Teresina é a capital que mais mata por homofobia em todo o país Resposta

GGB

Proporcionalmente ao número de habitantes, Teresina (PI) é considerada a capital mais homofobia do país por conta do alto índice de lésbicas, gays e travestis. De acordo com dados de um relatório sobre violência homofóbica no Brasil, em 2012 foram registradas 68 denúncias contra homossexuais do Piauí. O número é menor do que 2011 quando foram registrados 107 denúncias uma redução de 36%.

O Piauí foi o único estado da federação que registrou o decréscimo de denúncias, a contradição, é a capital do estado. Um estudo anual do Grupo Gay da Bahia em 2012 revela que Teresina teve uma média de 15,6% de assassinatos homofobicos para uma população de pouco mais de 800 mil habitantes. Proporcionalmente ao número de habitantes, a capital do Piauí é considerada a mais homofobica do país.

“Percebemos que estamos num momento de retrocesso nessa questão do enfretamento a homofobia. Parece que quando damos um passo pra frente damos três pra trás. As pessoas ainda insistem em nos martirizar”, disse Maria dos Reis, presidente do grupo de travestis e transexuais.

Erika Mourão, delegada de direitos humanos diz que a maioria dos agressores são pessoas próximas das vítimas. “Vizinhos e muitas vezes familiares que são os autores dos crimes. Algumas pessoas tem até receio de se assumirem e as vezes deixam de vir a delegacia. É importante que venham até aqui, façam o registro de ocorrência”, explicou.

Veja o vídeo do assassinato de de mais uma travesti em Teresina: clique aqui.

Fonte: G1

Terceiro em denúncias, Piauí instala Comitê de Combate a Homofobia Resposta

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O Piauí é o terceiro estado do Brasil com maior número de denúncias relativas à homofobia ao Disque Direitos Humanos (Disque 100), serviço mantido pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR). Visando ao combate de crimes e/ou atitudes hostis contra lésbicas, gays, bissexual,travestis e transexuais (LGBT), foi instalado no Piauí o Comitê Estadual de Enfrentamento à Homofobia. O lançamento do Comitê aconteceu nesta quinta-feira (21/3), durante solenidade no Palácio de Karnak.

Tem assento no Comitê: Secretarias Estaduais de Educação, Segurança Pública, Justiça, Assistência Social e Cidadania, Coordenadoria Estadual da Juventude, Comando Geral da Polícia Militar, Assembleia Legislativa do Piauí, Ordem dos Advogados do Brasil Secção Piauí, Ministério Público Estadual, Defensoria Pública do Estado, Conselho Regional de Psicologia, Grupo Piauiense de Transexuais e Travestis, Coletivo Mirindiba, Associação de Travestis e Transexuais do Piauí, Grupo Coisa de Nêgo, Instituto da Mulher Negra do Piauí, Rede Estadual de Cultos Afrobrasileiros e Saúde do Piauí, Movimento Nacional de Direitos Humanos e Centro de Referência LGBT Raimundo Pereira.
Entre as competências do Comitê estão: acompanhar a implementação dos Termos de Cooperação Técnica de Combate à Homofobia, acompanhar os casos de discriminação e violência homofóbica relatados ao Comitê ou ao Sistema de Segurança Pública, Corregedorias e Ouvidorias de Policia.
“Esse Comitê é um importante passo para a criação de um Piauí livre de homofobia, é mais uma ação que vem a engrandecer a nossa luta. Muita gente acha que Teresina não tem travestis, porque eles não são vistos de dia. Mas à noite está cheio de travestis. Ainda há muito preconceito”, afirmou Maria Laura Reis, secretária do Centro de Referência LGBT Raimundo Pereira.
Representando o governador Wilson Martins (ausente em função de viagem oficial a Floriano) na solenidade, o secretário estadual de Governo, Wilson Brandão, afirmou que a instalação do comitê, reunindo representantes do Governo do Estado e da sociedade civil organizada, é reflexo da luta dos movimentos sociais a favor da diversidade sexual. “O Governo do Estado, através de seus representantes, terá total empenho no combate à homofobia, mas temos certeza de que especialmente os grupos da sociedade civil organizada, que já realizam esse trabalho, vão atuar de forma aguerrida nesse sentido”, comentou.

Servidor público é agredido em boate e denuncia homofobia em Teresina 1

Fotos: Yala Sena

Fotos: Yala Sena

Um funcionário público registrou uma queixa-crime na Delegacia das Minorias por ter sido vítima de homofobia dentro de uma boate, localizada na zona Leste de Teresina (PI).

A vítima, de iniciais A.S.A., 33 anos, que não quis se identificar com medo de retaliações, contou ao Cidadeverde.com que foi com um amigo à boate. Dentro do estabelecimento começou a olhar para um rapaz que também estava no local. Em seguida, um amigo do rapaz o surpreendeu chamando-o de “baitola” e dando-lhe um soco que chegou a derrubá-lo.

