Padre que se recusa a dar comunhão a lésbica é afastado por `intimidação` Resposta

Padre homofóbico
O Padre que se recusou a prestar comunhão a uma lésbica, durante missa do funeral de sua mãe, foi afastado de seu ministério, segundo uma carta escrita dia (9/03), pelo Monsenhor Knestout, Vigário Geral e Moderador da Cúria da Diocese de Washington, D.C.
“A punição do padre Marcel Guarnizo foi resultado do seu comportamento de intimidação com paroquianos, o que é incompatível com seu ministério”, diz a carta que foi publicada na sexta-feira.
Durante todas as missas na igreja de São João Neumann, em Washington, no domingo (11), a diocese confirmou a remoção do padre Guarnizo e explicou à congregação, sobre o conteúdo da carta, de acordo com o Washington Post.
Segundo o padre Thomas LHood, da Igreja de São João Neumann, o afastamento de Guarnizo não tem nenhuma relação com sua recusa de prestar comunhão à lésbica, mas sim a outras ações tomadas por ele, publicou o Washington Post.
“Nós sabemos que houve uma discórdia dentro da igreja sobre como a comunhão deveria ser distribuída. Eu creio que essa discórdia se originou de emoções fluídas por amor. Amor e Cristo são presenças na Eucaristia”, disse LHood.
Depois de ter lido a carta, LHood explicou que isso poderia ser um assunto pessoal. “O padre Guarnizo terá oportunidade de se defender,” acrescentou ele.
Barbara Johnson, uma mulher de 51 anos, teria dito que, quando ela se aproximou do padre Guarnizo para receber comunhão no dia do funeral de sua mãe, o padre cobriu o pão e disse que não daria a ela o sacramento porque ela vivia com outra mulher, o que é considerado pecado aos olhos da igreja.
O ato parece ter sido justificado na carta que contém um pedido de desculpas feito pela diocese à Barbara.
“Nós cremos que para receber a comunhão as pessoas devem estar em estado de graça, o que significa que eles não tenham nenhum pecado sério em suas consciências, o que causa uma quebra no relacionamento com Deus,” conta a carta de Wuerl.
Entretanto, Barbara exige que ninguém passe por experiências desse tipo, que segundo ela, foram traumatizantes.
“Nós esperamos que a decisão do Bispo Knestout garanta que ninguém mais passe por experiências traumatizantes como essa que minha família passou,” diz a mulher que foi negada a comunhão, Barbara Johnson, em comunicado.
Padre Guarnizo nasceu em Washington, e é fundador da organização chamada Ajuda à Igreja na Rússia, onde foi se tornou padre em 1998, da Diocese de Moscou.

Padres colombianos teriam encomendado a própria morte depois que um deles descobriu ser portador do vírus da AIDS, afirma promotoria. Eles seriam gays. Resposta

Os padres Rafael Piatiga e Richard Piffano.
Dois padres colombianos que foram encontrados mortos a tiros na capital Bogotá há um ano atrás, teriam contratado seus próprios assassinos. 


Segundo os promotores do caso, os sacerdotes tinham feito um pacto de suicídio depois que um deles foi diagnosticado com AIDS, mas decidiram contratar um assassino porque não teriam coragem de fazer sozinhos. 
Parentes dos sacerdotes mortos insistem em dizer que os dois foram vítimas de um assalto à mão armada. Eles negaram relatos de que os padres eram envolvidos em um relacionamento gay. Um homem dono de um bar gay na Colômbia, teria reconhecido um dos padres como frequentador assíduo do lugar.
Dois dos possíveis assassinos estão sendo processados ​​depois que ligações feitas dos telefones dos sacerdotes levaram aos dois suspeitos.
O padre Richard Piffano, 37, e o padre Rafael Reatiga, 35, foram encontrados mortos a tiros em um carro no sul de Bogotá em janeiro de 2011.
Os promotores alegam que as vítimas pagaram cerca de $8.500 dólares (aproximadamente 14.500 reais) aos pistoleiros, para que os matassem e dessem a entender que tudo não passou de uma tentativa de assalto. 
Para a igreja católica, homossexualidade e suicídio são proibidos de acordo com a Bíblia.

