Vietnã tem sua primeira Parada Gay Resposta


Dezenas de pessoas em bicicletas decoradas com bolas e bandeiras com as cores do arco-íris percorreram neste domingo (5) as ruas de Hanói na primeira Parada Gay organizada no Vietnã, um país comunista.



A polícia não tentou impedir este desfile preparado pela pequena, mas crescente, comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais), poucos dias após o ministro da Justiça declarar que talvez fosse o momento de considerar a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo.



Em um país onde domina a moral confuciana, que insiste na família tradicional, a homossexualidade continua sendo um tabu. Os gays são caricaturados, descritos como figuras cômicas ou doentes que devem ser curados.

Militares gays uniformizados participam de parada gay nos EUA Resposta

Pela primeira vez na história, membros das Forças Armadas dos Estados Unidos puderam marchar com seus uniformes durante a parada gay de San Diego, realizada neste sábado (21).


Dezenas de soldados e marinheiros marcharam ao lado de um caminhão militar decorado com uma faixa que dizia “Liberdade para servir” e uma bandeira com as cores do arco-íris. Militares vestidos em roupas civis também participaram da parada ao lado de seus colegas uniformizados.

Pessoas que assistiam à parada levaram cartazes com os dizeres “Obrigado pelo serviço”. Uma mulher segurava um cartaz que dizia “Meu filho gay é um oficial da Marinha”.


Em um comunicado enviado a todos os setores das Forças Armadas este ano, o Departamento de Defesa dos EUA informou que permitiria a marcha em San Diego, mesmo que sua política costume proibir a participação de militares uniformizados em paradas.

O Departamento de Defesa disse na última quinta-feira (18) que tomou essa decisão porque os organizadores da marcha em San Diego estavam encorajando os militares a comparecer em seus uniformes e a parada estava ganhando atenção nacional.





Homofóbico atira em homossexual durante Parada Gay em Fortaleza Resposta

Perna baleada por homofóbico

A semana em que comemoramos o dia da Consciência Homossexual (28 de junho, entenda lendo aqui) está sangrenta e violenta. Foram dois atentados homofóbicos: um em Fortaleza e outro na Bahia, onde um homem foi assassinado, após ele e o irmão serem confundidos com um casal gay (leia aqui).

A Polícia Civil vai iniciar amanhã (27) a denúncia de um tiro contra um homossexual durante a Parada Gay de Fortaleza, realizada no domingo (24). Segundo a polícia, o homem baleado e os amigos que testemunharam o tiro vão depor na quarta, o que dará início às investigações. O jovem foi baleado na perna após receber xingamentos homofóbicos.
“Passou um carro, com uns caras dentro e começaram a xingar meus amigos. Meu amigo respondeu, ficaram discutindo, meu amigo tacou a mão no revólver e sai andando. Aí o cara pega, na hora que o sinal abre, e atira na minha perna”, detalha.
De acordo com a titular da Coordenadoria da Diversidade Sexual da prefeitura de Fortaleza, Luana Marley, esse tipo de crime é recorrente durante a Parada Gay na capital cearense. “A coordenadoria já tomou conhecimento de outros casos que ocorrerem em 2006, 2007, 2008 e isso demonstra mais ainda o quanto a gente vai ter que trabalhar para combater a homofobia”, diz.
O amigo que testemunhou o crime diz ter “certeza” que o crime tem motivação homofóbica: “quem vai a um evento como a Parada Gay armado, sabendo o que vai encontrar, certamente vai cometer um crime homofóbico. Antes de disparar ele fez vários xingamentos homofóbicos”, diz.
O amigo do homem baleado diz ainda que o crime ocorreu próximo a um restaurante que possui sistema de câmeras que podem ter filmado o tiro e sugere a polícia que faça uso das imagens para tentar identificar o suspeito. A Polícia Civil não confirmou até a tarde de terça-feira se vai requisitar ou não as imagens do restaurante.
A XIII Parada Gay de Fortaleza foi realizada neste domingo na Avenida Beira-Mar, um dos principais cartões postais da capital cearense, e reuniu cerca de um milhão de pessoas de acordo com a Polícia Militar (PM). O evento teve como tema neste ano “Homofobia tem cura: criminalização e educação”, e pedia que a homofobia fosse considerada crime.


