Batman ‘sai do armário’ em novo livro como um gay ‘egocêntrico’ e ‘perverso’ 1

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O Batman “saiu do armário” e se revelou um homossexual de meia idade que passa algumas noites com rapazes e se senta perto de Elton John em jantares de caridade – pelo menos é o que acontece em uma nova obra.

Os rumores sobre o mascarado que combate crime em Gotham City foram confirmados em “Erotic lives of the superheroes” (Vidas eróticas dos super-heróis, em tradução livre), que retrata Batman e Robin como um casal gay em crise e com uma vida sexual monótona.

Escrito pelo autor italiano Marco Mancassola, o romance imagina como seria as obsessões eróticas do Super-Homem, do Senhor Fantástico e da Mystique enquanto eles envelhecem e seus poderes diminuem. Aclamado na Itália, o livro, que gira em torno de um misterioso assassinato, chega ao Reino Unido nesta semana.

Ao retratar o Batman como um gay assumido, Mancassola explicitou inclinações que existiam sutilmente na história do personagem. Grant Morrison, que escreveu os quadrinhos do herói para a DC Comics, disse que “ele é heterossexual, mas a base de todo o conceito é totalmente gay”. George Clooney, que interpretou o Homem Morcego no fracasso de 1997, “Batman & Robin”, disse que ele teve a intenção de fazer com que o personagem parecesse gay.

A homossexualidade é apenas um aspecto da vida erótica e secreta do Batman, de acordo com Mancassola. Ele afirmou ao “The Independent”: “Batman sempre teve um lado obscuro. O fato de a minha visão sobre o personagem evocar formas estranhas de fetichismo e sexo extremo não deveria causar surpresa.”

“Narcisismo é o seu abismo interior. Ele deixou que sua única história de amor verdadeiro falhasse porque se apaixonou pelo mistério da juventude – aquele tipo de estado inacessível e fugaz que ele enxerga nos olhos dos jovens”, acrescentou.

Os advogados da DC Comics podem não gostar muito da releitura do Batman como um fetichista, mas o autor disse: “Não houve intenção de chocar ou ofender ninguém. ‘Vidas eróticas dos super-heróis’ é só uma tentativa de explorar a complexa humanidade de um grupo de personagens.”

Em outro episódio de diversidade, a DC Comics já reiventou a Batwoman como uma lésbica judia, em uma espécie de remake de 2006. A sexualidade da Mulher-Gato de Anne Hathaway em “O Cavaleiro das Trevas ressurge” também foi tema de discussões.

O autor admite que existem fãs ferrenhos dos quadrinhos que “não conseguem me perdoar pelo que fiz aos seus amados personagens. Isso é verdade especialmente quando se trata do Batman, que é o personagem menos bonzinho do livro. Ele é egocêntrico, ridiculamente vaidoso e perverso em algum nível. Mas, na verdade, eu o retratei do jeito que eu gosto dele. Ele é humano. Ele personifica a tragédia na qual a sociedade contemporência transformou o envelhecimento.”

Capa do livro do italiano Marco Mancassola Divulgação

Capa do livro do italiano Marco Mancassola Divulgação

Mãe de Whitney Houston desaprovaria se ela fosse lésbica Resposta

Cissy e Whitney Houston

Cissy e Whitney Houston

Cissy Houston, mãe de Whitney Houston, falou sobre a suposta homossexualidade da filha em entrevista a Oprah Winfrey na segunda-feira, 28. Primeiramente, a entrevistadora leu um trecho da biografia que Cissy lançou – chamada “Remembering Whitney” (Relembrando Whitney) – no qual cita os rumores de que a filha teria um caso com a amiga e assistente Robyn Crawford:

“Eu sabia que não queria Robyn perto da minha filha e disse (à Whitney) isso. Não havia muito que eu pudesse fazer. (Whitney) gostava de Robyn. Ela tinha passado da idade em que eu poderia proibi-la de ver alguém. As crianças têm uma cabeça própria quando envelhecem. Elas querem experimentar todos os tipos de coisas. E eu não sei se foi mais que isso.”

Então, Oprah questionou se Cissy se incomodaria se Whitney tivesse sido lésbica. “Com certeza”, respondeu a mãe da artista. Ela confirma que não teria gostado e que não teria tolerado o fato.

Durante anos Whitney enfrentou boatos de que teria um relacionamento com Robyn e o próprio ex-marido, o cantor Bobby Brown, diz em sua biografia que os dois se casaram por motivos diferentes. Ele teria se casado por amor, mas Whitney para “limpar a sua imagem” (ele não deixa claro se foi para afastar as suspeitas de homossexualidade).

