Filho de Daniela Mercury já manifestou apoio a casais gays em post na web 2

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Gabriel Povoas, filho de Daniela Mercury, já tinha demonstrado apoio a casais gays em um post feito em seu Facebook e falado sobre o preconceito em Salvador, cidade onde mora.

“Que coisa bonita, acabei de ver um casal gay (homens) passando na rua de mãos dadas aqui em Sampa. Que a nossa Salvador acorde em 2013 menos preconceituosa. Já disse Milton ‘Toda forma de amor vale a pena…'”, escreveu no dia 31 de dezembro.

Em entrevista ao portal EGO, a mulher de Gabriel falou sobre a relação do músico com a mãe: “Daniela já está viajando com a Malu há um mês. Agora o Gabriel e a Giovanna foram encontrar com ela para fazer os shows. Os dois são grandes… Posso te dizer que o Gabriel, pelo menos, vive a vida dele, não se mete nas coisas da mãe. Eles têm uma relação legal”.

Daniela usou o Instagram para assumir o relacionamento nesta quarta-feira (3/4). Ela postou imagens românticas suas com a jornalista Malu Verçosa, editora da Rede Bahia, e fez uma verdadeira declaração de amor a ela: “Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração pra cantar”, escreveu Daniela, que aparece muito sorridente nas fotos e mostra que já está até usando aliança.

Daniela Mercury e sua mulher, Malu Verçosa

Daniela Mercury e sua mulher, Malu Verçosa

Espetáculo que discute homofobia recebe doações para chegar aos palcos paulistanos 1

Depois de patrocínios negados, teatro que fala sobre homofobia recebe doações para estreia

Depois de patrocínios negados, teatro que fala sobre homofobia recebe doações para estreia

O espetáculo Tem alguém que nos odeia aborda a relação privada e amorosa de duas mulheres, Maria, brasileira, e Cate, estrangeira, que decidem morar juntas em São Paulo. Dentro do antigo e decadente apartamento herdado por Maria, elas vivem em conflito, com suas histórias e culturas diferentes que provocam atritos constantes e comuns a qualquer relação já desgastada pelo tempo. Em meio a esse ambiente conflituoso, a violência e o terror batem à sua porta invadindo seu lar. Obrigadas a enfrentar agressões físicas e psicológicas de algum homofóbico do prédio, ele se torna um inimigo invisível e constantemente presente.

O texto escrito em 2011 por Michelle Ferreira foi finalista do Prêmio Luso-Brasileiro de Dramaturgia Antônio José da Silva (2011) em parceria entre a FUNART e o Instituto Camões. Tudo estava certo que seria fácil arrumar um patrocínio e apoiadores para uma produção já premiada. Mas não foi isso que aconteceu. Nenhuma instituição privada procurada está disposta em patrocinar a peça Tem alguém que nos odeia. Foi quando a atriz e produtora Ana Paula Grande arregaçou as mangas e foi a luta de um patrocínio coletivo. Ela explica como é o projeto e a saga de levantar a verba necessária para colocar a obra nos palcos. Veja entrevista da equipe do Mix Brasil:

Você apresentou o texto para diferentes empresas. Quais foram as justificativas que estas empresas deram para não patrocinar?

Ela foram evasivas, na verdade nunca foram diretas. Quando a gente chegava no ponto principal da peça, que é a homofobia, as empresas geralmente diziam que não queriam falar sobre o assunto, ou que neste ano vão patrocinar cinema. Na verdade, as empresas estão preocupadas com textos comerciais, não com o tema proposto. Sabemos que a homofobia é um tema relevante para a sociedade, questionar o porquê ela ainda não é crime é urgente. Mas, ainda, estas instituições preferem produções que lucrem.

Como o texto aborda o tema?
O texto é lindo, muito delicado. Conta a história de duas mulheres que vivem juntas em um apartamento, durante o enredo elas começam a ser persseguidas por um vizinho homofóbico e chegam a ser agredidas. O espetáculo não tem cenas de duas mulheres se pegando, peladonas. Ou seja, vamos atingir um público que vai ao teatro, em muitos casos, que não está interessado na causa LGBT.

Você chegou a pedir patrocínio para ONGs LGBTs?


Muitas. Esta semana cheguei mandar e-mail para 300 instituições não governamentais, apenas três me responderam. Uma disse que não tinha dinheiro, outra foi mais direta ainda falando que eu sou louca de pedir dinheiro para uma ONG, a última foi bastante interessante; ela disse assim no e-mail: “o silêncio é uma forma de discriminação”, eu pergunto: “esta última instituição leu meu e-mail explicando o que é a peça, qual mensagem ela quer passar?” Eu não posso ficar calada, o espetáculo tem que acontecer, é de relevância para a sociedade. Resolvi colocar o projeto no Catarse.

E como você conheceu o Catarse?
Eu fui para Europa de lua de mel com meu marido, não sou gay, sou casada com um homem. Lá, visitei vários concertos e peças. Quando eu lia os panfletos dos espetáculos, via o nome de várias pessoas que patrocinaram aqueles projetos e mostrei para meu esposo. Depois, no ano passado, fomos para os Estados Unidos, e lá também se passava a mesma coisa. Quando voltei para o Brasil, procurei algo parecido e cheguei ao Catarse. É maravilho, já que lá as pessoas podem doar em projetos a partir de temas que lhes agradam, não visando se o projeto vai dar lucro ou não. Uma amiga conseguiu juntar 30 mil reais para seu monólogo pelo Catarse. A equipe deles é fantástica, eu cheguei desesperada para mostrar meu projeto, já pensando: “Se eu conseguir mil reais, eu faço a peça em uma praça pública”. Chegamos em um valor minimo de 25 mil reais para colocar o espetáculo dois meses em cartaz.

Vocês já tem um teatro fechado para exibir a peça?
Temos sim. Será no Teatro Augusta, no palco experimental. Eles até me disseram que caso a gente consiga um bom resultado, conseguimos ficar em cartaz até três meses. O Sesc, como está preocupado com a temática e não com o lucro, como as empresas, já disse que também está interessado em exibir nosso espetáculo, mas a gente precisava enviar um vídeo do espetáculo. A gente não tinha dinheiro para ensaiar, quanto menos para pagar a diretora.

Você disse que não é gay. Qual o interesse tão grande em um espetáculo com temática LGBT?
A gente faz teatro desde os 10 anos de idade. 90% dos nossos amigos são gays e desde a minha adolescência vejo estes mesmos amigos sofrendo por serem gays, vários amigos na escola eram afeminados e não conseguiam ter amigos. Agora, fiz 30 anos, e quero ter um filho e não quero que ele viva em um mundo assim, não quero que ele sofra e este projeto é o que me faz ter força.*

Caso queria contribuir para o projeto “Tem alguem que nos odeia”, ou conhecer o Catarse, acesse aqui e saiba como doar. Em cena estão as atrizes  Bruna Anuarte e Ana Paula Grande, cenografia de Pedro Henrique Moutinho, hair e make up de Dicko Lorenzo  e direção de José Roberto Martins.

