Rio sem homofobia capacita policiais para apoio à comunidade LGBT Resposta

Desde junho de 2013, mais de 3,2 mil policiais do Estado do Rio estão aprendendo a acolher melhor a comunidade LGBT tanto nas delegacias quanto nas ruas. O programa estadual Rio Sem Homofobia vem tentando mudar o perfil de atendimento a este público na Jornada Formativa de Segurança Pública e Cidadania LGBT. No total, até o fim do ano, cerca de 8 mil policiais vão passar pelo curso, que está sendo ministrado em todas as Áreas Integradas de Segurança Pública (AISPs), pelo coordenador do programa, Claudio Nascimento, além da equipe dos quatro Centros de Cidadania LGBT no Rio.

Esta é a segunda edição da jornada, que já foi realizada entre 2009 e 2011, e formou mais de quatro mil policiais. De acordo com Nascimento, a iniciativa pioneira no estado, que visa garantir os direitos dos homossexuais, surgiu da necessidade de melhorar a formação dos servidores públicos.

– Trabalhamos os direitos e a cidadania, as práticas respeitosas e cidadãs de atendimento, além das principais demandas do público – afirmou Nascimento.

São realizados, em média, seis encontros mensais da Jornada, nos batalhões e delegacias de todo o estado. Até dezembro, ainda serão realizados cerca de 70 encontros. Na Academia Estadual de Polícia (Acadepol), serão nove encontros. O aluno da Diogo Sobral Cunha acredita que o curso serve para ampliar e reforçar o conhecimento que os aspirantes a policiais civis já recebem nas aulas de direitos humanos durante seis meses.

– A minha turma tem 48 alunos e isso é unanimidade. Todos acham que essas aulas são muito importantes para garantir os direitos da comunidade LGBT. Nós já aprendemos muito nas aulas de direitos humanos – disse o aluno.

Fonte: O Fluminense

Agredida na UnB, estudante diz que foi vítima de homofobia 3

unb

Uma estudante do 5º semestre de Agronomia da Universidade de Brasília (UnB) foi à polícia nesta segunda-feira (18/2) e afirmou ter sido vítima de agressão corporal motivada por homofobia.

A mãe da jovem, Sílvia Rodrigues, afirma que a filha, que prefere não ser identificada, andava em direção ao carro no estacionamento do ICC Sul, por volta das 17h desta segunda, quando foi derrubada por um homem, aparentemente com idade entre 18 e 22 anos. O agressor teria desferido socos e chutes contra a estudante enquanto gritava “lésbica nojenta”. Sílvia Rodrigues diz que, após algum tempo, a filha conseguiu empurrar o homem, que fugiu.

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De acordo com a família da estudante, ela precisou de atendimento médico e teve a perna esquerda e o braço direito enfaixados. À noite, ela registrou ocorrência na 2ª delegacia de polícia, na Asa Norte.

A mãe da jovem diz não saber o que fazer. “Estou indignada e revoltada. A que ponto chega a homofobia? Qual o limite de uma pessoa que faz isso?” Sílvia Rodrigues afirma que a filha está com medo de voltar às aulas na universidade. “Ela está com medo de sofrer uma agressão de novo, pois parece que a pessoa já a conhecia.”

Procurada pelo G1, a Polícia Civil disse que, por enquanto, não se pronunciará sobre o caso. A UnB afirmou que não foi comunicada oficialmente e que repudia qualquer tipo de ato homofóbico. A instituição também disse que ainda não foi procurada pela aluna, mas que vai dar todo suporte necessário à estudante.

