Casal de pinguins gays ‘sequestra’ filhote de casal hétero em zoo Resposta

Pinguins

Pinguins gays com filhote ‘sequestrado’ Foto: Reprodução/Facebook (Odense Zoo)

O zoológico de Odense (Dinamarca) está vivendo uma situação inédita e inusitada. Um casal de pinguins gays “sequestrou” o filhote de um casal hétero quando os rivais deixaram o bebê sozinho e saíram para nadar.

“Os pais sumiram e o filhote foi simplesmente sequestrado. Os responsáveis são um par de machos gays”, disse à emissora DR Sandie Hedegård Munck, que é veterinária no zoo.

“Quando eles viram o filhote sozinho, provavelmente pensaram: ‘Isso é péssimo, vamos pegá-lo’. Achei que os pais voltariam e exigiriam o filho de volta, mas o pai ficou andando por aí e se exibindo como se não tivesse um filhote”, acrescentou ela.

A direção do zoo deixaria o filhote com o casal gay se o casal hétero não se esforçasse em recuperá-lo. Mas, após um dia, os pais originais enfrentaram os pinguins gays e, com a ajuda de Sandie, tiveram o filhote de volta.

O final feliz também contemplou o casal gay. Veterinários deram a eles um ovo de uma mãe que não tinha como cuidar dele. Em breve, a família vai aumentar.

Para ver o vídeo clique aqui.

Fonte: Jornal Extra

Personagem gay faz parte da trama central de “Malhação” Resposta

Pedro Vinicius

‘Não há sentido algum em ser preconceituoso’, diz Pedro Vinicius, o Michel de “Malhação”.

O personagem Michael (Pedro Vinicius) está no centro da atual trama de “Malhação: vidas brasileiras”. Em entrevista ao Gshow, a autora da novela Patrícia Moretzsohn adiantou que a nova fase promete trazer muita emoção.

“Michael vai viver uma bela história de amor. Era isso o que a gente pretendia fazer, fugir dos preconceitos e falar de um romance tocante. E acho que conseguimos”, assegurou a autora.

A trama também abordará a homofobia.

Família real britânica tem seu primeiro casamento gay Resposta

Casamento

INSTAGRAM, @IVAR_MOUNTBATTEN

Lorde Ivar Mountbatten fez história, este fim de semana, ao ser o primeiro membro da família real britânica a casar com alguém do mesmo sexo. O primo distante da rainha casou-se no sábado com James Coyle, na sua mansão em Devon, no Sudoeste de Inglaterra.

A cerimónia ocorreu longe dos holofotes. “Foi um dia maravilhoso, apesar do horrível clima britânico”, partilhou o nobre no Instagram. Não se sabe ao certo quem esteve presente. Contudo, sabe-se que os duques de Cambridge estiveram, nesse dia, no casamento de uma grande amiga de Kate Middleton, Sophie Carter, que é madrinha da princesa Charlotte.

Mountbatten casou-se pela primeira vez em 1994 com Penelope Vere Thompson, com quem teve três filhas, com idades entre os 15 e os 22 anos. Divorciaram-se em 2011, de forma amigável, e cinco anos depois o lorde assumiu publicamente a sua homossexualidade. Aliás, no sábado, foi Penelope quem levou o ex-marido ao altar.

O casamento entre pessoas do mesmo sexo entrou na lei em Inglaterra e no País de Gales em Março de 2014. Num discurso ao Parlamento, em 2017, a rainha apoiou os direitos LGBT. “O meu executivo vai fazer novos avanços para lidar com as diferenças salariais e discriminação contra pessoas com base na sua raça, religião, gênero, deficiência ou orientação sexual”, disse.

Dono da mais famosa sauna gay do Brasil afirma que vai votar em Jair Bolsonaro Resposta

Douglas Drumond

Depois de Amir Khader ser filmado beijando Jair Bolsonaro (PSL), agora é a vez de um poderoso empresário postar em sua conta do Twitter apoio ao Coiso. Trata-se de ninguém mais, ninguém menos que Douglas Drumond, dono da mais famosa sauna gay do Brasil, a Chilli Pepper.