Evento em Belém discute direitos sexuais e homofobia Resposta

Nome social, casamento homoafetivo, boletins de ocorrência que registram a orientação sexual das vítimas. Esses são alguns dos direitos e políticas públicas recentemente conquistadas pela população de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) no Pará. Para discutir esses avanços e ainda as questões que precisam de melhorias, a Universidade Federal do Pará (UFPA) promove uma conferência sobre “Direitos Sexuais e Homofobia” no dia 14 de setembro, a partir das 9h30, no Instituto de Ciências Jurídicas (ICJ) da Instituição, em Belém. A programação é gratuita e não há inscrições prévias para o evento.

Juiz federal Roger Raupp Rios
O evento conta com a presença de Roger Raupp Rios, que, além de juiz federal, é pesquisador da Pós-Graduação em Direito da UniRitter Laureate International Universities, e pretende debater as questões sobre os direitos sexuais e pontuar os desafios vivenciados pela população LGBT, a partir do ponto de vista das áreas de Direito e Antropologia.

Para a professora da Faculdade de Direito da UFPA, Cristina Terezo, que organiza o evento, a discussão desses assuntos é fundamental em vista das recentes decisões tomadas sobre a união homoafetiva e dos impasses na garantia efetiva dos direitos sexuais.


Segundo Simmy Larrat, representante do Grupo de Resistência de Travestis e Transexuais da Amazônia (Gretta), é fundamental a realização de debates em torno da orientação sexual e identidade de gênero, principalmente em ambientes acadêmicos. “Ainda sentimos uma carência de estudos acerca do assunto e é necessário a Academia olhar mais para essa realidade e fomentar discussões científicas sobre a sexualidade”, acredita Simmy. O Movimento Gretta é uma rede que reúne todos os grupos do estado, que atualmente é formado por 36 grupos.

Números da violência 


“A situação atual dos homossexuais no Estado é a mesma de séculos. São pessoas excluídas e oprimidas. A imensa maioria está fora da escola e vive um processo de exclusão iniciado dentro de suas próprias casas, ou seja, uma realidade que não difere da do restante do País”, afirma Simmy Larrat.

Entretanto, recentemente no Pará, os homossexuais obtiveram algumas conquistas, como a criação de políticas públicas e a criação de uma delegacia para crimes homofóbicos, que entrará em funcionamento ainda neste mês de setembro, de acordo com o governo do Estado.

Segundo o Grupo de Resistência de Travestis e Transexuais da Amazônia (Gretta), em 2010, foram registrados dez casos de homofobia. Já em 2011, foram registradas 22 vítimas fatais. Este ano, já chegam a dez os casos de violência extrema contra vítimas GLBT. “Tudo isto comprova que a sociedade está respondendo de maneira violenta às conquistas homossexuais”, defende Simmy Larrat.

Serviço:

Conferência Direitos Sexuais e Homofobia

Período: 14 de setembro

Local: Auditório Aílton Correa, no Instituto de Ciências Jurídicas (ICJ)

A programação é gratuita e não há inscrições prévias para o evento.

*Com informações do G1




Programa Na Moral oficializará união estável de lésbicas Resposta

O Programa Na Moral (Globo) debaterá a homossexualidade. Além do debate, haverá uma cerimonia oficializando a união estável homoafetiva de duas mulheres. 


Aline e Simone estão juntas há 17 anos.  A desembargadora Maria Berenice Dias celebrou a  a união das duas. Convidados e plateia se emocionaram.

A DJ convidada será Glória Pires. A atriz vai revelar como a homossexualidade é tratada em sua família. Ela interpreta a paisagista e urbanista lésbica Lota de Macedo no filme Flores Raras. Lota foi responsável pela construção do Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. Além do trabalho reconhecido até hoje, ela teve um relacionamento, na década de 50, com a poetisa estadunidense e ganhadora do Prêmio Pulitzer, Elisabeth Bishop. Na obra, ainda em produção, a australiana Miranda Otto interpreta a escritora.

Nos bastidores, a atriz tirou foto com Maria Rita e Fúlvia. Convidadas do programa, as duas tiveram a conversão de união estável para casamento civil recentemente aprovada, em segunda instância, no interior de São Paulo. O programa vai ao ar nesta quinta (19), logo após a novela Gabriela.

Jennifer Lopez vai produzir série sobre um casal de lésbicas Resposta


A atriz, cantora e produtora Jennifer Lopez quer contar a história de um casal de lésbicas, cuja harmonia é prejudicada com a chegada de uma adolescente rebelde, na televisão estadunidense.
Jennifer está em negociações com a rede de televisão norte-americana ABC Family – parceria entre a ABC e o Disney Channel – para contar a história de uma família formada por duas mulheres, informou o site Deadline.
A história vai girar em torno da vida de um casal de lésbicas e seus dois filhos. A paz e a harmonia da casa acaba com a chegada de uma adolescente daquelas bem rebeldes. A atração em formato de seriado será produzida pela cantora e atriz, que também planeja fazer algumas aparições na série.

Casal de adolescentes lésbicas leva tiros em possível ataque homofóbico nos EUA 1

Casal de lésbicas


Uma adolescente morreu e outra ficou ferida a tiros no estado estadunidense do Texas, e a polícia investiga se o crime foi motivado pelo fato de as duas serem um casal.

Mary Christine Chapa (18)  e Mollie Judith Olgin (19) foram encontradas na manhã neste domingo (24) em um parque de Portland, cidade de 16 mil habitantes com tiros na cabeça. Mollie estava morta e Mary foi levada ao hospital, e está internada, mas segue estável. Ela ainda não deu depoimento por estar sob cuidados médicos.

A polícia acredita que elas foram atacadas na noite de sexta-feira (22) e trabalham com a possibilidade de o crime ser motivado por homofobia.



