêmicas com a comunidade gay, mas andava bastante respeitoso com os LGBT

Cantor já havia se envolvido em polêmicas com a comunidade gay, mas andava bastante respeitoso com os LGBT

Violência e homofobia são duas coisas que não são novas ao universo de Chris Brown. O cantor foi preso no final de semana após quebrar o nariz de um homem que tentou fotografá-lo com duas mulheres na saída de um clube em Washington D.C., nos Estados Unidos.

A vítima contou ao site “TMZ” que o cantor disse que “não era para aquela merda gay”, antes de agredi-lo e mandá-lo para o hospital. O rapaz não entendeu porque o cantor teve um comportamento homofóbico, mas já avisou que está contratando um advogado para processá-lo.

O problema maior para Chris Brown é que ele está em condicional desde que agrediu a ex-namorada Rihanna, em 2009. Sites internacionais especulam se este incidente pode fazer com que perca a condicional e passe os próximos quatro anos preso. Um de seus seguranças também foi detido.

Em janeiro, o rapper assumido Frank Ocean acusou o cantor de homofobia e de tê-lo ameaçado de morte após uma confusão em um estacionamento.

Depois disso, Brown estava hiper fofo com a comunidade gay. Ele lançou uma música em apoio ao amor gay e postou, há um mês, mensagem em respeito à comunidade LGBT. Vamos ver se o novo incidente manchará sua boa reputação com os cidadãos arco-íris.

Fonte: Parou Tudo

Daniela Mercury: “O Brasil não é tão conservador quanto a gente imagina” Resposta

DanielaMercury

Em entrevista à jornalista dada ao programa Gabi Quase Proibida (SBT), comandado pela jornalista Marília Gabriela, a cantora Daniela Mercury deu declarações polêmicas. A baiana disse que não assumiu sua bissexualidade, pois isso nunca foi segredo para ninguém, apenas comunicou algo que ela sentiu que sairia em veículos de “quinta categoria” e que ela não gostaria de ver o seu nome associado a eles.

Daniela também disse que “o Brasil não é tão conservador quanto a gente imagina”. Que em seus shows, metade da plateia é de gente de “50, 80 anos” e que sempre que ela aborda o tema da bissexualidade é aplaudida. A cantora disse que recebe calorosos cumprimentos também nos aeroportos. Marília Gabriela questionou se isto não se deve ao fato de ela ser famosa.

Daniela Mercury disse na entrevista, também, que “pior do que o preconceito contra bissexualidade, homossexualidade, seja lá o que for, o machismo é atroz, é cruel, é inaceitável, é uma doença social.” E a homofobia não é?

Ao ser questionada se não estaria usando a superexposição da mulher, Malu Verçosa, para se promover, Daniela disse que tem uma carreira sólida e considera esta pergunta ofensiva, pois não precisa disso.

Preta Gil comete gafe no programa #Esquenta! Resposta

Preta Gil comete gafe no “Esquenta!” (Foto: Esquenta! / TV Globo)

Preta Gil comete gafe no “Esquenta!” (Foto: Esquenta! / TV Globo)

A cantora Preta Gil cometeu uma gafe no programa Esquenta(Rede Globo) exibido no último domingo (18/08). A engajada filha de Gilberto Gil disse para Daniela Mercury que não se sentia mais só, se referindo ao fato de a baiana ter saído do armário recentemente, e assumido o relacionamento com a jornalista Malu Verçosa. Acontece que Preta se esqueceu de outros artistas que assumiram a homossexualidade ou a bissexualidade, alguns antes dela, inclusive, como Cazuza, Renato Russo, Ney Matogrosso, Edson Cordeiro e Ana Carolina, só para citar alguns da música brasileira.

“Eu não me sinto mais só”, disse Preta, como se fosse pioneira ao assumir a sua bissexualidade, o que não é verdade. Preta também falou do preconceito que sofreu:  “As pessoas não me conheciam, não sabiam quais eram os meus valores reais como ser humano, antes de julgar minha música, falavam: ‘Ih, aquela filha do Gil que é maluca falou que é gay…’”.

Diferente da colega, Daniela Mercury disse que não sofreu preconceito algum ao sair do armário: “Ninguém fez cara feia para mim, pelo contrário, as pessoas diziam: ‘Você deu uma sacudida no Brasil’”.

O programa Esquenta!, comandado pela apresentadora Regina Casé, discutiu a homofobia, com a participação da ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, das cantoras Daniela Mercury e Preta Gil,  e dos atores  Marcello Antony e Thiago Fragoso, que interpretam Eron (gay) e Niko (bissexual) na novela Amor à Vida (Rede Globo), de Walcyr Carrasco, com direção geral de Mauro Mendonça Filho.

Opinião

Tanto Preta, quanto Daniela sacudiram o Brasil em momentos distintos, em que o conservadorismo parecia predominar: a primeira, quando acusou o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) de racismo e a segunda, quando as atenções do Brasil estavam voltadas para o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, deputado Marco Feliciano (PSC-SP). Ponto para as duas!

“Ele transcende mais a história de amor gay do que ‘O Segredo de Brokeback Mountain’”, diz Bruno Barreto sobre “Flores Raras” 1

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Foi um longo processo entre Lucy Barreto ter comprado os direitos de adaptação do livro biográficoFlores Raras e Banalíssimas – A História de Lota de M. Soares e Elizabeth Bishop, de Carmen Lucia Oliveira, e a estreia do longa Flores Raras hoje. Neste tempo todo, a tecnologia para recriar o Rio de Janeiro da década de 50 evoluiu, a cabeça do diretor Bruno Barreto mudou, segundo ele mesmo, mas uma coisa permaneceu: escalada há 17 anos para o papel de Lota, Glória Pires finalmente terá a chance de se ver na tela grande dando vida à arquiteta e paisagista.

“Certamente, hoje, eu me sinto muito mais preparada, com mais estofo para fazer essa personagem, dessa magnitude, do que 16 ou 17 anos atrás”, comenta Glória em entrevista, acrescentando: “Eu trabalho há 42 anos. Dezessete não é nada, mas ao mesmo tempo é tudo é tudo. A vida passa, o tempo está aí, as coisas estão acontecendo. E, sendo atriz, as coisas me atingem e operam mudanças ou acrescentam”, complementa. “A confiança na intuição muda. Eu sou uma atriz muito intuitiva. A personagem é real, mas a forma de realizar há 16, 17 anos teria sido outra. Nesse tempo, o Bruno também viveu outras coisas.”

