Assembleia Legislativa da Paraíba discute homofobia Resposta

Governador precisa fazer algo contra a homofobia

A Assembleia Legislativa da Paraíba realizou uma sessão especial, na tarde desta segunda-feira (13), com o propósito de discutir e apresentar alternativas ao reconhecimento dos direitos fundamentais dos homossexuais. O evento também foi uma homenagem ao Dia Internacional da Consciência Homossexual, comemorado no dia 28 de junho.

“A violência contra os gays é da conta de todos, jamais da omissão”, declarou o deputado Frei Anastácio (PT), autor da sessão, ao discursar na tribuna sobre a violência contra a classe, que teve um aumento significativo este ano, levando a Paraíba ao segundo lugar no ranking dos assassinatos em todo país.
 Dados não oficiais, já que o governo federal não possui banco de dados sobre homofobia.

O deputado destacou também que a sessão teve como objetivo criar um momento para que a sociedade reflita a cerca da atual realidade brasileira. “Trago para esta Assembleia a reflexão e a aceitação. Este momento é o espaço para que cada um promova as ações e faç Louvável a reverter essa realidade cruel”, frisou Frei Anastácio.


Estima-se que lésbicas, gays, travestis e transexuais representem mais de 10% da população mundial. No Brasil, são mais de 17 milhões de seres humanos discriminados, violentados, assassinados. Somente este ano, 165 gays foram mortos por homofobia, em todo o país. A cidade de São Paulo lidera o ranking com 19 assassinatos, apenas em 2012. A Paraíba é o segundo colocado com 15 mortes, sendo um aumento considerável em relação a 2011, quando ocorreram quatro crimes.
 Todos esses dados não são oficiais, mas dão um panorama do quão homofóbico é o nosso país.

O presidente da comissão da diversidade sexual, José Batista de Melo, agradeceu a iniciativa da Casa. “Os direitos humanos estão ai para todos e não só para parte das pessoas, pois nós somos humanos, não somos de outra espécie. Agradeço a todos os representantes da sociedade pela presença e pela coragem de nos unir para discutir este tema que muitas vezes tem sido difícil”, disse José Batista.


Compuseram a mesa, além do deputado Frei Anastácio, os deputados Luciano Cartaxo (PT) e Trócolli Júnior (PMDB); a secretária da Mulher e da Diversidade Humana do Estado, Iraê Lucena; a delegada contra crimes homofóbicos Desirrê Vasconcelos; o representante do Fórum de Entidades LGBT do Estado, Luciano Vieira; o coordenador da Polícia Solidária, tenente-coronel Sobreira; o presidente da Comissão da Diversidade Sexual, José Batista de Melo; e o defensor público e coordenador de combate aos crimes homofóbicos, Carlos Calixto de Oliveira.  


Louvável a iniciativa do deputado Frei Anastácio, mas sabemos que sessões especiais em câmaras não são suficientes no combate à homofobia. É preciso que o governador Ricardo Coutinho (PSB) faça alguma coisa para coibir tantos crimes de ódio! Ideal seria que ele trabalhasse em conjunto com prefeituras do estado. Vamos pressioná-lo?

Para exigir que o governo da Paraíba combata a homofobia, envie uma mensagem ao governador Ricardo Coutinho, clicando aqui! Você pode enviar mensagem pelo twitter dele: @realrcoutinho, pelo Facebook:http://www.facebook.com/GovernoParaiba ou pelo portal do governo: http://www.paraiba.pb.gov.br/contato

França permitirá doação de sangue de homens homossexuais Resposta


A França autorizará gays a serem doadores de sangue, o que até hoje não era permitido no país pela crença de que havia um risco superior de contaminação de Aids, afirmou nesta quinta-feira (14) a ministra da Saúde, Marisol Touraine.


Por ocasião do Dia Mundial do Doador de Sangue, Marisol se mostrou partidária de “rever a política” que impede homossexuais de doarem.
“O critério não pode ser a orientação sexual”, afirmou a ministra, acrescentando que “isso por si não constitui um risco”.
A titular da pasta de Saúde argumentou que, no entanto, “a grande varidade de relações e de parceiros constitui um fator de risco, seja qual for a orientação sexual ou o gênero da pessoa”.
Entidades de defesa dos homossexuais da França reivindicavam há anos acabar com o que consideram uma forma de discriminação, mas até agora só haviam recebido negativas de diferentes governos.
A justificativa para não permitir as doações de sangue de homossexuais se baseava na maior porcentagem de soropositivos que se registra em pessoas do grupo.