Preconceito não impede maternidade de mulheres lésbicas 1


A maternidade é um direito de todas as mulheres. Contudo, quando se trata de mulheres lésbicas que buscam a gravidez – por meio de doadores de sêmen, sejam eles conhecidos ou desconhecidos – o preconceito fica evidenciado. Uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP entrevistou 12 mães ou futuras mães lésbicas e constatou casos de preconceito por parte de alguns profissionais da saúde quando buscavam o serviço de reprodução assistida. “Houve um relato de um médico que se recusou a fazer o serviço por questões religiosas. E também uma das mulheres, cuja parceira queria engravidar, foi chamada de ‘gala-rala’ por um médico”, conta a pesquisadora formada em enfermagem Maria Eduarda Cavadinha Correa. “‘Gala-rala’ é uma expressão utilizada no nordeste brasileiro que se refere pejorativamente a um homem infértil.”
Maria Eduarda é autora do estudo de doutorado Duas mães? Mulheres lésbicas e maternidade, apresentado na FSP em abril. Ela conta que, das 12 entrevistadas, 11 disseram ter desejado em algum momento da vida ser mãe. “Quando elas se assumiam como homossexuais, algumas disseram ter refletido sobre a possibilidade de ser ou não mãe, se elas ainda teriam esse direito”, conta a pesquisadora. “Mas isso não as fez desistir desse sonho.”
O preconceito, muitas vezes, vinha também da relação das mulheres com a família. Maria Eduarda explica que havia três níveis de aceitação familiar à homossexualidade: aquelas que aceitavam bem, as que aceitavam razoavelmente e também as famílias que não aceitavam. “A reação de alguns familiares ao verem as mulheres grávidas era dizer ‘que bom que você se curou’. A homossexualidade seria uma doença e a gravidez, a cura. Isso porque existe aquela imagem da mãe como uma personificação da pureza.”
Métodos
Os métodos conceptivos buscados foram variados. As mulheres preferiam ir a alguma clínica para fazer reprodução assistida — que engloba inseminação artificial, fertilização in vitro e a injeção intracitoplasmática do espermatozóide — onde poderiam escolher um doador de esperma anônimo, para que a experiência de criar uma família fosse exclusivamente do casal, e que tivesse algumas características físicas desejadas pelas futuras mães. “Em um dos casais, por exemplo, a mãe que não engravidaria tinha descendência japonesa. Por isso, elas escolheram um doador que fosse descendente de japoneses, para que a criança parecesse fisicamente com as duas mães. Isso ajuda a criar a identidade do núcleo familiar e facilita também na aceitação da criança pelos familiares das mulheres”, afirma Maria Eduarda.
Além da reprodução assistida, outros possíveis métodos a serem utilizados são a inseminação caseira ou a relação heterossexual ocasional para fins reprodutivos. Na inseminação caseira, a mulher usa a tabelinha para controlar seu período fértil, compra o equipamento necessário e precisa contar com a doação de esperma, geralmente de alguém de confiança, para fazer aplicação.
Todos esses métodos, porém, são caros e exigem uma boa condição financeira de quem deseja utilizá-los. Cada tentativa de inseminação artificial pode custar até R$ 25 mil. Por isso, quem não tem muito dinheiro precisa usar outros métodos.
Entre as participantes do estudo, uma teve uma trajetória diferente das outras. “Todas as outras vinham de classe média, tinham desejado ser mães em algum momento da vida. Mas uma delas nunca tinha desejado ser mãe e tinha uma condição social inferior”, conta. Solteira, ela resolveu ter um filho pois havia sido diagnosticada com câncer de útero. “Ela teria que retirar o útero. Então, até um pouco por pressão da família e da equipe médica, resolveu engravidar”. Como não possuía condições de pagar uma clínica, ela pediu a ajuda de um amigo, também homossexual, que aceitou ter relações sexuais para que ela engravidasse. “Ela contou que foi horrível. Depois de três tentativas já não aguentava mais e pensou desistir, mas na terceira vez ela engravidou.”
ROPA
Outro aspecto considerado positivo pelas mulheres era a técnica de Recepção dos Óvulos da Parceira (ROPA), que permite a participação das duas mães na geração da criança. Uma cede o óvulo e a outra tem a gestação. Na época das entrevistas, realizadas entre 2009 e 2011, um casal estava tentando engravidar com a ROPA, mas não obteve sucesso, e outra mulher já tinha uma criança nascida com a utilização da técnica. “Todas viam a ROPA como uma ótima possibilidade de as duas parceiras participarem da gravidez”, afirma Maria Eduarda. De acordo com a legislação brasileira, mãe é aquela que gerou e pariu o filho. Com a ROPA, porém, a maternidade genética é da mãe que cedeu o óvulo e a maternidade biológica é da mãe que gestou e pariu a criança. A técnica acaba sendo, também, uma forma de auxílio em questões jurídicas de reconhecimento de maternidade.
Mesmo assim, a ROPA não é garantia de que a dupla maternidade seja reconhecida. Uma das mulheres que participou do estudo estava, à época das entrevistas, passando por um processo de separação. Como a parceira foi quem gestou a criança, ela foi proibida de visitar a filha.
A dificuldade encontrada pelas lésbicas para exercer o direito à maternidade se deve, em grande parte, à falta de uma legislação reguladora para o caso. “Cada juiz, clínica ou cartório acaba agindo da forma que decidir. As clínicas podem, por exemplo, não aceitar realizar o processo de reprodução, fazendo com que as lésbicas precisem procurar o serviço como solteiras. Os cartórios podem também não aceitar que a criança tenha o sobrenome das duas mães”, conta Maria Eduarda. Segundo ela, entre as entrevistadas, todas as mulheres que tentaram conseguiram “empurrar” o sobrenome das duas mães no nome da criança. “Apesar de muitas terem êxito em colocar os dois sobrenomes, é bom salientar que isso não implica em ganhos de direitos”, completa.
Fonte: 
Agência USP de Notícias

Apple inclui ícones de casais gays a sistema do iPhone Resposta

A Apple introduziu no ainda não lançado sistema iOS 6 emoticons – ícones para mensagens instantâneas – com representações de dois casais homoafetivos, um formado por gays e outro formado por lésbicas.


Os emoticons, ou emojis, como também são chamadas as imagens para inserção em mensagens de texto ou e-mails, dividem espaço com casais heterossexuais e símbolos como mãos gesticulando.


Ao contrário do casal heterossexual, os casais homossexuais não têm boca ou nariz – o que pode ser devido à fase de desenvolvimento do sistema, que ainda passa por testes.


A sexta versão do iOS, sistema usado por iPhone, iPad e iPod touch, foi anunciada nesta segunda (11) e deve ser lançada no segundo semestre.
Uma versão de testes foi disponibilizada pela Apple a seus desenvolvedores
cadastrados.

Por padrão, o novo iOS não exibe os emoticons. É necessário adicioná-los como um outro layout de teclado nas configurações do sistema.

