Google lança campanha a favor do casamento gay Resposta

A Google lançou neste sábado (7) uma campanha de apoio à legalização do casamento gay no mundo. A princípio, a iniciativa, chamada de “Legalize Love” (Legalize o Amor, em inglês), estreou apenas na Cingapura e na Polônia, mas a ideia é expandir, concentrando em lugares com culturas mais homofóbicas e leis anti-gays.



Não é a primeira vez que a Google defende o respeito à diversidade sexual. A política implantada dentro de todos os escritórios da companhia espalhados pelo mundo já se manifestou em outras ações públicas. Em 2008, por exemplo, publicaram um texto no blog, criticando a decisão da Califórnia de proibir o casamento gay.

Bill Gates e sócio da Microsoft doam US$ 100 mil para grupo que apoia casamento gay Resposta

Steve Ballmer e Bill Gates


Bill Gates e Steve Ballmer (atual CEO da Microsoft) declararam nesta quarta-feira (3) que doaram US$ 100 mil para o Washington United for Marriage, grupo que defende o casamento gay no estado de Washington (Estados Unidos) no referendo que acontece no mês de novembro deste ano.
A Microsoft é uma das empresas que defende abertamente o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Além da Microsoft, o Facebook já havia doado US$ 10 mil para a campanha e inclusive colocado a opção de casamento gay na rede social. De acordo com a agência Associated Press, outras empresas também apoiam essa causa como a Nike, Google, Amazon e Starbucks.
O cheque chegou às mãos da Washington United for Marriage na última terça-feira (2). Zach Silk, que é presente da entidade que defende o casamento gay no estado americano, afirmou que o cheque fará grande diferença na campanha. Até o momento, a entidade havia arrecadado US$ 1,9 milhão desde o início da campanha no mês de junho.
A Preserve Marriage Washington, que é contra o casamento de pessoas do mesmo sexo, conseguiu recolher 130 mil dólares para a campanha até o momento. De acordo com a comissão de divulgação do referendo, os valores deverão aumentar muito (para os dois lados).   
Desde o início do ano, o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legal em Washington. O referendo de novembro decidirá se a lei será revogada ou mantida no local.

Fonte: UOL

Aplicativo homofóbico para Android gera indignação Resposta

Aplicativo homofóbico está à venda na Android Market


Um aplicativo para celulares que rodam o sistema operacional Android, da Google, na França é acusado de homofobia. “Mon fils est-il gay?” (Meu Filho é Gay?) se propõe a ajudar mães e pais de adolescentes a “encontrar a verdade”. Por meio de perguntas como “Ele gosta de futebol?”, “Ele lê revistas e jornais esportivos?”, “Ele gosta de cantoras divas?” ou “Ele passa muito tempo penteando os cabelos?”, o aplicativo vem sendo atacado por associações de defesa de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

– Se o resultado é gay, apresenta-se como uma catástrofe. Se não é, é um alívio – criticou Louis-Georgs Tin, do Comitê Idaho (International Day Against Homophobia), citado pela Agence France Press. – Trata-se de um instrumento idiota e odioso, com perguntas caricaturais destinado a atacar os homossexuais.

“Ele gosta de se vestir bem?”, “Ele tem uma melhor amiga?” e “Ele já brigou na rua?” são outras das perguntas entre as 20 incluídas pelos desenvolvedores, que não foram localizados para comentar as acusações de homofobia e incitação ao ódio. Quando o aplicativo sobre localização de judeus foi atacado, também na França, a Apple logo o baniu da sua loja virtual. A Google ainda não se pronunciou sobre o caso, e não se sabe se a gigante americana pretende bloquear a venda do aplicativo.

Outro caso:

Em março deste ano, a Apple foi acusada de homofobia, ao aprovar um aplicativo, da empresa Exodus, que prometia a cura dos homossexuais. Pressionada, ela retirou o aplicativo.