Fonte: EFE

‘Não somos mais explorados’, diz preso gay sobre ala especial em MT Resposta


A discriminação e a exploração sexual foram alguns motivos que levaram um reeducando homossexual, de 38 anos de idade, a deixar a ala masculina do Centro de Ressocialização de Cuiabá e passar a integrar a ala exclusiva para gays e travestis. “A falta de respeito é muito grande e vi que mudando de ala poderia assumir a minha verdadeira identidade. Aqui, não somos mais explorados”, declarou em entrevista ao G1. O espaço no presídio está em funcionamento há quase um ano e abriga atualmente 15 detentos. A ala dos homossexuais permite a separação dos que assumem esta orientação sexual ou quem tem identidade de gênero feminina dos demais presos.
O reeducando, que prefere não se identificar, relatou que foi preso por tráfico de drogas há quase um ano e ficou alguns meses cumprindo pena em cela masculina. “Era muito complicado. Não podia me vestir e nem colocar acessórios femininos. Era obrigado a usar roupas masculinas. Além disso, havia muita exploração sexual”, ressaltou. Por conta disso, o detento disse que pediu à coordenação do presídio para que fosse para a ala especial.

Ele foi aprovado na triagem realizada por psicólogos e atualmente participa do projeto “Resgatando a Dignidade”, que consiste em realizar trabalhos artesanais como a confecção de objetos de decoração em tecido e jornal. Os detentos também aprendem a fazer acessórios femininos, pintura em tela, trabalhos em madeira e customizar camisetas. O projeto é realizado pelo Centro de Referência de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros, da Secretaria estadual de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh).

O preso gay conta que antes de ser preso trabalhava como cabeleireiro e viu no projeto a oportunidade de aprender novas coisas. “Sou cabeleireiro e hoje gosto muito de fazer enfeites, tapetes e trabalhos artesanais. É uma grande oportunidade que posso desenvolver quando sair daqui”, pontuou. Ele conta que trabalha no projeto pelo menos oito horas por dia e que já produziu mais de 15 tapetes feitos de retalhos. “Tento permanecer o máximo de tempo possível nos cursos oferecidos”.

Para outro preso homossexual, o curso voltado para a culinária e cozinha é o mais interessante. “Trabalhei como garçom, pizzaiolo e descobri o curso de cozinha. Aproveito o projeto para melhorar a performance”, brincou o detento. Ele relata ainda que foi casado por 10 anos e teve uma filha. No entanto, logo após a separação da esposa, assumiu sua orientação sexual.
Com 34 anos de idade e com 16 anos de condenação, o detento declarou que também ficou preso por cinco meses na ala masculina e passou por humilhações. “Não aguentava mais ser humilhado e discriminado pelo fato de ser gay. Por isso pedi para me mudarem de ala”, explicou.
Vendas
A equipe de reportagem do G1 teve acesso à ala e acompanhou o trabalho desenvolvido por eles, que recebem o benefício da redução de um dia na pena para cada três dias trabalhados. De acordo com a gerente da unidade prisional, Alvair Maria Barbosa, todo o material utilizado no trabalho realizado pelos presos foi doado por empresas privadas. O artesanato produzido pelos detentos homossexuais, segundo ela, é vendido nas feiras e eventos realizados pela Grande Cuiabá.
Espaço exclusivo
De acordo com a Sejudh, Mato Grosso é o segundo estado a criar o atendimento à comunidade carcerária LGBT e o primeiro a normatizar medidas protetivas como políticas públicas. Uma ala especial para o público LGBT já existe desde 2009 em um presídio de Belo Horizonte (MG).
Para a coordenadora regional do Centro de Referência LGBT, Cláudia Cristina Carvalho, a ideia é retirar os reeducandos homossexuais da situação de risco e de violência. Porém, garante que não há privilégio aos presos que integram a ala e nem que ocorra segregação. “Tratam-se de pessoas que já lutam contra a violência sexual e psicológica. Com esse espaço, eles podem ter a oportunidade de apresentar a sexualidade e não são mais obrigados a se vestir, por exemplo, como homens da forma como as outras alas masculinas exigem”, observou.

Em São Petersburgo, lei pode banir propagandas gays e veicula homossexualidade à pedofilia 1


Com a alegação de proteger as crianças, a Assembleia Legislativa de São Petersburgo aprovou na semana passada uma lei absurda: foram proibidas propagandas de cunho homossexual que possam alcançar menores de idade. Os legisladores da segunda maior cidade da Rússia querem coibir a veiculação de informações e materiais que incluam lesbiandade, homossexualidade, bissexualidade, transsexualidade e pedofilia. Na Assembleia, 29 deputados foram a favor, 5 contra e houve uma abstenção. O governador, Georgy Poltavchenko, tem duas semanas para sancionar ou vetar a lei.

De acordo com o texto, ao apresentar a homossexualidade como algo normal, a saúde e o desenvolvimento moral dos menores podem ser prejudicados. Se a legislação for desrespeitada e houver condenação, a pessoa — física ou jurídica — será multada e deverá pagar um valor entre 50 mil ou 500 mil rublos (o equivalente a US$ 1.700 e US$ 17 mil).