Fonte: G1

Lésbicas são agredidas pela polícia e população em Paris e autoridades não fazem nada Resposta


Paris, princípios de agosto de 2012, um casal canadense composto por uma mulher transexual, Marie-Eve Baron e a sua companheira de origem francesa, Claire Giroudeau, foi selvagemente agredido na frente das suas duas filhas.
O casal que passeava calmamente de carro por uma rua da capital francesa de tarde foi abordado por dois homens numa outra viatura. Sabiam que eram canadenses e que Marie-Eve era uma mulher trans (um “homem que tinha retirado as bolas”, segundo eles) e que eram um casal.
No carro iam também dois cães, um pit bull e um rotweiller, aos quais foi aberta a janela do carro para que as atacassem ou intimidassem. Depois de as ameaçarem com violência decidiram passar das palavras aos atos.
Saíram do carro, retiraram-nas da sua viatura e atiraram Marie-Eve ao chão, pontapeando-a e tentando estrangulá-la com o colar que usava. Em seguida dirigiram-se a Claire e puxaram-na pelos cabelos, dando socos e pontapés dirigidos ao rosto. Claire ficou com hematomas num olho e no pescoço.
Pessoas que presenciaram os fatos, acontecidos frente às filhas que não saíram da viatura, não se mexeram para ajudar e, pior, diziam que as duas “deviam era regressar ao seus países”. Depois dos agressores terem fugido, a tarde foi passada no hospital, separadas.
Tratou-se de uma clara agressão transfóbica, homofóbica e xenófoba.
Foi feita queixa às autoridades locais que receberam a queixa com desinteresse, sendo que até ao momento não há notícia de qualquer diligência feita neste caso.
Liberté, egalité, fraternité. Vraiment? 

Jovem gay é morto a pauladas em Volta Redonda (RJ) 1

Jovem assassiando

O crime de homofobia aconteceu justamente no Dia do Orgulho Gay, mesmo dia em que a página do blog no Facebook foi invadida por evangélicos fanáticos.

O delegado da 93ª DP (Volta Redonda), Antônio Furtado, está investigando a morte de Lucas Ribeiro Pimentel, de 15 anos. A polícia já sabe que o latrocínio – roubo seguido de morte -, também teve motivações homofóbicas, uma vez que o crime foi praticado com requintes de crueldade.
O corpo do jovem foi encontrado na quinta-feira, justamente no Dia do Orgulho Gay, boiando no Rio Paraíba do Sul, próximo ao bairro Retiro, em Volta Redonda, no Sul Fluminense. O vice-presidente do Conselho Municipal da Juventude, Adeílson Paula de Oliveira, foi ao sepultamento do jovem nesta sexta-feira, no Cemitério Municipal de Volta Redonda.
– Antes de ser jogado no rio, o rapaz foi espancado a pauladas e empalado, além de ter os dois olhos furados. Eu o conhecia. Ele era gay assumido. Ele não fazia mal a ninguém e não era envolvido com drogas – disse Adeílson.
Segundo testemunhas, o rapaz estava com R$ 900, que foram roubados. Lucas foi visto pela última vez na noite de sábado em um show, na Ilha São João. Antes de desaparecer, ele chegou a informar a dois conhecidos que viajaria para o Rio após o evento. A família de Lucas chegou a registrar o desaparecimento dele na delegacia.
O rapaz morava no bairro Açude. Ele costumava a frequentar a casa da mãe, no bairro Voldac, também em Volta Redonda.

Jovens denunciam policial por crime de homofobia em Pernambuco Resposta


Agentes da polícia militar lotados no posto policial instalado no Cais de Santa Rita, no Recife, Pernambuco, estão sendo denunciados por crime de homofobia.


Neilton Lopes, de 20 anos, turista de Belo Horizonte e o namorado dele, Walace Fontenele, de 18 anoscontam que foram abordados com violência por um PMdo local.


Segundo Neilton, o policial teria batido com o cacetete em uma lata de lixo, exigindo que o casal parasse de se beijar. Em seguida, de acordo com o estudante, o PM teria começado a agredir o casal verbalmente. Uma amiga dos jovens teria se manifestado e o policial teria retirado as algemas, ameaçando prendê-la por desacato à autoridade.

“Eu vim de outro lugar onde não tem absurdos como este. Vi aqui no Recife pessoas iguais a mim e a gente acha que o policial é um profissional em quem a gente deve confiar, que está aqui pra proteger a gente e se depara com uma coisa dessas”, relata o estudante.

Testemunhas e fiscais do terminal de passageiros se dispuseram a ir até a Delegacia prestar queixa contra os PMs.

