Madonna será processada por deputado homofóbico e é criticada por gays na Rússia Resposta

Madonna durante show na Rússia

O deputado da assembleia legislativa de São Petersburgo, na Rússia, Vitali Milonov, acusou a cantora norte-americana Madonna de violar uma lei local, de autoria dele, que proíbe a “propaganda da homossexualidade e da pedofilia para públicos menores de idade”. Isso mesmo, a lei homofóbica acaba por associar homossexualidade a um crime, a pedofilia, como fez a deputada estadual Myrian Rios (na época PDT e hoje PSD – RJ) no ano passado, lembram?

O show foi assistido por vários observadores do governo da cidade, que filmaram um vídeo, registrando a presença no concerto dos “adolescentes de 12, 13 anos”, segundo o deputado Milonov, autor da lei homofóbica. Os organizadores do concerto em sua defesa destacam que todos os bilhetes tinham advertência por escrito, em que os jovens menores de 18 anos não são incentivados a assistir ao concerto de Madonna, e se havia criançada na sala, então foi acompanhada  por adultos.

A estrela ‘pop’ realizou na quinta-feira um concerto na cidade de São Petersburgo, durante o qual proferiu frases de apoio à comunidade LGBT russa.
 

Vitali Milonov
“É preciso punir Madonna ou os organizadores (do show)”, disse à agência Interfax deputado Milanov e prometeu iniciar o processo contra a cantora. “Madonna não respeita os países que visita. Na França é processada pela líder da ‘Frente Nacional’ Marine Le Pen, depois de ter demonstrado um vídeo estampada com uma suástica na testa dela. Na Ucrânia a cantora confundiu a bandeira ucraniana com a russa. E quando começaram a mostrar-lhe a bandeira azul-amarela (ucraniana), perguntou: ‘Será que vocês têm duas bandeiras?’”, afirmou Milonov, em declarações à agência Interfax.
 

Alguns polacos acharam o concerto de Madonna em primeiro de agosto, quando o país lembrava o aniversário do início da Revolta de Varsóvia contra a ocupação nazista, como um insulto. Parte da imprensa acusou a cantora de blasfêmia e provocação.

Durante a atuação em São Peterburgo, a cidade natal do atual presidente russo, Vladimir Putin, a cantora fez uma inflamada defesa dos direitos dos gays russos, cujas associações estão proibidas de celebrar marchas de orgulho gay.
 
“Queremos lutar pelo direito de sermos livres. Tenho viajado muito pelo mundo e vejo que as pessoas estão cada vez mais intolerantes, mas podemos mudar isso. Temos força para isso”, disse Madonna.
 


A cantora, que na terça-feira  (7) durante um concerto em Moscou já tinha suscitado polêmica ao pedir abertamente a libertação do grupo ‘punk’ feminino russo Pussy Riot, julgado por cantar contra Putin numa catedral ortodoxa, assegurou que o “amor” é a única coisa que pode mudar o mundo.

Durante o concerto de São Petersburgo foram distribuídas pulseiras cor-de-rosa, um símbolo do apoio aos LGBT.
 
“As pulseiras fazem parte do espetáculo. Estejam preparados para levantar as mãos em sinal de apoio”, afirmou a cantora na sua página na Internet horas antes do concerto.


Esta semana, várias organizações russas, algumas ligadas à religião ortodoxa, contestaram a realização dos concertos da diva POP e convocaram algumas ações de protesto.
 
Alguns ativistas LGBTs russos também apontaram o dedo à artista e criticaram a sua postura.
 
“Não é suficiente dizer algumas palavras a favor dos homossexuais entre duas canções durante um concerto. Se uma pessoa se assume como defensora dos direitos humanos, ela deve fazer algo mais sério”, afirmou, na quinta-feira (9), um líder local da organização Gay Russia Iouri Gavrikov.
 
O mesmo representante acusou Madonna de “hipocrisia”, uma vez que a cantora optou por atuar na Rússia e em especial em São Petersburgo, cidade que adotou em fevereiro passado uma lei “homofóbica”.
 

Mas gente, o que esses ativistas querem? Que Madonna não faça show em um lugar, só porque ele aprovou uma lei homofóbica? Se ela tivesse feito o show calada, sem se manifestar a favor dos direitos dos gays, tudo bem, essas bichas teriam razão, mas não foi o que aconteceu! Uó esses povo, hein!


Na Rússia, a homossexualidade foi considerada crime até 1993 e uma doença mental até 1999.


Cresce número de brasileiros gays no exterior que pedem asilo alegando homofobia Resposta

Os pedidos de asilo político feitos por brasileiros gays que vivem no exterior passaram de três, em todo o ano de 2011, para 25 apenas nos três primeiros meses deste ano. A informação é da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais), que afirma ter remetido os casos à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. 

