Aluna lésbica é espancada por família em Goiás 6

Aluna é espancada dentro de sala de aula

O vídeo (forte) a seguir mostra como a homofobia pode ser ensinada em casa. Uma estudante espanca sua colega de 15 anos, com a ajuda da mãe e do avô. Motivo: a aluna teria cantado a colega. O crime ocorreu na sala de aula de uma escola estadual na cidade de Bela Vista, região metropolitana de Goiânia (GO).

O vídeo foi feito por celular e mostrado por reportagem da emissora Serra Dourada.

O que mais choca é que a cena de selvageria tenha sido protagonizada por uma família e em uma escola. Isso mostra o quão arraigada está a homofobia em nossa cultura.

Educadores de Boa Vista (RR) vão participar de Seminário contra a homofobia Resposta

Boa Vista

Coordenadores pedagógicos e orientadores educacionais das escolas da rede estadual de ensino de Roraima irão discutir formas de combater a homofobia e a transfobia.



Nesta quinta-feira (20) será realizado o “Seminário de Educação e Saúde Bullying tem cura: educação e criminalização”.O evento vai iniciar a partir das 14h no auditório da Escola Estadual Ana Libória.
A iniciativa é do Grupo DiveRRsidade com apoio da Secretaria Estadual deEducação, Cultura e Desportos (SECD). Está prevista a participação de expositores do grupo, da SECD, da Secretaria Estadual de Saúde (SESAU), Conselho de Psicologia e representantes de movimentos sociais.
Serão realizadas palestras e debates sobre as perspectivas e avanços da saúde e prevenção nas escolas, além do plano estadual de enfrentamento as DSTs e Aids em homens que fazem sexo com homens (HSH) e travestis. Também haverá discussões sobre violência, direitos humanos, nome social e sexualidade.
“A intenção do evento não é abordar os alunos, mas os profissionais da área de educação. Queremos instrumentalizar e orientar os professores sobre os direitos e deveres da população que é excluída”, destaca o presidente do Grupo DiveRRsidade, Sebastião Diniz.
As atividades fazem parte da programação da 11ª Parada pela Diversidade Sexual que tem como tema “Homofobia tem cura: educação e criminalização”, prevista para o dia 23 de setembro.
SECD
Atualmente a SECD já promove encontros mensais entrepro fissionais das escolas estaduais e representantes do Grupo DiveRRsidade para debater a temática em questão.
As reuniões são organizadas pela Divisão de Atendimento Psicossocial da SECD e buscam oferecer informação aos educadores,como forma de promover a cidadania e evitar a discriminação nas instituições de ensino.

Projeto contra a homofobia na escola está na final do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores Resposta



Um dos projetos selecionados pela Microsoft para o Prêmio Educadores Inovadores 2012 é da cidade de Abreu e Lima e combate a homofobia! FIca a dica, presidenta Dilma! Conheça o projeto melhor:

Nome do projeto: Homofobia – novo desafio para a escola inclusiva

Autor: Inaldo do Nascimento Ferreira

Escola: E.E Polivalente de Abreu e Lima

Cidade: Abreu e Lima

Estado: PE

Descritivo: Trabalhar a diversidade sexual no espaço escolar e combater a discriminação e o preconceito contra estudantes homossexuais, esses são os objetivos do projeto. Internamente, estudantes tratavam esses jovens como “anormais”, hostilizando e humilhando-os. Por meio da mediação de conflitos e prática dos direitos humanos, foi iniciado o trabalho com as turmas que mais apresentavam violências preconceituosas e o projeto utilizou as TICs para tornar esse processo efetivo e envolver os jovens de maneira dinâmica e interativa.
Veja quem são os presidentes dos comitês de seleção, responsáveis pelas escolhas dos projetos finalistas dessa edição.

Teresa Cristina Jordão

Teresa Cristina Jordão
Psicóloga, doutoranda em Educação, na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo e mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie. Consultora da área de Educação a Distância da Pearson Education do Brasil. Atuou na gestão do Programa de Formação Profissional da Vale e durante 4 anos coordenou os projetos de Educação a Distância do Senac São Paulo. É Parceira Técnica do Programa Parceiros na Aprendizagem da Microsoft Educação, onde atua em projetos de formação de professores para a integração das tecnologias na educação. Professora da pós-graduação da Faculdade Trevisan. Consultora do Portal do Professor do Ministério da Educação. Membro da comissão de avaliação do Prêmio Educadores Inovadores da Microsoft e do Prêmio de Educadores do Instituto Claro. Sócio-fundadora do Instituto Paramitas, instituição que atua com projetos sociais na área de educação.