Reportagem: G1 e TV Verdes Mares

Silas Malafaia sobre Parada Gay: “Ativistas inflavam os números para pressionarem a sociedade por privilégios” Resposta

Silas Malafaia
O público presente na última edição da Parada Gay em São Paulo, realizada no último domingo, 10, na Avenida Paulista foi abaixo do pretendido pelos organizadores do evento, e provocou manifestações de evangélicos fundamentalistas, que contestavam os números divulgados nas edições anteriores.
O instituto de pesquisa Datafolha, que realizou a medição dos participantes do evento, divulgou que a Parada Gay atraiu apenas 270 mil pessoas, aproximadamente 7% do número que a organização almejava, 3,5 milhões de pessoas.
O pastor Silas Malafaia afirmou em seu site que a organização do evento sempre exagerou na quantidade de pessoas presentes na Parada Gay: “Há muito tempo eu sei que os ativistas gays inflam os números para pressionarem a sociedade e os políticos, afim de que seus privilégios sejam estabelecidos”, e emendou dizendo que “De agora em diante não dá mais para mentir. A verdade está aí, nua, crua e patente”.

Julio Severo 
O blogueiro homofóbico Julio Severo publicou a notícia sobre a baixa quantidade de participantes do evento e afirmou que “sem dinheiro de patrocinadores e do governo, a farra murcha”, referindo-se ao orçamento da Parada Gay, que esse ano, foi inferior aos anteriores.
Severo disse ainda que “meios de comunicação sérios já vinham apontando, desde 2007, que atribuir milhões de participantes à parada gay de São Paulo era um inchamento impraticável”.
Guerra de números
A estimativa de público da Parada Gay deste ano, realizada no domingo na Avenida Paulista, virou uma guerra de números. Organizadores do evento informaram ontem que foram 4,5 milhões de participantes, das 12h às 18h. O total é 16,6 vezes maior que o estimado pelo Datafolha Instituto de Pesquisas, que calculou 270 mil. Já o Metrô divulgou que, das 11h às 19h, 72 mil pessoas cruzaram as catracas das estações da Linha 2-Verde, que servem a região.
“Para mim, essa é uma estimativa bastante equivocada”, afirmou Fernando Quaresma, presidente da Parada, referindo-se à contagem do Datafolha. Sua justificativa é que, de cima do trio elétrico, ele conseguia ver “a Paulista e a Consolação repletas de gente”. Segundo o Datafolha, porém, só 65 mil pessoas realizaram todo o percurso da Parada.
No domingo, a organização havia dito que não faria nenhuma estimativa neste ano. Ontem, para justificar o número estimado por Quaresma, informou que, além da Paulista, costuma contabilizar participantes em vias próximas, como as Ruas Vergueiro, Frei Caneca e Maria Antonia.
A Polícia Militar não divulgou estimativa de público. Informou apenas que deixaria a informação a cargo da organização e não contestaria o Datafolha. “Havia bem menos gente que em 2011 (4 milhões, segundo organizadores)”, palpitou coronel Marcelo Prado. Desde 2006, quando anunciou 2,5 milhões de participantes, a Parada Gay de São Paulo é considerada a maior do mundo.

Com informações de “Veja” e “Gnotícias”

Marta Suplicy defende Parada Gay de São Paulo Resposta

A senadora Marta Suplicy (PT-SP) afirmou em Plenário que, 16 anos depois de sua criação, a Parada Gay de São Paulo ainda tem como tema principal a criminalização da homofobia. A parada ocorreu no último final de semana.
Em pronunciamento nesta terça-feira (12), a senadora disse que o mote deste ano é o combate à homofobia, com o lema “Homofobia tem cura: educação e criminalização”. Há 16 anos, quando a parada foi criada como uma simples manifestação, a ideia surgiu como forma de protestar contra a morte de homossexuais por skin heads.
– Vemos que pouco se andou. A sociedade civil caminhou, mas alguns setores ainda têm o preconceito – afirmou a parlamentar, dizendo ainda concordar que a escola é o espaço onde se deve trabalhar questões como racismo, preconceito e violência.