De acordo com o presidente da entidade, Toni Reis, os pedidos se referem a tentativas de asilo principalmente em países como Estados Unidos e Canadá, e ganharam força após notícias de violência contra homossexuais em cidades brasileiras como São Paulo –onde diversos casos foram notícia, ano passado, sobretudo com a avenida Paulista de palco das agressões.
Segundo Reis, apesar de remeter à SDH os casos que chegam, a própria associação ainda não assumiu um posicionamento formal sobre esses pedidos. O motivo, diz ele, é a possibilidade de que parte dos autores desses pedidos se valham de casos recentes de violências contra homossexuais no Brasil como escudo a tentativas de asilo político tentados, mas não obtidos.
“Temos cartas de pessoas dizendo que não dá pra viver no Brasil, e sempre com a alegação de homofobia no nosso país. Antigamente endossávamos esses pedidos com um relatório de assassinatos de homossexuais –foram 3.500 ao longo de 20 anos–, além do fundamentalismo religioso de um Bolsonaro da vida”, disse Reis, referindo-se ao deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que provocou a ira dos defensores dos direitos LGBT, ano passado, com declarações polêmicas e consideradas ofensivas. 
Para o militante, no entanto, o aumento de pedidos de asilo omite a adoção de políticas públicas específicas ao público LGBT, por exemplo, e a conquista de direitos civis, por meio do poder Judiciário, como a união estável garantida ano passado pelo STF (Supremo Tribunal Federal). 
“Sabemos que algumas pessoas usam a questão da homofobia para tentar mesmo o asilo político. E não somos um Irã. Mas também é fato que os homofóbicos estão ‘saindo do armário’, o que torna um absurdo a homofobia ainda não ter sido criminalizada”, defende Reis. “Acho que ainda dá para viver aqui; se piorar, aí a gente vai mesmo ter que sair do país”, completou.
Não criminalização da homofobia
Para a presidente da Comissão Especial da Diversidade Sexual do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Maria Berenice Dias, os pedidos de asilo não são uma novidade –mas o aumento deles, sim.
A advogada –uma das pioneiras, no Brasil, em direito homoafetivo– considera, a exemplo do presidente da ABGLT, que a não criminalização da homofobia é a raiz de iniciativas como essa por parte de brasileiros residentes fora. “A homofobia pais é uma realidade social, e a ausência de uma legislação que a criminalize, por si só, já justifica esses pedidos de asilo”, definiu.
Na opinião da especialista, o avanço das tentativas de asilo não se revela medida extrema, mas, sim, “necessária”. “É medida necessária à medida em que se tem um número muito significativo de violência sem qualquer tipo de repressão. E acho até bom que esses asilos sejam concedidos, pois acabam até expondo o Brasil a um constrangimento –porque o Judiciário avança em termos de reconhecimento de direitos civis, mas na criminalização está difícil de avançar”, constatou a presidente da comissão.
Direitos Humanos
Procurada, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República informou, por meio de nota, que “tem trabalhado para enfrentar a violência homofóbica no Brasil de forma preventiva e repressiva”, seja por meio de campanhas institucionais ou em parcerias com veículos de comunicação, ou por meio de termos de cooperação com as secretarias estaduais de Segurança Pública.
A nota diz ainda que o governo brasileiro “cumpre com as recomendações das Nações Unidas e está realizando o levantamento dos dados de homofobia no Brasil” e ressalta que o cidadão pode denunciar casos pelo telefone 100, 24 horas por dia, anonimamente. Esses dados, continua a SDH, “demonstram que o Brasil desenvolve políticas públicas para que a população LGBT não seja obrigada a sair do país devido a sua orientação sexual”.
Não foram informados, contudo, quais encaminhamentos foram dados a pedidos de asilo que a ONG ABGLT afirma ter repassado à SDH.
*Com informações do site UOL.

Militantes criam abaixo assinado contra a decisão de ter Cláudia Leitte como madrinha da Parada Gay de Salvador Resposta

Cláudia Leitte. (Reprodução)

Assim que o Grupo gay da Bahia (GGB) anunciou que Cláudia Leitte seria a madrinha da Parada do Orgulho Gay de Salvador, milhares de críticas vindo de diversas partes do país começaram a tomar proporção, inclusive na página de Luiz Mott, fundador do GGB.


Em um post em seu perfil no Facebook, Mott tentou explicar a escolha de Cláudia Leitte com algo do tipo ¨ela errou, e devemos perdoá-la. O mais importante é termos alguém como ela para divulgar nossa parada¨. Eu, entre muitos outros, fui um dos que não concordei com a escolha.

Agora, militantes criaram um abaixo-assinado online onde ativistas e simpatizantes da causa pretendem fazer com que a organização do evento para repensar a idéia. O motivo da contrariedade dos militantes, seria uma declaração que Cláudia deu no passado, quando perguntada o que faria se tivesse um filho gay, a qual ela respondeu que isso não iria acontecer pois o filho deles seria muito macho, e que só tem homem na família. Como se os gays não fossem homens. Enfim. Mesmo depois de Cláudia ter tentado se redimir em seu blog pessoal, sua desculpa só serviu para reinterar que ela não tem nenhum envolvimento com a causa LGBT.

Mesmo depois da infeliz declaração, Cláudia tentou se redimir, pedindo desculpas em seu blog pessoal, mas os militantes não esquecem. Quer dizer, nem todos.

A pergunta que eu faço é: Como o grupo Gay da Bahia, junto com seu presidente, convida uma pessoa que fez tal declaração e deixou a grande maioria dos gays revoltados, para ser a madrinha da Parada Gay? Eu não gostaria de ter a cantora como representante ou como madrinha de nada.

No documento online, é explicado os motivos da rejeição à escolha de Cláudia: ¨Neste ato, nós militantes em defesa da plena cidadania e igualdade de direitos LGBTs, envolvidos na luta pelo combate a homofobia e a transfobia, solicitamos ao prof. dr. Luiz Mott e demais representantes do GGB (Grupo Gay da Bahia), pessoas com admirável histórico de luta, de reconhecido esforço e incansáveis na defesa dos direitos humanos dos homossexuais no Brasil, que repensem a escolha da cantora Cláudia Leitte para ser a madrinha da 11ª Parada LGBT da Bahia”.

Para ler a íntegra do documento e/ou assinar o abaixo assinado, basta clicar AQUI.

E você, o que acha? Assista ao vídeo polêmico com as declarações do marido e de Cláudia:

Igreja Universal é processada depois de vídeo de ¨exorcismo¨ e ¨cura gay¨ ir ao ar 2

Bispo Edir Macedo em cena de suposto exorcismo
e ¨cura¨ de jovem homossexual (Reprodução)
A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), entrou com um pedido de investigação no Ministério Público de São Paulo contra a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), depois que um programa exibido em um canal da igreja na internet exibiu um vídeo em que apareceia um jovem sendo supostamente exorcisado e ¨curado¨ de sua homossexualidade.