Google deixa homenagem ao mês do orgulho gay ¨no armário¨ Resposta

O Google faz pequenas homenagens à datas comemorativas colocando doodles, ou aqueles desenhos na página principal de pesquisa em referência a alguma ocasião especial. Foi por causa do mês do orgulho LGBT que a empresa decidiu fazer o mesmo e colocar um arco-íris na sua barra de pesquisa, afim de homenagear gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros. A diferença é que a tal homenagem está, podemos dizer, no armário. 

Quando usuários digitam termos como ¨orgulho gay¨, ¨bissexuais¨, ¨gay¨, ¨lésbicas¨ e afins, aí no resultado da busca um desenho de um arco-íris aparece no lado da barra de pesquisa. A pergunta que surgiu foi: Por que o Google não colocou a homenagem na página principal do site, como faz com as outras homenagens, e somente se alguém for procurar pelos termos relacionados aos LGBT´s, que aparece a homenagem? 

Claro que vários gays de todo o mundo se posicionaram em relação ao fato. Uns dizem que o Google não precisa colocar homenagem nenhuma para os gays, pois como eles querem igualdade com a comunidade heterossexual, então não existe a necessidade de colocar o doodle em homenagem ao mês do orgulho. 

Por outro lado, vários outros ativistas ficaram desapontados com a empresa de não colocar o arco-íris de forma visível comentando, inclusive, que o Google deixou a homenagem aos gays ¨no armário¨. Alguns críticos dizem que o Google escondeu de certa forma isso para evitar críticas de pessoas anti-gays.

Em um comunicado, um porta voz da empresa se negou a dar uma explicação maior sobre o assunto, e disse apenas que é muito difícil para eles escolherem qual homenagem terá destaque, levando em conta um número imenso de possíveis candidatos.

E você, o que acha disso?

Google homenageia ¨mês do orgulho gay¨ e coloca arco-íris na barra de pesquisa Resposta

Na metade do mês de junho, se iniciam os eventos do chamado ¨Mês do orgulho LGBT¨ em todo o mundo, e agora os internautas que pesquisarem no Google por palavras-chave como ¨gay¨, ¨lésbica¨, ¨transgênero¨, ¨LGBT¨, ¨homossexualidade¨ e outros, verão que a imagem de um arco-íris é adicionado em torno da barra de busca.

Não é a primeira vez que o Google homenageia os gays durante o mês do orgulho. Na semana passada, a empresa Google patrocinou um trio elétrico voltado para gays judeus e religiosos a parada do orgulho gay de Telaviv. Funcionários do Google marcam presença em diferentes paradas do orgulho em várias partes do mundo. 

Em 2009, o Google explicou em uma publicação voltada para o público britânico LGBT o motivo de mudar a barra de pesquisa com o arco-íris durante o mês do orgulho gay e também outras homenagens durante o ano:

– Nós gostamos de celebrar feriados e eventos especiais no Google. É difícil para nós escolhermos quais os eventos para comemorar no nosso site, e nós temos uma longa lista desses eventos que nós gostaríamos de comemorar no futuro.

Comunidade que defende estupro corretivo para lésbica existe há mais de um ano no Orkut Resposta

A comunidade “P.C : Lásbicas”, que defende a penetação corretiva para lésbicas, existe há mais de um ano na rede de relacionamentos Orkut, do Google. Ela foi criada em 11 de janeiro de 2010. Prática abominável, o estupro coletivo consiste em estuprar uma lésbica para que ela “vire” heterossexual. Esse tipo de crime já foi identificado na África do Sul.

A comunidade se descreve o estupro como uma situação “onde a mulher é tirado do caminho da perdição através do amor introduzido por um varão capacitado. A mulher outrora desviada do caminho natural agora cumpre seu divino papel de acolher o amor. A penetração corretiva se bem feita gera a vida”.

Apesar disso, a comunidade avisa que não faz “apologia ao estupro. Estupro é quando não há amor de nenhuma das partes. Não somos homofeobicos com lésbicas”. A comunidade se diz a favor do amor entre hum homem e uma mulher.

