Karol Lannes, a Ágata de “Avenida Brasil”, revela que é lésbica Resposta

Mudança

Ana Karolina Lannes (18), que ficou conhecida na infância por interpretar Ágata, filha de Carminha (Adriana Esteves), em “Avenida Brasil”, assumiu publicamente que é lésbica:

“Eu sempre me aceitei em relação a tudo – meu corpo, minha sexualidade, sempre respeitei minhas decisões, e meus pais também. Tive mais sorte que a maioria da comunidade. Eu não sofri discriminação em casa, recebi apoio.”

Ela diz que por ter um pais homossexuais (um casal gay) enfrentou julgamentos ainda antes de se descobrir. “Ouvi de muitas pessoas, antes mesmo de eu explorar a minha sexualidade, que eu viraria gay por conta dos meus pais.

“Mas, se dependesse da influência deles, eu seria uma princesinha. Sempre fui mais meninona mesmo, até no jeito de me vestir.”, conta Karol. Ela disse na mesma entrevista que roubava roupas dos pais para se vestir como queria.

Karol, que é DJ em uma casa noturna hoje em dia, disse que chegou a ficar com alguns meninos no início da adolescência. Ela contou também que ficou com a primeira menina com uns 15 anos.

Se em casa não havia discriminação, na escola a situação era diferente:

“No início, alguns meninos da minha sala eram imaturos. Comentários e indiretas maldosas sempre existiram, mas nunca me importei. Eu era miga dos professores (risos), sempre me rodeei de pessoas que pudessem agregar na minha vida positivamente, não pessoas que querem te derrubar”.

Informações: UOL

Jair Bolsonaro processa Marcelo Tas, por ter sido chamado de homofóbico (mas é!) e racista Resposta

Jair e Tas

Jair processa Tas e garante não ser homofóbico, nem racista

O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) está processando o aprensentador e jornalista Marcelo Tas. Pasmém, porque foi chamado de homofóbico e racista. Jair assegura que não é homofóbico.

Tas teria chamado teria atribuído essas acusações em entrevista ao programa ao Blog do Rica Perrone em 22 de julho de 2017. A ação, segundo o blog TelePadi, corre na 31a Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo e requer R$20 mil de Tas por reparação de danos morais. A ação pede que Tas pague R$10 mil a cada vez que Tas acusar Jair de racista ou homofóbico.

“Lamento que ele se junte a outros parlamentares brasileiros, de direita e esquerda, é bom notar, que não suportam a convivência com a crítica ou com quem pensa diferente deles. Temo que, com a aproximação das eleições, surjam tentativas de intimidação e censura à livre expressão. Isto só vai contribuir para tumultuar o debate a atrasar o aperfeiçoamento da frágil democracia brasileira, diz Tas.

E dispara: “É patético. Os políticos estão mais por baixo que cocô de cavalo de bandido, mesmo assim não abrem mão da blindagem do fórum privilegiado. Não aceitam opiniões contrárias. Querem viver numa redoma, rodeados apenas por quem pensa igual a eles. A atitude do Bolsonaro reforça a minha suspeita: apesar de vender a imagem de novidade na corrida presidencial, ele é um político antigo como qualquer outroÆ.

Bruna Linzmeyer participa de manifestação lésbica no Rio Resposta

Bruna e Namorada

Bruna Linzmeyer participou de uma manifestação pelo Dia Internacional da Mulher na noite desta quinta-feira (8), no Rio. A atriz, que namora Priscila Visman, publicou registros de uma passeata que aconteceu nas ruas do Centro e deu ênfase ao lema da manifestação: “O corpo é da mulher, ela dá pra quem quiser. Inclusive pra outra mulher”.

Nas imagens publicadas por Bruna no Instagram, é possível ver um grupo de moças segurando uma faixa que diz: “Lésbicas resistem e existem. Nenhum direito a menos”. Bruna ainda completou: “Eu vou dar pra quem quiser. Inclusive para outra mulher”.

A atriz, desde que assumiu a sua homossexualidade, bissexualidade ou “liberdade”, se transformou em uma das pessoas mais influentes entre os LGBTs brasileiros.

Parabéns, Bruna!

Homofóbica? (relembre os casos lendo a postagem), Joelma anuncia apresentação em boate LGBT. A casa está quase lotada 3

Joelma

Joelma, a cantora homofóbica (?), que já tentou mudar a orientação sexual de um fã (veja vídeo abaixo) e se disse contra o casamento gay, se apresentará em uma boate LGBT em Recife.

A rede social não perdoa:

Joelma Homofobia

No Instagram, os perfis dos fãs-clubes de Joelma que anunciam o show bloquearam os comentários. Apesar das manifestações contrárias, os ingressos para a apresentação estão quase esgotados. Pelo palco da boate, já passaram nomes como Gretchen, Pabllo Vittar, Lia Clark, Karol Conka e Valesca Popozuda, entre outras musas do público LGBT.

Joelma Homofóbica

Para quem não se lembra, Joelma havia declarado, em entrevista ao programa “Roberto Justus +” que acredita na recuperação dos homossexuais, comparando esse processo ao dos drogados: “É como um drogado tentando se recuperar”.

O que esses fãs LGBTs têm na cabeça? Será que a fofa vai tentar converter todos eles? Eu, hein…

Na época, Joelma se defendeu:

Então tá…

Mulheres que inspiram: Bruna Linzmeyer, Camila Pitanga, Leandra Leal e Taís Araújo Resposta

Atrizes

Leandra, Camila, Taís e Bruna: atrizes feministas poderosas

Durante muito tempo, as mulheres não foram ouvidas e nem eram levadas a sério se ousassem dizer suas verdades sob o poder dos homens, mas esse tempo acabou!” A frase é parte do discurso feito pela apresentadora norte-americana Oprah Winfrey na edição deste ano do Globo de Ouro, realizado na esteira das denúncias contra o megaprodutor Harvey Weinstein.

Além de contundente, a manifestação da apresentadora pode servir como resposta a uma das dúvidas masculinas mais frequentes no debate: qual é, afinal, o papel dos homens no feminismo?

As atrizes feministas Bruna Linzmeyer, Camila Pitanga, Leandra Leal e Taís Araújo, estrelas de capa da revista GQ deste mês, têm uma opinião em comum sobre essa dúvida masculina: “O grande papel do homem agora é escutar”. A declaração, dada por Leandra Leal durante o ensaio para a revista, em uma tarde de fevereiro, em São Paulo, resume o raciocínio de suas colegas.