Douglas vota em jair

Em sua conta no Twitter, Douglas declara voto no homofóbico Bolsonaro

Jair Bolsonaro é abertamente homofóbico, apesar de agora, candidato, querer fazer as pessoas acreditarem que não.Ele disse que os pais, quando perceberam que os filhos têm tendência a serem homossexuais, basta dá um “couro” – entenda-se surra – que ele “muda”. Ainda, o mesmo declarou, em ocasiões anteriores, que a homossexualidade está atrelada à falta de educação, e que um filho dele jamais seria LGBT porque ele soube “educar”. Porém, na hipótese de ter um herdeiro gay, o militar afirmou que seria incapaz de amá-lo.

Diante da repercussão negativa entre seus clientes, Douglas resolveu apagar tuíte.

Áustria nega refúgio a homossexual afegão por “não parecer gay” Resposta

Leaders Meet In Brussels For European Council Meeting - Day One

Primeiro ministro da Áustria, Sebástian Kurz.

Veja você que absurdo! Um afegão de 18 anos pediu asilo na Áustria alegando sofrer perseguição por ser gay, mas recebeu resposta negativa do escritório de estrangeiros e refugiados de Viena. Motivo? Ele não parecia ser homossexual o suficiente. Isso mesmo! A informação é da revista Falter.

“A maneira de caminhar, sua atitude e sua forma de se vestir não dão a entender em absoluto que possa ser homossexual. Ao não sê-lo, não tem nada a temer ao retornar ao Afeganistão”, diz o relatório. E não para por aí. Os funcionários austríacos alegaram que, por ter brigado com outros meninos, o jovem “tem potencial de agressão que não cabe esperar em um homossexual”. Segundo os avaliadores, “os homossexuais são mais sociáveis”. Por fim, os funcionários não acreditam no jovem quando ele afirma que beijou meninos que não eram gays, porque, se fosse verdade, “teriam levado uma tremenda surra”.

O retorno do jovem ao seu país significa risco a sua vida. Mas o primeiro-ministro, Sebastián Kurz, da extrema-direita, que formou uma coalizão de governo com o Partido Liberdade (FPO), fundado nos anos 1950 por oficiais de SS nazista parece não se importar.

Como vocês sabem, existem homossexuais efeminados, não efeminados, com diversas características, assim como gays.

Astro do cinema pornô gay anuncia aposentadoria Resposta

Brysen

Brysen decidiu se aposentar e se dedicar exclusivamente ao esporte.

Um dos maiores atores do cinema pornográfico gay anunciou que vai abandonar a carreira para se dedicar unicamente ao trabalho como atleta de wrestling (um tipo de luta marcial), esporte que pratica há 23 anos. Atualmente Brysen, que era da produtora Sean Cody, integra o time da Universidade de Michigan, no EUA.

“Amigos, família, fãs do meu trabalho anterior, estou super animado por ser host no primeiro evento em minha nova cidade, Los Angeles”, escreveu o ex-ator, que vem atuando como host em casas noturnas. “Não posso nem começar a dizer o quão grato estou por todas as pessoas incríveis que conheci até agora que me ajudaram a me sentir em casa”, continuou.

“Eu me afastei da indústria pornográfica para buscar outras oportunidades de emprego, então, se possível, tente manter o tópico da conversa fora do meu trabalho anterior na indústria cinematográfica adulta. Se você quiser me elogiar, isso é uma coisa, mas flertar e ser um merda só vai te colocar no seu lugar”, escreveu. Bissexual, Brysen atuava em cenas como passivo e ativo.

 

 

Disney chama um hétero para interpretar o primeiro gay assumido em um filme seu e recebe críticas Resposta

Jack Whitehall

Jack Whitehall

EM 2019, finalmente a Disney estreia novo filme, em que pela primeira vez terá uma personagem gay.

“Jungle Cruise é um filme inspirado numa antiga atração do parque da Disney, em que os visitantes seguiam por um ‘cruzeiro’ recheado de aventura, lidando com animais e com elementos super-naturais pelo caminho.

O ator e comediante Jack Whitehall (série “Bad Education”) foi o escolhido para o papel, mas a escolha não está foi recebida de forma consensual.