Mary Grace Martins

Mary Grace Martins
Pedagoga, Mestre e doutoranda em Educação pela Faculdade de Educação da USP, pós-graduada em Design Instrucional para educação on-line pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Atua há 10 anos na formação de educadores e desenvolvimento de materiais pedagógicos. Consultora do Ministério da Educação e professora na pós-graduação da Universidade Mackenzie. Cofundadora e diretora pedagógica do Instituto Paramitas.



Fabiana Prianti

Fabiana Prianti
Bacharel em Turismo pela Universidade Anhembi Morumbi. Atua desde 2004 no Instituto Crescer para a Cidadania, responsável pela elaboração e gestão de projetos sociais com ações voltadas ao fortalecimento do capital humano das comunidades – como o Programa OCA (Organismo Comunicação e Arte) no Jardim Pantanal, em São Paulo, em parceria com a Votorantim Metais e Instituto Alana. Em 2007 tornou-se coordenadora das ações do Programa Aluno Monitor Microsoft e do Programa Aluno Cidadão, em parceria com o Grupo EDP em diversos estados brasileiros.



Cristian Fialho

Teresa Cristian Fialho
Pós Graduado em Gestão de Projetos pela Escola Politécnica da USP. Tecnólogo em Processamento de Dados pela Universidade Ibero Americana. Atualmente é Gerente de Novas Tecnologias e Plataformas do Setor Acadêmico na Microsoft Brasil onde é responsável por Programas de Capacitação com o Students to Busness (S2B) e também pelo Programa Dreamspark que tem por objetivo apoiar a adoção de softwares Microsoft através de vendas e/ou doações para Instituições de Ensino, estudantes e Professores. É membro da comissão de estudos da ABNT (CE-21:034.00) que trata da Avaliação de Processos de Software e, representante da Comissão Própria de Avaliação (CPA) e membro do grupo de estudo de Propriedade Intelectual da área de educação do Senac São Paulo.


Sérgio Lima

Sergio Lima
Licenciatura Plena em Ciências Biológicas (Unesp), mestre em educação para a ciência (Unesp). Possui experiência docente na área de ciências, e contudo, seu foco é voltado para a área de Tecnologia da Informação aplicada à educação. Hoje, atua como coordenador de projetos educacionais pela MStech, na qual é responsável pelos cursos a distância do Programa Viver Digital e dos programas edu



Paraconhecer mais, visite a página do prêrmio: https://www.educadoresinovadores.com.br/index.asp

Escola do sertão de Pernambuco combate o bullying homofóbico através da educação Resposta


Vem de Petrolândia (429 km do Recife), cidade que fica no sertão de Pernambuco, um dos maiores exemplos de trabalho escolar de combate ao bullying contra alunos de orientação sexual diferente.


Os alunos do Ensino Médio da Escola Maria Cavalcanti Nunes participaram de atividades da disciplina da Filosofia entre elas a votação do Projeto de Lei 122/06, da deputada Iara Bernardi (PT), que torna a homofobia crime.



Antes da votação simulada, os estudantes assistiram ‘a um debate entre um pastor evangélico contra o projeto, e um estudante de Direito defensor dos direitos das pessoas de orientação sexual diferente.


Um grupo de estudantes assumiu o papel de 16 deputados. Depois da análise da proposta a votação revelou a aprovação do projeto por 9 votos a favor e 6 contra.


”A gente percebe que existe um certo tabu quando o assunto é homossexualidade, então foi muito importante discutir” explicou o aluno Lucas Monteiro em entrevista para a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Educação.


A idéia foi do professor Daniel que comemorou o sucesso das atividades como sendo “uma aula de respeito e democracia”.

Está aí um bom exemplo de que a educação pode evitar a homofobia. Fica a dica, presidenta Dilma Rousseff.

Documentário sobre bullying finalmente vai estrear sem classificação etária Resposta

Depois de muita polêmica em torno do novo documentário ¨Bully¨ (entenda o que aconteceu clicando aqui), finalmente o filme vai ser lançado sem classificação etária, o que faz o diretor Lee Hirsch acreditar que as crianças irão querer ver o filme, e cabe aos cinemas decidir se deixam elas entrarem ou não. 