Taís Araújo

Foto: Instagram (taisdeverdade)

Taís Araújo complementa: “Melhorar a escuta, estabelecer um diálogo honesto e aberto é o primeiro passo. Nesse diálogo, as pessoas vão escutar coisas que não vão gostar, mas é importante saber que não é nada pessoal – é para nos reestruturarmos enquanto sociedade, para ficar bom para todo mundo”. Camila e Bruna seguem o raciocínio. “As mulheres estão perdendo o medo de falar, de reivindicar seus direitos, e estou vendo cada vez mais homens querendo escutar, repensar”, diz a primeira.

“Com certeza, um homem pode ser feminista. Todos podemos. A luta feminista é a luta pela igualdade de gêneros. Mas é importante na perspectiva do homem, mesmo aquele que já se diz feminista, ouvir o que a mulher tem a dizer”, completa a segunda.
Leandra Leal

Foto: Instagram (leandraleal)

Leandra é reconhecida nos debates pró-feminismo. Tem se manifestado publicamente em artigos, entrevistas e em seus perfis nas redes sociais sobre assuntos como direito ao poder de decisão sobre o próprio corpo e ao aborto. “Eu não acho que estou no papel de ensinar algo aos homens”, ela diz.

“Acho que esse novo normal tem de ser construído meio a meio. Mas algumas questões são nossas, femininas, e têm de ser radicais. O direito da mulher ao seu corpo, por exemplo, tem de ser radical. Não dá para uma comissão de 18 homens chegar agora e dizer que a mulher não tem direito a abortar. Simplesmente não dá!”, defende.

A voz de Taís tem sido bastante ouvida nas questões de gênero e raça. Mãe de dois filhos, um menino e uma menina, ela causou comoção ao discursar no seminário TEDXSão Paulo, em agosto do ano passado.

Camila Pitanga

Foto: Instagram (caiapitanga)

“Quando engravidei do meu filho, fiquei muito, mas muito aliviada de saber que no meu ventre tinha um homem, porque eu tinha a certeza de que ele estaria livre de passar por situações vivenciadas por nós, mulheres. Teoricamente, ele está livre. Mas meu filho é um menino negro, e liberdade não é um direito que ele vai poder usufruir.

Se ele andar pelas ruas descalço, sem camisa, sujo, saindo da aula de futebol, ele corre o risco de ser apontado como um infrator, mesmo aos 6 anos de idade. No Brasil, a cor do meu filho é a cor que faz com que as pessoas mudem de calçada, escondam suas bolsas e blindem seus carros. A vida dele só não vai ser mais difícil do que a da minha filha.”

Bruna Linzmeyer

Foto: Instagram (brunalinzmeyer)

Bruna Linzmeyer, por sua vez, que no ano passado declarou-se sem rótulos, tem levantado a bandeira das mulheres homossexuais, bi e trans. E ela tem clara noção do peso de suas manifestações na luta por igualdade. “O fato de eu me declarar mulher lésbica é um ato político”, disse ela em um dos intervalos de sua sessão de fotos, também realizada em São Paulo. “Eu não sou só lésbica, eu não caibo em nenhuma dessas caixinhas.

Sou um ser humano livre. Mas dar nome a essas caixinhas é importante para podermos jogar luz sobre elas. Estamos fazendo uma curva positiva no mundo, e isso passa pela segurança que tenho de estar falando isso tudo agora. Cinco anos atrás, eu não podia, como mulher, como mulher lésbica, falar. Agora posso.”

Camila Pitanga é uma figura agregadora e disseminadora de discursos. Não à toa, abriu as portas de sua casa, no Rio de Janeiro, para aulas semanais sobre temas ligados ao feminismo com a filósofa e ativista Djamila Ribeiro. “Criei esse grupo porque achei que era importante a gente conhecer melhor o feminismo, ter mais referência, trocar ideias, se provocar junto.

Quando teve aquela sinergia do Mexeu com Uma, Mexeu com Todas, diz ela, fazendo referência à campanha que se criou no ano passado com a denúncia de assédio feita pela figurinista Su Tonani contra o ator José Mayer, “achei que era o momento de dar a mão, trocar confidências, não ficar só numa pesquisa intelectual, porque o problema não acontece só nesse campo, acontece na pele, no dia a dia”.

Cada uma à sua maneira, as quatro exercem o feminismo, e essa batalha vai ganhar um novo capítulo em breve. Desde o ano passado, produtores e produtoras, roteiristas, atores, atrizes e entidades ligadas à indústria trabalham na criação do movimento Não Vamos Mais Tapar os Olhos. Depois de meses de debates, a primeira reunião do grupo aconteceu em janeiro. A próxima está agendada para este mês, na sede da Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais (Apro), em São Paulo. Do encontro devem sair as diretrizes finais de trabalho do movimento.

Mais do que reforçar a mensagem pelo fim do assédio sexual, o movimento trabalha na criação de um código de conduta a ser adotado por profissionais, produtoras e contratantes. A ideia é criar uma espécie de modus operandi da indústria do audiovisual, tanto para evitar casos de assédio quanto para agir quando surgir uma denúncia de um episódio do gênero.

“Digamos que você esteja fazendo um filme e seu principal ator assedia uma funcionária da equipe. Que medidas serão tomadas? A quem essa funcionária vai recorrer? É esse tipo de coisa que queremos estabelecer”, diz Betão Gauss, sócio da Prodigo Films e um dos coordenadores do Não Vamos Mais Tapar os Olhos.

O grupo vai produzir um vídeo de orientação para ser distribuído entre os profissionais e produtoras. Com a participação dos principais sindicatos da indústria do audiovisual – a interlocução com as entidades tem sido feita pela Apro  –, o movimento quer que os pontos discutidos na montagem do Não Vamos Mais Tapar os Olhos passem a fazer parte das cláusulas dos contratos do setor. “O assédio não pode mais acontecer em nossa indústria. Ter essas quatro atrizes como parte do movimento dá um peso enorme. A mensagem vai chegar a muito mais gente”, afirma Gauss.

Durante nossa entrevista, em uma manhã de domingo, no Rio de Janeiro, Taís Araújo relembra situações em sua carreira que gostaria de esquecer. “Foi tanta cena que eu fiz e não queria ter feito. Fiz porque achava que ia ser cortada”, conta a atriz.