Apesar de a medida assustar outros governos e ativistas a favor dos direitos dos LGBTs, não é algo surpreendente na Rússia. Só em 1993 que o país aboliu um artigo do Código Penal que previa a prisão a quem tivesse práticas homossexuais. Na capital, Moscou, organizações tentam realizar manifestações desde 2006, quando prefeito à época as qualificou de “atos satânicos”. Outro caso é o do deputado Vitaly Milonov, que chamou os gays de “pervertidos” e acusou ativistas pró-direitos homossexuais de realizar uma agressiva campanha, com o apoio de países ocidentais, para converter as crianças em liberais.

Reações negativas pelo mundo

A aprovação da lei já provocou a reação de grupos ativistas russos e estrangeiros, e outras instituições e governos. O Departamento de Estado americano, o Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido, o governo da Austrália e o Parlamento Europeu demonstraram grande preocupação com a lei. A Corte Europeia lembrou que não deve existir ambiguidade sobre o “direito individual de se identificar como gay, lésbica ou qualquer outra minoria sexual, e de promover seus direitos e liberdades”.

Hugh Williamson, diretor do Human Rights Watch para Europa e Ásia Central, disse que “29 de fevereiro foi um dia obscuro para São Petersburgo e para a Rússia”, e completou:

— A lei abre um perigoso precedente ao ligar maldosamente homossexualidade com pedofilia, para a liberdade de expressão no geral, e apenas serve para aumentar o sentimento homofóbico da sociedade. Agora, o governador tem a oportunidade de vetá-la e parar com essa iniciativa discriminatória.

A Rússia — apesar dos constantes ataques aos direitos homossexuais — está vinculada a Convenção Europeia dos Direitos Humanos e ao Pacto Internacional sobre Direitos Civis e políticos. O país também apoiou Comitê de Ministros do Conselho Europeu, que, em março de 2010, lançou um documento em prol do fim da discriminação da orientação sexual ou identidade de gênero.

Só nos resta boicotar São Petersburgo, caso a lei seja sancionada.

Cacau diz que não está namorando Luan Santana e acha que ele não é gay Resposta

Na noite da última segunda-feira (30/05), Claudia Collucci, a Cacau, ex-integrante da décima edição do “Big Brother Brasil”, negou em uma entrevista exclusiva à colunista Mônica Bergamo, no jornal “Folha de S. Paulo”, seu suposto namoro com o cantor Luan Santana. E quanto a orientação sexual do cantor, ela disse: “Acredito que ele seja hétero. Acho que, se ele fosse gay, não teria motivo para não assumir”.

Quanto ao suposto romance entre eles, Cacau voltou a negar que estivesse namorando Luan. “Não estamos juntos. É só amizade”, declarou.

Para finalizar, a ex-BBB elogiou o novo amigo. “Ele é muito maduro e inteligentíssimo”.

Durante a edição do BBB que participou, Cacau se envolveu com um outro homem, cuja orientação sexual era muito questionada, Eliéser Ambrósio.


No último dia 27/05 (sexta-feira), durante o programa “Mais Você” (Rede Globo), que contava com a presença do âncora “Fantástico” (Rede Globo), Zeca Caamrgo, a apresentadora Ana Maria Braga afirmou que o cantor Luan Santana é “muito macho”.

O comentário veio depois que o ídolo teen se apresentou no programa.

“Queria muito te cumprimentar, porque esse cara é muito macho”, disse a apresentadora.


A apresentadora se referia às doações de toda a renda de CDs e DVDs do cantor, para a caridade.

Em julho de 2010, uma suposta conversa no MSN entre Santana e outro rapaz caiu na internet.

Na conversa, o cantor diz que o garoto “é muito bonito”.

Porém, dias depois, durante um show, Santana disse que a conversa não passava de montagem e que ele não era gay.

De qualquer forma, o importante é o menino ser feliz, não é?

Gay é queimado e assassinado na Bahia Resposta



Moradores encontraram nessa quarte-feira (01/06), no bairro Urbis II e III, em Itamarajú, um corpo despido e totalmente queimado.


O corpo identificado por populares como sendo do homossexual Alexandre dos Anjos Conceição (36 anos) funcionário da Churrascaria Bentivi de Itamaraju.

O rapaz era cozinheiro e bebeu a noite em um barzinho. Moradores do local disseram que não viram nada. Ao lado do corpo, um pedaço de madeira, usado para matar o cozinheiro.

A policia foi ao local e confirmou que o corpo era do cozinheiro da churrascaria, que bebeu a noite em um bar e depois não foi mais visto.

Ainda não se sabe o motivo do crime.

*Reportagem do Gay1. O blog optou por não mostrar a foto do corpo carbonizado.