O documentário mostra os ataques incessantes de assédio moral no sistema escolar americano e vai ser lançado na próxima sexta-feira em Los Angeles e Nova York, sem nenhuma classificação. A decisão na verdade de permitir a entrada de crianças vai caber aos donos dos cinemas. Isso porque decidiram retirar a classificação do filme que antes só poderia ser visto por maiores de 17 anos. 
A jovem lésbica, Katy Butler, responsável por arrecadar cerca de meio milhão de assinaturas pedindo a reclassificação do filme, comemora a decisão: 
– Eu estou feliz que ¨Bully¨ irá manter a sua autenticidade e será um retrato fiel do que milhares de jovens sentem todos os dias. 
Sobre a decisão de não ter editado a linguagem utilizada pelos adolescentes no filme, o diretor explica: 
– A pequena quantidade de linguagem no filme, que é responsável pela classificação para maiores de 17 anos, está lá porque é real. É o que as crianças que são vítimas de bullying encaram todos os dias. Todos os que nos apóiam vêem isso e estamos gratos pelo apoio que temos recebido. Eu sei que as crianças vão vir então vai depender dos cinemas deixarem ou não elas entrarem.

Novo documentário sobre Bullying recebe classificação para maiores de 17 anos. Ellen DeGeneres protesta. Resposta

Um novo documentário sobre bullying nas escolas será lançado no dia 30 deste mês nos Estados Unidos. O único problema é que o governo classificou o filme como impróprio para menores de 17 anos.

O documentário retrata a vida de jovens que, por não corresponderem às regras da sociedade ou que por algum motivo não se enquadram nos grupos sociais, sofrem ataques e agressões nas escolas. 
No trailer do documentário, é possível ver um jovem sendo atacado por outros estudantes em uma escola pelo fato de ele ser considerado um ¨nerd¨ e também é possível ver pais em frente ao túmulo de um filho depois que ele cometeu suicídio em consequência do bullying. 
Vários protestos contra a medida que classifica o documentário para maiores de 17 anos estão acontecendo nos Estados Unidos. A apresentadora Ellen DeGeneres, disse que não faz sentido um filme direcionado para jovens ser classificado para maiores de 17 anos: 
– No mês passado eu tive a oportunidade de assistir um novo documentário que vai estrear, entitulado ¨Bully¨. É um filme importante que todos devem assistir, especialmente as crianças. O problema é que eles estão classificando o filme para maiores de 17 anos. Existe uma linguagem no filme. É madura, mas não é sem fundamento porque é parte de uma história real de bullying e é uma linguagem real usada por pessoas que praticam o bullying, mas tendo essa classificação, fica difícil para qualquer jovem menor de 17 anos assistir. 
Ellen usou um momento do seu programa de TV para emitir a sua opinião, e continuou: 
– Depois de assistir, eu posso dizer que as lições que as crianças aprendem com este filme são mais importantes que qualquer palavra que eles possam ouvir, e são palavras que elas já conhecem de qualquer forma. Este filme não vai poder ser passado nas escolas, e é exatamente lá este filme precisa ser assistido. Então eu acho que esse filme deveria ser classificado para maiores de 13 anos. 
Uma jovem, vítima de bullying na sua escola, iniciou uma campanha online para mudar a classificação do filme de 17 para 13 anos, e já conseguiu mais de 200 mil assinaturas. Ellen disse que já assinou e pediu para que outros também assinem.
Assista aqui o trailer de ¨Bully¨:

Ator Collin Farrel se une ao irmão homossexual e lança campanha anti-bullying na Irlanda Resposta

O ator Collin Farrel (à esquerda), e seu irmçao gay Eamon.
O ator Colin Farrell quer acabar com o bullying antigay na Irlanda, dizendo que ele testemunhou os ataques contra o seu irmão gay, Eamon, quando eram mais jovens.

Os irmãos uniram forças na campanha¨Levante-se! Não apóie o bullying homofóbico¨, lançada na semana passada pela organização irlandesa de jovens gays, BeLonG To. 
Em um comunicado, Collin disse que cada indivíduo deve se levantar contra a brutalidade terrível que existe nas escolas: 
– Na verdade, o bullying não é menos do que a sistemática distribuição da dor sobre o inocente. É literalmente rindo da cara de alguém que eles se dividem em um perigo cada vez mais grave. Não é o meu papel traçar paralelos, mas tivemos o suficiente dessas dificuldades. 
E continua:
– O mundo teve. Tanto como o ataque aos estudantes gays, que eu testemunhei em primeira mão acontecendo com meu próprio irmão, quanto os estudantes que estão em minoria, como resultado de raça ou crenças religiosas ou qualquer outra característica de tal forma que os separam da ¨regra¨, está tudo errado e isso não tem lugar em um país justo e compassivo, como eu sei que a Irlanda é. Sempre fomos elogiados como o país das pessoas mais simpáticas e acolhedora do mundo. Meu desejo é que a gente prove isso a cada dia, nos pátios escolares e parques infantis em todo o nosso país.