Conta a Sky News que  Omar Sharif Jr., filho do ator nomeado para um Óscar Omar Sharif, e o ator e produtor Emmerson Collins são algumas das figuras que criticaram publicamente a escolha, pelo fato de o ator escolhido ser heterossexual.

O ator Jack Whitehall, por seu lado, publicou recentemente um vídeo nas redes sociais a partir da rodagem do filme, confirmando que já está a trabalhar no projeto e onde realça que foi uma “grande honra” ter sido o escolhido.

O filme, que deverá estrear-se no outono de 2019, conta ainda com nomes como Dwayne Johnson, Emily Blunt e Paul Giamatti no elenco.

Opinião:

Desejo boa sorte ao ator e penso que gays podem interpretar héteros, héteros gays, etc. Entretanto, por se tratar de algo histórico, eles deveriam, sim, ter convidado um ator assumidamente gay para interpretar.

Jair Bolsonaro processa Marcelo Tas, por ter sido chamado de homofóbico (mas é!) e racista Resposta

Jair e Tas

Jair processa Tas e garante não ser homofóbico, nem racista

O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) está processando o aprensentador e jornalista Marcelo Tas. Pasmém, porque foi chamado de homofóbico e racista. Jair assegura que não é homofóbico.

Tas teria chamado teria atribuído essas acusações em entrevista ao programa ao Blog do Rica Perrone em 22 de julho de 2017. A ação, segundo o blog TelePadi, corre na 31a Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo e requer R$20 mil de Tas por reparação de danos morais. A ação pede que Tas pague R$10 mil a cada vez que Tas acusar Jair de racista ou homofóbico.

“Lamento que ele se junte a outros parlamentares brasileiros, de direita e esquerda, é bom notar, que não suportam a convivência com a crítica ou com quem pensa diferente deles. Temo que, com a aproximação das eleições, surjam tentativas de intimidação e censura à livre expressão. Isto só vai contribuir para tumultuar o debate a atrasar o aperfeiçoamento da frágil democracia brasileira, diz Tas.

E dispara: “É patético. Os políticos estão mais por baixo que cocô de cavalo de bandido, mesmo assim não abrem mão da blindagem do fórum privilegiado. Não aceitam opiniões contrárias. Querem viver numa redoma, rodeados apenas por quem pensa igual a eles. A atitude do Bolsonaro reforça a minha suspeita: apesar de vender a imagem de novidade na corrida presidencial, ele é um político antigo como qualquer outroÆ.

Thiago Thomé se diverte com cantadas de mulheres e de gays Resposta

Thiago Thomé

Instagram: @thiagothome

 

No ar como Radu, o segurança bonitão da mocinha Clara, na novela das 21h, “O Outro Lado do Paraíso” (Globo), Thiago Thomé falou sobre assédio feminino e masculino à revista Tititi.

Segundo Thomé, o público feminino se manifesta “muito (risos).Mas é normal, há toda uma exposição nacional de um personagem sério, misterioso, agora cuidadoso, educado… Assim fica fácil para Radu conquistar todos os corações (gargalhadas)”.

Thiago conta que “os gays são bem mais assanhados (gargalhadas)! Levo na boa, respondo a todos com carinho e respeito”.

E para a tristeza de muito, Thiago dá o recado “Sou casadíssimo com uma baiana arretada, a Camila Lima (gargalhadas).

Casagrande se solidariza com palmeirense que reclamou de homofobia nos estádios e sofreu ataques homofóbicos 1

casagrande

Além da boa atuação do Palmeiras, o clássico envolvendo o Verdão e o São Paulo na última quinta-feira (8) repercutiu por uma atitude além das quatro linhas. William De Lucca, torcedor palmeirense, se manifestou contra músicas homofóbicas cantadas pela torcida do próprio clube no estádio. A atitude repercutiu na Internet e recebeu apoio de Walter Casagrande. No programa “Seleção SporTV”, desta sexta-feira, o comentarista afirmou que se sentiu muito feliz com a atitude do torcedor.