De acordo com a associação, as imagens exibidas seriam uma prova de charlatanismo, já que desde 1990 a homossexualidade não é tratada como uma doença pela Organização Mundial de Saúde, e por isso, não pode ser algo que tenha algum tipo de cura.


Nas imagens, o bispo Edir Macedo, líder da IURD, junto com o pastor Clodomir Santos, fazem uma sessão de ¨exorcismo¨, com um jovem supostamente homossexuai. Durante a sessão, os pastores gritam, algo bem comum nos cultos de igrejas como a IURD e falam que todas as enfermidades, inclusive a AIDS, se houver, serão queimadas pelo Espírito Santo.

No vídeo também podemos ver o pastor Clodomir Santos conversando com o ¨demônio¨ e chegando à conclusão de que o jovem teria sido vítima de um ¨trabalho de macumba¨, feito por um vizinho. Depois disso, cenas de circo tomam conta do vídeo, que mostra o rapaz se contorcendo, mudando a voz e gritando. Depois de toda essa cena, o jovem parece acordar e se diz outra pessoa, sentindo-se ¨curado¨.

O bispo Edir Macedo ainda solta algo do tipo: ¨Agora você está até falando grosso.¨ Assista ao vídeo do ¨exorcismo¨:

Mais uma: Juíza se recusa a casar casal hétero até que o casamento gay seja legalizado 1

Tonya Parker, juíza homossexual se recusa a casar heterossexuais
até que o casamento seja igual para todos os cidadãos
Dias depois de um cabeleireiro se recusar a cortar o cabelo de uma governadora do Novo México, nos EUA, um novo caso ganhou noticias sobre profissionais que se recusam atender pessoas em defesa de seus direitos.

Agora é a vez de Tonya Parker, uma juíza do Texas e lésbica assumida, se recusou a realizar os casamentos de casais heterossexuais no estado. Ela explicou suas razões esta semana durante uma reunião com democratas em Dallas, e disse:
– Eu não vou realizar esses casamentos porque isso não é uma aplicação igual da lei. Ponto.
Ela também explicou que por ela estar recusando realizar os casamentos, ela está passando os casos para outros juízes:
– Eu faço isso como uma oportunidade de dar aos casais uma lição sobre a igualdade no casamento no Texas porque eu sinto que eu tenho que falar para eles o porque eu estou me negando a realizar as cerimônias. Então, eu geralmente digo a eles algo como ¨Me desculpe. Eu não realizo cerimônias de casamento porque nós estamos em um estado que não tem igualdade no casamento, e até que isso aconteça, eu não vou aplicar a lei parcialmente para um grupo de pessoas que não posso aplicar para outro grupo de pessoas¨. É meio paradoxal para mim realizar cerimônias que eu não posso ter para mim mesma, então eu não vou fazer.
Parker é a primeira lésbica afro-americana eleita oficial no Texas, onde o casamento entre pessoas do mesmo sexo é ilegal.
Essa moda está pegando…

¨Se ele dá ou se ele come, isso não me interessa saber¨, diz Cristina Mortágua sobre a declaração de Edmundo. 1

Cristina Mortágua (Foto: Reprodução)
De acordo com a coluna de Leo Dias no jornal carioca O Dia, Cristina Mortágua, ex-mulher do jogador Edmundo, teria comentado sobre as declarações que ele deu no carnaval carioca, de que já fez sexo com outros homens: 

¨Nada mais me surpreende nessa vida. Muito menos isso. Se ele dá ou se ele come, isso nem me interessa saber¨, disse. 
O casal tem um filho gay, Alexandre Mortágua, e quando o jovem ligou para a mãe para saber da história, Cristina foi categórica: 
– Ah, meu filho, por favor, não me comprometa. 
A coluna cita ainda uma entrevista que a modelo Núbia Ólliver deu para a revista Sexy, onde confidenciou que já fez sexo à três com Edmundo e Eri Johnson, e que ela tem tara por bunda masculina. Segundo Núbia, ela já ¨comeu¨ 90% dos homens que passaram pela sua mão.. 
É babado!!!

Cabeleireiro se recusa a atender governadora que é contra os direitos dos homossexuais 1

O cabeleireiro Antonio Darden se recusa a atender a governadora do Novo México.
Tem sido um movimento que já dura um tempo (embora raramente aplicado) entre pessoas LGBT, especialmente os homens gays que trabalham nas áreas de serviço criativo: se você discriminar a comunidade gay, alguns se recusam a atender, planejar ou decorar o seu casamento, fazer seus vestidos, ou deixar as mulheres mais bonitas para algum evento. 

Agora, um cabeleireiro gay não brincou em serviço e levou a sério essa questão. 
Antonio Darden foi o responsável por preparar o cabelo da governadora do Nova México, nos Estados Unidos, Susana Martinez, em três diferentes ocasiões. Martinez é uma republicana que teve o apoio de Sarah Palin no ano passado e, embora defenda que a Constituição dos Estados Unidos precisa de uma emenda que proíba o casamento entre pessoas do mesmo sexo, ela ainda gosta de ter os ¨cidadãos de segunda classe¨, como alguns gays se entitulam perante uma constituição que não é igualitária para todos, cortando seu cabelo. Então, quando a equipe da governadora ligou para agendar uma quarta visita ao salão de Antonio, ele não aceitou: 
– Não tem muito tempo que os assessores da governadora ligaram querendo marcar uma nova visita ao meu salão. Por causa de suas posições e seus pontos de vista sobre o casamento gay eu disse a seus assessores que não a atenderia. Ligaram no dia seguinte, perguntando se eu tinha mudado de idéia sobre a visita da governadora e eu disse não novamente. 
Darden, que vive junto com seu parceiro há 15 anos, completa: 
– Eu acho que é apenas uma questão de igualdade, dignidade para todos. Acho que todo mundo deve ter o direito de ficar junto com quem ama.