Inglaterra: preconceito contra gays diminui nas escolas Resposta

Mark McCormack

Adolescentes enfrentam cada vez menos homofobia entre seus amigos do que antes, pois o estigma de ser gay está diminuindo nas escolas secundárias, de acordo com um novo livro publicado pelo sociólogo Mark McCormack, da Universidade de Brunel, em Londres. Ele escreveu, após passar seis meses em várias escolas locais e estudar atitudes de alunos entre 16 e 18 anos de idade, que os preconceitos contra gays dos anos 1980 e início dos 90 estão desaparecendo. No livro “O significado do declínio homofóbico: como garotos adolescentes estão redefinindo masculinidade e heterossexualidade”, ele diz que atitudes pró-gays são bem vistas e que a homofobia é tão inaceitável quanto o racismo. As informações são do jornal inglês Guardian.
“Muitos preconceitos são baseados em estigmas e atualmente o estigma em volta de ser gay está caindo. As famílias estão mudando também, os parentes já dizem ok”, afirmou ele, que completou que a internet tem ajudado a dissipar o isolamento de jovens gays, sentido no passado. “Há 20 anos, poucas pessoas falavam abertamente de homossexuais na mídia. Hoje, há uma mudança fundamental no discurso cultural”, ressaltou o escritor. McCormack encontrou adolescentes abertos sobre sua sexualidade. “Isso em um enorme impacto sobre as crianças gays: elas são felizes e orgulhosas na escola. Isso é melhor para crianças gays e crianças heterossexuais também”, disse ele, que ressaltou, porém, que a mudança de atitude pode ser peculiar a essa faixa etária: “Não estou dizendo que a batalha contra a homofobia está vencida, mas está ficando melhor.”

Pará inicia campanha pelo uso do nome social de travestis e transexuais nas escolas Resposta


Travestis e transexuais receberão apoio do governo do estado do Pará na sensibilização da comunidade escolar quanto ao uso do nome social. O pacto pela cidadania de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) foi estabelecido na II Conferência Estadual LGBT e já resulta em medidas de enfrentamento à discriminação homofóbica. A temática foi pauta na reunião, ocorrida às 9h30, desta quarta-feira (29), entre representantes da sociedade civil e das Secretarias de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), e de educação (Seduc).
A campanha de utilização do nome social de travestis e transexuais – que visa à promoção do respeito a comunidade LGBT -, pretende executar ações de sensibilização nas escolas de todo o estado. Primeiramente, o grupo comprometeu-se em efetuar um levantamento de dados, para verificar a quantidade de escolas e de alunos que necessitam ermegencialmente de tal mobilização. Posteriormente, os órgãos pretendem promover palestras educativas, reuniões com professores, e viabilizar a divulgação de canais de denúncia nos ambientes escolares.
  
Articulado pela Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), junto à Secretaria de Estado de Educação (Seduc), o projeto conta com o apoio do Grupo de Resistência de Travestis e Transexuais da Amazônia (Gretta) e do Conselho Estadual de Diversidade Sexual (Ceds). Para a representante da Diretoria de Educação para a Diversidade, Inclusão e Cidadania (Dedic/Seduc), Fátima Teixeira, materiais informativos contribuem para o enfrentamento à discriminação. “A divulgação com cartazes e as palestras, já representam um grande passo para a sensibilização”, pontua.
“A escola tem que estar preparada para acolher a pessoa e tratá-la com respeito. O nome social deve constar na lista de chama para evitar constrangimentos”, explicou a representante do Gretta, Symmy Larrat. Em contrapartida, o integrante da Coordenadoria de Educação para a Promoção da Igualdade Social, Tony Vilhena, explicou que a Seduc já possui um sistema virtual em que a identidade de gênero é respeitada. “Quando a pessoa faz a matrícula, por exemplo, ela já possui a opção de informar o nome social”, ressalta.
 A população LGBT do estado do Pará já é beneficiada pelo decreto n°1.675, de 21 de maio de 2009. O documento considera que o nome civil não deve se tornar motivo de constrangimentos e/ou provocar situações vexatórias. O referido decreto respeita a identidade sexual e assegura ainda que, na administração pública estadual direta e indireta, o atendimento de travestis e transexuais deve respeitar o nome social.