Para elas: Confira os 12 melhores filmes sobre lésbicas dos anos 2000 5

Um site americano voltado para lésbicas listou os 12 melhores filmes lésbicos dos anos 2000. A iniciativa partiu depois que a autora da lista viu que era difícil achar sites que listavam filmes recentes com essa temática, deixando opções apenas para filmes antigos como ¨Ligadas Pelo Desejo¨, ¨Gia – Fama e Destruição¨, ¨Desejo Proibido¨ e ¨Nunca Fui Santa¨.
Com uma lista mais moderna, eis os top 12 filmes com temática lésbica dos anos 2000:
12) The Four-Faced Liar, 2010
Umahistória de amor e mentiras entre quatro jovens de vinte e poucos anos que se encontram em Nova York. Um par de melhores amigos e um casal aparentemente perfeito se encontram em um pub irlandês, local escondido nas ruas sinuosas do West Village. Através de um encontro casual, a ligação dos quatro ao longo do tempo se transforma em amor, traição e sofrimento para todos. Vencedor do Prêmio Escolha da Audiência HBO para Melhor Longa-Metragem e vencedor do prêmio Roger Walker-Dack para Artista revelação, Marja-Lewis Ryan.
Clique AQUI para assistir o trailer.


11) 3 Lados do Amor (Puccini for Beginners), 2006


O filme selecionado pelo Festival de Sundance conta a história de Allegra (Elizabeth Reaser), jovem escritora e lésbica assumida, que se encontra em dois relacionamentos complicados e confusos depois que sua namorada de muito tempo, Samantha (Julianne Nicholson), a abandona. Um triângulo amoroso um pouco fora do convencional. Foi escrita por Maria Maggenti, que também escreveu o clássico dos anos 90, ¨Prazer Sem Limites¨.

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10) Loving Annabelle (Amando Annabelle), 2006 e Bloomington, 2010


Loving Annabele conta a história de Simone Bradley (Diane Gaidry), uma jovem professora de poesia que encontra paz e segurança entre os muros do colégio. Tem uma vida morna, sem paixão maior do que aquela que dedica à educação das suas alunas. Procura ter uma vida sem problemas e talvez seja por isso que insiste em suportar uma relação que, sabe bem, não a levará a lado nenhum. Annabelle (Erin Kelly) é a nova estudante, mandada para o colégio pela mãe, uma notável Senadora, como meio de reabilitação para o seu comportamento rebelde. Não é, contudo, apresentada como a típica indisciplinada, mal-educada e afins. É uma jovem determinada, persistente, sensível, doce e inteligente. Tal comportamento, aparentemente desregrado, exige que Miss Bradley, que além de professora é também a responsável pelo dormitório de Annabelle, lhe dedique uma maior atenção. Contudo, rapidamente a professora percebe que o verdadeiro desafio não é disciplinar o comportamento de Annabelle, mas sim disciplinar a atração que vai crescendo entre ambas.

Clique AQUI para assistir o trailer de ¨Amando Annabelle¨.


Bloomington é drama sobre uma ex-estrela infantil (Sarah Stouffer) que se muda para o outro lado do país afim de cursar a faculdade. Lá, ela desenvolve sentimentos por Catherine (Allison McAtee), uma bela professora de psicologia. Ganhou inúmeros prêmios no circuito de festival de cinema, incluindo Melhor Longa Sobre Mulheres na NC Gay & Lesbian Festival e prêmio para direção no Festival de Cinema Queer de Vancouver.


Clique AQUI para assistir o trailer de Bloomington.


09) Meu Amor de Verão (My Summer of Love), 2004


Situado na Grã-Bretanha, é baseado no romance de mesmo nome de Helen Cross, e explora o relacionamento complicado e intenso entre duas mulheres, Mona (Natalie Press) de classe trabalhadora e Tamsin (Emily Blunt), de classe média alta. O filme estreou para aclamação da crítica generalizada e foi comtemplado com o Prêmio Alexander Korda para Melhor Filme Britânico em 2005 no BAFTA (Academia Britânica de Cinema e Televisão).

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8) I Can’t Think Straight, 2008


O filme conta o romance autobiográfico da diretora Shamim Sarif. Tala é uma jordaniana de ascendência palestina e está prestes a se casar. Leila é uma tímida muçulmana que sonha em ser escritora. Quando as duas se conhecem forma-se um vínculo entre elas que vai crescendo aos poucos até chegar ao amor. Leila é honesta acerca dos seus sentimentos e assume sua condição de lésbica, mas Tala terá que aprender o significado do verdadeiro amor. Vencedor de melhor filme pelo público no Festival de Cinema Gay e Lésbico de Miami, Melhor Filme e Escolha da Audiência no Festival de Cinema Queer de Melbourne e Prêmio de Melhor Filme e Escolha da Audiência do Festival de Cinema Queer de Vancouver.

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7) Livrando a Cara (Saving Face), 2004


O filme conta a história de uma cirurgiã lésbica assumida, Wilhelmina ou Wil (Michelle Krusiec), uma lésbica chinesa-americana, que luta com as expectativas culturais, bem como em seus relacionamentos complicados com a mãe tradicionalista, Hwei-lang Gao (Joan Chen) e sua namorada, a dançarina Vivian (Lynn Chen). O filme foi indicado para o Prêmio de Diretor Revelação em 2005 no Gotham Awards e no GLAAD Media Award de Filmes que apóiam a causa LGBT em 2006. Foi dirigido pela diretora lésbica, Alice Wu.

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6) Beijando Jessica Stein, 2001


A vida de solteira não é nada divertida para Jessica Stein, uma atraente jornalista que trabalha para um jornal de uma grande cidade. Após uma série de encontros realmente desastrosos, a busca de Jessica por seu “Príncipe Encantado” parece inútil. Mas um anúncio na sessão de classificados pessoais chama a sua atenção e ela encontra uma alma gêmea onde menos esperava.

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5) Imagine Eu e Você (Imagine Me & You), 2005


O executivo Heck e a bela Rachel formam um jovem casal prestes a dizer sim, quando um encontro inesperado vira o mundo dela de cabeça para baixo. E se você descobrisse que a pessoa que foi feita para passar o resto da vida ao seu lado, não é aquela que está com você? Uma história hilária com um pitada de encontros e desencontros, bem comuns aqueles que já se apaixonaram à primeira vista. ¨Imagine Eu e Você¨ mostra que o caminho do amor nem sempre é aqueles que imaginamos.

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04) Circumstance, 2011


Este drama examina a relação entre Atafeh (Nikohl Boosheri), uma adolescente de uma família rica iraniana, e sua melhor amiga Shireen (Sarah Kazemy). As mulheres compartilham um forte vínculo emocional e físico, mas a conexão desafia a vida familiar e a cultura tradicional. Foi escrito e dirigido por Maryam Keshavarz, e foi agraciado com o Prêmio do Público no Sundance Film Festival 2011.