¨Povo não aguenta mais viado em novela¨, diz autor Aguinaldo Silva Resposta

(Foto: Reprodução)
Mais uma vez o polêmico autor da Rede Globo, Aguinaldo Silva, deu declarações que colocam o gay brasileiro como ¨chato¨, diz que as organizações ativistas só existem para tirar dinheiro do povo e diz que não haverá beijo gay na sua próxima novela ¨Fina Estampa¨, que estréia esse mês. 

A entrevista foi para a revista Veja e Aguinaldo não economizou nas palavras para atacar a comunidade LGBT, as organizações de ativismo gay, e outros nomes conhecidos. Perguntado sobre o que afasta o público das novelas, Aguinaldo respondeu: 

– O povo não aguenta mais viado em novela. Chega! Tem muito. Tem novela que tem seis viados. As pessoas não aguentam mais isso. E geralmente os gays são todos iguais. São cópias dos héteros, querem casar, ter romance, engravidar e parir um filho nove meses depois. São gays chatos. 

A forma impressionante como ele trata os gays é o que impressiona. Imaginem como não se sentiria ao ser chamado de ¨bicha velha paraíba¨, ou ¨cabeça chata¨, formas pejorativas e preconceituosas de se referir a um homossexual que tenha nascido no nordeste do país. 

Ele diz também que vilões desenfreados também cansam o público, pois fazem maldades sem nenhuma justificativa, e citou o exemplo da personagem de ¨Senhora do Destino¨, Nazareth Tedesco, vivida pela atriz Renata Sorra, que era uma vilã ¨engraçadíssima porque tudo o que ela fazia dava errado¨. 

Quando Aguinaldo Silva foi perguntado se teria algum personagem gay em ¨Fina Estampa¨, ele foi categórico: 

– Tem um só, que é o Crodoaldo Valério, que quem está fazendo é o Marcelo Serrado. Eu fiz questão que fosse um ator hétero porque eu acho que ele vai me surpreender. Antes da novela estrear, já tem gay entrando no meu portal e escrevendo que não viu e não gostou porque eu criei um homossexual estereotipado. Como eu falei antes, acho ridículo tratar o gay como um personagem padrão. Eles tem seus códigos, seu universo. São pessoas diferentes. A graça desse personagem é que ele tem uma paixão devastadora pela Teresa Cristina (Cristiane Torloni), que o trata miseravelmente mal. Alguns gays têm essa mania de venerar as mulheres que o maltratam. Eu queria mostrar esse tipo de gay. As pessoas vão odiá-lo porque vai fazer mil maldades em nome dela, porque ele adora aquela mulher que é um horror, ela é péssima. 

E continuou, falando sobre o beijo gay nas novelas: 

– Eu estou começando a ficar irritado com essa coisa do beijo gay. Acho que tem uma torcida para que não aconteça, para que o assunto continue durando, mas as pessoas não aguentam esse assunto e se depender de mim ele acabou. A novidade é essa: não vai ter beijo gay em Fina Estampa, pode escrever. Não tem lugar no mundo em que os gays sejam mais ousados do que no Brasil. Aqui os gays não respeitam as fronteiras. Eles chegam no hétero e cantam mesmo, e se colar, colou. Porém, existe essa hipocrisia de você não poder mostrar um beijo gay na televisão. Por debaixo do pano vale tudo, mas publicamente é essa coisa hipócrita. A sociedade brasileira é assim e a tevê não quer correr o risco de perder o público. 

Concordo com a última frase de Aguinaldo, a sociedade brasileira é hipócrita! E também são os autores de novelas e emissoras de TV. Dizer que os gays do Brasil são ousados, é verdade. Os gays brasileitos têm que cobrar sim, mostrar que estão ali, porque nunca são respeitados! Gay no Brasil não tem vez, a não ser que seja um profissional bem sucedido e tenha certo destaque na sociedade. É por isso que o gay no Brasil tem mesmo que lutar pelos direitos e os grupos ativistas têm que buscar cada vez mais colocar o gay em evidência, porque nesse país, a população ignorante só aprende depois de muito ver e saber a verdadeira realidade do gay, pois como a maioria da população é analfabeta e burra, os meios de comunicação deveria ter um papel maior na educação do pensamento do povo ao invés de somente fazer com que as pessoas fiquem mais dementes. 

Aguinaldo Silva também deu a sua opinião a respeito das críticas que a Rede Globo recebeu por querer interferir na obra de Gilberto Braga e acabar com o romance dos personagens Eduardo e Hugo em ¨Insensato Coração¨: 

– Tem um grupo gay da Bahia que diz que eu sou o inimigo número um dos homossexuais. Dizem que nas minhas novelas os homossexuais são estereotipados. Essas entidades são todas um saco, todas elas tem interesses econômicos, vivem à custa do governo ou daquelas empresas alemãs que por má consciência financiam qualquer coisa. Claro que existem negros bandidos como existem brancos bandidos. A cor dos personagens não devia importar para essas entidades. Eles deviam combater as diferenças, mas para eles interessa grifar as diferenças. Se você bota hoje em dia uma bandida disfarçada de enfermeira, trinta sindicatos de enfermagem espalhados pelo Brasil te processam. Aí você tem que se preocupar com a audiência em Rondônia, em Tocantins… E não dá, porque você ainda tem uma novela para escrever. 