“Essa atitude foi fantástica. Apoiei e gostei muito. A pessoa que está em casa pode achar muito fácil defender ou atacar, porque não sente na pele. Eu sinto na pele porque sou dependente químico. Os que me ofendem nas redes sociais, me chamam de viciado, drogado… Não posso falar nada de ninguém por causa do meu passado. Quem sou eu para falar de alguém se fiquei internado. Eu sofro isso diariamente”, disse.

William.png

O blog já postou diversas vezes a respeito da homofobia no futebol. Uma pena que isso ainda persista.

Ricardo Tozzi conta que já sofreu com homofobia: “Nasceu viadinho a gente mata.” Resposta

Ricardo Tozzi

Crédito: Jorge Bispo

 

Durante coletiva da próxima novela das 18h “Orgulho e Paixão” (Rede Globo), Ricardo Tozzi, que irá interpretar um coronel, contou que se assustou com coronel homofóbico na vida real.

“Estive no interior de um estado de um estado que não vou dizer qual é, um pouco distante daqui (Rio de Janeiro), fazendo um trabalho. Era um desfile no meio de uma loja. O proprietário me buscou no aeroporto, um cara com um carrão… no interior, interior, interior, lá pra cima do norte. Então ele me disse: “Aqui não tem problema nenhum.” Eu falei: “Não?” Ele respondeu: “Não. Aqui a gente resolve tudo… A gente faz isso, isso, isso e mata doentinho. Os viadinhos. Nasceu viadinho a gente mata”, afirmou o empresário.

“A vontade era de eu parar o carro e pedir pra sumir dali. Gente… Era um coronel. O cara nasceu gay, morre. Então quando eu falo que o Brasil é muito grande e tem muita diversidade cultural, social… Tem muito coronel por aí. Cadê a liberdade da existência do ser humano?”

Homofóbica? (relembre os casos lendo a postagem), Joelma anuncia apresentação em boate LGBT. A casa está quase lotada 3

Joelma

Joelma, a cantora homofóbica (?), que já tentou mudar a orientação sexual de um fã (veja vídeo abaixo) e se disse contra o casamento gay, se apresentará em uma boate LGBT em Recife.

A rede social não perdoa:

Joelma Homofobia

No Instagram, os perfis dos fãs-clubes de Joelma que anunciam o show bloquearam os comentários. Apesar das manifestações contrárias, os ingressos para a apresentação estão quase esgotados. Pelo palco da boate, já passaram nomes como Gretchen, Pabllo Vittar, Lia Clark, Karol Conka e Valesca Popozuda, entre outras musas do público LGBT.

Joelma Homofóbica

Para quem não se lembra, Joelma havia declarado, em entrevista ao programa “Roberto Justus +” que acredita na recuperação dos homossexuais, comparando esse processo ao dos drogados: “É como um drogado tentando se recuperar”.

O que esses fãs LGBTs têm na cabeça? Será que a fofa vai tentar converter todos eles? Eu, hein…

Na época, Joelma se defendeu:

Então tá…

Fábio Porchat diz que, enquanto mulher não duvidar de sua heterossexualidade, ele está tranquilo Resposta

Fábio Porchat

NX Rio de Janeiro (RJ) 03/05/2013 – Entrevista com Fabio Porchat. Foto Marcelo Theobald/Extra/Agência O Globo.

O apresentador Fábio Porchat (Record), resolveu falar pela primeira vez sobre a sua possível homossexualidade, ao canal Pingue-Pongue com Bonfá.

Não sabia da fama. Não acho que a orientação sexual do moço seja assunto relevante, mas vamos à entrevista. Afinal, existem muito s curiosos na internet…

Facebook censura vídeo postado por filho de Bolsonaro, a pedido de Alckmin, onde tucano aparece com movimento LGBT Resposta

CHUVA / CAOS EM SP

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), moveu uma ação contra o Facebook para retirar do ar um vídeo postado pelo perfil atribuído ao vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) do Rio de Janeiro. Na ação, Alckmin pede que o vídeo seja excluído da rede social e que o Facebook quebre o sigilo dos dados de quem fez a postagem.

Na última sexta-feira (2), a Justiça Estadual de São Paulo negou, em caráter liminar, os pedidos de Alckmin. Mas, após Alckmin recorrer, o vídeo foi banido.

O vídeo que a Justiça excluiu, a pedido de Alckmin, foi postado em 25 de dezembro de 2017. Nele, Alckmin aparece celebrando a criação do secretariado de diversidade tucana, uma instância dentro do PSDB voltada para a discussão de políticas públicas voltadas para a comunidade LGBT. O vídeo foi editado e mescla momentos em que Alckmin aparece discursando com fotos de manifestações promovidas por integrantes da comunidade LGBT.

Junto ao vídeo, o perfil, claro, critica Alckmin. “Como se não bastasse estar metido na Lava-Jato e tantos outros escândalos de corrupção, mais esta do candidato que querem induzi-lo (sic) a acreditar que é de centro-direita, mas em conluio com a militância que você já conhece. Este que a mídia diz que ganhará as eleições de 2018”.

Para o advogado Fábio de Oliveira, que defende Alckmin, o vídeo dele com ativistas tucanos LGBTs ridicularizaria o candidato à Presidência do Brasil.

O Facebook retirou o vídeo, alegando que ele fere os padrões da comunidade. A decisão aconteceu, mesmo depois de a Justiça de São Paulo negar, em caráter provisório, ter liberado o vídeo.

Na tarde da última segunda-feira, Carlos Bolsonaro utilizou sua conta no Twitter para acusar o Facebook de retirar o vídeo do ar. Ele aproveitou a postagem para publicar o vídeo novamente.

Informações: UOL

Após casamento gay, homofobia cresce assustadoramente na França 1

franca

As queixas de atos de homofobia aumentaram 78% em 2013 na França, em relação ao ano anterior, de acordo com um relatório da associação francesa SOS Homofobia. A organização avalia que a alta é uma consequência dos debates sobre a legalização do casamento entre casais homossexuais, aprovada em 2013 pelo Parlamento.

“Nos últimos 20 anos, as denúncias de homofobia recebidas pela nossa associação só aumentaram. Mas esse número literalmente explodiu em 2013”, afirma o documento, que relata 3.500 casos.

Os atos de discriminação incluem insultos recebidos na internet, no ambiente profissional ou na rua (39%), e ameaças ou agressões físicas (6%). A cada dois dias, uma agressão física foi registrada pela associação no território francês, um aumento de 54% em relação a 2012.

A SOS Homofobia percebeu também uma “explosão” do número de agressões verbais realizadas através da internet – eram 656 casos em 2012 e foram 1.723 ocorrências em 2013. O número de queixas de atos homofóbicos feitos no ambiente escolar subiu 25%.

Efeito colateral

“Nós comemoramos a aprovação da lei sobre o casamento para todos e todas, um novo passo em direção à igualdade. Mas essa vitória deixou um gosto amargo”, diz a entidade, segundo a qual “os argumentos” pronunciados pelos opositores ao casamento homoafetivo, durante os debates sobre o assunto, “legitimaram os insultos e as violências homofóbicas”. Na época, centenas de milhares de franceses religiosos e conservadores foram às ruas para protestar contra a aprovação da lei.

A associação destaca que, para muitos homossexuais ou transsexuais, a homofobia faz parte do cotidiano, como receber cartas anônimas ofensivas de vizinhos ou ouvir frases desrespeitosas na rua. “Em duas ocasiões, uma vizinha já me disse que todos os gays deveriam ter aids e que seria melhor para mim se eu gostasse de mulher”, relatou o parisiense Antonin, à ONG.

Opinião

O casamento homoafetivo foi uma grande conquista dos franceses. Resta ao governo fazer programas educativos e punir com rigor os casos homofônicos e transfóbicos.

*Com informações da RFI

Felipão se declara a favor do casamento gay Resposta

Felipão

Técnico da Seleção Brasileira, Felipão foi o primeiro convidado do novo “Fantástico” (Rede Globo) e falou sobre futebol, claro, e sobre assuntos polêmicos, como o casamento gay. No vídeo da página do Fantástico não aparece ele falando sobre o tema, mas tem uma matéria, na qual ele diz o seguinte sobre casamento gay: “Eu acho que cada um escolhe a sua opção. Se é feliz tendo uma outra pessoa do mesmo sexo ao lado, seja feliz”.

Não é opção, Felipão, mas os LGBTs agradecem o apoio de um dos homens mais influentes do Brasil ao casamento gay.

Rio sem homofobia capacita policiais para apoio à comunidade LGBT Resposta

Desde junho de 2013, mais de 3,2 mil policiais do Estado do Rio estão aprendendo a acolher melhor a comunidade LGBT tanto nas delegacias quanto nas ruas. O programa estadual Rio Sem Homofobia vem tentando mudar o perfil de atendimento a este público na Jornada Formativa de Segurança Pública e Cidadania LGBT. No total, até o fim do ano, cerca de 8 mil policiais vão passar pelo curso, que está sendo ministrado em todas as Áreas Integradas de Segurança Pública (AISPs), pelo coordenador do programa, Claudio Nascimento, além da equipe dos quatro Centros de Cidadania LGBT no Rio.

Esta é a segunda edição da jornada, que já foi realizada entre 2009 e 2011, e formou mais de quatro mil policiais. De acordo com Nascimento, a iniciativa pioneira no estado, que visa garantir os direitos dos homossexuais, surgiu da necessidade de melhorar a formação dos servidores públicos.

– Trabalhamos os direitos e a cidadania, as práticas respeitosas e cidadãs de atendimento, além das principais demandas do público – afirmou Nascimento.

São realizados, em média, seis encontros mensais da Jornada, nos batalhões e delegacias de todo o estado. Até dezembro, ainda serão realizados cerca de 70 encontros. Na Academia Estadual de Polícia (Acadepol), serão nove encontros. O aluno da Diogo Sobral Cunha acredita que o curso serve para ampliar e reforçar o conhecimento que os aspirantes a policiais civis já recebem nas aulas de direitos humanos durante seis meses.

– A minha turma tem 48 alunos e isso é unanimidade. Todos acham que essas aulas são muito importantes para garantir os direitos da comunidade LGBT. Nós já aprendemos muito nas aulas de direitos humanos – disse o aluno.

Fonte: O Fluminense

Projeto de lei anti-homofobia empaca no Rio de Janeiro e preocupa LGBTs Resposta

O presidente do Grupo Arco-Íris, Julio Moreira, e seu companheiro, Clayton Alexandre Cassiano / Agência O Globo

O presidente do Grupo Arco-Íris, Julio Moreira, e seu companheiro, Clayton Alexandre Cassiano / Agência O Globo

 

Um dos primeiros estados do Brasil a estender aos companheiros homossexuais de servidores estaduais os direitos sobre pensão e previdência reservados aos héteros, o Rio de Janeiro está no meio de um impasse que deixa desprotegidas as minorias sexuais. Tramita há sete meses na Assembleia Legislativa, sob forte oposição da bancada religiosa fundamentalista, um projeto de lei estadual para punir estabelecimentos públicos e privados que discriminarem pessoas em função de sua orientação sexual.

Apresentado ano passado pelo então governador Sérgio Cabral, o PL 2054/2013 quer substituir a lei 3.406, de autoria de Carlos Minc, que vigorou de 2000 a 2012 e foi considerada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça numa ação patrocinada por grupos ultraconservadores. A decisão se ateve a um tecnicismo: como a lei previa punições a servidores públicos em caso de manifestações de homofobia, ela deveria ter partido do Executivo.

Os defensores da proposta atualmente em tramitação na Assembleia argumentam que a aprovação de uma lei estadual é fundamental para reforçar o combate à discriminação nos 92 municípios fluminenses. Entre as alegações está o fato de não existir ainda uma legislação de maior abrangência, em âmbito federal, que puna a discriminação contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros. O texto do projeto apresentado na Alerj prevê advertência e multas, que vão de 50 Ufirs (R$ 127) a 50 mil Ufirs (R$ 127 mil), a estabelecimentos que barrarem ou constrangerem em função de orientação sexual, além de cassação de alvará, em caso de reincidência.

Mudança para agradar a evangélicos

Depois de passar pelas comissões e de receber nada menos que 117 emendas ainda no ano passado, o projeto ganhou um defensor de peso: o próprio deputado Minc (PT-RJ), autor da lei original invalidada. Ele critica o pesado lobby religioso no Legislativo estadual e já cogita até fazer concessões, incluindo no texto punições para discriminação religiosa ou étnica.

— Quando a lei original foi derrubada pela Justiça, o argumento era de que, como definia punições também para o funcionário público que discriminasse, a iniciativa tinha que ser do Executivo. Por isso o ex-governador Sérgio Cabral reapresentou o texto. Agora, no entanto, o problema é político. Há muitos deputados evangélicos que não querem a aprovação — critica.

Para Júlio Moreira, presidente do Grupo Arco-Íris, que milita pelos direitos civis de minorias sexuais, a expectativa é grande pela aprovação da proposta. Ele crê que o projeto faz justiça à antiga lei suspensa, uma das primeiras aprovadas no país, de caráter “educativo e de cidadania”.

— A proposta em tramitação agora mostra que é preciso acolher a todos, em qualquer espaço público. Ela não leva em conta um viés econômico, que trata de poder de consumo, mas aborda a questão da cidadania, educando mais do que punindo — pondera o ativista, que diz, no entanto, estar temeroso: — Neste momento de pré-eleição, acho muito difícil que o projeto seja aprovado, uma vez que existe um forte cenário de barganha política. Como é um tema delicado, não deve passar neste momento.

O coordenador do programa estadual Rio Sem Homofobia, Cláudio Nascimento, discorda: ele afirma crer que há chances de o projeto ser aprovado na Casa. Nascimento admite existirem fortes obstáculos em função do alto número de emendas apresentadas, que acabaram atrasando a tramitação. No entanto, o ativista observa que os acréscimos e as modificações e não partiram de um número muito amplo de parlamentares.

— Tudo é possível, mas estou confiante. É fundamental a aprovação da nova lei. Hoje, para se ter ideia, 40% das denúncias que chegam para nós no Rio Sem Homofobia são de discriminação por orientação sexual. Contamos com a sensibilidade da Assembleia. Não estamos inventando nada, a lei existiu por 12 anos — lembra.

‘Eu voto contra’, diz opositora da ideia

Se depender de uma ala considerável da Alerj, no entanto, os obstáculos serão mesmo grandes. A própria vice-presidente da Comissão de Combate à Discriminação e Preconceitos de Raça, Cor, Etnia, Religião e Procedência Nacional, Rosângela Gomes (PRB), defende a derrubada da matéria. Ela chegou a participar, no final do mês passado, de uma reunião na Alerj que discutiu o projeto, a convite do deputado Carlos Minc, presidente da mesma comissão, mas se retirou logo no início do encontro. A parlamentar alega que, apesar de ser contra qualquer tipo de discriminação — “a índios, negros, mulheres ou pessoas pela sua orientação sexual” —, sua formação conservadora não lhe permite apoiar a iniciativa:

— A gente tem que respeitar a posição dos proprietários de estabelecimentos comerciais, que não são obrigados a receber dois homens se beijando. Eu voto contra. Que eu saiba ainda não existe o terceiro sexo. Não tenho nada contra a pessoa, mas a minha visão conservadora é essa.

Quem faz coro é o deputado Flávio Bolsonaro (PP), filho de Jair Bolsonaro, um dos mais conhecidos representantes do ultraconservadorismo na Câmara dos Deputados, em Brasília. Segundo ele, não há diferença entre discriminar um gay ou um hétero num estabelecimento aberto ao público, como um restaurante. Para o deputado estadual, o que os militantes querem é levantar uma bandeira ideológica e política:

— Não é uma bandeira social, é palanque político. Os militantes ficam querendo justificar seus salários bancados pelas ONGs que vivem disso (defender os homossexuais). A pessoa que agride tem que ser responsabilizada independentemente da sexualidade de quem é agredido.

Opinião

Está na Constituição que todos devem ser tratados da mesma maneira, então é um verdadeiro absurdo um estabelecimento comercial permitir que casais heterossexuais se beijem e troquem carícias e casais homoafetivos não. Isso é discriminação. Como pode a vice-presidente da Comissão de Combate à Discriminação e Preconceitos de Raça, Cor, Etnia, Religião e Procedência Nacional defender uma coisa dessas. Claro que pode, a comissão não trata, pelo menos no nome dela não consta ORIENTAÇÃO SEXUAL e IDENTIDADE DE GÊNERO. Rosângela Gomes é negra, imagina se um estabelecimento impedisse os negros de entrarem lá só por causa da cor de suas peles? Vamos enviar uma mensagem, via Twitter, para a deputada, protestando? O twitter dela é @rosangelasgomes. O email dela é rosangelagomes@alerj.rj.gov.br

Já o Flávio Bolsonaro é um caso perdido, nem adianta mandar mensagem para ele.

Não se trata de opinião conservadora, mas de direitos humanos, é lamentável que algumas pessoas ainda vejam os LGBTs como aberrações.

Então quer dizer que um casal homoafetivo não pode demonstrar carinho em público, pois pode ser expulso de um estabelecimento comercial no Rio de Janeiro? É bom lembrar que a cidade do Rio é um dos destinos mais procurados por LGBTs, a cidade perderá turistas e consequentemente, dinheiro, se o PL 2054/2013 não for aprovado.

Com informações do jornal O Globo

Danielle Winits: “Ninguém é obrigado a expor a sua sexualidade” Resposta

DnielleWinits

Longe dos palcos desde a trágica temporada do musical “Xanadu”, em que despencou do teto em cima da plateia por causa de um dos cabos, Danielle Winits está radiante com sua volta aos palcos, desta vez numa comédia. “É muito bom mudar”, confirma ela, que ainda não se recuperou totalmente do susto. Agora, Danielle encarna uma agente de talentos que precisa encobrir a homossexualidade de seu cliente na peça “O cachorro riu melhor”, com direção de Cininha de Paula e texto adaptado por Artur Xexéo. Muito comum no meio artístico, o tema merece ser tratado com respeito, segundo a atriz. “Ninguém é obrigado a expor sua sexualidade”, ela acredita. Confira a entrevista que a loira deu ao jornal O Globo:

O GLOBO: Como está sendo a volta aos palcos depois de “Xanadu”? Ficaram feridas?

DANIELLE WINITS: Vinha fazendo muitos musicais. Adorei que o Sandro Chaim (produtor) me chamou para esta comédia. A gente tá se divertindo muito… Ficam traumas de algumas coisas do “Xanadu”, mas virei essa página.

O GLOBO: Você interpreta uma agente de atores que precisa esconder a homossexualidade de um cliente?

DANIELLE WINITS: É uma agente que tenta manipulá-lo. Já vi isso acontecer, embora nunca tenha passado por isso. A minha personagem não respeita a opção dele. E ele acaba encaminhado para uma vida dupla.

O GLOBO: O que você acha de gente como Daniela Mercury, que resolveu sair do armário publicamente?

DANIELLE WINITS: Se ela está feliz, eu acho válido. Ela pode ajudar muitas pessoas com essa atitude. Existe o preconceito. Acho que ninguém é obrigado a expor sua sexualidade. As pessoas têm suas limitações e seus quereres. A gente tem que respeitar. Você não precisa se expor se não quiser. Cada um tem um registro familiar e uma história diferente e deve fazer como se sentir confortável.

Com adaptação de Artur Xexéo e direção de Cininha de Paula, a comédia conta a história de uma agente de atores que faz de tudo para colocar em evidência seu pupilo, mas ele se apaixona por um garoto de programa e ela acha que o melhor caminho é esconder do público a sexualidade do cliente.

 

O cachorro riu melhor

Tempo de Duração: 90 minutos

Classificação: Não recomendado para menores de 14 anos
Texto: Douglas Carter Beane
Adaptação: Artur Xexéo
Direção: Cininha de Paula
Elenco: Danielle Winits, Julio Rocha e outros

 

Teatro dos Quatro (Gávea, Rio de Janeiro)
De 17 abr 2014 até 27 jul 2014
sex e sáb 21:30 | qui 21:00 | dom 20:00
qui R$ 60.00; sex R$ 70.00; dom R$ 80.00; sáb R$ 90.00