O dono da comunidade tem o apelido de Tabelião Carlos e em seu perfil, se mostra defensor da “seriaedade, integridade e moral”. Ele é membro de outras comunidades como “Jesus não gosta de gays”, “Mulher precisa ser domesticada”, Comando de caça aos comunistas” e “Devolvam o Nordeste pra África”. Todas as comunidades, altamente preconceituosas, permanecem no Orkut.

Eu mesmo já denunciei, tanto para o Google, quanto para a SaferNet essa comunidade do estupro e, até agora, nada foi feito. O Brasil possui delegacia de crimes de informática, mas parece que funciona a passos muito lentos. Uma vez mandei um email denunciando um pastor, que prega o ódio aos gays e sequer recebi uma resposta. Que vergonha!

Em entrevista para o Google, Lady Gaga critica a censura na Malásia. Confira na íntegra: Resposta

Lady Gaga criticou as estações de rádio da Malásia depois que proibiram o seu single ¨Born This Way¨.


O single, que apresenta letras como ¨’não importa gay, hetero ou bi, lésbicas, vida trangênera, eu estou no caminho certo, baby¨, foi editado em estações de rádio da Malásia.

Em uma entrevista para o Google, a cantora disse que os donos das rádio da Malásia estavam promovendo a homossexualidade. Ela disse: 

– Obviamente não concordo com isso, caso contrário eu não teria colocado ssas palavras na música. Todos os jovens da Malásia que querem que essas palavras sejam tocadas no rádio, tem que fazer com que suas vozes sejam ouvidas . Vocês deve fazer tudo o que vocês podem, se quiserem se libertar dessa sociedade. 


Leia também: Música de Lady Gaga a favor dos gays é censurada na Malásia
Leia também: Lady Gaga canta e dança com drag queen em boate gay dos EUA
Leia também: Lady Gaga rompe contrato comr ede de lojas que apoiou candidatos homofóbicos

Lady Gaga também disse que recebeu vários pedidos de emissoras de tv, pedindo que ela editasse algumas partes do seu videoclipe, o que a cantora sempre mandou dizer que não iria fazer.

Enquanto isso, Lady Gaga se tornou a primeiro cantora da história a atingir mais de 20 milhões de vendas de singles digitais. 

Confira a entrevista para o Google na íntegra (em inglês) :

Confira os gays mais buscados no Google em 2010 Resposta


O site Advocate listou os 20 gays (assumidos) mais buscados no ano de 2010, nos EUA. Na lista, firguram nomes como Chris Colfer, que interpreta o personagem gay de Glee, Kurt, também a drag queen Ru Paul, e os cantores George Michael e Adam Lambert.

A surpresa vem no topo da lista, ocupado pelo blogueiro mais polêmico dos Estados Unidos, Perez Hilton. É provável que esta colocação deve-se ao fato de as pessoas buscarem pelo seu nome à procura de seus blogs, que além do famoso sobre celebridades, este ano foram lançados mais três: CocoPerez, que fala de moda, FitPerez, sobre saúde e bem estar e TeddHilton, falando sobre animais.

Perez Hilton foi um personagem polêmico no ano de 2010. Recentemente ele esteve no programa da apresentadora lésbica, Ellen DeGeneris, e se desculpou sobre possíveis atos de bullying que ele tenha cometido, inclusive contra gays, além de colocar informações sobre as festas loucas da cantora Miley Cirus.

Confira a lista:

1- Perez Hilton
2- Adam Lambert
3- Ellen DeGeneris
4- Elton John
5- Ricky Martin
6- Marc Jacobs
7- Alexander McQueen
8- Rachel Maddow
9- Antoine Dodson
10- Nail Patrick Harris
11- Jane Lynch
12- George Michael
13- Ru Paul
14- Suze Oeman
15- Portia de Rossi
16- Tom Ford
17- Chris Colfer
18- Jonathan Groff
19- Wanda Sykes
20- Steven Slater