Padre reafirma conteúdo de Boletim Universitário de Londrina considerado homofóbico Resposta

Padre Antonio pregando em Londrina


O padre Antonio Caliciotti reafirmou, em entrevista ao odiario,com o conteúdo da matéria “Vocação do Estado de Vida”, veiculada no periódico “Boletim Universitário” nº7, de setembro de 2011. A publicação gerou diversos protestos e foi caracterizada como homofóbica por estudantes e entidades. O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito para apurar a situação.
O informativo colocava a orientação sexual como “anormalidade” e “doença”. O Boletim Universitário circulou pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e gerou um protesto intitulado “Beijaço contra a homofobia” no Restaurante Universitário (RU) no dia 28 de setembro de 2011.
O padre informou, através de e-mail, que não daria entrevistas sobre o que havia escrito no texto. De acordo com ele, “toda a reação que se criou a respeito do artigo escrito sobre o casamento, por aquilo que diz respeito aos homossexuais, é sinal de que algumas pessoas procuram simplesmente defender um comportamento que a maioria da sociedade respeita, mas não aceita”.
Ele comentou que a maioria da sociedade respeita o comportamento, mas coloca que o aceitamento da união homossexual é contra a natureza humana.
“O ser humano foi criado homem e mulher para a procriação e, por isso, para uma união verdadeira onde haja indissolubilidade e fidelidade, para o bem dos dois e dos filhos”. O autor do texto criticado por entidades alega que no artigo está declarado o respeito aos homosexuais, assim como sua opinião pessoal, de que a união homossexual é contra a lei da natureza humana. “Afinal, existe a liberdade de expressão para todos? Ou existe somente para os homossexuais?”.

Existe liberdade para todos, desde que não desrespeite o direito do outro, o que estava na matéria é um absurdo. Dizer que a homossexualidade é doença, é preconceito, sim. Algumas igrejas e alguns setores religiosos querem continuar propagando o ódio aos LGBT e disseminando a ignorância, o preconceito e a mentira, dizendo coisas absurdas como essa ou vendendo a cura da homossexualidade. Por isso são contra um projeto de lei que criminalize a homofobia. Se não é uma doença, e não é, não tem como ser curada.  


A comunidade médica é unânime ao afirmar que nenhuma orientação sexual é doença. Em 1973, a Associação Americana de Psiquiatria retirou a palavra da lista de transtornos mentais ou emocionais e a decisão foi seguida por todas as entidades de psicologia e psiquiatria no mundo.

Além disso, usar o argumento de que o homem e a mulher foram criados para a procriação, parece piada saída da boca de um padre, que nem vida sexual tem. Chega a ser patético. Isso, sem contar inúmeros casais que não podem procriar.

Sobre a acusação de que o texto caracterize a homossexualidade como doença, ele alega que todo bom leitor entende que foi usada uma imagem para dizer que “essa tendência,  por ser natural, não foi querida pelo indivíduo – como não é querida a doença – e que ela deveria ser tratada porque não é conforme a tendência fundamental do ser humano”.
O inquérito civil público do MPF está sob responsabilidade do procurador da República no município de Londrina, João Akira Omoto. Ele pediu esclarescimentos a Arquidiocese de Londrina e para a rádio da UEL, onde foi veiculada uma entrevista com o Padre Antonio Caliciotti, ocorrida no dia 22 de setembro do ano passado.
O padre foi informado da instauração do procedimento do MPF, mas não comentou sobre o assunto em nenhum momento.

