Em entrevista, Sandy defende o casamento entre gays Resposta

(Foto: Reprodução)
Em entrevista para o jornal O Globo do último sábado (24/03), a cantora Sandy disse que é a favor do casamento entre gays e da descriminalização do aborto.

A cantora que já tinha causado polêmica em sua entrevista para a revista Playboy, sobre sexo anal, agora parece que causou mais burburinho. O motivo de as pessoas se estranharem com seus comentários é que a maioria ainda pensa que Sandy não cresceu e por isso, acabam se surpreendendo com declarações adultas e bem pensadas feitas pela cantora.
Sobre o casamento homoafetivo, Sandy declarou:
– Vejo como uma coisa natural. Sou a favor do casamento gay. Acho que todo mundo tem os mesmos direitos: de ser feliz. O problema maior hoje é a homofobia, crime hediondo, cruel. A gente, às vezes, fica focada nos grandes centros, e esquece que, no interior do País, nos redutos atrasados, a homofobia está presente de forma muito mais selvagem, diante da ausência do Estado.
Não poderíamos esperar uma opinião diferente dela, já que graned parte dos seus fãs é formada por gays. Sobre o aborto, ela disse que defende a descriminalização, principalmente se a gravidez representar risco para a mãe ou para o bebê.
Sandy será a protagonista do episódio de ¨As Brasileiras¨, que vai ser exibido esta semana. 
Sobre os planos para televisão, ela comenta:
– Eu estava brincando de ser atriz. Nesses momentos, posso ser chamada de atriz, mas não tenho essa formação. Não tenho a pretensão de virar a Fernanda Montenegro da noite para o dia. 
Menina esperta!

O casamento gay é como a escravidão, diz líder católico 2

Católico mais antigo da Grã-Bretanha, o cardeal Keith O´Brien condenou
o casamento entre pessoas do mesmo sexo como uma ¨aberração¨,
comparando o ato à escravidão e ao aborto.
O cardeal Keith O’Brien disse que os países que legalizam o casamento gay deveriam se envergonhar por ir contra a “lei natural”, e não devem considerar as suas ações como um progresso. Ele disse que as uniões do mesmo sexo eram o ¨fim do limite¨ e que isso levaria à ¨degeneração da sociedade em imoralidade.¨ 


Em uma série de comentários polêmicos, ele disse à Rádio BBC que se o casamento do mesmo sexo for legalizado, mais aberrações aconteceriam e a sociedade iria se degenerar ainda mais em imoralidade. 
A entrevista foi realizada depois que o cardeal escreveu um artigo onde ele compara o casamento gay à escravidão. Ele escreveu: 

¨Imagine por um momento que o governo tenha decidido legalizar a escravidão, mas garantiu que ninguém será obrigado a ter um escravo. Será que essas garantias inúteis iriam acalmar a nossa fúria? Eles justificariam a quebra de um direito humando fundamental? Ou será que eles iriam simplesmente usar palavras que mascaram um grande erro? Eu acho que é um exemplo muito bom do que pode acontecer em nosso próprio país no tempo presente.¨

Descrevendo o casamento do mesmo sexo como ¨o fim do limite¨, ele também usou a Lei do Aborto como um exemplo do que poderia acontecer, alegando que haveriam cerca de sete milhões de abortos e ¨mais aberrações¨. 
Respondendo às acusações de que seu uso da linguagem, incluindo a palavra “grotesco”, foi um exagero, ele disse: 
– Eu não estou dizendo que é grotesco, mas talvez para algumas pessoas pode parecer grotesco. Eu não acho que tudo seja exagero. Eu acho que estou entregando o ensinamento da Igreja Cristã que existe há mais de 2.000 anos e estou fazendo o meu melhor para transmiti-lo de uma forma que muitas pessoas possam ouvir. Eu acho que se o Reino Unido aderir o casamento do mesmo sexo vai ser realmente uma vergonha para o nosso país. Estamos tentando redefinir algo que tem sido conhecido e reverenciado por séculos e tornando-se algo bastante diferente. Isso está mudando toda a noção do que é o casamento e o que é uma família. Afeta crianças que nascem, que têm direito a um pai e mãe. 
Seus comentários levaram diversas pessoas a se manifestarem na internet, onde alguns o acusam de ser intolerante e incoerente, além de ter um discurso de ódio.