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3) As Horas (The Hours), 2002


Esse drama, baseado no romance de mesmo nome de Michael Cunningham, que recebeu o prêmio Pulitzer em 1999, apresenta performances estelares de um elenco de primeira, incluindo Meryl Streep, Julianne Moore e Nicole Kidman. As Horas é a história de três mulheres de gerações diferentes, cujas vidas são tocadas pelo romance de Virginia Woolf, Mrs. Dalloway. A primeira história é de Virginia Woolf (Nicole Kidman), e a segunda é de uma dona de casa da década de 1950, Laura Brown (Julianne Moore), que está questionando sua sexualidade depois que ela desenvolve uma paixão por sua vizinha, Kitty (Toni Collette). Finalmente, temos o contemporâneo casal de lésbicas, Clarissa Vaughan (Meryl Streep) e Sally Lester (Allison Janney). O filme recebeu nove indicações ao Oscar, com a vitória de Nicole Kidnam como Melhor Atriz.

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2) Pariah, 2011


O filme “Pariah” é centrado em Alike, uma jovem de 17 anos em pleno auge de decisões sexuais, no que diz respeito à oficialização do seu lesbianismo. “Pariah” é uma obra semi-biográfica da sua realizadora, Dee Reese, que o Sundance Institute decidiu transformar em filme depois de assisitirem a um material que ela tinha filmado para a sua tese na Universidade de Nova Iorque (sob tutela de Spike Lee). 

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1) Minhas Mães e Meu Pai (The Kids Are All Right), 2010


Conheça Nic (Annette Bening) e Jules (Julianne Moore), um casal de lésbicas que tem dois filhos, Laser e Joni (interpretado por Josh Hutcherson e Mia Wasikowska), concebidos por inseminação artificial. Os jovens começam uma busca por seu pai biológico. Uma vez que o encontram, as mudanças dinâmicas da família acontecem quando o pai, Paul (Mark Ruffalo), desenvolve uma forte ligação com Jules. Estreando com críticas positivas e aclamação da crítica no Sundance Film Festival, o filme ganhou dois Globos de Ouro para Melhor Filme de Musical ou Comédia e Melhor Atriz em Musical ou Comédia para Annette Bening. O filme também recebeu quatro indicações ao Oscar no mesmo ano.


Clique AQUI para assistir o trailer.

Metade dos adolescentes filhos de mães lésbicas sofre preconceito, a maioria na escola, aponta estudo americano. Resposta

Cinqüenta por cento dos jovens de 17 anos de idade que cresceram em famílias chefiadas por lésbicas nos Estados Unidos já passaram por estigma e momentos de preconceito e bullying, porém souberam lidar com essa situação, é o que afirma um novo estudo publicado por mas foram capazes de lidar, de acordo com um novo feito por uma entidade que trata de assuntos da juventude, na Califórnia, Estados Unidos. 


Uma parte fundamental do estudo revela que a média global de famílias lideradas por mães lésbicas que sofrem chacotas e ataques de preconceito não difere da média encontrada em famílias heterossexuais, o que é consistente nos estudos anteriores nesta área.
Os resultados ainda revelaram que os estudantes adolescentes eram na maioria das vezes, a fonte de comentários negativos, vítimas de provocação, ou ridicularização. Trinta por cento dos incidentes relatados ocorreram no ensino fundamental e 39 por cento ocorreram no ensino médio.
¨As descobertas sugerem que os sistemas educativos podem desempenhar um papel importante na prevenção de incidentes e estigmatização da homofobia com projetos anti-bullying¨, disse o autor do estudo, Loes van Gelderen, da Universidade de Amesterdã.
Além disso, quase dois terços dos adolescentes estudados sabem como lidar com essas situações de constrangimento, com habilidades de enfrentamento. A maioria dos adolescentes tentou se confortar, enquanto outros confrontaram os autores dos ataques para que ficasse claro que as provocações eram inaceitáveis. Alguns optam por estar com os amigos que apóiam sua situação familiar ou procuram ajuda social e contam o que acontece em suas vidas. Outros adolescentes, no entanto, usam as habilidades de enfrentamento que eram menos eficazes, como a tentativa de evitar o confronto. Por exemplo, um adolescente disse: “Eu logo aprendi a ficar de boca fechada e usar o termo ¨parents¨ (que significa pais em inglês, mas não define se são um pai e uma mãe, dois pais ou duas mães) ao invés de dizer mães.¨
No estudo, “A estigmatização associada a crescer em uma família de mães lésbicas: O que passam esses adolescentes e como eles lidam com isso?”, adolescentes foram questionados sobre se tinham ou não sido tratados injustamente por causa de ter uma mãe lésbica. Os adolescentes que disseram que sim, tiveram que descrever duas ou três dessas experiências, especificando o que aconteceu, como se sentiram, o que eles disseram ou fizeram, e o que foi dito sobre eles.
Os 78 adolescentes foram retirados de famílias que estão participando do Estudo Longitudinal Nacional da Família Lésbica (NLLFS), o maior projeto de estudo sobre sobre mães lésbicas e seus filhos nos Estados Unidos. Iniciado por Nanette Gartrell, em 1986, o NLLFS examina o desenvolvimento social, psicológico e emocional das crianças, bem como as dinâmicas de famílias lésbicas planejadas.

Mais da metade dos brasileiros é a favor de gays nas Forças Armadas Resposta


A participação de homossexuais nas Forças Armadas não é vista como um problema para mais da metade dos brasileiros, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo a pesquisa, 63,7% dos entrevistados são favoráveis ao ingresso de gays no Exército, Marinha e Aeronáutica.

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A maior resistência é encontrada entre os homens. Além de estarem em menor número entre os que concordam com a ideia, eles são a maioria entre os entrevistados que discordam da participação de gays nas Forças Armadas. Mais da metade (52%) dos que se dizem contrários ao ingresso dos gays nas Forças Armadas vivem na Região Sul, enquanto 67,5% dos que concordam moram na Região Centro-Oeste.

A pesquisa aponta também que a maioria dos brasileiros (91,7%) ouvidos considera que as Forças Armadas devem ser empregadas no combate ao crime. Das 3.796 pessoas consultadas, 3.480 acreditam que Exército, Marinha e Aeronáutica devem colaborar com as polícias Militar e Civil, atuando também na segurança pública. Porém, quase metade desses entrevistados diz que o emprego dos militares deve ser constante, enquanto os demais defendem que isso ocorra apenas em algumas situações específicas.

O serviço militar deve continuar sendo obrigatório, para a maior parte dos entrevistados. Mas cerca de um terço (38,3%) dos entrevistados defendem que o jovem deveria poder escolher entre a opção militar ou um serviço civil, como a prestação de serviços comunitários e de apoio a populações carentes.