“A verdade é que aquela única cena não ia definir a personagem, mas eu tinha medo, tinha um sonho. A quantas coisas eu disse sim e me violentei para poder chegar onde estou hoje? Agora percebo: fiz sem a menor necessidade. ‘Essas coisas acontecem porque é assim que é’, eu pensava. Mas não pode mais ser, a gente precisa redesenhar isso”. Afinal, como disse Oprah: Time’s up!

Fonte: GQ

Facebook censura vídeo postado por filho de Bolsonaro, a pedido de Alckmin, onde tucano aparece com movimento LGBT Resposta

CHUVA / CAOS EM SP

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), moveu uma ação contra o Facebook para retirar do ar um vídeo postado pelo perfil atribuído ao vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) do Rio de Janeiro. Na ação, Alckmin pede que o vídeo seja excluído da rede social e que o Facebook quebre o sigilo dos dados de quem fez a postagem.

Na última sexta-feira (2), a Justiça Estadual de São Paulo negou, em caráter liminar, os pedidos de Alckmin. Mas, após Alckmin recorrer, o vídeo foi banido.

O vídeo que a Justiça excluiu, a pedido de Alckmin, foi postado em 25 de dezembro de 2017. Nele, Alckmin aparece celebrando a criação do secretariado de diversidade tucana, uma instância dentro do PSDB voltada para a discussão de políticas públicas voltadas para a comunidade LGBT. O vídeo foi editado e mescla momentos em que Alckmin aparece discursando com fotos de manifestações promovidas por integrantes da comunidade LGBT.

Junto ao vídeo, o perfil, claro, critica Alckmin. “Como se não bastasse estar metido na Lava-Jato e tantos outros escândalos de corrupção, mais esta do candidato que querem induzi-lo (sic) a acreditar que é de centro-direita, mas em conluio com a militância que você já conhece. Este que a mídia diz que ganhará as eleições de 2018”.

Para o advogado Fábio de Oliveira, que defende Alckmin, o vídeo dele com ativistas tucanos LGBTs ridicularizaria o candidato à Presidência do Brasil.

O Facebook retirou o vídeo, alegando que ele fere os padrões da comunidade. A decisão aconteceu, mesmo depois de a Justiça de São Paulo negar, em caráter provisório, ter liberado o vídeo.

Na tarde da última segunda-feira, Carlos Bolsonaro utilizou sua conta no Twitter para acusar o Facebook de retirar o vídeo do ar. Ele aproveitou a postagem para publicar o vídeo novamente.

Informações: UOL

Filho de Daniela Mercury já manifestou apoio a casais gays em post na web 2

gabriel_face

Gabriel Povoas, filho de Daniela Mercury, já tinha demonstrado apoio a casais gays em um post feito em seu Facebook e falado sobre o preconceito em Salvador, cidade onde mora.

“Que coisa bonita, acabei de ver um casal gay (homens) passando na rua de mãos dadas aqui em Sampa. Que a nossa Salvador acorde em 2013 menos preconceituosa. Já disse Milton ‘Toda forma de amor vale a pena…'”, escreveu no dia 31 de dezembro.

Em entrevista ao portal EGO, a mulher de Gabriel falou sobre a relação do músico com a mãe: “Daniela já está viajando com a Malu há um mês. Agora o Gabriel e a Giovanna foram encontrar com ela para fazer os shows. Os dois são grandes… Posso te dizer que o Gabriel, pelo menos, vive a vida dele, não se mete nas coisas da mãe. Eles têm uma relação legal”.

Daniela usou o Instagram para assumir o relacionamento nesta quarta-feira (3/4). Ela postou imagens românticas suas com a jornalista Malu Verçosa, editora da Rede Bahia, e fez uma verdadeira declaração de amor a ela: “Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração pra cantar”, escreveu Daniela, que aparece muito sorridente nas fotos e mostra que já está até usando aliança.

Daniela Mercury e sua mulher, Malu Verçosa

Daniela Mercury e sua mulher, Malu Verçosa

Espetáculo que discute homofobia recebe doações para chegar aos palcos paulistanos 1

Depois de patrocínios negados, teatro que fala sobre homofobia recebe doações para estreia

Depois de patrocínios negados, teatro que fala sobre homofobia recebe doações para estreia

O espetáculo Tem alguém que nos odeia aborda a relação privada e amorosa de duas mulheres, Maria, brasileira, e Cate, estrangeira, que decidem morar juntas em São Paulo. Dentro do antigo e decadente apartamento herdado por Maria, elas vivem em conflito, com suas histórias e culturas diferentes que provocam atritos constantes e comuns a qualquer relação já desgastada pelo tempo. Em meio a esse ambiente conflituoso, a violência e o terror batem à sua porta invadindo seu lar. Obrigadas a enfrentar agressões físicas e psicológicas de algum homofóbico do prédio, ele se torna um inimigo invisível e constantemente presente.

O texto escrito em 2011 por Michelle Ferreira foi finalista do Prêmio Luso-Brasileiro de Dramaturgia Antônio José da Silva (2011) em parceria entre a FUNART e o Instituto Camões. Tudo estava certo que seria fácil arrumar um patrocínio e apoiadores para uma produção já premiada. Mas não foi isso que aconteceu. Nenhuma instituição privada procurada está disposta em patrocinar a peça Tem alguém que nos odeia. Foi quando a atriz e produtora Ana Paula Grande arregaçou as mangas e foi a luta de um patrocínio coletivo. Ela explica como é o projeto e a saga de levantar a verba necessária para colocar a obra nos palcos. Veja entrevista da equipe do Mix Brasil:

Você apresentou o texto para diferentes empresas. Quais foram as justificativas que estas empresas deram para não patrocinar?

Ela foram evasivas, na verdade nunca foram diretas. Quando a gente chegava no ponto principal da peça, que é a homofobia, as empresas geralmente diziam que não queriam falar sobre o assunto, ou que neste ano vão patrocinar cinema. Na verdade, as empresas estão preocupadas com textos comerciais, não com o tema proposto. Sabemos que a homofobia é um tema relevante para a sociedade, questionar o porquê ela ainda não é crime é urgente. Mas, ainda, estas instituições preferem produções que lucrem.