Texto: Parou Tudo

Em livro, Reynaldo Gianecchini revela origem de fama de gay Resposta

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Eu, particularmente, acho que essas especulações a respeito de uma suposta homossexualidade do ator Reynaldo Gianecchini já deram pano pra manga. Se ele é hétero, gay ou bi pouco importa. O mais importante é que é um bom ator e, hoje em dia, engajado em campanhas bem bacanas. Mas ainda tem muita gente interessada no assunto, tanto é que está em um livro, né? Então, segue a notícia:

O ator Reynaldo Gianecchini , que completou 40 anos recentemente, mostra sua intimidade na biografia “Giane – Vida, Arte e Luta”, escrita pelo jornalista Guilherme Fiuza , que será lançada na terça-feira (4). O jornal “Folha de S. Paulo” teve acesso à obra e publicou trechos sobre a luta do ator contra o câncer, seus amores e a origem dos rumores sobre sua homossexualidade. Veja dez coisas que você não sabia sobre ele:

1. Gianecchini e Vera Fischer se beijaram na vida real
Durante as gravações da novela “Laços de Família”, em 2000, que marcou sua estreia na TV, ele e a protagonista Vera Fischer se beijaram fora dos sets, durante jantar num hotel no Japão. “Na viagem, tinha pouco texto, muito passeio e bom saquê. O romantismo contagiou os atores”, descreve a biografia.

2. Fama de gay I
Na obra, Fiuza conta que os rumores de que Gianecchini seria gay começaram com uma amante do ator, que era casada, e usou a desculpa para que o marido parasse de rondar o prédio do ator com um revólver.

3. Fama de gay II
Há outra versão que começou no início do namoro com Marília Gabriela, quando Giane ainda era modelo e morava em Paris. Os rumores davam conta de que ele teria um caso com o filho caçula da jornalista, Theodoro, e que, para entrar no triângulo familiar, teve de largar um amante francês.

4. Gianecchini não se perdoa por não ter ficado com Carla Bruni
A ex-primeira dama da França se encantou pelo então modelo num desfile na Suíça, mas ele não aproveitou a oportunidade.

5. Recusou aparecer nu em duas peças de teatro, mas aceitou o desafio no cinema
Sua nudez foi revelada no filme “Entre Lençóis”, ao lado de Paolla Oliveira .

6. Gianecchini quase morreu por conta de erro médico
Ele sofreu uma parada respiratória ao ter uma veia perfurada durante a colocação de um cateter pelo médico Raul Cutait , quando estava internado para tratar do câncer. A mãe do ator diz no livro que ele ficou “desfigurado”.

7. Claudia Raia discutiu a conta do hospital dele
A amiga Claudia Raia discutiu pessoalmente a conta do hospital Sírio-Libanês e disse que o pneumologista não seria pago, já que teria sido chamado apenas para consertar o dano que o erro médico provocara.

8. Encontro com Marília Gabriela era sempre nas luas cheias
No início do namoro com a jornalista, que começou na Copa do Mundo da França, em 1998, eles decidiram que se encontrariam sempre nas luas cheias. Ela pegaria um avião para onde Giane estivesse.

9. Na última noite com Marília Gabriela, um dia antes do ator deixar o apartamento dela em São Paulo, eles arrumaram a mala juntos e dormiram abraçados
A decisão de cada um ir pelo seu caminho foi emocionada, eles choraram na despedida e agradeceram o privilégio da convivência.

10. Aos 34 anos, o ator começou fase festeira e a estreia foi no Carnaval de Salvador, com muita festa, vodca, noites em claro e até mais de duas pessoas na cama.
A fase da balada forte foi interrompida pelo diagnóstico da doença.

Neta de Lampião processa autor que diz que seu avô era gay Resposta

Vera quer indenização de R$ 2 milhões

A família do cangaceiro mais famoso do Nordeste, Virgulino Ferreira, o Lampião, entrou com dois processos na Justiça contra o juiz aposentado Pedro de Morais, autor do livro censurado Lampião, o Mata Sete, em que sustenta que o Rei do Cangaço era gay.

A neta de Lampião, Vera Ferreira, quer uma indenização de R$ 2 milhões nas duas ações: uma por danos morais e outra por Pedro ter vendido os livros na II Bienal de Salvador, que ocorreu em 6 de novembro de 2011.

“Um dia antes, dia 5, vendi os livros nas principais livrarias da Bahia”, afirmou Morais. A decisão da Justiça proibindo o lançamento e a comercialização da obra só aconteceu no dia 25 de novembro do ano passado. Ele informou que tem toda documentação da venda dos exemplares nas livrarias e que irá apresentar a defesa na próxima segunda-feira, na 13ª Vara Cível Aracaju.