Ato reuni 20 mil pedindo ensino contra a homofobia no Pará Resposta

Travesti participa da parada gay na praça Waldermar Henrique, no centro de Belém
Foto: Igor Mota/Futura Press


Aproximadamente 20 mil pessoas da comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) de Belém participaram ontem da 10ª edição da Parada Gay, que este ano teve como tema “Educação e cidadania: por uma escola sem homofobia”.


O ato iniciou com caminhada, que partiu por volta das 12h, no centro da capital paraense, puxada pelo trio elétrico da organização (Grupo Homossexual do Pará), vestido com a bandeira multicolorida do movimento, a partir das 17h30 aconteceu a festa, com performances de drag queens e shows musicais.


O governo do Estado emitiu nota garantindo apoio ao movimento “por meio da integração de diversos órgãos institucionais. Além da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), o Instituto de Artes do Pará (IAP) e a Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves (Centur) integram as articulações para a execução do evento”.
O evento contou com cinco trios elétricos, levando os organizadores e autoridades locais, a caminhada se estende até a Praça da República. DJs animaram os participantes e divulgaram informes gerais sobre o tema deste ano. Informações sobre prevenção de doenças e outros cuidados com a saúde também foram abordados durante o percurso.
Frequentadores do evento, disseram que este ano a parada esteve mais pacífica e organizada.
A Guarda Municipal afirmou que o número de ocorrências foi considerado baixo. Foram oito furtos registrados, O que mais teve foram brigas.
Organizado pelo Grupo Homossexual do Pará (GHP) e pela organização não-governamental Cidadania, Orgulho e Respeito (COR), a Parada Gay teve o apoio do governo do Estado e do Ministério da Saúde, além de entidades como o Sindicato dos Psicólogos do Pará (Sindpsi), representado por Lúcia Lima:
“Apoiamos a luta contra a homofobia e eu, como profissional, defendo a educação como forma de informar e orientar desde a infância para aceitação das diferenças e da diversidade”.


“Os políticos foram intolerantes ao vetar o kit anti-homofobia criado pelo MEC. Nós somos uma minoria e precisamos ter direitos iguais aos de todos”, ressaltou Rui Guilherme, do movimento LGBT estadual.
*Com informações do “Diário do Pará”, do “Terra” e da “Agência Pará de Notícias”


Califórnia aprova lei que inclui as realizações dos gays nos livros didáticos Resposta

A Califórnia se tornou o primeiro estado dos EUA a exigir que os livros didáticos das escolas públicas incluam as realizações de americanos gays, lésbicas e transgêneros depois que o governador Jerry Brown assinou o mandato em lei.

Segundo Brown, em uma declaração por escrito, ¨a história deve ser honesta¨.

A medida ganhou aprovação final da legislatura estadual no início deste mês, quando passou em uma votação de 49 votos a favor contra 25, com os democratas a favor e republicanos contra.

Segundo o governador da Califórnia, este projeto ¨revisa as leis existentes que proíbem a discriminação na educação e assegura que as importantes contribuições dos americanos de todas as origens e estilos de vida sejam incluídas nos livros de história dos americanos:

– Essa lei representa um passo importante para o nosso estado.

A lei também exige que as escolas públicas ensinem sobre as contribuições das Ilhas do Pacífico e os deficientes. A Califórnia já determina que as escolas incluam as conquistas históricas por nativos americanos, afro-americanos, mexicanos, descendentes asiáticos e europeus.

O presidente do grupo conservador do estado ¨Save California¨, Randy Thomasson, disse que Brown tinha “pisado nos direitos da maioria de pais e mães da Califórnia que não querem que seus filhos passem por uma lavagem cerebral sexual. Segundo ele, ¨a única maneira que os pais têm de deixar seus filhos fora dessa doutrina imoral é deixando eles fora de todo o sistema escolar público.

Ainda pode levar alguns anos antes que os estudantes da Califórnia comecem a ler sobre as realizações dos gay em seus livros didáticos. O Departamento do Estado da Educação disse que, devido a problemas de orçamento do Estado, novos livros provavelmente não serão adotados até 2015.

O projeto de lei foi apoiado por organizações dos direitos dos homossexuais, incluindo os grupos Equality California e a Rede de Aliança Gay-Hétero. Grupos de professores também disseram que o projeto iria ajudar os alunos a se prepararem para uma sociedade diversificada e em constante evolução.