*Fonte: O Globo e Agência Brasil


SP: casal de lésbicas é o 1º a obter separação legal e partilha Resposta

Um casal de lésbicas garantiu em Franca, no interior de São Paulo, o direito de separação legal com partilha de bens, após uma relação que durou 13 anos. Segundo o movimento gay, o caso é o primeiro no País depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a união estável homoafetiva. O casal procurou o advogado Mansur Jorge Said Filho. Como elas nunca haviam oficializado o casamento, o advogado fez uma ação de reconhecimento da união e sua dissolução, com partilha de bens. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Vara de Família de Franca homologou, na semana passada, o acordo proposto sem contestações. Elas dividiram um carro e duas casas em Franca. Para o presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, Fernando Quaresma Azevedo, não há notícias de outros casos após a decisão do STF.

Padre se recusa a dar a comunhão à mulher porque ela é lésbica 3

Uma mulher quer que um padre seja dispensado de suas funções depois de ele ter negado a ela a comunhão no funeral de sua mãe, nos Estados Unidos. O motivo? Ela vive com outra mulher. 

A arquidiocese local pediu desculpas pelas ações do padre Marcel Guarnizo, mas Barbara Johnson, que é lésbica e vive com sua parceira, disse que desculpas não são o suficiente.
Guarnizo realizou uma missa fúnebre para Loetta Johnson no sábado, em uma igreja católica de Washington, nos Estados Unidos. Ele disse aos participantes que somente os membros da igreja que estão em um ¨estado de graça¨ teriam permissão para receber a comunhão. Porém, Johnson disse que quando ela se aproximou, o padre cobriu o cálice da comunhão com a mão, olhou para ela e disse: ¨Eu não posso lhe dar a comunhão porque você vive com uma mulher.¨ O padre disse ainda que esta atitude é um pecado aos olhos da igreja. 
Ensinamentos da Igreja Católica condenam a homossexualidade, e a igreja considera pecado os atos homossexuais. Mas a arquidiocese disse em um comunicado que as questões sobre os direitos que uma pessoa tem para receber a comunhão devem ser explicados em particular e que não isso não deve ser feito em público. 
Johnson disse que ela não quer encarar o incidente como uma questão dos direitos homossexuais, mas quer que o sacerdote pare de fazer o trabalho pastoral pela maneira de como ele lidou com serviço de sua mãe: 
– Estamos pedindo a igreja para tomar essa decisão, de modo que isso não aconteça a mais ninguém. É a coisa certa a fazer.

Duas lésbicas assumidas integram a segunda temporada de The Voice. Assita: Resposta

Uma beleza não convencional com uma voz ainda mais incomum, nativa de Chicago e ex-modelo Erin Martin teve sua namorada e sua mãe a seu lado na audição que foi ao ar na última segunda-feira no programa musical The Voice. Embora o tema da sexualidade de Erin não veio à tona durante a audição, o programa colocou a companheira de Erin como sua ¨namorada¨.


Vestida com o que ela descreveu como uma ¨princesa guerreira egípcia¨, Erin tece que escolher entre Cee Lo Green e Blake Shelton para ser seu mentor durante as eliminatórias do programa. No final, ela escolheu por Cee Lo.

Assista a audição de Erin abaixo:




Também na segunda-feira, a cantora Sarah Golden, que veio de Houston, Texas, literalmente virou as cabeças dos juízes com sua versão lenta de ¨You ans I¨, de Lady Gaga.

Sarah diz que seu look andrógino tem sido uma pedra no caminho da música, mas fiel à si mesma, ela se recusou a mudar seu olhar para caber um molde. Na biografia de Sarah no site do programa, podemos ler que ela se diz assumidamente gay e orgulhosa, e que ela enfrentou muitas barreiras em construir um nome na indústria da música por se recusar a deixar o cabelo crescer e usar vestidos. Ela acredita que o programa é a única oportunidade que ela tem de ser julgada apenas pela sua voz e não pela sua aparência de menino.

Cee Lo Green também foi o responsável por escolher Sarah, e com isso, seu timw já conta com duas mulheres lésbicas, caso que também aconteceu na temporada passada, onde uma de suas cantoras, a lésbica Vicci Martinez, alcançou a quarta colocação na competição.

Assista a audição de Sarah:

E aí? Qual a sua favorita?

Rumores de que Whitney Houston era lésbica ganha força após sua morte Resposta

Whitney Houston em foto junto com Robyn Crawford, à direita. (Reprodução)
Rumores de que a cantora Whitney Houston era lésbica começaram a ganhar força depois que o jornal britânico Daily Mail publicou uma matéria afirmando que a cantora não aceitava sua orientação sexual e por isso se escondia atrás de drogas e álcool. 

Os rumores de que Whitney mantia uma relação secreta com sua ex-assistente existem há pelo menos 30 anos, e segundo alguns amigos pessoais da cantora, seu casamento com Bobby Brown não passou de uma ¨cortina de fumaça¨. 
É o que afirma Peter Tatchell, ativista gay e amigo de Whitney: 
– É importante dizer a verdade sobre esse aspecto da vida de Whitney. Ela era mais feliz no seu auge na década de 1980, quando ela estava com sua companheira. Elas eram tão apaixonadas e felizes juntas. Talvez sua incapacidade de aceitar e expressar o seu amor pelo mesmo sexo contribuíram para o seu abuso de drogas e seu declínio. Ela foi pressionada para se casar com Bobby Brown. Foi um desastre. Sua vida começou a ir ladeira abaixo logo em seguida. 
A secretária que possívelmente era o amor de Whitney Houston é apontada pelo nome de Robyn Crawford. Segundo informações, o casal se conheceu quando a cantora tinha apenas 16 anos, quando Robyn desistiu de entrar para a faculdade e ir trabalhar para a cantora. 
Independente da história ser verídica ou não, momentos depois da morte de Whitney Houston, Robyn escreveu um tributo ao Dia dos Namorados em homenagem à cantora, que dizia:
¨Eu o conheci Whitney quando eu tinha 16 anos e soube imediatamente que ela era especial. Whitney era modelo, tinha uma cor de pele com um tom meio pêssego e não se parecia com ninguém que eu conhecia em Nova Jersey. Eu não posso acreditar que eu nunca mais vou abraçá-la ou ouvi-la rir de novo.¨ 
Segundo a publicação, até o ex-marido da cantora, Bobby Brown, já teria dado a entender que seu casamento com Whitney era para tentar esconder o desejo da cantora por outras mulheres. Em sua biografia, Bobby escreveu que ¨a intenção de Whitney no casamento era limpar sua imagem, casando e tendo filhos, já que ser bissexual não caia bem para a sua imagem¨. A irmã de Bobby disse que já tinha flagrado Whitney com uma mulher por várias vezes. 
Lésbica, heterossexual ou bissexual, Whitney fez história na música mundial e virou ícone entre o público LGBT. A cantora foi encontrada morta na banheira de um hotel no último sábado (11/02), um dia antes da cerimônia do Grammy.