A agressão ocorreu há um mês, mas somente agora o funcionário público foi registrar a queixa. Ele afirma que soube da existência de um grupo de amigos ligados ao MMA (artes marciais mistas) que está praticando agressões contra gays em Teresina.
Fotos: Yala Sena

Fotos: Yala Sena

“Tomei conhecimento de outro caso, por isso vou registrar a queixa, para ver se muda alguma coisa”, explicou a vítima, que mora em Brasília e está em Teresina visitando familiares.

O funcionário público, que se declara homossexual, ressaltou que foi submetido a um momento constrangedor e que é a primeira vez que vê esse tipo de atitude em Teresina. “É uma clara demonstração de homofobia. Pela primeira vez estou vendo isso aqui, sempre achei que era uma cidade liberal. Espero que o culpado seja punido”, disse.
A vítima conseguiu localizar o agressor nas redes sociais. O funcionário público levou os dados e a foto do queixo machucado para o 12° Distrito Policial, no bairro Ininga, zona Leste de Teresina, mas foi orientado a prestar queixa na Delegacia de Minorias, localizada no Centro.
Reportagem: Yala Sena, da cidadeverde.com

Plano Piauí Sem Homofobia fica pronto até junho Resposta

Os órgãos do Governo do estado do Piauí realizaram, nessa quarta-feira (14/03), a primeira reunião para a elaboração do Plano Estadual de Cidadania e Direitos Humanos (Plano Piauí sem Homofobia), com o objetivo de sensibilizar gestores e a sociedade civil para a necessidade de uma rede de proteção social para adolescentes e jovens sobre a problemática da homofobia.
A reunião foi convocada pela Secretaria da Assistência Social e Cidadania (Sasc), através da Diretoria de Direitos Humanos, que ficou responsável pela preparação do relatório de avaliação e diagnóstico para a elaboração do plano.
O debate com os órgãos foi conduzido pelo coordenador do Centro de Referência LGBT Raimundo Pereira, Vitor Kozlowski, e pela diretora de Direitos Humanos, Gilvana Gayoso. “A elaboração desse plano deverá ser feito por todos os estados. A determinação partiu da Conferência Nacional de LGBT”, explica Gilvana.
Dentre os órgãos participantes estava a Coordenadoria da Juventude, representada por Plínio Dumont. Para ele é necessário uma maior integração entre os representantes, e que todos em conjunto possam elaborar um material de sensibilização sobre a homofobia. “Sugiro que essas reuniões possam acontecer mês a mês, para que os projetos não fiquem somente no papel e sim concretizados de fato”, afirma Plínio.
“Essa ligação com as secretarias é de grande importância para a delegação das políticas públicas no Estado, efetivando a articulação e concretização de projetos voltados para jovens LGBTs”, diz Gilvana. Vitor Kozlowshi ressaltou ainda a importância das secretarias do Estado em conhecer as medidas previstas no plano que foi elaborado na Conferência Estadual e o texto base, o que irá contribuir para a articulação e a sensibilização de cada órgão da problemática.
Foi decidido na reunião que será realizada uma oficina com as equipes de cada órgão para melhor conhecer as propostas e poder elaborar o plano Estadual. “Cada órgão com base nas diretrizes poderão elaborar suas proposta de acordo com a realidade local. Cada órgão deve, a partir de agora, montar seu grupo de trabalho para discutir as ações possíveis”, disse Gilvana. A próxima reunião ficou marcada para o dia 13 de abril.

Pub acusado de homofobia em Teresina recusa acordo educativo Resposta


O pub de Teresina (PI), Planeta Diário que está sendo acusado de discriminação homofóbica rejeitou a proposta de acordo com o casal de lésbicas V.A.A. e E.A.S. durante uma audiência realizada nesta segunda-feira (24/10) no Juizado Especial Cível e Criminal do Instituto Camilo Filho. O casal sugeriu que a indenização por danos morais, cujo valor é de R$ 2 mil, fosse revertida para a promoção de cursos e oficinas sobre combate à homofobia, destinados aos funcionários do estabelecimento.