¨Não há espaço para qualquer tipo de discriminação em nossas salas de aula, nossas comunidades ou no nosso estado¨, disse Dean Vogel, presidente da Associação dos Professores da Califórnia.

Pré-escola luta contra estereótipos com boneco assexuado na Suécia Resposta

Bonecos pedagógicos chamados de ¨emotion dolls¨
não possuem distinção de sexo (Foto: AP)
Ambiente é planejado para não criar influência de estereótipos de gênero. Instituição é exemplo de esforço sueco para promover igualdade sexual.

A pré-escola “Egalia”, que fica em Estocolmo, na Suécia, mostrou nesta segunda-feira (20) como seus professores costumam trabalhar para não impor estereótipos de gênero sobre as crianças, fazendo com que elas tenham mais liberdade ao escolher sua orientação sexual.

A instituição, localizada no distrito liberal de Sodermalm, foi aberta no ano passado e está entre os exemplos mais radicais dos esforços suecos para promover a igualdade entre sexos desde os primeiros anos da infância.

Detalhes que vão desde a cor e a distribuição dos brinquedos até a seleção dos livros são pensados para que as cerca de 30 crianças da pré-escola não sejam influenciadas, e assim não passem a reproduzir os estereótipos que já existem na sociedade.

Até bonecos pedagógicos chamados de “emotion dolls”, que não têm qualquer distinção de sexo, são usados na escola.

“A sociedade espera que garotas sejam frágeis, gentis e bonitas, e que garotos sejam machões, ásperos e extrovertidos. A Egalia lhes dá a fantástica oportunidade de serem quem eles quiserem”, afirma Jenny Johnsson, uma das professoras.

Até pronomes como “ele” ou “ela” são evitados na fala dos professores, que preferem usar termos que sirvam para ambos os sexos na língua local.

*Com informações do G1.

Homofobia na escola cresce 160% em SP Resposta


É mais com raiva que saudade que o tradutor e editor de livros Alexandre Camarú, de 41 anos, lembra do ensino médio. Naquele período, foi perseguido e humilhado por colegas de sala e professores por ser gay. Foram tempos difíceis no ambiente escolar, de exclusão e angústia, que o tempo não ajudou a reduzir – não para os adolescentes homossexuais.

Leia também: Carta do presidente da ABGLT para DIlma, a respeito do veto ao kit Escola sem Homofobia

Um levantamento inédito, feito com base no questionário socioeconômico do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), entre 2004 e 2008, mostra um crescimento de 160% no número de pessoas que se declararam vítimas de homofobia no Estado de São Paulo.

O índice é superior à média do País, cujo aumento foi de 150%, e coloca o Estado na lista dos cinco mais homofóbicos do Brasil – atrás de Santa Catarina (211%), Paraná (175%), Rio Grande do Norte (162,5%) e Alagoas (164,7%).

Em 2004, 1,5% dos estudantes paulistas afirmou ter sofrido preconceito por causa de sua orientação sexual. Quatro anos depois, o porcentual passou para 3,9%. Foram analisadas as respostas de 6,4 milhões de estudantes concluintes do ensino médio, com idades entre 16 e 25 anos, que prestaram o Enem entre 2004 e 2008. Após esse ano, as questões relativas à homofobia foram retiradas dos questionários.

Mais denúncias. Para especialistas em diversidade sexual, o aumento da homofobia está relacionado à maior consciência da discriminação por parte das vítimas – o que faz aumentar as denúncias.

Outra hipótese relaciona o crescimento da discriminação ao maior número de adolescentes que assumem a sua homossexualidade desde cedo.

“Esse é um problema de influência de vários níveis, de como a escola se organiza e da cultura”, afirma Josafá Cunha, da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), um dos pesquisadores. “A reação dos nossos colegas nos ajuda a saber que comportamentos estão corretos e quais não são tolerados pela sociedade. As crianças adotam esses valores como reflexo da cultura e os replicam na escola”, continua.

O problema é que a discriminação e a violência causada pela intolerância à diversidade sexual fazem da escola um ambiente muito menos acolhedor. Em uma escala de zero a dez pontos, a percepção da qualidade do ensino foi, em média, meio ponto maior entre os que não relataram perseguição homofóbica.