Ministério Público Federal instaura inquérito para apurar suposta homofobia em texto de Boletim Universitário em Londrina Resposta

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito civil público para apurar eventual ocorrência de manifestação homofóbica por meio da matéria “Vocação do Estado de Vida”, veiculada no periódico “Boletim Universitário” nº7, de setembro de 2011. O material que circulou pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) gerou protestos de alunos, que criticaram algumas frases apresentadas no texto. O informativo colocava a orientação sexual como “anormalidade” e “doença”.
Segundo a publicação da Portaria nº 136, de 20 de janeiro de 2012, publicada nesta sexta-feira (27), o caso está sob responsabilidade do procurador da República no município de Londrina, João Akira Omoto. O procedimento foi instaurado após a promotoria receber representação escrita, formulada com apoio de diversas entidades civis.
A abertura da investigação levou em consideração diversos fatores, como a dignidade da pessoa humana, sendo um dos fundamentos da República Federativa do Brasil e tendo em vista que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, sendo assim inviolável o direito de liberdade decrença.
O documento ainda coloca como exemplo a Convenção Americana sobre Direitos Humanos, que entende que toda pessoa tem direito à liberdade de consciência e de religião sendo que a liberdade de manifestar a própria religião e as próprias crenças “está sujeita unicamente às limitações prescritas pela lei e que sejam necessárias para proteger a segurança, a ordem, a saúde ou a moral públicas ou os direitos e as liberdades das demais pessoas”.
Já foram dados três encaminhamentos relativos ao processo, dois para a Arquidiocese de Londrina, em nome do arcebispo Dom Orlando Brandes e do padre César Braga de Paula. O promotor quer que seja esclarecido o tipo de colaboração da entidade à publicação do periódico.
Além disso, foram requisitadas informações sobre a autoria do texto, responsabilidade editorial e os responsáveis financeiros e, no caso da gráfica, a apresentação de cópia respectiva fatura.
Omoto ainda pediu à diretora geral da Rádio FM UEL, Neusa Maria Amaral, o envio de cópia da entrevista efetuada com o Padre Antonio Caliciotti, ocorrida no dia 22 de setembro do ano passado, a respeito da repercussão da matéria.
A autora do texto apontada pelo MPF homófobico, Mercedes dos Santos Rosa e o padre Antonio Caliciotti teriam escrito a matéria e ao serem procurados pela Pastoral Universitária de Londrina reafirmaram o conteúdo e defenderam o direito de se expressar

Informações: O Diário

Padre pede que igreja examine seu ânus para provar que ele não é homossexual Resposta

O seminarista sendo abraçado pelo padre: Suspeita.

Um padre espanhol, separado de sua paróquia católica depois de imagens questionáveis dele vieram àtona, está indo ao extremos para provar que ele não é homossexual, afim de salvar sua posição dentro da igreja.
Andreas Garcia Torres, 46, era um padre em uma cidade próxima ao sul de Madrid, chamada Fuenlabrada. Em uma tentativa extravagante paraprovar que ele não é gay, Torres disse:

– Eu disse a eles (da diocese) para medirem o meu ânus e verem se ele está dilatado.

Parece uma comédia, mas não é!
A foto em questão é de Torres comum seminarista cubano de 28 anos de idade. Ambos os homens sãovistos sem camisa com o braço de Torres em torno do aluno. Torres tem uma explicação para a imagem:

-Eu tenho uma amizade normal com este menino. Não há nada. Este foi o único dia que eu estive com ele. E tiramos uma foto de nós mesmos, sem camisas, foi assim que tudo isso começou.

A diocese tem ido a extremos em suas investigações e exigiu que Torres faça exames de HIV e passe por tratamento psiquiátrico.

O casamento do mesmo sexo foilegalizado na Espanha em julho de 2005, tornando-se o terceiro paísdo mundo a realizar a união entre homossexuais. AIgreja Católica se opôs à ratificação da presente lei, e naquele tempo, as manifestações a favor e contra o casamento homossexual atraiu milhares de espanhóis de todo o país.

Padre é demitido de escola católica depois de descobrirem que ele é gay Resposta

O padre gay
Um representante de um colégio católico na Filadélfia, Estados Unidos, disse que demitiu um professor que estaria engajando um relacionamento com alguém do mesmo sexo, algo que é contrário aos ensinamentos seguidos pela instituição, baseados na  Igreja Católica Romana.