Exclusivo: Em entrevista ao Entre Nós, Gabriele Benedetti comenta a polêmica do vídeo que fez defendendo Ariadna e compara o namoro com o filme ¨Uma Linda Mulher¨ Resposta

Gabriele Benedetti (Foto: Reprodução)
Depois de Gabriele Benedetti ter publicado um vídeo onde defende sua namorada, a ex-participante do Big Brother Brasil, Ariadna, o blog Entre Nós entrou em contato com o italiano para saber mais sobre essa história e conversar sobre como é o relacionamento entre um heterossexual e uma mulher transexual. Confira na íntegra a entrevista exclusiva: 


Entre Nós: O que exatamente motivou você a gravar um video em defesa da Ariadna? 
Gabriele: Fiquei sem graça assistindo um vídeo na internet do programa “pânico na tv” onde esse tal “bolinha” combinou as pegadinhas de ficar com nojo do contato com a minha mulher Ariadna. Achei isso uma grande falta de respeito com o ser humano, com as mulheres principalmente e ainda mais grave porque um comportamento desse incentiva o preconceito. Sinto muito que ela tenha aceitado participar em uma gravação de tão baixo nível e pode ter certeza q nunca mais isso vai acontecer. Ela merece o melhor e pertence a um nível bem mais alto. 
EN: Você já passou ou percebeu algum preconceito contra vocês no Brasil? 
Gabriele: Eu fui chamado de gay porque sou muito educado e gentil. Além disso percebi muita inveja de algumas mulheres que pensam como é possível um homem bonito ficar com uma mulher operada. Eu acho a Ariadna maravilhosa. E falando dela, percebo um forte preconceito e racismo de algumas pessoas de baixo nível cultural. Mas temos sorte que a maioria nos apóia. O amor é lindo! 
EN: Você defende muito bem a Ariadna no vídeo, afirma ser heterossexual e que Ariadna é mesmo uma mulher. Você já se relacionou com outras transexuais antes? 
Gabriele: Nunca, porque nunca encontrei uma que fosse operada. Gosto só de mulher. 
EN: Qual a diferença na aceitação das pessoas no Brasil e na Itália? 
Gabriele: Até agora eu recebi apoio total de todos os italianos que sabem da nossa história. São todos muito felizes e claro, curiosos. Aqui no Brasil, a população é maior, portanto pode parecer que o preconceito também seja maior. Na verdade a maioria dos brasileiros são muito felizes de ver que o amor nao tem limites e que pode vencer a ignorância. “Pretty Woman” (O filme estrelado por Julia Roberts e Richard Gere, Uma Linda Mulher) é um filme que parece muito com nossa história, acho esse filme lindo e quero ver ela virar uma princesa. 
EN: Vocês têm planos de casamento? 
Gabriele: Quem sabe… 
EN: Qual foi a reação da Ariadna sobre o vídeo? 
Gabriele: Ficou muito emocionada, acabou chorando um pouquinho. 
É, o amor é realmente lindo… Sucesso para o casal!!!

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Ricky Martin fala de casamento, filhos e loucuras de amor para revista americana. Confira na íntegra: Resposta

O cantor Ricky Martin deu uma entrevista para a revista americana ¨Details¨, onde falou sobre seu namorado há mais de quatro anos, Carlos González Abella, filhos e loucuras que já fez por um amor. Na entrevista, Ricky ainda comenta sobre George W. Bush e a experiência de conhecer Dalai Lama.