Reportagem: Estado de São Paulo

Ministro da Educação diz que nova proposta de kit anti-homofobia não se restringe aos gays Resposta

Fernando Haddad. (Foto: Reprodução)
O ministro da educação, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira que o kit anti-homofobia que foi vetado pela presidenta Dilma Roussef (que disse que o governo não faria propaganda de opção sexual de ninguém), explicou que uma nova proposta está sendo criada para que o material chegue definitivamente às escolas brasileiras.

Segundo ele, o novo kit não ficará restrito ao preconceito contra os homossexuais, mas deve atingir o preconceito de uma forma generalizada. Para Haddad, existe¨uma postura legítima de parte de setores que querem ver o debate do fim da discriminação nas escolas envolvendo muitas dimensões e não uma específica¨, explicou durante audiência da Comissão de Educação do Senado.

O ministro já havia declarado que o kit seria repensando e entregue para que o MEC e a presidenta pudessem avaliar novamente o material, já que Dilma criou uma comissão na Secretaria de Comunicação da Presidência para discutir os assuntos de costumes e valores da família.

EUA: Adolescentes lésbicas são suspensas de escola por andarem de mãos dadas Resposta

Duas estudantes da Flórida, nos Estados Unidos, foram suspensas das aulas por estarem andando de mãos dadas na escola. Elas afirmam que por causa do castigo, elas tiveram que se assumir para seus pais. 

As estudantes eram uma do ensino fundamental e outra do ensino médio. Ambas são ótimas alunas e têm excelentes notas. Uma delas, inclusive, já foi eleita melhor aluna. 
Elas estavam de mãos dadas enquanto andavam em direção à saula de aula, em uma escola de Pompano Beach. Um dos diretores viu a cena e as levou para seu escritório: 
– Nós estávamos indo para a aula quando ele chegou de repente e disse, ¨Eu já não falei para vocês duas pararem de fazer isso?¨, e depois nos levou para o escritório. Ele nos deu um sermão, nos deixou em lugares separados e ligou para nossos pais, o que foi errado. Minha mãe já sabia, mas a mãe da minha amiga não sabia que ela gostava de meninas – disse uma das alunas. 
Uma das adolescentes disse que o diretor já havia advertido elas anteriormente sobre não andarem de mãos dadas, mas elas continuaram porque sempre viram outros casais heterossexuais fazendo o mesmo e era permitido. Pensando nisso, elas decidiram enviar um e-mail aos superiores da escola. No e-mail enviado, elas descreveram o caso para as autoridades estudantis e disseram que o diretor da escola estava tentando suspendê-las por estarem de mãos dadas, e gostariam de saber se esta atitude era necessária. 
Dias depois elas receberam uma resposta que dizia que o diretor estava nos direitos dele e que não tinha violado nenhuma regra quando advertiu as alunas, mas que tal atitude deveria ser tomada com qualquer pessoa, indiferente da opção sexual, religião ou qualquer outra diferença. 
O diretor do Serviço Social da Juventude e Família acredita que o diretos foi homofóbico: 
– Eu acho que é uma reação homofóbica da parte dele porque claramente eles não estão suspendendo garotos e garotas por estarem de mãos dadas, apenas gays. Nós estamos falando aqui de segurar as mãos, não beijar ou outra atividade. 
Ele também não aprova a atitude da escola de revelar a opção sexual dos alunos para os pais: 
– É uma irresponsabilidade porque essas crianças estão literalmente sendo colocadas em situações de risco. Eu vejo isso o tempo todo. Os pais não são preparados para ouvir essa informação e os jovens acabam sofrendo ataques ou expulsos de casa. Isto é muito sério.