Como o texto aborda o tema?
O texto é lindo, muito delicado. Conta a história de duas mulheres que vivem juntas em um apartamento, durante o enredo elas começam a ser persseguidas por um vizinho homofóbico e chegam a ser agredidas. O espetáculo não tem cenas de duas mulheres se pegando, peladonas. Ou seja, vamos atingir um público que vai ao teatro, em muitos casos, que não está interessado na causa LGBT.

Você chegou a pedir patrocínio para ONGs LGBTs?


Muitas. Esta semana cheguei mandar e-mail para 300 instituições não governamentais, apenas três me responderam. Uma disse que não tinha dinheiro, outra foi mais direta ainda falando que eu sou louca de pedir dinheiro para uma ONG, a última foi bastante interessante; ela disse assim no e-mail: “o silêncio é uma forma de discriminação”, eu pergunto: “esta última instituição leu meu e-mail explicando o que é a peça, qual mensagem ela quer passar?” Eu não posso ficar calada, o espetáculo tem que acontecer, é de relevância para a sociedade. Resolvi colocar o projeto no Catarse.

E como você conheceu o Catarse?
Eu fui para Europa de lua de mel com meu marido, não sou gay, sou casada com um homem. Lá, visitei vários concertos e peças. Quando eu lia os panfletos dos espetáculos, via o nome de várias pessoas que patrocinaram aqueles projetos e mostrei para meu esposo. Depois, no ano passado, fomos para os Estados Unidos, e lá também se passava a mesma coisa. Quando voltei para o Brasil, procurei algo parecido e cheguei ao Catarse. É maravilho, já que lá as pessoas podem doar em projetos a partir de temas que lhes agradam, não visando se o projeto vai dar lucro ou não. Uma amiga conseguiu juntar 30 mil reais para seu monólogo pelo Catarse. A equipe deles é fantástica, eu cheguei desesperada para mostrar meu projeto, já pensando: “Se eu conseguir mil reais, eu faço a peça em uma praça pública”. Chegamos em um valor minimo de 25 mil reais para colocar o espetáculo dois meses em cartaz.

Vocês já tem um teatro fechado para exibir a peça?
Temos sim. Será no Teatro Augusta, no palco experimental. Eles até me disseram que caso a gente consiga um bom resultado, conseguimos ficar em cartaz até três meses. O Sesc, como está preocupado com a temática e não com o lucro, como as empresas, já disse que também está interessado em exibir nosso espetáculo, mas a gente precisava enviar um vídeo do espetáculo. A gente não tinha dinheiro para ensaiar, quanto menos para pagar a diretora.

Você disse que não é gay. Qual o interesse tão grande em um espetáculo com temática LGBT?
A gente faz teatro desde os 10 anos de idade. 90% dos nossos amigos são gays e desde a minha adolescência vejo estes mesmos amigos sofrendo por serem gays, vários amigos na escola eram afeminados e não conseguiam ter amigos. Agora, fiz 30 anos, e quero ter um filho e não quero que ele viva em um mundo assim, não quero que ele sofra e este projeto é o que me faz ter força.*

Caso queria contribuir para o projeto “Tem alguem que nos odeia”, ou conhecer o Catarse, acesse aqui e saiba como doar. Em cena estão as atrizes  Bruna Anuarte e Ana Paula Grande, cenografia de Pedro Henrique Moutinho, hair e make up de Dicko Lorenzo  e direção de José Roberto Martins.

Evento em Belém discute direitos sexuais e homofobia Resposta

Nome social, casamento homoafetivo, boletins de ocorrência que registram a orientação sexual das vítimas. Esses são alguns dos direitos e políticas públicas recentemente conquistadas pela população de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) no Pará. Para discutir esses avanços e ainda as questões que precisam de melhorias, a Universidade Federal do Pará (UFPA) promove uma conferência sobre “Direitos Sexuais e Homofobia” no dia 14 de setembro, a partir das 9h30, no Instituto de Ciências Jurídicas (ICJ) da Instituição, em Belém. A programação é gratuita e não há inscrições prévias para o evento.

Juiz federal Roger Raupp Rios
O evento conta com a presença de Roger Raupp Rios, que, além de juiz federal, é pesquisador da Pós-Graduação em Direito da UniRitter Laureate International Universities, e pretende debater as questões sobre os direitos sexuais e pontuar os desafios vivenciados pela população LGBT, a partir do ponto de vista das áreas de Direito e Antropologia.

Para a professora da Faculdade de Direito da UFPA, Cristina Terezo, que organiza o evento, a discussão desses assuntos é fundamental em vista das recentes decisões tomadas sobre a união homoafetiva e dos impasses na garantia efetiva dos direitos sexuais.


Segundo Simmy Larrat, representante do Grupo de Resistência de Travestis e Transexuais da Amazônia (Gretta), é fundamental a realização de debates em torno da orientação sexual e identidade de gênero, principalmente em ambientes acadêmicos. “Ainda sentimos uma carência de estudos acerca do assunto e é necessário a Academia olhar mais para essa realidade e fomentar discussões científicas sobre a sexualidade”, acredita Simmy. O Movimento Gretta é uma rede que reúne todos os grupos do estado, que atualmente é formado por 36 grupos.

Números da violência 


“A situação atual dos homossexuais no Estado é a mesma de séculos. São pessoas excluídas e oprimidas. A imensa maioria está fora da escola e vive um processo de exclusão iniciado dentro de suas próprias casas, ou seja, uma realidade que não difere da do restante do País”, afirma Simmy Larrat.

Entretanto, recentemente no Pará, os homossexuais obtiveram algumas conquistas, como a criação de políticas públicas e a criação de uma delegacia para crimes homofóbicos, que entrará em funcionamento ainda neste mês de setembro, de acordo com o governo do Estado.

Segundo o Grupo de Resistência de Travestis e Transexuais da Amazônia (Gretta), em 2010, foram registrados dez casos de homofobia. Já em 2011, foram registradas 22 vítimas fatais. Este ano, já chegam a dez os casos de violência extrema contra vítimas GLBT. “Tudo isto comprova que a sociedade está respondendo de maneira violenta às conquistas homossexuais”, defende Simmy Larrat.

Serviço:

Conferência Direitos Sexuais e Homofobia

Período: 14 de setembro

Local: Auditório Aílton Correa, no Instituto de Ciências Jurídicas (ICJ)

A programação é gratuita e não há inscrições prévias para o evento.