Segundo Carmen Ribeiro, coordenadora de relações institucionais do Grupo Matizes, a referida entidade, que luta pelos direitos LGBT em Teresina, seria a responsável pela organização destas capacitações.
“Ao propor na audiência inicial uma indenização de R$ 2 mil, o próprio bar reconheceu a prática discriminatória. Por isso, era importante capacitar seus funcionários para que episódios reprováveis como esse não voltem a acontecer. É uma pena que o Pub não queira fazer essa capacitação”, pondera a militante.
Com a recusa da proposta, o processo, que tramita no Juizado Especial Cível e Criminal do Instituto Camilo Filho, segue e aguarda a sentença do juiz. Ainda não há data confirmada para a divulgação da decisão final.
Entenda o caso
Em junho de 2011, V.A.A. e E.A.S. participavam de uma festa em comemoração ao Dia dos Namorados no já citado pub localizado na zona Leste de Teresina. Segundo o casal, enquanto elas dançavam, foram abordadas pelo segurança do estabelecimento alertando que o proprietário não aceitava ‘aquele tipo de comportamento’ e as convidaram para se retirar do local.
Contudo, V.A.A. e E.A.S. garantem que não praticaram qualquer ato ofensivo ao público presente, e consideraram a postura do pub como discriminatória e constrangedora.
O casal denunciou o bar na Delegacia de Combate à Discriminação e no Disque Cidadania Homossexual. Em seguida, a advogada Audrey Magalhães ajuizou uma ação cível por danos morais.


Assembleia Legislativa do Piauí discute direitos LGBTs Resposta


A luta contra o preconceito ganhou força, ontem (03/06), no Piauí, com a realização da sessão solene contra a homofobia na Assemblaia Legislativa. Proposta pelo deputado estadual Fábio Novo (PT), a solenidade homenageou entidades e personalidades que defendem os direitos da comunidade LGBT (lésbica, gay, bissexual e transgênero) e solicitam medidas governamentais contra o preconceito em razão de raça, cor, etnia, religião e orientação sexual.

Segundo o deputado Fábio Novo, a solenidade teve o objetivo de lembrar o Dia Mundial de Combate à Homofobia, comemorado em 17/05. “Queremos promover uma reflexão na sociedade sobre a importância do combate à discriminação e à violência contra o público LGBT. Queremos promover a cidadania desta parcela da população, através da disseminação informação sobre direitos, atuação no combate à violência, ações nas áreas de educação, cultura, assistência social, segurança, direitos humanos e, principalmente, lutar por direitos resguardados pela Constituição Federal”, disse Novo.

A sessão foi marcada pela reativação da Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT, que já conta com 12 parlamentares.

O Ministério Público Federal do Piauí, representado pelo procurador Leonardo Carvalho, foi lembrado pelo deputado Fábio Novo em razão do ajuizamento de ações que defendem a doação de sangue pelos homossexuais e o reconhecimento de casais homossexuais como dependentes para Imposto de Renda. “O Piauí é pioneiro em ações que defendem os direitos da comunidade LGBT”, disse o procurador Leonardo Carvalho.

O professor da Universidade Federal do Piauí (UFPI), Francisco Junior, ressaltou a importância da educação para aumentar o nível de tolerância e respeito com a comunidade LGBT e frisou que a luta contra a homofobia deve ser feita em parceria com toda a sociedade. “A escola tem um papel fundamental para desconstruir o preconceito contra os homossexuais”, defendeu o professor. Durante a sessão foi exibido um vídeo aprovado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), que compõe o kit Escola sem Homofobia, inicialmente previsto para ser distribuído nas escolas de Ensino Médio, mas que foi vetado pela presidenta Dilma Rousseff. O vídeo apresenta a história de Bianca, uma travesti que descreve seu processo de aceitação e relacionamentos no ambiente escolar.


“Precisamos de leis específicas que defendam nossos direitos o quanto antes. Pagamos nossos impostos, somos cidadãos e merecemos respeito”, afirmou a presidente da Articulação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), Geovana Baby.


A coordenadora da Liga Brasileira de Lésbicas (LBL) e militante do Grupo Matizes, Marinalva Santana, reforçou a importância da regularização da lei que caracteriza homofobia como crime e defendeu a distribuição do kit anti-homofobia nas escolas. “Não podemos continuar sendo ignorados pelo Poder Público. Em 2010 foram 206 vidas ceifadas em razão do preconceito e da intolerância contra a comunidade LGBT. Não podemos permitir que esse triste quadro continue em nosso país”. Marinalva cobrou também uma maior participação do parlamentares na luta contra o preconceito e por mais políticas públicas que garantam cidadania ao grupo LGBT. Ela ressaltou a importância da sessão e do espaço que se abria com a realização da solenidade. Foram homenageados durante a sessão solene, a primeira vereadora travesti do Piauí, Kátia Tapety; a deputada estadual Flora Isabel; o Ministério Público Federal; Grupo Matizes; Liga Brasileira de Lésbicas; professor Francisco Junior, da Universidade Federal do Piauí; a presidente da Articulação Nacional de Travestis e Transexuais, Geovana Baby; Safira Bengell e jornalista Cinthia Lages.