Esses grupos, Aguinaldo, servem para tentar diminuir um pouco o preconceito no país, para impedir que somente um lado da sociedade seja mostrado. Talvez você como um gay bem sucedido que vive na Europa e não precisa de salário mínimo para sobreviver, não precisa se envolver com isso. Mas existe uma outra parte, Aguinaldo, que precisa de atenção e ter suas vidas contadas e mostradas sim, pessoas que levam tiro em paradas do orgulho LGBT, que são espancadas em portas de boates, que são assassinadas por serem homossexuais, que diferente de você, não vivem dentro de casa escrevendo, pois precisam ir à luta para conseguir sobreviver nesse país selvagem que é o Brasil. 

Aquele velho ditado, enquanto não acontece comigo, que se foda o resto!

Padre pede que igreja examine seu ânus para provar que ele não é homossexual Resposta

O seminarista sendo abraçado pelo padre: Suspeita.

Um padre espanhol, separado de sua paróquia católica depois de imagens questionáveis dele vieram àtona, está indo ao extremos para provar que ele não é homossexual, afim de salvar sua posição dentro da igreja.
Andreas Garcia Torres, 46, era um padre em uma cidade próxima ao sul de Madrid, chamada Fuenlabrada. Em uma tentativa extravagante paraprovar que ele não é gay, Torres disse:

– Eu disse a eles (da diocese) para medirem o meu ânus e verem se ele está dilatado.

Parece uma comédia, mas não é!
A foto em questão é de Torres comum seminarista cubano de 28 anos de idade. Ambos os homens sãovistos sem camisa com o braço de Torres em torno do aluno. Torres tem uma explicação para a imagem:

-Eu tenho uma amizade normal com este menino. Não há nada. Este foi o único dia que eu estive com ele. E tiramos uma foto de nós mesmos, sem camisas, foi assim que tudo isso começou.

A diocese tem ido a extremos em suas investigações e exigiu que Torres faça exames de HIV e passe por tratamento psiquiátrico.

O casamento do mesmo sexo foilegalizado na Espanha em julho de 2005, tornando-se o terceiro paísdo mundo a realizar a união entre homossexuais. AIgreja Católica se opôs à ratificação da presente lei, e naquele tempo, as manifestações a favor e contra o casamento homossexual atraiu milhares de espanhóis de todo o país.

Escrivã religiosa de Nova York se demite para não realizar casamento entre pessoas do mesmo sexo Resposta

Laura Fotusky: ¨Tive que escolher
entre meu trabalho e meu Deus¨
Uma escrivã do interior de Nova York se demitiu do seu posto ao invés de conceder licenças de casamento para casais do mesmo sexo. Laura Fotusky, secretária da cidade de Barker, disse em entrevista que ¨teve que escolher entre o seu trabalho e seu Deus.¨

Fotusky, uma mulher de 56 anos, é uma republicana que foi eleita duas vezes na cidade que fica a 10 quilôemtros de Binghamton, com uma população de cerca de 2.700 pessoas. 

Ela postou a sua carta de demissão no site do ¨New Yorkers for Constitutional Freedoms¨ , um grupo que se auto define como ¨responsável por influenciar a legislação e legisladores para o Senhor Jesus Cristo.¨

A renúncia de Fotusky será oficializada no dia 21 de julho, três dias antes do casamento gay legal entrar em vigor em Nova York. Ela disse que ainda não tem planos depois que deixar seu escritório, que pagou cerca de 24 mil dólares pelo ano passado: 

– Eu não sei o que vai acontecer a seguir. Eu só sabia que eu precisava obedecer a Deus.

Ela não será a primeira a agir dessa maneira. No mês passado, Barbara MacEwen, secretária municipal de Volney, em Nova York, disse que ela estava determinada a não conceder qualquer licença de casamento gay. 

Em sua carta de demissão, Fotusky citou a Bíblia e disse que ¨A Bíblia ensina claramente que Deus criou o casamento entre homem e mulher como um dom divino que preserva as famílias e culturas. Desde que eu o amo e sigo, não posso colocar minha assinatura em algo que é contra Deus.¨

Chris Brown é alvo de críticas após fazer novos comentários homofóbicos Resposta

Chris Brown 
Membros ativistas do ¨Human Rights Campaign¨, associação de defesa de gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros dos Estados Unidos, fez uma crítica ao cantor americano Chris Brown depois que ele, mais uma vez, fez comentários que colocam os gays em posição negativa. O grupo considera que as palavras de Chris foram homofóbicas.

Tudo aconteceu depois que cinegrafistas de um estacionamento alertaram aos policias que o carro do cantor estava estacionado em local indevido. Em resposta, Chris disse ¨Vocês são todos uns fracos. Ligaram para a polícia para tentarem me filmar? Vocês são todos uns gays!¨

Um dos ativistas disse que Chris Brown ¨é irresponsável e negligente ao usar a palavra gay relacionada a ações negativas, e que invocar palavras para humilhar os gays americanos é simplesmente inaceitável¨.

Em dezembro do ano passado, Chris Brown foi criticado depois que chamou um ex-integrante do grupo B2K de ¨homo¨, como forma depreciativa.

Gay americano inicia campanha de boicote aos casamentos heterossexuais. Confira: Resposta

Será que os gays devem dar suporte e comparecer em atividades que, de alguma forma, não fazem parte de suas realidades? Um escritor dos Estados Unidos, Rich Benjamin, acha que não, e está lançando uma campanha na internet para que os gays se juntem à ele e boicotem todos os casamentos heterossexuais a que sejam convidados.