*Com informações do G1




Programa Na Moral oficializará união estável de lésbicas Resposta

O Programa Na Moral (Globo) debaterá a homossexualidade. Além do debate, haverá uma cerimonia oficializando a união estável homoafetiva de duas mulheres. 


Aline e Simone estão juntas há 17 anos.  A desembargadora Maria Berenice Dias celebrou a  a união das duas. Convidados e plateia se emocionaram.

A DJ convidada será Glória Pires. A atriz vai revelar como a homossexualidade é tratada em sua família. Ela interpreta a paisagista e urbanista lésbica Lota de Macedo no filme Flores Raras. Lota foi responsável pela construção do Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. Além do trabalho reconhecido até hoje, ela teve um relacionamento, na década de 50, com a poetisa estadunidense e ganhadora do Prêmio Pulitzer, Elisabeth Bishop. Na obra, ainda em produção, a australiana Miranda Otto interpreta a escritora.

Nos bastidores, a atriz tirou foto com Maria Rita e Fúlvia. Convidadas do programa, as duas tiveram a conversão de união estável para casamento civil recentemente aprovada, em segunda instância, no interior de São Paulo. O programa vai ao ar nesta quinta (19), logo após a novela Gabriela.

Jennifer Lopez vai produzir série sobre um casal de lésbicas Resposta


A atriz, cantora e produtora Jennifer Lopez quer contar a história de um casal de lésbicas, cuja harmonia é prejudicada com a chegada de uma adolescente rebelde, na televisão estadunidense.
Jennifer está em negociações com a rede de televisão norte-americana ABC Family – parceria entre a ABC e o Disney Channel – para contar a história de uma família formada por duas mulheres, informou o site Deadline.
A história vai girar em torno da vida de um casal de lésbicas e seus dois filhos. A paz e a harmonia da casa acaba com a chegada de uma adolescente daquelas bem rebeldes. A atração em formato de seriado será produzida pela cantora e atriz, que também planeja fazer algumas aparições na série.

Casal de adolescentes lésbicas leva tiros em possível ataque homofóbico nos EUA 1

Casal de lésbicas


Uma adolescente morreu e outra ficou ferida a tiros no estado estadunidense do Texas, e a polícia investiga se o crime foi motivado pelo fato de as duas serem um casal.

Mary Christine Chapa (18)  e Mollie Judith Olgin (19) foram encontradas na manhã neste domingo (24) em um parque de Portland, cidade de 16 mil habitantes com tiros na cabeça. Mollie estava morta e Mary foi levada ao hospital, e está internada, mas segue estável. Ela ainda não deu depoimento por estar sob cuidados médicos.

A polícia acredita que elas foram atacadas na noite de sexta-feira (22) e trabalham com a possibilidade de o crime ser motivado por homofobia.



Preconceito não impede maternidade de mulheres lésbicas 1


A maternidade é um direito de todas as mulheres. Contudo, quando se trata de mulheres lésbicas que buscam a gravidez – por meio de doadores de sêmen, sejam eles conhecidos ou desconhecidos – o preconceito fica evidenciado. Uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP entrevistou 12 mães ou futuras mães lésbicas e constatou casos de preconceito por parte de alguns profissionais da saúde quando buscavam o serviço de reprodução assistida. “Houve um relato de um médico que se recusou a fazer o serviço por questões religiosas. E também uma das mulheres, cuja parceira queria engravidar, foi chamada de ‘gala-rala’ por um médico”, conta a pesquisadora formada em enfermagem Maria Eduarda Cavadinha Correa. “‘Gala-rala’ é uma expressão utilizada no nordeste brasileiro que se refere pejorativamente a um homem infértil.”
Maria Eduarda é autora do estudo de doutorado Duas mães? Mulheres lésbicas e maternidade, apresentado na FSP em abril. Ela conta que, das 12 entrevistadas, 11 disseram ter desejado em algum momento da vida ser mãe. “Quando elas se assumiam como homossexuais, algumas disseram ter refletido sobre a possibilidade de ser ou não mãe, se elas ainda teriam esse direito”, conta a pesquisadora. “Mas isso não as fez desistir desse sonho.”
O preconceito, muitas vezes, vinha também da relação das mulheres com a família. Maria Eduarda explica que havia três níveis de aceitação familiar à homossexualidade: aquelas que aceitavam bem, as que aceitavam razoavelmente e também as famílias que não aceitavam. “A reação de alguns familiares ao verem as mulheres grávidas era dizer ‘que bom que você se curou’. A homossexualidade seria uma doença e a gravidez, a cura. Isso porque existe aquela imagem da mãe como uma personificação da pureza.”
Métodos
Os métodos conceptivos buscados foram variados. As mulheres preferiam ir a alguma clínica para fazer reprodução assistida — que engloba inseminação artificial, fertilização in vitro e a injeção intracitoplasmática do espermatozóide — onde poderiam escolher um doador de esperma anônimo, para que a experiência de criar uma família fosse exclusivamente do casal, e que tivesse algumas características físicas desejadas pelas futuras mães. “Em um dos casais, por exemplo, a mãe que não engravidaria tinha descendência japonesa. Por isso, elas escolheram um doador que fosse descendente de japoneses, para que a criança parecesse fisicamente com as duas mães. Isso ajuda a criar a identidade do núcleo familiar e facilita também na aceitação da criança pelos familiares das mulheres”, afirma Maria Eduarda.
Além da reprodução assistida, outros possíveis métodos a serem utilizados são a inseminação caseira ou a relação heterossexual ocasional para fins reprodutivos. Na inseminação caseira, a mulher usa a tabelinha para controlar seu período fértil, compra o equipamento necessário e precisa contar com a doação de esperma, geralmente de alguém de confiança, para fazer aplicação.
Todos esses métodos, porém, são caros e exigem uma boa condição financeira de quem deseja utilizá-los. Cada tentativa de inseminação artificial pode custar até R$ 25 mil. Por isso, quem não tem muito dinheiro precisa usar outros métodos.
Entre as participantes do estudo, uma teve uma trajetória diferente das outras. “Todas as outras vinham de classe média, tinham desejado ser mães em algum momento da vida. Mas uma delas nunca tinha desejado ser mãe e tinha uma condição social inferior”, conta. Solteira, ela resolveu ter um filho pois havia sido diagnosticada com câncer de útero. “Ela teria que retirar o útero. Então, até um pouco por pressão da família e da equipe médica, resolveu engravidar”. Como não possuía condições de pagar uma clínica, ela pediu a ajuda de um amigo, também homossexual, que aceitou ter relações sexuais para que ela engravidasse. “Ela contou que foi horrível. Depois de três tentativas já não aguentava mais e pensou desistir, mas na terceira vez ela engravidou.”
ROPA
Outro aspecto considerado positivo pelas mulheres era a técnica de Recepção dos Óvulos da Parceira (ROPA), que permite a participação das duas mães na geração da criança. Uma cede o óvulo e a outra tem a gestação. Na época das entrevistas, realizadas entre 2009 e 2011, um casal estava tentando engravidar com a ROPA, mas não obteve sucesso, e outra mulher já tinha uma criança nascida com a utilização da técnica. “Todas viam a ROPA como uma ótima possibilidade de as duas parceiras participarem da gravidez”, afirma Maria Eduarda. De acordo com a legislação brasileira, mãe é aquela que gerou e pariu o filho. Com a ROPA, porém, a maternidade genética é da mãe que cedeu o óvulo e a maternidade biológica é da mãe que gestou e pariu a criança. A técnica acaba sendo, também, uma forma de auxílio em questões jurídicas de reconhecimento de maternidade.
Mesmo assim, a ROPA não é garantia de que a dupla maternidade seja reconhecida. Uma das mulheres que participou do estudo estava, à época das entrevistas, passando por um processo de separação. Como a parceira foi quem gestou a criança, ela foi proibida de visitar a filha.
A dificuldade encontrada pelas lésbicas para exercer o direito à maternidade se deve, em grande parte, à falta de uma legislação reguladora para o caso. “Cada juiz, clínica ou cartório acaba agindo da forma que decidir. As clínicas podem, por exemplo, não aceitar realizar o processo de reprodução, fazendo com que as lésbicas precisem procurar o serviço como solteiras. Os cartórios podem também não aceitar que a criança tenha o sobrenome das duas mães”, conta Maria Eduarda. Segundo ela, entre as entrevistadas, todas as mulheres que tentaram conseguiram “empurrar” o sobrenome das duas mães no nome da criança. “Apesar de muitas terem êxito em colocar os dois sobrenomes, é bom salientar que isso não implica em ganhos de direitos”, completa.
Fonte: 
Agência USP de Notícias