Este ano, a Parada Gay foi menor do que os anos anteriores e alvo de críticas travestis e transexuais que disseram que a para é “macista e misógena” (leia aqui).

Para que serve a Marcha Nacional Contra a Homofobia? Resposta


A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) convoca os brasileiros para a III Marcha Nacional Contra a Homofobia, que será realizada no dia 16/05/2012, com concentração em frente ao Palácio do Planalto, a partir das 08h30.

No dia 15/05/2012, será realizada na cidade de Brasília, a Audiência Pública no Auditório Petrônio Portela no Senado, das 09h30 às 17h30, para debater o tema da criminalização da homofobia e testemunhos do sofrimento da homofobia.

Este será o terceiro ano consecutivo da marcha, no entanto, até hoje, ela se mostrou ineficaz no combate a homofobia e na conquista de direitos LGBT. O que vemos, hoje em dia, é um Poder Legislativo homofóbico e conservador e o governo federal, idem. O único avanço que podemos constatar vem do Poder Judiciário. O Supremo Tribunal Federal reconheceu a união homoafetiva estável, mas isso não tem na ver com a marcha, necessariamente, já que o Poder Judiciário, diferente do Poder Executivo, não age de acordo com a demanda da sociedade.

É verdade que alguns estados e municípios têm realizado ações e criado estruturas específicar em prol da promoção da cidadania LGBT, mas não é um movimento nacional.

O governo federal foi pioneiro ao criar o programa Brasil sem Homofobia, em 2004. Também lançou o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos da LGBT em 2009 e criou a Coordenadoria e o Conselho Nacional LGBT em 2010, mas a partir do governo da presidenta Dilma Rousseff, retrocessos começaram a acontecer.

O caso mais grave foi a suspensão do kit contra a homofobia, que fazia parte do projeto Escola sem Homofobia. Um projeto do Ministério da Educação.

No Senado o que vemos é o PLC 122 sendo modificado, inclusive com a ajuda da ABGLT, o que irritou diversos ativistas, que são a favor do projeto original, já que a modificação permite que religiosos discriminam os LGBT.

A Marcha Nacional Contra a Homofobia é importante, mas só ela e as paradas não têm se mostrado eficazes na hora de reivindicar os direitos LGBT, é necessária uma campanha nacional de conscientização dos brasileiros LGBTs. O que vemos são brigas entre grupos de defesa dos direitos dos LGBT e muita alienação.

Kylie Minogue recusa cachê e se apresenta de graça na Parada Gay da Austrália Resposta

Kylie Minogue recusou o cachê que receberia para se apresentar na Parada Gay da Austrália. A cantora australiana subiu ao palco para cantar um medley de 20 minutos de canções como ¨Better the Devil You Know¨ e ¨Locomotion¨ na noite do último sábado (03/03). 

A parada, que também é celebrada durante o carnaval australiano, pagaria a ela $16 mil dólares, algo um pouco mais de R$27 mil reais, mas ela se recusou a receber o cachê e quis se apresentar de graça. 

Um representante do evento confirmou: 
– É verdade que ela não cobrou nada. E cantou ao vivo durante toda a apresentação. 
Depois da performance, Kylie agradeceu a todos aqueles que assistiram o show, descrevendo-o como ¨incrível¨. Ela também disse que não conseguia acreditar na quantidade de pessoas que ajudaram ela a criar seu trio-elétrico K25 (que foi usado durante a parada), projetado para ajudar a comemorar seu aniversário de 25 anos na indústria da música.
A cantora também disse antes do evento que estava super animada por participar e que mesmo morando no Reino Unido, ela sempre vai se considerar uma australiana. 
Essa sim sabe como representar a comunidade LGBT, não?