Em um artigo para o New York Times, ele explica o motivo de tomar esta atitude. Confira:
¨ Como é absurdo celebrar uma instituição da qual eu estou proibido na maioria deste país. Isso me intriga, verdade seja dita, que vários convites de casamento sejam enviados para mim. Será que algum vegetariano vai comer porco assado no verão? Será que os evangélicos devotos vão trocar de partido? Os imigrantes indocumentados vão participar dos comícios de Minuteman (projeto contra imigração ilegal dos Estados Unidos)? Senhoras e senhores deputados heterossexuais, por favor: não me mandem convites de casamento, pois eles vão direto para o lixo. Eu não vou a nenhum casamento heterossexual. Não é ativismo, mas senso comum. Por que eu deveria subsidiar financeiramente e emocionalmente e investir em um ritual que me exclui? Apelo aos homossexuais a entrarem no meu boicote dos casamentos héteros neste verão, independente do local onde seus entes queridos heterossexuais estão. Sim, o nosso boicote pode ferir alguns sentimentos. Mas, novamente, a nossa incapacidade de participar desta instituição é dolososa e também causa hematomas… Eu não posso pedir aos meus amigos para cancelarem os seus casamentos, mas eu espero que, pelo menos, entendam o porque eu não vou assistir. Os amigos e familiares heterossexuais precisam aceitar que seus convites são um dano colateral das leis de exclusão do casamento. Eles devem sentir as consequências desta discriminação tão quanto nós sentimos.¨
Será que os gays devem seguir o conselho de Benjamin e parar de ir aos casamentos heterossexuais? O que você acha?

Jornalista tira Agnaldo Timóteo do armário. Veja o vídeo: Resposta

Agnaldo Timóteo (Foto:Reprodução)

Foi engraçado, quem viu ficou em choque na hora. No programa da última quinta-feira (19/05), o Superpop, apresentado por Luciana Gimenez na Rede TV!, levou para o palco uma discussão sobre a criminalização da homofobia e união civil gay.


Entre os convidados estavam a travesti que ficou famosa na web, Luisa Marilac, o jornalista gay Felipe Campos, a ex-bbb Angélica Morango, o deputado federal homofóbico e racista Jair Bolsonaro, o cantor Agnaldo Timóteo e um pastor evangélico e ex-gay (?).

Durante a conversa, Felipe disse que ele e Agnaldo Timóteo eram assumidamente homossexual. Neste momento, Agnaldo tentou se defender, dizendo que não. Felipe continuou: 

– Ai, desculpa, falei! Eu não sabia que você não era assumido!

O clima ficou tenso e engraçado. Confira o vídeo:

Ei, Marta! Decida-se… Resposta

A senadora Marta Suplicy (PT-SP), uma das responsáveis pelos avanços da luta dos direitos dos LGBTs, está agora com uma idéia de criar uma emenda no texto do projeto de lei 122, que criminaliza a homofobia, e permitir que padres e pastores possam criticar os homossexuais com base na religião, está causando mau estar, inclusive entre os grupos religiosos.

Eu até posso entender o fato de que ela está fazendo isso para avançar com o projeto e que ele seja votado de uma vez por todas, criminalizando a homofobia no Brasil. Só que ela precisa tomar uma decisão e uma posição única em relação a este projeto. Jamais ela pode colocar que pessoas possam agir com preconceito e discriminação com a defesa da religião, porque assim, qualquer um que agir com preconceito vai se defender dizendo que só o fez por conta da religião.
Marta já está pensando duas vezes se modifica mesmo o projeto ou deixa ele como está, admitindo que pode ser que retire essa proposta para evitar que essa concessão seja considerada inconstitucional. Mas acreditem vocês que os grupos religiosos não estão satisfeitos com essa mudança porque não querem limitar suas idéias apenas dentro dos seus templos. Eles querem ter o direito de se expressar contra os homossexuais na mídia (televisiva, rádios e escrita), além de palestras, entrevistas e em qualquer lugar fora de suas igrejas.
Bom, já podemos ver o que acontece caso essa mudança seja feita. Mesmo sendo aprovada a lei contra a homofobia, nada vai adiantar, será uma lei tosca e sem foco, pois da mesma forma que proíbe, libera. 
Uma outra questão levantada é que no projeto, que também penaliza quem pratica o preconceito contra raça, cor, etnia, religião ou estrangeiros, a senadora não estipulou se esta mudança seria aplicada também para comentários a respeito dos judeus, negros e mulheres. Ela deixa claro que, mesmo ¨liberando¨ os religiosos de criticarem os homossexuais com base em suas crenças, se as críticas forem muito excessivas, estas ¨entidades¨ responderão por esse crime. Resta saber até que ponto pode-se dizer que as críticas e o preconceito contra os homossexuais são excessivos ou ¨direito¨ de pensamento. 
Vai ser uma confusão. Espero que Marta se decida e continue lutando pelo único objetivo que nos une: a igualdade e o respeito! Em time que está ganhando, não se mexe…

Associação de PMs e Bombeiros inicia polêmica contra presença de oficiais na parada gay do RJ Resposta

Lançamento da campanha Rio Sem Homofobia.
(Foto: Custódio Coimbra/Agência O Globo)
Parece uma piada, mas não é. Quando começamos a achar que as coisas estão entrando no ritmo, aparece alguém para descarrilhar todo um trabalho. Primeiro, gostaria de parabenizar o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral pelas magníficas posições e atitudes que vem tomando em defesa da comunidade LGBT.

Em lançamento da campanha Rio Sem Homofobia, Cabral assinou um documento com metas para acabar como a homofobia até 2014. Entre as ações estão a criação de 14 centros de referência e promoção da cidadania LGBT, a capacitação dos profissionais de saúde para lidar com as especificidades de travestis e transexuais, a garantia a travestis e transexuais de uso de vestimentas e corte de cabelo femininos no sistema penitenciário, a garantia de acesso a tratamento hormonoterapêutico nas prisões, entre outros.

