Babá de Barack Obama era transexual e usava batom da mãe dele para fazê-lo rir Resposta

A ex-babá de Barack Obama, se diz como o transexual que fez o futuro presidente dos Estados Unidos rir quando usou um batom de sua mãe. 

Evie cuidou de Barack quando a mãe dele se mudou para a capital indonésia de Jacarta nos anos de 1960. Assumidamente gay, ela saía de casa vestida de mulher, mas era muito cuidadosa e nunca deixava Obama ver: 
– Ele era muito jovem e eu nunca deixava ele me ver com roupas femininas. Mas ele me viu experimentando um batom de sua mãe algumas vezes. Isso realmente fazia com que ele risse muito. 
Evie, à direita, quando ainda vivia como mulher
A babá, que entrou no mundo da prostituição depois que a família foi embora, agora vive em uma favela, e disse que conheceu a mãe de Obama em um coquetel, em 1969. Dunham, que tinha se mudado para o país dois anos antes com seu segundo marido, Lolo Soetoro, ficou tão impressionada com a comida que Evie lhe ofereceu, que decidiu dar a ela um emprego. Não passou muito tempo, ela também começou a tomar conta de Barack, ainda com oito anos de idade, brincando e levando ele para a escola. 
Vizinhos lembram que muitas vezes viram Evie saindo vestida de mulher, e acreditavam que ela era realmente uma. Mas depois que a família de Obama foi embora, em 1970, as coisas tomaram outro rumo. Evie foi morar com um namorado. Esse relacionamento acabou três anos depois, e ela se tornou uma profissional do sexo: 
– Eu tentei arrumar um emprego como empregada doméstica, mas ninguém quis me contratar. Eu precisava de dinheiro para comprar comida, conseguir um lugar para ficar. 
Hoje, Evie voltou a viver como homem
Depois de sofrer diversos ataques e traumas devido a sua identidade sexual, Evie decidiu voltar a viver como homem, nos anos de 1980. Hoje, aos 66 anos, ela diz que sempre soube em seu coração que era uma mulher, mas que não vai morrer assim, e decidiu se aceitar e viver como um homem. 
Ela disse que não sabia que o garoto que ela cuidou, ganhou as eleições presidenciais americanas em 2008, até que viu uma foto da família em jornais locais e na TV. Ela deixou escapar que o conhecia. Seus amigos riram no primeiro momento e a chamaram de louca, mas moradores antigos afirmam que é tudo verdade. 
Agora, Evie espera que a pessoa que ela ajudou a crescer, possa lutar por pessoas como ela. 

Casal de lésbicas é separado e pode ser decapitado e queimado na Indonésia Resposta

Sharia autoriza penas como aplicação de chibatadas (Foto: Arquivo BBC)


A polícia islâmica da província de Aceh, na Indonésia, obrigou um casal de lésbicas a anular seu casamento e assinar um acordo de separação.


As mulheres estavam casadas havia vários meses, porque uma delas fingiu ser homem no dia do casamento, ludibriando o clérigo islâmico que celebrou a cerimônia.


O casal foi denunciado por vizinhos que questionaram a legitimidade da união e contataram a polícia.


Depois de serem forçadas a se divorciar, as mulheres voltaram para suas famílias e permanecem sob a vigilância das autoridades encarregadas de fazer valer a lei da sharia, ou lei islâmica, no país.


O chefe da polícia religiosa local defendeu que, como punição, as duas mulheres sejam decapitadas e tenham seus corpos queimados, de acordo – segundo ele – com os princípios do islamismo.

Entretanto, a província de Aceh, a única no país que acata os preceitos da lei da sharia, não tem legislação definindo como tratar o tema da homossexualidade.

Em 2009, o Legislativo provincial aprovou a aplicação de chibatadas para homossexuais e a pena de morte por apedrejamento para adúlteros, mas o Executivo se recusou a assinar a lei.

A homossexualidade é legalmente permitida na Indonésia, embora não seja vista com bons olhos.



Ativistas de direitos humanos dizem que as leis de Aceh violam a Constituição indonésia e incentivam o patrulhamento social e a intolerância.



Com informações da BBC Brasil