Apple inclui ícones de casais gays a sistema do iPhone Resposta

A Apple introduziu no ainda não lançado sistema iOS 6 emoticons – ícones para mensagens instantâneas – com representações de dois casais homoafetivos, um formado por gays e outro formado por lésbicas.


Os emoticons, ou emojis, como também são chamadas as imagens para inserção em mensagens de texto ou e-mails, dividem espaço com casais heterossexuais e símbolos como mãos gesticulando.


Ao contrário do casal heterossexual, os casais homossexuais não têm boca ou nariz – o que pode ser devido à fase de desenvolvimento do sistema, que ainda passa por testes.


A sexta versão do iOS, sistema usado por iPhone, iPad e iPod touch, foi anunciada nesta segunda (11) e deve ser lançada no segundo semestre.
Uma versão de testes foi disponibilizada pela Apple a seus desenvolvedores
cadastrados.

Por padrão, o novo iOS não exibe os emoticons. É necessário adicioná-los como um outro layout de teclado nas configurações do sistema.

Para elas: Confira os 12 melhores filmes sobre lésbicas dos anos 2000 5

Um site americano voltado para lésbicas listou os 12 melhores filmes lésbicos dos anos 2000. A iniciativa partiu depois que a autora da lista viu que era difícil achar sites que listavam filmes recentes com essa temática, deixando opções apenas para filmes antigos como ¨Ligadas Pelo Desejo¨, ¨Gia – Fama e Destruição¨, ¨Desejo Proibido¨ e ¨Nunca Fui Santa¨.
Com uma lista mais moderna, eis os top 12 filmes com temática lésbica dos anos 2000:
12) The Four-Faced Liar, 2010
Umahistória de amor e mentiras entre quatro jovens de vinte e poucos anos que se encontram em Nova York. Um par de melhores amigos e um casal aparentemente perfeito se encontram em um pub irlandês, local escondido nas ruas sinuosas do West Village. Através de um encontro casual, a ligação dos quatro ao longo do tempo se transforma em amor, traição e sofrimento para todos. Vencedor do Prêmio Escolha da Audiência HBO para Melhor Longa-Metragem e vencedor do prêmio Roger Walker-Dack para Artista revelação, Marja-Lewis Ryan.
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11) 3 Lados do Amor (Puccini for Beginners), 2006


O filme selecionado pelo Festival de Sundance conta a história de Allegra (Elizabeth Reaser), jovem escritora e lésbica assumida, que se encontra em dois relacionamentos complicados e confusos depois que sua namorada de muito tempo, Samantha (Julianne Nicholson), a abandona. Um triângulo amoroso um pouco fora do convencional. Foi escrita por Maria Maggenti, que também escreveu o clássico dos anos 90, ¨Prazer Sem Limites¨.

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10) Loving Annabelle (Amando Annabelle), 2006 e Bloomington, 2010


Loving Annabele conta a história de Simone Bradley (Diane Gaidry), uma jovem professora de poesia que encontra paz e segurança entre os muros do colégio. Tem uma vida morna, sem paixão maior do que aquela que dedica à educação das suas alunas. Procura ter uma vida sem problemas e talvez seja por isso que insiste em suportar uma relação que, sabe bem, não a levará a lado nenhum. Annabelle (Erin Kelly) é a nova estudante, mandada para o colégio pela mãe, uma notável Senadora, como meio de reabilitação para o seu comportamento rebelde. Não é, contudo, apresentada como a típica indisciplinada, mal-educada e afins. É uma jovem determinada, persistente, sensível, doce e inteligente. Tal comportamento, aparentemente desregrado, exige que Miss Bradley, que além de professora é também a responsável pelo dormitório de Annabelle, lhe dedique uma maior atenção. Contudo, rapidamente a professora percebe que o verdadeiro desafio não é disciplinar o comportamento de Annabelle, mas sim disciplinar a atração que vai crescendo entre ambas.

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Bloomington é drama sobre uma ex-estrela infantil (Sarah Stouffer) que se muda para o outro lado do país afim de cursar a faculdade. Lá, ela desenvolve sentimentos por Catherine (Allison McAtee), uma bela professora de psicologia. Ganhou inúmeros prêmios no circuito de festival de cinema, incluindo Melhor Longa Sobre Mulheres na NC Gay & Lesbian Festival e prêmio para direção no Festival de Cinema Queer de Vancouver.


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09) Meu Amor de Verão (My Summer of Love), 2004


Situado na Grã-Bretanha, é baseado no romance de mesmo nome de Helen Cross, e explora o relacionamento complicado e intenso entre duas mulheres, Mona (Natalie Press) de classe trabalhadora e Tamsin (Emily Blunt), de classe média alta. O filme estreou para aclamação da crítica generalizada e foi comtemplado com o Prêmio Alexander Korda para Melhor Filme Britânico em 2005 no BAFTA (Academia Britânica de Cinema e Televisão).

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8) I Can’t Think Straight, 2008


O filme conta o romance autobiográfico da diretora Shamim Sarif. Tala é uma jordaniana de ascendência palestina e está prestes a se casar. Leila é uma tímida muçulmana que sonha em ser escritora. Quando as duas se conhecem forma-se um vínculo entre elas que vai crescendo aos poucos até chegar ao amor. Leila é honesta acerca dos seus sentimentos e assume sua condição de lésbica, mas Tala terá que aprender o significado do verdadeiro amor. Vencedor de melhor filme pelo público no Festival de Cinema Gay e Lésbico de Miami, Melhor Filme e Escolha da Audiência no Festival de Cinema Queer de Melbourne e Prêmio de Melhor Filme e Escolha da Audiência do Festival de Cinema Queer de Vancouver.

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7) Livrando a Cara (Saving Face), 2004


O filme conta a história de uma cirurgiã lésbica assumida, Wilhelmina ou Wil (Michelle Krusiec), uma lésbica chinesa-americana, que luta com as expectativas culturais, bem como em seus relacionamentos complicados com a mãe tradicionalista, Hwei-lang Gao (Joan Chen) e sua namorada, a dançarina Vivian (Lynn Chen). O filme foi indicado para o Prêmio de Diretor Revelação em 2005 no Gotham Awards e no GLAAD Media Award de Filmes que apóiam a causa LGBT em 2006. Foi dirigido pela diretora lésbica, Alice Wu.

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6) Beijando Jessica Stein, 2001


A vida de solteira não é nada divertida para Jessica Stein, uma atraente jornalista que trabalha para um jornal de uma grande cidade. Após uma série de encontros realmente desastrosos, a busca de Jessica por seu “Príncipe Encantado” parece inútil. Mas um anúncio na sessão de classificados pessoais chama a sua atenção e ela encontra uma alma gêmea onde menos esperava.

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5) Imagine Eu e Você (Imagine Me & You), 2005


O executivo Heck e a bela Rachel formam um jovem casal prestes a dizer sim, quando um encontro inesperado vira o mundo dela de cabeça para baixo. E se você descobrisse que a pessoa que foi feita para passar o resto da vida ao seu lado, não é aquela que está com você? Uma história hilária com um pitada de encontros e desencontros, bem comuns aqueles que já se apaixonaram à primeira vista. ¨Imagine Eu e Você¨ mostra que o caminho do amor nem sempre é aqueles que imaginamos.

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04) Circumstance, 2011


Este drama examina a relação entre Atafeh (Nikohl Boosheri), uma adolescente de uma família rica iraniana, e sua melhor amiga Shireen (Sarah Kazemy). As mulheres compartilham um forte vínculo emocional e físico, mas a conexão desafia a vida familiar e a cultura tradicional. Foi escrito e dirigido por Maryam Keshavarz, e foi agraciado com o Prêmio do Público no Sundance Film Festival 2011.

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3) As Horas (The Hours), 2002


Esse drama, baseado no romance de mesmo nome de Michael Cunningham, que recebeu o prêmio Pulitzer em 1999, apresenta performances estelares de um elenco de primeira, incluindo Meryl Streep, Julianne Moore e Nicole Kidman. As Horas é a história de três mulheres de gerações diferentes, cujas vidas são tocadas pelo romance de Virginia Woolf, Mrs. Dalloway. A primeira história é de Virginia Woolf (Nicole Kidman), e a segunda é de uma dona de casa da década de 1950, Laura Brown (Julianne Moore), que está questionando sua sexualidade depois que ela desenvolve uma paixão por sua vizinha, Kitty (Toni Collette). Finalmente, temos o contemporâneo casal de lésbicas, Clarissa Vaughan (Meryl Streep) e Sally Lester (Allison Janney). O filme recebeu nove indicações ao Oscar, com a vitória de Nicole Kidnam como Melhor Atriz.

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2) Pariah, 2011


O filme “Pariah” é centrado em Alike, uma jovem de 17 anos em pleno auge de decisões sexuais, no que diz respeito à oficialização do seu lesbianismo. “Pariah” é uma obra semi-biográfica da sua realizadora, Dee Reese, que o Sundance Institute decidiu transformar em filme depois de assisitirem a um material que ela tinha filmado para a sua tese na Universidade de Nova Iorque (sob tutela de Spike Lee). 

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1) Minhas Mães e Meu Pai (The Kids Are All Right), 2010


Conheça Nic (Annette Bening) e Jules (Julianne Moore), um casal de lésbicas que tem dois filhos, Laser e Joni (interpretado por Josh Hutcherson e Mia Wasikowska), concebidos por inseminação artificial. Os jovens começam uma busca por seu pai biológico. Uma vez que o encontram, as mudanças dinâmicas da família acontecem quando o pai, Paul (Mark Ruffalo), desenvolve uma forte ligação com Jules. Estreando com críticas positivas e aclamação da crítica no Sundance Film Festival, o filme ganhou dois Globos de Ouro para Melhor Filme de Musical ou Comédia e Melhor Atriz em Musical ou Comédia para Annette Bening. O filme também recebeu quatro indicações ao Oscar no mesmo ano.


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Metade dos adolescentes filhos de mães lésbicas sofre preconceito, a maioria na escola, aponta estudo americano. Resposta

Cinqüenta por cento dos jovens de 17 anos de idade que cresceram em famílias chefiadas por lésbicas nos Estados Unidos já passaram por estigma e momentos de preconceito e bullying, porém souberam lidar com essa situação, é o que afirma um novo estudo publicado por mas foram capazes de lidar, de acordo com um novo feito por uma entidade que trata de assuntos da juventude, na Califórnia, Estados Unidos. 


Uma parte fundamental do estudo revela que a média global de famílias lideradas por mães lésbicas que sofrem chacotas e ataques de preconceito não difere da média encontrada em famílias heterossexuais, o que é consistente nos estudos anteriores nesta área.
Os resultados ainda revelaram que os estudantes adolescentes eram na maioria das vezes, a fonte de comentários negativos, vítimas de provocação, ou ridicularização. Trinta por cento dos incidentes relatados ocorreram no ensino fundamental e 39 por cento ocorreram no ensino médio.
¨As descobertas sugerem que os sistemas educativos podem desempenhar um papel importante na prevenção de incidentes e estigmatização da homofobia com projetos anti-bullying¨, disse o autor do estudo, Loes van Gelderen, da Universidade de Amesterdã.
Além disso, quase dois terços dos adolescentes estudados sabem como lidar com essas situações de constrangimento, com habilidades de enfrentamento. A maioria dos adolescentes tentou se confortar, enquanto outros confrontaram os autores dos ataques para que ficasse claro que as provocações eram inaceitáveis. Alguns optam por estar com os amigos que apóiam sua situação familiar ou procuram ajuda social e contam o que acontece em suas vidas. Outros adolescentes, no entanto, usam as habilidades de enfrentamento que eram menos eficazes, como a tentativa de evitar o confronto. Por exemplo, um adolescente disse: “Eu logo aprendi a ficar de boca fechada e usar o termo ¨parents¨ (que significa pais em inglês, mas não define se são um pai e uma mãe, dois pais ou duas mães) ao invés de dizer mães.¨
No estudo, “A estigmatização associada a crescer em uma família de mães lésbicas: O que passam esses adolescentes e como eles lidam com isso?”, adolescentes foram questionados sobre se tinham ou não sido tratados injustamente por causa de ter uma mãe lésbica. Os adolescentes que disseram que sim, tiveram que descrever duas ou três dessas experiências, especificando o que aconteceu, como se sentiram, o que eles disseram ou fizeram, e o que foi dito sobre eles.
Os 78 adolescentes foram retirados de famílias que estão participando do Estudo Longitudinal Nacional da Família Lésbica (NLLFS), o maior projeto de estudo sobre sobre mães lésbicas e seus filhos nos Estados Unidos. Iniciado por Nanette Gartrell, em 1986, o NLLFS examina o desenvolvimento social, psicológico e emocional das crianças, bem como as dinâmicas de famílias lésbicas planejadas.

Mais da metade dos brasileiros é a favor de gays nas Forças Armadas Resposta


A participação de homossexuais nas Forças Armadas não é vista como um problema para mais da metade dos brasileiros, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo a pesquisa, 63,7% dos entrevistados são favoráveis ao ingresso de gays no Exército, Marinha e Aeronáutica.

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A maior resistência é encontrada entre os homens. Além de estarem em menor número entre os que concordam com a ideia, eles são a maioria entre os entrevistados que discordam da participação de gays nas Forças Armadas. Mais da metade (52%) dos que se dizem contrários ao ingresso dos gays nas Forças Armadas vivem na Região Sul, enquanto 67,5% dos que concordam moram na Região Centro-Oeste.

A pesquisa aponta também que a maioria dos brasileiros (91,7%) ouvidos considera que as Forças Armadas devem ser empregadas no combate ao crime. Das 3.796 pessoas consultadas, 3.480 acreditam que Exército, Marinha e Aeronáutica devem colaborar com as polícias Militar e Civil, atuando também na segurança pública. Porém, quase metade desses entrevistados diz que o emprego dos militares deve ser constante, enquanto os demais defendem que isso ocorra apenas em algumas situações específicas.

O serviço militar deve continuar sendo obrigatório, para a maior parte dos entrevistados. Mas cerca de um terço (38,3%) dos entrevistados defendem que o jovem deveria poder escolher entre a opção militar ou um serviço civil, como a prestação de serviços comunitários e de apoio a populações carentes.

*Fonte: O Globo e Agência Brasil


SP: casal de lésbicas é o 1º a obter separação legal e partilha Resposta

Um casal de lésbicas garantiu em Franca, no interior de São Paulo, o direito de separação legal com partilha de bens, após uma relação que durou 13 anos. Segundo o movimento gay, o caso é o primeiro no País depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a união estável homoafetiva. O casal procurou o advogado Mansur Jorge Said Filho. Como elas nunca haviam oficializado o casamento, o advogado fez uma ação de reconhecimento da união e sua dissolução, com partilha de bens. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Vara de Família de Franca homologou, na semana passada, o acordo proposto sem contestações. Elas dividiram um carro e duas casas em Franca. Para o presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, Fernando Quaresma Azevedo, não há notícias de outros casos após a decisão do STF.

Padre se recusa a dar a comunhão à mulher porque ela é lésbica 3

Uma mulher quer que um padre seja dispensado de suas funções depois de ele ter negado a ela a comunhão no funeral de sua mãe, nos Estados Unidos. O motivo? Ela vive com outra mulher. 

A arquidiocese local pediu desculpas pelas ações do padre Marcel Guarnizo, mas Barbara Johnson, que é lésbica e vive com sua parceira, disse que desculpas não são o suficiente.
Guarnizo realizou uma missa fúnebre para Loetta Johnson no sábado, em uma igreja católica de Washington, nos Estados Unidos. Ele disse aos participantes que somente os membros da igreja que estão em um ¨estado de graça¨ teriam permissão para receber a comunhão. Porém, Johnson disse que quando ela se aproximou, o padre cobriu o cálice da comunhão com a mão, olhou para ela e disse: ¨Eu não posso lhe dar a comunhão porque você vive com uma mulher.¨ O padre disse ainda que esta atitude é um pecado aos olhos da igreja. 
Ensinamentos da Igreja Católica condenam a homossexualidade, e a igreja considera pecado os atos homossexuais. Mas a arquidiocese disse em um comunicado que as questões sobre os direitos que uma pessoa tem para receber a comunhão devem ser explicados em particular e que não isso não deve ser feito em público. 
Johnson disse que ela não quer encarar o incidente como uma questão dos direitos homossexuais, mas quer que o sacerdote pare de fazer o trabalho pastoral pela maneira de como ele lidou com serviço de sua mãe: 
– Estamos pedindo a igreja para tomar essa decisão, de modo que isso não aconteça a mais ninguém. É a coisa certa a fazer.