Militantes criam abaixo assinado contra a decisão de ter Cláudia Leitte como madrinha da Parada Gay de Salvador Resposta

Cláudia Leitte. (Reprodução)

Assim que o Grupo gay da Bahia (GGB) anunciou que Cláudia Leitte seria a madrinha da Parada do Orgulho Gay de Salvador, milhares de críticas vindo de diversas partes do país começaram a tomar proporção, inclusive na página de Luiz Mott, fundador do GGB.


Em um post em seu perfil no Facebook, Mott tentou explicar a escolha de Cláudia Leitte com algo do tipo ¨ela errou, e devemos perdoá-la. O mais importante é termos alguém como ela para divulgar nossa parada¨. Eu, entre muitos outros, fui um dos que não concordei com a escolha.

Agora, militantes criaram um abaixo-assinado online onde ativistas e simpatizantes da causa pretendem fazer com que a organização do evento para repensar a idéia. O motivo da contrariedade dos militantes, seria uma declaração que Cláudia deu no passado, quando perguntada o que faria se tivesse um filho gay, a qual ela respondeu que isso não iria acontecer pois o filho deles seria muito macho, e que só tem homem na família. Como se os gays não fossem homens. Enfim. Mesmo depois de Cláudia ter tentado se redimir em seu blog pessoal, sua desculpa só serviu para reinterar que ela não tem nenhum envolvimento com a causa LGBT.

Mesmo depois da infeliz declaração, Cláudia tentou se redimir, pedindo desculpas em seu blog pessoal, mas os militantes não esquecem. Quer dizer, nem todos.

A pergunta que eu faço é: Como o grupo Gay da Bahia, junto com seu presidente, convida uma pessoa que fez tal declaração e deixou a grande maioria dos gays revoltados, para ser a madrinha da Parada Gay? Eu não gostaria de ter a cantora como representante ou como madrinha de nada.

No documento online, é explicado os motivos da rejeição à escolha de Cláudia: ¨Neste ato, nós militantes em defesa da plena cidadania e igualdade de direitos LGBTs, envolvidos na luta pelo combate a homofobia e a transfobia, solicitamos ao prof. dr. Luiz Mott e demais representantes do GGB (Grupo Gay da Bahia), pessoas com admirável histórico de luta, de reconhecido esforço e incansáveis na defesa dos direitos humanos dos homossexuais no Brasil, que repensem a escolha da cantora Cláudia Leitte para ser a madrinha da 11ª Parada LGBT da Bahia”.

Para ler a íntegra do documento e/ou assinar o abaixo assinado, basta clicar AQUI.

E você, o que acha? Assista ao vídeo polêmico com as declarações do marido e de Cláudia:

Seis pessoas ficam feridas em acidente com trio na Parada Gay na Bahia Resposta

Choque de cabo de aço com trio elétrico causou acidente

Na noite deste domingo (25), seis pessoas ficaram feridas em um acidente com um trio elétrico em na Parada Gay na Ribeira, em Salvador. 

Segundo testemunhas, a fiação estava muito baixa, bateu na barra de proteção, derrubou e três pessoas que estavam em cima do trio acabaram caindo. Outras três que acompanhavam no chão foram atingidas na queda. O caso está sendo investigado pela 3ª Delegacia, localizada no Bonfim.Os feridos foram socorridos pelo SAMU para o Hospital Geral do Estado (HGE). Tatiane Bastos, de 19 anos, um adolescente de 17 anos e uma terceira vítima tiveram lesões na cabeça e rosto, no baço e na clavícula, respectivamente.


As vítimas que foram atingidas na queda no momento em que acompanhavam ao lado do trio, receberam atendimento no Hospital São Jorge (antigo PAM de Roma).
Em nota, logo após o ocorrido, o Grupo Gay da Bahia (GGB) reconheceu a importância das manifestações em prol dos direitos LGBT nas comunidades, mas alertou que, em virtude dos acidentes que podem ocorrer nesses eventos, existe uma necessidade de reordenamento das ações, considerando a mobilidade de cada localidade.