UNESCO aprova kit anti-homofobia nas escolas 1


Mais uma boa notícia sobre o tão falado kit anti-homofobia que o governo pretende lançar nas escolas afim de alertar aos jovens em como eles devem se comportar perante um colega em sala de aula que seja homossexual.
Mesmo diante de muita luta dos fanáticos religiosos, o projeto tem avançado. Depois de ser aprovado pelo Conselho Federal de Psicologia, que se mostrou favorável ao kit, que consiste em livros e DVDs que explicam o universo gay aos jovens, agora a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) no Brasil, também aprovou o projeto chamado de Escola Sem Homofobia.
A proposta é distribuir materiais contra a discriminação aos LGBTs em 6 mil escolas públicas, onde professores e alunos passarão a discutir o assunto. Segundo um porta voz da UNESCO no Brasil, o material foi avaliado como uma ferramenta para incentivar, desencadear e alimentar processos de formação continuada de profissionais de educação. 
Em um documento enviado para a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Trangêneros (ABGLT), o representante da UNESCO disse ainda que ¨estamos certos de que este material contribuirá para a redução do estigma e discriminação, bem como para promover uma escola mais equânime e de qualidade. Parabenizamos a ABGLT, o Ministério da Educação e as instituições envolvidas pela iniciativa¨.
No ofício também havia a informação de que os materiais do Projeto Escola Sem Homofobia estão adequados às faixas etárias e de desenvolvimento afetivo-cognitivo a que se destinam, de acordo com a Orientação Técnica Internacional sobre Educação em Sexualidade, publicada pela UNESCO em 2010.
Agora os evangélicos e homofóbicos do Senado vão colocar mais lenha nessa fogueira, tentando o impossível para conseguirem derrubar de uma vez por todas o projeto. Para eles, o kit gay, como é conhecido no Senado, é apenas uma ferramenta de estímulo da homossexualidade e promiscuidade para os jovens brasileiros. Ou seja, mostram cada vez mais o quanto são ignorantes.

Bancada fundamentalista trabalha no Congresso Nacional contra o kit anti-homofobia do governo federal Resposta

O kit contra homofobia, que o Ministério da Educação (MEC) pretende distribuir em escolas públicas do ensino médio está mobilizando lideranças fundamentalistas no Congresso Nacional. Passados 10 dias da posse da presidenta Dilma Rousseff, os evangélicos agem nos bastidores para barrar o envio do material que tem por objetivo, educar alunos contra práticas homofóbicas, comuns nas escolas brasileiras. Também lideram o grupo, políticos conservadores, como o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ).


O grupo de políticos religiosos afirma que desempenhou papel decisivo na eleição de DIlma e agora cobra nova fatura. Na reta final da campanha, eles pressionaram a então candidata petista a assumir compromissos de que não formularia políticas públicas sobre temas como casamento gay e aborto. A petista cedeu.

O que podemos fazer contra isso? Nos unir! Está rolando um abaixo-assindado a favor do kit contra a homofobia! Vamos mostrar a nossa força. Se você ficar calada/calado, pode ter certeza de que vamos perder essa luta. A luta que é por educação e contra a homofobia, o ódio que levam a diversas mortes, suicídos e causam traumas para o resto da vida.

Nós, lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT), precisamos mostrar a nossa força. É interessante, também, que a gente converse com amigos, familiares, heterossexuais e explique o que esse kit é de verdade. Para isso, precisamos estar informados. Para rebater mentiras. Mentiras que fazem com que a o projeto de lei complementar (PLC) 122/06 esteja arquivado no Senado.

Participe e divulgue. Assine o abaixo-assinado a favor do kit contra a homofobia: clique aqui!

Deputado Jair Bolsonaro continua sua luta contra os LGBT Resposta

Bolsonaro: luta contra os LGBT continua

Navegando em busca de informações para alimentar o blog, me deparei com a coluna do jornalista Marco Eusébio, colunista do site “MS Aqui”. Era uma nota sobre o kit anti-homofobia (materiais didáticos) que o Ministério da Educação (MEC) pretende distribuir, a princípio em 6 mil escolas públicas. Ao final da nota, havia um link e a seguinte chamada: “Veja ‘Encontrando Bianca’ do kit contra homofobia”. Na verdade, trata-se de um vídeo editado pelo deputado federal ultraconservador Jair Bolsonaro (PP-RJ), que continua a sua campanha contra a luta contra a homofobia, agora em seu canal no YouTube.






Como você pode ver, o vídeo postado pelo depuado Bolsonaro é totalmente editado, manipulado. Um deputado que diz que homossexualidade se cura a base de porrada não tem credibilidade. Gostaria de ver o vídeo inteiro.

Hoje, quem voltou a se manifestar contra o kit anti-homofobia, foi o presidente da Câmara dos Vereadores de Campo Grande e pré-candidato à prefeitura, Paulo Siuf (PMDB-MS). A uma rádio da capital do Mato Grosso do Sul, o político disse que o “kit gay” incentiva a homossexualidade infanto-juvenil.


Falando em kit anti-homofobia, está rolando um abaixo-assinado contra e outro a favor. Então, galera, vamos enviar mensagem ao Congresso Nacional, expressando o nosso apoio à essa iniciativa fundamental para a construção de um novo Brasil, com mais respeito e menos ódio e ignorância. Assine o “Abaixo Assinado Apoio ao Kit de Combate à Homofobia nas Escolas clicando aqui. E lembre-se de divulgar para os amigos!