Sul e Sudeste lideram ranking de homofobia no Brasil, aponta relatório Resposta

O Grupo Gay da Bahia (GGB), que anualmente divulga relatório sobre o número de assassinatos de homossexuais no Brasil, acaba de finalizar o primeiro levantamento sobre homofobia não letal em todo o País. Conforme o banco de dados coordenado pela entidade, obtido com exclusividade pelo portal Terra Magazine, em 2011, foram contabilizadas 282 ocorrências de discriminação com base na orientação sexual.

Os casos vão de insultos e ameaças até agressões físicas, semelhantes à que aconteceu na segunda-feira (13/02), com um casal de gays, espancado por taxistas (ilegais, em táxi pirata) no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro.

Os registros foram compilados a partir de informações coletadas na imprensa, segundo o antropólogo Luiz Mott, fundador do GGB, que critica a falta de estatísticas, produzidas pelo poder público, sobre violência contra os LGBTs (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).

– Considero que o governo comete o crime de prevaricação na medida em que o Plano Nacional de Direitos Humanos, aprovado em 2002, previa a criação de um banco de dados em nível federal, assim como políticas públicas para erradicar a homofobia, e nada foi feito – opina.

De acordo com o levantamento do GGB, gays foram os mais vitimizados pela homofobia, com 219 casos, o que corresponde a 77,6%. Na sequência, estão as travestis, com 12,7%, e as lésbicas, com 9,5%.
As regiões com mais registros de homofobia não letal são Sudeste e Sul (67%), seguidas do Nordeste (18%) e Centro-Norte (14%). O relatório ressalta, entretanto, que o maior número de meios de comunicação no Sudeste e no Sul faz com que os casos tenham mais visibilidade.

Considerando os números absolutos, São Paulo figura no primeiro lugar em denúncias de violação dos direitos humanos dos homossexuais, com 72 registros, seguido do Rio de Janeiro (35), Minas Gerais (22), Bahia (18) – que há seis anos é o Estado onde mais se mata LGBTs -, Paraná (11) e Goiás (10).
Já em termos relativos, levando em conta o total de habitantes, o Rio de Janeiro assume a ponta, liderando o ranking de casos de homofobia não letal. Distrito Federal, São Paulo, Paraíba e Goiás aparecem na sequência.

– Coincidentemente, a imprensa está noticiando a agressão violenta sofrida por um casal gay em um aeroporto do Rio, o que confirma a gravidade da homofobia em nosso País e a urgência para que o governo proponha uma campanha, cientificamente elaborada por uma equipe multidisciplinar, garantindo a sobrevivência da comunidade LGBT – destaca Mott.

Casos subnotificados

Das 282 ocorrências compiladas, 87 foram referentes à violência física. Mais uma vez, os gays foram o grupo mais vitimado, abarcando 65% dos registros.

– A maioria do segmento LGBT vítima de violência homofóbica não registra Boletim de Ocorrência nem realiza exame de corpo de delito nos IML de suas cidades, temerosos, com razão, de serem vítima da homofobia policial ou de ter revelada por jornalistas policiais sua orientação sexual muitas vezes secreta. Tal omissão, além de subnotificar as estatísticas de crimes de ódio, indiretamente, estimula a repetição das mesmas agressões – afirma no relatório, o presidente do GGB, Marcelo Cerqueira.

Entre as formas de discriminação mais recorrentes, destacaram-se, em 2011, conforme o levantamento, a praticada por órgãos e autoridades governamentais (19,5%); seguido da discriminação religiosa, familiar e escolar (10%). 
”Agressivas sessões de exorcismo e ‘cura’ de homossexuais praticados por igrejas evangélicas fundamentalistas constituem grave violência contra a livre orientação sexual dos indivíduos LGBT, sem falar na divulgação na TV e na internet de discursos que demonizam a homoafetividade, tendo sobretudo parlamentares e pastores evangélicos seus principais opositores”, frisou o relatório.

Assassinatos

Em janeiro, segundo adiantou a Terra Magazine, o Grupo Gay da Bahia informou o número de assassinatos de LGBTs registrados em 2011, dado que será apresentado no relatório anual de assassinatos de homossexuais no Brasil, cuja divulgação está prevista para depois do Carnaval. Foram 251 homicídios, nove a menos do quem em 2010, quando houve recorde histórico com 260 mortes.

O País, de acordo com a entidade, é o primeiro lugar no ranking mundial de assassinatos homofóbicos, uma média de um homicídio de LGBT a cada um dia e meio.

Piauí inscreve primeiro casal lésbico no Cadastro Nacional de Adoção Resposta

A juíza Maria Luiza de Moura Melo e Freitas, titular da 1ª Vara da Infância e da Juventude, deferiu o pedido de inscrição de um casal lésbico do Piauí no Cadastro Nacional de Adoção. O parecer favorável é pioneiro no estado. A informação é do Grupo Matizes, que acompanha o caso desde o ano passado.

Segundo a decisão da juíza, o casal homoafetivo, que mantém uma união estável desde 2007, atende às exigências legais e já está apto para iniciar o processo adotivo. No entanto, as lésbicas aguardam encontrar uma criança no perfil desejado, que seria uma menina de até um ano de idade.

Para a coordenadora do Grupo Matizes, Maria José Ventura, o trabalho desenvolvido pela juíza da 1º Vara da Infância e da Juventude é um importante aliado na defesa dos diretos da população LGBT no Piauí.

“Em 2008, também em um ato pioneiro, a juíza Maria Luiza concedeu a guarda do filho de uma lésbica que veio a óbito para sua companheira. Com essa expectativa de vanguarda, acreditamos que, em breve, o Piauí terá sua primeira criança adotada por um casal homoafetivo”, finaliza a militante.

Reportagem 180 graus

Casal gay é destaque em outdoor do plano familiar da Unimed Blumenal 1


A foto acima foi compartilhada por milhares de pessoas como sendo da Unimed do Rio Grande do Sul, mas na realidade é da Unimed de Blumenal, no estado de Santa Catarina. É a propaganda do plano de saúde. O que dispertou o interesse foi a veiculação na região de um outdoor expondo um casal gay abraçado e com a seguinte frase: “De um jeito ou de outro, todo mundo precisa. Plano Familiar Unimed para todo o tipo de família.”