*Com informações da ASCOM da ALPI

Amanhã tem beijaço gay e hétero no Piauí em defesa do PL 122 Resposta

Beijaço gay em São Paulo em fevereiro deste ano. (Foto: Reprodução)
Em busca da aprovação do PL122, projeto de lei que criminaliza a homofobia, estudantes de Teresina, no Piauí, estão preparando para amanhã (27/05), um beijaço gay e hétero para mostrarem que não existe diferença no amor. O evento está sendo organizado pela Assembléia Nacional dos Estudantes Livres, a ANEL, e está marcado para acontecer a partir das 13 horas, na Prala da Liberdade, no centro.

Um dos organizadores, Leonardo Maia, disse que essa manifestação tem como objetivo, chamar a atenção para a liberdade de poder lutat por melhores condições de vida, de amar sem preconceito e poder sair na rua de mãos dadas com seu parceiro, homem ou mulher, além de terem os mesmos direitos que têm os heterossexuais.

A organização do evento avisa que essa manifestação é inspirada em um movimento que se iniciou no dia 15 de maio na Espanha, chamado de 15-m, ou ¨revolução espanhola¨, e a escolha da Praça da Liberdade é por conta do nome do local.

Cerimônia de reconhecimento da união estável homoafetiva e beijo gaya agitam o centro de Teresina Resposta

Após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que aprovou por unanimidade o reconhecimento da união estável homoafetiva, dois casais de lésbicas promoveram a primeira cerimônia aberta em praça pública por volta do meio dia desta segunda-feira (16/05), no Centro de Teresina, capital do Piauí.

O evento, que faz parte da comemoração ao Dia Internacional de Combate à Homofobia, foi realizado através do Grupo Matizes e da LBL (Liga Brasileira de Lésbicas) como forma de quebrar paradigmas e demonstrar fim ao preconceito ainda existente no que diz respeito a homoafetividade.

Lígia Helena e Anísia Teixeira foram as primeiras a oficializarem sua união, com direito a atraso da noiva, chuva de pétalas, buquê jogado para os convidados e beijo na boca em praça pública. Depois Lúcia Quitéria Silva e Marinalva Santana, que estavam ‘casadas’ há 5 anos através do contrato social, também oficializaram sua união.

As noivas, nitidamente emocionadas, escutaram a leitura do documento pela tabeliã do cartório Themistocles Sampaio, Fernanda Sampaio, que fez o registro formal das uniões.

“Estou muito emocionada, é muita felicidade. Agora já vou começar a fazer um tratamento de inseminação artificial porque queremos ter nossa filhinha”, disse Lígia Helena.

*Com informações do “180 graus”

Assassinato de médico no PI pode ter sido crime homofóbico Resposta

Arilson César Aguiar Barreto, médico, gay, assassinado


A polícia de Canto do Buriti, cidade da região Sul do estado do Piauí (PI) não descarta crime homofóbico, no caso do assassinato do médico Arilson César Aguiar Barreto, a facadas, na última sexta-feira (17/12).


“Não descartamos essa possibilidade, mas também estamos investigando se é um caso de latrocínio (roubo seguido de homocídio ou graves lesões corporais da vítima), porque a bolsa e as roupas dele foram levadas”, afirma o tenente-PM Francisco Alves de Sousa, que responde pela delegacia de Canto do Buriti.

O médico foi esfaqueado dentro de sua casa e morreu em frente à ela, no meio da rua, que fica no Centro da cidade, quando tentava pedir socorro ao irmão. Ao lado do corpo, a polícia encontrou uma quantidade de pó de cocaína e oito latas de cerveja.

A coordenador do grupo Matizes, de defesa dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT), Marinalva Santana, pede rigor na investigação. Segundo ela, “Muitos crimes assim podem ter natureza homofóbica”. Marinalva diz que “neste tipo de crime, as características são: a violência, a morte com requintes de crueldade – como facadas ou tiros, a vítima encontrada sem roupa, às vezes os órgãos sexuais mutilados e sempre circunstâncias misteriosas”.

Governador quer acabar com a Delegacia das Minorias

No estado do PI, este ano, ocorreram pelo menos quatro assassinatos homofóbicos, segundo Marinalva Santana. “Isso nos faz querer que a Delegacia das Minorias faça como a delegacia de Idosos e investigue os casos também no interior. Iremos falar com o secretário de Segurança Pública, (Robert Rios) sobre isso. A tendência atual do governo é querer fechar a delegacia que só tem dois agentes. Alegam que o número de ocorrências é pequeno, mas esquecem que a delegacia não tem só o caráter investigativo, mas também educativo”, pontua Santana.

O atual governador do PI é Wilson Nunes Martins (PSB). Para mandar uma mensagem, pedindo que a Delegacia das Minorias não seja fechada, clique aqui e depois clique em “Fale Conosco, na barra superior, no canto direito, oposto à data.