Fonte: Cena G

Pastor denuncia homofobia contra adolescente dentro de sua própria igreja na BA Resposta

O pai, Carlos André da Silva, acompanhado do pastor Sérgio Emílio, conversam com a delegada Carla Rodrigues antes de formalizar a denúncia

Uma denúncia de homofobia contra um adolescente de 16 anos, supostamente praticada por membros do conselho administrativo e frequentadores da Igreja Batista da Graça, em Vitória da Conquista, a 509 km de Salvador (BA), virou caso de polícia, com abertura de inquérito e desdobramentos na Justiça. A queixa foi prestada à delegada Karla Rodrigues de Souza, no Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep), no final da tarde desta terça-feira, pelo pai do adolescente, Carlos André da Silva, 44 anos, acompanhado pelo denunciante, o próprio pastor da congregação, Sérgio Emílio Meira Santos.

De acordo com Santos, que há 18 meses ministra cultos na igreja, o rapaz passou a ser constrangido pela direção e alguns membros em função de sua orientação sexual. A iniciativa, ainda segundo ele, teria gerado desconforto entre os membros do conselho, que decidiram pelo seu afastamento da condição de pastor. Santos declarou que foi informado da sua demissão por meio de uma carta, encaminhada pelo conselho, alegando que ele não estaria cumpria a contento suas atribuições de pastor, ausentando-se de cultos e das visitas domiciliares.
O advogado Raimundo Alves da Cunha falou em nome da igreja e contestou as denúncias. “Nada do que ele fala é verdadeiro. Quem conhece o conselho sabe que ele sempre pregou apoio aos homossexuais, sem distinção a ninguém. Isso é um álibi que ele usa em sua defesa, mas as provas que temos mostrarão o contrário. Procurem levantar os nomes dos membros do conselho e saberão quem está com a verdade. Os fatos estão comprovados e descritos na petição. A Justiça é quem irá decidir”, sustentou.
“Essas alegações foram apenas uma nuvem de fumaça para encobrir os reais motivos da minha demissão. O motivo foi uma reunião na casa de um dos membros do conselho, onde foi declinado o nome do rapaz, falando sobre a sua orientação sexual e que eu o havia apoiado, permitindo que o mesmo ensaiasse no grupo musical da igreja. De forma alguma a palavra de Deus nos orienta a ficar na porta da igreja questionando as pessoas sobre a orientação sexual delas”, disse, justificando sua atitude. “Toda nossa formação é orientada para que possamos incluir as pessoas. O próprio nome graça tem 25 significados e um deles é acolhimento”, argumentou Santos, que continua no mesmo cargo, aguardando decisão judicial sobre o processo movido contra ele pelo conselho. “O silêncio é que gera a intolerância”, arrematou.
O jovem, que frequenta a congregação há um ano e meio no bairro Alto Maron, confirma as denúncias. “Sempre houve afastamento, exclusão por parte de alguns membros devido à minha orientação, e isso num local que deveria dar apoio às pessoas”, desabafou. O pai, a mãe, irmãos e outros seis membros da família frequentam a mesma igreja. Ao comparecer à delegacia para prestar queixa, o pai disse ter tido a convicção de que o filho, de fato, havia sofrido discriminação por conta de sua homossexualidade. “Quero continuar frequentando a igreja, quero que meu filho seja ganho para Cristo, seja ganho para o Senhor. Não quero que ele seja um jogado aí na rua, desprezado pelo fato de ser um homossexual”, afirmou.
A coordenação do Grupo Safo, entidade que defende os direitos do público LGBT, também prestou queixa na delegacia. “Não como homofobia, porque não é crime, mas por discriminação por orientação sexual. Vamos ingressar com processo e também acionar o Conselho Tutelar e os organismos de direitos humanos”, anunciou a coordenadora do grupo, Rosilene Santana.

*Reportagem: Agência a A Tarde


Associação de PMs e Bombeiros inicia polêmica contra presença de oficiais na parada gay do RJ Resposta

Lançamento da campanha Rio Sem Homofobia.
(Foto: Custódio Coimbra/Agência O Globo)
Parece uma piada, mas não é. Quando começamos a achar que as coisas estão entrando no ritmo, aparece alguém para descarrilhar todo um trabalho. Primeiro, gostaria de parabenizar o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral pelas magníficas posições e atitudes que vem tomando em defesa da comunidade LGBT.