O motivo real da demissão foi porque o reverendo James St. George declarou publicamente que estava envolvido em um relacionamento gay há 15 anos, aparentemente informações postadas em um blog.
A escola católica disse que James tinha enganado o colégio durante o seu processo de contratação. Também foi uma surpresa descobrir, logo após contratar o reverendo, que ele fazia parte de um ramo do catolicismo que não está associado com o Vaticano e permite que os sacerdote sejam gays.
Em uma entrevista no último sábado (26/02), o reverendo disse naturalmente que é realmente gay, e que comemorou recentemente o 15º aniversário de seu relacionamento com seu parceiro. Ele disse que não ocultou nada da instituição:
– O que eu devo fazer? Antes de irmos mais longe com isso, eu sou gay? Quem diz isso?
A presidente da instituição Carol Jean, disse no comunicado que ¨na época que ele se juntou à faculdade, se apresentou como Padre São Jorge e usava um colar de padre tradicional católico.
Uma das alunas deu sua opinião sobre o acontecimento. Segundo Jessica Murray, de 23 anos, ela ficou chocada com a demmissão do padre:
– Tudo o que você tem a fazer é ir no Google, você pode ver que ele é gay. Eles não podem alegar que não sabiam. Seus alunos estão perdendo uma oportunidade maravilhosa.

Padre em cruzada contra Dilma, aborto e gays Resposta


O padre Luiz Carlos Lódi, presidente do movimento denominado Pró-Vida, divulgou nota na internet atacando o governo da presidenta Dilma Roussef.

Segundo o padre fundamentalista, ministros recém-empossados estariam defendendo a “descriminalização do aborto e o uso de drogas”. O padre também reclama do novo governo, por ele defender a ampliação dos direitos dos homossexuais, usando como escudo para suas propostas o combate à homofobia e as resoluções contidas na terceira edição do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH3).

O Pró-Vida (de Quem?) tem sede na cidade de Anápolis, interior de Goiás. É um dos movimentos católicos mais radicais do Brasil, representante do atraso e da cegueira. O padre Lódi fez campanha para o candidato derrotado José Serra (PSDB), utilizando argumentos do fundador do movimento, o arcebispo emérito de Anápolis, Dom Manoel Pestana Filho.


D. Manoel morreu na semana passada. Seu sucessor, o padre Lódi, continua em campanha. Na nota que distribuiu na internet, Lódi menciona trecho de uma entrevista da ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para mulheres, na qual ela afirma não ver como obrigar alguém a ter um filho que não se sente em condições de ter. Para a ministra, ter filho ou não seria uma decisão individual, que deve ser respeitada. A ministra tem total razão. O padre não sabe (ou será que finge não saber?) que milhares de mulheres abortam todos os anos? Mulheres ricas em com médicos particulares, mulheres pobres em verdadeiros açougues humanos!

A nota cita ainda o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, por ele defender uma discussão pública, de toda a sociedade, sobre a descriminalização do uso de drogas.

A ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário é criticada na nota por ter anunciado, em seu discurso de posse, que pretende adotar medidas de combate à homofobia.

O padre diz que essas declarações fazem parte de uma escalada contra a vida, que estaria em curso no País: “O governo brasileiro se destaca, desde a ascensão do PT em 2003, por uma campanha ininterrupta e onipresente em favor da corrupção de crianças, da destruição da família e da dessacralização da vida. Para nossa vergonha, é difícil imaginar, em todo o planeta, um governo que mais tenha investido na cultura da morte”.

O texto do padre possui várias mentiras: atribui ao governo Dilma uma resolução do Conselho Federal de Medicina, publicada no Diário Oficial da União, no dia 6/01, que estendeu a duplas homossexuais o direito à reprodução assistida. Os conselhos federais profissionais são, de acordo com a Constituição, entidades autônomas. Ele também atribui a presidenta Dilma medidas adotadas durante o governo Lula.

A maior parte dos itens abordados pelo padre, no documento distribuído em nome do movimento Pró-Vida (de Quem?) refere-se à questão de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT). “O Ministério da Educação e Cultura pretende forçar as escolas a corromper os adolescentes, apresentando a conduta homossexual como aceitável e a conduta homofóbica como abominável”, afirma o padre. Ué, mas não é isso mesmo? Devemos abominar a violência e aceitar as diferenças, padre!