Além disso, a artista chama a atenção para o fato de essa ser uma história verídica. “Quando você tem um personagem real, você tem outro tipo de responsabilidade. Acho que tem que tomar mais cuidado, porque aquela pessoa existiu, não é uma ficção”, acredita Glória. “Quando se está em uma personagem fictícia, há mais liberdade, não está preso a nada. Não sei se é mais fácil ou mais difícil.”

Bruno corrobora da teoria de que a demora para a realização (que tem entre os motivos o tempo que ele mesmo levou para aceitar dirigir o longa, mais problemas de patrocínio) acabou sendo positiva. “Não seria um filme tão bom, as coisas têm um tempo de maturação e eu não estaria maduro para fazer. Essa história precisa ser contada no tom certo e isso exige maturidade, serenidade”, diz ele. Bruno tem esperanças de indicação para o Oscar tanto para Glória, quanto para Miranda Otto, atriz australiana que vive Elizabeth Bishop, poetisa norte-americana vencedora do Pulitzer e companheira de Lota por muitos anos. A expectativa vem em um momento que ele considera absolutamente positivo para a produção audiovisual brasileira. “Hoje em dia, se você quer formar uma equipe de primeira linha, precisa bookar as pessoas com 6 meses de antecedência no mínimo”, comenta.

Glória está ótima como protagonista, mas o talento da atriz é complementado pela também impecável Miranda, que contracena com ela em algumas das sequências mais complicadas. “Quando recebi o e-mail, não acreditava na minha sorte de ter o papel e de vir para o Brasil e fiquei maravilhada com a estética e a cinematografia”, conta Miranda. “Eu não sabia muito sobre Elizabeth Bishop e quando li o roteiro fiquei encantada com essas mulheres”, continua ela, lamentando o fato de que não há herdeiros de Bishop que poderiam ter a chance de “revê-la” nesta interpretação. “É triste, não?”

Apesar de a trama homossexual não ser o conflito central do filme, ela chega em um momento peculiar no Brasil, que debate com mais intensidade do que nunca a igualdade de direitos para pessoas do mesmo sexo. “Não crio uma expectativa quanto a isso”, diz Glória sobre uma possível reação conservadora do público acostumado a vê-la em novelas. “Fiz a personagem da melhor forma que pude e me deu um enorme prazer em fazer. Tenho o maior orgulho de ter feito esse filme, ter recebido esse personagem para interpretar. É até aí onde eu vou. Eu gosto do que eu vejo, fico orgulhosa do que eu vejo. Então, tudo o que houve de espera, de ansiedade, acho que valeu a pena”, completa. “Como as pessoas vão receber, não sei.”

Bruno pensa de forma semelhante, e crê que se estivesse procurando patrocínio neste momento, talvez tivesse tido mais facilidade, pelo calor do debate. Mas diz que espera que o sucesso do projeto não venha desse contexto porque “esse não é o tema do filme. O tema do filme é a perda. O fato de ter um romance entre duas mulheres é só um elemento – um elemento que não evito e mostro de maneira natural”, opina. “Ele transcende mais a história de amor gay do que O Segredo de Brokeback Mountain”, diz Barreto, fazendo referência a uma comparação que tem sido constante. “[Nele,] o fato de serem dois homens é muito parte do conflito. Aqui, não. O conflito aqui é que elas são muito diferentes. Uma é uma maluca que acha que pode tudo, mas no fundo é frágil; e a frágil que no fundo é muito forte.”

Fonte: Rolling Stone Brasil

Glória Pires espera que as pessoas consigam ver o amor homossexual com mais naturalidade ao assistirem “Flores Raras” Resposta

Glória Pires foi a grande homenageada no Festival de Gramado deste ano

Glória Pires foi a grande homenageada no Festival de Gramado deste ano

Com mais de 40 anos de carreira e prestes a completar 50 anos de idade, no dia 23 de agosto, a atriz Glória Pires fala de maturidade para explicar como se preparou para sua nova personagem no cinema, a arquiteta Lota de Macedo Soares, em “Flores Raras”, que chega aos cinemas nesta sexta-feira (16) e conta a história de amor entre Lota e a poeta americana Elizabeth Bishop, vivida por Miranda Otto.

Pires foi convidada para protagonizar o longa há 17 anos, quando a produtora Lucy Barreto adquiriu os direitos do livro “Flores Raras e Banalíssimas”, de Carmen L. Oliveira. O roteiro demorou anos para sair do papel porque a produtora não encontrava um diretor. Inicialmente, Bruno Barreto, filho de Lucy, não havia se interessado pela história. O projeto chegou a ser oferecido para Hector Babenco, que também recusou.

Somente em 2008, Bruno acreditou que poderia contar essa história e decidiu começar a filmar em 2012. “Acredito que as coisas tenham um tempo para acontecer. Acredito na maturação. Ao longo desses anos houve um amadurecimento pessoal e profissional. O tempo é o melhor preparador que a gente pode ter”, disse ele durante o Festival de Gramado, que teve a edição de 2013 aberta com “Flores Raras”.

Mesmo tendo morado nos Estados Unidos por alguns anos, Pires disse em entrevista ao UOL que graças ao tempo ganhou desenvoltura para atuar em inglês, língua predominante no filme de Barreto. “Ganhei desenvoltura para não me sentir ridícula para atuar em uma língua que não é minha”. A atuação foi bastante elogiada pelo diretor, produtores e críticos.

Homossexualidade na tela

O novo filme de Barreto vem ganhando destaque na imprensa por contar a história de amor entre duas mulheres e Pires espera que as pessoas consigam ver o amor homossexual com mais naturalidade. Para ela, o filme desmistifica o universo gay já que a relação delas é colocada de uma maneira bastante comum. “O filme é muito bonito, muito verdadeiro e nada apelativo. Espero que as pessoas assistam. Caso exista alguma barreira em relação a isso, quero que ela seja vencida”, disse ela.

Glória explica que sua visão sobre a homossexualidade sempre foi de muita naturalidade. Criada em um família de artistas, pai comediante e mãe produtora, Glória disse que convive com homossexuais desde os oito anos de idade. “Meus pais sempre tiveram amigos homossexuais. Alguns enrustidos, alguns assumidos, alguns transexuais. Então é uma coisa que sempre fez parte do meu universo. Nunca foi uma questão. Não tinha nada que eu não soubesse ou que tivesse que aprender com o ‘Flores Raras’ nesse sentido”.

Aprendizado com personagens

Fazendo uma retrospectiva de sua carreira, Glória disse que é muito grata e que aprendeu muito com tudo o que fez. “Não existe um trabalho do qual me arrependa. Todos os convites têm sido bons e desafiadores”. Durante a conversa, a atriz relembra o choque que causou em muitas pessoas ao aceitar o papel de Baby, em “Proibido Fumar” (2009), de Anna Muylaert. “Muitos me falaram que eu estava louca. Queriam saber por que eu ia fazer um filme fora do mainstream, com uma diretora que eu não conhecia. Mas a vida é isso. Você tem que apostar na sua intuição”, disse ela.

Ela conta que a sua intuição sobre Muylaert foi acionada quando assistiu “Durval Discos” (2002), no Cine Ceará. “Lembro de ter assistido a esse filme e de ter ficado falando horas sobre ele com o Orlando (Morais, seu marido). Passou um tempo e ela (Muylaert) me mandou o roteiro sobre aquela personagem maravilhosa. Como não fazer?”. A intuição rendeu a Glória três prêmios por esse trabalho, incluindo o de Melhor Atriz no Festival de Brasília.

Cinema brasileiro

Glória Pires, que no Festival de Gramado deste ano ganhou o Troféu Oscarito pelo conjunto da obra,  atuou pela primeira vez no cinema em 1981, em “Índia, a Filha do Sol”, dirigido por Fábio Barreto. Desde então, a atriz já trabalhou em dramas e comédias, entre elas os sucessos de bilheteria “Se eu Fosse Você”, 1 e 2. Para a atriz, é preciso criar uma política cultural forte para que todos os gêneros do cinema tenham espaço nas sala de cinema. “Com o alto preço dos ingressos, a pessoa escolhe um filme e ela vai escolher de acordo com o apelo que aquilo tem para ela. Por isso, fez-se esse filão de comédias. Seria bom ter espaço para todo mundo: o cinema infantil, o autoral, o suspense. Isso só será possível com política forte, espaço e preço bom”, disse ela.

Pires estará em breve em mais uma produção: “Nise da Silveira – Senhora da imagens”, que conta a trajetória profissional da médica alagoana que virou referência no tratamento da esquizofrenia no Brasil. “Existe uma expectativa grande para o lançamento desse projeto, mas estou aberta a novos desafios”, disse ela.

Mundo parece não se importar com homofobia na Rússia Resposta

Para o ator Stephen Fry, o presidente russo, Vladimir Putin, está transformando os gays em “bodes expiatórios, como Hitler fez com os judeus”

Para o ator Stephen Fry, o presidente russo, Vladimir Putin, está transformando os gays em “bodes expiatórios, como Hitler fez com os judeus”

Sexta-feira passada o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, negou boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno, que acontecerá em Sochi, na Rússia. O presidente estadunidense disse que deseja que os gays conquistem medalhas nas Olimpíadas e pediu que a Rússia receba bem os gays e lésbicas.

Depois de Obama, no sábado, o primeiro-ministro britânico David Cameron também descartou boicote aos jogos olímpicos.

Para quem não sabe, está rolando em Moscou o Mundial de Atletismo.

Uma pena que os países que participam do Mundial de Atletismo e que participarão dos Jogos Olímpicos de Inverno na Rússia não tenham boicotado nenhum dos dois campeonatos. E o Comitê Olímpico Internacional (COI) também não parece muito preocupado com a homofobia na Rússia.

A Rússia, onde qualquer tipo de manifestação ou propaganda gay sofrem punição, é hoje um dos países mais homofóbicos do mundo. Lá os gays estão sendo torturados e o governo nada faz contra isso, muito pela contrário, como escreveu o ator Stephen Fry, o presidente russo, Vladimir Putin, está transformando os gays em “bodes expiatórios, como Hitler fez com os judeus”. Ao não boicotarem os Jogos de Inverno, os países que participarão parecem concordar com isso.

Lady Gaga condena homofobia na Rússia e chama o governo de criminoso Resposta

Reprodução/Getty Images

Reprodução/Getty Images

Grande ativista pelos direitos dos LGBT, Lady Gaga não poupou críticas ao governo da Rússia.

“Enviando coragem aos LGBT na Rússia. A ascensão do abuso no governo é arcaico. Hostilizar adolescentes com spray de pimenta? Agressões? Mãe Rússia? O governo russo é criminoso. Opressão será respondida com revolução. LGBT russos, vocês não estão sozinhos. Nós vamos lutar pela liberdade de vocês… Por que você não me prendeu quando teve a chance, Rússia? Por que você não quis responder ao mundo?”, disparou em sua página no twitter.

Durante a Parada Gay no país, em maio, os participantes foram hostilizados por policiais e religiosos da Igreja Ortodoxa Russa. Além disso, recentemente, o Tribunal Municipal de Moscou aprovou uma lei que proíbe a realização do evento pelos próximos cem anos.

Famosos protestam contra ‘cura gay’ 26

Foto: Arquivo MBPress

Foto: Arquivo MBPress

Na terça-feira (18/06), a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputadis aprovou um projeto batizado de “cura gay”. De autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), a proposta veta o direito do Conselho Federal de Psicologia de proibir tratamentos que se proponham a reverter a homossexualidade.

A aprovação gerou protestos pelas redes sociais. A atriz Thammy Miranda, homossexual assumida, não se calou e publicou no Instagram um texto bem irônico sobre o assunto.

Ela alega que está “doente” há 30 anos:

“Venho por meio deste comunicar que estou impossibilitada de trabalhar. Tô doente desde que nasci e aos 30 anos ainda não consegui minha cura! Preciso da ajuda do governo para pagar minhas contas e sustentar os meus luxos. Me coloco também a disposição do Deputado em questão a me curar, pois não sei mais o que vou fazer da vida com essa minha doença que já dura 30 anos! Peço a ele também, bolsa desemprego, bolsa alimento, bolsa gasolina, bolsa balada, bolsa cabeleireiro, bolsa imposto. Porque tô muito doente e não posso nem sair na rua, da que eu passo isso pra alguém? Vai que é contagioso e todo mundo ‘fica’ gay por minha culpa? ‘FICA’, né? Porque se é doenças, eu não sou gay e sim ‘ESTOU’ gay… Enfim, DEPUTADO, estou ansiosamente no aguardo do seu contato, pois quero muito me curar! Não sei se consigo viver mais 30 anos com essa doença!”

O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) presidiu a sessão que aprovou o projeto. A iniciativa tenta extinguir dois artigos de uma resolução de 1999 do Conselho Federal de Psicologia: um impede a atuação dos profissionais da psicologia para tratar homossexuais. O outro proíbe qualquer ação coercitiva em favor de orientações não solicitadas pelo paciente e determina que psicólogos não se pronunciem publicamente de modo a reforçar preconceitos em relação a homossexuais.

Apenas os deputados Simplício Araújo (PPS-MA) e Arnaldo Jordy (PPS-PA) votaram contra o projeto. Há cerca de um mês, Feliciano comentou sobre o assunto nas redes sociais: “A mídia divulga um projeto de lei como ‘cura gay’ quando na verdade ele não trata sobre isso, até porque homossexualidade não é doença. Esse projeto protege o profissional de psicologia quando procurado por alguém com angústia sobre sua sexualidade.”

Antonia Fontenelle contou no Twitter que é bissexual

Antonia Fontenelle contou no Twitter que é bissexual

A atriz Antonia Fantonelle foi às redes sociais protestar contra a aprovação na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da proposta que permite o ‘tratamento’ psicológico da homossexualidade.

Em seu twitter, Antonia revelou sua bissexualidade e postou uma mensagem indignada. “Eu nao sou gay, as vezes bi, mas uma coisa eu prometo se essa lei criada por esse doente do Feliciano for adiante, vou convocar pessoalmente…  meus amigos gays e poderosos e todos os gays desse país pra invadir o Congresso aí sim, vocês verão quem vai precisar de cura”, escreveu atriz, citando o presidente da CDHM, Marco Feliciano (PSC-SP).

“É o cumulo do absurdo, com tanta coisa importante acontecendo nesse momento, um bando de intolerantes, fichas podres, reunidos criando leis”, continuou Antonia na mensagem seguinte.

Rodrigo Andrade

Rodrigo Andrade

O ator Rodrigo Andrade , no ar em “Amor à Vida”, entrou na onda de protestos e apoiou a colega na rede social. “Senhor Dep. @MarcoFeliciano e demais, vcs deveriam tentar achar cura da imbecilidade de vcs isso sim!”.

“Sou a favor da fé, do amor e tenho Deus acima de td em minha vida. Mas,o momento historico q estamos vivendo e eles preucupados c cura gay?”, completou Rodrigo.

Bruno Gagliasso - ator encabeça lista de artistas contra a 'cura gay' /Foto: Reprodução Instagram

Bruno Gagliasso – ator encabeça lista de artistas contra a ‘cura gay’ /Foto: Reprodução Instagram

Depois de participar da passeata que reuniu 100 mil pessoas no Rio de Janeiro, nessa segunda-feira (17/06), Bruno Gagliasso começou uma campanha na tarde desta quarta-feira (19) contra o projeto de ‘cura gay’ proposto pelo deputado e pastor Marco Feliciano, que foi aprovado pela Comissão de Direitos Humanos nessa terça-feira (18). O ator foi logo seguido pela atriz Leandra Leal, cujos cartazes convidam os fãs a participarem de uma passeata contra Feliciano nesta quinta-feira (20), no Largo de São Francisco, no Centro da Cidade.

Leandra Leal - atriz também aderiu ao movimento /Foto: Reprodução Instagram

Leandra Leal – atriz também aderiu ao movimento /Foto: Reprodução Instagram

A foto dos dois atores está sendo compartilhada em toda a rede. O jornalista Bruno Chateaubriand, casado com o empresário André Ramos há 15 anos, pensou muito antes de postar a foto segurando o cartaz. “Fiquei muito transtornado com o projeto, mas não queria sequer citar o nome dessa pessoa, porque para mim ele é como o Lord Voldemort (de Harry Potter, Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado), mas não podemos ficar calados porque o Brasil está passando por um momento de insatisfação geral. Estamos vivemos um momento catártico e essa é a hora”, diz Chateaubriand à coluna, afirmando que a ‘cura gay’ vai contra a resolução da ONU, da Organização Mundial de Saúde, que não considera a homossexualidade uma doença e ainda baseado na Declaração Universal dos Direitos Humanos, que promete um mundo livre e igual. “A maioria dos deputados não apresenta o que o povo quer ou precisa na saúde, educação e coisas tão importantes para o país. Falar desse cara é uma cosia horrível, mas não tem como ficar calado”, desabafa Bruno.

Bruno Chateaubriand - jornalista está inconformado com o projeto /Foto: Reprodução Instagram

Bruno Chateaubriand – jornalista está inconformado com o projeto /Foto: Reprodução Instagram

O projeto conhecido como ‘cura gay’ tem recebido várias críticas por pedir a extinção de dois artigos de uma resolução de 1999 do conselho que impedem a atuação de profissionais de psicologia para tratar homossexuais e a ação coercitiva em favor de orientações não solicitadas pelo paciente. Para que o projeto se torne lei, ele ainda terá que passar pela Seguridade Social e Família e a Constituição e Justiça, o plenário da Câmara e o Senado. Se sobreviver a tudo isto, ele ainda terá que ser aprovado pela Presidência da República.

As redes sociais estão em rebuliço com famosos e anônimos se manifestando, como o ator Alexandre Nero: “O negócio é o seguinte: se rolar manifesto contra esse lance de ‘cura gay’, se não puder rolar violência não me chamem”; além de tantos como Marcelo Tas, Susana Pires, Marcos Mion…

Caco Ciocler beija Gero Camilo em campanha contra homofobia 1

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Os atores Caco Ciocler e Gero Camilo estampam a primeira de uma série de fotos de beijos que fazem parte da campanha “Liberdade na Vida e na Arte”, divulgada na sexta edição da revista Antro Positivo, editada pelo diretor Ruy Filho em parceria com a designer Patrícia Cividanes.

A série, assinada pelo fotógrafo Alex Silva, mostra beijos de atores, tanto mulheres quanto homens, que não são necessariamente gays. Além dos dois atores, Lavínia Pannunzio com Maria Manoella e Gustavo Haddad com Kiko Bertholini também participaram da campanha – que faz parte das manifestações contra a posse de Marco Feliciano na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

Confira o vídeo de divulgação da campanha, que foi visto mais de 16 mil vezes: 

Mister RJ repudia onda homofóbica e se diverte com cantadas gays Resposta

Na foto, Guilherme Bravin, o mister Rio de Janeiro, desfila para a Blue Man no Fashion Rio. Ele agora é top model e está de mudança para a Itália

Na foto, Guilherme Bravin, o mister Rio de Janeiro, desfila para a Blue Man no Fashion Rio. Ele agora é top model e está de mudança para a Itália

O atual Mister Rio de Janeiro, Guilherme Bravin (23), fez sua estreia no Fashion Rio, desfilando para as grifes Blue Man e Reserva. Com 1,87 m de altura e olhos verdes, o rapaz se prepara para virar modelo internacional: vai morar em Milão.

Guilherme falou ao Tudo Miss sobre a nova fase, sobre o concurso Mister Brasil e até sobre a vida particular. Ele está solteiro e dá uma pista dos tipos de mulher que aprecia:

— Acho as top models super elegantes e as misses, bem atraentes.

Perguntado se recebe cantadas de gays, ele responde:

— Bastante! HAHAHA! Nada contra, mas eu prefiro só as das mulheres [risos]. Mas é muito engraçado, fico feliz, sinal que eu dou pro gasto, né? [risos]

Na entrevista abaixo, Guilherme mostra ser um carioca alto-astral e bem-humorado. Mas ele fala sério quando o assunto é a onda homofóbica capitaneada por Marco Feliciano na Câmara dos Deputados:

— Acho [a homofobia] uma total falta de respeito com o ser humano, com o próximo, com a pessoa que vive no mesmo mundo em que ele vive. Cada um tem o direito de fazer o que bem entende. E deve ser assim sempre. O Brasil precisa aprender a conviver com as diferenças, não apenas sexuais, mas sociais também.

Mandou bem, Guilherme! Veja parte da entrevista:

Tudo Miss – Você deve receber cantadas tanto de mulheres como de homens. Como reage, nos dois casos?

Guilherme – Bastante! HAHAHA! Nada contra, mas eu prefiro só as das mulheres [risos]. Mas é muito engraçado, fico feliz, sinal que eu dou pro gasto, né? [risos]

Tudo Miss – Você trabalha no mundo da moda, onde os gays sempre tiveram muito destaque. Qual é a sua opinião sobre essa onda de homofobia no Congresso, representada pelo Marco Feliciano e pelo Jair Bolsonaro?

Guilherme – Acho uma total falta de respeito com o ser humano, com o próximo, com a pessoa que vive no mesmo mundo em que ele vive. Cada um tem o direito de fazer o que bem entende. E deve ser assim sempre. O Brasil precisa aprender a conviver com as diferenças, não apenas sexuais, mas sociais também.

Fonte: Tudo Miss

Novo mister Brasil entra no coro contra a homofobia: “O amor está acima de tudo e de todos” Resposta

Reinaldo Dalcin, mister Brasil 2013

Reinaldo Dalcin, mister Brasil 2013

Reinaldo Dalcin mostrou ser um rapaz que respeita as diferenças e entrou no coro contra a homofobia, afirmando que o amor “está acima de qualquer tipo de julgamento referente a sexo, cor ou religião”.

E quando o assunto é o assédio que recebe, o mister Brasil até exagera na modéstia:

— Acho incrível que dentro de um universo de 7 bilhões de pessoas eu desperte o interesse de alguém. É algo que me deixa lisonjeado.

Na entrevista abaixo, ele revela a admiração pela miss Brasil Mundo 2006, Jane Borges, e ainda aborda mitologia, parafraseia Chaplin… Fala bonito esse mister, hein! Confira.

Tudo Miss – Você é mister Brasil e deve ser muito assediado. Como reage às cantadas dos gays?

Reinaldo – Uma vez ou outra acontece, sempre encaro essa atitude como um elogio. Acho incrível que dentro de um universo de 7 bilhões de pessoas eu desperte o interesse de alguém, realmente é algo que me deixa lisonjeado e ao mesmo tempo é de uma magia imensurável.

Tudo Miss – Em tempos de Marco Feliciano, vale perguntar: qual é a opinião do mister Brasil sobre essa onda de homofobia?

Reinaldo – Sou totalmente contra. Como disse, vivemos em um universo de 7 bilhões de pessoas. Nos dias de hoje você encontrar uma pessoa com quem queira dividir sua vida é um processo árduo que demanda uma entrega uníssona dos dois seres. Aos meus olhos, essa atitude de entrega está acima de qualquer tipo de julgamento referente a sexo, cor ou religião. O amor está sobre tudo e todos. Acredito fielmente que as pessoas que têm esse pensamento homofóbico precisam rever seus conceitos de amor! Se pudéssemos escolher quem amar, sofreríamos menos, mas talvez não fossemos tão felizes com nossas imperfeições!

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Fonte: Tudo Miss

Gugu Liberato é vítima de extorsão e teme por sua reputação, mas ele não tem reputação nenhuma 6

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Em comunicado enviado à imprensa, a assessoria do apresentador Gugu Liberato alega que ele está sendo vítima de extorsão. Uma quadrilha estaria ameaçando divulgar informações que, segundo a assessoria, são “falsas” e podem prejudicar a reputação, o trabalho e a família de Gugu.

Não foi revelado o conteúdo das informações, apenas que a “quadrilha se dispõe a procurar jornalistas” e que “qualquer outra fonte de informação (além de seu escritório de advocacia), por mais confiável que possa parecer, está de antemão formalmente desautorizada”.

Ainda de acordo com o comunicado, “Gugu Liberato já tomou todas as providências judiciais cabíveis para denunciar esse fato”. Seu advogado, Miguel Reale Jr ., já pediu abertura de inquérito ao Ministério Público e “representou à OAB-SP contra dois advogados que fazem parte da quadrilha”. O processo corre em segredo de Justiça.

Gugu, que há algum tempo andava fora das manchetes, voltou aos holofotes nas últimas semanas após bater Faustão e ao entrar no Instagram. O apresentador tem se mostrado bastante à vontade diante das câmeras e revelado um lado pouco conhecido.

Fonte: iG Gente

Opinião

Que reputação tem um apresentador que forja uma entrevista com um falso líder do PCC, como ele fez no SBT? A reputação do apresentador já está no esgoto há tempos. Eu gostava dele, quando ele dançava o “meu pintinho amarelinho cabe aqui na minha mão”, mas isso faz tempo. Sobre especulações a respeito de uma suposta homossexualidade dele, cada um dá o que é seu e eu não tenho nada a ver com isso.

‘Nós só queremos formar nossas famílias’, diz Daniela Mercury ao ‘Fantástico’ 2

Daniela Mercury e sua mulher, Malu Verçosa

Daniela Mercury e sua mulher, Malu Verçosa

A cantora Daniela Mercury acessou a internet, virou-se pro mundo e declarou o amor por uma mulher. Fez o barulho que queria fazer. Apaixonada, ela contou ao Fantástico por que decidiu que era hora de entrar num dos grandes debates que movimentam o Brasil.

“Eu sempre fui diferente, sempre fui artista, desde menina. Sempre fui muito independente no meu pensamento”, disse a cantora.

Quatro fotos do casamento e onze palavras: “Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração pra cantar.”

“Fiz a minha vida a partir dos meus desejos, da construção através do meu trabalho, do meu esforço pessoal, minha autonomia sempre foi muito preservada”, disse.

Ao lado da jornalista Malu Verçosa, da TV Bahia, afiliada da Rede Globo, Daniela Mercury entrou de vez na discussão sobre os direitos dos homossexuais no brasil.

“Estou comunicando uma relação com uma mulher porque acho natural. E isso vem a reforçar essa liberdade de se ser como se quer e é a luta fundamental da comunidade de gays, lésbicas… eu não gosto dos rótulos, mas estou nessa luta política, sem dúvida: sempre estive”, disse Daniela.

A Daniela vai falar mais desse amor e da sua luta, que é também de outras mulheres.

A Eliana e a Cila estão vivendo juntas há 17 anos, mas antes disso a Eliana foi casada duas vezes com homem.

Fantástico:Teve filhos nessas relações?

Eliana: sim, eu tenho um menino do meu primeiro casamento e tenho dois meninos do segundo casamento.

“Meninos” é o modo de toda mãe dizer. Ricardo, o filho mais novo, já tem 19 anos. Tinha dois, quando a Eliana se apaixonou pela Cila.

“Desde o primeiro momento foi tratado como uma coisa que era normal. Nunca foi falado ‘eu estou com ela, não é uma coisa que é comum e estou te avisando antes.’ foi ‘ah, estou com ela porque eu gosto dela, então é por isso que eu estou com ela.’, disse o filho Ricardo.

Ceribelli: E como era explicar para os outros isso?
Ricardo: Aí é que foi difícil pra caramba!
Ceribelli: O problema não era dentro de casa?
Ricardo: Não.
Ceribelli: O problema era fora?
Ricardo: É.
Ceribelli: Para você também, o mais difícil era pensar como ele estava sendo recebido na escola, na turma dos amigos…
Eliana: Nós estávamos muito felizes uma com a outra. e será que não estava afetando alguma coisa aos meninos e tal?

A psicanalista Belinda Mandelbaum é especializada nas relações de gênero e sexualidade das novas famílias.

“Essa relação dos pais, seja do mesmo sexo ou de sexos diferentes, é uma relação em que o amor se sobrepõe ao ódio? É uma relação criativa? Qual é a qualidade dessa relação? E qual a qualidade da relação dos pais com os filhos? Isso é muito mais importante que a questão do sexo biológico”, disse Belinda.

“E outra questão fundamental é como é que a sociedade mais ampla reconhece, legitima e acolhe essas crianças. Eu estou dizendo isso porque o preconceito, esse sim é muito danoso para a criança”, disse a psicanalista.

Diversos países desenvolvem estudos sobre a formação das famílias homoafetivas.

“Há um consenso em relação a essas pesquisas que não há nenhuma evidência de que crianças criadas por casais homoafeitvos tenham alguma diferença significativa em relação a crianças criadas por casais heterossexuais. não é isso que faz a diferença no desenvolvimento físico ou psicológico dessas crianças”.

No alto do bolo de casamento… duas noivas! Acompanhadas de seus três filhos. A cerimônia foi há duas semanas, mas a Fabiana e a Tula estão juntas há 15 anos. Foi a primeira relação homossexual delas, que antes namoravam homens.

Renata: Quando vocês decidiram ter filhos, vocês pensaram, se preocuparam com a felicidade dessas crianças numa família diferente?
fabiana: Quando aconteceu o nosso amor e tudo mais, eu falei ‘tula, eu caso contigo, mas eu quero ter filhos’. e ela falou ‘tá bom, vamos ter filhos, vários, quantos você quiser’.

Por inseminação artificial, a Fabiana gerou dois filhos, hoje com 11 e cinco anos, e registrados também em nome da Tula. Depois o casal adotou uma menina. Durante a entrevista, os três estavam por perto.

Com os ânimos mais calmos, Fabiana contou como ficou segura de vez com a opção de formar uma família com uma mulher. Foi quando o filho mais velho delas tinha quatro anos.

“Ele saiu com a minha sogra, foi no jornaleiro, tava com a camisa do flamengo, e o jornaleiro perguntou: ‘seu pai e flamengo?’ E ele falou: ‘não, a minha família é um pouco diferente, eu tenho duas mães, uma é vascaína, a outra é tricolor, a minha vó na verdade é que é flamenguista’. E o jornaleiro olhou pra minha sogra e a minha sogra fez assim como quem diz ‘é verdade’”, conta Fabiana.

Essa naturalidade é exercitada no convívio com crianças de famílias parecidas.

“Eu acho que essa convivência que a gente tem com alguns casais homoafetivos que tem filhos também, pra eles é importante, é muito importante nesse sentido. Para eles poderem perceber que é uma situação estatisticamente inferior, mas não anormal”, disse Tula.

Ontem foi dia de visita na casa de Fabiana e Tula. A Laura e a Marta têm uma história quase igual: dois filhos por inseminação artificial e uma menina adotada. A diferença é que Marta teve uma gravidez e Laura teve outra. Há cinco anos, elas convivem com famílias homoafetivas.

Marta: Foi bom porque a gente tinha milhares de amigas casadas com filhos, amigos casados com filhos e a gente pode mostrar: esse aqui, papai e mamãe da Nara, papai e papai do Tales, mamãe e mamãe do Leo, do Pedro, da Carol.
Ceribelli: A nossa família não tem papai, tem duas mamães.
Laura: e tem família que tem dois papais e tem família que tem papai e mamãe.

O que essas mulheres já conhecem, Daniela e Malu vão começar a viver agora.

Daniela Mercury está em Portugal participando de uma turnê internacional de alguns shows depois de uma pequena temporada de férias na Europa.
Fantástico: Você me pareceu muito feliz no seu show, no seu ensaio, exuberante, feliz. É um momento muito feliz da sua vida?
Daniela: Estou muito feliz. Eu sou uma mulher muito realizada, muito feliz. Eu sempre fiz o que quis.

A entrevista mal tinha começado e uma das filhas de Daniela de repente dá uma beijo na mãe.

Daniela: Te amo.

São cinco filhos:dois já adultos, do primeiro casamento e três ainda crianças, adotadas no segundo casamento, que terminou no início do ano.

Fantástico: Como é que foi a reação da sua família, dos seus filhos? Você sempre deu muita importância à família, filhos trabalham com você, te acompanham…
Daniela: Eles estão comigo sempre. Eles são acostumados à mãe que têm, foram educados pra liberdade. educados… não é pro respeito, é simplesmente ser natural na vida, entender as diferenças.

Daniela e Malu moram juntas há quatro meses.

Daniela: Nós só queremos formar nossas famílias. As pessoas só querem ter suas famílias, serem felizes. Isso, em vários países, é a coisa mais tranquila do mundo. Eu sou uma mulher que me dou o direito de ser como eu tenho vontade de ser. E se isso é importante pra mim, se eu estou apaixonada por uma mulher, por que não viver isso? Por que não me dar o direito de viver isso? Qual é a questão?

Ela sabe o que significa ter revelado o novo casamento bem no momento em que o deputado Marco Feliciano, do PSC, está sendo pressionado para deixar a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal.

Daniela: Não foi por causa dele que eu fiz isso. Mas fiquei muito feliz de acontecer essa minha necessidade pessoal num momento que era necessário para o Brasil também que as pessoas tenham coragem de dizer quem elas são.

E divide com a mulher que ela chama de esposa a sensação de missão cumprida.

Daniela: Se não fosse a coragem dela também, e a compreensão de que isso era importante pra ela, eu não poderia fazer isso sozinha. É preciso que o casal tenha essa disposição. E olha que ela não suporta aparecer

No fim, Daniela pediu pra cantar uma música chamada ‘Sonho Impossível’.

“é minha lei, é minha questão
virar esse mundo
cravar esse chão
não me importa saber
se é terrível demais
quantas guerras terei que vencer
por um pouco de paz”

Paz e amor.

Daniela: somos diferentes. Lindamente, maravilhosamente diferentes. Viva o amor.

Fonte: Fantástico

Ex-dançarina de Latino diz que sofreu abuso e se diz bissexual Resposta

Andressa Urach com Marilia Gabriela (Carol Soares-SBT)

Andressa Urach com Marilia Gabriela (Carol Soares-SBT)

O SBT exibiu uma entrevista com a modelo Andressa Urach, que já foi dançarina do cantor Latino e ficou no segundo lugar no concurso de Miss Bumbum.

Um dos momentos mais emocionantes foi quando ela diz que sofreu abuso sexual na infância. “Quando era pequena sofri abuso sexual dos 2 aos 8 anos de idade”, disse a modelo que agora é a promoter oficial do Miss Bumbum no Brasil e na Europa.

+ Entrevista com Silas Malafaia não teve razão de ser

Entre outros assuntos, a ex-dançarina de Latino disse que teve a primeira relação bissexual durante o concurso de Miss Bumbum e também do relacionamento dela com uma das participantes. “Foi a minha primeira relação bissexual, eu estava carente!”, justifica.

Depressão, virgindade, gravidez precoce, tudo isso esteve na pauta do “De Frente com Gabi” que foi ao ar nesta quarta-feira (3/4), à meia noite, no SBT.

Ator Alexandre Nero rebate no Instagram crítica de fã ao casamento gay 3

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Definitivamente, o Instagram é o novo palco do mundo. Após selinhos entre famosos do mesmo sexo, outings e protestos, todos postados na rede social, o aplicativo agora também conta com discussões abertas sobre o casamento gay. Prova disso, foi a resposta do ator Alexandre Nero (que atualmente vive o advogado Stenio em Salve Jorge) à uma “fã”, que, na madrugada de ontem para hoje (4), postou na conta oficial do ator sua opinião sobre “os rumos da homossexualidade X a família”.

A fã já começa seu comentário com “quero ver quando você estiver com teus filhos em um restaurante e tiver 2 gays se beijando…” e completa “Vc vai conseguir aceitar e explicar aos teus filhos o quão normal isso eh?”.

+ Em tempos de treva, Daniela Mercury posta foto com sua mulher: “É minha família”

Âncora do ‘SBT Brasil’ agora afirma que não apoia Feliciano 1

Para jornalista, protestos põemem 'risco' a democracia

Para jornalista, protestos põem
em ‘risco’ a democracia

A jornalista Rachel Sheherazade, uma das âncoras do SBT Brasil, afirmou à Veja SP que não apoia as declarações do pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) acusadas de homofóbicas e racistas.

Ela foi procurada pela revista por causa da repercussão nas redes sociais de seus comentários, feitos no telejornal no dia 20, que minimizaram as afirmações do presidente da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

A Folha de S.Paulo divulgou que jornalistas e artistas do SBT estariam elaborando um abaixo-assinado para dizer que “Sheherazade não nos representa”. A jornalista disse desconhecer essa informação.

Para ela, conforme disse na edição daquele dia do telejornal, Feliciano expressava apenas suas “opiniões pessoais”, como se isso não tivesse nenhuma interferência na condução da comissão.

Nas redes sociais, comentou-se o fato de a jornalista ser evangélica, o que seria a explicação de ela ter poupado o pastor Feliciano.

À Veja SP, ela afirmou que o seu comentário foi no sentido de ressaltar a liberdade de expressão do Feliciano. “Disseram que eu apoiava as ideias dele. Imagina! Tenho amigos gays e de ascendência africana.”

No entendimento da jornalista, os protestos que têm conturbado as sessões da comissão são um “risco” à democracia.

Em sua defesa, afirmou que “nem todo conservadorismo é ruim”, porque “é diferente de ser retrógrado”.

Sheherazade tem em alta conta as suas próprias “opiniões pessoais”, como se fosse uma luminar do jornalismo brasileiro.

“Eu fui contratada para opinar”, disse.

Fonte: Paulopes

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Nana Gouvêa se revolta com declarações de Joelma Mendes sobre gays Resposta

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E as declarações homofóbicas de Joelma Mendes continuam a repercutir. Desta vez, a entrevista que a cantora deu à revista Época, na qual ela disse ser contra o casamento gay e que se tivesse um filho homossexual “lutaria até a morte para fazer sua conversão” e que  gays são como drogados – “É como um drogado tentando se recuperar” -, irritou Nana Gouvêa. Mais cedo, no twitter, ela despejou sua ira contra a cantora: “Só dois comentários: Joelma: Vai se F^%%$#^$&%!!!! Você, suas ideias, sua música… tudo péssimo”.

De Nova York, onde mora, a modelo conversou com o portal EGO sobre o assunto: “Me pergunto como pode uma pessoa de ‘mundo do entretenimento’ ser preconceituosa especialmente contra gays? Estamos cercados deles o tempo todo! Fazem de tudo por nós! Nos embelezam, paparicam, criam nossos visuais, são excelentes amigos, nos fazem rir como ninguém, sabem ser fiéis como cães! Sofri inúmeros tipos de preconceito a minha vida toda e sei o quanto dói ser julgada injustamente.  Ela (Joelma) própria faz um tipo de música que sofre preconceito, no caso a respeito da qualidade musical. Será mesmo que ela não sabe a dor que causa uma pessoa do patamar da mídia ao qual ela alcançou ao longo da carreira dela incentivar qualquer tipo de preconceito?”

Nana disse ainda que seus melhores amigos são gays. “Eu adoro todos os meus amigos gays, sinto uma falta tremenda de cada um deles. Se hoje tenho o marido maravilhosos que tenho, devo isso ao Amim Khader (promoter), pois foi graças a minha amizade com ele que conheci meu marido, creio que por destino, mas ainda assim sou grata por cada momento e alegria que passei e passo ao lado dos meus amigos gays. Eles são alegria, luz, criatividade, amizade! Dizer que são pessoas doentes ou mais é um gravo erro! Opção sexual não define caráter! Quantos héteros temos nas cadeias ou cometendo crimes e barbaridades por todo o mundo? Sexo feito com amor, independentemente de raça, cor, credo, religião, por pessoas adultas em pleno consentimento de ambas as partes e sem infligir outros é um direito que todos temos e deve ser respeitado. O que importa pra mim e que optemos pelo amor! Independentemente do que as pessoas têm no meio das suas pernas. Onde há amor e respeito, creio eu que Deus estará lá.Na minha forma de crer, Deus entende e aceita o amor, nada mais. O resto é passageiro, temporário.”

Yasmin Brunet e Antonia Morais dão selinho em protesto contra Feliciano Resposta

Yasmin Brunet e Antonia Morais: não representa (Foto: Reprodução/Instagram)

Yasmin Brunet e Antonia Morais: não representa (Foto: Reprodução/Instagram)

Seguindo o exemplo de Fernanda Montenegro, que deu selinho em Camila Amado ao receber um prêmio de teatro, Yasmin Brunet e Antonia Morais também selaram os lábios nesta quarta-feira, 3, para protestar contra a permanência do pastor Marco Feliciano na presidência da  Comissão de Direitos Humanos. “Amor não escolhe raça ou sexo. O amor é livre… Feliciano não nos representa”, escreveram na legenda da foto que foi postada em seus perfis do “Instagram”.

O ator Bruno Gagliasso também entrou aderiu ao protesto e postou uma foto em que aparece dando um selinho em Matheus Nachtergaele. “Quanto menos você sabe mais você julga. #felicianonãomerepresenta”, escreveu ele.

A campanha “Feliciano não me representa” começou a se espalhar pelas redes sociais após a divulgação de declarações polêmicas do pastor. Desde que teve a indicação para assumir o cargo, Feliciano é alvo de protestos que o acusam de  homofobia e racismo.

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Contra pastor Marco Feliciano, Bruno Gagliasso posta foto beijando o ator Matheus Nachtergaele 22

Bruno Gagliasso (Foto: Instagram / Reprodução)

Bruno Gagliasso (Foto: Instagram / Reprodução)

Bruno Gagliasso foi mais um famoso a se manifestar contra a permanência do pastor Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias. O ator postou uma foto sua beijando o ator Matheus Nachtergaele como forma de protesto: “Quanto menos você sabe mais você julga. #felicianonãomerepresenta”, escreveu ele.

Yasmin Brunet e Antonia Morais também protestaram postando foto de um selinho: “Amor não escolhe raça ou sexo. O amor é livre… Feliciano não nos representa”, escreveram na legenda da foto que foi postada em seus perfis do Instagram.

A campanha “Feliciano não me representa” começou a se espalhar pelas redes sociais após a divulgação de declarações polêmicas do pastor. Desde que teve a indicação para assumir o cargo, Feliciano é alvo de protestos que o acusam de  homofobia e racismo.

+ Deputada Iriny Lopes pede abertura de processo contra deputado Pastor Marco Feliciano

+ “Destino de crianças adotadas por gays é o estupro”, diz assessor de Feliciano

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+ Manifestante preso após protestar contra pastor Feliciano diz ter sofrido violência; polícia vai apurar se houve ‘abuso’

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+ PSC anuncia que Feliciano fica na Comissão de Direitos Humanos

+ Feliciano diz que só sairia de comissão se morresse

+ Presidente da Câmara dos Deputados quer resolver impasse sobre Feliciano até terça-feira

+ Para ministra da Secretaria de Política de Promoção Social da Igualdade Racial, PSC deve avaliar se escolha de Feliciano é ‘coerente’

+ Procurador-geral da República diz que Feliciano não é adequado para presidir comissão de Direitos Humanos

+ Em novo ato contra Feliciano, deputados pressionam por sua renúncia

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+ Marco Feliciano é intimado pelo Supremo a prestar depoimento

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Em tempos de treva, Daniela Mercury posta foto com sua mulher: “É minha família” 7

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Daniela Mercury e sua mulher, Malu Verçosa

 

Em tempos de pastor Marco Feliciano eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, de pastor Silas Malafaia receber a maior medalha de honra do Estado do Rio de Janeiro, da Câmara dos Vereadores, do deputado Jair Bolsonaro xingar ministra de “sapatona”, a cantora  Daniela Mercury resolveu sair do armário e postar fotos de seu novo amor. A diva baiana usou o Instagram para assumir um novo relacionamento com uma mulher, a jornalista Malu Verçosa, editora da Rede Bahia, e fez uma verdadeira declaração de amor a ela.

+ Maria Gadú se recusa a opinar sobre casamento gay

Ricky Martin fala sobre casamento gay e mostra família na ‘Vanity Fair’ espanhola

 

“Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração pra cantar”, escreveu Daniela, que aparece muito sorridente nas fotos e mostra que já está até usando aliança.

Ontem, postei fotos enviadas pelo ex-presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, Toni Reis, comemorando 23 anos de casado, é de exemplos assim que precisamos, não? Aliás, outros artistas lésbicas, gays e bissexuais poderiam fazer o mesmo, não?