Segundo o superintendente da Unimed Blumenal, Dr. Jauro Soares, as primeiras peças da campanha iniciaram a veiculação no dia 15 de junho e é composta de material para a mídia impressa (jornais e revistas), mídia eletrônica (TV e rádio), mídia digital (internet) e exterior (outdoor, busdoor e front-light).

O presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, manifestou apoio à campanha: “Quando confirmado, fiquei extremamente feliz e contemplado pela publicidade. Senti-me cidadão, disse o especialista em sexualidade humana, Toni Reis que recebeu uma foto do outdoor pelo e-mail.

O presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT), Reinaldo Damião, disse que não se trata de uma iniciativa pioneira, uma vez que outras campanhas publicitárias já abordaram a questão da homossexualidade. Segundo ele, o fato novo nessa campanha é que o outdoor retrata pessoas do mesmo sexo, fazendo uma menção explicita ao fato de serem um casal. Até então esse tipo de visibilidade era dirigida para o público gay e em meios de comunicação GLBT: “Embora não seja pioneira, vale ressaltar a coragem da empresa Unimed em assumir publicamente seu desejo de atender também a comunidade homossexual”. Toni Reis destacou que “a mídia brasileira é hetero-normativa e a propaganda sempre mostra um casal de homem com mulher, e não homem com homem, ou mulher com mulher”.


A idéia para a campanha surgiu a partir das últimas pesquisas do IBGE que indicaram diversas mudanças no perfil dos casais, sendo uma delas, o reconhecimento dos parceiros homoafetivos. De acordo com Soares, “a intenção do marketing foi fazer uma campanha ampla, para todo tipo (novo) de família, incluindo homossexuais. A abordagem da campanha foi amplamente aprovada pela classe médica dirigente da cooperativa”. 


O representante da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/Aids (RNP+) do Estado de São Paulo, Lucas Soler, disse que “quebrar o preconceito é muito complicado e não será um outdoor apenas que fará isso, mas sim, uma ação conjunta de toda a sociedade que, unida neste sentido, poderá iniciar um processo de crescimento e orientação para todas as gerações a fim de possibilitar uma maior orientação sobre a diversidade existente”. 

Para o superintendente do plano de saúde, Jauro Soares, a campanha “provoca reflexões em relação aos modelos e conceitos de família nos dias atuais e remete a discussão de preconceitos contra os homossexuais em nossa sociedade”. Ele acredita também que a campanha joga luz sobre o debate atual da união civil entre homossexuais e seus reflexos em nosso país. 

Apesar de a união civil de homossexuais ainda não ser reconhecida pela legislação brasileira, a Unimed tem aceito sem restrições a inclusão em plano de saúde familiares de casais homoafetivos. Segundo o superintendente da Unimed Blumenau, é solicitado um documento (declaração de convivência) feito em cartório e que serve como comprovante para aceitar o companheira/companheiro como dependente. “Legalmente tem-se como base a decisão confirmada pela 6ª turma do TRF da 4ª Região, no dia 27 de julho deste ano. Por unanimidade a sentença obriga ao INSS a considerar os companheiros homoafetivos, como dependentes preferenciais dos segurados de Regime Geral da Previdência Social. Esta sentença ratifica decisão original de primeira instância proferida em final de 2001. A decisão é válida para todo território nacional”, esclareceu Soares.

*Com informações do Ministério da Saúde

Lésbicas denunciam casos de preconceito médico no Rio de Janeiro Resposta


Lésbicas  denunciam casos de preconceito médico no Rio de Janeiro. Segundo a denúncia, os médicos deixaram de solicitar, durante consultas ginecológicas, o exame que pode ajudar a prevenir o câncer de colo de útero porque elas não mantêm relações sexuais com homens.


O Grupo Arco-Íris informou que constatou o problema na rede de saúde pública e privada da capital fluminense. Na pesquisa qualitativa “Atendimento Ginecológico Diante de Práticas Lésbicas e Bissexuais”, todas as 20 mulheres entrevistadas em 2010 relataram que depois de revelada sua orientação sexual, os médicos não pediram o exame.

“Os profissionais não reconhecem vida sexual entre duas mulheres. É assustador porque só se pode fazer a prevenção do vírus de HPV – sexualmente transmissível – a partir do exame ”, destacou a diretora o Arco-Íris, Marcelle Esteves, lembrando que mesmo sem se relacionar com homens, as lésbicas fazem sexo.

O levantamento constatou também que entre as lésbicas, as que têm identidade mais masculinizada são menos submetidas ao preventivo que as demais. “Eles [os médicos] não pedem [o exame] e não sabem nos aconselhar sobre o risco de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, como o HPV. É sempre a mesma coisa”, reclamou a estudante Fabiana Ormonde.

Diante do problema, o Fórum de Mulheres Lésbicas e Bissexuais do Estado do Rio quer que o foco das campanhas sobre DST e aids não seja apenas os travestis e homossexuais. Para as ativistas, é preciso divulgar mais informação sobre a transmissão de DST entre mulheres que fazem sexo com mulheres e aprofundar projetos de sensibilização com as secretarias de Saúde.

O fórum também defende a distribuição de preservativos específicos para sexo entre mulheres, mas que ainda não são produzidos em escala no Brasil. “Em uma fábrica de São José de Campos (SP) desenvolvemos com dinheiro de uma fundação internacional um protótipo com base em modelos dos Estados Unidos e da Malásia. Vem sendo aprovado”, disse Marcelle.

Com a capacitação de servidores em clínicas de Saúde da Família, a Coordenadoria da Diversidade Sexual da capital fluminense disse que precisa primeiro assegurar o atendimento à população de gays, lésbicas e travestis (LGBT) nos postos de saúde. “Nesse primeiro momento, não pensamos nisso por uma questão de atribuições”, disse o  coordenador do programa, Sérgio Camargo.

A Secretaria Municipal de Saúde reafirma que não existe motivo para os médicos não pedirem o preventivo às lésbicas. Gisele Israel, da Gerência do Programa de Aids, atribui o problema ao preconceito e ao desconhecimento. “Como os profissionais não passam por uma proposta de qualificação com um olhar para o diferente, os serviços se constituem sem um olhar apurado”.

O superintendente de Vigilância Ambiental e Epidemiológica da Secretaria estadual de Saúde, Alexandre Chieppe, confirma que mesmo com capacitação não é fácil mudar a rotina do atendimento. “Capacitamos os gestores municipais, a questão das lésbicas está inserida nos programas de saúde da mulher,  mas precisamos romper paradigmas”.

Segundo os gestores ouvidos pela “Agência Brasil”, a produção de preservativos para o sexo entre mulheres ainda é inviável porque o produto não tem as certificações necessárias.