Confira abaixo a entrevista na íntegra:
– Você certa vez pediu a um piloto para fazer um pouso não planejado em Porto Rico para que você pudesse visitar a sua avó. Qual é a coisa mais espontânea que você já fez para um homem? 
Ricky Martin: Eu cancelei um show uma vez para estar com alguém que eu amava.
– Você realmente cancelou um show? 
Ricky Martin: Eu fiz isso um dia. Pensei: “Você vive em outro país. Eu moro em outro país. Isto é incrível e eu me sinto incrível.” Meu empresário inventou alguma desculpa. Era a data mais cara que eu já estive. Mas hey, foi um dia muito bonito.
– Você se arrepende de esperar tanto tempo para se assumir gay? Será que você não sente que perdeu tempo? 
Ricky Martin: Você sabe, quando eu ouço falar de um menino ou uma menina que se assume aos 15, eu penso, “Você é tão sortudo.¨ Vou dar-lhe uma ovação de pé. Mas não há nada que você possa fazer sobre isso. Você tem que ir através do ontem para ser quem você é hoje.
– Quando você se assumiu, você disse: “Eu sou muito abençoado de ser quem eu sou.” O que quis dizer? 
Ricky Martin: Bem, eu não sei quem é o seu Deus, mas meu Deus não comete erros.
– Será que George W. Bush concorda? Você cantou na posse dele, em 2001, mas depois de um show que mudou de idéia sobre ele. 
Ricky Martin: Eles me deram a oportunidade de representar a comunidade latina na posse. Foi além da política. No dia seguinte eu estava em 85 capas de jornais de todo o mundo. Um monte de gente disse: “Será que você vai tirar uma foto com ele novamente?” Eu disse, “Bem, ele tem que fazer muito sobre tráfico de seres humanos para que isso aconteça.” Agora eu diria que ele tem que fazer um monte sobre o tráfico humano e sobre a comunidade LGBT.
– Você está namorando o mesmo homem, Carlos González Abella, por mais de quatro anos. Te Incomoda que a igualdade no casamento não é uma realidade? 
Ricky Martin: Eu não quero culpar o governo. Eu acho que há uma fé roubada, uma interpretação do que Deus disse “, diz.” Esse é o seu Deus, eu tenho o meu Deus. Trata-se de direitos civis. Eu não estou lhe dizendo em que acreditar. Eu gostaria que as pessoas compreendessem que o amor se manifesta de diferentes maneiras. Permitam-me ter a minha vida e eu não vou mexer com a sua. Aí é quando eu luto e fico com raiva e dou soco na mesa. E então eu falo. Martin Luther King Jr. disse: “Nossas vidas começam a acabam no dia em que nos calamos sobre as coisas que importam.”
– Muita gente achou que você aplicou para a cidadania espanhola para que pudesse casar com Carlos. 
Ricky Martin: Confie em mim, todo mundo está me perguntando quando eu vou casar.Pessoas que eu não conheço estão insistindo. Mas não é algo que estamos falando.
– Qual é a diferença entre namorar um homem e namorar uma mulher, além do óbvio? 
Ricky Martin: Eu não gosto de generalizar, mas quando um cara diz: “Eu gosto de você”, ele quer dizer eu gosto de você. Quando ele diz “eu te amo” ele quer dizer eu te amo.
– Eu li em algum lugar que vocês dois estão alugando um apartamento de 32 mil dólares por mês. 
Ricky Martin: Bem, eu não preciso de nada para viver, para ser honesto. Me dá um colchão ou um futon no chão e eu serei o campista mais feliz.
– O apartamento é de 3.500 metros quadrados. . . 
Ricky Martin: Mas então, de repente, de um futon eu preciso de cinco quartos. Não sou eu. Meus filhos têm uma sala. A babá tem uma sala. Tenho muita sorte de dizer que a minha mãe, ela está viajando comigo e ela está me ajudando a criar meus filhos. E, em seguida, as crianças começam a ir à escola na próxima semana.
– Como foi a competição para matricular seus filhos em uma faculdade em Manhattan? 
Ricky Martin: Você não tem idéia. Um monte de gente me falou sobre isso, e eu não sabia até que eu realmente embarquei na missão. Há documentários sobre isso. Eu tive que escrever um ensaio sobre os meus filhos. Isto é para matricular no maternal, não é a faculdade. Mas eu entendo que é assim que acontece. Sentei na frente do meu computador e eu abri meu coração. Aparentemente, estamos dentro.
– Em seu livro de memórias, EU, você escreve sobre o seu interesse pelo budismo. Você conheceu o Dalai Lama? 
Ricky Martin: Eles dizem que você só encontra o Dalai Lama se, carmicamente, você está no lugar certo para se encontrar. Após a quarta vez que eu deveria encontrá-lo, seus assistentes ligaram: Você quer ir para Nova Delhi para conhecê-lo? Eu peguei um avião em Paris. Estávamos voando sobre o Afeganistão, mas o piloto disse que eles fecharam o tráfego aéreo. Você sabe como isso é intenso? Você está prestes a conhecer a Sua Santidade e há uma parede no ar dizendo: “Não, não é a sua hora ainda.” Eu disse ao capitão: “Podemos voltar para casa.”
– Você alguma vez chegou a encontrá-lo? 
Ricky Martin: Ele veio para uma conferência em Nova York e nos conhecemos. Você sabe, o silêncio era o suficiente. “Deixe-me apenas admirar a sua presença.” Mas ele está em contato com a criança dentro dele, ele estava fazendo piadas. Bobas, piadas bonitas.Ele tem um incrível senso de humor.
– Quando foi a última vez que você tirou suas roupas e saiu dançando na chuva, como você canta em “Livin ‘La Vida Loca”? 
Ricky Martin: É engraçado você dizer isso. Eu acabei de fazer isso no meu período de férias na Polinésia Francesa.

Público gay foi o primeiro a abraçar novo trabalho, diz Wanessa Camargo. Veja vídeo: Resposta

(Foto: Reprodução)
Cantora lança ‘DNA’, seu primeiro CD em inglês e voltado para a eletrônica. Em retrospecto, ela diz que levou ‘muita porrada’ para se achar musicalmente.

Wanessa Camargo nunca pareceu tão empolgada com o lançamento de um disco desde que começou a cantar, aos 17 anos. Após a guinada ensaiada com o hit “Fly”, dueto com o rapper americano Ja Rule, de 2009, a neta de Francisco finca os dois pés na pista de dança com seu oitavo CD, “DNA”. Lançado neste mês de agosto, o álbum traz 12 faixas em inglês, que vão pelo dubstep, house e outras vertentes eletrônicas.

Segundo a cantora, o público gay foi o primeiro a abraçar essa nova fase. “Sempre fiz um trabalho sem nenhum foco de público. Fui lançada como uma cantora teen, mas falava com crianças, adolescentes, adultos e também o público GLBT. Mas, com esse novo trabalho, de uns dois anos para cá, quando comecei a cantar com essa sonoridade mais pop, mais dance, com influências de house, senti que o GLBT foi o público que entendeu de cara o CD e abraçou esse projeto com carinho”, diz ela, que tem feito shows em casas noturnas e na Parada Gay. “Adoro!”, comemora.

Em entrevista exlusiva ao G1, Wanessa lembra que o caminho até aqui nem sempre foi fácil. “Tive que tomar muita porrada na cara para ter me encontrado musicalmente”, diz. “Eu me sinto ainda consolidando algo novo no Brasil. Ainda estou engatinhando. Busquei uma sonoridade que tem a ver com o que gosto de ouvir. Hoje tenho uma veia mais eletrônica, mais de pista mesmo.”

Mesmo grávida de quatro meses e meio, a estrela de 28 anos não descarta passar algum tempo fora do Brasil para divulgar suas novas canções em rádios e fazer contato com produtores. Antes disso, a turnê brasileira é a prioridade. “Vai ser um trabalhão para manter a agenda de shows até novembro”, reconhece.

Muito antes do primeiro filho, João Marcos, fazer parte dos planos, Wanessa começou sua carreira emulando Mariah Carey em baladas emocionadas como “Apaixonada por você”, de 2000. Sons mais dançantes começaram a aparecer em 2005, quando Shakira dava pinta de ser a principal referência em refrões sacolejantes como o de “Amor, amor”. Mas tudo mudou foi depois do dueto com Ja Rule.

“Foi a música que conseguiu me posicionar no mercado pop”, reconhece, ao comentar a parceria com o rapper que foi recentemente preso por porte ilegal de arma.“Ele é um cara muito do bem, muito correto. Se tiver que pagar pelo que fez, vai pagar. E depois vai voltar com força total. Ele é um rapper dos bons”, enaltece.

Outra peça importante na nova fase de Wanessa é o produtor Fabianno Almeida, mais conhecido como Mister Jam, nome da banda com a qual ele lançou o hit “Rebola na boa” no final da década de 90. É dele a faixa “Falling for u”. “Quando ouvi a música, foi como um chiclete que grudou na minha cabeça. Começamos a perceber ideias parecidas e afinidades”, conclui.

Veja o vídeo da entrevista:


*Com informações do G1.

Sandy: ¨Junior não tem nada de gay¨ 1

Sandy (Foto: Reprodução)
Mesmo antes de a revista Playboy que traz Adriane Galeisteu na capa chegar às bancas, a polêmica em torno da revista já estava grande. E o motivo não são as fotos da apresentadora nua na Itália, e sim, a entrevista da cantora Sandy, que disse ser possível ter prazer anal. 

Contextos à parte, a entrevista também aborda a sexualidade da cantora e levanta assuntos como masturbação, strip tease e virgindade. Sandy que sempre foi vista como uma virgem santa, afirma que toda essa história não passa de um mito e falou também sobre a sexualidade do irmão Junior: 

– No começo, por ter tido o cabelo comprido, por rebolar, ele ficou um pouco marcado. Aí as pessoas acharam divertido continuar falando que ele era gay, sendo que ele não tem nada de gay. 

Sandy explica ainda que na época do colégio, o irmão era chamado de ¨mariquinha¨, mas isso era uma interpretação por causa da música ¨Abre a porta, Mariquinha¨, primeiro sucesso da dupla: 

– É engraçado, parece que não adiantava saber que ele estava namorando uma mulher. Aliás, entre os mais próximos ele sempre teve fama de pegador.

Beyonce diz que se inspira em seus fãs gays Resposta

Durante uma entrevista para o site gay ¨PrideSource¨, a cantora Beyonce disse que se inspira nos seus fãs gays: 

– Eu sempre tive essa ligação (com gays). A maioria do meu público é composta por mulheres e os meus fãs gays, e eu já vi um monte de meninos mais novos crescendo com a minha música. 

Em um outro trecho ela afirma que a música ¨Girls (Run the World)¨, pode ser relacionado aos gays, e que se juntarem os gays e as mulheres, eles iriam dominar o mundo. E ela continua: 

– Eu tenho o meu estilista e meu maquiador, e todas as histórias e as gírias que eles usam eu tento colocar na minha música. Nós inspiramos um ao outro. Como eu disse, nós somos um. 

E mais: 

– Se tem alguém que é corajoso e fiel a si mesmo, são meus fãs gays. A quantidade de confiança e destemor que os levam a fazer o que talvez não seja o que seus pais esperam que você faça ou o que a sociedade pode pensar que é diferente…Ser corajoso, diferente e ser você mesmo – é tão bonito.

¨Beijo gay só lá em casa¨, diz o autor Aguinaldo Silva Resposta

O autor Aguinaldo Silva (Foto: Reprodução)
Durante entrevista no evento ¨Cenas de um Autor¨, Aguinaldo Silva, autor de novelas da Rede Globo, falou sobre a polêmica que envolve o beijo gay na tv aberta. 

O entrevistador foi Christiano Cochrane, filho da jornalista Marília Gabriela, e o evento ocorreu no Solar de Botafogo, no Rio. 

Aguinaldo, homossexual assumido, foi direto e disse: 

– Beijo gay só vai ter lá em casa. O público não quer ver isso. A voz do povo é a voz de Deus. 

Aguinaldo também foi perguntado sobre sua próxima novela, Fina Estampa, que irá substituir Insensato Coração. Ele não quis dar muitos detalhes, pois disse que o pouco que contou, já foi copiado em outras novelas.

Em entrevista para o Google, Lady Gaga critica a censura na Malásia. Confira na íntegra: Resposta

Lady Gaga criticou as estações de rádio da Malásia depois que proibiram o seu single ¨Born This Way¨.


O single, que apresenta letras como ¨’não importa gay, hetero ou bi, lésbicas, vida trangênera, eu estou no caminho certo, baby¨, foi editado em estações de rádio da Malásia.

Em uma entrevista para o Google, a cantora disse que os donos das rádio da Malásia estavam promovendo a homossexualidade. Ela disse: 

– Obviamente não concordo com isso, caso contrário eu não teria colocado ssas palavras na música. Todos os jovens da Malásia que querem que essas palavras sejam tocadas no rádio, tem que fazer com que suas vozes sejam ouvidas . Vocês deve fazer tudo o que vocês podem, se quiserem se libertar dessa sociedade. 


Leia também: Música de Lady Gaga a favor dos gays é censurada na Malásia
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Lady Gaga também disse que recebeu vários pedidos de emissoras de tv, pedindo que ela editasse algumas partes do seu videoclipe, o que a cantora sempre mandou dizer que não iria fazer.

Enquanto isso, Lady Gaga se tornou a primeiro cantora da história a atingir mais de 20 milhões de vendas de singles digitais. 

Confira a entrevista para o Google na íntegra (em inglês) :

Filho de Cristina Mortágua fala sobre briga com a mãe e a homossexualidade Resposta

Apesar de tê-la denunciado à polícia, Alexandre acha que um dia vão se entender: ‘Ela foi meu pai e minha mãe e lutou pelos meus direitos’.

No dia 7 de fevereiro, uma segunda-feira, depois de denuncias a mãe, a ex-modelo Cristina Mortágua, à polícia por agressão física e psicológica, Alexandre Mortágua entrou no quarto da casa que dividia com ela e recolheu suas coisas. O adolescente pegou seus 79 livros de arte e fotografia, encheu algumas malas de roupa e foi embora. Deixou computador, televisão, móveis, tudo para trás. Desde então, ele vive na casa da avó materna, Neide Mortágua, de 67 anos, no subúrbio de Vila Valqueire, no Rio. 
Na rua da avó moram seus padrinhos, que o acolheram e o matricularam em sua nova escola, também em sua rua, onde ele dará início pela segunda vez ao primeiro ano do ensino médio. O quarto que vai ocupar no apartamento de Neide já tem uma cama kingsize recém-comprada por Alexandre. 
O jovem está ciente de que uma nova vida começou para ele. Apaixonado por moda, vai inaugurar em março o site “Lady In Furs”, especializado em tendências. Aos 16 anos, Alexandre não só sabe fazer moldes, como tem duas máquinas de costura industriais que servem para confeccionar e customizar as roupas que usa. As amigas adoram as blusas feitas por Alexandre, que, recentemente, adquiriu várias peças num brechó em Londres. Sua última excentricidade foi um short e uma blusa do seu xará, o estilista Alexandre Herchcovitch, por R$ 850,00, graças a um desconto do vendedor da loja. 
Na entrevista que segue, Alexandre fala de sua primeira experiência homossexual, aos 13 anos, com o melhor amigo, do relacionamento conturbado com o pai, Edmundo, e da certeza de que um dia voltará a falar com a mãe. “Querendo ou não, ela foi a única que lutou por meus direitos. Quando eu nasci, não tinha pai.” 
EGO: Como você está depois dessa confusão? 
Alexandre: Carregava um peso muito grande. Não me sinto aliviado porque não acabou ainda (Alexandre entrou com um processo pedindo a transferência da guarda para a avó, Neide Mortágua). 

Que dificuldades você enfrentava com sua mãe no dia a dia? 
Ela era uma pessoa de altos e baixos e cada dia estava com um humor diferente. Eu compreendo. Ela já foi a mulher mais bonita do Brasil e hoje está com 40 anos. Antes, ela tinha todo o dinheiro que podia e queria gastar, hoje não é mais assim. Querendo ou não, é uma coisa difícil para ela. Por causa disso, vieram suas crises. Esse foi um dos principais motivos para eu ter ido morar com a minha avó. 
Vocês brigavam muito? 
Não, eu nunca levantei a voz, nem nunca bati na minha mãe. A única vez que falei ‘pronto, agora chega, vou fazer alguma coisa’, foi essa vez. 

Você também reclamou que não tinha acesso a pensão do seu pai (Desde o nascimento de Alexandre, Cristina briga na justiça para o jogador Edmundo reconhecer o filho). 
Sim. Agora minha pensão esta guardada e vai direto para a poupança. Minha pensão é muito boa e dá para viajar para o exterior duas vezes ao ano. Antes eu não podia. Não tinha acesso ao dinheiro. Ganhava uma mesada de R$ 300 dela. Nunca me faltou nada. Ela sempre foi uma mãe excelente. Mas eu fui privado de coisas que eu poderia ter tido e não tive.
‘Eu nunca quis ser jogador de futebol nem quis ser modelo. Sou muito diferente dos meus pais.’

Quem é você, Alexandre? 
Sou um adolescente como qualquer um que vai para escola, faz curso de inglês, tem suas responsabilidades, mas é um adolescente diferente. Sem querer me achar melhor do que os outros, não sou como a maioria que só se preocupa em sair, beber e só. Minha mãe me contava que quando eu fiz 12 anos eu já perguntava como poderia fazer para estudar moda. Cresci cercado no ambiente da moda, conheço esse vocabulário. Foi minha mãe quem me influenciou. 

Por que você se julga um adolescente diferente? 
Nenhum adolescente tem o desejo de fazer 18 anos para sair de casa e começar a estudar. A maioria quer continuar na casa do pai e ser sustentada por ele. Ainda mais quando o pai tem dinheiro. Eu nunca quis ser jogador de futebol nem quis ser modelo. Sou muito diferente dos meus pais. Minha mãe sempre falava: ‘Um dia eu e seu pai vamos ser conhecidos como os pais do Alexandre Mortágua’. 

Como foi a infância com sua mãe, longe de seu pai? 
A convivência com a minha mãe sempre foi boa. Ela sempre foi mãe e pai ao mesmo tempo. Ela conta que meu pai me visitou até os 4 anos. Não sei por que ele parou. Acho que por causa de suas viagens de trabalho acabamos nos distanciando (Edmundo jogou em Tókio e na Itália). Nunca tive um vínculo muito forte com ele. 

Você sente falta do seu pai? 
(Nega com a cabeça) Acho que a gente só pode sentir falta quando a gente perde. Eu nunca tive. 

Você o procura? 
Já o procurei em várias ocasiões. A gente conversava sempre por telefone e raramente ao vivo. Ele ligava de São Paulo, dizia que quando chegasse ao Rio ia me ligar para a gente se encontrar, eu esperava a ligação e ele nunca ligava de volta. Com 15 anos desisti. Ele não me ligava no Natal, não ligava no meu aniversário. Mas hoje eu consigo ver que foi por causa dessa rixa dele com a minha mãe que ele acabou se distanciando de mim. Tenho a certeza que agora que não tenho ‘aquela’ relação com a minha mãe, ele vai voltar a me procurar. 

Quando foi a última vez que você ligou para o Edmundo? 
Em dezembro de 2009 quando a Catarina, a filhinha dele, nasceu. Saí e fui comprar um presente para ela e para ele, pois sabia que ela tinha nascido há pouco tempo. Não consegui falar com ele e não entreguei o presentinho. Está guardado lá em casa. 

Como foi deixar a Barra da Tijuca e ir morar com sua avó na Vila Valqueire, subúrbio do Rio? 
Minha família toda é de lá – madrinha, padrinho, todos moram na mesma rua da minha avó. Quando eu disse que queria morar com a minha avó, minha madrinha foi a primeira a me apoiar. Está sendo difícil porque a maioria dos meus amigos mora na Barra e na Zona Sul. Mas ainda está dando.

Depois que a denunciou à polícia você voltou a falar com a sua mãe? 
Não. 

Tem vontade de procurá-la? 
Não, agora não. 

Como você descobriu a sua homossexualidade? 
Minha mãe sempre foi cercada de muitos gays e isso se tornou uma coisa muito natural para mim, desde pequeno. Eles conversavam entre eles, eu ouvia tudo como se fosse conversa de mulher falando de homem. Meu primeiro beijo homossexual foi com meu melhor amigo, eu tinha 13 anos. Fiquei com ele pela primeira vez e achei que fosse só curiosidade. Aconteceu de novo e vi que era isso que eu queria. Nunca encarei como uma coisa ruim, como se fosse vergonha. Quando contei para minha mãe, ela pediu para eu não contar para ninguém. Mas o mundo é gay. Ela tentou usar isso contra mim na declaração, mas quem já me conhece sabe que eu sou gay. 

Você já se envolveu com mulher? 
Já me envolvi com mulher, mas foi estranho. 

Já teve relação sexual com mulher? 
Não, nunca transei com mulher.

Você pensa em reencontrar seu pai? 
Amo, respeito meu pai. Ele é meu pai, ponto. Não tenho convivência com ele. Se tiver que reencontra-lo será com o maior amor do mundo. 

Qual é o futuro que você enxerga daqui para frente? 
Para me fazer passar por tudo isso, acredito que a vida tem alguma coisa muito boa para mim. É a única motivação que eu tenho para não desistir de tudo. 

Da onde vem essa garra? 
Da minha mãe. Querendo ou não, ela foi a única que lutou por meus direitos. Quando eu nasci eu não tinha pai. Foi ela que brigou, que fez o teste de DNA, lutou 13 anos na justiça para eu ter meu apartamento que hoje está comprado na planta e fica pronto quando eu faço 18 anos. Ela nunca pensou em desistir dos meus direitos. 

Você acha que um dia vai se entender com a sua mãe? 
Com certeza.
*Com informações do site EGO.

Em entrevista reveladora, Lea T revela as dificuldades de uma transexual Resposta

Lea T
Atualmente conhecida como uma das 50 modelos mais importantes do mundo, a brasileira Lea T, transexual que ficou famosa depois de ser escalada como modelo da grife Givenchy, revelou em entrevista ao Fantástico do último domingo (20/02) as dificuldades de ser uma transexual e como aconteceu a transformação de sua vida depois que descobriu que não era um menino como outro qualquer.

Lea T fala também da relação com seu pai e diz que não existe lado bom em ser transexual, já que tem que conviver o resto da vida com remédios, preconceitos e terapias.

Confira abaixo o vídeo com a entrevista na íntegra para o Fantástico:

Depois da agressão, filho da ex-modelo Cristina Mortágua fala sobre a briga com a mãe e sua sexualidade para revista Resposta

Alexandre Mortágua (Foto: Reprodução)
Em entrevista para a revista QUEM, Alexandre Mortágua, filho de Cristina Mortágua com o jogador Edmundo, contou como começou a confusão que resultou na prisão de sua mãe na tarde de ontem. Segundo o jovem de 16 anos, a mãe não é preconceituosa, mas sofre de bipolaridade, e toda vez que entra em crise joga a questão da sexualidade na cara dele, porque gostaria que o rapaz se casasse e tivesse filhos.

Na saída da delegacia, quando perguntada por repórteres o motivo das agressões contra o filho, Cristina disse que a razão era por que Alexandre é gay e foge de casa para usar drogas. Mas ele nega:
– Não uso drogas, isso é fruto da paranóia dela e farei um teste toxicológico por vontade própria, apenas para provar.
Questionado a respeito de sua homossexualidade, Alexandre explica que contou para a mãe em 2009:
– Ela ficou tranquila e não tocou no assunto por um bom tempo. Nunca apresentei namorado à ela. 
Sobre a possibilidade do pai, o jogador Edmundo, saber da sua orientação sexual, Alexandre diz que já soube que o pai sabe, mas que eles nunca se encontram.
Cristina Mortágua foi transferida na tarde de ontem (08/02) para a carceragem da Polinter, no município de Magé, na Baixada Fluminense (RJ) por não ter pago a fiança de R$6 mil estabelecida pela polícia.
Alexandre lamenta o que está acontecendo com sua mãe, e acredita ter tomado a melhor atitude, quando fez a denúncia na polícia:
– A família ainda não decidiu sobre a fiança. Ela disse que não quer me ver ou minha avó. Minha mãe é uma pessoa maravilhosa. Toda família já se ofereceu para pagar tratamento psiquiátrico, mas ela se recusa. Estamos de mãos lavadas agora. Se eu não fizesse nada, na próxima crise poderia ter acontecido uma desgraça. Estou consciente de que fiz o melhor para ela.
Alexandre disse que irá apresentar os diplomas da mãe, formada em Letras e Design de Interiores, para que ela seja transferida para uma cela especial.

Em entrevista, Wanessa diz: ¨Quem disse que não sou gay?¨ Resposta

Wanessa (Foto: Reprodução)
A cantora Wanessa deu uma entrevista para a revista QUEM, que chega às bancas hoje, onde ela responde pergunta dos leitores sobre sua carreira e vida pessoal. Além de falar sobre como reage às críticas ao seu trabalho e a vontade que tem de adotar uma criança, Wanessa fala também da causa gay, ela que vem fazendo enorme sucesso na comunidade LGBT e realizando shows na boate gay The Week de São Paulo.

Uma leitora disse que não entende o motivo de Wanessa defender tanto os homossexuais e pergunta por que ela luta tanto pelos gays mesmo não sendo homossexual. A cantora respondeu:
– Quem disse a você que não sou gay? Quem disse a você que ser gay é só gostar do sexo oposto? Para mim, ser gay é estado de espírito. Homossexual é gostar do mesmo sexo. Eu não tenho atração por mulheres, tenho por homens. Mas isso não me faz menos gay que muita gente. O gay, para mim, é alguém que luta todos os dias contra a intolerância, é uma pessoa que entende que o mundo é feito de diferenças. E eu me vejo assim. Eu me identifico. Então, posso dizer que tenho o comportamento e a mente gays.
É isso aí!

Para Ricky Martin, todo gay nasce gay Resposta

O cantor afirma também que já pensou em ser bissexual.



Desde que assumiu a sua homossexualidade em seu site oficial, em março de 2010, o cantor Ricky Martin vive hoje de uma maneira diferente e se sente mais feliz e completo.

Em entrevista à revista Veja, o ex-integrante do grupo Menudos, que estourou nos anos 80, afirmou que foi bom encerrar anos de especulação sobre a sua sexualidade. Ao mesmo tempo, a revelação bombástica pôs fim à crise pessoal que, por um momento, o levou a ter uma vida de apenas “cansaço e tristeza”.

O astro, hoje com 39 anos, comentou que chegou a ter relações com mulheres e até se apaixonou por várias, a ponto de considerar ser bissexual.

– Conheci mulheres com quem tive uma conexão surpreendente e que me fizeram descobrir a sensação que pode ser compartilhada por um homem e uma mulher durante o sexo. […] Mas no fim do dia quero estar com um homem.

Esconder a homossexualidade era o que mais cansava o cantor, que não queria mais fingir ser quem não era. Os filhos gêmeos Matteo e Valentino, de 2 anos (gestados por uma mãe de aluguel), foram o fator principal para o ator fazer a revelação.

– Quero mais é que meus filhos falem a seus amigos: “Meu pai é gay e ele é muito legal”.

Na opinião do cantor, todo gay nasce gay e é a vida social que se opõe a essa natureza, e é aí que começa o conflito.

– Eu disse à minha mãe: “Isso não é uma preferência, não foi uma decisão que eu tomei. Nasci assim”. Não pense que ontem fui de um jeito e agora decidi ser isso.

Sobre o medo de perder parte de seu público, o cantor revela que essas questões acabaram passando pela sua cabeça, mas acredita que, passado quase um ano, as pessoas estão respondendo positivamente.

Com 60 milhões de discos vendidos no mundo, o porto-riquenho vai lançar neste ano o álbum Musica + Alma + Sexo, seu primeiro em cinco anos, período em que se dedicou à paternidade.

*Com informações do R7.

Para psicanalista, futuro será bissexual e poligâmico Resposta

Para Navarro, todo mundo será bi

A psicanalista e sexóloga Regina Navarro Lins, em entrevista ao jornal “Folha de São Paulo”, afirmou na última terça-feira (21/12) que a internet está antecipando o futuro ao estimular novos padrões de relacionamento. Ela afirma notar um aumento da bissexualidade e da poligamia em seu blog.

“A internet deu origem a novos comportamentos, como o fato de se poder deletar um parceiro, trocá-lo quando quiser. Muitos internautas se relacionam com vários ao mesmo tempo, o que acaba com a ideia de que só se ama uma pessoa. No futuro, veremos muitos relacionamentos assim. Menos gente desejará se fechar numa relação a dois e mais pessoas optarão por relações múltiplas, instantâneas, efêmeras”, afirma Regina.

Sobre a bissexualidade, a sexóloga diz que “Há uma tendência agora a se desejar o todo, a integrar os aspectos considerados masculinos e feminino da personalidade. Daqui a algum tempo, é possível que a escolha do objeto de amor não seja feita segundo o sexo, mas segundo a compatibilidade psíquica”. Complexo, não?

Navarro Lins ainda afirma que, em muitos casos, a violência homofóbica pode ser uma tentativa de destruir o próprio lado homossexual repreendido. “Em muitos casos, os homens mais homofóbicos atacam porque temem perceber neles aspectos considerados não masculinos. É como se quisessem socar, matar uma parte deles que está inconsciente. Um heterossexual tranquilo quanto a sua sexualidade vai agredir gay a troco de quê? Outro problema é o gay homofóbico. Ele é o algoz de si mesmo, porque introjeta toda a discriminação da sociedade. A homofobia é muito séria, deve ser combatida e criminalizada”, afirmou a psicanalista.

Alto lá! Vamos com calma! Regina sempre teve uma visão de poligamia muito particular. Mas essa história de enxergar tendências baseada em um blog é muito relativa. Houve uma pesquisa sobre o assunto? E mais: se nunca pesquisaram sobre o assunto antes, como saber? Se pesquisaram, começaram a pesquisar quando? Em suma: bissexualidade sempre existiu. Talvez as pessoas estejam mais aptas a revelarem a sua. Aliás, as pessoas estão se expondo mais, independente da orientação sexual.

E esse papo de que homofobia é homossexualdiade reprimida, é papo furado. Então um neonazista que agride judeus, gostaria de ser judeu? Um branco racista que agride um negro, queria ser negro? E o homem que agride mulheres? O buraco é bem mais embaixo.

Para conhecer mais as ideias da psicanalista e sexóloga, compre os livros “A Cama na Varanda”, “Se Eu Fosse Você…” e “A Cama na Rede”, de autoria dela.