Sérgio Cabral disse no evento, que libera policiais e bombeiros homossexuais para participarem da parada gay do Rio, coisa que já acontece no mundo afora, inclusive de oficiais heterossexuais, que participam da parada para mostrarem que apóiam a diversidade e defendem os cidadãos de forma única e igualitária.
Mas eis que surge Miguel Cordeiro, presidente da Associação de Ativos, Inativos e Pensionistas das Polícias e Bombeiros, e diz que vai entrar na justiça afim de impedir a decisão do governador em relação aos policiais e bombeiros de participarem da parada gay.
Ele alega que tal atitude não é preconceito, e sim uma ¨questão de segurança¨, e diz ainda que acha estranho o governador liberar o carro oficial, ¨gastando gasolina do estado para participarem de algo de caráter particular¨.
Oras, mas não seriam os gays também parte do estado? Não seria de interesse do estado mostrar à população que as polícias e bombeiros estão do lado de toda a população e que se houver homofobia, o cidadão tem que ir para a cadeia? Miguel Cordeiro completa:
– Além disso, se você usar a viatura para ir a um evento, deixará desguarnecidas áreas que precisam de segurança. Se o policial for fardado, isso significa que irá armado. Quem usa fuzil, por exemplo, vai deixar na viatura ou levar para a passeata?
Alguns bombeiros que fazem manifestações por aumento do salário também criticaram o governador:
– Estão querendo ridicularizar o nosso movimento. O governador quer dar mais atenção ao movimento dos homossexuais do que para os funcionários públicos – disse o cabo do corpo de bombeiros, Antônio de SOuza Isamel.
Convidar o corpo de bombeiros a participar de uma passeata a favor da igualdade, contra a violência, é ridicularizar a organização?
O governador fez bonito e mostrou estar do lado da comunidade LGBT:
– Na área da segurança pública, você vê (nas passeatas fora do Brasil) os policiais civis gays, as policiais e os policiais militares gays, os membros do Corpo de Bombeiros gays, os carros da polícia e os gays, todos andando juntos na passeata. Da minha parte está todo mundo liberado para a passeata em Copacabana. Não tem problema. Vamos botar carro do Corpo de Bombeiro, carro da polícia, vai a Martha Rocha… Em Nova York é assim. As pessoas ficam chocadas como se fosse uma coisa. Os americanos fazem, os franceses, porque o amor não deve ser razão de nenhum tipo de discriminação. O amor é a felicidade.

Propaganda com casal gay choca governo italiano Resposta

Propaganda de empresa sueca causa polêmica
Uma propaganda de uma multinacional sueca em que um casal de homens aparece de mãos dadas com a frase ¨estamos abertos a todas as famílias¨, causou desconforto no Governo italiano, que achou o anúncio uma ofensa à Constituição. 

O sub-secretário para a família, Carlo Giovanardi, disse que a propaganda ¨contrasta frontalmente com a Constituição, e que é ofensiva e de mau gosto.¨ 
Ele afirma que a empresa, que comercializa produtos de decoração, pode direcionar seus produtos a qualquer tipo de família ou casal, mas a Constituição italiana considera que família é uma sociedade natural baseada no casamento entre um homem e uma mulher. Giovanardi teme que a multinacional utilize a publicidade na abertura de novas lojas na Itália. 
É claro que oponentes do governo atual não mediram esforços para criticar tal opinião dada pelo subsecretário, que é acusado de ser um falso moralista e defender a família do ¨oba-oba¨,em referência às festas com jovens organizadas pelo primeiro-ministro, Silvio Berlusconi.

Aplicativo do iPhone que promete a ¨cura¨ dos homossexuais foi aprovado pela Apple 1

Aplicativo do iPhone promete a cura da homossexualidade
Um grupo anti-homossexuais está comemorando o fato de a empresa Apple ter aprovado um aplicativo chamado ¨Gay Cure¨ (cura gay, em tradução livre) na loja virtual iTunes, e ainda classificado o conteúdo permitido para idades a partir de 4 anos. 

O aplicativo da empresa Exodus International é descrito no iTunes como o fornecimento de ¨acesso a notícias atuais, informações e recursos da empresa¨. O que parece algo super inofensivo, muda de figura quando as pessoas descobrem que a tal organização é um pouco mais do que um grupo de culto que discute as ¨sexualidades não desejadas¨. Eles alegam que são capazes de usar uma ¨terapia reparadora¨ para livrar os homossexuais de seus desejos.

Além do fato de que o ex-presidente da Exodus Internacional, John Paulk, teria sido fotografado uma vez em uma área gay de Washington DC, nos Estaods Unidos, e que as intenções do grupo são visivelmente ofensivas, o aplicativo arrumou uma forma de levar o dinheiro dos seus seguidores através de uma maneira que as pessoas têm para fazerem doações à causa, além da página no facebook. 
Mesmo que, inacreditavelmente, o aplicativo recebeu uma recomendação para idades acima de 4 anos, o retorno dos usuários não é tão favorável assim. Críticas contra o ¨Gay Cure¨ surgiram das mais diversas opiniões. Um revisor disse que ¨esta é uma iniciativa baseada no ódio da direita religiosa fanática que pretende fazer uma lavagem cerebral e emocional e destruir as pessoas gays e lésbicas coagindo-as a odiarem a si mesmos com base em sua orientação sexual natural … Estou indignado e decepcionado que a Apple permitiu este grupo de ódio para operar no iPhone¨. 
A empresa Exodus teve alguns escândalos ligados à sua controversa organização, incluindo alegações de abuso, seqüestro, e mandatos de execução conta os homossexuais (o que eles negam). .

Primeiro filme com personagens principais gays causa polêmica na Malásia Resposta

Filme com personagens gays
causa polêmica na Malásia
Um rapaz encontra um outro e se apaixona por ele. Então, ele decide fazer uma cirurgia de mudança de sexo em uma tentativa equivocada de agradar ao seu amante. Depois, ele se arrepende de sua decisão, volta para cidade natal e se apaixona por uma garota. 