A perplexidade é porque a venda e o lançamento do livro continuam suspensos e processo sequer foi julgado pelos desembargadores. “Não foi nem transitado em julgado e recebi mais essa ação.”

A polêmica começou com as revelações contidas em Lampião, o Mata Sete, de que o cangaceiro teria sido homossexual, Maria Bonita era adúltera e Expedita não era filha do homem mais temido do sertão.

Em novembro passado, o advogado de Vera, Wilson Winnie, havia declarado que a publicação fere a honra da família de Lampião e que a ação na Justiça pretende impedir a circulação do livro de forma definitiva.

O juiz da 7ª Vara Cível de Aracaju, Aldo Albuquerque, expediu uma liminar proibindo o lançamento e a venda do livro. O processo está com os desembargadores do Tribunal de Justiça de Sergipe, que ainda não se decidiram sobre o processo.

Fonte: Tribuna Hoje

‘É tanto rótulo que chega dá enjoo’, diz, no Recife, 1º transexual do Brasil Resposta

João W. Nery lança livro no Recife
(Foto: Luna Markman/G1)

Apesar de repudiar rótulos, João W. Nery ganhou um: o de primeiro transexual homem operado no Brasil. Até os 27 anos, o carioca viveu com um corpo de anatomia feminina. Na década de 70, em plena ditadura militar, ele se submeteu a uma cirurgia de mudança de sexo, considerada ilegal na época. Logo em seguida, escreveu o livro autobiográfico “Erro de pessoa: João ou Joana?”. Nesta quinta-feira (1°), o escritor foi ao Recife lançar uma releitura da obra, intitulada “Memórias de um transexual trinta anos depois”. Antes da sessão de autógrafos, houve um debate sobre o tema no auditório da Livraria Cultura, no Cais da Alfândega, que foi bastante prestigiado.



E por que remexer em um passado tão doloroso? “É que eu já vivi muita coisa desde então. Naquele tempo, eu nem sabia direito quem eu era”, disse João W. Nery. Por falta de uma legislação própria para a transexualidade, teve que inventar no cartório que não havia sido registrado ao nascer. Mesmo com a nova identidade, ele perdeu tudo que tinha conquistado até ali. “Sou formado em psicologia, era professor, tinha um consultório. Virei ninguém, um analfabeto. Hoje eu não sou nada. Até escrever o livro, tive que trabalhar como pedreiro, terapeuta corporal, técnico em computador, vendedor de tudo para sobreviver”, disse.



Perguntado se algo mudou nesses 30 anos para um transexual no Brasil, João acredita que houve poucos avanços. “A cirurgia hoje é legalizada, existem as paradas gays, quando as pessoas não têm vergonha de beijar e andar de mãos dadas nas ruas. Porém, avançamos pouco na legislação. Também acho que todos devem passar por uma readequação, metaforicamente falando, já que, logo ao nascer, por causa da nossa anatomia, já nos dizem que nós vamos ser. Hoje tem homo, bi, trans, é tanto rótulo que cheda dá enjoo. Mas as coisas estão caminhando, inclusive, é só olhar para este auditório lotado”, comentou.

Na plateia, profissionais de saúde, acadêmicos, ativistas e curiosos. “Trabalho com adolescentes e saúde mental na pediatria, além de trabalhar com conflitos de identidade sexual, por isso vim. É o tipo de saber que a gente não encontra nos livros”, disse a professora Betinha Fernandes, responsável pelo ambulatório de pediatria do comportamento do Hospital das Clínicas. “Estudo psicologia e sei que no futuro posso encontrar pacientes nessa situação. É importante a gente saber como apoiá-los, com a mente aberta”, falou a estudante Ana Bárbara Araújo. “Sou educador em uma ONG e lá têm jovens travestis, homossexuais. A gente pauta assuntos como gênero, sexualidade e preconceito”, explicou o professor de artes Marconi Bispo.

Romper preconceitos. Esse é o grande objetivo dos livros lançados por João W. Nery. A Associação Brasileira de Homens Trans (ABHT) organizou o evento desta noite com apoio da Prefeitura do Recife. “Estamos aqui para dar visibilidade ao transexual do sexo masculino em virtude das dificuldades que passamos nessa sociedade machista. Eu, por exemplo, estou tentando uma cirurgia há dois anos. Nós somos expulsos de casa, não conseguimos emprego, sofremos bullying na escola, assédio sexual”, comentou Leonardo Tenório, da ABHT.

*Com informações do G1


Jornalista da CNN assume que é gay em autobiografia Resposta

O âncora do canal de notícias americano CNN, Don Lemon, revelou em sua autobiografia que ele é gay. Em uma entrevista para o New York Times sobre o livro, entitulado ¨Transparente¨, Lemon diz que adoraria que todos pudessem assumir quem realmente são: 

– Mas é uma escolha muito pessoal. As pessoas têm que fazê-la na sua própria velocidade. Eu respeito isso. Costumo dizer que quanto mais as pessoas se assumem, mais as coisas melhoram para todos, e certamente para os ¨Clementis Tyler¨ do mundo (um aluno de uma universidade de NY que pulou de uma ponte depois de ter seu encontro sexual com outro homem gravado e divulgado na internet). 
Ele diz ainda que se tivesse encontrado mais pessoas como ele, que são assumidas e orgulhosas, ele não levaria 45 anos para se assumir. Mesmo assim, ele afirma que não foi fácil falar sobre sua sexualidade: 
– Eu estou com medo. Estou falando de algo que pode fazer com que as pessoas se afastem de mim. 
Na entrevista, ele ainda diz que essa decisão pode afetar sua carreira na televisão, bem como questões de raça: 
– É completamente diferente para um homem negro americano. É a pior coisa que você pode ser na cultura negra. Você foi ensinado a ser um homem, você tem que ser masculino. Eu acho que isso faz de mim, parte de uma uma dupla minoria agora. 
Lemon foi abordado por uma editora para escrever um livro há vários anos atrás depois de falar em uma conferência chamada “O Homem Negro na idade de Obama.” A idéia era apenas para escrever um panfleto, mas enquanto escrevia, ele percebeu que queria dizer toda a sua história, incluindo a forma de como ele foi molestado quando era criança. Despois que leu o livro finalizado, ele ficou na dúvida se publicava algo tão íntimo e pessoal, mas decidiu ir em frente com suas memórias: 
– Eu abomino a hipocrisia. Eu acho que se você está no ramo das notícias, então você tem que dizer a verdade às pessoas, de tentar lançar luz em locais escuros, então você tem que ser honesto. Você tem que ter as mesmas regras para si mesmo como você faz para todos os outros.

Para psicanalista, futuro será bissexual e poligâmico Resposta

Para Navarro, todo mundo será bi

A psicanalista e sexóloga Regina Navarro Lins, em entrevista ao jornal “Folha de São Paulo”, afirmou na última terça-feira (21/12) que a internet está antecipando o futuro ao estimular novos padrões de relacionamento. Ela afirma notar um aumento da bissexualidade e da poligamia em seu blog.

“A internet deu origem a novos comportamentos, como o fato de se poder deletar um parceiro, trocá-lo quando quiser. Muitos internautas se relacionam com vários ao mesmo tempo, o que acaba com a ideia de que só se ama uma pessoa. No futuro, veremos muitos relacionamentos assim. Menos gente desejará se fechar numa relação a dois e mais pessoas optarão por relações múltiplas, instantâneas, efêmeras”, afirma Regina.

Sobre a bissexualidade, a sexóloga diz que “Há uma tendência agora a se desejar o todo, a integrar os aspectos considerados masculinos e feminino da personalidade. Daqui a algum tempo, é possível que a escolha do objeto de amor não seja feita segundo o sexo, mas segundo a compatibilidade psíquica”. Complexo, não?

Navarro Lins ainda afirma que, em muitos casos, a violência homofóbica pode ser uma tentativa de destruir o próprio lado homossexual repreendido. “Em muitos casos, os homens mais homofóbicos atacam porque temem perceber neles aspectos considerados não masculinos. É como se quisessem socar, matar uma parte deles que está inconsciente. Um heterossexual tranquilo quanto a sua sexualidade vai agredir gay a troco de quê? Outro problema é o gay homofóbico. Ele é o algoz de si mesmo, porque introjeta toda a discriminação da sociedade. A homofobia é muito séria, deve ser combatida e criminalizada”, afirmou a psicanalista.

Alto lá! Vamos com calma! Regina sempre teve uma visão de poligamia muito particular. Mas essa história de enxergar tendências baseada em um blog é muito relativa. Houve uma pesquisa sobre o assunto? E mais: se nunca pesquisaram sobre o assunto antes, como saber? Se pesquisaram, começaram a pesquisar quando? Em suma: bissexualidade sempre existiu. Talvez as pessoas estejam mais aptas a revelarem a sua. Aliás, as pessoas estão se expondo mais, independente da orientação sexual.

E esse papo de que homofobia é homossexualdiade reprimida, é papo furado. Então um neonazista que agride judeus, gostaria de ser judeu? Um branco racista que agride um negro, queria ser negro? E o homem que agride mulheres? O buraco é bem mais embaixo.

Para conhecer mais as ideias da psicanalista e sexóloga, compre os livros “A Cama na Varanda”, “Se Eu Fosse Você…” e “A Cama na Rede”, de autoria dela.