Em lançamento da campanha Rio Sem Homofobia, Cabral assinou um documento com metas para acabar como a homofobia até 2014. Entre as ações estão a criação de 14 centros de referência e promoção da cidadania LGBT, a capacitação dos profissionais de saúde para lidar com as especificidades de travestis e transexuais, a garantia a travestis e transexuais de uso de vestimentas e corte de cabelo femininos no sistema penitenciário, a garantia de acesso a tratamento hormonoterapêutico nas prisões, entre outros.

Sérgio Cabral disse no evento, que libera policiais e bombeiros homossexuais para participarem da parada gay do Rio, coisa que já acontece no mundo afora, inclusive de oficiais heterossexuais, que participam da parada para mostrarem que apóiam a diversidade e defendem os cidadãos de forma única e igualitária.
Mas eis que surge Miguel Cordeiro, presidente da Associação de Ativos, Inativos e Pensionistas das Polícias e Bombeiros, e diz que vai entrar na justiça afim de impedir a decisão do governador em relação aos policiais e bombeiros de participarem da parada gay.
Ele alega que tal atitude não é preconceito, e sim uma ¨questão de segurança¨, e diz ainda que acha estranho o governador liberar o carro oficial, ¨gastando gasolina do estado para participarem de algo de caráter particular¨.
Oras, mas não seriam os gays também parte do estado? Não seria de interesse do estado mostrar à população que as polícias e bombeiros estão do lado de toda a população e que se houver homofobia, o cidadão tem que ir para a cadeia? Miguel Cordeiro completa:
– Além disso, se você usar a viatura para ir a um evento, deixará desguarnecidas áreas que precisam de segurança. Se o policial for fardado, isso significa que irá armado. Quem usa fuzil, por exemplo, vai deixar na viatura ou levar para a passeata?
Alguns bombeiros que fazem manifestações por aumento do salário também criticaram o governador:
– Estão querendo ridicularizar o nosso movimento. O governador quer dar mais atenção ao movimento dos homossexuais do que para os funcionários públicos – disse o cabo do corpo de bombeiros, Antônio de SOuza Isamel.
Convidar o corpo de bombeiros a participar de uma passeata a favor da igualdade, contra a violência, é ridicularizar a organização?
O governador fez bonito e mostrou estar do lado da comunidade LGBT:
– Na área da segurança pública, você vê (nas passeatas fora do Brasil) os policiais civis gays, as policiais e os policiais militares gays, os membros do Corpo de Bombeiros gays, os carros da polícia e os gays, todos andando juntos na passeata. Da minha parte está todo mundo liberado para a passeata em Copacabana. Não tem problema. Vamos botar carro do Corpo de Bombeiro, carro da polícia, vai a Martha Rocha… Em Nova York é assim. As pessoas ficam chocadas como se fosse uma coisa. Os americanos fazem, os franceses, porque o amor não deve ser razão de nenhum tipo de discriminação. O amor é a felicidade.

Estado de Minas Gerais registrará crimes homofóbicos Resposta

Um novo boletim de ocorrência será implantado pelas polícias Militar, Civil e pelo Corpo de Bombeiros do estado de Minas Gerais, com campo específico para preenchimento da orientação sexual da vítima e da possível motivação do crime.

Assim, os crimes homofóbicos serão registrados oficialmente, como ocorre, por exemplo, no Rio de Janeiro, o primeiro estado brasileiro a incluir a homofobia como motivo de agressão no registro. A partir dos dados, serão traçadas políticas públicas de combate à homofobia.
Outra medida a ser implantada neste ano é a criação do Núcleo de Atendimento e Cidadania à População LGBT (lésbica, gay, bissexual e transgênero) de Minas Gerais. Trata-se de uma central para receber informações e monitorar atos contra homossexuais. O serviço inclui o encaminhamento das vítimas para instituições de saúde.
Além de estatísticas oficias e de melhor capacitação de policiais, é preciso que o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/06, que criminaliza a homofobia, seja aprovado. Atualmente, ele se encontra no Senado Federal.

Polícia de São Paulo prende agressores de jovens que estavam em ato contra a homofobia Resposta

Um grupo de quatro jovens foi preso em flagrante e um menor encaminhado à Fundação Casa na tarde de domingo (27/02), por volta das 18h, após agredir pelo menos cinco pessoas durante um evento contra a homofobia na cidade de São Paulo (SP).
O evento “Fevereiro Anti Facismo” em memória do adestrador gay Edson Neri – assassinado por skinheads na praça da República, em 2000 -, que acontecia em um prédio no Centro de SP e contava com cerca de 40 pessoas presentes. Quatro dos jovens agredidos, segundo o site SRJD, fazem parte de um movimento chamado Anarco-Punk. Por volta das 14h40m, eles foram atacados por jovens armados. Os agressores seriam neonazistas ou skiheads.

Foto de um dos agredidos, registrada pela lente de Filipe Araújo/ AE

O catador de papelão Marcio da Silva de Oliveira, deficiente físico, de acordo com informações do jornal Destak, chegava à festa quando foi agredido por um taco de beisebol na nuca. Caído, levou chutes e socos do grupo. Ele conseguiu fugir e pedir ajuda ao batalhão do Corpo de Bombeiros.
Após agredirem Marcio, os agressores teriam mostrado que traziam consigo em uma capa de violão facões, um punhal, soco inglês e uma espingarda calibre 22.
Silvio Rodrigues de Moreira foi acertado por uma faca na barriga e não corre risco de morrer. Outro agredido identificado, Isaías Lázaro Lopes, levou um golpe de faca na testa e permanece internado no Hospital Vergueiro.
Algumas vítimas apanharam com pedaços de pau ou foram apedrejadas. Os agressores teriam chegado atirando pedras e, em seguida, sacaram facas e começaram a atacar. Quatro vítimas registraram boletim de ocorrência no 1º Distrito Policial (DP da Sé).
De acordo com o Globo Online, a Polícia Militar (PM) afirma que seis rapazes, um deles menor de idade, foram detidos e reconhecidos pelas vítimas. Com eles a polícia encontrou várias facas sujas de sangue, machados, soco inglês e espingardas de chumbinho.
A PM informou, segundo o portal Terra, que os agressores negaram ser skinheadas ou neonazistas. Porém, ainda segundo o Terra, um deles usava uma camiseta com referências ao grupo e uma das facas apreendidas tinha inscrições nazistas.

Edson
O adestrador de cães Edson Néris da Silva foi assassinado na madrugada de 06/02 de 2000 quando passeava de mãos dadas com o seu companheiro na Praça da República quando foi atacado por um grupo de homofóbicos. Dario Pereira Netto conseguiu escapar, mas Edson foi espancado barbaramente a chutes e golpes de soco-inglês. Acabou morrendo em decorrência de várias hemorragias internas. A polícia deteve 18 suspeitos, mas apenas um deles foi preso.

Ex-modelo Cristina Mortágua agride filho de 16 anos ¨por ele ser gay¨ Resposta

A ex-modelo Cristina Mortágua, famosa nos anos 90 por estampar capas de revistas em que aparece nua e por ter tido um filho com o jogador Edmundo, foi presa na noite de ontem (07/02), acusada de ter agredido o filho, de 16 anos e a empregada doméstica, no Rio de Janeiro.

Tudo aconteceu depois que seu filho foi à 16ª DP (Barra da Tijuca) prestar uma queixa de agressão contra ela, que chegou ao local completamente desequilibrada e batendo ainda mais no filho e nos funcionários da delegacia. Os ataques continuaram também contra a própria delegada substituta, que lhe deu voz de prisão por desacato a autoridade.

Cristina, que foi submetida a exames toxicológicos, disse que agrediu o filho porque ele é gay e se droga, e ela como mãe, precisa ver o melhor para ele. Segundo o adolescente, Cristina faz uso de remédio controlado e estava fazendo uso abusivo da medicação. A avó materna dele foi chamada pelo Conselho Titular e deve ficar responsável até tudo ficar resolvido.

No ano passado, mãe e filho estrelaram um ensaio fotográfico polêmico, onde os dois posaram sem camisa em poses sensuais. 

Ator Shia LaBeouf se envolve em mais uma confusão e sai de boate algemado após ser chamado de gay Resposta



A noite de sexta-feira não terminou bem para Shia LaBeouf. De acordo com o site Huffington Post, o ator de “Wall Street – o dinheiro nunca dorme” e “Transformmers” saiu algemado de um bar em Los Angeles, na madrugada de sábado, depois de brigar com um dos frequentadores do bar.


Uma testemunha disse que “o cliente ficava rindo e chamando Shia de gay, até que o ator disse que ia revidar com agressão física”. “Shia partiu para cima do cara, só que o agressor foi mais rápido e acertou o primeiro soco no rosto dele”, completou a testemunha.

A polícia foi chamada e tirou, algemados, os dois envolvidos na briga. O ator não rpestou queixa e eles foram embora mais tarde.


Não foi a primeira ocasião que Shia Labeouf foi parar na delegacia. Ele foi preso por invadir um local bêbado; fumar em local não permitido; e por se recusar a fazer o teste do bafômetro depois de se envolver em um acidente de carro. O ator admitiu ser alcoólatra.

*Com informações de “O Globo”

Policiais que espancaram travesti em Parada Gay são presos Resposta

No dia 16 de agosto de 2009, na Parada do Orgulho LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) de Penedo, em Alagoas (AL), policiais do 11º Batalhão da Polícia Militar (BPM) espancaram e prenderam José Roberto da Silva, travesti. Após a prisão a vítima foi conduzida para um hospital público em Araparica (AL), onde permaneceu internada com graves escoriações e hematomas, sem o acompanhamento de familiares ou quaisquer representantes de direitos humanos que estavam na Parada e acompanharam o caso pela TV Gazeta, que gravou tudo.

O Comando Geral da Polícia Militar de Alagoas (PMAL), resolveu punir os três agressores: sargento Genildo Alves, Sargento Janiel Amâncio e soldado Ricardo da Silva, com 30 dias de prisão para os sargentos e 20 dias para o soldado, por terem utilizado de violência “desnecessária na condução do preso, ao içá-los pelos cabelos, em decúbito dorsal, arrastando-o e jogando-o ao chão de forma desumana, sendo o fato filmado e divulgado nos principais meios de comunicação, comprometendo assim o prestígio e a imagem da corporação”.

Curitiba: duas travestis são assassinadas e três feridas em restaurante Resposta

Duas travestis foram assassinada e outras três foram baleadas e permanecem internadas, no fim da madrugada de ontem (21/12), por dois motoqueiros em Curitiba, capital do Paraná (Pr). Eles invadiram o restaurante dançante Gato Preto, que fica no centro da cidade sulista.


Cerca de 80 pessoas estavam no estabelecimento, quando o crime ocorreu. A Delegacia de Homicídios está investigando o caso.

Testemunhas disseram que por volta das 5h30, os bandidos chegaram ao local em uma motocicleta. Armados com pistolas e sem tirar os capacetes, os motoqueiros se identificaram como policiais. Um deles rendeu dois seguranças e o outro entrou no restaurante e foi em direção à mesa onde as travestis estavam sentadas.

Pelo menos 15 tiros foram disparados acertando cinco das seis travestis. Douglas Lemes Resende, 25 anos ou Duda Top, como era conhecida, morreu no local. Outra travesti que teria 16 anos e era conhecida como Mirela, morreu ao dar entrada no Hospital Evangélico.

Willian Henrique Vicente da Silva, 16 anos, Adriano da Silva Oliveira, 20 anos e Rodrigo Araújo Solda, 32 anos, permanecen internados.

No restaurante, que funciona há 40 anos, foram recolhidas nove cápsulas de calibre 380 e um projétil que serão periciados.

Os margnais fugiram na moto e nunguém anotou a placa do veículo.

A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais Travestis e Transexuais (ABGLT) enviou ofício à Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos e à Secretaria Estadual de Segurança Pública, pedindo esforços por port das autoridades, para que os autores do crime sejam identificados e punidos exemplarmente, “independente da orientação sexual ou identidade de gênero das vítimas”.