A história de ¨ … Dalam botol¨ (… Dentro da garrafa, em tradução livre), o primeiro longa metragem da Malásia com protagonistas homossexuais, está causando polêmica no país de maioria muçulmana, onde a ¨sodomia¨ é ilegal e representações da homossexualidade na cultura pop são tabu. 
O filme estréia na próxima quinta (24/03), mas já provocou a ira de organizações religiosas. O líder juvenil do partido conservador Pan-Malaysian disse que o filme é ¨uma tentativa chocante para promover a cultura gay.¨ 
Os censores do país aconselharam o produtor do filme, o romancista da Malásia Raja Azmi Raja Sulaiman, para cortar uma cena de nudez e tirar a palavra Anu (pênis) do iníco do título. Para ele, está havendo um grande exagero: 
– Eu não entendo todo esse alarde que estão fazendo. Esta é uma história de amor. O que estou fazendo não é errado. 
O filme será exibido em 52 cinemas de todo o país e custou cerca R$540 mil para ser feito, o que é considerado de baixo orçamento para os padrões da Malásia. A história é baseada na vida de um amigo de Raja, que se arrependeu depois de uma cirurgia para a mudança de sexo. Ele completa: 
– Se o meu filme tem uma mensagem, é a de que ninguém precisa mudar a si mesmo por amor. Meu amigo tem sofrido muito e eu não quero que outras pessoas sofram como ele.
Esta mensagem tem encontrado muitas controvérsias, inclusive entre alguns ativistas gays do país, que se juntaram às autoridades religiosas para criticarem o filme, mesmo que por razões distintas. Alguns desses ativistas alegam que, mesmo que o filme possa representar um progresso inovador com os personagens gays, também pode reforçar a cultura de estereótipos da Malásia, por ter um final triste em que o personagem principal se arrepende de ser gay e se apaixona por uma mulher, o que não necessariamente ajuda o problema da imagem dos gays no país. 
As regras de censura cinematográfica na Malásia exigem que personagens gays e transgêneros se arrependam de suas ações e aprendam com os seus ¨erros¨, e o filme teve que se adequar a isso para que conseguisse permissão de triagem. 
Um ativista transexual do país disse que o filme ¨não é o Brokeback Mountain da Malásia, e mostra pessoas gays deprimidas e confusas. A sociedade da Malásia está querendo nos envergonhar, mas querendo ou não, este é um país muçulmano e é difícil a sexualidade ser aberta por aqui¨. 
Casos de intolerância
Em dezembro do ano passado, um homem muçulmano gay, Azwan Ismail, disse que recebeu ameaças de morte depois de postar um vídeo no YouTube encorajando os gays da Malásia a serem mais confiantes. Um muçulmano de destaque chamou o vídeo de ¨insulto ao Islã¨. 
Em outubro de 2010, alguns líderes muçulmanos tentaram cancelar um show do cantor gay americano Adam Lambert. O show foi em frente, mas os ativistas protestaram do lado de fora. 
A lei anti-sodomia na Malásia prevê uma pena máxima de 20 anos de prisão. 
Esta semana uma rádio no país censurou a música de Lady Gaga ¨Born This Way¨ nas rádios, cortando os principais trechos que apóiam a homossexualidade.

Banca de jornal volta atrás e retira ¨proteção¨ da capa de revista com Elton John e família Resposta

Um supermercado de Arkansas, nos Estados Unidos, reverteu sua decisão de esconder uma capa de revista mostrando Elton John e seu parceiro do mesmo sexo, David Furnish, juntos com seu filho.


Na ¨proteção colocada por cima da capa real da revista, a frase ¨Escudo da Família. Para proteger os consumidores jovens da Harps (nome da loja). 

¨A rede de supermercados com sede em Arkansas permite que os gerentes, nas suas 65 lojas decidirem quando os clientes fazem alguma queixa, e às vezes, a medida é necessária, mas geralmente é para fotos que são “sexualmente provocante ou muito reveladoras,” disse Kim Eskew, presidente da empresa, que completa:

– Quando começamos a receber reclamações em nosso escritório corporativo, revisamos a revista em questão, retiramos o escudo e estamos vendendo a revista em todos os locais hoje sem qualquer cobertura. Nossa verdadeira intenção não é ofender ninguém nas nossas lojas e esse incidente aconteceu em apenas uma das nossas 65 agências, que, quando chegou ao nosso conhecimento, nós revertemos a situação.

A chefe de departamento da revista Us Weekly, que também escreveu a reportagem da capa em questão, disse que a edição com Elton John e sua família na capa vendeu muito. Segundo ela, muitas pessoas foram atraídas para ver a revista e têm sentido a emoção do casal da capa junto com seu filho, gerado por uma barriga de aluguel. 

Ela afirma também que não tem conhecimento de uma resposta negativa dos leitores da revista, muito pelo contrário, todos os comentários que tem recebido são positivos.

Comercial dos biscoitos ¨Doritos¨ com temática homossexual causa polêmica nos EUA Resposta

A empresa Frito-Lay, responsável pela fabricação dos biscoitos ¨Doritos¨ está considerando colocar dois comerciais com temática gay do produto durante a transmissão do Super Bowl XLV, a grande final do futebol americano, assistido por todos os ¨machões¨ dos EUA, mas a maioria das pessoas está achando que os novos anúncios são anti gays. 


A empresa publicou os anúncios no You Tube antes da transmití-los em um das noites mais assistidas da televisão no país. 

Os anunciantes normalmente orientam a sua mensagem para o sexo masculino, entre 18 e 34 anos, usando o sexo e as mulheres “sexys” para a venda de seus produtos, mas a empresa Frito-Lay tem planos de colocar no ar estes anúncios – com a homossexualidade usada como uma piada. 

A maioria dos comentários na internet tem sido negativa, com muitas mensagens chamando o anúncio de levemente homofóbico e reforçando estereótipos negativos.

Assista aos comerciais e dê a sua opinião: