Comunidade Homofobia Não refaz mapa do casamento gay pelo mundo. Veja como está 2

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O mapa do casamento gay no mundo: já já entram França e Inglaterra aí

 

Os meninos e meninas da comunidade Homofobia Não, do Facebook, refizeram o mapa do casamento gay no mundo após a aprovação da lei no Uruguai. Agora são doze países onde o casamento gay é permitido: Uruguai, Argentina, Canadá, Noruega, Dinamarca, Islândia, Bélgica, Holanda, Suécia, Portugal, Espanha, França e África do Sul.

O mapa também aponta para os países que possuem conquistas parciais (com Estados que aprovaram o casamento e outros que não, como Brasil e México): Estados Unidos, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Austrália, Nova Zelândia, Finlândia, Alemanha, República Tcheca, Suíça, Áustria, Hungria, Croácia, Sérvia, Eslováquia e Eslovênia.

Há ainda os países que proíbem por lei expressa tais uniões: Marrocos, Argélia, Líbia, Egito, Saara Ocidental, Sudão do Sul, Etiopia, Somalia, Quenia, Unganda, Tanzânia, Zâmbia, Moçambique, Zimbabwe, Malawi, Angola, Namíbia, Botswana, Suazilandia, Lesoto, Guiana, Malásia, Papua Nova Guiné, Afeganistão, Paquistão, Turquemenistão, Uzbequistão, Mianmar, Bangladesh e Butão.

E os que penalizam com morte atos homossexuais: Arábia Saudita, Iêmen, Emirados Árabes, Irã, Mauritânia, Nigéria e Sudão.

Homossexualidade acaba com a procriação, diz Ahmadinejad Resposta



Em uma hora de entrevista exclusiva para o programa Piers Morgan Tonight, que foi ao ar na noite de ontem (24), o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, falou de política a amor, de Israel a Líbia. Um dos temas mais revoltantes, no entanto, foi sua opinião a respeito da homossexualidade. Quando perguntado se negar os direitos aos gays não seria negar o direito à liberdade em si, o presidente iraniano disparou:

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– Você realmente acredita que as pessoas possam nascer homossexuais? Você acredita que alguém possa dar à luz através da homossexualidade? A homossexualidade acaba com a procriação. Se você gosta ou acredita em algo feio e se os outros não aceitam o seu comportamento, eles estão negando sua liberdade?

Insistente, o apresentador Piers Morgan perguntou o que ele faria então se um de seus três filhos fosse gay. Falando por meio de um tradutor, o presidente de 55 anos disse que o “problema seria resultado da falta de educação apropriada”.

– Uma educação apropriada deve ser dada. Se um grupo reconhece um comportamento feio como algo legítimo, você não deve esperar que outros países ou outros grupos lhe deem o mesmo reconhecimento.

Dicurso parecido com Malafaia, Bolsonaros e Marco Feliciano, não?

É bom lembrar que a troca de sexo é permitida no Irã, mas vejam que absurdo: eles praticamente obrigam todos os gays a trocarem de sexo, mesmo a identidade sexual deles sendo masculina.

Manifestantes protestam contra vinda de Ahmadinejad ao Brasil Resposta


Integrantes de cerca de 30 movimentos sociais e religiosos protestaram, na orla de Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, contra a vinda do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, à Rio+20. Em um dia de sol e praia cheia, os manifestantes iniciaram a caminhada por volta das 11h deste domingo (17), com faixas e cartazes, na pista próxima ao calçadão da praia da Avenida Vieira Souto, que é interditada ao tráfego e se transforma em área de lazer aos domingos e feriados.
Ahmadinejad é esperado na capital fluminense para participar do encontro com cerca cem chefes de estado na conferência da Organização das Nações Unidas (ONU). O protesto criticou a política iraniana de desenvolvimento de armas nucleares e o histórico de tortura, terrorismo e homofobia ocorridos no governo de Ahmadinejad. Lideranças de movimentos gays, da juventude judaica e do candomblé também participaram da caminhada.
Os manifestantes também criticaram a intolerância religiosa, desrespeitos aos direitos humanos e a homofobia. Cerca de 3 mil pessoas, segundo organizadores do protesto, também cantaram músicas parodiando a vinda do presidente do Irã ao Rio. Uma delas diz: “Eu quero tchu, eu quero tchá, fora Ahmadinejad!” Eles esperam que, com esse protesto, a presidenta Dilma Rousseff não estreite relações com Ahmadinejad. O grupo é contra a aproximação política entre Brasil e Irã.
Alguns manifestantes confeccionaram imitações de troncos de árvores com material reciclado, como garrafas PET e papelão. Nos “troncos”, havia bilhetes pendurados dizendo: “Desrespeito aos direitos humanos não se sustenta”; “Homofobia não se sustenta”; “Intolerância religiosa não se sustenta”; “Negar o Holocausto não se sustenta”.
Vereadora quer tornar Ahmadinejad “persona non grata” no Rio
O movimento começou a ser organizado há cerca de um mês através das redes sociais. Nesta terça-feira (19), a vereadora Teresa Bergher (PSDB), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Câmara Municipal do Rio, vai propor que Ahmadinejad se torne “persona non grata” na capital. Ela acredita que, caso a medida seja aprovada, o presidente iraniano sinta-se inibido de voltar outras vezes ao Rio.
Os organizadores do protesto informaram que pretendem fazer outras manifestações, inclusive na porta do hotel onde Ahmadinejad ficará hospedado durante a Rio+20.
*Com informações do G1

Chefe de Inprensa do Irã afirma que não há gays no país, mas nós provamos que há Resposta

Seguindo os passos do homofóbico presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, o chefe da Imprensa do Irã, Ali Akbar Javanfekr, em entrevista à “Folha de São Paulo” disse que a presidenta Dilma está mal informada sobre o caso Sakineh (mulher condenada à morte por adultério). Ali disse também que duvida do Holocausto e relacionou aids à homossexualidade, além de criticar a distribuição de preservativos feita pelo governo brasileiro durante o carnaval.
Após Ali afirmar que no Irã não há gays, a reportagem questiona se haveria punições, caso houvesse. “Nossa avaliação sobre esse tema é diferente da de vocês. É um ato feio, que nenhuma das religiões divinas aceita. Temos a responsabilidade humana, até divina, de não aceitar esse tipo de comportamento. Existe uma ameaça sobre a saúde humana. A aids, por exemplo. Uma das raízes é esse tipo de relacionamento”, disse Ali.
Para provar – se é que alguém precisa de provas – de que esses dois imbecis mentem, segue um vídeo com parte de um documentário exibido no programa “Pensa Nisso” (Multishow), em 29/05/2009, que mostra que a homossexualidade é proibida e punida até mesmo com morte no Irã, mas a cirurgia de mudança de sexo é permitida e até incentivada pelo governo. O jornal perdeu uma boa oportunidade de abordar o assunto.
Clique aqui e veja parte do documentário.

Presidente homofóbico do Irã ataca mais uma vez os homossexuais Resposta

Ahmadinejad: ataque contra os gays
O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, continua a atacar os homossexuais, segundo a agência de notícia da República Islâmica. 

“Perguntaram-me [na Universidade de Columbia em 2007] porque eu reprimo os homossexuais no Irã?”, Disse Ahmadinejad em Yazd última quinta-feira. “Eu respondi que não temos tantos homossexuais no Irã porque acreditamos que este ato é contra o espírito humano e da humanidade.” 
Durante seu discurso na Universidade de Columbia, o líder iraniano disse: “No Irã não temos homossexuais como em seu país.” 
A cidade de Teerã baniu todas as atividades envolvendo pessoas do mesmo sexo, com punição de pena de morte para as relações do mesmo sexo masculino,e 100 chibatadas para mulheres que mantém relações lésbicas. Após serem advertidas 3 vezes, lésbicas são executadas. 
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Seis iranianos foram enforcados na semana passada, quatro destes foram executados por supostos crimes sexuais. especialistas iranianos dizem que tais crimes podem incluir a homossexualidade e o adultério. 
Enquanto em Teerã também se aplica a pena de morte por adultério, o governo tem intensificado sua estratégia violenta anti-gay nos últimos seis anos. Em 2005, dois adolescentes supostamente gays foram enforcados publicamente. 
Muitos na comunidade LGBT fugiram para a Turquia em 2010 por causa da perseguição.